Meus olhos sobre o teu corpo!

por H. Thiesen

A noite passada fizemos amor, você estava radiante e eu me senti a mulher mais feliz do mundo. Depois de tudo o que passamos, ter você ao meu lado é como alcançar o céu. Poder tocá-la novamente, sentir a tua pele quente, beijar a tua boca, acariciar teus seios e entrelaçar-me ao teu corpo, faz da nossa cama um paraíso Te abraçar é o aconchego que preciso, te beijar é provar os melhores vinhos e que me enebria, tua voz é uma musica suave ao meus ouvidos, tua respiração ofegante uma brisa sobre o meu corpo. assim, desse jeito, nos amamos a noite passada, nos entregamos totalmente uma a outra. Depois você dormiu no meu ombro, mas eu estava feliz e essa felicidade não me deixou fechar os olhos.
Imagem cedida por JordanaTelles.com
Tanto tempo ficamos afastadas e finalmente você estava diante dos meus olhos, com cuidado, para não te acordar, deitei tua cabeça no travesseiro. Você estava cansada, a viagem foi longa e dormia um sono profundo, não me furtei a te observar, passeei meus olhos pelo teu corpo. Você estava nua, teu corpo moreno e descoberto, diante dos meus olhos. Admirei teus seios marcados pelo sol das praias da Espanha, as auréolas e os mamilos rosados, davam-lhe um toque sensual, deitada de lado teus braços os apertavam e lhes exaltavam o volume e contrastavam com o esmalte vermelho. Teus quadris davam uma silhueta linda a cintura fina. Teu púbis em forma de um pequeno triângulo de pelinhos negros e aparado rente a pele, circundado pela marca do sol de Málaga, mostrava a direção do prazer. Prolonguei meu olhar sobre tuas pernas torneadas e teus pés lindos.
Não aguentei, me excitei novamente com a visão do teu corpo, mas não ousei acordá-la. Lembrei das horas anteriores, cena por cena, toque por toque, beijo por beijo, Lembrei dos nossos corpos entrelaçados, nossos sexos se roçando, nossas mãos passeando e nossos seios espremidos e totalmente unidos durante os nossos abraços. Enquanto tudo isso passava pelo meu pensamento, eu me masturbava, olhando teus rosto, tua boca e todo o teu corpo. Uma de minhas mãos, acariciava-me resoluta entre as pernas e a outra sobre os seios eriçados, apertava os mamilos com os dedos. Meu corpo queimava de tesão e em instantes eu estava toda molhada e ungida pelo néctar de Vênus. Meus dedos estavam nervosos, me invadiam, entravam e saiam, com a palma da mão eu friccionava e apertava o meu clitóris.
A excitação aumentou e me levou em poucos minutos a um orgasmo imenso e gozo foi extremamente delicioso. Depois, cansada, eu deitei do teu lado e finalmente dormi!

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Anjo Impudico

por H. Thiesen 

Era uma noite fria de lua cheia extremamente clara, uma névoa densa dificultava a visão. Eu olhava pela vidraça, os desenhos que se formavam pelo reflexo do brilho lunar na névoa espessa. Naquela noite eu não esperava mais nada, a não ser desfalecer na cama, exausta pelo dia de trabalho.
Ao longe, por trás da vidraça, avistei um vulto que me despertou a atenção, pela silhueta masculinamente elegante, vestindo um sobretudo e com um andar imponente e charmoso. Eu nada tinha para fazer e diante do inusitado, fiquei a observa-lo.
Aguardei pacientemente que se aproximasse um pouco mais, para que eu descobrisse quem seria. E quanto mais ele se aproximava, mais curiosa eu ficava.
Os cabelos eram loiros e longos, de aspecto angelical, depois me surpreendi com a beleza do rosto, olhos azuis e olhar penetrante. Mais surpreendida fiquei, quando notei que ele andava descalço e, andava na ponta dos pés, como se pairasse a poucos centímetros do chão. A pele era clara e usa roupas que pareciam serem feitas especialmente para ele. 
Incrédula, esfreguei os olhos para melhor enxergar e me belisquei para confirmar que estava acordada, pois a imagem apesar de muito bonita, era cada vez mais incoerente. Quando ele chegou próximo à janela, abriu os braços e atrás de si duas asas se abriram numa enorme envergadura, constatei então, que elas serviam-lhe de roupas e envolviam seu corpo com perfeição. Sem encontrar resistência na vidraça, atravessou-a num piscar de olhos e em menos de um segundo estava dentro do meu quarto.
Ele estava completamente nu, fiquei completamente pasma, mas não temi  a angelical e bela criatura. O corpo era perfeito: peito saliente e musculoso, o ventre refilado e esguio, pernas torneadas e braços musculosos que fundiam-se a estrutura das asas, mãos perfeitas, dedos longos e finos, a pele 
clara tinha um aspecto aveludado e no seu rosto, algumas penugens claras, emolduravam o seu rosto. 
Encantada, observei a criatura e pensei: - Se existe anjos, estou diante de um!
Ele se aproximou e eu, pasma não conseguia me mexer na cama. Seus olhos, estavam fixos nos meus, como se quisesse olhar no fundo da minha alma. Entre a excitação e a curiosidade, estendi a mão e toquei a sua, surpreendi-me por ser muito mais macia que eu imaginava. Sem falar nada, ele retribui meu gesto, tocando suavemente meu rosto e depois deslizando levemente ao meu pescoço, arrepiando-me o corpo inteiro. Eu o analisava em cada centímetro do seu corpo, querendo memorizar para sempre, aquela imagem maravilhosa. Com um movimento suave, conduziu minha mão para o seu peito e num gesto reconfortante, abraçou-me e envolveu-me com suas asas, dando-me uma sensação de proteção. Tateei seu peito e depois seus quadris, deslizando a mão por suas costas e buscando suas nádegas tenras e firmes, com a boca sedenta persegui seu pescoço, seus ombros e seu peito. O calor aumentava sob aquelas asas de penugens aveludadas e macias. Suada,  despi-me da camisola e instintivamente, saquei a calcinha, tornando-me completamente nua para ele. Ele abriu suas asas e seus braços e deixou-me sobre a cama, para logo após deixar-se cair sobre meu corpo. Não consigo imaginar como aconteceu, mas nossos sexos se completaram numa penetração divinamente maravilhosa e enquanto me penetrava profunda mente, ele me envolveu novamente com suas asas, prendendo-me ao seu corpo. Senti suas pernas enlaçarem-se nas minhas, possibilitando que nossos  movimentos se tornassem extremamente ritmados e em completa sintonia, de um jeito frenético e alucinado.
O sexo dele era quente, fora da normalidade e causava-me sensações indescritíveis. Segurava-me pelo meu pescoço e nuca, como se quisesse manter-me sob seu controle. Ofereci-lhe minha boca e ele explorou-a por inteira, com um beijo que não tinha fim e de uma forma que nunca experimentei, fornicando sua língua no céu da minha boca, que me arrepiava e estremecia completamente. Abracei-o com as pernas e continuei a meter os quadris cada vez mais forte, a fim de causar-lhe a mesma loucura que ele estava me causando e conhecê-lo com maior intimidade.
Anunciando a chegada de um clímax maior, ele grunhia gemidos graves, que me lembravam felinos selvagens em pleno coito, extremamente lascivos. O meu tesão não dava espaço ao medo e eu estava totalmente entregue à ele. Acelerando os nossos movimentos, ele abriu as asas, me libertando das suas amarras sensuais e entregou-se ao meu ritmo e à minha vontade. Segurei no seu peito, fazendo-o apoiar-se nos seus braços e  com asas abertas, pude admirar melhor cada detalhe do seu corpo lindíssimo e esguio. pressionadas contra o chão, igual se prende um bicho para se dissecar, e pude ver melhor cada detalhe. Quando do orgasmo ele debatia suas asas em evidente delírio e parecia querer levantar voo, me fazendo gozar intensamente, de uma forma que parecia estar andando sobre as nuvens, tal era a paz que senti naquele momento crucial.
Terminado o coito angelical, ele desceu do meu corpo, fazendo-me cair em mim. Olhei-o novamente, fechei os olhos pedindo-lhe mais um beijo, mas apenas senti um vento leve sobre o rosto e ouvi o ruido de asas batendo.
Ele sumiu deixando-me na memória, suas lembranças para sempre e todas as noite de lua brilhante, olho pela vidraça para tentar ver a sua sombra novamente, na esperança que ele volte outra vez.
Nunca mais voltou, mas nas noites de nevoeiro, vejo a sua silhueta ao longe!

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Delírio e Loucura

por H. Thiesen

Hoje a noite eu vou te encontrar e tudo será diferente. Quero apagar a impressão da última vez! Te peço que venhas calmo e senhor de si. Não seja afobado e não me decepcione novamente. Tenha calma comigo e tente compreender que a pressa é a minha maior inimiga.
Imagem Autorizada por  JordanaTelles.com
Deixe o teu desejo fluir e esqueça o mundo, os problemas, os carros que passam lá fora ou a barulheira das pessoas que passam. Faça o nosso mundo particular, onde somente existe eu e você. Entre em meu universo, concentre-se apenas no meu espaço e perca-se no meu tempo.
Venha e entrega-te totalmente e somente para mim!
Toma conta do meu corpo e faça dele tua morada ou o teu jardim de amor e de paixão.
Explore cada um dos recantos do meu corpo e obtenha para ti um prazer imensurável, sim... por que não existe nada e ninguém igual a mim, talvez existam outras até melhores do que eu, mas não do meu jeito!
Pense que eu sou teu sonho, abandone-se numa fantasia. Seja como uma criança gulosa, brilhando os olhos por um doce açucarado! Deguste-me com paciência e intensidade, prove do meu mel e sinta-se deliciado com o melhor dos meus manjares. Sim, eu tenho muitas delícias escondidas, nos meus lugares mais secretos.
Debruça-te sobre mim, deite o teu peso sobre meu vente e deixe o teu peito encontrar meus seios. Ponha-te viril em meu meio e invada-me com toda a tua vontade e acalme o nosso tesão.
Eu serei tua e você será meu!
Nossa noite será longa, tempo bastante para nós, mas que se tornará infinito pelo prazer proporcionado e pela paixão alucinante que nutrimos!
Explore-me parte por parte, beije-me na boca e trave um duelo com a minha língua. Recosta-te sobre meus seios e sinta a pele macia, com teus lábios descubra a intumescência dos meus mamilos, qual duas amoras à espera da tua boca. Não furta-te ao cheiro da minha pele, desliza pelo meu ventre, distribuindo beijos e sentindo os arrepios de cada um do meus poros. Ouse e vá mais além, desvende os meus segredos e prove da minha fonte, a água que vai te saciar a sede. Ponha-se a explorar-me e descerre do meio das minhas carnes, o meu ponto principal, que quando tocado me enlouquece e me faz perder o controle. Quando me ver em completa alucinação, venha a té a minha boca e deixe-me brindá-lo com as carícias que somente a minha e nenhuma outra boca pode proporcionar-te. Deixe-me saboreá-lo, beijá-lo e sugá-lo. Deixe-me sentir nos meus lábios, o calor da tua carne vermelha e enrijecida.
Quero ouvir-te urrar, implorar por mais prazer e enlouquecido, querendo acabar-se na minha boca. Mas, para mim isto é muito pouco, pois quero-te dentro de mim. Por que só assim, eu te levarei e junto irei contigo, do delírio à loucura, juntos explodiremos de prazer e abrigarei em mim o teu gozo e dele obterei o meu!

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Teu gosto!

por H. Thiesen 

Quando saboreio
o gosto da tua pele
o teu suor salgado
impregna-se em meus lábios
deixa-me sedenta
maleva e atrevida
vou em busca da tua fonte
para saciar a minha sede
na generosa vertente
dos teus prazeres
O teu gosto na minha boca
doce néctar fluente
adocica-me a língua
sacia-me todo o desejo
umedecendo minha boca
lambuzando-me o rosto
abandono-me entre tuas pernas
até a hora derradeira
O perfume do teu corpo
cheiro raro e gostoso
deixa-me embebida a pele
de maliciosa fragrância
tal qual a terra molhada
depois de uma deliciosa chuva!

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É Puro Tesão!

por H. Thiesen

Como se estivesse querendo prender-me a um beijo, sinto teus lábios juntos aos meus e o calor da tua mão acariciando a minha nuca. O sabor da tua boca é delicioso e o calor do teu beijo me aquece o corpo inteiro. Eu estremeço, um fogo me consome e quero, com urgência, me entregar para você!
Tua mão levanta os meus cabelos e a tua língua percorre meu pescoço, enquanto, a tua outra mão entre as minhas coxas, desliza pela minha pele quente e macia.
Você me entontece e me enebria, faz meu corpo vibrar e me deixa entregue ao tesão. Tua boca ávida e ligeira, passeia em mim com enorme destreza e trilha um caminho que passa pelo meio dos seios, toma a direção do meu ventre e se dirige às minhas pernas, diretamente aos meus pés e dedica à eles inúmeros carinhos, beijos e lambidas, não esquecendo sequer um dedinho. 
Minha respiração já acelerada, torna-se mais intensa, quando você retoma o passeio e ascende novamente, distribuindo por elas pequenas doses de prazer e me deixando completamente excitada.
Quero mais da tua boca, quero tudo da tua língua, quero te sentir sorvendo meu néctar.
Você sabe muito bem do que eu gosto, tem a capacidade de adivinhar meus pensamentos e não me é preciso pedir.
Fecho os olhos, minha cabeça gira, meu corpo estremece e uma corrente elétrica de alta voltagem passa por toda a extensão do meu corpo e torno-me um rio de desejos na tua boca. Quando consigo abrir e fixar meus olhos nos teus olhos, encontro neles um desejo enorme e tanta libido que se faz urgente fundir meu corpo ao teu.
Gosto de sentir teu sexo duro e quente encostar-se ao meu e antes de me invadir, roçar minhas dobras e lábios e deslizar no meu clitóris.
Gosto de sentir o teu sexo entrando e afastando as minhas carnes, até encaixar-se completamente em mim.
Gosto de sentir o teu sexo entrando e saindo, ouvir os ruídos que ele faz, quando está na minha umidade.
Gosto de sentir o calor do teu hálito e a tua respiração arfante, queimando o meu ouvido,  de me molhar com o teu suor e juntá-lo ao meu,
Gosto de ter o teu peito em meus seios e tuas mãos na minha nuca, nos deixando bem próximos e unindo os nossos corpos. Gosto de te arranhar nas costas, percorrer tua espinha e cravar minhas unhas na tua bunda.
Gosto do teu beijo ardente, quando fazemos sexo gostoso, pegado ou violento e te abraçar com as pernas e trazê-lo inteiro para mim.
Gosto de te deixar assim, cheio de vontade e de desejos, extremamente excitado, para suprir tuas necessidades, fazer as tuas vontades, abrandar teu tesão e matar meus desejos.
Gosto de sentir meu orgasmo e fazê-lo misturar-se ao teu!
Gosto de gemer como louca, te anunciar o gozo que você me deu.
 Gosto de te ver sem controle, urrar como fera e gozar para mim!

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Numa rua escura

por H. Thiesen 

Quando ele as viu passar pela rua não se conteve. Seus olhos brilharam frente a belezas daquelas duas fêmeas esculturais. À pouco anoitecera e ele tinha que arranjar um jeito para aproximar-se delas. Seguiu-as de perto, apenas alguns passos atrás, tão próximo que podia ouvir a conversa:
- Tem certeza?
- Sim... Vai ser muito fácil!
Elas dobraram a esquina sem olhar para trás e ele continuava atrás.
- Você prefere... em cima ou embaixo?
- Hummm... Dessa vez fico com a parte de baixo!
O que elas conversavam, pensava ele, enquanto as seguia e tentava se aproximar um pouco mais e fazia planos para...

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Loba

por H. Thiesen 

Quando cai o manto negro da noite, a menina transforma-se em mulher e a mulher numa loba voraz.
Uma loba em atalaia, envolta em desejos, que à procura de caça e na sua busca, ela seduz. 
Na noite, há um jogo com regras indefinidas, a lei do mais forte impera e sob o véu escuro, a força maior é a sedução. Na espreita, ela espera a sua presa, para joga-la num labirinto de anseios, onde a paixão confunde-se ao desatino.
A noite para ela é quente e mágica e quando enreda a sua presa, junto a leva, para os seus caminhos e seu destino. À presa ela dá a sua loucura e o seu prazer.
Ouve-se então os ruídos da enorme batalha:
Gemidos loucos, gritos veementes e urros ardentes. 
Ela se entrega e sem limites, domina a sua presa.
Sob o véu escuro que cobre a noite, a loba é selvagem e perigosa. Sem compostura ela ataca, devora e goza! Orgasmos múltiplos, apenas prazer! 
Mas a loba é mulher e intensa, também é menina e sonha!

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Minha Primeira Vez

por H. Thiesen 

Nunca me privei de nada e não digo "não" para algo apenas por não conhecer e as coisas proibidas são um desafio para mim. O proibido, ah sim, o proibido sempre me causou excitação e talvez seja isso que me levou a tantos momentos de prazer.
Ela segurou minha nuca, puxou-me para ela e  posou sua boca sobre a minha, começou a me beijar de maneira leve e doce, vez ou outra sua língua invadia a minha boca e despertava-me algo que eu nunca havia imaginado e tampouco sentido.
Entre o medo pelo proibido, as minhas convenções e a forma como fui criada, estava o desejo de continuar e tornar recíproco aquele beijo, mas a vontade súbita de provar aquela forma de amar, fez-me decidir ir em frente. Fechei os olhos e me entreguei. 
Conheci-a a algum tempo e sequer imaginara seus gosto por mulheres. Ela, apesar de pouco idade, já era casada e mãe. Trabalhava comigo e logo que foi admitida na empresa, fizemos amizade. Naquele dia ela me surpreendera!
Depois do expediente, ela convidou-me à sua casa, disse-me que estava sozinha, seu esposo havia viajado com o filho e gostaria de conversar um pouco e que eu seria uma excelente companhia. Aceitei o convite sem nenhum problema, afinal éramos amigas.
Ligou a tv e disse-me para ficar a vontade, que iria tomar um banho. Alguns minutos mais tarde, ela voltou e sentou-se ao meu lado, enquanto conversávamos nos tornávamos mais próximas e ela acabou confessando-me as suas fantasias por mulheres. Fiquei pasma, mas não esbocei nenhuma reação. Na verdade eu tinha algumas fantasias a esse respeito, mas nunca tivera uma oportunidade real para pô-las em prática. E então, tudo se encaminhou naturalmente para um beijo.
O beijo que era calmo e cheio de leveza, tornou-se ardente e torturante, não me deixando raciocinar, nem sabia como agir direito, era novo para mim e de repente estava beijando outra mulher. Percebendo a minha concordância, ela segurou meus seios e enquanto me beijava, desabotoou a minha blusa e tirou-os para fora. Desceu beijando o meu pescoço e chegando aos seios, abocanhou meus mamilos e eu gemi alto. 
Ela parou, levantou-se, estendeu-a a mão e levou-me para o quarto, deitando-me na sua cama e jogou-se sobre meu corpo, beijando ardentemente. Despiu-me e despiu-se ao mesmo tempo, sem parar de me beijar.
Após a última peça de roupa ser jogada para o lado, abriu minhas pernas, com as mãos afastou meu lábios vaginais e deixou à mostra meu clitóris teso, ao qual não resistiu e mergulhou entre as minhas coxas.
Quando senti seus lábios quentes sobre as minha vagina e sua língua circulando meu clitóris, não aguente e  gemi mais intensamente. Levei as minhas mãos à minha vagina e abri-a, para facilitar as suas carícias. Jamais eu pensara que uma mulher me proporcionaria tanto prazer.
Eu estava seduzida por minha colega de trabalho e isso me deixava mais excitada. O que restava entre nós, era desejo e prazer. Se deixar de me sugar, ela inverteu-se sobre mim e ofereceu-me a sua vagina. Tudo estava completo, pela primeira vez senti prazer com uma mulher, era beijada, sugada e lambida e repetia para ela cada carícia que ela me proporcionava. Não nos demoramos e logo chegamos ao orgasmo.
Muitas vezes nos encontramos depois do expediente, as vezes inventávamos visitas à clientes e íamos à motéis durante as tarde. Outras vezes eu a visitava em sua casa, quando ela estava sozinha.
Ela era extremamente competente, no trabalho era excelente e na cama, ela era ímpar!

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Doce Lambuzo

por H. Thiesen 

A boca desliza
Por atalhos e trilhas
Enquanto a língua passeia
Da boca às virilhas
Nos lábios molhados
A saliva entrementes
Junta-se ao mel
E escorrem ardentes
Lábios famintos
Saciam os desejos
No néctar de prazer
No ardor dos beijos
Lábios sedentos
Bebem sem cessar
E o lambuzo do gozo
É seu doce manjar!




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Mulher dos sonhos

por H. Thiesen 

Sexóloga e Terapeuta D.ra Clara S. Tudin RESPONDE:

Doutora, eu sei que é normal uma mulher chegar ao orgasmo, mas muitos relatos na internet falam sobre as dificuldades que certas mulheres tem, apesar de serem ativas sexualmente. 
Acho que sou anormal, que sou de outro planeta, pois chego ao orgasmo muito facilmente. As vezes numa transa só, gozo várias vezes, eu gozo com sexo normal, gozo com sexo anal, gozo fazendo boquete, se duvidar, eu gozo até se o cara meter na orelha, no umbigo e no sovaco!.
Sou capaz de gozar quando eu quero e quantas vezes forem necessárias, já fiz até um campeonato comigo mesmo e meu record, foi de dezoito gozadas numa transa.Doutora, será que eu tenho orgasmos femininos precoces, ou eu sou a mulher dos sonhos de todos os homens, será que existem outras como eu?

- Cara ouvinte Mulher Gozadeira, sinceramente esta pergunta eu não posso te responder, nunca ouvi falar de mulheres assim. Mas... Hei! Peraí! O quê? Mulher dos sonhos de todos os homens? Quer saber... Vai à Puta-que-pariu, mas você é metida né?

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Naqueles dias!

por H. Thiesen 

Há certos dias
Que eu me transformo
Deixo de lado a razão
Perco a  lucidez
E ando sem sensatez
Sinto-me outra
Creio-me possuída
Os anseios aumentam
Os desejos me queimam
As vontades me invadem
Eu fico à mercê dos sentidos
Disponível à luxúria
Entregue à líbido
Rendida ao prazer
Sinto-me pronta
Louca
Felina
Movida pela ganância
Sou toda instinto
Animal
Carnal
Exposta ao abate
Úmida
Molhada
Suada e encharcada
Eu fico por um fio
Quente
Sedenta
Faminta
Há dias e nesses dias
Um tesão danado
Me toma e me consome
Há dias que eu fico no cio!

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Teu gozo na minha boca!

por H. Thiesen 

Meus lábios selaram
Na tua pele quente
Marcada com veias
De sangue fervente
E no pomo vermelho
Do teu falo duro
Quando jorrou o leite
Na minha boca
Molhando meus lábios
Melando minha face
Escorrendo aos meus seios
Oferecendo-me o sabor
Na minha língua felina
Do teu prazer intenso
Saciando a minha fome
Com o teu tesão!
Ficaram as sobras
Que eu junto com a língua
Para limpar tua pele
Lambuzada de gozo
Eu lambo até a última gota
E como chave de ouro
Eu deito ao teu lado
Sei que estás satisfeito
Por que esgotado ressona
Aproveito e deito em teu peito
Te esperar descansar
Pois não matei meu desejo
Te quero totalmente inteiro
Para tirar meu proveito
Do teu corpo gostoso
E do teu falo ereto
Obter o meu gozo!

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Vontades Estranhas

por H. Thiesen 

Essa vontade insana
Que me domina
Uma sede que eu tenho
Por dominar-te
Que me faz a presa
Dos meus fetiches
Um desejo incontrolável
De subjugar-te
Vê-la aos meus pés
Implorando atenção
Para que eu te tome
Possua o teu ser
Descarregue sobre ti
Todas as minhas fantasias
Te faça meu submisso
A escrava temporal
Quero-te habitante
Das minhas vontades
Satisfazendo-me os caprichos
Na tua submissão
Aliando-te a mim
Para desfrutar prazeres
Sob minha dominação
Eu sou a tua dona
Tua mulher e mestra
O teu corpo me apetece
E tua alma obedece
Tu és minha posse
Minha propriedade
Sob minhas ordens
Manténs lucidez
Te fazendo meu
E deixando-se amar
Uma perfeita simbiose!

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Eu bebo teu gozo!

por H. Thiesen 

Teu corpo é um mapa desenhado no meu pensamento, que me leva a um passeio, embarcada em desejos. Teu corpo é um mapa rascunhado em carne, que me leva à loucura entre beijos e abraços.
No teu corpo eu viajo como uma serpente, serpeando carícias, sibilando gemidos, rastejando desejos. No teu corpo eu me faço de carente e indefesa, nele eu concentro certeza e paciência cobrindo-o de beijos.
Me roço na tua carne e esqueço os pudores. Me desfaço dos mitos ouvindo da tua boca gemidos e gritos.
Mordo teus lábios, arranho tuas costas, nos teus ombros eu cravo meus dentes.
No fundo, no fundo tu gostas, no fundo tu sentes, um misto de dor com o prazer e o tesão!
Mas profundo é meu toque, te levo à loucura e te confundo!
Afago tua pele com dedos nervosos. Molho os teus poros com minha saliva, que transborda da boca
e a misturo com o teu mel.
Provo o sabor doce do teu prazer na tua flor, qual beija-flor ou uma borboleta sedenta por néctar.
Te levo ao delírio! Te vejo em mil desatinos! Te sinto levitar sobre a cama, como se fosse ao céu.
E, roubo de ti, o que vem doce das tuas entranhas, direto a minha boca. Roubo, roubo teu gozo para mim!

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O Vizinho

por H. Thiesen

Eu morava no quinto andar e à frente do meu prédio, havia um outro prédio menor. 
Eu e vizinha do apartamento abaixo do meu éramos muito amiga e um dia durante um dos chás, que seguidamente tomávamos juntas, nas tardes que não tínhamos nada para fazer, ela me contou que um rapaz tinha se mudado para o prédio da frente e constantemente caminhava nu pelo apartamento, deixando as janelas abertas e as luzes acesas. A novidade despertou a minha atenção, sempre fui uma voyeur de carteirinha e a conversa daquela tarde desandou, para mil e umas fantasias, com o vizinho novato. 
A partir daquele dia, passei a cuidar as janelas do apartamento do rapaz e não demorou muito tempo para verificar que a minha vizinha falava a verdade, mas com uma visão mais privilegiada do que a dela. As alturas diferentes dos prédios, davam-me a possibilidade de ver o apartamento dele, na direção de baixo para cima, de maneira bem ampla.
O rapaz era moreno-claro, não muito alto, tinha um corpo normal e as marca de sol deixada pela sunga, destacavam uma importante parte do seu corpo.
Ele estava sempre excitado e caminhava pelo apartamento, de janelas generosas, balançando seu membro ereto e, eu me deliciava observando-o, vendo seu corpo delicioso ou quando ele manuseava lenta e carinhosamente aquele membro suculento. Espiava-o, sempre encoberta pelas persianas ou pela noite, escondendo-me parcialmente para não ser vista, enquanto ele deitado no sofá da sala ou na cama do quarto, acariciava-se fazendo movimentos suaves e pacientes, exibindo a sua rigidez máscula, que já me pertencia no mundo das minhas fantasias. Durante a sua masturbação diária, eu deliciava-me com os olhos e masturbava-me ao mesmo tempo, acompanhando-o durante a busca de prazer e me contorcendo de tesão durante o gozo.
As vezes sentia vontade de me revelar e me exibir para ele, mas a falta de coragem era enorme e até um certo pudor me impedia, o pensamento sobre o que ele pensaria ou poderia fazer, faziam-me recuar. Então eu me satisfazia, ficando na espreita, entre as frestas e cortinas ou no escuro da noite.
Foram dezenas de vezes, as vezes à noite, outras à tarde e muitas outras logo pela manhã e eu não me cansava. Consegui fraga-lo nas mais diversas situações e sempre que eu podia ou que estava em casa, cuidava insistentemente, até vê-lo e me deliciar naqueles momentos divinos de puro prazer.
Vi-o sair do banheiro,  nu, molhado e ainda se enxugando Vi-o espalhando óleo e borrifando perfume em seu corpo. Vi-o com outras garotas, a dança sensual antes do sexo, os rituais diversos que cada uma tinha para se despirem, os momentos de deleite, de sexo em diversas posições e cômodos do apartamento. Vi-o ganhar e fazer sexo oral inúmeras vezes. Mas o que mais me excitava, era vê lo manipular aquele membro vistoso, dedicando-lhe carinhos, deliciosos e lentos vai-e-vens com a sua mão, ora escondendo e ora mostrando a cabeça vermelha. Eu quase morria de tesão, molhava a calcinha e ficava totalmente lambuzada no meio das minhas pernas. A cada movimento de sobe e desce, eu estremecia e sentia uma vontade louca de usufruir daquele delicioso membro. Certas vezes, durante o gozo seus gemidos eram altos, quase urros de prazer e eu podia acompanhar e avaliar o nível de excitação ele estava. Quando ele jorrava aquele líquido maravilhoso, eu abria a minha boca e sonhava que estava sorvendo todo seu gozo, como se  estivesse, lá no seu apartamento, bebendo-o até a última gota.
Minha vizinha era casada e um certo dia, seu marido viajou para visitar algum parente, convidei-a para ir ao meu apartamento, eu queria dividir aquele prazer com ela, afinal havia sido ela que me atentou para o fato. Combinamos que, assim que ela visse movimentos no apartamento dele, ela subiria ao meu.
Ela era uma mulher madura, já tinha quarenta e poucos anos, durante nossos chás e bate-papos descontraídos, eu já havia lhe contado sobre a minha atração por homens e mulheres. Ela nunca havia tocado no assunto comigo, mas eu tinha uma certa atração por ela, porém pela nossa amizade, eu nunca tentei seduzi-la. 
Conforme o combinado, ela subiu ao meu apartamento. Eu já estava excitada, pois já havia espiado alguns minuto. Não era necessário ele estar nu, apenas vê lo e imaginar o showzinho que viria pela frente, já bastava para fazer-me molhar de tesão.
Nós ficamos espreitando por trás da persiana da sala e não demorou muito para ele sair do banho, totalmente nu e começar o seu ritual diário, secar-se e passar perfume pelo corpo, depois deitar-se e se masturbar. Mas aquela noite foi especial, eu e Maryanne (minha vizinha) nos aproximamos e excitadas deixamos ele de lado. Transamos e ela me confessou, que desde a época que eu lhe havia contado a meu respeito, ela ficou curiosa e esperava por uma oportunidade para experimentar. Mas isso é uma outra história e um dia... talvez eu conte para vocês!
Ah, o rapaz? Bem, ele continuou do mesmo jeito, muitas outras vezes eu me deliciei e um dia, depois de masturbar-se e gozar deliciosamente, levantou-se foi até a janela, olhou para cima, na minha direção e a fechou! A partir daquele dia, eu soube que ele sabia de mim e tudo perdeu a graça!

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Quero Mais!

por H. Thiesen 

Finalmente chegou o dia tão esperado. Eu estava ansiosa, não era um encontro comum, não era com um homem qualquer. Ele era especial, na verdade um sonho, sonhado a muito tempo!
Alguns dias atrás, conversando com uma amiga, falávamos dos velhos tempos e perguntei por ele. Ela riu alto e me disse que sempre soube da atração que eu sentia por ele, apesar de que eu sempre negava. Abrindo a bolsa, puxou um cartão e me entregou. Não perdi tempo e liguei para ele.
O carro parou, a porta abriu e ele desceu.
Sentada no banco da praça, eu o observava. Ficou parado ao lado do carro, olhando de um lado para outro, provavelmente procurando por mim.
Ele estava lindo, camisa branca, uma calça jeans, óculos escuros, cabelos negros curtos, alto e a pele levemente bronzeada.
Fazia muito tempo que não o via, desde o tempo da escola, quando ele ainda era um menino e eu uma adolescente sonhadora.
Acenei para ele. Caminhando lentamente ele veio na minha direção. Tirou os óculos escuros e de longe, percebi que ele olhava nos meus olhos. Levantei-me e dei reciprocidade ao olhar. Quanto mais próximo ele estava, mais profundamente olhava em meus olhos.
Tanto tempo fazia que eu o queria, tanto tempo sonhei e quanto tempo me arrependi de não ter dado nenhuma chance à ele. Enquanto ele se aproximava, eu pensava, o quanto fui boba e orgulhosa.
Mas tudo era passado e afinal de contas, eu estava ali, o esperando e revivendo aquela paixão antiga, outrora reprimida, mas louca para tomar asas. Não, não! Louca estava eu, para me atirar nos seus braços e ter aquele homem para mim!
- Oi Lena, como vai?
Não respondi absolutamente nada, fiquei estática olhando nos seus olhos. Sinceramente, eu desmoronei! Sequer imaginava, que um garoto poderia se transformar naquilo tudo!
- Lena... Algum problema?
- Não! Só estava lembrando!
- Do Patinho Feio?
- O que?
- Como você me chamava!
- Não lembrava disso!
- E então?
E então, eu pensei: Quero um beijo!
Sem lhe dar outra resposta, aproximei meus lábios e o beijei. E que beijo!
Enquanto o beijava, fiquei pensando, que o meu patinho feio, se transformara eu um belo cisne charmoso, como no conto de fadas.
O beijo foi longo e nele havia o nosso desejo e senti o quando ele me queria.
Desejei ser amada e possuída por alguém que eu também desejava, aliás, que eu desejava enormemente e era aquele menino da época de escola, que um dia eu não quis, que tanto eu rejeitei e fingia não querer nada com ele.
Aquele encontro ficou com um cheiro de vingança. A vingança da mulher adulta para com a menininha boba. E isso me excitou muito! Tanto que, lembrar daquele encontro, é como revivê-lo nitidamente e fico ansiosa, desejando me percorrer, enfiar as minhas mãos entre as pernas e me tocar intimamente. 
Mas fazer o que? Como resistir aos instintos, diante de tão deliciosa recordação?
A noite, o jantar, a música e o vinho, ainda estão presentes na minha mente. A dança, no instante seguinte, não sai do meu pensamento. Nossos corpos colados, nossos lábios grudados, nossas línguas travando um duelo molhado e intenso. O beijo no meu pescoço. As mãos nas minhas costas. Os dedos na minha nuca. O peito másculo amassando meus seios. O sexo rígido roçando as minhas coxas.
Impossível não ficar excitada, ao lembrar daquela noite. A lembrança é um doce martírio.
Como lembrar impassível daqueles momento, que terminaram na cama? Como lembrar sem me excitar, daquela boca percorrendo o meu corpo, sugando e lambendo meus seios, daquela língua atrevida abrindo caminho em meu meio e me invadindo, para buscar o meu gosto mais íntimo? Como não ficar excitada, lembrando do gosto daquele membro potente e rijo, entrando e saindo da minha boca e as vezes fazendo-me engasgar no final da garganta? É impossível não se perturbar, com a lembrança da sensação daquele homem me penetrando, do seu membro indo e voltando e em cada estocada, dizendo-me que me desejava demais. É difícil deixar de me tocar, lembrando o que aconteceu naquela noite, do jeito que fizemos amor, das posições que transamos, da intensidade do ato. Minhas mãos criam vida, se libertam de mim e não me obedecem. Lembro dos gemidos, dos sussurros, de cada sílaba dita naquela noite e meus dedos não param, estravazam em meu sexo.
Meu corpo incendeia, as lembranças me trazem tesão. Eu me toco, me exploro e me invado. Lembro de nós, do nosso suor, do calor escaldante, do coração trepidante e lembrando do orgasmo, eu gozo. Deliciosamente eu gozo!
Vou ligar para ele de novo, ainda ficou um gostinho, aquele gostinho de quero mais!

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Tua Flor

por H. Thiesen 

Esfrega-me nas coxas
tua flor
faça-me sentir a umidade
que eu nada digo
e faço-a minha prioridade

Mostra-me aos olhos
tua flor
deixe-a perto do rosto
que eu nada digo
e desejo seu gosto

Ponha-me na boca
tua flor
faça-me sentir o palato
que eu nada digo
e provo o regato

Dá-me na língua
tua flor
faça-me sentir o sabor
que eu nada digo
e delicio o licor

Abandone ao prazer
tua flor
que dela eu serei suserana
dedicando-lhe carícias
que eu nada digo
e saboreio com gana

E quando atingir o teu ápice
na minha boca perseverante
colho o teu mel gota a gota
do teu gozo alucinado e vibrante
e então pra você digo tudo
entre os teus gemidos e espasmo
que tua flor é saborosa
e me saciei no teu orgasmo!

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Muito Safada

por H. Thiesen

Lembro-me da tua boca, do teu hálito quente e de como ela arrancou-me tantos gritos.
Lembro-me da tua língua, transpondo meus lábios e entrelaçando à minha, lembro-me dela descendo pelo meu corpo, lambendo meu seios, meu ventre, explorando meu sexo, e entre as minhas pernas, buscando para ti, o gosto do mel mais profundo da minha intimidade.
Lembro-me dos meus seios sensíveis, roçando na tua barba e meus mamilos doloridos de tantas chupadas e da sensibilidades deles, ao encontrar os teus dentes ou pressionados pelos teus dedos.
Lembro-me da minha bunda ardendo, pelas tuas palmadas e minhas nádegas marcadas e doídas com as tuas mordidas.
Lembro-me das minhas marcas, nas tuas costas e peito, das vezes que sob as minhas unhas, ficaram pedaços da tua pele.
Lembro-me dos teu lábios carnudos, beijando os meus lábios, mordiscando e puxando-me os mamilos, lembro-me de todas as vezes que sugaram meu clitóris, com desejo e afinco.
Lembro-me das tuas investidas, de quando elas eram dóceis e de quando foram estocadas violentas, lembro-me como fizeram-me estremecer de prazer.
Lembro-me de como ficava molhada, com o sexo encharcado e o corpo queimando de tesão e desejo, querendo te ter e te dar tudo o que eu desejava.
Lembro-me de cada parte do teu corpo, onde eu beijei, mordi, lambi e chupei.
Lembro-me do teu membro ereto, balançando a minha frente, pedindo-me envolve-lo com a boca e dedicar-lhe carícias com a minha língua.
Lembro-me de todas as vezes que te recebi, com as pernas abertas, das vezes que te cavalguei e te fiz meu.
Lembro-me de todas as vezes que eu te dei, deitada na cama, em cima da mesa, no carpete da sala, sob o chuveiro ou imersa na água de uma banheira.
Lembro-me do teu gozo, lambuzando a minha pele, ardendo na minha garganta, lembro-me do gosto da tua seiva viscosa e dela escorrendo pelo meu queixo e pingando sobre meus seios.
Lembro-me de todos os orgasmos que você teve comigo e das vezes que gozei contigo, que eu fui à loucura, como se fosse subir às nuvens e cair em queda livre
Enfim...
Lembro-me do nosso prazer, do prazer que foi meu e do prazer que foi teu.
Mas hoje, o que posso dizer, é que isso tudo passou, chegou no fim.
Hoje meu caro, a fila andou!
Se eu te amei, eu não sei, mas sei que valeu!
Contigo eu fui mulher, fui princesa e rainha, fui bruxa e feiticeira, louca, uma doida varrida, mas não fui santa, contigo quase fui profana e dos adjetivos, o principal, é que eu fui sim...
Muito safada!

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Carnes Suculentas

por H. Thiesen 

A musica suave acaricia lentamente as luzes da vela, que iluminava o belo contorno da tua silhueta. 
Meus pensamentos reforçados por intenções doces e sensuais, atraídos pela lembrança do sabor da tua umidade na minha língua, imaginam pincelar entre as tuas pernas, como a pintar uma obra-prima, foram enfurecendo com a luxúria e abastecidos de lascívia.
Tudo começou com uma conversa vulgar, nossas mentes à deriva caminharam em direção à sensualidade e contemplaram mutuamente da possibilidade do que poderia ocorrer, naquela hora, entre nós duas.
Os pensamentos tornaram-se influentes excitações e escoriaram nossos lábios,com beijos ardentes e goles lentos de saliva e no entrelaçado das nossas línguas, foram para nós carícias doces e celestiais.
Deslizei por teu pescoço e me abandonei na volúpia dos teus seios, deliciei-me nas entumescência dos teus seios e saboreei a rigidez dos teus mamilos, como uma criança que tem na boca saborosa guloseima.
Medi teu ventre com meus lábios, degustei toda a tua pele, provando o sal em cada um dos teus poros, descendo cada vez mais, na direção das minhas segundas intenções.
Pousei a minha boca na tua fruta proibida e a encontrei totalmente gotejada e escorrendo de prazer. Lambi gota por gota o teu néctar quente e de repente uma tempestade se fez em mim. Com enorme cobiça, mergulhei na tua luxúria e desbravei com a minha língua, as extensões da tua carne suculenta. 
Meu coração bateu forte, quando em sincronia com a música que tocava, acompanhada pela tua respiração ofegante e como melodia teus gemidos roucos afoguei-me em teus desejos e bebi o teu prazer, que vertia como torrentes do teu corpo. 
Te olhei nos olhos e cruzamos olhares diabólicos e libidinosos. O quarto estava cheio dos perfumes da nossa paixão, sob a luz da única vela, convidava-me ao mais profundo e a te explorar ainda mais, mais e mais fundo e então, busquei com a língua, no interior das tuas entranhas, os teus gritos de êxtase. Confundindo-a com o prazer e fazendo-a gravar as unhas na minha carne.
Desejei que esse momento fosse eterno, completando-me com teus sussurros doces aos meus ouvidos, os quais me falavam a língua proibida dos prazeres mundanos. Tuas pernas tremeram e entre elas me prenderam, quando teu corpo entrou em erupção e na minha boca recebi de ti, verdadeiras torrentes de gozo. 
Admirando teu silêncio depois do êxtase, a respiração pesada e teus olhos fixos, como a olhar para as estrelas, deitei-me do teu lado, com os sentimentos encharcados pelo teu clímax, agarrando-me ao teu corpo aquecido, repousei minha cabeça no teu peito e olhei no espelho, as duas silhuetas femininas, sob a luz da única vela.

 



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Entregue para o seu prazer.

por Moranguinho 

Ela estava ali, seu corpo e alma entregues a ele. Sem dúvidas ou medos, apenas ali para ele.
A noite seria mais do que especial afinal ela havia decidido ser inteiramente dele.
Ela estava apenas usando as meias 5/8 que sabia que ele amava e um sapato de salto para dar todo o ar sexy de que precisava.
Seu coração parecia ter se espalhado por todo seu corpo e se concentrado naquele minúsculo ponto entre suas pernas.
O cheiro da sua excitação parecia ter inundado todos os seus sentidos e se sentia extremamente molhada e pronta para o que quer que ele tenha planejado.
Aguarda anciosa enquanto escutas Ele mexendo nas coisas que seriam necessárias para aquela noite.
A curiosidade do que a aguarda quase a faz olhar para a direção de onde vem os barulhos mas se contém, prefere não saber o que Ele prepara naquele momento, sabe que pode confiar completamente nEle, e era por isso que estava ali naquele momento.
Não sabe quanto tempo havia se passado quando sentiu a mão dEle em seu ombro e logo em seguida Sua voz a mandando se levantar.
Ela se põe em pé e encontra o olhar dEle que parecia queimar de prazer.
O corpo dela se aquece ainda mais sob aquele olhar e sabe que essa noite estaria para sempre em sua memória.
Ele a manda ficar de costas com as mãos apoiadas na parede e a cima da cabeça, quando ela se posiciona assim Ele afasta mais as pernas dela e seus dedos a invadem a fazendo gemer de prazer, ele deixa seus dedos dentro dela e puxa seus cabelos a fazendo olhar dentro dos seus olhos e lhe beija selvagemente.
Isso quase a faz gozar mas todo esse momento dura apenas o suficiente para deixa-la ainda mais excitada e molhada.
Quando tudo começa a acontecer seu corpo traduz instantaneamente dor em prazer a levando cada vez mais para aquele precipício de prazer infinito, sempre muito na beirada mas não o suficiente para fazê-la gozar.
Ela não sabe quanto tempo se passou só sente novamente a mão dele em seu ombro a virando de frente para ele e sente o olhar dele a deixando ainda mais em chamas.
A arrasta para a cama e a manda apoiar as mãos no colchão e a próxima coisa que ela sente é ele a penetrando, alargando e exigindo espaço dentro dela.
Ela geme de prazer e seu corpo se contorce nessa imensidão de sensações. Seu bumbum ainda ardido e sensível contra a calça dele só lhe dá mais prazer e a faz gemer cada vez mais alto precisando gozar, e como se lesse seus pensamentos Ele a manda gozar.
O orgasmo vem cru, de forma intensa, ela sente suas costas arquearem como se fosse quebrar, Ele a segura e não para com suas fortes estocadas até que ela sente Ele gozando também.
Ele a manda deitar na cama e retira o que restou das suas roupas e também vai para a cama com ela.
A noite continua cheia de imensos prazeres para os dois, ela goza sem restrições e sem pudores, seu corpo pertence a Ele e responde intensamente a cada toque dele.
Quando finalmente os dois adormecem parece que haviam se passado dias e não apenas horas que eles estavam ali naquele quarto.
Ela acorda por volta das 9 da manhã, olha o corpo dele ainda ali na cama, lindo e uma tentação para ela.
Mas ela não ousa acordá-lo, ela veste suas roupas sem se importar com um banho, quer que o cheiro dEle a acompanhe ainda por algum tempo.
E após recolher suas coisas ela deixa um bonito envelope ao lado dele o beija delicadamente e com lágrimas nos olhos sai do quarto deixando seu coração ali com ele.
Ela sabe que aquela provavelmente foi a última vez que o viu, mas ela tinha escolhas a serem feitas e infelizmente escolheu deixá-lo para Ele poder ser feliz.
No envelope tinha apenas um papel com uma simples frase.
"SUA PARA SEMPRE"

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Seios: Modo de Uso

por H. Thiesen 

Você já levou um chute no saco? Ou ficou com uma das bolas atravessada e apertada dentro das calças? Tenho certeza que pelo menos uma vez na vida, você já passou por isso e conhece a dor? Então, leia com atenção!
Um grande número de homens pensam que os seios de uma mulher são chupetas, chicletes ou dois brinquedos que podem ser usados a seu bel-prazer, apertam, mordem, beliscam e até fazem rosquinha com os mamilos, como se estivessem fazendo bolinhas com o tatu que retiram do nariz, pouco sabem eles, que esta é uma das partes mais delicadas de uma mulher, que precisam de cuidados diários de nossa parte, quem dirá na hora H, durante as carícias.
Para excitar e satisfazer a mulher durante as preliminares, as carícias mais conhecidas e mais utilizadas são, lamber os mamilos, acariciá-los com os dedos ou ponta do pênis, segurá-los-los com as mãos e aplicar sobre eles uma sucção suave, com muita delicadeza, ligeiras mordidinhas nos mamilos.
Quanto menores os seios, maior deve ser a delicadeza, toque-os com leveza, pois a mulher com seios pequenos possui tendência maior às dores e sensibilidade. Se forem médios, toque-os com leveza porém tenha uma pegada mais firme, mas não abuse da força. Seios grandes possuem menor sensibilidade à dor, ajudados pelo peso diário, tendem a não ser tão delicados, portanto podem ser tocados com firmeza pelas palmas das mãos e não só com os dedos.
Quando desejar fazer a famosa mamadinha, não sugue com força, nem morda, principalmente os mamilos. Deixar os bicos vermelhos escuros ou roxos de tanto chupar, depois vêm as dores.
Seios e o bumbum femininos são como o rosto, trate com carinho e cuidado para não machucar e deixar marcados.
Um homem que deseja ser um mestre na arte de amar, tem que saber acariciar os seios femininos. Deve pensar que eles são tão sensíveis e delicados quanto seus testículos e propensos à dores e desconfortos do mesmo jeito.
Alguns perguntarão, há mulheres que gostam?
Claro, há mulheres que gostam de pegada mais forte e algumas até da dor, mas é opção dela. Na dúvida, garanta-se primeiro e aja sabiamente, espere pelo pedido. Não tenha pressa, se ela gosta, vai pedir, mais cedo ou mais tarde!

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Embaixo da Mesa

por H. Thiesen 

Ela entrou, o corpo delicioso, o caminhar rebolado, seios volumosos, cintura fina, quadris largos, coxuda, bunduda. Não pude deixar de notá-la. 
Quem é, de onde veio? Sou louca por mulheres assim, fico tesuda e molho, só de olhar.
Penso comigo: Por favor, vai embora! Não me tortura!
Olho de um lado, olho de outro, colegas, colegas e colegas!
Aproximo a cadeira da mesa, discretamente levanto a vestido, enfio uma mão entre as pernas e me toco.
Já estou molhada, com um tesão enorme... e agora?
Todos em volta, atentos, caminhando de um lado pro outro, a colega do lado me chama, respondo monossilábica, mas o perigo me excita, arrisco... É preciso, o tesão me envolveu por completo.
Afasto a calcinha para o lado, os dedos penetram por baixo do tecido fino.
Fico perversa comigo, a vontade é de gemer alto, ali mesmo, me contenho mordendo os lábios.
Fixo o olhar na gostosa, desejo ela comigo, queria ela me chupando, me lambendo...
Um fio de esperança, ela me olha, abre a boca um pouco e passa lingua nos lábios. Será que gosta da fruta?
Aiiiii!!! Malvada! Se eu te pego...
Tento me controlar, é muito tesão, o coração acelera, minha respiração é profunda.
Olho para um lado, olho para o outro, ninguém está olhando.
Continuo com meus dedos e não tiro os olhos dela!
- Que bunda!
Meus dedos entram e saem. Estou encharcada, melada, escorrendo...
Imagino aquela boca carnuda, beijando a minha boca, sugando meus seios, bebendo meu mel.
Incendeio de vez... Quero gozar!
Minhas pernas tremem, sinto meu suor escorrendo.
Que tortura!
Os dedos melados, estou bem lubrificada, dedilho o clitóris.
Siririca gostosa!
Será que alguém está notando?
Corro os olhos na sala... Todos concentrados. Olhos nos teclados, cabeça no trabalho. Tudo bem, o caminho está livre!
Mais rápido, mais rápido!
Estremeço, amasso um papel em cima da mesa!
Gemo em pensamento, olhando a gostosa... Ah... Eu gozeiiiii!
Ufa!
Ajeito a calcinha, arrumo o vestido. Respiro fundo, levanto e  disfarço...
Nada aconteceu! NInguém me notou!
Com meu disfarce, em cima do salto, à passos lentos, atravesso a sala.
Banheiro urgente!
Preciso limpar a "sujeira", secar a meleca, eu me molhei demais.
Entro, pego alguns lenços de papel e vou a privada.
Ouço passos de saltos, talvez alguma colega.
Barulho de água, é a torneira da pia. 
Deixo prá lá! Continua a limpeza do meu crime.
Por baixo da porta, alguém me alcança um papel-toalha.
Seguro, desdobro-o e leio, escrito com batom:
- Foi bom! Meu número 885...! Me liga!

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Análise Profunda do Anal

por H. Thiesen

Uns dias atrás, conversando com uma amiga no Facebook, ela me pediu para escrever sobre sexo anal, não direi agora quais são os objetivos deste texto e onde ele quer chegar, prefiro desenvolve-lo aos poucos, indo de encontro ao que realmente me fez escrevê-lo e deixar que você se aprofunde comigo no assunto. Quando o escrevi, tente fazê-lo de forma ampla, abordando as inúmeras faces e opiniões que ele requer e ao mesmo tempo ser breve, para que ele não se transformasse em uma tese de sexologia no final do curso. Procurei desenvolvê-lo com seriedade, mas também com bom humor e talvez um pouco de sarcasmo, para que não se torne cansativo.
Desde os primórdios do mundo o sexo anal é praticado (não me peçam para provar, ainda não foi encontrada em escavações uma biba fóssil). Na antiguidade e principalmente na Grécia Antiga, o sexo anal era muito praticado e bem-vindo naquela sociedade, há uma vastidão de relatos de poetas e escritores daquela época. Sabe-se que nas sociedades gregas, a convivência sexual entre homens era muito praticada, para os antigos gregos, o verdadeiro amor se dava entre homens e a mulher, não passava de um objeto de procriação. Além disso, acreditavam que, dois homens que se amavam, renderiam muito mais em batalhas, pois lutariam bravamente para proteção mútua. Mais tarde este conceito foi adotado por alguns exércitos romanos. Na Roma Antiga, as orgias comportavam sexo de todas as formas e banalização do mesmo na sociedade romana, isso contribuiu para que homens e mulheres passassem a adotar, admirar e tornar constante o sexo anal em suas relações.
Há ainda muito preconceitos a respeito do sexo anal, mas se praticado com a pessoa amada, é prazeroso, com cuidados e responsabilidade é muito gostoso e nada doloroso.
A falta de relaxamento é a principal razão para que haja dor durante este tipo de relação. A paciência e a cumplicidade são fatores preponderantes para torná-la maravilhosa.
Quase 80% dos homens, dizem que a primeira coisa que olham em uma mulher são as nádegas, uma pesquisa revelou que para 78% dos homens, a parte preferida do corpo de uma mulher, é a bunda. É obvio que, além de olhar, eles querem comer.
O grande problema é que a maioria das mulheres, guarda a sua bunda sob sete chaves, quando muito, fazem promessas que nunca são cumpridas, "um dia eu vou te dar", ou fazem do meio das suas nádegas o último território a ser explorado, "somente por quem merecer". Para ser sincera, estão loucas para saber como é, mas ficam fazendo charminho ou em termos mais vulgar "fazendo docinho".
A verdade seja dita, a bunda dança, rebola, mexe e remexe, em qualquer lugar por onde ela passa é um grande elemento de sedução, capaz de fazer brotar enormes desejos e é por isso que é tão idolatrada, se não no mundo inteiro, pelo menos no Brasil.
Há mulheres que gostam de dar e para muitas, sexo sem anal é incompleto. Há aquelas que nunca deram e a maior causa disso é o medo da dor. Outras há, que já deram e não gostaram, pois alegam dor e falta de prazer.
Esta enorme variação de opiniões são reflexos dos conceitos incrustados na nossa sociedade tanto atual, como herança de tempos passados. As influências religiosas e a moral conservadora, a falta de educação sexual nos séculos anteriores, contribuem para a manutenção de tabus e preconceitos, que criaram um modelo, no qual o sexo anal é pecado e antinatural, doloroso e sujo, um verdadeiro paradigma.
A sociedade ocidental - influenciada pela religiosidade, primeiramente pela Igreja Católica, mais tarde pelas religiões protestantes e hoje em dia pelas neo-igrejas -  nivelou o coito anal, por não servir como atividade sexual reprodutiva a serviço da perpetuação da espécie humana, como um ato digno de abominação, além de dota-lo com as maiores dificuldades na sua execução, incutindo-lhe dor extrema, apreensão, penetração dificil, humilhação, submissão, fornicação e tantos outros conceitos que estamos "carecas" de ouvir por aí.
Como já citei acima, as mulheres e especialmente elas, foram neste passado próximo, educadas e induzidas a acreditar neste modelo, resultando daí o medo pelo sexo anal e esse contribui para que se tornem tensas, dificultando a penetração e causando-lhe dor, muitas vezes enormes dores, devido a contração do esfincter. Mais do que nunca, o psicológico influi sobre o físico.
Se o sexo anal já é um tabu, praticado entre duas mulheres lésbicas é um tabu maior ainda. Pode-se dizer que é um ato sexual muito falado entre amigas, em caráter íntimo, em meio às brincadeiras e até com certo constrangimento, mas muito pouco discutido na sociedade. Apesar disso muitas mulheres fazem ou desejam fazer. Talvez o sexo anal praticado entre mulheres, carregue um pouco dos conceitos heterossexuais, sociais e religiosos, estabelecendo para ele a submissão e humilhação, além de que, por ser um ato entre duas mulheres, o que por si só já é pecaminoso, torna-o um caminho direto para o inferno, mas ainda assim é um ato comum entre duas mulheres. Penso que para uma mulher, é bem mais fácil e de menor constrangimento, aceitar a penetração de um dedo feminino, do que um dedo masculino, acredito que por um fator inconsciente, pois o efeito é o mesmo fisicamente.
Alguém disse uma vez que a mulher experimenta o sexo anal duas vezes: uma vez para ver como é, e uma outra vez para ver se é ruim mesmo. Na primeira vez é compreensível o desconforto, devido a tensão da preocupação com a dor, na segunda existem duas possibilidades, devido ao alargamento do esfincter já evidenciado na primeira vez, ela não gosta e para por aí ou gosta e nunca mais deixa de pratica-lo. Isso é válido tanto para relações hétero sexuais, como para relações entre duas mulheres. Os resultados da continuidade ou não da prática depende de fatores emocionais, psicológicos, sentimentais e físicos, relacionados entre si.
Uma das maiores causas de desistência da prática é a dor, o nervosismo é o maior contribuinte para isso e influencia do mesmo jeito que na penetração vaginal, pois contrai os músculos. 
O tesão que a prática causa é muito relativo, pois pode dar muito tesão em uma mulher e nenhum prazer a outra. Algumas somente chegam ao orgasmo com a estimulação do ânus, outras alcançam um imenso prazer e há aquelas que a pratica não fará diferença. 
A história é a mesma, a conversa é primordial com a pessoa, para a qual será liberado o lacre do fiofó. Se não conseguimos conversar, dificilmente acontecerá o sexo anal e se for praticado sem acordo mútuo, muito menos haverá prazer, principalmente para a mulher durante a penetração. O dialogo, a conversa para estabelecer limites, o que pode e o que não pode, cabe a ambos. O sexo anal entre mulheres necessita muito mais da conversa, do que entre casais convencionais, pois ambas não são dotadas de pênis e haverão que se utilizar dos dedos ou pedir ajuda aos "universitários" artificiais e eles, existem em uma grande variedade de dimensões, formatos, cores e consistência.
A primeira vez de uma mulher é importante para ela, nessa hora a conversa pode valer uma maior possibilidade para a obtenção do prazer durante o ato. Ao mesmo tempo, que uma vai experimentar pela primeira vez, a outra pode experimentar a sensação de ser "a primeira ou a escolhida", desse modo, a primeira relação envolve e ganha grande valor emocional. É interessante uma se colocar no lugar da outra.
Aqui entre nós, colocar o dedo no ânus de alguém, não é uma atitude muito saudável, mas com cuidado e higiene, essa ideia pode ser deixada de lado. Ao contrário dos filmes pornôs, nós mulheres nunca estamos lisinhas, depiladas e limpinhas as vinte e quatro horas do dia, ou seja, prontinhas para dar o... É necessário um preparo para fazer sexo anal, então, banho, depilação, se possível uma chuca (lavagem intestinal), são fundamentais. Use e abuse de lingeries, fique linda e pronta para envolver com a sua sedução. Não esqueça de deixar um lubrificante à mão, pois o ânus não possui lubrificação como a vagina. Algumas pessoas usam o cuspe ao seu favor, outras possuem nojo dele, mas peraí, está fazendo sexo anal e tem nojo de uma cuspidinha? 
Aja normalmente, de preferência como se fosse o dia da sua primeira vez (lembra ainda?), não dispense as preliminares, se quiser fazer amor ou sexo antes, faça-os, busque a cumplicidade com a pessoa que você está, não tenha pressa e deixe que o grande momento se apresente naturalmente. Lembre-se da conversa, não imponha regras, relaxe e deixe acontecer.
Como e quando começa, depende de cada uma, pode-se começar pelos dedinhos ou partir para "algo maior", procure por uma posição confortável, inicie aos poucos, com calma e paciência, o ânus não é tão elástico como a vagina e pode acontecer-lhe fissuras. Cuidado sempre é bom, mesmo para quem está acostumado. Não tente se fazer passar por uma atriz pornô para a sua companheira, tentado uma posição "canguru perneta em cima do roupeiro", elas são pagas para isso e faz parte do contrato, na vida real tudo feito com amor e carinho, é sempre melhor e mais gratificante.
Existem os brinquedos eróticos, usá-los é uma boa alternativa para substituir o pênis masculino e isso quem decide é as duas mulheres envolvidas, mas eu recomendo que eles sejam usados com cuidado e nunca na primeira vez. 
Depois que a relação anal deixou de ser uma novidade e as companheiras já se acostumaram uma com a outra e com a prática, a possibilidades de receber e dar prazer se multiplicam. Errado, tabu ou não, o sexo anal é gostoso e possui muitas adeptas, torna-lo algo constante só depende da vontade e do desejo de ambas, fazer uso da criatividade pode deixá-lo mais prazeroso ainda.

ACESSÓRIOS

Plugs e Bolinhas Tailandesas 
Os Plugs, geralmente para as primeiras relações anais, pois ajudam na hora da penetração, devido a sua conicidade. Facilitam bastante a introdução porque a mulher vai se acostumando aos poucos. As Bolinhas Tailandesas, considerada pelos sexólogos como plugs, são usada para a excitação vaginal e anal, possuem formas anatômicas. 
Prótese Peniana: É o mais comum dos acessórios, podem ser usados na vagina e no ânus. É importante a higiene do acessório usado durante a atividade sexual. Recomenda-se o uso distinto de próteses para o ânus e vagina. Há bactérias no anus que não causam danos à saúde, mas que podem provocar infecções sérias e contaminação por HPV, se transportadas para a vagina.
As próteses existem em diversos modelos, dimensões, consistência do material, cor, com ou sem vibro.
A higiene é fundamental para a pratica do sexo anal e um importante acessório nessa brincadeira é o lubrificante. 

Lembre-se o sexo anal pode ocasionar fissuras e sangramento no ânus, a proteção contra infecções para os mais variados tipos de doença é fundamenta, não deixe e nunca esqueça de se proteger, a proteção pode ser feita com dedeiras ginecológicas, luvas de látex e camisinhas.

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Pela porta dos fundos!

por H. Thiesen 

Deitada na cama, de costa para você, virei a cabeça e nos beijamos. Você dava-me seu ombro e abraçava meus seios com o outro. Eu sentia o volume roçando-me às nádegas, num perfeito encaixe.
Resolvi provocar! 
Mexendo os quadris, contraindo os músculos dos glúteos e empurrando para trás, esfreguei-me em você. Meus pensamentos estavam repletos de idéias safadas e fizeram-me excitar, deixando-me completamente molhada.
Eu te beijava ardentemente, você praticamente comia a minha boca e as nossas línguas se entrelaçavam com uma volúpia voraz e a saliva inundava o beijo.
No teu abraço apertado, estava colada ao teu peito, sentia o teu calor em minhas costas e a tua mão passeava em meus seios, apalpava e os seguravam com força, teus dedos brincavam em meus mamilos eriçados.
Minha boca, meus seios e minhas nádegas, eram o início do incêndio, que me fazia derreter entre as pernas.
Você também estava muito, o volume tangenciava as minhas nádegas, completamente quente e rijo, meu cóccix estava molhado com as primeiras gotas da tua excitação.
Cessei com o beijo, virando mais um pouco a cabeça, olhei nos teus olhos e falei:
- Vou te dar um presente!
Levei minha mão a boca e cuspi na ponta dos dedos e abrindo as pernas, molhei a entrada do ânus, depois segurei o teu pênis e coloquei-o à entrada e com a outra mão abria as minhas nádegas.
Senti você entrar e forcei para trás, deliciando a sensação da invasão, de carne rasgando e do esfincter alargando. Logo começaram os golpes, uma estocada atrás da outra e o vai-e-vem alucinado.
Enquanto você me possuía por trás e me masturbava, tocava o meu clitóris e me invadia com os dedos.
Louca de tesão, por ter te dado o meu segredo mais íntimo, eu gemia e as vezes até gritava. Você arquejava e me apertava contra o teu peito.
Cada segundo entre nós se tornava mais alucina, as entradas e saídas cada vez mais velozes, as respirações mais arfantes, o suor escorria e os corpos colados em compasso frenético.
Uma dor súbita e deliciosa iniciou no meu ventre, subiu pela espinha e em poucos instantes eu estremeci, os músculos do meu corpo se retesaram e meu coração parecia explodir. Um grito desvairado saiu da minha boca, segurei com as duas mãos o meu púbis, parecia que todas as sensações se acumularam no mesmo lugar e gozei loucamente, sentindo você saindo e entrando.
Sem tempo para me recuperar, notei que você apressou o teu ritmo, os golpes ficaram mais violentos e rápido, meu ânus já dilatado e acostumado com a invasão, não te oferecia nenhuma resistência.
Você segurou-me com força, apertou os meus seios e quase sem respirar, ainda conseguiu me falar:
- Vou gozar!
Contraí os músculos do esfincter para que ficasse apertado e fazer você sentir meu presente da melhor forma possível. Finalmente senti, tua estocada derradeira e a pulsação do teu gozo dentro de mim. Apertei mais um pouco e forcei para trás, te arrancando um urro enorme de prazer, por ter me possuído deliciosamente pela porta dos fundos!

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Gosto de pau...