Um conto de fodas



por H. Thiesen 

À espera do teu falo
e do deleite liberto,
na impudicidade do ato,
onde me sinto única
e em mim se faz o orgasmo.
Não fosse ela real,
a minha vagina
seria uma poesia de carnes,
um soneto de dobras
ou quem sabe então...
Um conto de fodas!





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Quero foder com você!

por H. Thiesen 

A nossa foda de ontem foi maravilhosa e eu quero bis! Quero mais!
Passei o dia a recordando aquele momento no qual você me beijou, me lambeu, me chupou e me penetrou. Como esquecer dos minutos seguintes, que dentro de mim, você entrava e saía, ia e voltava. Passei o dia lembrando do instante que te senti teso, quente e viril, invadindo-me e preenchendo-me. Recordei que te dava prazer e que de você, também recebia. Relembrei cada um dos teus gemidos, tua respiração ofegante e as gotas do teu suor caindo sobre os meus seios. Não esqueço o teu urro, com o qual você evocou o orgasmo.
Sim, lembrei do teu orgasmo, o qual provocou o meu orgasmo!  
Hoje à noite, eu te quero outra vez! Não te deixarei dormir e eu bem sei, que você também quer, que eu não te deixe dormir!
Hoje eu quero ser possuída como na noite de ontem. 
Essa noite só vamos dormir, depois que eu sentir teus fluidos escorrerem de dentro de mim. Somente vamos dormir, quando eu me estiver satisfeita.
Essa noite...
Eu quero novamente foder com você!

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As Maiores Fantasias Sexuais Masculinas

por Lena Lopez 

A lista abaixo reflete as fantasias sexuais mais citadas pelos homens, dez entre dez homens as tem, se não todas, pelo menos em sua grande maioria. Por elas, eles são capazes de implorar ou fazer qualquer coisa para realizá-las. São fantasias que os deixam cheios de tesão! 

1 - Receber um boquete da namorada.
Esta com algumas variações:
A - gozar na boquinha, mas não a beija antes que ela vá lavar a boca!
 - Tá louca, que nojo, tá melecada de porra!
B - Ver ela não rejeitar e engolir tudo. 
 - Delícia! Deixa eu ver... Putz, não sobrou nada!
C - recebendo uma surpresa. 
 - Uauuuu, que gata!
2 - Fazer sexo anal.
Se for a primeira vez dela, melhor ainda. 
 - Fui eu que inaugurei!
3 - Ver duas mulheres transando.
No melhor estilo voyeur, assistir de camarote. 
 - Ah, isso merece uma punheta! Olha só...
4 - Transar com duas mulheres.
Se elas se pegarem, beleza! Mata dois coelhos com uma "cajadada só, assiste e participa!
 - Eu sou o cara!
5 - Fazer sexo com a cunhada
Principalmente se a cunhada é novinha, atenciosa demais ou piriguete.
 - Gostosa, sabe quantas punhetas eu já soquei pra você?
6 - Fazer sexo com a amiga gostosa da namorada.
Essa é clássica! Nada mais excitante do que o perigo da amiga dar com a língua nos dentes! E quase sempre a língua se solta, por que não tem osso!
 - Foi aquela puta que se atirou para cima de mim e eu não resisti! E ainda ela diz que é tua amiga!
7 - Comer a esposa gostosa do melhor amigo.
Foda-se a amizade! A cabeça de baixo pensa mais rápido!
 - Pô cara, tu é meu amigo e mulher de amigo meu... É homem! Só como a bundinha!
8 - Comer a colega de trabalho, a chefinha ou a secretária gostosa.
Comer colega de trabalho é um sonha, principalmente para no outro dia, contar para os colegas, um por um. O prazer é espalhar a notícia para toda a empresa. O linguarudo se acha o gostosão, mas na noite anterior, pode não ter sido das melhores, mas na verdade isso pouco importa!
 - Eu comi a fulana, mas não conta pra ninguém!
9 - Comer a sogra, se ela for gostosa.
É lógico, sogra feia nem o diabo quer!
 - Por isso que a Mariazinha é tão gostosa, puxou a mãe!
10 - Fazer sexo em lugar proibido.
Praça, elevador, escritório, etc.
 - Vamos, bem rapidinho, ninguém vai ver!
11 - Participar de uma suruba.
É um sonho, poder comer todas!
 - Olha aquí, não quero ninguém passando a mão na minha bunda!
12 - Dominar uma mulher na cama.
Para mostrar o seu poder e masculinidade sem restrição!
 - Toma sua puta, tá gostando... Oh vadia!
13 - Espiar furtivamente mulheres nuas, no banho ou trocando de roupa.
Em busca do buraco da fechadura!
 - Que peitinho... Hummm!!! Será que não vai chegar alguém? Nossa... Bundinha linda! Merece uma punheta! Ui... Gostooooooosa!
14 - Estourar um cabacinho.
Algo raro hoje em dia, parece que as meninas já nascem sem ele!
 - Pô mina, você era virgem? Que sorte!
15 - Fazer sexo como em um filme pornô
Para variar todas as posições possíveis, mesmo que elas tornem impossível a obtenção mínima de prazer, que a posição seja desconfortável e machuque a parceira, que de um nó nas pernas ou que a trepada termine com uma sessão de câimbras.
 - Caralho, eu parecia com o Alexandre Frota, só que com a cara muito menos babaca!
16 - Curar uma lésbica.
No pensamento machista, toda lésbica é uma frustrada, mal-amada e mal-comida.
 - Você é assim, por que nunca transou comigo!

A sua fantasia não está na relação, então comente e conte-nos!


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Na Banheira

por H. Thiesen 

Cheguei em casa cansada da viagem estafante, o apartamento estava fechado e escuro. Deixei a mala ao lado da porta, alcei a mochila das costas e a joguei sobre o sofá. Acendi a luz, procurei por você e te chamei. Fui ao quarto, também lá não te achei.
Atirei-me sobre a cama e senti teu cheiro impregnado no travesseiro. Permiti-me ficar alguns instantes deitada, olhando para o teto, você não saia do meu pensamento, a saudade era grande.
Sentei-me à beirada da cama, a temperatura regulada pela calefação estava aconchegante, uns 20º, em contraste com os 10º do lado de fora, algo bem comum para uma gaúcha, acostumada a frios mais intensos. Despi o casaco de nylon, que havia me abrigado. Descalcei os tênis brancos e as meias da mesma cor, chegou a vez do sacar o moletom rosa, depois a camiseta, a legging preta apertada, por último a calcinha branca e minúscula.
Nua, olhei para as roupas atiradas ao chão ao lado da cama, levantei, caminhei até o closet e escolhi uma toalha para o corpo e outra para os cabelos. Fui ao banheiro, abri o chuveiro, entrei na banheira e deixei a água escorrer, começando pelos meus cabelos. Passei meu sabonete preferido em meu corpo, isso é algo que eu gosto de fazer, ter as sensações das mãos deslizando sobre meu corpo e a espuma diminuindo o atrito com a pele.
Fechei o chuveiro e abri os registro de entrada de água da banheira, regulei a temperatura da água, deitei e deixei que a água cobrisse o meu corpo. Liguei a hidromassagem e relaxei. Os jatos de água percorriam todo o meu corpo, fazendo-me sentir um relaxamento profundo. Não resisti e adormeci. Não sei quanto tempo dormi e acordei com os teus lábios beijando a minha boca.
O beijo ardente e demorado, matou um pouco a saudade que eu sentia de você. Tua roupas umedeceram ao contato do meu corpo molhado e aos poucos, uma a uma foram caindo ao piso do banheiro. Completamente nua, você entrou na banheira e deitou-se ao meu lado, nossos corpos se juntaram e se entrelaçaram, emergidos na água morna. Continuamos a nos beijar e nos acariciar, mas agora parecia que estávamos amarradas uma a outra. Nossas mãos passearam pelos nossos corpos, por nossas costas, seios, pernas, desvendaram todos os nossos segredos. Supriram de imediato todos os desejos e vontades reprimidos que tivemos, enquanto eu estava viajando. A nossa sede uma pela outra era enorme e nos entregamos com volúpia. Não demorado e nem dificil para nós duas supríssemos as nossas urgências. Gozamos maravilhosamente e depois ficamos em meio aos carinhos por alguns instantes.
Saímos da banheira, nos secamos e abraçadas fomos ao quarto, onde a cama nos esperava para muitas outras emoções.

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Tudo por uma calcinha vermelha?

por Lena Lopez

Era começo da madrugada quando se despediram, ele fora levá-los até a portaria do prédio e retornara ao apartamento. Beto abraçou a esposa, que lavava a louça, pela cintura e comentou:
- O que você achou deles? Muito simpáticos, né?
- Muito. Ela é bonita. Ele trabalha com você há quanto tempo mesmo?
- Três anos, mas agora que resolvemos estender a amizade e achei interessante oferecer um jantar para eles.
- Beto, da próxima vez, me avisa antes, tá?
- Sempre assim, sempre reclamando!
- Claro, você faz o que dá na tua cabeça e a correria fica pra mim!
-  Depois a gente conversa. Tô me mijando!
Ele saiu correndo na direção do banheiro...

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Vem... Me deixar louca!



por H. Thiesen

Vem matar a minha fome,
saciar os meus anseios,
Abraçar-me bem forte,
bolinar-me nos seios,
Vem tocar-me por inteira,
beijar a minha boca,
Vem me chupar todinha
e me deixar muito louca
Vem provar do meu mel
matar em mim tua fome
Vem, fazer eu derramar em ti
o tesão que me consome!



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Succubus: Pecados da Carne

por H. Thiesen 

Francesco entrou pela porta do mosteiro, atravessou o amplo pátio e caminhou até a sua cela. Abriu a porta, estava escuro, acendeu as velas ao lado da cama paupérrima, foi até um dos cantos, despejou um pouco de água na gamela de madeira e lavou o rosto suado.
Despiu o pesado hábito e ficou apenas com a túnica leve, que usava por baixo das roupas, que colhida pela claridade das velas, tornava-se transparente e deixava a silhueta de seu belo corpo à mostra.  A noite estava quente e abafada, lá fora, começava a descer uma névoa fina sobre o jardim e o cheiro de flores recém molhadas, entrava pela pequena janela e alcançava as suas narinas.
Ele sentia-se cansado, levantara-se cedo, realizara as suas tarefas no mosteiro, dedicara um tempo do dia às suas preces e depois saíra, para obrigações com a comunidade.
Dormira pouco na noite anterior, pesadelos atormentaram-no e acordara várias vezes. Desde que entrara para a congregação, aprendera que deveria dominar os desejos e evitar os pecados da carne, mas naquela noite, deixara-se cair na tentação. Numa das inúmeras vezes que acordara, estava suado e o volume entre as suas pernas encontrava-se rijo, masturbou-se, até espalhar o orgasmo sobre a sua barriga. Culpava-se pela sua fraqueza e pelos pensamentos profanos que o habitaram.
Vencido pelo cansaço, Francesco estendeu o cobertos na cama, deitou-se e mesmo que o sono lhe importunasse não queria fechar os olhos, temia dormir e os pesadelos voltassem.
Resolveu orar, cruzou as mãos sobre o peito e fechou os olhos, sentido-se seguro, baixou sua guarda e o sono finalmente o pegou.
No meio da noite, ele ouviu alguns ruídos, sons de sapatos de salto, alguém caminhava lá fora.
- Uma mulher - pensou ele, mas como? No pátio do mosteiro, impossível!
Levantou-se, espiou pela pequena janela e não avistou ninguém.
- Que bobagem, deve ter sido os cascos de um dos animais!
Voltou para a cama, virou-se à parede e adormeceu novamente.
Acordou assustado, teve a impressão que a porta da cela fora aberta. Curvou-se na cama e olhou. Na cela apenas as velas queimavam, ninguém entrara, mas uma estranha sensação o incomodava.
Deitou a cabeça no travesseiro de penas, virou de um lado para o outro, estava com sono, mas não conseguia dormir.
Lembrou-se da noite anterior, dos pesadelos que teve, da mulher que o importunara nos sonhos e quando deu-se por conta estava excitado. Culpou-se, lutou contra a sua libido, não queria ser vencido pelos instintos. A batalha, entre a crença e  a sua carne, o deixaram em um estado torpe, quase um transe, dormia e acordava, os olhos teimavam fechar e ele os abria. Os pensamentos desenhavam imagens, traziam-no um rosto, um corpo e seios. Sentia-se fraco e com as sensação de ter suas energias sugadas, viu-se perdido e entregue. Não mais sabia se estava acordado e dormindo, a confusão instalara-se.
Francesco abriu os olhos e a viu, parada à janela e olhando para a rua. Ela trajava um vestido branco, estilo vitoriano, longo e acinturado. Os cabelos negros caiam aos ombros e cobriam até o meio das costas. Assustado, ele tentou levantar, mas ela lhe disse para ficar na cama. Voltando-se para ele, caminho devagar, atravessando a cela e sentou-se ao seu lado.
- Quem sois?
- Quem sou eu? Eu sou seu desejo!
- O que? Como entrastes aqui? Mulheres são proibidas no mosteiro.
A mulher acariciou o seu rosto e lhe disse sorrindo:
- Aquietes a alma eu vim por que me chamastes.
- Não vos chamei, nunca!
- Sim, chamou-me... seus desejos, sou seus desejos.
Francesco estava estupefato, ela era uma mulher muito bela e forte, seus olhos eram negros e penetrantes.
Ao olhar para aqueles olhos, Francesco sentiu-se irremediavelmente tolhido. Seu coração batia descompassado, sua respiração ficou ofegante, sentiu um calor subindo dos pés a cabeça, fazendo-o febril e teso.
A estranha curvou-se gentilmente sobre ele e olhando nos seus olhos, posou seus lábios sobre os dele e o beijou. Ele nunca beijara uma mulher e deliciou-se como nunca experimentara.
Sua boca se abriu deixando que ela a explorasse livremente com a língua, arrancando suaves suspiros do frei, que esqueceu-se de quem era, entregando-se e ficando à deriva dos seus próprios desejos. Francesco retribuiu o beijo com todo calor do seu ser e entregou-se a ela.
As mãos dela rasgaram a túnica desgastada e puída pelo tempo. Ele sentiu vergonha, nunca ficara nu na frente de uma mulher, tentou cobrir-se, mas ela o impediu e acariciando o seu peito, disse-lhe com a voz rouca:
- Quieto, quero ver-te, admirar-te o corpo!
Francesco viu-se devorado, cada pedaço do seu corpo, pelo olhar sensual da mulher. A mão fria e macia acariciava a sua pele e as unhas levemente o arranhando, despertavam um vulcão, o qual ele nunca imaginara ter em seu corpo.
Ela segurou-o pela nuca e trouxe-o para ela, abraçou-o e espremeu os seios em seu peito, suas unhas compridas e arranharam-lhe as costas, provocando-lhe arrepios e um misto de dor e prazer.
Deixando-o deitar-se novamente, ela levou as mãos às costas, desatou o vestido e deixou que ele lhe caísse dos ombros, revelando-lhe a sua pele alva e os seios de pera, com mamilos rosados e rijos.
Debruçando-se, colou o seu corpo ao dele, enquanto livrava-se do vestido, fazendo-o escorrer pelas pernas e cair ao piso gelado da cela. Era a primeira vez que Francesco sentia-se unido ao corpo de uma mulher, suas vontades explodiram, fazendo-o esquecer de seus juramentos.
As velas davam à cela um clima sedutor. As sombras dos corpos dançavam, como sensuais silhuetas, nas paredes escuras.
Francesco não pensou em mais nada e deixou-se avassalar por um turbilhão de sentimentos e sensações.
A mulher deitou-se sobre ele e iniciou um passeio com sua língua, primeiro o peito e os mamilos, depois a barriga. Sem mostrar resistência, ele fechou os olhos e gemeu baixinho. A boca molhada percorreu todo o seu corpo, distribuindo carinhos ousados e obscenos e quando alcançou o seu sexo, Francesco não se conteve e não foi capaz de abafar o gemido, com as mãos tremulas segurou a cabeça da mulher, exigindo prazer e perdendo os pudores. Seus gemidos ecoavam e saiam pela pequena janela, as velas iluminavam os dois e Francesco olhava os movimentos das sombras, excitando-se cada vez mais.
A mulher deitou-se ao seu lado e puxou-o sobre o seu corpo, com as mãos levou Francesco aos seus seios, conduzindo-o e ensinando-lhe como dar-lhe carícias. Francesco beijo-a nos seios, depois sugou e lambeu seus mamilos. Com delicadeza, ela levou-o adiante, fazendo-o deslizar pela sua barriga e pousar sua boca entre as pernas. Francesco pela primeira vez sentiu o sabor de uma mulher, sua boca provava os prazeres da carne e o mel do prazer, sua língua aprendia aonde ir e como fazer. O mel escorria abundante em sua boca e ela gemia baixinho, apertando-o com as mãos, entre as suas pernas.
Ela sentia-se pronta e puxando-o pelos cabelos, trouxe-o novamente à sua boca. Enlaçou-o com as pernas e enfiando a mão entre os dois, segurou o sexo de Francesco e levou-o à entrada do seu. Ele sentia-se entorpecido, estava ansioso, nunca possuíra uma mulher antes. Olhando no olhos dela, que brilhavam às luzes das velas, perguntou-lhe:
- Qual é vossa graça?
- Babet!
Babet forçou as nádegas de Francesco com os calcanhares, fazendo com que seu sexo sumisse, de uma só vez, dentro dela.
Francesco enlouqueceu de prazer, seus quadris começaram a mover-se e a penetrava cada vez mais fundo e com mais força, fechou os olhos e aproveitou o momento.
Com apenas um impulso, Babet jogou Francesco na cama e sentou sobre ele, passando a dirigir os movimentos e o ato.
Francesco deleitava-se deitado sob ela e de olhos fechados aproveitava o prazer de todas as sensações que sentia. Ela subi e descia e ele deslizava deliciosamente dentro dela.
Francesco sentia suas forças esvaírem, uma mistura de prazer e fraqueza tomou conta do seu corpo. Sentiu rapidamente um medo, mas o prazer foi mais forte e ele entregou-se à ela. Sentia seu sexo latejar, sentia os seios de Babet roçar no seu peito, as unhas cravarem em seus ombros e a cada gemido, sua energia parecia escapar pela boca.
De repente, Francesco estremeceu, sentiu-se jorrando e Babet pôs-se a urrar sobre ele. O urro era alto e apavorante, Francesco abriu os olhos e viu-a com a boca aberta, aspirando, como se consumisse a sua vitalidade. Apavorado, segurou pelos ombros e jogou-a contra a parede e ela jogou-se novamente sobre ele, com uma fúria enorme.
- Ah, perdoe-me o pecado! - gritou ele ensandecido e arrependido de ter cedido à luxúria. 
Francesco debateu-se na cama, lutava com todas as suas forças e sentiu-se sacudido pelos ombros.
- Acorde Francesco! Acorde... é apenas um sonho!
Era o Frei Jeremia, havia acordado com os gritos de Francesco e foi ver o que acontecia.
Francesco sentou-se na cama, o Frei alcançou-lhe um copo de água. Mais descansado e refeito, conversaram um pouco.
O Frei foi para a sua cela e Francesco deitou-se novamente, ficou pensando: 
- Foi apenas um sonho, apenas mais um daqueles sonhos! Preciso orar!
No canto da cela, alguém o espreitava, um Succubus, à espera dos desejos profanos de Francesco, o sinal para ela voltar.

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Teu gosto de gozo!

por H. Thiesen 

E no meu momento de desejo
Beijar-te eu quero
A face lentamente
Depois do beijo
Fitar-te os olhos
Com meu olhar carente
Ao mesmo tempo
Sensual e sedento
E despertar-te a libido
Tua fome
Tua sede
Quero saciar-me
Com teu desejo
E embriagar-me do teu gosto
O teu gosto de gozo
Ah! Esse gozo quente
Envolto em gemidos
Repleto de prazer
Brotado das tuas entranhas
Jorrado na minha boca
Espalhado em meu rosto
Pingado em meus seios
Ah! Esse gozo
Do qual nunca esqueço
Que sinto na boca
Que eu sempre lembro
O teu gosto de gozo!

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Entre os seios!



por H. Thiesen 

Nada falo e me calo
quero apenas o teu falo
à minha boca o trago
para dar-lhe um carinho
na língua, nos lábios e dentes
Mas nada falo
pois quero teu falo
o levo ao meu peito
e o alojo no meio
num embalo malévolo
À espera do jorro
Teu gozo nos meus seios!



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Objeto Sexual

por H. Thiesen 

Eu sou descendente de portugueses, meu avô paterno, antes de migrar para o Brasil, residia na Cidade de Leiria, onde viveu a maior parte de sua vida e conheceu minha avó, uma portuguesa de Trás-os-Montes. Em Leiria, ainda hoje, tenho alguns parentes, quando na minha infância e adolescência, tive oportunidade de conhecer alguns deles, pois em três oportunidades pude viajar à Portugal, uma vez com meu avô e em outras duas com meu pai. Conheci uma prima, chamada Teresa e seu irmão Antônio, na verdade primos distantes em terceiro grau e é sobre eles que vou contar essa história.
Conheci Teresa, na primeira vez que estive em Portugal e de lá para cá, nunca perdemos contato. Antonio era bem mais novo do que nós e sempre que podia, gostava de nos...

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No Banheiro Feminino

por Lena Lopez 

Eu estava com o tesão à flor da pele e precisava de qualquer jeito transar... Precisava gozar... Eu já havia a encontrado algumas vezes no banheiro da empresa. Ela era morena-clara, cabelos longos presos em um rabo de cavalo. Nosso relacionamento não passava de contato profissional, mas sempre que me encontrava ela sorria enquanto me cumprimentava. Na empresa haviam rumores que ela gostava da fruta, isso me interessou muito, mas nunca houvera uma oportunidade para me aproximar realmente e tirar as minhas dúvidas.  A rádio-peão dizia que ela havia desistido definitivamente dos homens e que agora só queria saber de mulher.
O final do expediente havia chegado e a maioria dos colegas havia ido embora. Decidi ir até o banheiro para  lavar o rosto e fazer um xixizinho, antes de ir embora para casa. Quando eu estava no cubículo, notei que alguém abriu e fechou a porta do banheiro, logo depois entrou no cubículo ao lado. Terminei o que estava fazendo e fui lavar as mão e o rosto. Ouvi então uma voz que me perguntava:
- Você sabe o que o pessoal fala de nós duas?
Surpresa pela pergunta, mas sabendo do que falavam, resolvi responder que não sabia.
- Dizem que gostamos de mulheres! Tornou ela a dizer.
- Bom (respondi), quanto a mim, não me faz diferença, nunca escondi isso de ninguém!
Ela saiu, chegou perto de mim e me disse:
- Eu também não me importo.
 Estava ainda, jogando água no rosto quando senti sua mão apalpar minha bunda e apertá-la.
- Te assustei?
- Não! - respondi rindo e sentindo um arrepio percorrer e eriçar-me os bicos dos seios.
- Nossa, menina, você ficou arrepiadinha? - ela falou olhando com um sorriso bem sacana para os meus seios que apontavam na blusa de seda.
- Estou à flor da pele..
- Quanto tempo está sem fazer?
- Dois dias.... para mim é uma eternidade.
- Imagino...já reparei em você....Você transpira sexo.
- Para com isso. Não é bem assim....só me excito fácil.
- Excitada hein, tipo molhadinha?
- Sim, me excito facilmente...
- Então vem aqui dentro, vem - e com um puxão me arrastou para o última cubículo do banheiro.
Ao entrarmos, ela me agarrou e me beijou... Não resisti, já a algum tempo eu a desejava e muitas vezes havia me masturbado pensando nela.  Enfiou sua língua dentro de minha boca, uma perna entrou entre as minhas, levantou a minha saia, desabotoou os botões da minha blusa, abaixou meu sutiã, fazendo meu seios redondos e cheios pularem para fora, com os lábios, língua e dentes, chupava, lambia e mordiscava-os. Eu ficava molhada cada vez mais, minha calcinha já estava encharcando. Com o joelho ela esfregava minha gruta úmida.
 - Você é uma delícia! Vou te dar um tomar um banho de língua, tesão.
Minha respiração ficou ofegante, meu coração acelerou, comecei a gemer e a me esfregar naquela coxa grossa entre as minhas pernas.
Aquela mulher era uma expert e falava obscenidades no meu ouvido, mordiscava minha orelha, lambia meu pescoço. Abaixou-se na minha frente e com delicadeza desceu minha calcinha enquanto beijava minhas pernas, coxas.
- Me mostra a delicinha...
Meu pensamento começou a viajar. Ela estava me fornecendo alimento para o corpo e eu estva com muita fome e sede. Sua língua encontrou meus grandes lábios.
- Quero te saborear, te chupar todinha, te comer todinha.
- Sim... mostre-me o que uma mulher é capaz, me faça gozar... Eu te quero há muito tempo!
Ela me lambia com sofreguidão, sua língua parecia querer ir bem fundo dentro de mim, eu já não tinha mais controle, comecei a rebolar os quadris, enquanto sentia meu gozo escorrer...Ela massageava meus seios, enquanto chupava o botãozinho de prazer! Não aguentei muito tempo e logo gozei!
Sem importar-se com o que havia me acontecido, ela segurou meus quadris com as suas mãos enquanto me chupava sem parar, enfiou a língua dentro de mim.
- Você vai gostar tanto que vai querer mais...Essa não será a tua última vez comigo, sua safadinha gostosa e molhada!
Meus fluidos escorriam sem parar...eu nunca imaginaria que essa mulher me faria gozar tanto assim.
- Pena que aqui é tão apertado - ela dizia sem descuidar um minuto do que estava fazendo.
- Chupa, vai...sua safada, vamos... me come! Falei 
- Eu quero me lambuzar nesse mel!
- Ahhh, isso é tão gostoso! Você está me deixando louca...
- Você ainda não viu nada, safada.
De repente tive outro orgasmo e apertei sem nenhuma noção a cabeça daquela mulher, entre as minhas pernas molhadas e quentes. Demorei um pouco para me recobrar. Ela lambeu os seus lábios e olhando para os meus olhos, se aproximou da minha boca e me beijou. Senti o meu cheiro em seus lábios e o meu gosto na sua boca. E, como se nada tivesse acontecido ela se recompôs, passou um lenço umedecido no rosto, batom nos lábios e foi embora, me deixando totalmente desajeitada, descabelada, com a blusa totalmente desabotoada, os seios de fora, com as pernas abertas, toda suada e o mel escorrendo-me entre as pernas.
Foi um banho de língua inesperado e delicioso!

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Boquete Safado

por H. Thiesen 

Boca sedenta
O membro ereto
Que cena safada
Uma lingua lasciva
E a glande vermelha
Tesão aflorando
E o gozo chegando...

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Aí! Essa língua...

por H. Thiesen 

Ah, tua língua
teimosa, ardente e bandida
que me deixa molhada
e com um tesão latente
Ah... Tua língua
Que lambe meu sexo
e prova meu desejo
meu prazer e loucura
Ah... tua língua
teimosa e gulosa
É uma perdição
Que me faz alvoroço
me mata à míngua
e me leva ao gozo
Ah... essa língua
tal e qual uma serpente
se faz insistente
sedenta e faminta
Ah, tua língua
que me faz latejar
de prazer escorrer
gemer e gritar!

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Melada de ti!

por H. Thiesen 

Toma-me
Aperta-me em teu peito
Arranca-me o suspiro
Guardado em mim
Busca o meu eu
Aprisionado em meu íntimo
Beija-me a boca
Acaricia-me o corpo
Faça-me fêmea
Veja-me tua mulher
Sinta a minha nudez
Deslizando em tua pele
Cheira o meu suor
Escorrendo dos poros
Sou apenas apelos
Toda vontade
Toda desejos
Faça-me sentir derreter
Faça ferver o meu sangue
Ponha fogo em minha pele
Incendeia os meus nervos
Diga-me malícias aos ouvidos
Usa-me
Abusa-me
Prova-me
Quero o toque das tuas mão
Fazendo-me molhar de tesão
Quero a tua boca
Sorvendo a minha umidade
Quero a tua língua
Invadindo a minha flor
Serpenteando o botão
Oferece-me a dureza
A vara na boca
Descobre-me à fundo
O final da garganta
Faça-me tua fêmea
Entra em mim
Deixa-me louca
Fragil e tesuda
Confusa e perdida
Entre o vai e o vem
Arranca-me os gemidos
Liberta-me o grito
No momento intenso
Junte-se a mim
Goza comigo
Deita ao meu lado
Deixa-me dormir
Para que eu amanheça
Ainda melada de ti!

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Meus seios em teus seios!

por H. Thiesen 

Você chegou de mansinho, pedindo por mim. Te coloquei no meu colo e te deitei em meu peito. Sua cabeça, deixei repousa-se entre meus seios. Senti o calor da tua respiração e a macies da tua face. O cheiro gostoso do teu cabelo me envolveu. Você ficou ali, quieta, parada. Enquanto isso, eu te sentia perto de mim, sentia a tua carência e te envolvendo em meus braços, eu queria te deixar segura.
A blusa entre aberta, permitia que a pele do teu rosto, tocasse a pele dos meus seios. Senti o calor dos teus lábios quando você os beijou. Suspirei, me arrepiei, senti um calor subir pelo meu corpo. Fiquei parada e esperando que você tomasse a iniciativa, eu não tinha certeza, fora um beijo carinhoso ou um pedido lascivo para momentos de paixão e e tesão?
Você afastou a blusa, deixou meus seios à descoberto. Deslizou levemente por meu mamilo com a palma de sua mão, ele ficou duro, entrando em contraste com tua mão macia, depois fechando a mão, apertou meu seio, meu mamilo rosado ousou escapar por entre teus dedos.
Teu rosto escorreu entre meus seios, tua respiração acariciou o outro mamilo e logo depois senti tua boca quente e teu beijo molhado. Arrepiei-me, uma dor súbita e gostosa subiu pela minha espinha, senti um calor imenso em minha nuca, meu coração acelerou e bateu forte, um suspiro intumesceu o meu peito, meus mamilos hirtos apontavam para ti e pediam tua boca e tua língua. Senti-me soberba e amada. Você, naquela hora, fazia-me sentir em paz, tranquila e desejada.
Teu olhar comiam meus seios bicudos e entumescidos, parecia que estava encantada, como uma criança que descobre algo pela primeira vez. Segurou-os com as duas mãos , apertou-os um contra o outro e aproximando-se sugou-os um a um, fazendo meus mamilos brotarem, mais ainda, da minha pele. A umidade da tua saliva sobre meus biquinhos duros, deram-me a sensação de um frio gostoso e então teus dedos finos escorreram sobre eles, segurando-os firme, apertando-os.
Você ergueu a camiseta larga, teus seios volumosos ofereceram-se aos meus olhos. Levando um dos braços as minhas costas abraçou-me. Teus seios se uniram aos meus, nossas peles macias se tocaram, nossos corpos quentes vibraram no abraço. Nos beijamos, sentimos o calor da boca uma da outra, nossas línguas brincaram loucamente, nossas salivas se misturaram.
Você desceu ao meu pescoço, afastou minha blusa branca, deixando meus ombro descoberto, depois o beijo e o acariciou com tua língua. Desceu novamente aos meus seios, explorou-os totalmente com tua boca quente, com tua língua molhada, com as tuas mãos de fada, cingi-os com teus dedos. Enquanto isso, nossas peles se encontravam, teus seios escorregavam pelo meu corpo, teus mamilos duros navegavam a minha pele.
Minhas mãos singravam as tuas costas, minhas unhas marcavam a tua pele, eu estava louca de desejos, te queria inteira, queria saciar a minha sede em você, roubar o teu mel e ir busca-lo na tua mais profunda intimidade. Porém, eu estava dominada, você estava sobre mim e não me permitia sair da posição que me encontrava, vencida,deixei para você escolher os caminhos que tomaríamos naquela noite.
Um suspiro brotou da tua boca e inflou teu peito, você se ergueu, sentou sobre minhas pernas e permitiu sentir o calor da tua excitação. Despiu a camiseta, deixou à mostra teus seios lindos, segurando com as duas mãos o encosto do sofá se aproximou e ofereceu teus seios para que eu os beijasse. Beijei, suguei e lambi, primeiro um e depois o outro.
Tua mão envolveu a minha nuca e erguendo-me me convidou a mais um abraço. Enquanto isso, você pôs os pés no chão e levantou-se, afastando-se me ofereceu a tua mão e me convidou a fazer o mesmo. Nós duas de pé nos abraçamos, teus seios se juntaram aos meus, teus mamilos escuros se colocaram sobre os meus rosados e pequenos, tocaram-se e acariciaram-se.
Já estávamos molhadas, ensopadas de tesão.
Abraçadas deixamos a sala e o sofá para trás, nossa cama nos esperava e a nossa noite estava apenas começando!

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Viagem pela luxúria

por H. Thiesen 

Eu havia chegado a Baviera dois dias antes, como sempre, quando de minhas férias anuais, reservava a primeira semana para conhecer a Europa e naquele ano, 2002, aceitei o convite de Ana, uma colega de trabalho, alemã, da cidade de Rosenheim.
Cheguei numa quinta-feira pela manhã, a viagem foi tranquila, nenhum percalço e o avião pousara em München vindo de Nova Deli, ela me aguardava no saguão do aeroporto, não foi difícil encontrá-la, pois é uma mulher alta, loiríssima e sempre bem vestida. Rumamos para a sua casa, uma hora de viagem tranquila, estradas bem cuidadas e belas paisagens. Conheci os seus familiares, a mãe Norma e a irmã Amélia, me senti confusa, o alemão me é estranho, mas era naquela casa, que eu passaria a minha primeira semana de férias. Ana me levou a um quarto no andar superior da casa, onde da janela via-se uma manhã radiante, era primavera e as flores davam um colorido especial. Deixei-me cair na cama, eu estava exausta, ela me disse para descansar, tomar um banho, que me chamaria para a hora do almoço. Desfiz as malas e tomei uma ducha relaxante, deitei e dormi, acordei com Ana batendo à porta do quarto, eu havia dormido por uma hora e meia. Almoçamos, servi-me e deliciei um prato de Puszta Schnitzel (Filé ao molho madeira com pimentão e champignon), regado à um bom vinho bávaro.
A tarde foi deliciosa, Ana me levou a conhecer a cidade e descobri de onde vem o estereótipo dos alemães que nos é apresentado, sim eles, que são bávaros antes de serem alemães e que enfeitam suas ruas com as cores azuis e brancas, que exibem a Bandeira Bávara com orgulho, que celebram a Oktoberfest. Uma cultura ardente e alegre. Conheci a Igreja de St. Nikolaus, o Mosteiro Christkönig, o Landesgartenschau Rosenheim (Jardim Botânico), e muitas paisagens alpinas. Foi um belo passeio, a companhia de Ana contribuiu para deixá-lo mais aprazível ainda.
Chegamos na casa de Ana, já eram dezenove horas, o jantar estava sendo preparado por Norma e Amélia perdia-se entra as folhas de um livro, jogada em sofá da sala. Subi ao quarto, tomei outra ducha, troquei a roupa e desci novamente. O jantar já estava servido, deliciei-me mais uma vez com aquela cozinha de sabores e aromas deliciosos. Tudo estava perfeito, me senti em casa. Ana uma amiga, com a qual fiz muitas viagens, Amélia uma menina doce e alegre, de intensos olhos azuis e Norma, uma mulher com quarenta e nove anos, não mostrava a idade, apesar de ter perdido o esposo e passado por uma vida sofrida.
Retirei-me para o quarto, o relógio mostrava vinte e três horas mais ou menos, estava cansada, da viagem desde Nova Deli e do passeio à tarde, mas não consegui dormir logo. Deixei a luz do abajur ligada, peguei meu livro de cabeceira na minha mala e abri na página marcada. Notei que batiam à porta do quarto levemente, pequenas batidas e furtivas, como se batessem com cuidado para não acordar as pessoas da casa. Levantei e abri a porta, era Ana. Ela entrou e sem cerimônia me beijou, senti seus lábios quentes em minha boca, já os conhecia, já os havia provado. Nós duas passamos uma noite deliciosa entre os lençóis de seda, já fazia algum tempo que não tínhamos uma oportunidade para repetir nossas loucuras, Ana havia sido transferida e as nossas viagens juntas haviam terminado. Cedo, ainda de madrugada ela se foi, mas não sem antes dizer, que havia me preparado uma surpresa para a noite de sábado, algo que eu ainda não conhecia, mas que ela tinha a certeza que eu gostaria de conhecer. Fechei a porta, fui a banheiro, tomei um banho quente, logo depois deitei na cama e adormeci.
Acordei perto do meio-dia, não quis almoçar, me sentia enjoada, apenas fiz um lanche leve, suco, pão, presunto magro, algumas folhas de alface e rodelas de tomates. Era como eu estivesse em casa, com Ana já nutria uma amizade a um bom tempo, Norma muito atenciosa, Amélia parecia encantada comigo e sua curiosidade de menina não deixava escapar nenhuma pergunta, sobre minhas viagens, sobre o Brasil, sobre como era a vida dos brasileiros, disse-lhe que se quisesse, poderia vir comigo, em cinco dias estaria voando para o nosso país. Mais tarde subi ao quarto, vestir-me para o passeio da noite Abri a porta e entrei, sob minha cama havia um pequeno bilhete: Vista-se de negro. Fiquei surpresa, Ana não revelara nada, não fui capaz de imaginar o que ocorreria naquela noite, apenas atendi ao pedido. Tomei outro banho, vesti uma calça leg preta e justíssima, um mini-vestido de malha preto com a gola canoa e ousada, que deixava aparecer meus ombros e parte do colo de meus seios, a barra justa permitia fixá-lo a cintura e assim delinear as formas das minhas nádegas, calcei uma bota de salto-alto bico fino e cano até os joelhos. Combinei a maquiagem e carreguei os tons escuros e finalmente lancei mão do esmalte ônix em minhas unhas. Para o frio das noites bávaras levei junto um blazer, que não poderia deixar de ser da mesma cor da roupa. Borrifei meu perfume preferido, Anaïs Anaïs, dei a última olhada no espelho, abri a porta e desci.
Ana me aguardava na sala, vestia-se também de preto, mas um sobretudo lhe cobria o corpo, apenas as botas era possível ver, saímos de casa por volta das vinte e uma horas: - Vamos a Munchen! Disse-me Ana.
A Mercedes voava sobre o asfalto, olhei no velocímetro, cento e trinta, a paisagem escura da noite passava rápido, a estrada estava vazia, poucos carros e a viagem foi bem mais rápida.
Chegamos ao nosso destino, Ana estacionou o carro em uma garagem subterrânea de um prédio discreto, subimos de elevador até o quarto andar, entramos por um grande hall, luzes sombrias e paredes escuras, onde se lia numa das delas "Willkommen in der Partei der Lust" e logo abaixo o nome do lugar, "Zweite Gesicht", ou seja, "Bem-vindo a Festa da Luxúria e Clube Segunda Face", em um canto haviam dois sofás, Ana pegou uma das minhas mão e me levou até eles, sentamos, ela olhou em meus olhos, acariciou meu rosto e meus cabelos, beijou-me e com o olhar fixo em meus olhos disse: 
- Querida, somos amigas a algum tempo, aprendi a confiar em você. Quando soube que você viria me visitar, fiquei radiante. Entre todas as pessoas que conheço, você é a única capaz de me entender, eu preciso repartir o meu segredo com alguém! Daqui a pouco entraremos por aquele corredor, aconteceram coisas estranhas para você, mas acredite, é algo que me faz feliz e que me é necessário, apenas observe. Se a convidarem para participar, a decisão será sua e não pense que ficarei magoada, ter você junto será maravilhoso! Ela se levantou, dirigiu-se a um balcão e disse algo para um rapaz, este lhe alcançou duas Tulipas, ela me entregou uma, estendeu-me a mão e entramos pelo corredor. O chão tinha um brilho reluzente, as luzes iluminavam o teto e davam um ar sombrio, como o hall as paredes eram escuras, o corredor era longo. Chegamos à uma outra sala enorme, entregamos as tulipas a alguém que as recolhia, haviam pessoas sentadas conversavam.
Ana se dirigiu a um homem alto, eu a acompanhei, pude notar seus olhos claros, e que aparentava quarenta anos, ela se inclinou, ele estendeu-lhe a mão e ela a beijou. Ainda de cabeça baixa disse-lhe: - Trouxe uma pessoa para conhecer-lhe, lembra-se Meu Senhor,  falei-lhe dela! Ele ordenou que se ergue-se e me apresentou a Richard. Conversamos alguns minutos, ele aparentava calma e sua voz era doce e máscula, falava inglês perfeitamente. Enquanto isso eu notava que Ana se dirigia a ele, submissa e cabisbaixa, ao contrário de quando se dirigia a mim. Ele ordenou que Ana se dirigisse a uma outra sala, que se encontrava preparada para eles e o aguardasse, depois eu o acompanharia.
Entramos pela porta, vi Ana deitada sobre uma mesa redonda, vestida apenas com um sutien de látex cor de sangue vazado, por onde escapavam seus mamilos rosados, meias pretas cobriam-lhe as pernas, sustentadas por cinta-liga e calçava botas três quartos, que contrastavam com sua pele clara. Estávamos somente nós três na sala, percebi algumas velas acesas, roldanas e argolas no teto e no chão, cordas e chicotes de camurça pendurados nas paredes, mesas estranhas, rodas e manivelas, a iluminação era clara e pela primeira vez naquele lugar entendi o que aconteceria e não me senti sufocada.
Ele se aproximou dela, passou suas mãos em seu corpo, segurou seu rosto e perguntou quem era, ela respondeu que ele era seu Mestre. Perguntou novamente e disse para que respondesse mais alto, ela obedeceu, ordenou que ela dissesse seu nome e ela respondeu: - Meu Mestre Seti. Outra pergunta, dessa vez perguntando quem era ela e o que fazia ali: - Sou Bentreshit, a Sacerdotisa de Osíris e venho aqui para ser punida por Meu Mestre Seti!
Ele a amarrou à mesa, seus braços, seus pés, pegou um candelabro e jogou a parafina derretida sobre o seu corpo, ela gemeu e respirou fundo. Notei que seus olhos denunciavam prazer. Ele repetiu e espalhou mais parafina em seu corpo, mais uma vez notei que ela se deliciava com aquilo. Outra cena, ele colocou clamps em seus mamilos, puxou-os, ela sentia as dores e ao mesmo tempo se deliciava. Permaneceram assim por algum tempo, depois ele a soltou, ordenou que descesse da mesa e se ajoelhasse aos seus pés, agarrou sua nuca, levou sua face ao chão, ele ficou ali, submissa. Ele trouxe um dos chicote e bateu em suas nádegas, em cada batida ela gemia e pedia-lhe, implorava-lhe por outra. Ele me chamou, alcançou-me o chicote e pediu-me que a espancasse, exitei, ela me olhou e vi que seus olhos me pediam para que a punisse, bati de leve, tive medo de machucá-la. Richard segurou minha mão e ajudou-me a bater mais forte, depois criei coragem e a puni com força. Confesso, me senti fascinada e desfrutei aquele momento, pela primeira vez experimentei a sensação de ter alguém aos meus pés, submissa e entregue aos meus caprichos, mas nunca mais repeti nunca mais essa experiência.
Algumas horas e muitas punições depois voltamos para casa, não comentamos nada pelo caminho e nunca tocamos no assunto. eu sabia que ela desejava que eu soubesse e isso bastava para ela, queria apenas dividir comigo o seu segredo e eu respeitei a sua vontade.
O restante da semana foi maravilhosa, ha muito tempo não experimentava o calor de um lar de uma família, a última vez que estive no Brasil foi ao final do ano 2000, aquela família me fez muito bem.
Na sexta-feira seguinte, fiz as malas e não via a hora de chegar em casa, trazendo comigo Amélia, como havia prometido!   

Nomes e codinomes são fictícios.

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Tesão de Mulher

por H. Thiesen 

Inflama a minha chama e faça o fogo desta paixão alastrar-se no meu corpo. Abandonando a tua boca sobre a minha pele e provando em cada poro o prazer que estou sentindo. Com o teu incêndio, esgota as minhas labaredas e apaga a minha fogo. Unindo nossos corpos e fazendo deles uma fogueira, na qual uma labareda consome a outra.  Permita-se passear na totalidade do meu corpo e vagueia pelas minhas curvas.
Imagem cedida por JordanaTelles.com
Aventure-se nos perigos que cada uma das minhas estradas é capaz de proporcionar. Procure saber o que sinto e encontre o que posso oferecer. Vislumbre-se e admire-se com meus encantos e desvende os meus mistérios e segredos, que nunca antes ousaram desvelar.
Explore os meus vales, adentre em meus becos, suba por meus picos e conquiste os meus cumes. Da boca ao sexo, passando pelos meus seios, ventre, nádegas e coxas. Molhe-se nas minhas águas e beba nelas o meu prazer,
Não tenha medo de aventurar-se, não sou apenas parte, sou completa, sou inteira. Mulher, decidida e serena. Menina, levada e sapeca! Mulher para te possuir e ser possuída. Mulher feita e ao mesmo tempo menina inocente. Mulher madura que sabe o que quer e menina inexperiente, louca pela aventura.
Deite e role comigo pela cama. Faça-nos arder sob os lençóis e conceba-me sonhos e fantasias. Beije-me, chupe-me e lambe-me como um menino guloso ou como um homem ardente.
Olhe-me nos olhos e veja a loba faminta que existe em mim. Pronta para o ataque, para sangrar a tua pele e cravar as garras no teu peito, mas astuta e esperta, à espreita do contra-golpe. Uma fera sedenta à espera da mão que invade, da boca que molha e do corpo que imanta e do sexo rijo, para roubar-lhe o cio.
Sou safada, sou bandida e oferecida e, é dessa forma que me entrego aos teus caprichos e desejos. Não me privo de amar e de desfrutar teu corpo, cometendo mil delitos, entre o beijo e o orgasmo.
Sinta meu cheiro, sinta meu gosto, beba meu suor, delicie-se com meu mel.
Banhe-se no meu suor e em cada gota dele, que pingar sobre o teu rosto, seja a definição do meu jeito de te amar. Desbrave-me, extraia meus gemidos, faça nascer meus gritos e que cada um deles, seja uma denúncia da intensidade, que me fizeste gozar!

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Sem nenhuma pena!

por H. Thiesen 

Agarra-me
Toma-me...
Coma-me
De qualquer jeito
De qualquer lado
A qualquer momento
Sem dó
E sem pena
Quero ser tua
Quero ser teu pecado
Sem limites
Sem regras
E sem preconceito
Vem e mete
Teu pau duro e quente
Foda-me com força
Faça-me gozar!

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Na tua boca!

por H. Thiesen 

Você me confunde, embaraça os meus sentimento, me deixa úmida e incendiada, perto de você me torno lânguida e atrevida.
Você me faz te querer, me faz desejar teu desejo e fico excitada, querendo a tua boca na minha, querendo os teus lábios em meus seios e a tua língua molhada lambendo os mamilos. Você me faz te querer em todo meu corpo, me enlouquecendo e provocando.
Ah! Tua língua... Quando ela desce meu corpo e roça em meus pelos e meus poros e explora os entremeios, eu encharco e vazo um tesão imensurável. E, quando ela ela brinca comigo, eu me arrepio em cada centímetro por onde ela passa.
Adoro tua boca, mordendo minhas nádegas, beijando minhas coxas, me deixando marcada e coroada de dentes ou com a marca rocha de um chupão.
Eu molho, eu escorro e pingo de tanto prazer.
Mas a tua boca encaixada em meu sexo é indescritível, é uma rima perfeita de mel e saliva, a delicadeza do gosto e paladar de fêmeas.
E eu me entrego, aos teus caprichos, às tuas carícias e tuas sevícias, acolhendo a tua boca em meu sexo e desfrutando os prazeres da tua língua.
Na hora do orgasmo eu me doo e te brindo com o meu prazer, dou à tua boca, o meu gozo! 

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Aos meus pés!

por H. Thiesen 

Tua boca nos meus pés,
Instilam-me um desejo insano,
Que me enternece,
E me enlouquece.
Tua boca,
Teus beijos,
Tua língua,
Tuas  lambidas,
Me aquecem e pego fogo.
Tua saliva sobre o dorso curvado
Me leva ao delírio
E uma febre
Queima meu corpo
Sem limites
Ao prazer me entrego!

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Cordas do Oriente

por H. Thiesen 

Há alguns anos atrás eu morava na Índia e tive oportunidade para conhecer alguns países do oriente e um dele foi a Tailândia, que era o país de origem de uma colega de trabalho, chamada Kae Na.
Convidada por ela, aceitei um convite para acompanha-la à Tailândia, a fim de visitar os seus familiares. Não é necessário dizer que fiquei admirada com as belezas do país e o jeito de vida que eles levam. A família de Kae era de pessoas humildes e viviam conforme as tradições daquele povo, o que me possibilitou conhecer um pouco mais e ver com outros olhos, muitas coisas que eram estranhas para mim.
Durante aquela semana, conheci vários lugares e pessoas e uma delas, uma garota com aparência de adolescente, apesar dos seus 24 anos, chamada Liu Yi, amiga de Kae. Nós três, tivemos uma experiência muito excitante juntas. Eu sabia que Kae gostava de se relacionar sexualmente com mulheres, até já havíamos tido algumas aventuras em algumas de nossas viagens e nas constantes estadias em hotéis, mas nunca havia conversado ou lhe perguntado a ela sobre fetiches e fantasias sexuais.
Encontramos Liu em uma das tantas feiras livres que há por lá e combinamos de encontrá-la no fim de semana na sua casa. No sábado, fomos ao seu encontro. sua casa era uma bem típica, paredes e telhas coloridas, telhados decorados com motivos orientais. No interior pouca mobília, para sentar esteiras de bambu e mesinhas baixas, cortinas e divisória também de bambu. Entramos, conversamos, tomamos chá e passamos horas agradáveis. Nossa visita se estenderia durante o final de semana completo e a minha surpresa ainda estava por vir.
Durante a tarde de sábado, eu havia notado os olhares e achei normal, pois como já falei, eu sabia das preferência de Kae e me mantive discreta. Achei que para a noite elas haviam combinado um affair. Para a minha surpresa, as duas me seguraram pelas mão e me levaram a um dos cômodos do andar superior da casa. Um quarto mais amplo do que o restante das outras peça e iluminado apenas por algumas velas.
Kae e Liu despiram-se e em seguida se aproximaram e ambas me despiram, enquanto trocávamos beijos afetuosos, a noite estava quente e suava muito, achei que iriamos ter um relacionamento a três, mas para minha surpresa, não era isso que estava me esperando. Depois que eu estava completamente nua, elas me levaram até uma espécie de divã, que se encontrava no outro lado do quarto e me deixaram ali. Elas se afastaram para o centro do quarto e trocaram beijos apaixonados, caricias ardentes e seus corpos ficaram tão unidos, que na penumbra das velas, parceiam ser apenas um só. Instantes depois, Liu se afastou e trouxe para perto delas algumas cordas vermelhas. Elas tomaram as cordas em suas mãos e eu tive a impressão de estar presenciando um ritual, pois as duas manuseavam as cordas com maestria, passando e enlaçando-se mutuamente.
Uma música oriental tocava no CD-Player, dando ao momento um toque suave e mágico, enquanto as cordas deslizavam pelo corpos das duas tailandesas, parecendo serpentes rastejando, pois os movimentos que ela faziam, davam a impressão que as cordas possuíam vida própria.
Notei que, a cada movimento, nós eram dados e o comprimento das cordas diminuíam e ao mesmo tempo o corpo de Liu ficava totalmente atado. As cordas enlaçavam seus seios, suas costas, passavam por entra as pernas, até que ao ser dado o último nó, ela ficou completamente imobilizada e uma verdadeira teia envolvia o seu corpo. Kae, ainda vendou-lhe os olhos e a amordaçou, com um lenço preto, depois me chamou para perto, enquanto isso sussurrava no ouvido de Liu, imobilizada pelas cordas, cegada pela venda e muda pela mordaça fortemente amarrada a sua boca, mas o que não lhe impedia de expressar os seus sentimentos através de sinais com a cabeça e dos gemidos.
Kae levantou-se e me beijou, julguei que teria o mesmo destino de Liu, mas eu estava enganada, apenas fizemos amor, ao lado da tailandesa imobilizada, a qual eu via que se excitava, quando percebia o que estávamos fazendo, isso por que, notei a sua excitação, em cada um dos gemidos ou respiração ofegante que saiam das nossas duas bocas, ou com os estalos dos beijos que trocávamos. Confesso, essa situação me excitou demais e tive um orgasmo delicioso.
Kae livrou Liu das cordas e seu corpo estava totalmente marcado, mas ela exibia um enorme grau de satisfação. Livre, ela se juntou a nós e nós três permitimos dar-mo-nos mutuamente, momentos de intenso prazer.
Foi nessa oportunidade, o meu primeiro contato com o Shibari, pelo qual me apaixonei, devido a beleza plástica de cada um dos nós, envolvendo o corpo de uma mulher. 

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Como descobrir se ela é bissexual!

por H. Thiesen 

Uma das coisas sobre a qual me fazem perguntas é "como saber se uma mulher é bi ou lésbica?" Não é uma pergunta fácil para responder, visto que trata-se de comportamento e ele varia de pessoa para pessoa. Assim, não há uma regra específica para se determinar que essa ou aquela mulher é bi ou lésbica, mas é necessário sempre partir-se do princípios que a tendência dominante é heterossexual, para evitar problemas e gafes.
Há algumas décadas atrás, talvez por ignorância (sexual) ou mesmo por preconceito, para a maioria da população, ser lésbica era vestir-se, andar e ter jeito de homem, tais mulheres eram classificadas indiscriminadamente, sem receios, de sapatões, sapatas, etc. Hoje em em dia com a liberação sexual e a preocupação com o politicamente correto, além de configurar-se como, no mínimo, ato capaz de...

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No Calor da Cama!

por H. Thiesen 

Nos conhecemos na adolescência, nos tornamos amigas, dividíamos a classe da escola, depois frequentamos a mesma faculdade, mas como tudo na vida é passageiro, ela seguiu o seu destino e eu fui morar na Europa e sempre que podíamos, nos encontrávamos durante as férias de uma ou da outra.
Marina virara uma mulher linda, , morena, alta e sensual, com detalhes que a diferenciavam e chamavam a atenção: seios deliciosos e uma bunda maravilhosa.
Nas minhas férias em 2004, vim ao Brasil e como não poderia deixar de ser, me hospedei em seu apartamento no centro de Porto Alegre.
Era inverno, dormíamos juntas, muitas vezes abraçadas, principalmente quando estava muito frio. Também notava, que dia ou outro, ela apertava um travesseiro entre as pernas, dando-me a sensação de que estava excitada. Minha imaginação voava em direção à sacanagem, ao ponto de ficar totalmente molhada.
Alguns dias antes de voltar para Londres, já deitadas na cama, assistíamos um programa na TV à cabo e resolvemos dar uma espiada no canal de sexo explícito. Uma das cenas era de lesbianismo, duas loiras americanas faziam um pega alucinado e, de repente, o clima do filme impregnou a cama.
Um cheiro característico emanou sob as cobertas. Um cheiro forte, somatório dos líquidos que molhavam as nossas calcinhas. Na tela, as duas loiras se entregavam inteiramente, os olhos de Marina brilhavam e sua respiração tornara-se um pouco mais intensa, instintivamente, ela apertava uma almofada nas coxas. Peguei um travesseiro, coloquei-o entre as pernas e  abracei-a pelas costas. Conforme o filme evoluía, meu abraço ficava mais apertado e inadvertidamente, devido ao clima do momento, minhas mãos ficaram mais ousadas:
- Que é isso, menina? - perguntou-me Marina.
- Não sei, acho que estou com um atraso enorme! – Respondi-lhe e logo depois dei uma gargalhada.
- Conta outra, você nunca ficou sem sexo!
- Não, honestamente, já faz quase três meses que estou à seco .
Marina então virou-se na cama e me abraçou e me apertou, senti os seus seios duros contra os meus e sem dar-me qualquer tempo, me beijou. Sugava e mordia a minha boca e invadia-me com a sua língua, creio que com a mesma intensidade que ela assistira no filme alguns minutos atrás e estava com tanto tesão quanto eu.
Numa fração de segundos, como duas loucas, livramo-nos das poucas roupas, enquanto riamos muito com a situação.
Estávamos nuas e nos acariciando. Não era a nossa primeira vez com uma mulher, tanto ela como eu, já havíamos experimentado, mas como amigas, nunca ousamos tal coisa entre nós.
Entrei para baixo das cobertas, beijei seus seios, lambi e suguei seus mamilos e depois desci lambendo a sua barriga, até me instalar entre as suas coxas. O calor embaixo das cobertas era insuportável e o cheiro de Marina entrava-me pelas narinas, um misto do seu perfume preferido, com o odor de uma mulher excitada. Acariciei-a com os dedos levemente, afastei os lábios vaginais e o clitóris exposto se ofereceu a minha boca.,Lambi-o, suguei-o e apertei-o suavemente com os meus lábios, fazendo Marina gemar de tesão. Ela estava totalmente molhada e seu líquido escorria com abundância, deixando-a completamente lubrificada e possibilitando carícias delicadas. Saboreei aquele mel delicioso e a fiz contorcer de prazer. Não contente, invadi-a com a língua, tentando buscar o mel que restava dentro das suas entranhas. O calor e o sabor do seu sexo, deixaram-me extremamente excitada. Joguei as cobertas ao chão, o calor que nossos corpos sentiam, tornavam-nos incapazes de reagir ao frio que fazia e virando ao contrário dela, encaixei a sua cabeça entre as minhas pernas. Fizemos um sexo oral mútuo e arrasador e gozamos como duas desesperadas, diante dos nossos orgasmos intensos e avassaladores. Posso dizer que eu gozei como nunca havia gozado antes, em toda a minha vida.
Repetimos tudo, algumas vezes, durante aquela semana e na última noite que eu ficaria no Brasil, foi e é ainda, para mim, inesquecível!


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Surra de Sexo

por H. Thiesen 

Ele bebeu  a última taça de vinho e me olhou com olhos de quem desejava se apossar de mim. Juntou-me pelos cabelos, virou-me de costas e rasgou meu vestido de cima à baixo. O sutiã e a calcinha tiveram o mesmo destino e foram jogados por ele ao canto da sala, não serviram para mais nada, não passavam de dois pedaços de pano destruídos.
Agarrou minha nádega e dizendo-me no ouvido uma palavra obscena, deitou fortemente a mão sobre ela, deixando na minha pele as marcas vermelhas dos seus dedos.
Sem soltar dos meus cabelos e sorrindo levemente, arqueou meu corpo e deslizou seus dedos entre as minhas pernas, procurando meu clitóris com o dedo médio. Seguro de que o havia encontrado, acariciou-o demoradamente, as vezes circulava-o de leve e outras vezes, com a ponta do dedo, imprimia-lhe repetidos e velozes movimentos. Notando-me umedecida, trafegou levemente pela minha entrada, deixando minhas carnes totalmente molhadas e aproveitando-se da lubrificação, invadiu-me com seu dedo, fazendo-me latejar de tesão. Não dando-se por satisfeito, juntou ao médio outro dedo e pôs à movimentá-los para dentro e para fora. De início vagarosamente e depois com tamanha rapidez, que me fez estremecer e amolecer as pernas. Fez tudo isso, sempre segurando-me e prendendo-me próxima à ele pelos cabelos e não deixou-me sequer procurar por um apoio, que me refizesse o equilíbrio. Mantinha-me totalmente sob o seu controle. 
Forçou-me ao chão, deitou-me e colocou uma almofada sob as minhas nádegas. Usando seus pés afastou as minhas pernas, ficando em pé entre elas. Desafivelou o cinto, abriu o zíper e tirou para fora o membro duro e latejante. Deixou a calça cair-lhe aos pés e ajoelhou-se entre as minhas coxas.
Levantou as minhas pernas e fez-me segurá-las de encontro ao meus seios, enquanto deslizava seu membro ereto no meu sexo molhado, quase me invadia, mas desviava subitamente, deslizava-o entre as minhas carnes e a sua glande vermelha tomava o rumo do meu clitóris. Fez isso diversas vezes, deixando-me louca, a ponto de eu sentir meus líquidos escorrendo pelo ânus.
Vendo-me excitadíssima, ele deitou-se no chão e colocou a boca entre as minhas pernas. Alternando lambidas e chupadas, brindava-me com carícias ousadas. Ora dedicava-se ao meu clitóris, ora introduzia a língua na minha vagina e deliciava-se com o néctar que brotava de mim em grande quantidade.
Gozei!
Mas, eu queria mais! Eu queria força e profundidade. Eu queria e pedia-lhe para ser penetrada por aquele membro duro e quente, mas ele continuava a me chupar, deixando-me enlouquecida. Contorcendo-me de tesão e sentindo que outro orgasmo se aproximava, implorei-lhe que me possuísse. E ele penetrou-me com força e afundou-se dentro de mim de uma só vez. Senti sua ereção e seu calor dentro de mim, com uma velocidade enorme e intensa, ele me fazia gemer e gritar desesperadamente por prazer. Foram-se apenas uns dois minutos e gozamos junto, longamente.
Meu orgasmo foi delicioso e intenso e por algum tempo, eu sentia-me latejar e arder entre as pernas, meu corpo estava dolorido e eu tremia da cabeça aos pés. Parecia que eu havia levado uma surra e estava toda moída. Bem, na verdade fui surrada sim... Levei uma surra de sexo!

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Até a exaustão!

Imagem cedida por JordanaTelles.com
por H. Thiesen 

Seduza-me
Com teu desejo insaciável
Entre beijos ardentes
E carícias indecentes
Penetra-me
Numa cama redonda
Entre lençóis revirados
E roupas longe atiradas
Possua-me
Com todos os teus fetiches
Por minhas partes calientes
Nas minhas fendas disponíveis
Coma-me
A vulva por ti perseguida
Com teu falo desinibido
E faz teu entrar e sair
Acalme-me
Com o prazer que chega
com o gemido que ecoa
com o gozo que termina
Alucina-me
Com essa devassidão
Com o teu gozo que jorra
Com a minha e a tua exaustão!

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Gosto de tirar a roupa!

por H. Thiesen 

Gosto de tirar a roupa
Para você exibir o meu corpo
Ser o alimento dos teus olhos
E o combustível do teu tesão
Gosto de ficar sem roupa
Ser abraçada e envolvida
Explorada pelas tuas mãos
Beijada pela tua boca
Gosto de ficar nua à tua frente
Sentir-me desejada
Lambuzada de desejo
Te oferecendo o meu prazer
E roubando o teu
Gosto de ficar totalmente nua
Sentido-me verdadeira puta
Rebolando a tua frente
Te falando sacanagens
Palavras insinuantes
Gosto de ficar nua
E ter você pra mim
Te oferecer a boca
Para ser preenchida
Invadida por tua língua
Sentir o sabor doce
Do teu desejo por mim
Gosto de me despir
Peça por peça
Lentamente e provocante
E pedir maliciosa
Que me abrace e me envolva
Com o calor do teu corpo
Gosto de tirar a roupa
Ficar nua e aberta
Oferecer a minha gruta
Excitada e umidecida
Esperando a tua boca
Gosto de ficar assim nua
Como verdadeira puta
Querendo ser usada
Abusada e desejada
De tesão enlouquecida
Depois de tirar a roupa
Gosto de sentir tua mão
No meu seios
E no meu corpo
Segurando a minha bunda
Quando eu estou nua
Gosto de sentir teus dedos
Desvendando meus segredos
Passeando em meus tesouros
Quando estou sem nenhuma roupa
Gosto de sentir tua boca
Provando o meu gosto
Bebendo do meu mel
Gosto de ficar nua
Doida e maluca
Te sentindo em minha carne
Gosto de tirar a roupa
Desse jeito depravado
Um tanto despudorado
Pronta para dar prazer
Gosto de ficar nua
Deitada do teu lado
Depois daquela gozada
Dormir só  um pouquinho
Acordar como tarada
E começar tudo de novo!

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Gosto de pau...