Vou te devorar!

por H. Thiesen 

Tua mão afagou o meu rosto, teus dedos deslizaram pela minha face e se entrelaçaram em meus cabelos. Eu dormia levemente e ao mesmo tempo sentia os teus carinhos. Percebi teu hálito quente e logo depois teus lábios sobre os meus. Uma sensação deliciosa tomou conta de mim, quando tuas mãos passearam pelo meu pescoço e deslizaram pelos meus ombros. A maciez da palma da tua mão me deixou relaxada.
Descendo mais um pouco, você foi de encontro aos meus seios, explorando-os e detendo-se em meus mamilos, os quais estimulados endureceram e se ofereceram para você.
Eu já não dormia mais, acordara totalmente, mas permanecia quieta e deixava-me seduzir, desfrutando de olhos fechados as tuas carícias. Novamente senti teus lábios, mas desta vez, eles molhavam meus seios e deixavam escapar a tua língua quente e úmida, que contornavam meus mamilos entumescidos.
Minha respiração tornou-se ofegante e me abandonei às tuas carícias e às sensações que eu sentia. Proporcionei-me desfrutar, de olhos fechados, as delicias dos teus carinhos.
Tuas mãos deslizavam em meu corpo, tua boca me molhada por onde ela passava. Teus seios volumosos e deliciosos, roçavam pela minha pele e os teus bicos duros e rosados, quando me tocavam levemente, traziam-me uma sensação deliciosa. O calor do teu corpo me aquecia e na minha coxa, que estava entre as tuas pernas, eu sentia o teu fogo e a tua umidade.
Teus carinhos pareciam uma ventania sobre o meu corpo e as sensações que eu sentia, se transformavam em uma gostosa viração de um final de tarde. O teu fogo alimentava o meu e as chamas do teu desejo, juntavam-se as chamas das minhas vontades. Labaredas tomaram conta de mim, quando você entrou no meio das minhas coxas e com tua boca sedenta sorveu o mel, que derramava da minha colmeia.
Estremeci de tesão, derramei-me em tua língua e explodi na tua boca.
Você somente parou de beber, quando não havia mais nenhuma gota do meu prazer, e adonando-se do meu gozo, controlou e apagou o meu incêndio.
Respirei fundo, tomei fôlego, trouxe você a minha boca e te beijei! Foi o que bastou e o calor que ainda havia em mim, terminaram por reacender o meu incêndio.
Agora é a minha vez! Te darei, uma à uma, todas as sensações que você me proporcionou, do beijo ardente na tua boca, ao dilúvio do teu orgasmo! Não pouparei carícias a nenhuma parte do teu corpo!
Deite-se e abandone-se ao prazer: - Eu vou te devorar!

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Eu quero apenas sexo! Somente Sexo!

por H. Thiesen

Eu quero ser tua, agora e depressa. Em qualquer lugar, entre quatro paredes ou mesmo na rua. Eu te quero agora, nu na minha cama, ou sobre a mesa, entre as taças e os pratos.
Não quero promessas e também não quero conversa, a tua vida e o teu passado não me interessa. Se já foi de outra é o que menos me importa, por que não quero amor e nem ilusão. Esqueça, não quero saber das tuas aventuras e dramas.
Pense, você é um homem e eu uma mulher, para que essa melosidade. Só por que sou fêmea, não posso querer apenas sexo e me dar bem? Aliás... Dar bem! Por que tantos valores, quero apenas momentos!
Seja como for, acredite ou não, eu te quero sem roupa, rolando na cama, no tapete da sala ou sob o chuveiro. Quem sabe com mais ousadia, no carro, num local afastado do parque ou num cantinho escuro!
Eu quero sexo apenas, sem compromisso, sem o depois, uma trepada sacana repleta de fantasias insanas. Algo sem juízo, proibido, arriscado, cheio de adrenalina!
Para te falar a verdade, nem te preciso pra isso, pode ser um outro qualquer. Sobre isso, eu não faço fachada, não quero amigo, namorado e nem um marido, eu quero um objeto de desejo e tesão, para sexo e diversão, alguém que venha, me coma e vá logo embora.
Não quero nada sério, não vou fingir que eu quero, não tenho essa vocação. Não me peça para ficar entre a cruz e a espada, entre os sentimentos e os meus desejos, para mim não existe essa coisa de fidelidade, que coloca em um brete a minha vontade.
Como eu disse, se quiser aproveita, me come direito e de todos os jeitos. Faça-me ter muitas gozadas e goza, enfim... Extravasa as tuas vontades e a tua pegada, por que não sou mulher melosa, que gosta só de carinho. Eu gosto de uma foda bem dada, que me deixe exausta, encharcada e lambuzada. Uma foda que o mel escorre pelo tesão demasiado e que me faz querer ser comida em todas as possibilidades, onde é possível um macho meter. 
Bem... Creio que deixei bem claro, não quero você! Eu quero o teu membro duro e quente e, tudo o que ele pode fazer. Quero ficar muito louca e melada, sentar no teu pau e gozar para valer. E, depois da gozada, não quero mais nada, além de dizer que foi bom pra mim e saber se foi bom para você.
Se quiser é assim, nada mais do que desejo, sexo e prazer! 

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Beijo na bunda!

por H. Thiesen 

O beijo na bunda é um ato de carinho, quando alguém fazendo uso dos lábios, leva-os ao encontro das nádegas de outra pessoa e deposita numa ação levemente descarada, um estalinho sonoro sobre a pele dela ou de uma maneira ainda mais sem-vergonha, deposita o estalinho e depois passa a língua!
O beijo na bunda pode transformar momentos frios e mornos de um relacionamento, em momentos com maior intensidade e calor, ou seja, se bem feito, provoca uma reação espontânea e indica que ele foi apreciado.
O beijo na bunda é um ato sublime e inexplicável, todo mundo gosta, se você não concorda ou nunca teve a bunda beijada, faça um teste! Peça para beijar a bunda de alguém ou para que beijem a sua! 
O beijo na bunda é indescritível e talvez insubstituível, que mulher não gosta de ser beijada na bunda ou beijar a bunda do namorado e, que homem não gosta de beijar a bunda da namorada ou ter a sua beijada por ela?
O beijo na bunda é o único ato de carinho, que o ser humano precisa terceirizar! Quantas mulheres já vimos por aí, chupando o próprio seio ou até mesmo, algumas com elasticidade suficiente fazendo auto-cunilíngua;? Quantos homens por aí fazem auto-boquete? Isso não é muito raro! Mas beijar a própria bunda é tarefa impossível, por mais contorcionista que o indivíduo seja. Se alguém sabe ou conhece alguém, por favor me avise! Eu nunca vi!
O beijo na bunda é o orgasmo oscular, uma vez que a boca humana pode beijar uma outra, pode beijar facilmente, rostos, olhos, nucas, barrigas, peitos e seios, mas beijar uma bunda deliciosa... É um clímax!
O beijo na bunda não faz escolhas, ele acontece na bunda, na bundinha ou no bundão, na bunda dura ou na bunda mole, até mesmo numa bunda empinada e numa bunda caída. Para acontecer, basta uma boca disposta e uma bunda disponível, para torna-se um ritual: É necessário que alguém baixe a calça ou levante a saia.
Mas não é qualquer que boca sabe dar um beijo na bunda, porque não é só beijar uma bunda, necessário se faz, pensar em quem está ganhando, para que aprecie e fique satisfeito ou satisfeita. 
Saber se, se sabe beijar uma bunda, não é muito difícil e há muitas formas para isso. Repare no sorriso, no arrepio, na revirada de olhos, no suspiro, qualquer uma dessas manifestação significa que o beijo na bunda foi aprovado, do contrário, passe para o plano "B", aplique um beijo na bunda mais sem-vergonha, com direito à lambida, principalmente entre as duas nádegas. Mas cuidado para não avançar o sinal e lamber o cu. Lambida no cu é só para os mais íntimos! Se por acaso, o beijo na bunda seguido de lambida não mostrar resultados satisfatórios, não se decepcione, vá para o plano "C" e logo depois da lambida... Morda com vontade! A reação será instantânea! Depois disso, por precaução: Corra para as montanhas!
O beijo na bunda tem que ser espontâneo, é um ato despretensioso. Bem, na verdade sabemos que o beijo na bunda tem a sua razão de ser e objetivo bem definido. Mas isso é uma outra história!
O beijo na bunda é irresistível e mesmo aqueles que não são chegados numa bundinha de mulher, acabam por fazê-lo em outra bunda qualquer. Quem em sã consciência, quando vê uma bundinha linda, não fica louco para beijá-la?
O beijo na bunda é antiquíssimo, desconfia-se que o primeiro beijo na bunda aconteceu na Pré-História, copiado aos animais que, evolução à parte, sempre cheiraram o fiofó um dos outros e assim, o beijo na bunda foi inaugurado no Planeta Terra e quem sabe no Universo, pois de lá para cá, apesar dos esforços ufológistas, ainda não se sabe com certeza, se há formas de vida fora deste planeta, mas se existir, um dia assistiremos a um beijo na bunda intergalático!
O beijo na bunda... Ah, chega! Já falei demais!
- BEIJO NA BUNDA!

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Meu mel, no teu mel!

por H. Thiesen 

Deixemos 
os nossos corpos acessos
E ardentes
os nossos desejos
O tesão 
é nosso vassalo
Enquanto
a tua boca no meu sexo
e o teu sexo na minha boca
Somos como abelhas famintas
e bebemos em nossos regaços
Saciadas
sorvemos os néctares
das nossas caldosas colmeias
E nos lambuzamos
no teu e no meu mel!



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O que elas pensam dos homens?

por H. Thiesen 

Essa é uma pergunta  os homens fazem. E não é para menos. Saber o que as mulheres valorizam e buscam num homem pode facilitar as coisas. Há algumas características básicas, as quais algumas mulheres amam e outras detestam, mas elas reagem às situações conforme a suas índoles.

Homem com personalidade
Fina: Hum, é decidido!
Comum: Gostei!
Vulgar: Uauu, é tudo o que eu quero!
Depravada: Tá querendo ser corno!

Homem com bom humor
Fina: Simpático, vou pensar no assunto com carinho!
Comum: Uma gracinha, vai trazer alegria na minha vida!
Vulgar: É engraçado, pra esse vale a pena dar!
Depravada: Vem fazer piada na minha cama!

Homem com sensibilidade
Fina: Charmoso, deve fazer amor maravilhosamente!
Comum: Nossa, eu precisava de um assim!
Vulgar: Bem diferente daquele filha da puta!
Depravada: É viado!

Homem Intelectual
Fina: Inteligente, homem assim dificilmente se encontra!
Comum: Não é pra mim, não entendo nada do que ele fala!
Vulgar: Quer aparecer, homem só precisa ter pau duro!
Depravada: É broxa!

Homem com corpo saudável
Fina: Bonito, vale a pena investir!
Comum: Lindooooo! Parece um galã de novela!
Vulgar: Lindéééééérrimo, gostoso! Vem cá... Vem!
Depravada: Tesão! Vem pra mim neném! Faço barba, cabelo e bigode!

Homem Violento
Fina: Que homem rude!
Comum: Grosso!
Vulgar: Adoro levar uma palmadas!
Depravada: Bate, filha da puta, bate que eu gozo!

Homem apressado na cama
Fina: Nunca mais!
Comum: Quebra o galho, se não ter outro disponível!
Vulgar: Me fode, vai me fode!
Depravada:  Mete, mete, corno, safado, cachorro!

Homem Canalha
Fina: Ele só quer me usar!
Comum: Será que ele gosta de mim?
Vulgar: Ele vai, come as outras e sempre acaba voltando!
Depravada: Tô nem ae! Come as outras, mas é nesse corpão que ele morre!

Homem tarado falando gracinha
Fina: não diz nada
Comum: Sem noção!
Vulgar: Vai te enxergar! Vê se eu tô lá na esquina!
Depravada: Vai tomá no cu, seu viado!

Homem no primeiro encontro
Fina: Só um beijinho
Comum: Muitos beijos
Vulgar: Muitos beijos e muito amasso
Depravada: Muitos beijos, muito amasso, faz boquete, trepa e dá a bunda.

Homem Pauzudo
Fina: Será que eu aguento!
Comum: Meu sonho!
Vulgar: Grandão, vai me rasgar ao meio!
Depravada: Mete esse caralho, arromba este cu!

Homem Broxando
Fina: Sem problemas, isso acontece!
Comum: Logo comigo (pensando)! O problema é comigo (falando para ele)!
Vulgar: Já comeu alguém hoje, né seu cretino! Quem é a vadia?
Depravada: Caralho, logo agora? Quer um fio-terra para se animar?

Homem no motel caro
Fina: Trouxe-me no melhor motel, é um cavalheiro!
Comum: Nossa, que chique! Ele deve ser rico!
Vulgar: Arrá, me dei bem! Olha só isso!
Depravada: Aquele corno não me trás aqui!

Homem perdido na festa:
Fina: Por acaso, você viu o fulano?
Comum: Cadê o fulano?
Vulgar: Fulanooooooooooooo!!!!
Depravada: Caralho, onde aquele corno se meteu?

Homem no Skype
Fina: Boa noite!
Comum: Oieeeeeeeee!!!!
Vulgar: Fala ae gostoso!
Depravada: Ae tesaum! Jah tô pelada!

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Meu Colega Avantajado

por H. Thiesen 

Eu tinha vinte e um anos, isso que vou relatar, aconteceu logo que inicei minha carreira na aviação civil e muito depois que conheci bem as minhas colegas de trabalho. Nas nossas conversas rolava sempre uma história que um dos nossos colegas comissário, era muito bem dotado.
Eu sempre fui meio avançadinha, até certo ponto, metida a conquistadora, se alguém me chamava atenção, eu não dava trégua. Ele era muito bonito, super atencioso conosco, divertido e tinha um corpão de causar inveja a muito marmanjo de academia. Coloquei na cabeça que iria transar com ele, custasse o que custasse.
Uma vez, numa festa de fim de ano, teve um jogo de futebol e um dos nossos colegas, depois do jogo, saiu apressado do vestiário, só de cuecas e enrolado na sua toalha. Começamos a rir e fazer gozação com ele:
- Ei cara, tá louco, tá toda a mulherada da empresa aqui!
- É, cuidado elas vão cair em cima de você!
- Olha que a Dona Jane (esposa do nosso comandante) ta aí, você vai ser demitido!
E então, ele nos disse:
- Vocês é que estão loucas, eu não vou passar vergonha na frente daquela bengala! Já viram o tamanho? Deixa ele sair de lá, depois eu tomo banho!
Foi uma gargalhada geral, o pavio curto estava com vergonha do tripé.
Sendo assim... Estava confirmado, o cara era poderoso mesmo!
Fiquei tremendamente com a minha curiosidade aguçada e as meninas, colegas da empresa fizeram o maior alvoroço e o tamanho do bilau do nosso querido colega, tornou-se o principal assunto da festa.
Bem, eu sabendo disso, ai sim que fiquei curiosíssima para colocar a minha perseguida à prova e realizar uma das minhas fantasias de adolescente. Transar com um verdadeiro obelisco! 
Fiz de tudo o que podia para seduzi-lo e nunca consegui, até que um dia, numa viajem à Manuas, ele fez parte da nossa tripulação. Passei a viagem toda sonhando com a minha periquita empalada num mastro. Na viagem haviam três comissários, eu, ele e outra menina. Durante a noite sai do quarto, onde eu a minha colega dormíaamos e fui ao quarto do tripé.
Bati na porta, ele abriu e eu entrei.
Não dei chance, me joguei em cima dele e atirando-o na cama e caindo por cima literalmente. Ele ficou paradão e eu sovando aquele corpo, até que me dei por conta da inércia dele.
Pensei que ele estava assustado, que não esperava por uma atitude saquele jeito e continuei, despi toda a minha roupa e ajudei-o a se despir.
- Minha nossa senhora da bicicletinha avantajada! O troço, ainda mole, era grande mesmo... Descomunal! pensei comigo:
- Lena, Lena, se mole é assim, imagina o tamanho dessa coisa dura!
Peguei na mão, soquei uma pra ele, chupei, lambi, etc, etc, etc... e nada, mole, molinho, ops digo, continuava molão! Mais masturbação, chupadas, lambidas e nada. Nenhum sinal de vida!
Eu já estava desesperada, achando que a coisa era comigo, depois de muitas tentativas, olhei pra ele e perguntei:
- Ah, desculpa, acho que fui muito afobada e não pintou tesão né?
E ele me respondeu:
- Não é nada disso! Te acho linda! Você é uma garota que qualquer homem deseja, só que eu sou gay e não sinto tesão algum por mulheres!
- Puta que pariu - falei - por que não me falou?
- Você não me deu chance!
- Desculpa então!
- Tudo bem, mas isso fica entre nós!
- Pode confiar!
Conversamos mais um pouco e depois voltei para o meu quarto. Enquanto caminhava pelo corredor, fui pensando:
- Caramba, o cara que aguentar aquilo tudo no rabo, deve ser muito macho!
Quando cheguei ao quarto, a minha colega estava acordada, me esperando para matar a sua curiosidade, mal entrei e ela perguntou:
- E aí Lena, é verdade ou não é, o cara é gostoso?
- Claro, que é verdade! É grande mesmo!
- Foi legal, foi bom?
- Ah, não foi! Eu não aguentei!

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Eu amo mulheres!

por H. Thiesen 

Eu não tinha nada para fazer naquela noite, resolvi acompanhá-lo a uma festa, ele iria trabalhar e eu me divertiria um pouco.
Logo na entrada, a única coisa que se via, era a penumbra do recinto. A pouca iluminação e o efeito de luzes tornavam o ambiente muito sensual. Os vultos andavam e passavam por mim, homens e mulheres, alguns dançavam, outros namoravam. Risadas, musica alta, colorido de luzes e claro, fumaça de cigarros.
De um lado para o outro, uma garota, que eu já conhecia de outras oportunidades, corpo esbelto e esguio, olhos acinzentados, cabelos longos e negros, vestindo apenas uma túnica branca de tecido leve, que as através dele as luzes penetravam e deixava-me ver a bela silhueta, que o tecido escondia.
Resolvi caminhar um pouco, analisar um pouco mais da festa, descobrir se encontrava alguém, também arriscar a ver o que a penumbra escondia por trás dela. Festas assim, sempre proporcionam situações inusitadas para voyeurismo, quando não exibicionismo.
Encontrei uma escada, comecei a subi-la,  notei duas meninas que se olhavam mutuamente, algo muito próximo e bem íntimo, com certeza eram namoradas. Continuei subindo, elas estavam tão envolvida por aquele olho no olho, que mesmo esbarrando em uma delas, sequer me notaram.
Cheguei no primeiro andar do prédio, corri os olhos pelo vasto salão, não notei alguma coisa interessante, a não ser algumas pessoas numa rodinha, conversando e gargalhando muito. Resolvi tomar o caminho de volta, desci pela escada. O olhar mútuo das duas meninas havia cessado e transformado em um beijo ardente, com direito a amasso e mãos bobas, que exploravam e sem dúvida nenhuma, traziam tesão para aqueles dois corpos femininos.
Fui ao bar, no andar subterrâneo, passeei um pouco por lá, mas a cena anterior despertara a minha atenção e me excitara, tudo foi muito rápido e um incêndio eclodira dentro de mim. 
Pedi uma cerveja ao barman, sentei em canto um pouco afastado, sem muito movimento. A menina da túnica se aproximou, falando alto, algo que não entendi muito bem, depois veio à razão:
- Estou treinando minha fala, não se importa? - Disse-me ela.
- Claro que não!
Atrizes! - Pensei.
Retornei à minha cerveja, ela ensaiava e fazia trejeitos, seus movimentos contracenavam com as luzes e dava para notar que por baixo da túnica, havia uma mulher nua. Entre um gole e outro eu a observava e meu tesão aumentava. Senti vontade de agarrá-la e beijá-la, mas me controlei, ela estava concentrada na peça, que iria participar depois da meia-noite, no andar de cima e a minha presença pouco a importava.
Voltei a sala principal da festa, que estava mais escura do que anteriormente.
Corri os meus olhos, tive a sensação que todas as mulheres me olhavam, muito mais do que isso, tentavam me seduzir pelo olhar, parecia-me que estava sendo comida por olhos. Continuei observando e descobri as duas meninas da escada numa poltrona, uma no colo da outra. Os olhares e os beijos, haviam evoluído mais um pouco, as mãos haviam deixado as costas e nádegas, atreviam-se aos seios e o meio das pernas. Para falar a verdade, um verdadeiro arreto, sincronia perfeita de fêmeas em um amor diferente. Decidi observá-las um pouco mais. Meu tesão aflorado falava muito alto e a penumbra escondia as minhas mãos explorando meu corpo. Tocava-me por cima da roupa, acariciava os mamilos já duros e a calça jeans na costura entre as pernas. Senti um calor pelo corpo, a minha umidade brotando e encharcando a lingerie.
Alguém me tocou, me virei, era ele:
- Achei um lugar para nós...
- Ok, depois... Aqui está bom, por enquanto!
Ele olhou para as meninas, sorriu para mim e se foi, voltei meus olhos para elas.
A cena era extremamente excitante, senti vontade de me masturbar.
Discretamente, auxiliada pela penumbra, cruzei as pernas e coloquei a mão entre elas. Enquanto deliciava-me naquele momento voyeur, masturbava-me vagarosamente, mas com insistência e uma certa força por cima do pano.
Não demorou muito e gozei!
Fui o banheiro, limpei-me com lenços umedecidos, que sempre reservo na bolsa. Voltei para a festa, procurei por ele e o encontrei numa mesa perto do palco.
- Tudo bem!
- Tudo!
- A ceninha estava bem quente!
- Bem, digamos... Excitante!
- Hum... Vi o teu interesse!
- Para falar a verdade, estava me masturbando!
- E?
- E? Ora, gozei!
- Ahahaha! Safada!
- Me excitei e não aguentei, só isso!
- Gosta de mulheres, tanto assim?
- Lógico, eu amo as mulheres!
- Interessante... 
- Você não sabia disso?
- Como eu poderia saber?
- Ué... Eu nuca escondi!
- Isso me dá uma idéia!
- Que idéia?
- Posso ver?
- Não!

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Giovanna

por H. Thiesen

Vou confessamais...ou extremamente tarada, penso em sexo o tempo todo. Onde estou, sempre acho algo que me excita muito. Se estou no banho, tenham certeza que algo vai me excitar. Se estou no trabalho, não faltam homens e mulheres que me chamem a atenção. Se vou a qualquer lugar, em qualquer momento, no saguão do aeroporto ou no escuro do cinema, aparece o tesão, aliá, as vezes muito tesão. As vezes ele vem insuportável, fico excitadíssima e não há outro jeito senão, me masturbar. Num local público, masturbar-se é impossível, mas sempre acho um jeito. Minha líbido é enorme e já houve dias que me masturbei quatro ou cinco vezes, é uma delícia e exploro cada cantinho do meu corpo (se estou em casa, é claro) para ter orgasmos deliciosos.
Sou apaixonada pela minha "constantemente perseguida", aliás, sou totalmente fissurada por ela, falta-me ser contorcionista para beija-la, lambê-la e chupá-la demoradamente.

Normalmente não uso calcinha, deixo-as para aquelas horas do rala e rola, para dar um tom mais...

Continue Lendo!

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Que gozada!

por H. Thiesen 

Quem na minha cama deita
deleita-se com essa devassa
tem sonhos e fantasias
e um tesão que nunca passa
Quem na minha cama deita
aprova e não reclama
quando de manhã vai embora
não esquece dessa dama
Quem na minha cama deita
é um homem presenteado
à deliciar meu prazer
e ser por mim saboreado
Quem na minha cama deita
pode morrer de tesão
e será um privilegiado
se ganhar meu coração
Quem na minha cama deita
não se engane com os gemidos
podem eles ser autênticos
como podem ser fingidos
Quem na minha cama deita
sem me dar nenhum prazer
pode se tornar mais um
e nunca mais vai "me ter"
Quem na minha cama deita
que tenha malícia e pegada
pois gosto de homem especial
que me deixe toda aguada
Quem na minha cama deita
tem que ser homem invulgar
que saiba do que preciso
para eu morrer de gozar
Que na minha cama deita
tem que me fazer amada
fazer de tudo comigo
e arrancar aquela gozada!

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Ah... Essa língua!





por H. Thiesen 

Ah... Essa língua
que me deixa louca,
e me faz desejar,
morrer de prazer
na tua boca!









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Vem te lambuzar em mim!

por H. Thiesen 

No calor de um beijo ardente, nossos corpos estremecem e com carícias ousadas a tua mão desliza sobre o meu corpo. Ela, explora as minhas partes mais íntimas e descobre nelas as minhas vontades secretas.
Boca sedentas revezam beijos ardentes e molhados. As peles coladas trocam entre elas os nossos calores. A respiração ofegante denuncia o desejo e o prazer que sentimos. O coração bate forte, absorvendo cada emoção desse momento.
Eu te quero e você me quer, nos queremos e somos o complemento um do outro.
Ansiosa pelo pode vir a seguir, quero ser tua com todo o calor dessa paixão e com a imensidão dessa volúpia. Quero ser tua e mergulhar nessa luxúria, sem medo, sem culpa e sem receio de estar cometendo pecado. Quero te sentir em cada carícia, quero te ver extasiado e suado. Quero que me sintas em cada beijo e em cada toque, quero que me vejas excitada e molhada.
Te quero duro e quente, para saboreá-lo milimetro por milímetro. Quero levar-te à loucura e tê-lo inteiro na minha boca. Quero devorá-lo da glande aos testículos e dar-te prazer com os lábios, a língua e os dentes. Deixe-se envolver pelo calor dos meus lábios, deixe-me transitar minha língua em teu sexo e sinta o leve roçar dos meus dentes na tua masculinidade.
Te quero molhando a minha pele com a tua saliva, passeando a boca em meus seios e adonando-se dos meus mamilos. Faça-me enlouquecer, sentindo o calor dos teus lábios, buscando em meus seios a satisfação dos teus desejos. Lambe-me, de-me o prazer da tua língua molhada. Mordisque meus bicos deixando-os retesados e desça ao meu ventre, procurando os atalhos e deixando na minha pele teus rastros de saliva. Não pare e vá ao meu sexo, devore-o com toda a tua vontade. Envolva, lamba e sugue. Saboreia meu sexo molhado de néctar. Use tua língua e descubra os segredos que ele esconde, em cada uma das dobras, em cada da lábio e de atenção especial ao meu clitóris. 
Te quero em mim, duro e profundo, usufruindo o tesão que sinto por ti, Entre os desejos, sonhos e fantasias,
eu me entrego pra ti e te entregas pra mim. Te quero assim, sem limites, sem medo e sem pudor.
Vem, vamos juntos ao êxtase, estou a tua espera, com as pernas abertas e o sexo molhado. Vem te lambuzar e me faça gozar. Vem que te espero, para nos dar um gozo intenso, molhado, completo e total.

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Devaneios de um grelo revoltado!

por H. Thiesen 

Chega!
Cansei de viver escondido e apertado dentro da calcinha, sendo maltratado pelo fio-dental!
Afinal de contas, apesar de pequeno, sou muito solicitado! Sou, digamos, importantíssimo e as mulheres não viveriam tão bem, não fosse eu! Para falar a verdade, eu sou a causa e o efeito da gozada! Se o problema é orgasmo... É tudo comigo!
Tem gente por aí, querendo diminuir a minha importância e inventando moda. Querem desvirtuar e falam que existe os tais orgasmos vaginais e quem tem até orgasmo anal. Santa heresia! Pior mesmo, é querer diminuir a minha importância e tentar achar o tal ponto G, que cá entre nós, ninguém sabe se existe de fato ou onde é que ele fica realmente. Tudo abobrinha e teoria.
A verdade é que se faz sexo com a cabeça, claro! Com a minha cabeça, a cabeça do grelo! Isso mesmo, grelo! Ou por acaso alguém, naquela hora, fala com todas as letras: - Chupa meu clitóris!
Aliás, apelidos não me faltam, para uns sou o clitóris, para outros o clítoris, tem quem me chame de botão do prazer e o pior dos apelidos é "pinguelo", horrível! Gosto mesmo é ser chamado de Grelo, com "G" maiúsculo, senhor dos gozos assombrosos. 
Não é a toa que a grande maioria da mulheres chega ao orgasmos pela estimulação clitoriana, chique né? Clitoriana, até parece coisa do século XIX, tempos de reinado da Rainha Vitória! E por falar nela, não existe mulher que não se sinta vitoriosa, depois de um orgasmo monumental. E quem é o responsável? Quem, quem, quem? Euzinho, o tão afamado, querido e maltratado, Grelinho de estimado, mestre das gozadas diabólicas! Se bem que, existe os grelões, mas isso é uma outra história, o que eu posso fazer se eles gostam de aparecer? São uns exibidos!
Ah sei! Irão me perguntar: - Por que maltratado?
Vocês não sabem, como é difícil a vida de um grelo! Tem gente que não tem noção e me lambe com a língua dura, isso para mim é puro sofrimento, coisa para sádicos e masoquista, claro alguns o são e adoram ser torturados, fazer o que, cada um na sua. Fosse somente isso, mas não para por aí, e quando cravam os dentes? Fico tal e qual uma tampa de caneta Bic. Não, não, azul não! Mordido mesmo!
Sou o grelo, o parque de diversão, desde cedo, logo que aparece os primeiros sinais de feminilidade, quando os hormônios afloram e os dedinhos descobrem as suas utilidades.
Vocês sabiam que eu tenho o mesmo tecido erétil do pênis, que fico irrigado de sangue, aumento de tamanho e fico durinho? Não sabe? Ora, usa o dedinho e experimenta! Você vai ver, sou capaz de fazê-la subir pelas paredes! Ou então, pede para alguém me chupar e veja o que acontece!
Ser grelo tem lá suas vantagens, por exemplo, quando aquele órgão dantesco, chamado caralho falha, uma linguinha experiente e uma chupada bem dada , resolve o problema!
Lembrei dele! Se existe um sujeito mal-educado, é esse tal de caralho. Vem para a festa na casa dos outros, lindo, rijo, ostentando potência e vai embora de cabeça baixa, murcho e cansado, ainda por cima deixa tudo cuspido. Já cansei de ficar todo lambuzado com a má-educação dele!
Então, diante de tudo isso, eu mereço ficar em um lugar tão escondido, úmido e escuro?
Claro que não, está na hora de exigir meus direitos, um pouco de ostentação, não faz mal à ninguém. Eu poderia ficar na testa, na ponta do nariz, no queixo. Sim, por que não seria necessário, esperar para usar e abusar de mim. Tudo às claras! Uma coçadinha na testa! Uma esfregadinha no nariz! Uma roçada no queixo! Ficaria facílimo! As mulheres não precisariam das horas propícias para uma boa siririca! Seriam vários orgasmos por dia! Algo corriqueiro, coisa normal do dia-a-dia feminino. Tão natural, como coçar a cabeça, limpar o "salão", coçar o ouvido, opa! Na orelha é um belo lugar, totalmente estratégico. Imagine-me na sua orelha, no lugar do lóbulo, seu namorado chupando a sua orelha e você gozando desesperadamente!
Não, não não! Não aceito de maneira nenhuma que diminuam a minha importância ou, que tentem competir comigo, gozo vaginal, gozo anal, etc e tal, é coisa de cientista, lorota de pesquisador.
Porque eu sou o pontinho mais tesudo do corpo de uma mulher e, gozo gostoso... somente eu para dar, com pau ou sem pau!
Ok, ok... Acharam que eu esqueci? Como eu poderia? Lógico, sou tesudo mesmo e também posso ser grelo, grelinho ou grelão! Na maioria das vezes sou o do meio, nada muito exagerado e nem muito escondido. Mas também posso ficar ali, lindinho e faceiro, pequenino entre as carnes e nem por isso menos tesudo. E olhem, quando sou grelão é de saltar os olhos, fico com aquela ostentação, exibido e furando a calcinha. Todos os meus tamanhos são válidos, mas ser grelão é uma aventura, até na praia tenho que me cuidar e acreditem, muita gente correu pra longe de mim!
Tenho dito!

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É o orgasmo!

por H. Thiesen 

Mordo-me nos lábios
selando as minhas ilusões
eu ardo e incendeio
Minhas mãos não descansam
sedentas e nervosas
consomem a minha nudez
Meus dedos aflitos
vagueiam meu corpo
e mergulham em meu charco
Sou fogo e água
Queimo e escorro
Grito e gemo
quebro o silêncio
Estremeço, vibro e deleito
É o orgasmo!


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Sem pudores

por H. Thiesen 

Quando me beijas
E sinto o calor da tua boca
Do teu gosto brota meu querer
E emoções me deixam louca

Tu penetras-me o íntimo
Afasta de mim a paz paz
Retira-me a tranquilidade
E me faz te desejar mais

Entrementes o nosso beijo
Sinto que vou desabar
Obra tua no meu ser
Que sinto ao te amar

Viajando em tua lama
Quase durmo acordada
Tenho um sonho possível
De amar e ser amada

Se viajo no teu beijo
Desperta-me a lascívia
E te quero sem limites
Até o raiar do dia

É difícil segurar
Me assola essa paixão
Que me faz sem controle
E caio em tentação

Resisti-la é um martírio
Negar-me é aflição
E irrestrita te entrego
Corpo, alma e coração

Meu pudor se faz ausente
Entrego-me sem pensar
E mergulho no teu corpo
Decidida a te amar

Com instintos sem controle
Não me importo de pecar
Tuas curvas são tentações
Quero mais te navegar

Navego o teu pescoço
Em tuas ilhas desembarco
Nos teus seios me detenho
E com a boca finco marco

Retomo de novo o rumo
No teu ventre eu velejo
Até a tua vertente
Para saciar o desejo

Decidida a te amar
Banho-me nas tuas águas
Saboreio o teu prazer
E bebo o teu desaguar

Desse jeito eu me solto
Traço uma nova rota
Te navego de volta
Direto à tua boca

Molho a minha pele
Com o suor dos teus poros
Que denuncia teu gozo
E nossa falta de decoro

Chego logo a tua boca
Provo todo o teu cansaço
Te acalmo com carinhos
Te afago com um abraço

Sem nada te pedir
Fico ao teu lado deitada
Esperando a minha vez
Por você ser navegada

Sem regras e sem pudores!

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Só penso em sexo!

por H. Thiesen

Quando chega à noite, eu deito na cama à tua espera.
O meu pensamento se torna atrevido
Lembro o teu corpo com toda a malícia. Crio fantasias e sonho sonhos muito molhados.
Imagem cedida por JORDANATELLES.COM.BR
Deitada na cama, eu viro e reviro entre os lençóis e só quero você!
Mesmo cansada, perco o sono e a minha mente me trai, torna-se lasciva e fico fora do meu próprio controle.Penso somente em você, no negro da noite dos teus olhos, no teu sorriso maleva, que se tornam venenos e me fazem te desejar. Meu corpo incendeia e te quero comigo. Enlouqueço e viajo para um mundo de fantasias, onde existe somente o prazer do encontro de dois corpos.
Sei que estou sozinha, mas é como se você estivesse ao meu lado. Meu desejo por você é tamanho, que me faz sentir a tua presença. Sinto o teu cheiro entrar pelas minhas narinas e o sabor da tua pele se faz presente.
Lembro cada um dos detalhes do teu corpo, o bronzeado da tua pele contrastando com a minha, teus cabelos longos e escuros grudando no meu suor e entrando em minha boca durante o nosso beijo e nossas carícias. Sinto tua língua invadindo a minha boca, procurando pela minha e me arrepio com a lembrança da tua saliva em minha pele, deixando rastros frios pelo meu corpo quente. Meus seios se eriçam ao lembrar dos teus beijos sobre eles ou da tua língua lambendo meus mamilos e os teus dentes os mordiscando.
Corre-me um frio pela espinha, quando me lembro das tuas carícias ousadas sobre meu ventre, descendo pelo meu umbigo e passeando pelas minhas virilhas.
Fico louca de tesão quando lembro da tua boca envolvendo o meu sexo, brincando com meus lábios e lambuzando-se do meu mel.
Deliro ao imaginar o prazer que sinto quando nos amamos, quando nos damos prazer mutuamente. 
Meu corpo fica febril a lembrar-me acariciando teu corpo, descobrindo e desvendando cada uma das tuas partes e descobrindo cada um dos sabores em cada um dos teus pedaços com minha boca.
Vejo-me como uma abelha sedenta à vasculhar uma flor ou como uma criança lambuzando-se com um doce mais do que desejado e salivo fantasiando o sabor da tua parte mais molhada em minha boca.
São instantes solitários e mágicos, que me fazem extravasar o meu desejo e toco-me desesperadamente e não consigo controlar os movimentos frenéticos das minhas mãos e dos meus dedos. É  um tesão absurdo e um desejo imenso de ter você ao meu lado, para matá-los e saciá-los.
O suor escorre do meu corpo, me encontro entre lençóis revirados e revoltos, abraço  o travesseiro de encontro aos meus seios, tentando suprir a tua falta, tenho necessidade do teu toque, do teu beijo e do teu corpo. Meu corpo retesa-se e depois estremece, sinto espasmos intensos. Transformo as minhas mãos nas tuas e aperto-as contra meu púbis, os dedos não param, dedilham e invadem. A minha respiração torna-se ofegante, meu coração perde o compasso, molho-me generosamente entre as pernas e...
Não aguento, impulsivamente grito e gozo!
Deixo-me relaxar, acaricio meu próprio corpo. Deito de lado e encolho-me na cama. Estou um pouco aliviada, mas ainda sinto a falta do teu corpo, preciso de você. Adormeço.
Sinto-me abraçada, um beijo no meu rosto. Estou sonhando!
Abro os olhos... Você chegou! Agora posso tornar realidade todas as minhas fantasias!

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Sobremesa

por H. Thiesen 

Te jogo na cama
Te despojo das roupas
Te cheiro gostoso
Na ponta da língua
Provo sabor da tua pele
Te como
Te engulo
Mato minha fome
Em todo teu corpo
Te ponho na boca
Te faço meu vinho
E sacio a minha sede
Te faço a entrada
Petisco saboroso
Para mim degustar
Te ponho na mesa
Te faço banquete
Te parto no meio
É do meio que eu quero
O melhor recheio
Que me faz salivar
Manjar delicioso
Com calda aprazível
Minha sobremesa
Servida na tua taça
Recheada de fruta
Doce e madura
Para me lambuzar
E para finalizar
Como a tua boca
Me enrolo na tua língua
Me espalho em teus seios
E deixo-os molhados
com minha saliva
Aproveito e desço
Pelo teu ventre
E volto à tua taça
De fruta suculenta
Para provar e beber
Néctar delicioso
Todo o teu gozar
Depois de saciada
Farta e satisfeita
Vou deitar sobre a mesa
Fazer do meu corpo
Tua comida predileta
E os meus seios eriçados
Teu precioso maná
O meu sexo molhado
Teu prato principal
Servir-te na minha taça
Deliciosa bebida
Meu néctar saboroso
Para matar tua sede
Meu mel e meu gozo!

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Na frente do espelho!

por H. Thiesen 

Sobre meu peito se debruçam dois montes simétricos e belos, gêmeos de picos róseos e duros, que aguço e admiro, frente ao espelho, descobrindo seus enleio, nessa hora ensejo de prazer, toma conta do meu corpo e te desejo intensamente. Tu chegas ousada e maliciosa e te debruças sobre minhas costas, tuas mãos unem-se as minhas e galgam a minha pele macia. Tua boca busca os meus ombros desnudos e caminham em direção ao meu pescoço, me arrepio ao sentir o calor do teu hálito. Tua mão desliza pela pele do meu ventre e percorrem o caminho do desejo em busca da entrada da minha floresta e a encontram serenada pelo prazer. Arrancas da minha boca gemidos lancinantes e minha respiração se torna forte e descompassada.
Sinto teus seios  e com bicos duros pressionados e roçando a pele das minhas costas, tua outra mão passeia em meus seios entumescidos, teus dedos apertam meus bicos duros de tesão.
Um calor súbito sobe pelo meu corpo, me arrepio, sinto me amolecer totalmente. A exploração das tuas mão e o calor do teu corpo encostado ao meu, me faz quase desfalecer de prazer. Nos movimentos de nossa dança erótica, os pelos do teu púbis acariciam minhas nádegas. As minhas mãos buscam as tuas pernas, procurando por tua gruta úmida e quente, encontro um charco de excitação que lambuza meus dedos. Eu invadida por teus dedos, provoco com meus dedos a mesma invasão em ti e reages me apertando contra teu corpo.
Viro-me para ti, te abraço e beijo a tua boca. Meus seios tocam os teus, minha perna entra por entre as tuas, sinto o teu calor e a umidade que molha a minha coxa. Desço para os teus seios e deixo a minha boca se abastecer dos teus mamilos, prossigo meu caminho por teu ventre e encontro teus pelos negros serenados de tesão. Adentro as tuas pernas e ponho-me a sugar o mel precioso que escorre de ti, minha língua te acaricia, te penetra e sugo teu botãozinho de prazer. Você geme e grita de tesão, aperta-me contra ti, como querendo que eu entre em você de uma vez por todas, mas apenas minha língua é capaz de aprofundar-se e provo o teu orgasmo delicioso e saboroso, o cheiro do teu prazer me abastece e o gosto do teu gozo mata a minha sede.
Levanto-me e ergo-me até a tua boca e levo junto o teu gosto em minha boca para te dar uma prova, nossas bocas se unem e nossas línguas se cruzam. Tua mão entra por entre minhas pernas e trás com ela o meu mel e me oferece seus dedos para que os sugue. Sinto tua língua deslizando pelo meu corpo, tomando o mesmo caminho, pelo qual eu antes percorrera em tua pele. Tua língua quente em meu segredo me faz delirar de prazer, sem demora, a pura excitação na qual me encontro, faz eu banhar tua boca com minha seiva. Meu corpo estremece, seguro teus cabelos e aperto minhas pernas, me esfrego em tua boca, sinto tua língua dentro de mim e gozo exaustivamente!
O espelho é apenas um cúmplice do nosso prazer!

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Incontrolável

por H. Thiesen 

Eu sou o desejo
sem regras e sem limites
Sou o pecado
e a falta de decência
A falsa moral eu ignoro
e da ousadia eu desfruto
Aos tímidos eu ensino
Dos atrevidos eu abuso
Sussurros e gemidos
são minhas melodias preferidas
Me alimento de libido
e sacio a sede com o prazer
Meu tesão é urgente
imediato e inconsequente
E o meu gozo é intenso
sublime e verdadeiro
Um orgasmo incontrolável!

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O Banho

por H. Thiesen 

A água quente escorria sobre seu corpo e ela sentia infiltrar-se nos poros e assediar todos os milímetros da sua pele. O líquido descia à explorar-lhe também a alma e adicionava tesão crescente ao corpo molhado. 
Destituído de suas roupas, ele juntou-se a ela e uma festa volutuosa começava a desenhar-se sob as gotículas prateadas e a espuma docemente branca. Quando entravam no chuveiro esqueciam-se completamente de onde estavam e dedicavam-se apenas a fundir seus corpos, no meio do vapor quente que emanava no ambiente. 
O abraço e o beijo eram um pretexto para o envolvimento, logo as carícias mais ousadas espalhavam a espuma por suas peles, até chegar no momento, no qual se apertavam contra os azulejos frios e de pé, escorados na parede fria, davam vazão ao sexo ardente.
Tudo fluía como a água que caía sobres eles, tudo sucedia como as gotas que repicavam em suas peles. O suor escorria-lhes pele abaixo e eles trepidavam num vaivém transgredido de desejo.
Pressionada à parede, ela agarrava-se ao pescoço e abraçava-lhe com as pernas. Ele sustentava-a pelas nádegas e apertava-se contra os seios, aos quais, ele vez ou outra dava um jeito e sugava-os ardentemente Suas bocas também juntavam-se a uma sucção doentia e, mormente, de intenso prazer.
A umidade da água e dos vapores, misturavam-se às seivas daquelas sensações incontroláveis e percorriam cada centímetro de seus corpos entrelaçados.
Ela gemia e com suas unhas, rasgava-lhe a pele. Ele fundia-se à ela num ritmo alucinado e arfando ao seu ouvido, sustentava-a sobre o membro ereto.
Somente depois de muito entrar e sair, o prazer percorreu-lhes as carnes estremecidas e externou-se entre urros e gemidos. Ela apertou-se em seus espasmos intermitentes contra ele e gotejou um orgasmo intenso. Ele latejou e derramou-se dentro dela, num êxtase insano, em forma líquida.

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Seduzida por um coroa

por H. Thiesen 

Há alguns anos nos conhecíamos, víamos-nos e falávamos de vez em quando, coisas comuns, assuntos sem importância.
Ele era quarentão de olhos verdes, cabelo grisalho, alto, porte atlético, gostava de músicas de todos os ritmos, eclético para ler e esportes radicais. Para os parâmetros femininos, ele era lindo, sensual e charmoso. Tinha rosto e cheiro de homem, gostoso!
Eu, uma menina de vinte e pouco anos, com preocupações na faculdade, trabalho, tinha muitos amigos e, um namorado loucamente apaixonado, ciumento e não me dava sossego um só minuto. Digamos, pegajoso ao extremo. Não perguntem porque eu o namorava, não saberei responder. Sei lá por que as vezes insistimos com coisas que não gostamos ou que sabemos que não dará certo.
Enfim, nunca pensei na possibilidade de ter algum relacionamento com aquele homem, até aquela época, homens mais velhos não me chamavam a atenção. Também, nunca pensei em beijar daquela boca carnuda e sensual, eu sequer o tratava como um amigo e tirar-lhe a camisa, mergulhar no seu peito e sentir o seu cheiro mais de perto, era algo que eu não cogitava.
Certa vez, nos encontramos na festa de aniversário de um amigo em comum. Fiquei feliz de encontrá-lo por lá, pois mesmo eu não tendo maiores pretensões, ele era excelente companhia, sentamos em uma mesa de canto e ficamos praticamente o tempo todo conversando sobre tudo, rimos, bebemos, beliscamos petiscos, falamos sobre trivialidades, musica, livros e da vida, foi muito bom! Até então, ele era um empresário e achei que o seu interesse também era apenas de amizade.
Depois deste dia, nos aproximamos um pouco mais. Ele passou a me ligar com maior frequência e ficávamos horas conversando, depois vieram os convites e encontros para cafés, almoços e jantares. Nossas conversas ficavam cada vez mais íntimas. Ele falava comigo o tempo todo. Elogiava meu cabelo, meu comportamento, falava que gostava da minha companhia, por me achar inteligente, descontraída e cheia de vida. Eu me deliciava ouvindo todas essas coisas e a cada dia que passava me envolvia mais com ele e, julgava que não passava de um jeito carinhoso de falar com uma amiga.
Notei que com o passar do tempo os comentários ficavam mais pessoais, alguns mais quentes, até que um dia indaguei-o sobre isto e ele respondeu que tinha encontrado a mulher dos seus sonhos e que ele adoraria poder viver uma história com ela.
Perguntei-lhe se tinha dito isso a ela e ele respondeu que não, pois tinha medo da reação dela e que fazia algum tempo que nutria estes sentimentos, desde uma festa na qual ele ficou ao seu lado o tempo todo.
Suei as mãos, a minha espinha gelou e meu coração disparou. Como sempre fora educado, ele pediu-me desculpas por estar falando daquela forma, perguntou-me se poderia continuar e se poderia sonhar com algum momento ao lado dela.
Respondi-lhe que estava surpresa, de certa forma surpresa com o que ele havia me dito, mas que ele continuasse. E continuamos conversando, até que na conversa começamos a falar de beijos ardentes, abraços envolventes, carícias e partes do corpo que mais gostávamos um no outro. Eu sentia o ar parar, um aperto me deixava como se não pudesse respirar, mas estava gostando e já me sentia excitada.
Bem mais à vontade comigo, ele disse-me que me achava uma mulher deliciosa, um tesão e que sonhava em poder ter muito mais, do que conversas quentes.
Meu desejo já então aflorado, tornou-se urgente, fiquei louca para me jogar nos braços dele homem e ser engolida por inteira. Mas, para minha decepção, ele disse-me que não tinha tempo naquele dia, pois tinha um compromisso inadiável. Disse-lhe que compreendia, aproximei-me e ofereci-lhe a minha boca e tive que me contentar com apenas um beijo, ardente e delicioso.
Combinamos de nos encontrar o mais rápido possível e marcamos o dia para ele me buscar na faculdade. Hora e local apropriado para despistar o meu namora, a criatura pegajosa que eu estava descartando dos meus planos e que em breve lhe diria que a fila havia andando.
Logo que terminou a aula, sabendo que ele me aguardava, corri para o estacionamento e embarquei no carro, nem nos cumprimentamos direito e nos beijamos. Depois ele deu partida e durante o trajeto fomos conversando. Eu prestava atenção em cada palavra dele e confesso, fiquei encantada. Ele me levou ao seu apartamento. Com cortesia, ele serviu-me um vinho, colocou uma música e pediu-me para esperá-lo à vontade, pois precisava tomar um banho. Não demorou muito e ele reapareceu na sala, trajando um robe branco e bem descontraído. Sentou-se ao meu lado e fez menção de dizer alguma coisa, porém calei-o com um beijo.
Enquanto nos beijávamos, acariciei sua nuca e escorrendo a mão pelo seu pescoço, desci para o seu peito, fazendo-a passar pela abertura do robe e deixá-lo entre aberto. Procurei pelo seu mamilo, brinquei neles com meus dedos por algum tempo. Descendo mais um pouco, abri-lhe totalmente o robe e deixei minha mão deslizar para dentro da cueca. Encontrei seu pênis ereto e quente, retirei-o para fora e o masturbei vagarosamente. Diante disso, ele desabotoou a minha blusa e ergueu o meu sutiã, deixando meus seios ao seu dispor, os quais ele beijou e sugou. Eu já estava extremamente excitada, decidi deixar a sua boca e ir à procura do que eu desejava. Comecei beijando seu pescoço, depois seu peito e o retante do seu ventre, até chegar ao seu membro rijo e envolvê-lo com carícias deliciosas, com os lábios e a língua. Fiz sexo oral nele por algum tempo e em cada carícia que eu lhe dava, ele suspirava ou gemia levemente. Despi a minha calcinha e subi novamente pelo seu corpo. Levantei a saia e sentei sobre as suas pernas, deixando a minha vagina molhada sobre o seu sexo e ofereci-lhe meus seios. Novamente ele segurou-os em suas mãos e mergulhou neles como um bebe faminto. Quanto mais ele se adonava dos meus seios, mais eu me excitava e rebolava sobre o seu membro. Estava tão excitada e molhada, que era possível ouvir os ruídos e estalos dos meus lábios vaginais, quando roçavam no pênis rígido.
Segurei seus ombros, acomodei-o no encosto do sofá e olhei diretamente nos seus olhos, apontei o pênis em minha vagina e sentei vagarosamente, até senti-lo totalmente dentro de mim. Deitei-me sobre seu peito, deixando-lhe sentir o contato dos meus seios e o beijei ardentemente, enquanto mexia para cima e para baixo os meus quadris. Ele me abraçou com força e me ajudou no vai-e-vem. Parecia que eu estava sonhando, tamanho era o prazer que eu sentia. Não sei quanto tempo ficamos assim, lembro apenas da sua respiração ofegante e das palavras que ele dizia-me ao ouvido. Meu coração batia forte, um calor enorme tomou conta do meu corpo e uma falta de controle me dominou. Senti o orgasmo vir forte, acelerei os movimentos, joguei-me sobre ele e apoiei-me nos seus ombros e deixei-me ao sabor do gozo, pressionando meu clitóris em seu púbis, para ampliar as minhas sensações e gozei freneticamente. Junto ao meu orgasmo, ele também gozou e jorrou o seu prazer dentro de mim.
Permanecemos abraçados algum tempo, não dissemos nada, apenas nos deliciamos um no outro e aproveitamos todas as sensações finais daquele ato delicioso, somente depois ele me disse:
- Estou apaixonado!
- Não, não diga isso?
- Por que? É o que eu estou sentindo!
- Eu não quero!
- O namorado?
- Não, terminei o namoro no fim de semana.
- Então?
- Bem, não quero me envolver, por enquanto ficamos assim!
Ficamos em silêncio por algum tempo, mas não sem nos darmos muitos carinhos e beijos. Depois despi a roupa que ainda restava em meu corpo e repetimos tudo de novo, porém sem aquela ansiedade inicial. Nos vimos muitas outras vezes e nunca tivemos algum compromisso. Foi bom, enquanto durou e nem sei por que acabou, um dia resolvi sumir da vida dele para sempre, mudei-me para longe e nunca mais o vi! Ainda hoje recebo seus recados, mas prefiro guardar somente as lembranças.
A partir deste relacionamento comecei a ter preferência por homens maduros e a interessar-me por eles, preterindo os garotos da minha idade e essa preferência acompanha-me até os dias de hoje. Bem, nem tanto! Hoje em dia já não sou mais uma garotinha e atualmente, tenho quase a mesma idade que eles!

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Dedos

por H. Thiesen 

Teus dedos que acariciam meu rosto
são os mesmos dedos
que me trazem às narinas
o cheiro da tua libido.
Teus dedos que acariciam meus lábios
são os mesmos dedos
que me trazem à boca
o gosto do teu desejo.
Teus dedos que tocam meu corpo
são os mesmos dedos
que impregnam minha pele
com a tua lascívia.
Teus dedos que tocam meu sexo
são os mesmos dedos
que exploram meu íntimo
e invadem teu sexo
Teus dedos tolhidos de néctar
são os mesmo dedos
que me arrancam gemidos
sussurros em uma língua sensual
que só nós entendemos
diante dos nossos laços carnais
Teus dedos que me trazem à boca
o sabor do teu sexo
são os mesmos dedos
que levam à tua boca
o sabor do meu sexo
Teus dedos que me trazem o gozo
são os mesmos dedos
que exploram tua luxúria
e embebidos de mel
te oferecem prazer
Teus dedos no meio de tanta doçura
não são os mesmos dedos
que te levam às alturas
por que esses dedos
são dedos nervosos
e são os dedinhos meus!

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Me fode!

por H. Thiesen 

Tuas mãos ágeis tomaram o caminho do meu maxilar, senti a firmeza dos teus dedos e meus lábios ganharam um beijo ligeiro, mas ardente. No instante seguinte, aproximei meus lábios ao teu ouvido e para ele onde murmurei frase obscena:
- Quero tua boca na minha buceta... Me devora!
Desejo, malícia e fantasias. 
Deslizou tua mão pelos meus cabelos longos e ainda molhados, envolveu algumas mechas com os dedos longilíneos, puxando-as e fazendo-me inclinar a cabeça para trás. Teus lábios maliciosos e quentes desceram pelo meu pescoço e roçando a minha pele, rumaram para o meu corpo nu. O desejo ficou mais intenso e a lascívia se fez presente. Notei meu corpo arrepiar por inteiro e um breve calor ruborizou meu rosto. A tua outra mão encontrou-se com meus seios e acariciava-os sofregamente, primeiro um e depois o outro. Como golpe final, que me custou a entrega, apertou meu mamilo entre os dedos. Percebendo-me, desceu por meu ventre e pousou na minha...

CONTINUE LENDO!

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Com todo o meu prazer!

por H. Thiesen 

Então eu te tomo, uso e abuso, te faço o meu refém. Com as minhas garras, te prendo, te domino, te deixa impotente e te como.
Faço-te sentir entre amarras, que calam tua boca, atam as tuas mãos e teus pés, enlaçam teu corpo e, me aposso do teu corpo, da tua boca e do teu sexo.
Eu te submeto, entre laços e nós, uma verdadeira teia de desejos, como mordaças e cordas, que te fazem calado e imobilizado, inteiramente ao meu dispor.
Eu te judio, mordo tua boca, cravo as unhas e os dentes em teu peito, arranho as tuas costas, marco as tua nádegas e disponho da tua pele.
Jogo-me à tua vara, dou meus carinhos à ela, aperto-a entre os dedos e envolvo com a boca, provando com a língua o sabor do gosto de macho passivo, invadido por trás por meu dedo profano.
Faço-te submisso, presa fácil e rendido, pelas minhas carícias, sempre ousadas e até certo ponto selvagens.
E pelo teu ponto mais fraco, apesar de duro como um aço, eu te pego, deixando que ele me invada e se enterre nas minhas carnes e o quero no fundo, pela frente e por trás.
Recebo-o com gosto e faço do meu tesão, a tua punição. Com um tapa na tua cara, teu orgulho eu varo e incendeio de vez, quando te vejo delirar e os teus olhos brilhar.
Tudo isso me excita muito, fico toda molhada, escorrendo desejos e ao mesmo tempo percebo, que não és um coitado, pois todo o abuso, que imputo a ti, é por que deixas que seja assim.
Como num jogo insano, sem nenhum limite, viro um gata, brincando com o rato abatido.
Faço-te montaria e cavalgo a tua agonia, por que eu te possuo e me declaraste a tua rendição, como um meu prêmio, pela minha luxúria e para minha satisfação.
Nessa hora, eu sou tua dona, a tua amazona e não retrocedo. Na minha cavalgadura, me ponho à galope, subo e desço insistente até atingir o deleite.
Sobre ti me permito à todo prazer, gozo com todas as minhas forças e intensidade. Somente então eu sinto, te deleitando em mim e jorrando nas minhas entranhas, todo o prazer que eu te dei.

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A lâmina e a gruta

por H. Thiesen

Entre minhas coxas, como uma serpente, teu corpo me invade. 
Como uma aranha insaciável, sedenta e lasciva, teço minhas teias em volta de ti.
Invadida nas entranhas pela tua serpente voraz, te ato com as pernas e te prendo a mim.
Sou teu enleado, sou o teu nó apertado. 
Nó cego intricado, justo e preciso.
A serpente e a aranha é uma mútua devora, do duro e do molhado, da gruta e do falo.
Lobo tu és, faminto que instiga a minha vontade e libido.
Sou fera felina, ávida e aberta, tenho instintos de fêmea à tua espera.
Tu és a lâmina e eu sou a fornalha, apuro tua têmpera, com minhas chamas e com minhas águas.
Sou o teu cálice embebido de néctar, onde bebes paixão, onde derramas tua seiva de gozo e tesão!

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Nua e Crua

por H. Thiesen 

Sou mulher, sou fêmea
Um vulcão em plena erupção
Sou o pecado
Sou tentação
Quente, fogosa e gostosa
Pronta para te devorar
Querendo te dominar
Sou mulher, sou fêmea
Á beira de uma explosão
Teus carinhos me chamam
Tua paixão me arrebata
Teu corpo me causa tesão
Vem com vontade
Eu quero o teu gemido
Eu quero todo teu corpo
Espremido ao meu
Te quero sem controle
Com toda urgência e pressa
Sou mulher, sou fêmea
E quero a tua pele
A tua língua molhada
A tua saliva gelada
Vem e ferve comigo
Me dá o teu leite quente
Melado e escorrido
Me deixe lambuzada
Sou mulher, sou fêmea
Eu te prometo
Vais gozar como nunca
Por que hoje eu preciso
Em ti me acabar
Pois hoje eu te espero
Totalmente molhada
Com o tesão à flor da pele
Nua e crua na cama!

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Sabor do Pecado

por H. Thiesen 

Meu desejo é ardente
Quero apossar-me do teu delírio
 e imputar-te um doce martírio
Provando cada uma das tuas gotas
Deliciando este sabor feminino
Trazendo-me impressões inomináveis
De um pecado tão sublime
Que se traduz em gemidos
Música suave aos meus ouvidos
Ah... Que delícia!
Poder provar-te assim
Degustar esse néctar açucarado
Quando tu gozas pra mim!



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Perversas e Devassas

por H. Thiesen 

Rompemos beijos quentes pela noite silenciosa e em muitos dias ensolarados. Nossos lábios cruzaram e nossas línguas entrelaçaram nos traçados sequiosos de nossa devassidão, para nos abandonar aos ímpetos dos nossos instintos.
Pergunto-me pela loucura e cravo no teu ser, palavras luxuriosos e sussurros de desejos. Ouso consumir tuas carnes, para matar a minha fome. Com audácia, atrevo-me beber teus líquidos, para saciar a minha sede e, ati entrego o meu maior segredo, recebendo-te entre as minhas pernas, para sentir-me sorvida na essência.
Nossos gemidos destemperados, nossos gritos despreocupados e nossas palavras sussurradas, são as trilhas sonoras das nossas fantasias, a melodia da nossa dança, a embalar a beleza das formas e os dóceis movimentos dos nossos corpos em completa sincronia.
Carinhos concupiscentes, carícias perversas e devassas, beijos e mordidas, sugadas e lambidas, tudo nos leva ao prazer carnal. Ventre, coxas, costas, nádegas e por onde houver carne à arranhar, nossas unhas não se furtam à rasga-la. Nossas bocas completam uma a outra e buscam o deleite das iguais ao encontrarem nossos sexos para sorverem e beberem do nosso mel.
É assim que conquistamos a beleza do orgasmo e provamos o sabor de um fruto maduro e suculento, sem nenhuma forma e cor, mas que existe e nos faz viver, uma para a outra!

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