Tesão é uma coisa louca!

por H. Thiesen 

Eu preciso fazer sexo! É sério! Sexo bem gostoso. O negócio está feio! Tão feio que se nada acontecer nas próximas horas, eu vou ficar tão excitada, que até os cabelos da minha vassoura, atrás da porta, irão ficar lubrificados. Que urgência doida! Tesão é uma coisa muito louca! Eu não entendo, eu sou uma mulher linda, vistosa, cheirosa e limpinha, imagina se eu fosse feia? 
É muito sério! Com esse atraso todo, se eu pegar alguém, nem fico excitada, eu gozo direto! 
Atraso é coisa muito louca, sobe pra cabeça! É... Não ri não! O negocio está subindo pra cabeça e se espalhando pelo restante do corpo, é como uma erva daninha no chão adubado.
Já nem me lembro direito quando foi a última vez! De lá para cá, tenho suprido minhas necessidades com o dedinho. Ontem, a dor no dedo era tanta, que fui ao médico, fiz uma ressonância magnética e acusou tendinite. Pode? Tendinite no dedo! O médico me disse que é LER e pediu-me para evitar movimentos repetitivos. Era só o que me faltava, necessitada, apavorada, com dor no dedo e proibida de fazer siririca. Sim claro, nada mais repetitivo do que um dedinho masturbando! Mas não faz mal, tenho mais nove dedos!
A bem da verdade, masturbação já não esta adiantando, está ficando insuficiente. Enfim, já estou até tendo alucinações. Ontem no supermercado, na frente do balcão frigorífico, achei que havia milhares de pênis empilhadinhos. Foi aí que eu notei, eu estou precisando urgentemente de sexo! A noite passada me peguei pensando no meu ex, com tanto homem gostoso dando sopa por aí e eu fui logo me lembrar daquele filho da puta! Eu tenho que estar muito atrasada, aquele lá nem pinto grande tem e é um enorme safado! Ah, não estão acreditando, eu conto!
Eu fui para a balada, por que o filha da puta disse que iria viajar naquele dia, sem nada para fazer resolvi ir sozinha. Entrei na festa, não conhecia ninguém, escolhi uma mesa, sentei-me como uma verdadeira donzela, pedi uma cerveja e fiquei olhando as pessoas, correndo os olhos pela pista. Num certo momento, olhei para aporta da entrada e quem eu vi? O filha da puta! Pior, junto com a minha melhor amiga, digo, a Vaca Asquerosa, que se dizia a minha melhor amiga. Mas... Fiquei fria! Não sou de fazer escândalos. Eles entraram, não havia mais nenhuma mesa sobrando e foram sentar em um sofá perto da entrada. Não sou ciumenta, mas não consegui tirar os olhos deles. Uma pouca vergonha, beijo de língua  mão passando aqui, mão passando ali, colinho numa das pernas, colinho na outra perna, vestido levantando até o limite da bunda, nariz no meio dos peitos. Ah, eu não tenho ciúmes, mas não aguentei! Levantei furiosa e fui até eles. Parei na frente dos dois e o filho da puta me olhou:
- Amorzinho... - disse o fdp.
- Amorzinho, o cacete! - respondi furiosa.
- Não é o que você está pensando! - disse o fdp e eu desci do salto!
- Eu não estou pensando porríssima nenhuma! Eu vi, com esses dois olhos aqui! Você e esta vaca!
- Pérai, vaca... - tentou falar a asquerosa, mas eu não deixei.
- E você cala boca, sua Vaca Asquerosa! - gritei furiosa para ela.
Ela se jogou em cima de mim, agarrando e puxando os meus cabelos. Mas eu sou esperta! Segurei o decote do vestido e puxei com força. Pronto, vaca à nocaute! Mulher com os peitos de fora, é um doce para bater!  Desci o cacete na ruminante ladra de namorado!
Veio a turma do deixa disso e nos separaram!
Me perdi, o que eu estava falando mesmo?
Putz, acabei de me lembrar, estou com um tesão danado! Eu quero fazer sexo urgente. Minha periquita já está criando teias de aranha.
Por falar em aranha, quando foi que eu coloquei a minha pra brigar? Isso eu não vou contar, por que a minha última colada de velcro, foi com aquela Vaca Asquerosa! Por favor, não insistam. Eu não sou ciumenta, não mesmo, não estou nem aí! Mas é demais pra mim. Se eu começar a contar, vou imaginar ela dando pro fdp e isso me dá uma raiva, mas é raiva mesmo, daquelas que corrói por dentro, não é ciume!
Não gente, sinceramente, eu estou precisando de sexo! Minha perereca já virou uma rã, de tão inchada! Tô aqui sentada e molhei as calcinhas. Como diz uma amiga: Tô pingando!
Dá licença... vou ali colocar o dedinho para funcionar! Outra hora continuamos o assunto!

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Nuas e Cruas

por H. Thiesen 

Amo te ver nua
Por que você quando nua
Me molha com teu suor
E  mergulho em você
Em todos os teu poros

Na tua nudez
O calor não tem fronteiras
Minhas mãos ficam criança
Perdida em mil fascínios

A tua pele salobra de suor
E o teu cheiro adocicado
É o meu universo nessa hora
A água que me sacia
O alimento que me nutre
E a luz que me cega de desejo

Eu me desnudo para você
E ficamos em harmonia
Com esse deslize de peles
O doce encontro de bocas
E um laço de línguas

Nossos seios um ao outro
Amassados no abraço
E nossas pernas num enlace
Juntamos as nossas matas

Nossas coxas se lambuzam
Em nossas flores lascivas
Rios caudalosos e torrentes
Brotam de nossas encruzilhadas

Denunciando os desejos
Ratificando prazer
Serpenteamos e nos roçamos
Nosso ritmo louco e frenético

Nossos sexos em nossas coxas
O calor nos faz molhar
Tomadas pelo cansaço
Chegamos juntas ao orgasmo

Nada mais resta a nós
Além de saborear o clímax
O gozo nos arrebatou
Gozei e te fiz gozar!

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Lambuzada

por H. Thiesen 

Teu gozo sobre a minha pele, é como um combustível, que me faz incendiar.
Teu gozo sobre meus seios, é como uma água fervente, que queima a minha pele.
Ah, esse líquido precioso, que denuncia o teu ápice e escorre na minha pele, me fazendo vibrar.
Essa seiva lasciva, que me dá água na boca e me deixa louca, querendo prova-lá.
De todas as partes, é sobre os meus seios, que sinto maior prazer, quando te vejo gozar.
Me alucino com o calor dos pingos e a sensação,  do sumo aquoso, deslizando e descendo, deixando o rastro de visco, por onde ele passa!
Deliro, ao ver o teu orgasmo e os teus jatos errantes lambuzando meus seios.
Quando vejo teu gozo, derramar-se em mim, cada pingo é uma forma de contato, do teu prazer consumado, com o meu desejo escaldante!

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A Evangélica: As primeiras descobertas!

por H. Thiesen

Fui criada dentro dos ensinamentos da doutrina evangélica, o que me fez ser uma boa mulher, humilde, acolhedora, pacífica e temente. Isto sempre foi e continua muito importante para mim e no meu relacionamento com o mundo, porém, os excessos de cobrança e a imposição de regras, algumas absurdas, me fizeram uma mulher infeliz.
Eu sempre fui muito bonita, eu sabia que sentiam orgulho quando tinham-me por perto e  o orgulho não...

(Conto republicado)

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Sozinha numa balada!

por H. Thiesen 

Para uma mulher sair “sozinha” é uma epopéia. Em pleno século XXI, basta irmos a uma balada, que o retrocesso é evidente, retornamos ao machismo de outrora. 
Numa balada, a lógica que impera, com os devidos significados, observações e sensibilidade masculina, é a do “sozinha ou acompanhada”.  
O significado de "mulher sozinha” é “sem homem”. Ou seja, mulher não tem o direito de ficar sem um. Aliás, na prerrogativa imperante masculina, toda mulher quer estar com um homem, ou no mínimo está ansiosa pela companhia de um macho. A bem da verdade, para os baladeiros de plantão (diga-se garanhões de plantão), se mulher está sozinha, com certeza está à procura de um homem, por mais que mostre desinteresse por eles, está se fazendo de difícil ou fingindo que está bem, tentando enganar-se, mas de qualquer forma, querendo muito e com urgência, uma companhia dotado de badalos no meio das pernas.
- Oi!- Oi!- Tudo bem
- Tudo bem!
- Você está sozinha?
- Não, estou com amigas!
- Ah! Então não está acompanhada?
- Não falei que estou com as amigas?
- (Risos) Não, não... Eu quis dizer namorado?
- Não, não tenho namorado!
- Prazer... Carlos Augusto!
Homem não tem jeito, se ela não tem namorado é sinal aberto para ele se atirar de cabeça. Na cabeça masculina, ela não tem direito de querer ou não querer, o que existe de fato é o estar sozinha ou acompanhada e se está sozinha, está louca por um macho.
- Oi, como vai?
- Bem!
- Posso saber seu nome?
- Pode, mas não estou muito a fim de papo!
- Falo sério!
- ( Sorriso amarelo)!!!
- Por que? Você está acompanhada?
- Não!
- Posso te fazer companhia?
- Cara, eu só estou dançando, me divertindo!
Sozinha ou acompanhada, na balada tudo se resume a isso! Será que em sã consciência, uma pessoa não pode se divertir, dançar e ouvir música do jeito que ela quer, sem ser importunada?
Mas não ficamos só nisso, tem os insistentes e inconformados, caso clássico e corriqueiro:
- Olá, qual o seu nome?
- Sandra?
- Prazer, Elton!
- É...
- Podemos conversar...
- Já não estamos conversando?
- Claro... Isto é... sim, mas eu queria te fazer uma pergunta!
- Ok, pergunte!
- O que você acha de ficarmos junto?
- Olha... na verdade não estou a fim!
- Por que? Você tem namorado?
- Você perguntou se eu queria ficar com você?
- Sei... Como uma mulher tão bonita pode ficar sozinha assim?
- Como falei, não estou a fim! Simples assim!
- E o que você vai fazer sozinha a noite toda?
- Ora, o que eu estava antes de você chegar: Me divertindo com os amigos!
- Pensa bem, comigo você vai se divertir muito mais!
- Bem... Eu fui bastante clara, ou quer que eu desenhe?
- Calma!
- Com licença!
- Espera, desculpe!
- Não tem que se desculpar!
- Fui rápido demais, né?! Vamos mais devagar, conversamos mais um pouco, sem pressa, o que você acha?
- Com licença!
- Oh gata, não te faz de difícil!
Não entendo, quem disse aos homens que, quando as mulheres dizem “não”, elas estão se fazendo de difíceis? Será possível que a palavra "não" tem outro significado na lingua deles?
Porém, para mim o mais detestável e que não passa na minha garganta é o punheteiro, que está sempre pronto com o pau na mão e com cara de tarado.
- Oi, podemos conversar?
- Não!
- Por que?
- Por que não!
- Está acompanhada?
- Estou com a minha namorada! Oi amor!
- Interessante, gostei disso! (Com os olhos brilhando, um sorrisinho safado e o pensamento estampado na cara: - Duas lésbicas lindas, é hora do show! Hoje eu me dou bem! Tesudas)
Mulher sozinha na balada (diga-se: sem macho do lado), sofre!

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A Primeira Vez

por H. Thiesen 

Eu a conheci anteriormente em algum lugar, não lembro bem onde foi, algo rápido e só de vista e num outro dia, a vi pela segunda vez. Estávamos em um happy hour só de mulheres, ela era amiga da amiga da minha amiga, algo assim. Conversamos um pouco, coisas banais e quase no final da tarde já estávamos íntimas. Passamos às confidências e ela ficou sabendo da minha predileção por mulheres. Curiosa, fez muitas perguntas e pude notar um certo brilho no seu olhar.  Disse-me ela, que nunca teve esse tipo de aventura, que nunca ficara curiosa a respeito, mas ultimamente estava sentido um pequeno interesse. Porém, conhecia mulheres que como eu transava com outras, mas isso não mudava nada e não se importava de ter amizade com elas. O papo estava bom e teve muitas perguntas indiscretas, sem me envergonhar, fiz toda questão de não enrolar e dar respostas diretas.
A noite caiu e quase todas as outras, já haviam ido embora. Nos despedimos e prometemos nos encontrar novamente, para terminar a conversa. Ela me deu o seu telefone e eu retribui dando-lhe o meu também. Fomos embora, ela para um lado e eu para outro lado da cidade. O tempo passou e dela eu esqueci, o número foi parar no fundo da bolsa, esquecido em um bolsinho num papel amassado.
Um certo dia ela me ligou, perguntando se ainda lembrava. Eu disse que sim e que estava surpresa, pois fazia tempo e não esperava mais encontra-la. Ela me falou que encontrou o meu número perdido entre tantos papéis na sua bolsa. Lembrou do assunto e resolveu me ligar, para terminar a conversa.
Eu disse que sim e marcamos a hora, num final tarde, na sua casa, depois do trabalho.
Na ligação ela parecia impaciente, estava também ofegante e me fez prometer não faltar ao encontro. Aparentou-me que estava ansiosa e me deu a impressão, que queria por em prática o que conversamos. 
Perguntei-lhe por que me escolheu, para conversar e retirar suas dúvidas, ela respondeu que me achou confiável e que com suas amigas não tinha essa abertura.
No dia marcado fui ao seu apartamento, um prédio bonito e perto do Centro. Quando cheguei, ela abriu a porta, olhou em meus olhos e soltou um suspiro profundo. Um alívio talvez! Entrei pela porta e ela me recebeu com um beijo no rosto, o qual eu retribuí, depois me deu um abraço, que mais parecia um verdadeiro amasso. Ela me convidou a sentar no sofá e para minha surpresa, sentou-se ao meu lado.
Falamos um pouco de trivialidades, mas ela me olhava dentro dos olhos. Logo ela interrompeu a conversa e me disse que precisava confessar algo importante. Assenti com a cabeça e lembrei-lhe sobre a conversa que tivemos no happy hour e lhe respondi que o convite que ela me fez, foi para uma conversa e estava ali para lhe ouvir. Continuando com a voz embargada, talvez por vergonha, ela me disse que queria transar comigo.
Para dirimir todas as minhas dúvidas, eu lhe perguntei quantas vezes ela já tinha saído com mulheres. Ela respondeu prontamente, que nunca havia transado com uma e que eu seria a primeira.
Estava quente e soltei os cabelos, enquanto pensava na sua proposta ousada. Resolvi aceitar, sabendo que ela, além de mulher linda, era bem delicada e nas avaliações, eu nunca me engano, valia a pena investir naquela relação.
Ela vestia uma calça jeans e a camiseta branca denunciava que estava excitada. O corpo dela era bonito, nem magra e nem gorda, ela era exata. Seios médios e cintura fina, quadris um pouco mais largos e pernas bem torneadas, tinha uma pele clara e vistosa, dava para notar um leve bronzeado. Enquanto a media da cabeça aos pés, nesse tempo resolvi o que deveria fazer.
Antes de tudo, deixei que ela relaxasse, perdesse a tensão e ficasse tranquila. Para que a ansiedade, não a atrapalhasse ou causasse um bloqueio.
Continuei conversando, dando-lhe a entender que ainda não era hora propícia. Fiz algumas perguntas, como se estivesse curiosa também. Perguntei-lhe sobre os seus gostos e do que ela esperava de outra mulher. Ela me disse que era louca pelos toques, pois se excitava quando via as suas amigas tocando uma à outra na sua frente, porém nunca tinha se atrevido à experiencia, um pouco por receio e outro pouco por vergonha. Disse também, que queria provar o sexo com outra mulher, por que a muito tempo desejava e que naquela tarde anterior, me elegeu para ser a primeira mulher na sua vida, pois simpatizou com o meu jeito de agir e com a minha sinceridade. Já mais segura, eu também relaxei e se tratando de toques, dessa arte eu entendo! Aquela situação exigia cuidados, uma vez que, a primeira vez é sempre difícil, carregada de euforia e ansiedade. Deslizei minha mão no o ombro dela, acariciei seu rosto e desci vagarosamente pelo colo dos seios, sobre o tecido branco, circundei com o dedo um dos seu bicos. Ela respondeu  à carícia, fechando seus olhos e gemendo baixinho, o mamilo intumesceu e denunciou-me o tesão que ela sentia.
Aproveitando-me dos olhos fechados, aproximei-me e beijei-a na boca, enquanto a envolvia com um dos braços e passeava a outra mão em todas as extensões dos seus seios. Desci a mão devagarinho pelo seu corpo, sentindo o calor do seu ventre, abri a sua calça jeans e pelo zíper aberto, introduzi a minha mão. Encontrei-a umedecida, excitada e totalmente envolvida pelo clima. Não havendo mais volta e vendo que ela estava mesmo disposta a experimentar o sexo entre duas mulheres, ajudei-a a despir-se, até deixá-la nua. Com os olhos fechados e sentada no sofá, ela transpirava e respirava intensamente, mostrando-me a sua inexperiência e deixando para mim as iniciativas.
Ajoelhei-me no sofá, deixando as suas pernas entre as minhas. Beijei-a e envolvi-a com os braços, ela correspondeu ao beijo e abraçou-me fortemente. Já estávamos completamente envolvidas e tudo fluía naturalmente. Cessei de lhe beijar e apertei-a contra meu peito, fazendo-a roçar seu rosto nos meus seios.
Levantei-me e pus-me de pé a sua frente, despi toda a minha roupa, mostrando-me nua para ela. Trouxe a sua cabeça ao meu corpo e encostei seu rosto ao meu ventre, o qual ela beijou carinhosamente e ao mesmo tempo, eu arranhava as unhas levemente nas suas costas. Abri as minhas pernas um pouco e conduzi-a próximo ao meu púbis, para que ela sentisse ligeiramente o meu cheiro.
Fiz encostar-se no sofá e arqueei meu corpo sobre o dela, coloquei meus lábios sobre a sua boca e a beijei molhado, introduzindo-lhe a minha língua. Ela sugou-a com vontade e por alguns momentos travamos um embate com as nossas línguas sedentas. Deixei a sua boca e dirigi-me ao seu pescoço, tomando o caminho dos seus seios, acariciei-os, beijei e os lambi demoradamente. Segurando-o nas mãos, apertei-os firme e forte, fazendo seus mamilos tornarem-se proeminentes, aos quais eu dediquei deliciosos e demorados minutos, sugando-os e lambendo-os intermitentes, um após o outro e vice-versa.
Sentindo-a relaxada e livre de preocupações, desci pela sua barriga até o seu umbigo, onde me demorei um pouco até retomar o caminho e procurar pelo segredo molhado entre as suas pernas. Sem nenhuma pressa, afastei as suas coxas com delicadeza e então cheguei onde eu queria. Circundei as carnes em volta da vagina, beijando, mordiscando e lambendo, sem tocar os lábios e o clitóris, mas mesmo assim, ela já mostrava-me os primeiros traços de um orgasmo. Com a proximidade do gozo, voltei a sua boca, para logo após ir novamente aos seios. Enquanto os beijava, acariciei seu clitóris com um dedo, de maneira lenta, mas intensa. As vezes eu parava e descia para dedicar-me ao seu sexo e em cada uma delas, notava-a mais molhada. Alternando-me entre as sua boca, seios e sexo, eu cuidava para que ela não gozasse e curtisse a intensidade do momento. Na primeira vez, esse é um dos segredos, os toques e as carícias suaves de uma outra mulher, são capazes de fazer gozarmos rapidamente.
A sua excitação ficou imensa, a ponto de não mais se segurar e tudo o que eu poderia fazer para evitar o gozo, se tornaria em vão. Senti seu corpo estremecer e as suas coxas se retesarem. Ela apertou a minha cabeça entre as suas pernas e com as mãos forçou-me contra seu sexo, aproveitei para fremer a língua com mais velocidade e intensidade no seu clitóris. Entre gritos e muitos gemidos, ela gozou freneticamente tendo espasmos imensos, os quais pareciam convulsões. Encolhida no sofá e apertando o púbis com as mãos, ele ficou um tempo se contorcendo e somente depois de algum tempo, seu corpo desabou totalmente.
Sentei-me ao lado dela, coloquei a sua cabeça sobre meus seios e fiquei acariciando os seus cabelos, tentando acalma-la. Passaram alguns minutos, quando ela olhou para mim sorrindo e disse:
- Nossa!
- Gostou?
- Se gostei? Puxa, nunca mais vou esquecer!
- Que bom!
- Nunca imaginei que um dia eu gozaria assim!
- Calma - respondi-lhe - você conheceu apenas a metade!
- Puxa... Tem mais ainda?
- Sim... Tem a minha vez!
- Uauuu! Vai ficar para sempre na minha história!
Não sabia ela, que dar prazer a outra mulher, é tão saboroso quanto receber. Creio que seja por isso, que o sexo entre nós e tão satisfatório.
Enquanto ela se recuperava dos efeitos do orgasmo estonteante, trocamos confidências de ambas as partes e fiquei com uma certeza, que para dar prazer a nós mulheres, é necessário muito carinho, sensibilidade e competência! Depois voltamos a atenção a nossos corpos e eu ensinei-lhe como... 
- Bem, isso é uma outra história! Mas tenho certeza, para ela foi inesquecível!

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Tamanho importa? É claro que sim!

por H. Thiesen 

Tamanho importa sim, e muito. Em outras palavras, importa se o homem assimilar o tamanho da sua ferramenta. Porém, nesse caso, as dimensões possuem mais identificação com a postura do que com o volume, porém a postura pode ter relação com os centímetros. Ou seja: A tomada de atitude de um homem em relação ao seu pau é mais  importante e mais eficiente, do que alguns centímetros a mais. Trocando em miúdos, vale mais uma mente equilibrada, aberta e livre de tabus, do que uma mente pequena. 
De outro modo, paus maiores podem induzir uma mulher a prolongar-se dentro de si e isso, é uma decisão íntima, porque algumas mulheres podem não querer ou ser  levadas à esse diferencial. Aí é que encontra-se o potencial da importância do tamanho. 
O jeito que um homem fode é importantíssimo e subestimado. Um cara de pau pequeno com uma pegada forte e que saiba dominar o ato, pode ser bem melhor do que um outro com pau grande e que não consegue foder direito. Pessoalmente, prefiro um pau que consegue me dominar, sendo assim, não me importa o tamanho, mas se o cara não saber usar muito bem a sua ferramenta, prefiro os maiorzinhos, nem tão compridos e mais grossinhos, com os quais eu me viro melhor.
Vale dizer que, ter consciência do tamanho da sua ferramenta e saber usá-la, é saber dosar-se e, proporcionalmente ao seu tamanho, fazer a companheira sentir-se bem durante o ato. Não adianta ter um pau enorme, se na hora o homem pensar que a bucetinha é um pilão! Afinal, homem com pegada não é aquele que soca forte e quer encontrar o fundo, mas aquele que tem domínio completo da situação, impõe-se na relação e mostra que naquela hora ela, a mulher, é sua!
Creio que até aqui eu não falei diferente da maioria das teorias, opiniões e posições, que são ditas por aí. Para mim dizer que o tamanho não importa, é uma posição que só satisfaz o politicamente correto, porque pessoalmente tenho a certeza que isso não é a verdade.
Conhecer um cara, fazer diversas fantasias a respeito dele, imaginar e se excitar com o que pode acontecer numa trepada e ir para a cama com ele, pensando que pelo menos a ferramenta é de tamanho normal ou é na média da maioria e, dar de cara com um "anjinho barroco", eu duvido que mulher não se decepcione ou que pelo menos não fique com vontade de rir!
- Que mulher fantasia um cara com pau diminuto? Da mesma forma, que mulher fantasia um pau de 35cm? Claro, há as exceções, mas a grande maioria fantasia um "pau", e pau, não quer dizer um pintinho ou um arrombador!
Na maioria das vezes a resposta à pergunta sobre o tamanho, é a clássica palavra "performance", ou seja: Tamanho não importa, o que importa é o que o cara faz! Mas cá entre nós e se o cara tem pintinho e é ruim de cama? Não dá nem para se virar sozinha. Porém, se o cara tem pelo menos um pinto normal, a trepada não será perdida, dá para remediar a situação!
- Fica deitado quietinho, deixa comigo, que eu mexo!
Ora, há mulheres que gostam de paus grande e mulheres que não, assim, se há gosto, é porque há preferência e então, o tamanho importa. Se uma mulher gosta de pau grande, o tamanho importa para ela, para outra que não gosta, também importa, porque ela sente-se bem com paus menores. As razões para preferir paus menores são várias e geralmente se apresentam como medo, desconforto, dor, bucetinha apertada, xoxotinha rasa, nada que não possa ser superado com um bom diálogo, paciência e muita excitação. Verdade seja dita, muitas tem medo de paus maiores, mas não tem medo de dar a bunda e, o cu não tem dilatação e nem lubrificação, coisas naturais que acontecem com a vagina durante o ato sexual, conheço mulheres que dão o cu à seco e nem por uma cuspidinha reclamam.
Diante disso, há uma pequena observação a ser avaliada; É muito mais fácil uma mulher que gosta de paus maiores satisfazer-se com pau menor do que o contrário, pelas razões que descrevi nos primeiros parágrafos, mas é claro, a performance do homem sempre será relevante.
Existe um pormenor que não é levado muito em consideração, o diâmetro do pau, algo que com muito menos frequência os homens se importam, pois para eles a referência é o comprimento. Quanto mais grosso o pau, maior será a sensação gerada à mulher, pois a área mais sensitiva numa buceta é a entrada e as sensações de saindo e entrando, enquanto estimulando simultaneamente o clitóris, é que fazem a diferença. De nada adianta um pau grande socando forte, levando o útero à garganta e causando desconforto, bem como, um pau pequeno escapando toda hora, batendo cabeça na entrada e machucando as adjacências.
É difícil transar com um pau muito comprido e ter ele lá dentro, mas torna-se algo profundo, posto que ele está lá e parece estar tocando o seu íntimo. De outra forma, ter dentro de si algo, sem importância de tamanhos, mas que sabe flanquear todos os seus sentimento, é um tesão imensurável. Em suma, quando se trata de tamanho do pau, o que importa mesmo é a grossura e claro, cada mulher prefere o tamanho que lhe cabe melhor, mas isso não quer dizer que ela não vá satisfazer-se com esse ou com aquele tamanho!
Fica claro então que, falando do tamanho do pau, em relação às mulheres,preferir é uma coisa, satisfazer-se é outra!
Resumindo tudo, o tamanho do pau importa, desde que o homem tenha consciência do que possui. Não adianta ter um pintinho se portar-se como se tivesse um pintão e achar que a mulher vai gozar só por que está com ele. Não adianta ter um caralho enorme, se não souber administrar o volume e ao contrário de dar prazer, proporcionar desconforto, achando que a mulher está gemendo de tesão pelo tamanho da ferramenta!

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Vingando-se de um boquete!

por H. Thiesen

Toda a noite era a mesma coisa, ele me acordava enfiando o pau na minha boca. Não, não que eu não gostasse, mas despertar de um sono profundo, quase engasgando com uma pica afundando na garganta, ninguém merece...
- Puta que pariu! De novo seu tarado!
- Que foi? Não gostou?
- Pelo contrário... Eu adoro isso! Mas você poderia variar de vez em quando!
- Variar como?
- Ora! Me acordar... Lambuzando a tua boca na minha xana!
- É que eu não resisto a essa boca deliciosa!
- Cacete...  Nunca conheci um cara com tanta tara por boquete!
- Ah, deixa de frescura... Vem logo e chupa isso! Mete esse pau na tua boca divina!
- Ahaha! Boca divina! Que desculpa furada!
- Claro que é. Tua boca é um atentado ao pudor! Uma violação aos bons costumes. Uma verdadeira agressão! 
- Cretino, está comigo por causa da minha boca?
- Não, mas ela é irresistivel!
- Tarado, tenho mais outras coisas gostosas neste corpinho!
- Tem, mas a xana, o cu e os peitos estão sempre cobertos. A boca não, está sempre aí, à disposição!
- À disposição... O Caralho!
- À disposição do caralho mesmo! Sempre nua, vermelha e carnuda! À vista, pedindo por um pau!
- Filho da puta, quantas vezes já dormi nua e foi a mesma coisa? Meteu o pau na minha boca e não viu o resto. Tenho ânus e vagina, lembra?
- Lembro e conheço muito bem! Mas cada vez que viro, dou de cara com essa boca, não consigo me conter!
- Acha o quê? Que minha boca é depósito de sêmen?
- Ahahahaha! Bem, pelo menos não sobra uma gotinha sequer!
- Porra! Olha como você me trata!
- Que isso! Quando nos conhecemos, eu me controlava. Mas eu conversava olhando para tua boca e advinha? Eu imaginava o meu pau dentro dela!
- Ahahaha! Está confirmado... É taaaaaaara mesmo!
- Tara não, só gosto enfiar o pau na boca mais safada e mais tesuda que existe.
- E quem te disse que eu quero chupar?
- Deixa de lero, você adora! Vem logo e cai de boca!
Não deu outra, não resisti e caí de boca! Afinal... Chupar pau é gostoso pra caralho! Perdoem-me o pleonasmo!
Sempre que ele dorme na minha casa, é assim: Ele me acorda, a qualquer hora da noite ou até mesmo durante o soninho depois do meio-dia, esfregando o pau na minha boca, mas um dia eu me vingo e vou acordá-lo com um delicioso e maravilhoso boquete. Ah, se vou!

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Me devora!

por H. Thiesen 

Ultimamente é impossível não pensar em você! Por mais que eu tente desviar os pensamentos, eles acabam indo diretamente à você, caindo de boca no meio das minhas pernas e saindo somente depois que eu gozar.
Sentir a tua língua e a tua boca quente, é todo o meu maior e mais urgente desejo. Ou melhor, antes fosse apenas mais um desejo. Mas não! É uma necessidade. Uma necessidade urgente, de ter um chupador particular, um lambedor favorito e escolhido à dedo para a minha buceta, bem safado e que também saiba tocar uma bela siririca, do jeitinho que eu gosto.
- Ah! Que delícia! Mete essa língua!
Para um bom entendedor, meia palavra basta. Porém, para que você não esqueça e só para lembrar e deixar bem claro:
- Essa buceta é só tua! 
Ela tem o gosto que você gosta, é da medida que você quer, tem a temperatura que você deseja e a umidade exata que você prefere. Essa buceta é do teu jeito, sem nada tirar e nem por! Perfeita para a tua boca!
- Que tesão! Chupa aí, vai!
Abro-a para você, esfrego-a na tua cara, roço-a na tua boca, mas para ser franca, eu prefiro as artimanhas da tua língua. Antes que eu esqueça, eu adoro quando você está com a barba mal-feita.
- Putz! Quase gozei!
Quero que você a devore. Beba o néctar que sai dela e engula se quiser, o mel gostoso. Você pode tudo, é o dono da minha buceta. Se eu fosse você, agradeceria pelo privilégio. Sim, agradeceria com requinte, pois essa buceta não é para qualquer um!
- Ui! Cuidado com o dente!
Sirva-se da minha buceta, deguste-a por inteiro. Lambuze-se nos lábios úmidos e rosados, delicie-se chupando e lambendo o grelinho inchado. Percorra-a  pelas carnes latejantes. Aproveite a ocasião e meta-lhe a língua bem no fundo. Sorva-a-a como um animal sedento. Chupe-a com voracidade, como se fosse pela última vez. Afogue-se com as águas que dela escorrem.
- Definitivamente, estou escorrendo e pingando!
Faça-me contorcer de tesão e revirar os olhos do avesso de tanto prazer.
- Ahaaaaaaaaaaaaa! Gozei!
Meu predileto chupador, resumidamente, o que eu tenho para te falar, é isso:
- Cai de boca e me devora a qualquer hora! Preciso tanto!

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Quero tudo!

por H. Thiesen 

Sou um vulcão ativo
aguardando a erupção
Uma bomba relógio
esperando pela explosão
Você não sabe
e nem mesmo desconfia
o que me provoca
Você não sabe
nem mesmo deduz
o perigo que corre comigo
Eu sou intensa
sedenta
esfomeada
Eu me entrego inteira
mas quero tudo
até mesmo as sobras
chupo até o caroço
Te ofereço as entradas
mas a mim te prendo
Te dou o que você quer
mas exijo o que eu quero
Se você não é capaz
ou acha que não vai aguentar
Nem tente!
Porque não me contento com pouco
Quero tudo e mais um pouco!


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Quero ser comida de todos os jeitos!

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por H. Thiesen 

Um lenço negro cobria-me os olhos, eu apenas sentia o perfume e o calor da tua presença. O hálito quente do meu rosto denunciava a tua proximidade e para me dar certeza disso, tua boca beijou a minha. O gosto da tua saliva despertou meu desejo, o mistério me envolvia numa penumbra deliciosa, uma torrente de calor tomou conta do meu corpo. Tua língua lambeu meus lábios, invadiu-me a boca e junto a minha travou um duelo, qual serpentes numa batalha agressiva antes do...

CONTINUE LENDO!

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Um banho delicioso!

por H. Thiesen 

O dia estava no fim e uma garoa fina caia. A tarde foi longa e cansativa, a poucos minutos eu chegara em casa, tirara a roupa e deitara nua na cama, para relaxar um pouco e me desfazer do cansaço.
Levantei-me, abri o closet, escolhi uma das camisetas surradas, que gosto de usar, sem sutiã, quando estou sozinha em casa, peguei uma calcinha, cheirei-a para avaliar o perfume, calcei uma chinela de dedos. Deixei sobre a cama a camiseta e a calcinha, peguei a minha toalha e fui para o banho.
Entrei no banheiro, abri a torneira para encher a banheira. Parei em frente ao espelho, grande e na parede inteira,  minha silhueta ainda continua quase a mesma. Os cabelos tingidos de loiros, escondem alguns brancos que já apareceram. O rosto não é mais de uma menina, mas está livre de rugas e tem poucas marcas da idade. Olhei minhas curvas, corri minhas mãos pela cintura, os quadris são largos, mas não achei um pneuzinho sequer. A bunda é grande, mas firme, creio que é linda, claro tem celulite, pouquinha, mas qual a mulher que não tem? É fato, não existe algo mais feminino! Os seios agora maduros, continuam com a mesma beleza, caíram um pouco é verdade, coisa da idade mas, nada que necessite uma intervenção com urgência. A barriga, continua o meu orgulho, é reta, como de jacaré, como é difícil mantê-la.
Olho com mais atenção para o umbigo, para ver se a cicatriz do implante salino nos seios, desapareceu totalmente. As pernas e coxas torneadas, pelas corridas diárias, são meus troféus que exibo com satisfação. Não posso reclamar, ainda estou muito bem, gostaria que todas chegassem assim, aos trinta e sete.
De repente um estalo me lembra, a banheira estava enchendo, virei-me de costas para o espelho, caminhei alguns passos e deligo a torneira. Era a hora do banho, a água estava morna e relaxante.
Entrei devagar na banheira, coloquei uma perna e depois a outra, aos poucos fui abaixando e deixando a água cobrir o meu corpo, me toquei molhando cada milímetro da minha pele. A espuma cremosa ajudava , deixando mais suaves os meus toques. Comecei em meu rosto, passei ao pescoço e aos ombros, toquei meus seios e os deixei envolvidos num véu branco de espuma, desci pela minha barriga, passando pelo umbigo e ventre, até encontrar o meu sexo. Abri um pouco as pernas e deslizei as mãos pelo interior das coxas, levantei uma perna e massageei um dos pés, depois repeti o mesmo no outro. Trouxe as mãos, deslizando nas coxas, de volta ao meu sexo. Contornei-o de leve com a palma da mão e a sensação me acendeu.
Fechei os olhos, coloquei as pernas na lateral da banheira, toquei novamente meus seios com uma das mãos e com a outra o meu sexo. Envolvi meus seios com o braço, num abraço apertado, depois os contornei com a mão, segurei e apertei os mamilos entre os dedos, enquanto a outra, encarregava-se do clitóris e lábios vaginais. 
Perdi a sensação de tempo e espaço, não me privei do meu próprio prazer. Toquei-me de forma alternada, com movimentos ritmados, as vezes bem lentos e as vezes apressados. Meu corpo foi incendiando, o sangue fervendo e o prazer aumentando. Eu me apertei, me esfreguei e me rocei, mexi e remexi dentro da banheira. Permiti-me quebrar o silêncio e deixei escapar meus gemidos. Minha respiração ficou forte e buscava o ar que faltava, os seios emergiam e mergulhavam no branco da espuma. Meu coração acelerou, quase saltando à boca. 
Não dei trégua ao meu corpo e me entreguei aos meus toques, minhas mãos não paravam, manipulavam os seios e o clitóris. Meus dedos me invadiam e buscavam um prazer mais profundo, aquele que vem lá de dentro. O tesão tornou-se arrasador, das carícias passei à violência. Eu me marquei, cravei-me as unhas, me toquei com força e com muita pressa. O barulho da água ficou alto e intenso, a espuma aumentou e caia para fora da banheira. Os gemidos que eram baixinhos, ficaram mais altos e soltei alguns gritos. Meu corpo inteiro começou a tremer e um fogo me queimou completamente. Senti uma verdadeira explosão, ou seria uma implosão e cedi a um orgasmo intenso.
Quase desmaiei, me afrouxei, fiquei por um tempo parada e relaxei. Respirei bem fundo e senti muitas sensações, dos pés à cabeça.
Terminei o banho, me sequei com a toalha e enrolei-a no corpo e outra pequena, na minha cabeça. Atravessei a porta, de volta ao meu quarto, seco os cabelos. Vesti a velha camiseta, a calcinha e na cama, me deitei.
Abri o notebook, pensei um pouco e resolvi escrever um conto, sobre um banho, que por sinal, você acabou de ler!

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Fode assim...

por H. Thiesen 

Fode assim,
na minha carne nua,
sem nenhum pretexto,
eu já te espero nua.
Fode assim,
o meu corpo suado,
sem falsas promessas,
só desejo obstinado.
Fode assim,
com virilidade,
diga-me indecências
e obscenidades.
Fode assim,
sem nenhum rodeio,
mete no meu fundo,
sem nenhum receio.
Fode assim,
com força e ardor,
sem nenhum carinho,
com todo furor.
Fode assim
mata os teus anseios,
na frente ou atrás,
ou meio dos seios.
Fode-me assim,
no fundo da garganta,
na buceta e no cu
que eu nunca fui santa.
Fode assim
do jeito que eu quero
e me faça gozar,
como eu espero.
Fode assim,
na cama ou no chão,
na mesa ou sofá,
apaga o meu tesão.
Fode assim,
deitada ou de pé,
se eu te cavalgar
me faça tua mulher.
Fode assim,
sem pena e cuidados,
pois o prazer é a cura
dos meus machucados.
Foda-me assim,
o meu corpo implora
por tesão e gozo,
Foda-me agora!

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Somente carne na carne!



por H. Thiesen 

Tenho sonhos infindáveis,
desejos inconfessáveis
e pensamentos insanos!
O lúbrico e o impudico
moram em meu corpo
Sou devassidão,
libertinagem e pecado.
Não tente me regrar
e nem me possuir,
no máximo,
terás a entrega
da minha parte carnal.
A outra metade
é rebeldia e volúpia.
Mas levo as duas comigo
quando eu ir embora
De ti não quero nada
além de prazer e tesão!
Entre nós...
Tudo é apenas carnal!

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Roçado no molhado!

por H. Thiesen 

Enlaçada por teus braços
Recebo teu corpo no meu
No calor do teu abraço
Espaço nenhum entre nós
Minha boca te busca
Para roubar o teu beijo
Nossas linguas se enroscam
Misturam meu gosto ao teu
Nossas peles se roçam
Nos causam arrepios
Nos meus seios eu sinto
Teus seios nos meus
Despertam os sentidos
Entre sussurros e gemidos
Estalados de beijos
Que terminam em gritos
No enlace das pernas
O molhado entre elas
Açoitamos as flores
Num roçado entre elas
O cheiro do amor
Exala em loucura
Essa fêmea paixão
Nos leva às alturas
Nosso gozo é intenso
Com grito e espasmo
A dança da flores
Nos leva ao orgasmo
Satisfizemos os cios
No gozo consumado
Com o tesão e o ardor
Do roçado e o molhado!

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Me fode!

por H. Thiesen 

Venha com toda a tua vontade,
com o membro quente e teso,
Ponha-me sobre a mesa,
Entre os pratos, taças e talheres,
Abra as minhas pernas
E mergulhe nos meus segredos!
Mordisque
Sugue
e lambe!
Segure-me pelos cabelos,
Faça deles as tuas rédeas,
E toma-me para tua fêmea,
Vem...
Satisfaz os meus desejos,
Usa,
abusa,
E me fode!

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Teu cheiro, teu gosto, teu gozo!

por H. Thiesen 

O teu perfume é um aroma raro, uma fragrância maliciosa, que enebria e enternece.
O teu sabor é um palato exótico e erótico, como um manjar delicioso temperado com ervas finas, pronto para ser devorado.
Sentindo teus cheiros e provando teu gosto, bebo teu néctar licencioso, uma bebida requintada e refrescante como uma água cristalina, vertida de uma fonte secreta.
É assim que eu me satisfaço...
Com teu cheiro e o teu gosto e, me embriago com os licores do teu gozo!



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Pecado Solitário

por H. Thiesen 

Na ponta dos dedos
toda a lascívia.
Um desejo imenso
queima no corpo.
No pensamento
a luxúria escaldante.
No corpo sedento
o tesão inadiável
Na intimidade de si,
um pecado solitário.
Na ponta dos dedos
a volúpia do toque.
Um dedo circula
toca e explora
Os dedos nervosos
entram e saem
Entre os dedos
o pecado torna-se molhado
É o desejo que brota
e o tesão que alimenta
a libido descomedida
A cadência do início
atenciosa e morosa
refaz o seu ritmo
e os dedos ligeiros
no compasso acelerado
Verte um mel
e entorna a carne
É o gozo
Um orgasmo
O corpo estremece
de prazer se derrama
no meio das pernas
onde o sexo chora!

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Como um cachorro!

por H. Thiesen 

Então... 
Começo falando dos momentos passados,
Quando eu e você nos completávamos...
Sim nos completávamos ... 
Mas apenas na cama,
E você rastejava 
como um cachorro atrás do meu cio
e me fazia gozar como louca!
Lembro de cada beijo, de cada chupada,
de cada lambida e de todos os meus gemidos.
Ainda sinto o calor da tua boca me devorando,
mergulhado no meio das minhas pernas.
Lembro de cada banho de língua que eu te dei,
do prazer que eu sentia quando te engolia
e você tocava no fundo da minha garganta. 
Ainda me lembro do teu jorro quente,
escorrendo de dentro 
e me lambuzando por fora.
Ainda lembro do gosto do teu gozo,
dele derramando pelos cantos da boca
e molhando meus seios, ou então,
os jatos viscosos sobre o meu corpo
e as gotas espalhadas na minha pele.
Ainda ouço os ecos dos teus urros
e das estucadas fortes
que eu recebia quando você gozava!
Lembro sim... 
De cada trepada, de cada gozada!
Foi bom, era puro tesão!
Cachorro... Sinto a tua falta!
Mas passou e tudo ficou no passado!
Eu cresci, 
não sou mais aquela menina,
mas guardo com carinho as nossas lembranças!

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Por tesão e encanto!

por H. Thiesen 

Entrego-me
À vontade
Ao desejo
E ao tesão

Como encanto teus lábios
Cobre-me a boca
E, te sinto afinal dentro de mim
Envolvendo-te por sublime mágica

Tua vara mágica me invade
Meu feitiço a acolhe
Unidos por magia irresistível
Enfeitiçamos um ao outro

Fada libertina sou
Realizo teus desejos
Feiticeiro tu me és
Alçando-me às loucuras!

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O mastro, os lábios e a lingua!

por H. Thiesen 

E tudo.. 
Começa num jogo,
nas tuas partes sensíveis!
Aquele calor dos lábios
e os toques da língua
desbravando a tua pele
Lábios ousados
acariciando com beijos
cada um dos recantos
do teu corpo faminto
Uma língua safada
sedenta e pecaminosa
deixando seu rastro
de saliva molhada 
por onde ela passa
Lábios e língua
em busca das tuas delícias
e das sensações devassas
sem medo do obsceno
No vértice das coxas 
encontram teu mastro
e encarceram teu órgão
em meio à prazeres
Com libertinos carinhos
eles te devassam
circundam, envolvem
e com ímpar perícia
te fazem jorrar
com imenso prazer!


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Goza... Que eu gozo de novo!

por H. Thiesen 

Enquanto a tua boca se sobrepõe a minha, roubando-me um beijo e a tua língua atrevida se enrola à minha, tuas mão gulosas apoderam-se dos meus seios, apertando-os entre o dedos e bolinando meus bicos.
Meu corpo estremece, minha pele arrepia, meus mamilos ficam bem duros e minha flor umedece.
Eu fico de um jeito safado, esperando para me esbanjar nas delícias e sentar sobre o teu falo duro e quente, aguardo ansiosa que ele me invada.
Pegue-me no colo, abra-me as pernas, entra no meu corpo e me faça a tua mulher.
Segure-me pela bunda, ajuda-me a mexer, para cima e para baixo, num moroso vai-e-vem.
Sustenta meu peso com a tua lança, que eu me agarro ao teu pescoço e faço a minha dança. Te amarro com as pernas, te abraço às costas e no meu alvoroço, arranho a tua pele.
No teu entra e sai, quero o que é meu, desse jeito eu gozo, de um jeito bem fácil e, gozar no teu colo, o meu prazer é o teu!
Depois que eu gozar, me joga na cama, me beija, me chupa e me come com gana.
Faz um vai-e-vem, como eu gosto, daqueles que me leva a loucura e que quase morro! Me deixa um trapo, suada e cansada, com o corpo doído e toda encharcada.
Quando notar, que eu não aguento mais, jorra e te acaba em mim, que eu gozo de novo!

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Entre uma e a outra!

por H. Thiesen 

Quando o fogo iniciou no meio das suas pernas e molhou a sua gruta lasciva, subiu pelo corpo e alcançou sua mente, povoando-a de pensamentos devassos, ela a agarrou de surpresa, encostou-a à parede, rasgou-lhe o vestido e arrancou-lhe a calcinha minúscula.
A outra, surpresa com aquela atitude incomum, deixou-se levar pelas carícias ousadas, pela boca e pela língua safada, que percorriam-lhe o corpo e também, incendiou-se.
Os incêndios se uniram, os seios chocaram-se e amassaram uns aos outros, as bocas trocaram salivas e as línguas travaram um duelo ardente.
Foi mágico... Carnal, concupiscente!
A mão dela passeou pelo corpo da outra, por todos os recantos e partes, então as pernas se entrelaçaram e as coxas sentiram o calor das grutas já muito encharcadas.
Renderam-se aos caprichos do desejo, roçaram os seus corpos, trocaram muitos beijos, primeiro na boca e algum tempo depois, beijaram mutuamente seus sexos. Provaram-se, devoraram-se e beberam o mel, uma no cálice da outra...
Saciaram as sedes reciprocamente.
Num gesto instintivo, enredaram as pernas e juntaram os sexo, como flores úmidas de orvalho, num jardim de prazer.
Ah! Que bela cena: Duas mulheres, duas fêmeas, um só delírio latejante!
Com os quadris uma dança, nos seios o balanço e no centro das pernas um roçado molhado de pétalas lambuzadas!
Gemidos lascivos, sussurros sem nexos, palavras incompreensíveis e gritos.
Elas se  movem, mexem e remexem, é o ritmo das fêmeas num desatinado amor.
As mão entrelaçadas, as pernas enlaçadas, os olhos nos olhos afastam das duas qualquer pudor.
O tesão, o furor, o prazer e finalmente a explosão dos vulcões, os orgasmos, juntos e mútuos!
Uma diz: Eu gozei e quase morri de prazer!
E a outra responde: Eu também, gozei como nunca!
No fechar das cortinas da cena, como epopeia final, um beijo!
Os lábios devoradores´e devorados, se sugam e se mordem!
As línguas alucinadas, se tocam e travam um novo duelo!
Quanto prazer pode haver, entre duas mulheres sedentas?
De repente uma chamada no celular, ela atende:
- Alô...
- Ah, é você... Vem para cá?
- Não, não estou só!
- Sim... ela está aqui!
- Que que tem! Ela vai gostar!
- É claro que já gozamos, como duas loucas!
A outra solta um sorriso malicioso e o brilho no olhos fica evidente.
- Ela até riu para mim, está aprovando!
- O que você vai fazer? Ora, ficar entre uma e outra!
- Ahahaha! Dá conta sim, eu sei disso!
- Vem logo, precisamos de um macho!
Ela desligou o telefone, olhou para outra, piscou um dos olhos e disse:
- Ela está vindo!
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Com gana e tesão!


por H. Thiesen 

Faça-me uma mulher
como eu quero ser
atice-me os instintos
e me ponha em chamas
toma-me como posse
rasgue-me as roupas
diga-me palavrões no ouvido
Beije-me
Sugue-me
Lamba-me
Depois abra as minhas pernas
E entre!
Coma-me...
Invada-me ao fundo
Foda-me..
com gana, desejo e tesão!




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Orgasmo Insano

por H. Thiesen 

Num frenesi de carícias ousadas
Entre estalos e gemidos
Banhe-me com tua saliva.
Eu te dou à provar meu segredo
E beba esse orvalho
Que me molha de prazer.
Estou excitada,
Uma fêmea no cio
Sinto na tua boca quente
A volúpia de um intenso degustar
Leve-me ao gozo
Com o calor da tua boca
E esse serpentear malicioso
Da tua língua generosa
Meu corpo todo estremece
Minhas carnes se contraem
Meus músculos retesam
Eu me torço e retorço
E segurando-te pelos cabelos
Mergulho-te entre as minhas pernas
Perco-me no tempo e no espaço
Nada mais me faz sentido
Tudo se resume a um orgasmo insano
e deixo-me derramar na tua boca!



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Que foda, que gozada!

por H. Thiesen

Foi apenas instintos, rolou de tudo! Sexo foi alucinado e a noite inteira muitas trepadas.
O beijo molhado, a língua na língua, o licor de saliva, os lábios mordidos e ardidos.
Os seios espremidos, mordidos e lambidos, mamilos mordiscados, sugados e encharcados de saliva.
Uma siririca pra cá, uma punheta pra lá, os dedos melados, o grelo inchado e sensível, a pica bem dura mostrando que o tesão era imenso.
A pica na boca, a cabeça vermelha no fundo engasgando e fazendo salivar. A xoxota na boca, melando, escorrendo de tanto tesão e o mel labuzando a cara.
Lambidas e chupadas, gemidos e gritos, o grelo e a pica na ponta da língua. A boca envolve e a língua invade. Um engole bem fundo, o outro serpenteia e bebe.
O prazer, o tesão e os dois não aguentam, é hora do vamos ver.
Deitados na cama, sentados na beira, de frente e de costa, pela frente e por trás! A xoxota e o cuzinho devassados e invadidos pelo caralho potente.
Gritos inusitados, tapas ardem na bunda, as vezes mais pesados, outras vezes mais delicados, a pele em febre total e  os corpos estremecidos.
Dois anjos endiabrados, carinho, dor, prazer e castigo. Vai e vem, entra e sai, aqui e ali, movimentos ritmados, momentos sem nenhuma censura, pudor deixado de lado, prazer sem nenhuma frescura.
Em cada grito, o ar que faz falta, a malícia picante, frases desconexas e as palavras sem compostura.
- Me come gostoso!
- Vou te partir ao meio!
- Então mete esse pau!
- Você gosta... Vadia!
- Cretino, me fode!
- Que tesão!
- Vou morrer!
Um come e outro dá, mexe e remexe, rebola na pica, maltrata a xoxota, pra frente e pra trás, entra e sai, devagar e bem rápido, de leve e com força.
A foda é louca!
O jorro é inevitável e o gozo maravilhoso.
A xoxota melada e a pica desfalecida.
Não falta mais nada, já está confirmado. Você me comeu direitinho e eu te dei bem gostoso!
Puta que pariu! Foi tão boa a nossa gozada!

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Abduzida pelo prazer!

por H. Thiesen 

Sinto a essência do teu desejo fluindo à minha pele, uma mistura de suor sob o envolvimento de um abraço sedento e abrangente. São delírios, calafrios e anseios, que aos poucos nos inflamam. No domínio dos teus braços, estreitada contra teus seios, eu sussurro deliciosas carícias no teu ouvido. Quando me encontro arrebatada ao teu corpo, transformo-me em uma princesa, por teus encantos adormecida. Você trás contigo uma magia embriagante, que me transmuta de sedutora em seduzida. Em você transita uma sedução cristalina, que te faz uma ninfa provocante.
Desfaleço e fico ávida quando a tua boca quente me procura e o calor dos teus lábios me enlouquece. Entorpecida pelos carinhos dos mais simplórios aos mais ousados, eu me entrego e sou dominada por um prazer alucinante.
Quase morro na tua língua e transbordo loucamente, te dando à prova do prazer ao qual me brindas. No sabor da minha pele tem o sal que tempera nossa paixão e no meu sexo o sabor de todo desejo que eu tenho por ti.
Meus gemidos são testemunhas desta loucura, denunciando o tesão de uma fêmea  que se entrega à outra, uma gata excitada em pleno cio.  O meu sexo é uma flor aberta de forma insana, serenada por gotículas de desejo.
Quando tua boca me envolve e me consome, o prazer que você me dá se transforma no meu fim. Quando a tua língua me presenteia com tuas carícias vorazes e açoita deliciosamente a minha intimidade, sinto-me esvair-me do meu corpo e sob essa sensação indescritível, eu me parto ao meio.
Entrego-me aos teus caprichos, deixo-me consumir pela tua fome e transformo-me num cálice para saciar a tua sede. Então, eu gozo como louca e se for preciso, para te satisfazer, eu me viro do avesso e todos os teus desejos abasteço!
Sei que você gosta de me ver abduzida pelo prazer!

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Me faz gozar na tua boca!

por H. Thiesen 

Meus lábios lascivos
quentes e entre-abertos
receberam o teu mel
provei, lambi e sorvi!
Lambuzaste meu rosto
no meu queixo escorreu
pingou nos meus seios
e o restante engoli!
Me deixaste melada
com teu jorro viscoso
e o teu líquido quente
é meu prêmio gostoso!
Teus jatos intermitentes
banharam meu rosto
e gota à gota
eu deliciei o teu gosto!
Na minha boca teu gozo
ardeu-me a garganta
foi assim que eu quis
não sou e nunca fui santa!
É disso que eu gosto
e me deixa louca
agora vem e me faz
gozar na tua boca!



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Crônica de um peido

por H. Thiesen

Conversando com uma amiga, certa vez, ela desabafou comigo, sobre um peido indiscreto, que saíra inadvertidamente do seu fiofó, no banheiro da academia. 
Disse-me ela, que fora ao banheiro fazer um xixizinho básico, mas na finalização do ato urinário, naquela forçadinha derradeira para esvaziar a bexiga, saiu o inescrupuloso peido, parecido com o som uma sonora e solene vuvuzela. No cubículo ao lado, continuou ela, havia outra mulher, que se sentiu no direito de reclamar do “pum” caprichadíssimo, talvez acredito eu,  cheirando à carniça de ontem:
- Já chamou o padre para a extrema-unção?
-  Por que? - replicou a minha amiga sub-woofer.
- Porque já morreu e esqueceu de deitar!
Diante disso, fico imaginando: o que as pessoas pensam quando, discretamente, soltamos um surdinho? Claro, se alguns apenas pensam, outros fazem questão de verbalizar: 
- Vai para o banheiro se limpar, por que cagada já está!
Eis aí a contradição! Pois não é o banheiro o lugar certo para cagar, mijar e peidar? Então, como pode alguém se sentir incomodada, por alguém peidar no ambiente correto? Será que haverá outra recomendação que eu desconheço? Quem sabe na sala, na cozinha, no quarto, no cinema...
O fato é que nós, seres humanos, não nos acostumamos com a naturalidade da vida. Afinal, é coisa natural, alguém ir ao banheiro e peidar, onde todos cagam, mijam, até trepam e fazem tudo o que todo mundo sabe, que estando vivo, se faz por lá. Ora, peidar é como loteria, pois é impossível prever qual será o cheiro, após o ato fatídico!
Embora seja natural peidar, o mais surpreendente nisso, é que quando vamos soltar um "pum", mesmo na certeza que estamos sozinhos, ainda assim disfarçamos, na cruel dúvida ,que poderá  alguém chegar ou ouvir o barulho de escapamento aberto! Pior! Quando estamos acompanhados e tentamos disfarça-lo ou suprimir-lhe a sonoridade característica, transformamos um simples "punzinho" discreto e inofensivo, em "pum" esbaforido, longo e estridente, subindo pelo meio das nádegas: "Fiuuiiiiiiiiiiiimmmmmm"!
Se existe algo imprevisível, é  o peido, ele surge nas horas mais impróprias, até na hora do sexo! Quem nunca peidou, dando umazinha? Que mulher nunca peidou durante uma foda selvagem? Basta ficar numa posição desconfortável, deixando o fiofó desprotegido e propício ao evento, ou melhor, aos ventos! Se nunca peidou assim, das duas uma: Ou nunca fez sexo pegado na vida ou, é uma mulher-tábua, paradadérrima na cama, adepta incontestável e intransigente do papai-e-mamãe, ou seja: - Mete ai! Te vira e acaba logo com isso, que eu tenho mais o que fazer!
O peido é nefasto e pega de surpresa, as vezes sem emitir sinais que está chegando! Além disso é teimoso, por mais que tentemos segurá-lo, ele sempre volta e nesse sentido, também é vingativo, volta com mais força e intensidade. Fosse só isso, tudo bem! Mas ele conta com a ajuda do fiofó, aquele "miserável", que se afrouxa todo para ele sair e torna um simples peido numa cena de terror. 
Já que o peido é algo natural, não seria natural também, dar um aviso prévio diante do inevitável? Para quem estiver por perto, ter a possibilidade de escolha: ficar para saber o resultado ou sair apressado a fim de evitar os efeitos bafientos:
- Atenção pessoal... Vou peidar!
Dá até para fazer o anúncio em tom apocalíptico, uma vez que sabemos o que comemos anteriormente. Mas não! De forma, jeito e maneira nenhuma, para o desespero e correria dos que estão por perto, no máximo o que vemos por aí, é um aviso tardio ao ato consumado:
- Peidei!
Frente à essa dissertação, digamos quase uma reflexão filosófica à respeito do peido, dá para perceber que ainda temos muito à aprender, pois objetivamente, seja qual for a importância de cada indivíduo, rico, famoso, pobre ou anônimo, todos cagam, mijam e... Peidam.
É definitivo, o peido é peido em qualquer classe social, raça, sexo ou religião, não importa o que se come, se filé mignon ou carne de pescoço e ainda, não adianta comer flor e beber perfume. Fede igual!

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Gosto de pau...