Fui ruim, mas foi bom!


por H. Thiesen 

Ainda lembro daquele dia e do teu jeito de fazer sexo. Fiquei com a boca dolorida e ardida por uma semana, você fodeu literalmente com a minha garganta. Minha pele ficou vermelha e toda arranhada. Lembro de cada uma das tuas chupadas, que deixaram meus seios marcados e com oc bicos inchados. As minhas pernas por dias não pude fechar, por causa das tuas bombadas insanas e violentas. Mas de tudo o que aconteceu, o pior foi a minha bunda, não imagina as ginásticas que eu tive que fazer para sentar nos dias seguintes.
Não, não.... Não pense que achei ruim! Pelo contrário, adorei foder daquele jeito!
Apesar das dores e das ardências que teimaram, por dias, não me deixarem, as sensações daquela foda foram fantástica, eu nem sei se gozei, nunca senti algo assim, acho até que desmaiei.
Mas por favor, não vamos repetir novamente. Daquele jeito nunca mais!
- Não quero sair novamente do motel e me acordar na ambulância, nua, machucada e com a bunda sangrando!

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Punheta


por H. Thiesen 

Soco uma punheta gostosa para ti
Com mãos hábeis dou-te prazer
Desejo o que eu tenho entre os dedos
Me excito com o que podemos fazer!
Deixe-se sob o domínio das minhas mãos,
Delicia-te com meu toque e com esse vai-e-vem,
Solte-se ao prazer e te desfaz em jorros
Molha-me o corpo e acende o fogo que ele tem!




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Contra a parede!

por H. Thiesen 

No calor do momento,
No nosso toque sedento
Sinto uma loucura
Um desejo impensável
É como um sonho,
Uma fantasia
Uma imaginação
Mas te sinto em mim
Num ritmo incessante
Num movimento cadente
Uma vontade insana
Um tesão desmedido
Te tenho inteiro
No interior do meu sexo
Fazemos amor
Não...
Fodemos, apenas fodemos
Na sala escura
Na parede fria e dura
Meu gemido perdura
Teu vai e vem não cessa
De repente um calor
Eu tremo, arrepio e esqueço
O resto do mundo
E grito
Externo o gozo do meu corpo
E sim... Sinto teu jorro!

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Que gozada!



por H. Thiesen 

Meu corpo não existe, não sei onde estou e nem o que sou, estremeço de fio à pavio, sou somente prazer e orgasmo, transcendo, subo ao céu e desço no mesmo instante, sinto tudo ao mesmo tempo: moleza, tensão, preguiça, agitação. Um turbilhão! É um caos instantâneo.
Finalmente esmoreço, amoleço...
- Puta-que-pariu, que gozada!

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No fio da lâmina

por H. Thiesen 

A espuma branca ornamenta, 
a flor e o Monte de Vênus.
Uma lâmina na mão,
prestes a entrar em ação. 
O espelho à frente reflete a imagem do branco,
misturado ao negro dos pelos e o rosado da carne.
É um ritual...
A lâmina deixa seus rastros na espuma,
levando com ela os pelos,
que se atrevem ficar no seu caminho. 
Ela passa, ela volta e repassa.
Para cima e para baixo.
A cada passada desnuda de espuma
um pouco da pele.
O fio não dá trégua...
A pele arrepia...
Na espuma branca, o rastro da lâmina.
Desfalcada dos pelos e sensível pelo toque do fio,
a pele macia arde e o corpo incendeia,
 queima de desejo.
O fio da lâmina leva com ele os pensamentos.
Restam apenas alguns traços de espuma,
a mão encharcada encarrega-se deles.
O espelho reflete a beleza da pele,
da carne macia, da flor,
das pétalas vermelhas,
 livre de pelos,
lisa, molhada e sedosa
O ritual terminou...
Foi um prazer para mim!
É o meu presente pra ti!


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Depravada

por H. Thiesen 

Hoje não serei a mesma,
cansei de ser menina meiga,
cansei de falar por entre linhas
Hoje quero ser direta,
falar de forma aberta
falar sem ser poética
Hoje quero ser uma puta,
mulher bem depravada,
para te dar prazer
Não quero fazer amor
eu quero foder contigo,
eu quero fazer sexo
e ser bolinada
beijada
mordida
lambida
sugada
chupada
fodida
Eu quero o teu pau
na boca
na buceta
em meu cu
Vem,
beija meu pescoço
morde meus peitos
lambe meus bicos,
chupa minha buceta!
Depois,
lambe o meu grelo,
enfia a tua língua
bem dentro
profundo
Morde a minha bunda
Lambe o meu cu
desfruta o meu rego
Enquanto
eu chupo teu pau
a cabeça vermelha
faço ele entrar
garganta adentro
Aproveita e goza,
me afoga com a porra
eu engulo tudo
Deita na cama
Quero a tua cara
para esfregar a buceta
Suga meu grelo,
me fode com a língua
me faz gozar gostoso
na tua boca.
Lambe e chupa
todo o meu mel
faz uma siririca!
Bebe e saboreia
o meu gozo quente,
que escorre da mim
Agora vem,
mete o teu pau,
fode gostoso
Mexe com força,
faz vai-e-vem
rápido e sem pena
Me vira de quatro
fode o meu cu
me faz sentir dor
Bate na minha bunda
me deixa vermelha
ardida e marcada
Volta à buceta
mete bem fundo,
quero gozar de quatro
Vai,
não para,
me fode gostoso
Não, não para,
mexe esse pau
estou me acabando,
delirando e gozando
Agora vem para cá,
me dá este pau duro
que eu quero chupar!
Isso,
goza em cima de mim
de novo na minha boca
lambuza os meus peitos
me dá esse pau
quero chupar mais um pouco
até a última gota!

Foi bom pra você?


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De olhos vendados!

por H. Thiesen

Ele olhou para mim e disse:
- Hoje eu tenho uma surpresa para você!
E meteu a mão no bolso da calça, retirando um lenço de seda preto.
- Ai, que lindo! Adorei!
- Sabe como se usa?
- Um lenço? Claro!
- Não... Não é desse jeito que você está pensando!
Virou-me de costa para ele. Abraçou-me por trás. Segurou meus seios fortemente. Afastou meus cabelos e beijou minha nuca. Senti um arrepio subir pela minha espinha. Ele acariciou o meu rosto e mordeu a minha orelha, depois sussurrou baixinho:
- Hoje vou te presentear com uma das tuas fantasias!
Tentei me virar e beijá-lo, mas ele me segurou firme e não me deixou movimentar.
Sacudiu o lenço como se fosse um chicote, ouvi o estalo. Deixando-me entre os seus braços, fez um triângulo de seda preta e com dele cobriu os meus olhos.
Tentei enxergar por algum canto, mas meus olhos ficaram totalmente enegrecidos.
- O que está fazendo?
- Já falei!
- Sim, mas por que a venda?
- Se você ver, não será surpresa, apenas se entregue e confie em mim!
Como resposta, apenas sinalizei com a  cabeça dizendo que "sim".
As suas mãos seguraram as alças do meu vestido e senti ele cair aos meus pés. Ele desceu lambeu a minha nuca, mordeu o meu ombro e desceu beijando a minha espinha. Suas mãos deslizaram pelos meus seios, passaram pelo meu ventre e agarraram os meus quadris. Seus dedos contornaram a minha calcinha e entraram por baixo das alças, levando-a para baixo, passando apertada pelas pernas, até se juntar ao vestido.
Ele levantou um dos meus pés e o descalçou, depois fez o mesmo com o outro.
Levou-me  até a cama, fez-me sentar e depois deitar. Deitou-se ao meu lado, livrou minha boca do lenço preto e beijou-me, enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpo. eu sentia a sua gravata de seda italiana, descansando sobre o meu peito e encostando-se em mim, pude sentir na minha coxa, a rigidez, ainda dentro das suas calças cinza.
Vestido, sem parar de me beijar, deitou-se sobre meu corpo. Desceu até meus seios, deu suas carícias aos dois e beijando a minha barriga, foi até meu sexo. Afastou as minhas pernas e colocando-se entre elas. envolveu meu sexo com sua boca, beijou minha partes mais íntimas e mapeou todas as minhas dobras com a sua língua. Eu gemi, me contorci de tesão, a escuridão me fazia mais sensível do que nunca. Poucos segundos bastaram para que eu ficasse totalmente molhada. As sensações tomaram conta de todo o meu corpo e gozei de uma forma alucinada, segurando a sua cabeça e enterrando-a em mim.
Ele se afastou, não consegui definir o que ele queria fazer. Somente notei que sua mão afastava novamente o lenço da minha boca e seus lábios cobriram os meus. Beijei-o novamente sentindo o meu gosto e o meu cheiro. Mesmo já passado por um orgasmo devastador, eu ainda estava excitada e curiosa pelo que viria a seguir. Depois do beijo, ele se aproximou do meu ouvido e disse:
- Fique quietinha e confie em mim!
Como eu não iria confiar, depois de ser levada ao céu, daquela forma tão deliciosa?
Ouvi a porta abrir e logo depois uma batida, a porta havia se fechado novamente.
Um silêncio... Pensei... Estou sozinha? Onde ele foi? O que ele vai fazer? Tive a sensação de alguém sentar-se ao meu lado. Ele foi ver alguma coisa, não saiu do quarto. Descansei e relaxei. Não estou sozinha;
Uma mão acariciou a minha coxa, segurou com força a parte interna. Correu entre as minhas pernas e acariciou o meu sexo, um dos dedos me invadiu... Gemi... Depois o meu clitóris. Movimentos circulares. Um calor tomou conta do meu corpo.
Do meu sexo, a ponta de um dedo passou pelo meu púbis  deu uma volta pelo meu umbigo e indo pelo meio dos meus seios, chegou a minha boca. Suguei-o, era novamente o meu gosto da minha excitação, tão conhecida nos meus momentos de amor solitário. Mas a mão era-me estranha! Eu conhecia todo o seu corpo, cada um dos detalhes dele. Aquele dedo definitivamente não era dele. Fiquei apavorada, levei a mão para retirar a venda. Fui segura... ouvi um som de lábios, bem característico:
- Shhhhhhhhh!
Lembrei-me das palavras dele:
" - ...se entregue e confie em mim!"
Respirei fundo, estática... Resolvi confiar.
Senti uma aproximação aos meu lábios, a respiração quente e finalmente o beijo. Sim, estava confirmado, não era ele, mas quem seria? Entreguei-me ao beijo, àquela linguá estranha, mas ao mesmo tempo deliciosa.
Toquei os ombros, os braços... Mais musculosos, mais másculos. O peito era maior, o peitoral mais desenvolvido. Arranhei-o! Foda-se... Faça o que você quer, mas vou te deixar marcado! Vai te lembrar de mim por muito tempo! Fiz o rastro com as unhas. Ouvi o gemido. Tateei o peito, Estava lá, a minha marca em alto relevo.
Ele me agarrou pelos pulsos, senti a sua fúria. Lutei contra, querendo me desvencilhar, mas faltou-me as forças. Meus braços ficaram presos contra a cama. Encostou o pênis em minha boca:
- Chupa!
Lambia apenas.
- Chupa isso!
Abri a boca e abocanhei. Ele queria correr o risco. Mordi! Ele se retraiu.
Ele deitou sobre mim, abriu as minhas pernas com as dele e me invadiu, Senti um tesão enorme. Abracei suas nádegas com as minhas pernas, forçando-o para ir fundo. O vai-e-vem foi violento, carregado de raiva. Ele soltou os meus braços, acho que pensava ter me dominado. Abracei-o e cravei as minhas unhas em suas costas, tentando rasgar sua pele de cima a baixo. Ele gritou:
- Sua puta!
Respondi:
- Fode cachorro! Vou te ensinar a comer uma fera!
Mordi o seu ombro!
- Cadela!
Ele saiu de mim, me virou de barriga para baixo. Agarrou-me pela cintura, abraçando-me pela barriga e invadiu o meu anus!
Urrei! Senti um pouco de dor pela violência!
Desferi um tapa na sua coxa, usei novamente as unhas, arrastando-as até os quadris!
- Sua puta!
- Me come, mas não vai ser de graça!
Comecei movimento de trás para ferente, com força e rápido e quando ele estava se deliciando, atirei-me contra ele, de encontro as suas coxas, esmagando os seus testículos e provavelmente levando além dos limites o seu prepúcio, fazendo-o gritar de dor novamente. Senti o seu corpo amolecer. Dominei-o, ele estava entregue ao meu prazer!
Levei a mão por entre as minhas coxas, segurei o seu membro, retirei-o do meu ânus e apontei para a minha vagina!
- Fode, me fode! Agora com carinho!
Deitei na cama, empinei a bunda e deixei-o fazendo os movimento. Bastaram apenas alguns vai-e-vens e gozei como uma louca. Ele queria continuar, mas não deixei. Fiz um esforço, ergui-me e joguei-o na cama ao meu lado. Tateando o seu corpo, procurei pelo seu membro. Retirei o preservativo e dediquei-lhe uma masturbação. Ele gozou, jorrou e lambuzou minha mão com seu liquido quente.
- Vá embora!
- Mas você não quer saber...
- Vá embora, saia daqui! Não quero saber quem você é!
Ele levantou da cama, ouvi alguns ruídos e logo depois a porta abriu e fechou!
Retirei a venda dos olhos e aos pés da cama, Daniel me olhava.
- Você estava aí?
- Sim!
- Por que?
- Não era esta a tua fantasia? Fazer amor com um estranho?
- Cretino!
- Quer saber quem é ele?
- Não!
- Mas vai saber, as marcas ficarão nele por muito tempo! Tenho certeza que ele vai querer, que você as veja!

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Intensa Devora

por H. Thiesen 

Nos embrenhamos rumo ao sublime,
navegamos uma no mar da outra,
Em meio à borbulhas de doces gemidos,
mergulhamos mais fundo nesses desejos.
Quando nos abstemos da água da boca
bebemos e sorvemos as águas do corpo
embriagadas ficamos uma pela outra
e não nos contentamos com pouco
Queremos tudo, cheiros e gostos
sabores de mel, cheiros de amora
o sal na pele e a libido latente
nos incitam a uma intensa devora!


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Tati, fora de controle!

por H. Thiesen

Olá, meu nome é Tatiana, mas podem me chamar de Tati. Sou uma garota normal, bonita, inteligente, atualizada e muito carente. Sou gostosa, morena, peituda e dizem que bucetuda. Na verdade, minha perseguida não é tão grande, mas é beiçuda e o grelo é proeminente! Não tenho grandes problemas, a não ser um leve desvio:
- Eu gosto muito de sexo, aliás, eu amo sexo, não... melhor... Eu sou fissurada por sexo!
Não consigo deixar a xoxota totalmente desligada, ela sempre fica em stand by, pronta para ser usada à qualquer momento. 
Ontem à noite eu saí com um cara, ele não é bonito, mas é daqueles que chama a atenção... gostoso! Pelo menos aparentava ser! Triste decepção, o cara tinha um hífen no meio das pernas! É, verdade! O bilau dele é tão pequeno, que quando ele mija, molha os pentelhos! Meu grelo é bem maior!
E eu com aquela vontade enorme de deixar o ganso se afogar, tive que me contentar com um projeto abandonado de algo que um dia pretendia ser um pinto, mas foi deixado de lado no início da obra! Porém isso foi só o começo.
Com um tesão enorme, eu precisava dar pelo menos umas três. Fui para o motel pingando de tesão. Depois da minha decepção, pedi para ele abrir a boca. Pelo menos o tamanho da língua compensou. Sentei na cara dele e gozei sem parar, treze vezes, uma atrás da outra, uma em cima da outra. Pelo menos o homem de tem pinto pequeno, mas é bom de língua!
Não fosse o tesão que eu estava sentindo ontem, teria ido embora satisfeita. Mas eu precisava me sentir preenchida e o meu tesão, dessa forma, só aumentou. Fui para casa pensando:
- Vou dar um jeito!
Quando cheguei em casa joguei a bolsa no sofá, corri para o quarto, ao encontro do meu amiguinho cor-de-rosa.
- Puta-que-pariu! Não o achei!
É sempre assim, quando eu faço uso dos serviços substitutivos do amiguinho cor-de-rosa, dou uma gozada monumental, jogo o coitado para longe e depois não o encontro! Um dia ele caiu na sacada da vizinha! Tive que fazer mil e uma peripécias para resgatá-lo, antes da vizinha encontrá-lo! Mas isso não vem ao caso, outro dia eu conto.
Então, cheguei em casa tarde da noite, não encontrei o rosadinho e o meu tesão aumentou. Resolvi tomar uma banho frio, para desviar os pensamentos. Depois do banho escovei os dentes e não resisti ao cabo da escova, ele me seduziu completamente. Mas ainda não era o que eu queria, o pobrezinho é muito fininho. Como eu já disse, eu precisava me sentir preenchida. As vezes eu acho que sou doente! Doente por um pau bem grosso, é claro!
Saí do banheiro com muito mais tesão do que entrei!
Logo que atravessei a porta do quarto, olhei para a cama e vi aquela bolota, grande e reluzente do pé da cama! Não tive dúvidas.... Aquilo tem as proporções exatas, era tudo o que eu precisava!
- Ufaaaaaaaaaa, gozei como louca!
Na verdade, o tesão não passou, mas pelo menos fiquei cansada naquela posição incomoda, que me deixou uma tremedeira nas pernas e consegui dormir!
Dormi a noite toda profundamente e sonhei que estava trepando com cem caras sarados, pauzudos e gozei mais de setecentas vezes! Ehehehehe!!! Sonhar não faz mal!
Quando acordei pela manhã, vi que já estava atrasada e pensei: Porra do caralho, de novo!
Pronto! Foi pensar no maldito e o tesão voltou devastador!
Meu grande problema, é que eu sou pobre e pobre com tesão é uma perdição. Fui para o trabalho de ônibus, como sempre lotado, aquele esfrega, pintos passando pela minha bunda, homens me apertando e para piorar, tive um acesso lésbico. Uma loira turbinada, encostou os peitos e espetou os bicos nas minhas costas. Cacete... Meu tesão foi às alturas, molhei até as calcinhas que deixei na gaveta em casa. Desembarquei do ônibus perto da empresa, com a bichana escorrendo mais do que boca de cachorro louco.
- Sinceramente, acho que a minha bichinha anda fora de controle!
Na empresa tive que aturar a puta da secretária, que só ela pensa, que ninguém sabe que ela dá para o patrão:
- Atrasada de novo Tati? O patrão vai foder com você!
Aquela vaca poderia ter dito outra coisa qualquer! Puta que pariu! Só de pensar que o gato do meu patrão vai querer me foder, é uma legitima tortura para mim! Encharquei de uma vez por todas!
Sorte que eu tenho uma coleção enorme de calcinhas e levo umas oito na bolsa, para ir trocando durante o dia. Fui direto ao banheiro, trocar a dita cuja, aproveitei e toquei uma siririquinha básica.
- Ninguém é de ferro, as vezes ela é necessária e acalma!
Feito isso, sequinha, um pouco mais aliviada, saí do banheiro e fui para a minha mesa. Sentei, relaxei um pouco e...
- Silvinha, você viu aqueles relatórios que eu estava fazendo ontem?
- Claro Tati! A Dona Val, gerente do departamento de vendas, passou mais cedo e levou com ela!
- Ai, maigóde! Lembra daquela carta que eu escrevi, falando tudo o que eu queria dizer pra ela?
- Claro que lembro!
- Pois é, foi junto!
- Tati, você está fodida!
Era só o que faltava, alguém me lembrar de sexo, numa hora dessas, em meio a uma chamado urgente para assinar a demissão!
- TAAAAAAAAAATIIIIIIIIIIII!!!!!
As vezes eu penso que sou ninfomaníaca! Não sei por que, mas tenho essa leve impressão!

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Gritos, Sussurros e Gemidos

por H. Thiesen 

Colóquio entre paredes
um dialeto secreto
de sussurro e gemidos
um diálogo indiscreto
Expressão de vontades
a linguagem da cama
lasciva e safada
aos anseios ela soma
Palavras guturais
que denunciam loucura
da excitação plena
de paixão e de ternura
Língua obscena
idioma de prazer
para se fazer amor
ou sexo pra valer
Fala luxuriosa
enquanto entra e sai
que faz pano de fundo
durante o vem e vai
Dialogo sacana
na primeira e na segunda
que se torna veemente
quando afunda na bunda
Conversa imoral
de um sexo selvagem
que alimenta a libido
e do tesão é a linguagem
Tira, bota, bota e tira
vira tudo gritaria
e no último grito
põe final à putaria:
- Aaaaaaah... Gozei!

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A Última Gota

por H. Thiesen

No meio das pétalas
úmidas e róseas,
os lábios sedentos
sorvem o néctar.
Submetida a flor
descerra os segredos.
O deleite latente e mútuo,
denuncia o prazer e os anseios.
Desvendada a sua intimidade,
desnudada do seu pudor,
a flor vê-se num clímax,
desabrocha e se abre.
Não satisfeitos
os lábios ainda famintos,
recebem ajuda da língua frenética.
Açorados e insaciáveis,
exploram, devoram
e bebem o gozo
até a última gota da flor!


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Abra-me as pernas e me come!

por H. Thiesen 

Viajo pelo meu ser
descubro que tenho desejos
loucos e ardentes
uma sede insana
e uma fome urgente
Sinto-me no cio
com a vontade no ápice
como um vulcão ativo
pronto para ebulir
Reparo o meu corpo
que pede o teu
Vem e me entrega
cada parte de ti
Quero saborear tua loucura
degustar teu prazer
tornar o teu corpo
meu fogo abrasador
Vem e me toma
me beija e me suga
me cospe, me lambe
e me enlouquece
Roça a minha carne
marca a minha pele
me usa e me abusa
me invade e possua
e me alucina
Preenche meu corpo
com tua rigidez
me faz derramar
e escorrer de desejo
Disponha de mim
e crava tua lança
na minha gruta de amor
abra-me toda
e me come
vai ao meu fundo
rasgando com ardor
me leva ao gozo
e me deixa em torpor!

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Gozo Intenso

por H. Thiesen 

Quero te sentir em cada carícia,
Em cada toque e em cada beijo
Quero te ver cansado e suado
Quero que tu me sintas
Excitada, completamente molhada
Te quero em mim, duro e profundo
Usufruindo o desejo que sinto por ti
É entre o tesão, o sonho e a fantasia
Que eu me entrego pra ti
E tu te entregas pra mim
Não temos limite
Ousamos juntos
Viajamos no êxtase
Um gozo encharcado
Intenso, completo
Com um tesão imenso,
Que nos faz latejar!


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Muito Louca!

por H. Thiesen 

Sou louca,
Louca o bastante para ousar
Te apertar em meus braços
Roubar os teus beijos
Sem ter nenhuma certeza
Se queres me amar
Sou louca,
Louca o bastante
Para me perder em tuas curvas
Me esfregar em teu corpo
Queimar de prazer
De forma insana
Doida e varrida
Sou louca
Louca o bastante
Para tirar de você
Todo o teu sumo
Sugar energias
Beber o teu mel
Sou louca
Louca o bastante
E sem pedir licença
Servir-me de ti
Alimentar meu desejo
Saciar a vontade incontida
Que eu tenho de te possuir
Sem nenhuma palavra
Sem nenhum carinho
Sem nenhuma carícia
Ah, eu sou louca
E muito louca eu fico
Quando preciso de sexo
E eu necessito agora
Ser sugada, lambida
Chupada e comida
E quando eu fico assim
Não consigo esperar
Tem que ser... já!
É , eu fico louca demais
E só quero gozar!

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Perigosas

por H. Thiesen 

Depois de nossa primeira vez, os pudores deixaram de existir entre nós, sempre que surgisse uma oportunidade, não importava a hora e lugar, bastava ficarmos a sós por alguns momentos, que rolava alguns beijos e amassos, pois tínhamos em comum, um tesão enorme e um desejo incontrolável, uma pela outra. Isso era um tanto perigoso, pois poderíamos ser pegas de surpresa, apesar da nossa "perda de vergonha", a falta de pudor se resumia somente à nós e cuidávamos onde e quando rolava alguma coisa mais íntima. Pelo menos, até aquela tarde!
Naquela tarde, estávamos na faculdade, em plena aula de história do primeiro semestre,sentávamos juntas e o conteúdo da aula, havia se tornado enfadonho. Claro, durante a aula, falávamos besteiras uma para a outra, tal como: "Depois eu te pego e você vai ver!" "Vou te chupar todinha!" "Te espero no banheiro"
Eu resolvi provoca-la com maior ímpeto, me aproximei do seu ouvido e disse baixinho:
- Quero te pegar agora, te deitar na mesa do professor, arrancar a tua calcinha, segurar as tuas pernas bem abertas e te chupar até você gozar!
Ela deu uma risada, olhou para mim e me falou com cara de safada:
- Isso, me provoca! Você sabe muito bem do que eu sou capaz! Continua me atiçando!
Ao término da aula, eu não lembrava mais do que eu havia dito. Levantei da cadeira e fui saindo da sala. Uma colega me chamou para conversar e enquanto conversávamos, ela puxou-me pelo braço. Eu questionei que estava conversando com a outra colega, mas ela insistiu e não tive como me negar a acompanhá-la.
Ela me levou para o banheiro feminino e sem me deixar falar alguma coisa, empurrou-me para dentro de um dos cubículos. Sem nada dizer, encostou-me na parede e me beijou, invadindo a minha boca com a sua lingua, enquanto sua mão levantava a minha mini-saia e entrava dentro da minha calcinha. No meio daquela ação efusiva, respirei e disse-lhe:
- Você está louca? Aqui? Já conversamos sobre isso!
Ela me respondeu:
- Você deveria ter pensado duas vezes antes de ter falado tudo aquilo pra mim!
Ela continuou me agarrando, enfiando a mão por baixo da minha saia e apertando minha bunda. Eu um pouco sem graça, tentei empurrá-la e afasta-la, mas ela se mantinha firme e quase doida. Sem ver saída, eu acabei me entregando e a abracei. Ciente de que eu não mais resistiria, ela levantou a minha blusa, retirou meus seios do sutiã e beijou-os. Minhas pernas amoleceram instantaneamente, a sensação de tesão, misturada ao perigo, me deixaram louca. Segurei sua cabeça e a empurrei para baixo, deixando ao alcance da minha vagina. Ela desceu a minha calcinha até os joelhos e começou a lamber o meu clítoris. Eu tentava conter os meus gemidos, mas era quase impossível e as vezes um ou outro escapavam da minha boca.
De repente ela parou, levantou-se despiu a sua calça jeans e a calcinha, sentou-se na privada, escorou-se na parede e levantou as suas pernas, deixando-me ver a sua vagina depilada e totalmente molhada, olhou para mim e disse:
- Vem, faz o que você disse o que faria comigo!
Fiquei de cócoras na sua frente e deliciei-me bebendo o seu mel, dei-lhe todas as carícias possíveis com a minha boca e minha língua, até sorver todo o seu gozo para mim, vendo-a estremecer e contorcer-se sobre a privada, enquanto mordia a sua própria mão, para não gemer alto. 
Recompomos as nossas roupas e saímos do cubículo. Acho que a intensidade da situação, não nos deixou perceber que uma outra menina havia entrado no banheiro. Quando aparecemos à sua frente, ela nos olhou com um olhar de surpresa, mas ao mesmo tempo, o seu rosto estampava um sorriso cínico, como que quisesse dizer: "Vocês, hem!"
Baixei os olhos, meu medo tinha se concretizado, fomos pegas!
- Vamos! - Disse para ela.
- Para onde? - Ela perguntou.
- Para o meu apartamento, você tem que terminar o que começou!
Depois daquela tarde, eu mudei o meu jeito de ser, já não havia mais por que esconder as minhas preferências e depois daquela vez, tive outras aventuras no banheiro, algumas eu já contei!

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Bom e Casual

por H. Thiesen 

Hoje eu quero ser tua
Não importa o lugar
Na cama do quarto
Na mesa da sala
Entre as quatro paredes
Ou mesmo na rua
Não quero promessas
Não quero carinho
Hoje eu quero ser tua
Eu quero só sexo
Sem nenhuma ilusão
Sem palavras de amor
Quero sexo pegado
De um jeito safado
Seja onde for
Sem compromisso
Na cama só eu e você
fazendo de tudo
Na mesa da sala
entre os pratos e taças
Na rua escondido
Aos olhos alheios
Correndo perigo
Quem sabe no carro
No banco de trás
A mim não importa
Eu quero ser tua
Quero só sexo
Percebe... só sexo
Só sacanagem
Desejo e tesão
Prazer e diversão
Não quero fachadas
Juras infundadas
Você é um homem
Eu sou uma mulher
Esquece as convenções
Falando a verdade
Só quero sexo contigo
Eu te dou
Você me come
É só coisa da hora
Gozamos
Cada um para um lado
E acabou a história!

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Eu gosto é de sacanagem!

por H. Thiesen 

Gosto de sacanagens bem feita, beijos, lambidas e mordidas. Os dentes marcando os seios e a língua nos bicos em volteios. Gosto de mãos indiscretas e de dedos exploradores, que me fazem tremer e delirar.
Gosto de boas mordidas, da língua serpenteando o mamilo, do chupão forte e ousado, que me fazem externar o grito de dor e quase arrancam os meus bicos.
Gosto de beliscões e arranhões, de tapas desferidos sem pena e a cabeça forçada, afundada no travesseiro.
Gosto dos tapas fortes, daqueles que ficam um mapa e deixam a bunda vermelha.
Gosto dos gritos abafados, dos gemidos acalorados, dos sussurros de prazer e das palavras obscenas.
Gosto de sentir o calor, do pingo quente de vela e gosto também, do frio do cubo de gelo, correndo pelo meu corpo e do rastro de água fria que fica, para refrescar minha pele. 
Gosto de sacanagem, de coisas diferentes e bizarras, de algemas, vendas e cordas, até a um chicote me rendo, desde que seja excitante, que desperte a líbido.
Gosto de sacanagem, de sexo bom e gostoso, de qualquer forma de amor, que me faça ficar louca e me tire os pés do chão. 
Eu gosto de sacanagem! E tem mulher que não gosta de sentir prazer e gozar? Mesmo sendo aventura que trás junto uma boa tortura e que a faça molhar? Se tem... ela não sabe o que é bom e nunca provou tal tesão!
Gosto de sacanagem repleta de muitos carinhos, uma transa de mansinho ou de boa pegada, daquelas totalmente selvagens, como dois animais no cio.
Gosto de sacanagem, de sentir cheiro de sexo, do suor escorrendo, do néctar derramando e a seiva viscosa jorrando.
Gosto de sacanagem, do sabor enchendo a boca e da língua explorando cada parte à contento.
Gosto de ser chupada, lambida e explorada, sentir a língua entrando colhendo pra si o meu mel. Goste de chupar também, sentir o duro na boca, a cabeça vermelha e quente, afundando dos lábios até a garganta.
Gosto de sacanagem, de abrir as minhas pernas ou ficar postada de quatro, à disposição do macho, sentindo a verga entrando, as carnes se afastando, num bom coito normal ou num delicioso anal. Gosto do vai-e-vem, do entra e sai ritmado, do coração disparado, do corpo estremecido e dos gemidos de gozo!
Duvido que existe mulher, que não gosta de sacanagem assim, de ser puta e ser dama e fêmea até o fim. Desconheço tal mulher e se eu souber deste fato, que fuja para bem longe, por que eu a pego e mato!
Sei que alguém vai dizer, que tal mulher ainda tem, mas digo com toda certeza, é ela que disfarça bem!
Ainda há quem dirá, que nunca experimentará isso, mas não passa de um capricho, medo, fraqueza ou luxo. Mulher que não aguenta o repuxo!

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Se todo mundo dá, por que eu não posso dar?

Imagen cedida por JordanaTelles.Com
por H. Thiesen

Sempre era a mesma coisa, especulações a meu respeito, queriam saber se eu tinha namorado, se eu dava ou não, ou então, o que eu fazia quando dormia fora de casa.
Eu já não aguentava mais tamanha curiosidade, cada vez que tocavam no assunto, o meu sangue fervia. E, olha que eu sou calma!
- Foi onde?
- Fez o que?
- Por que não avisou!
- Essa menina está passando dos limites!
- Hora dessas aparece de barriga!
E uma tia ranzinza e fofoqueira responde:
- Que nada, anda só com meninas, é sapatão!
Humpf!!! Rrrrrrrrrrrrrr!!!! Eu quieta no meu...

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Vorazes

por H. Thiesen 

Mal ela abrira a porta e eu entrei. Puxei-a para mim e beijei-a vorazmente. A minha língua adentrou fundo na boca dela. Não necessitamos de palavras para demonstrarmos a fome e o desejo que sentíamos uma pela outra, o beijo é claro, foi o suficiente. 
As minhas mãos seguiram pelo caminho em busca dos seus seios e, posteriormente, desceram ao vale encantado no meio das suas pernas, onde descobriram uma bela novidade, o vale estava completamente desmatado. 
Não resisti, imediatamente coloquei-me de joelhos à sua frente, levantei a camisola de cetim e coloquei a minha cabeça sob o tecido fino, puxei a calcinha para baixo e comecei a desbravar a zona desmatada, com a qual ela me presenteava e se apresentava imensamente molhada. 
A esta altura, a minha zona de recreio já havia se encharcado! Os meus anseios,  o desejo e o êxtase tornaram-me sedenta. Lambi-a em cada um dos lábios e passei a língua rapidamente entre eles, provando, por onde ela passava, o néctar adocicado, até atingir o clitóris e dedicar à ele leves carícias.
Ela fraquejou, suas pernas tremeram e para não cair, segurou-se nos meus ombros, naquela tarde, foi assim o primeiro orgasmo que eu lhe proporcionei.
Continuei lambendo e vez em quando beijava-lhe o púbis liso e as virilhas. Ela me puxou pela cabeça e colocando seus lábios sobre os meus, beijou-me demoradamente, enquanto abria-ma a blusa e deixava a descobertos os meus seios. Suas mãos estavam suadas, deslizavam pelo meu corpo abaixo, indo ao encontro do cós da minha calça legging e entrando por baixo dela, seguraram as minhas nádegas.
Puxei a camisola pelo seu corpo acima e sem deixar de lhe beijar, deixei-a completamente nua. Seus seios tocaram e amassaram os meus e um prazer imenso tomou conta de mim, acredito que ela também sentiu, porque o nosso beijo tornou-se voraz e violentamente, mas com dificuldade, ela baixou a minha calça até as coxas, deixando a minha intimidade à disposição das suas mãos. Seus dedos me tocaram, encontraram o meu clitóris e por algum tempo o bolinaram.
Ela desceu a boca aos meus cheios, lambeu e sugou os meus mamilos e beijando meu ventre foi na direção de onde eu me encontrava mais molhada.
Agachada a minha frente, terminou de retirar a minha calça e logo em seguida rasgou as alças da minha calcinha, mostrando-se naquela hora uma violência, um contraste de como sempre foi, suave e delicada como ela sabe ser. Naquela tarde ela queria me devorar e não tardou muito para colocar sua boca faminta entre as minhas coxas e consumir vorazmente o meu tesão.
Afastei meus pés e abri as minhas pernas, ela se colocou embaixo de mim e no meio delas. Suas mão em minhas nádegas, puxavam-me para ela, ao encontro de sua boca e da sua língua impertinente.
Escorei-me na parede e mordi os lábios, para evitar que gritos de prazer saíssem à esmo. Não tive como aguentar, aquelas carícias vorazes e desaguei nas sua boca um orgasmo intenso.
Segurei os seus cabelos e trouxe-a a minha boca e beijei a sua, ainda com o gosto do meu gozo. Enquanto a beijava introduzi minha perna entre as suas coxas, senti o calor da sua vulva e o seu prazer molhar a minha pele.
Ela me pressionava contra a parede e aos poucos escorregávamos ao chão, até cairmos ao carpete vermelho e ali continuamos nos amando.
Mas... É uma longa história e eu conto numa outra oportunidade!

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Cadê o meu tesão!

por H. Thiesen 

Quantas vezes naquele papo na mesa do bar, naquela roda, naquela hora da fofoca ou mesmo de uma conversa mais quente com as amigas, adoramos falar da nossa vida sexual, descrever os casos, os momentos, os “dito-cujos”, a falta de jeito do carinha da noite anterior ou a performance daquele Deus Grego que todas as mulheres desejam, mas pouca vezes falamos destes momentos em que ficamos totalmente “tesãoless”, sem vontade de sexo mesmo ou quando temos debaixo dos nossos olhos aquele homem que tanto desejamos, mas o tesão não pintou. Esta infelicidade pode acontecer por vários motivos: muitos problemas, muitas contas pra pagar, chefe mala que não larga do pé, filho mala que não larga do pé, malas em geral que não largam do nosso pé… A porra da colega de trabalho que resolveu encher o...

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Tudo por uma calcinha!

por H. Thiesen

Já estávamos nos despedindo e ele pediu licença para usar o meu banheiro. Sem demora, apontei o dedo na direção do meu banheiro sempre impecável. Ele tomou o rumo da porta e sentei na poltrona da sala, ansiosa para saber se a minha estratégia causaria algum efeito.
Para quem queria apenas fazer um xixi, ele estava demorando demais e claro, logo pensei:
- Ficou o tempo todo aqui e eu com a cara de boba esperando que ele fosse ao banheiro e desse de cara com a minha calcinha, que a pouco estivera cobrindo a minha parte mais íntima, sobre a caixa d'água do vaso sanitário, convidando-o para pegá-la.
Não resisti à ansiedade e fui até a porta e espiei pelo buraco da chave.
Ele estava sentado no vaso, com minúsculo pedaço de pano nas mãos e respirava bem fundo com ele encostado às narinas. Parecia um pouco nervoso e coma as mãos trêmulas procurou pelo fundo, que estampava a marca da minha vulva, com certeza ainda úmida. Cheirou o fundo da calcinha e segundos depois lambeu como um delicioso manjar, por certo pensando em meu corpo.
Eu já estava muito excitada e a cena fetichista me deixara molhada. Pensara apenas lhe incitar e deixá-lo excitado para avançar o sinal. Eu não tinha ideia nenhuma sobre as suas fantasias e o que uma calcinha lhe provocava.
Ergui-me, enchi de ar os pulmões, girei a maçaneta bem rápido e abri a porta sem lhe dar chance para esconder-se. Olhei-o com ar de surpresa e fiz uma cara de brava, como se me sentisse ultrajada:
- O que é isso?
Ele me olhou assustado, com a calcinha dentro da boca e todo atrapalhado:
- Bem...
- Cara estou pasma!
- Desculpe-me, faço qualquer coisa para reparar! Até compro uma nova!
Com um olhar de censura bem visível no rosto, olhei nos seus olhos e perguntei:
- Qualquer coisa?
- Sim, me perdoe. Não me contive!
Ele ia se levantando do vaso e com uma mão no seu peito fiz sentar-se de novo, dando-lhe a impressão que algo iria acontecer.
Tranquei a porta do banheiro e de costa para ele me despi totalmente. Virei-me de frente e caminhei para ele, mostrando-lhe que aquela garota de jeito inocente, quando queria transformava-se numa mulher extremamente sensual. Segurei-o pelo queixo afinado e perguntei fingindo uma cara de má:
- Me dar prazer, sem nenhuma condição ou desistir?
Um pouco envergonhado, mas com uma cara de safado, respondeu-me que sim.
- Gostaria de sentir o sabor e o cheiro diretamente na origem?
Sem tirar os olhos de mim, balançou a cabeça, concordando comigo.
Ordenei-lhe que se ajoelhasse e que implorasse pela fonte molhada ou em troca, já com a mão erguida e espalmada, um tapa na cara. Ele não esboçou reação e com os olhos vidrados demonstrou ter optado pelo sim.
- Está perdoado por violar minha roupa, mas antes de qualquer coisa, vou te punir.
Peguei-o pelos cabelos e o mandei deitar-se na porcelana fria. Abaixei-me sobre a sua cara e deixei-lhe a visão das minhas partes íntimas, sem deixá-lo tocar e apenas sentir sentia o aroma do sexo e masturbei-me a poucos centímetros do seu rosto. Como eu já estava muito excitada, meu clitóris inchara e brilhava, por que já estava banhado dos líquidos que escorriam. Notei que ele respirava fundo e nas suas narinas entrava o meu perfume intrínseco.
Eu pensava nas possibilidades e na vontade que ele tinha de me lamber e chupar. Eu gemia sobre o rosto dele e me masturbei até arrancar-me um orgasmo.
Totalmente melada do gozo sentei na sua boca e deixei-o me chupar. Esfreguei-me na sua cara, deixando-a bem lambuzada e pedi que me invadisse com a língua o mais profundo possível. Enquanto me deliciava na sua boca e ele explorava-me com a sua língua, abri suas calças e retirei o pênis para fora, acariciei-o levemente com os dedos e vi três pequenas gotas brotarem do orifício. Masturbei-o e pouco tempo depois, notei que ele estava a ponto de explodir. Guardei o membro ereto novamente dentro das calças, levantei-me e o fiz levantar, puxando-o pela orelha. Levei-o até a sala e sentei-o na poltrona.
Vesti novamente a calcinha, sentei a sua frente e masturbei-me novamente, até gozar e deixá-la totalmente ensopada.
Fui até a porta, abri e disse para ele ir embora. Ele me olhou com surpresa e tentou falar algo:
- Mas... eu pensei que...
- Você não pensa nada, quem pensa aqui sou eu!
- Vai me deixar assim?
- Vou, é a tua punição, ir para casa com o saco cheio de tesão!
- Isso é...
- Vai! Amanhã conversamos!
Ele atravessou a porta, fechei-a e me escorei nela, quase me derretendo de tanto rir!
Na manhã seguinte, fui trabalhar e ao passar pela sua mesa, dei-lhe um embrulho, junto a um bilhete:
"ABRA SOMENTE QUANDO CHEGAR EM CASA"!
Dentro do embrulho estava a calcinha e com ela outro bilhete:
"Deixei-a de propósito no banheiro, se você quiser, tenho muitas outras. Mas, peça-me! Estou te esperando, venha buscar a calcinha que usei o dia inteiro e receber teu prêmio por me obedecer na noite de ontem!"

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Maldita Siririca

por H. Thiesen 

Atualmente ando muito revoltada, sou virgem à trinta anos e o o mais próximo, que eu conheci a respeito de sexo e trepadas, é a maldita siririca. Eu estou muito a fim de deixar esta vida de siririqueira inveterada para a G-Magazine.
Fico imaginando como é um cacete bem duro, pegá-lo na mão e senti-lo entrando pelo meio das pernas. Acho que já é ora de dar a xana, afinal não sou mais uma menininha, com a idade que estou, daqui a pouco vai criar teia de aranha, pela falta de uso ou enferrujar, por que anda sempre molhada.
Ultimamente ando pensando, ainda sou lacrada pra quê? Tenho pensado seriamente, e resolvi que entre não dar e dar, vou dar mesmo, se não vou acabar deixando a xana prôs bichos comerem. Tá decidido, tá na hora de dar a minha xana e finalmente poder dizer que eu tenho uma buceta!
Posso dizer que a minha ex-xana e futura buceta é bem experiente, já conheceu fraldas, talcos, calcinha, tanga e fio-dental, já recebeu a visita dos dedinhos e até sabe o que é um orgasmo, só não conheceu um pau grosso e duro! Para mim baixar a calcinha é um pouco polêmico, tenho medo de ficar com a culpa e complexada. Mas decidi, tá decido, só preciso decidir o dia da libertação. Sim, libertação do sexo, ou melhor, libertação do meu sexo, que estava preso, desde a hora que nasci! Minha mãe sempre disse, que sexo é pecado, se é foda-se, vou cometer todos os pecados possíveis e imaginários.
Eu quero ser livre! Me livrar do cabaço de uma vez por todas, sem direito a nenhum vestígio. Porém, é consenso, entre todas as minhas idéias e pensamentos profanos, que não será dar simplesmente, será uma obra-prima da arte sexual. Se é para dar, tenho que dar mesmo, muito. Não só para um, mas para vários. Todo mundo entrando e saindo, indo e vindo, engolindo o mundo inteiro pelo meio das coxas, daquele jeito que transforma os pelos púbicos, em pelos públicos!.
Sem calcinha eu me sinto livre, fêmea, poderosa e também sinto... sinto... sinto muito pelo meu cabaço, mas ele irá para o brejo!
Até ontem eu era uma santa, mas depois dessa minha decisão, tenho pena dessas mulheres recatadas, que ainda não ousaram ter o seu dia de glória:
- Mulheres libertai-vos, tirai vossas calcinhas! Usai vossas periquitas!
Estou muito revoltada, se pego quem inventou a siririca, eu esgano! Siririca faz a gente gozar e depois fica um vazio, aquele desejo de ser preenchida. Siririca é como comer com os olhos, encanta e não satisfaz e deixa com uma vontade do caralho... ou seria por caralho?
- Abaixo a siririca, vou me libertar e estouro o lacre de qualquer jeito! O primeiro por favor!
Gente, não pensem que eu quero putaria, pelo contrário, isso é uma revolta, uma revolução contra a maldita siririca.

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Entre elas!

por H. Thiesen

Entre duas me vejo
nua e libidinosa
no favo ensopado dela
provo as suas delícias
no meio de minhas pernas
a outra extravasa os sonhos
com sua língua quente
cheia de malícias!


E nessa troca mútua
de beijos e lambidas
misturam-se as gotas
de líquidos e salivas
O mel escorre farto
por entre as nossas pernas
e o néctar jorra
em prazerosas torrentes
lambuzando as três
de gozo embevecido!


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Sensual, Provocante e Atrevida!

por H. Thiesen 

Boca vermelha, sedutora e quente
Língua safada, lasciva e provocante
Lábios carnudos que pedem por beijos
Seios voluptuosos no decote ousado
Mamilos pontudos ferindo o tecido
Corpo atraente veste a feminilidade
No vestido curtinho, colante e preto
Sobre o  alto do salto exibe as curvas
Pernas alongadas e definidas
A bunda empinada ressalta suas formas
Mulher que se impõe, resplandece e brilha
desperta a cobiça e acende desejos
dos homens e algumas mulheres
Mulher que se nota e se faz notar
onde ela passa e aonde ela chega
fomenta a inveja das menos ousadas
motiva o ciúme das inseguras
Mulher sensual, tesuda e gostosa
nunca esquece da sensualidade
sua boca é um convite à luxúria
seu corpo é um perigo à tentação
Mulher que desfila sua sedução
que passa na rua como uma dona
dama, senhora e rainha
Mulher que não nega sua sexualidade
que entra no quarta e deita na cama
uma puta que quer e dá prazer!
Fêmea, sensual e provocante




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