O desabrochar da Princesa

por H. Thiesen

A Lua ainda refletia a sua luz dourada, a alvorada despontava à passos lentos. No horizonte o céu avermelhado, denunciava que poucos momentos faltavam para o Sol começar a brilhar. Nefertari olhava pela imensa janela e apreensiva pensava no dia que viria.
Algumas escravas preparavam-lhe o banho com essência de flores, outras arrumavam as vestes, nas quais Nefertari se tornaria princesa naquele dia.
Teferine, a sua escrava preferida e amiga, tocou-lhe um dos ombros, indicando o caminho para o banho. Nefertari caminho até ao lado da banheira rústica, deixou cair aos pés suas veste, despindo-se completamente. Acolheram-na as outras escrava e ajudaram-na a entrar lavabo de marmore frio e a mergulhar seu corpo na água morna. Com suabu, banharam suas costas e cabelos, depois colocaram-na de pé e banharam o restante dos seu corpo, parte por parte, todas elas mereceram atenção naquele dia. Os cabelos foram longamente lavados, o rosto recebeu tratamento especial, ombros demoradamente massageados, o mesmo aconteceu aos seus seios, ventre e pernas, seus pés receberam trato refinado e finalmente seu sexo, foi lavado com água misturada com essência de lótus e teve os pelos aparados e penteados.
Ajudada pela sua escrava preferida, Nefertari saiu da banheira rústica e deixou-se secar pelas outras escravas. Totalmente despida, deitou-se em uma cama pequena e estreita, preparada especialmente para a ocasião. As escrava massagearam seu corpo utilizando óleo de rosas e açafrão e, seus cabelos foram perfumados com óleo de alecrim.
Vestiram-na, começando pela região dos quadris, que envolveram com um leve tecido de gaze e seu corpo cobriram com uma tínica de linho leve e fino. Mesmo vestida, Nefertari exibia suas formas por baixo do tecido quase transparente, dando um aspecto totalmente sensual. Ornaram seus cabelos com grinalda e logo depois com o sari, que caia pelos ombros e ataram-no à sua cintura com um cordão decorado com ouro.
Alguém bateu a porta, ela nada respondeu, já sabia, era seu pai, o General Nakhtmin. 
A manhã ia-se alta e chegara a hora, levada por seu para e assumir a sua condição de princesa, ao lado de Ramsés.
Amparada pelo pai, desceu as escadas e embarcou na carruagem que a levaria ao encontro de Set, o poderoso Faraó. Entrou no Palácio Real ao lado de seu pai, foi recebida pela Rainha Toya e levada à sala do trono. Set a recebeu e à frente dele e de seu pai foi desposada por Ramsés. Uma cerimônia simples e íntima, conforme os protocolos dos egípcios.
Junto com Ramsés, caminharam até a Sala das Núpcias, que fora preparada para eles. Duas sentinelas abriram a imensa porta e a fecharam logo que os noivos passaram.
No interior da sala, uma cama repleta de almofadas os aguardavam e Nefertari notou a ansiedade de Ramsés. Ela voltou-se ternamente apara ele, segurando seu rosto o beijou ardentemente. Ele a abraçou com força e acariciou as suas costas com as mãos fortes. Depois do beijo despiram-se um ao outro e nus deitaram-se na enorme cama.
Ramsés a beijou novamente e lentamente passeou a mão pelo seu corpo, acariciou e beijou seus seios e descendo outro pouco, acariciou seu ventre. A mão do príncipe deslizava pelo corpo de Nefertari e ela delirava com as sensações, mas desabrochou, quando o príncipe, inadvertidamente tocou seu Impossível se manter passiva, Nefertari puxou-o para si, trazendo-o novamente à sua boca e roubou-lhe outro longo beijo. O Príncipe ousou descer pelo corpo esbelto e amparou os seios rosados com sua boca, dedicando-se longamente aos mamilos, primeiro um e depois o outro. Beijou, sugou e lambeu-os, circulou-os com a lingua e sentiu-os arrepiados e duros. Ainda insatisfeito, ousou descer mais. Beijando o ventre da futura princesa, saboreou cada um dos seus poros, até se alojar entre as suas coxas e deliciar-se com o mel, que naquela hora tornara-se abundante. Nefertari mordeu os lábios para não deixar escapar os seus gemidos e segurou a cabeça do Príncipe, apertando-a contra si, como se quisesse que ele alcançasse o seu íntimo mais profundo.
Ramsés deixou o sexo molhado da princesa e subiu provando na sua boca cada gotícula de suor que escorria pela pele dourada e novamente deu à ela um longo beijo.
Enquanto se beijavam, ele acomodou-se entre as suas coxas e penetrou-a lentamente, arrancando-lhe um grito abafado pelos dentes cerrados, quando dilacerou seu hímen.
Nefertari viu-se perdida, entre as sensações que sentia e a responsabilidade que acabara de assumir, em pouco tempo seria a Grande Esposa Real. Mas o seu desejo venceu-a e ela entregou-se à paixão daquele momento. Sentia Ramsés mexer-se dentro dela e a cada inda e vinda devaneava seu prazer. Até que não mais aguentado, o seu sangue ferveu e estremeceu com um orgasmo intenso. Ramsés também estremeceu e com um enorme urro, depositou sua semente nas entranhas dela.
Depois que Set morreu, Nefertari tornou-se a Grande Esposa Real e orientada por Touya, sua sogra, reinou sobre o Egito e temeu pela vida da seu amado durante a Batalha de Kadesh. Entre todas as esposas reais, ela sempre foi a preferida de Ramsés. Quando Nefertari foi habitar os Campos de Iaru e encontrar o Deus Osíris na Sala de Pesagem, Ramsés, segundo as tradições egípcias, casou-se com Meritamon, filha de ambos, que a substituiu tornando-se a Grande Esposa Real.

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Um comentário :

  1. Belo... deliciosamente excitante.
    Puro tesão!...

    Ah!... My God...!!!

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