Pecados Profanos

por H. Thiesen 

A Madre a chamara à pouco, ela sabia o que a esperava. Na noite anterior, esqueceu a porta da sua cela aberta e uma soror a surpreendeu enquanto se masturbava.
Enquanto esperava, tremia dos pés à cabeça, suas mãos suavam e pensava no que falar para tentar minimizar a sua pena. Temia ser punida e denunciada, os inquisidores certamente lhe imputariam ligações com o demônio, a torturariam para que confessasse e depois selariam seu destino, segundo as convicções do Santo Ofício.
Viu a porta abrir e a Superiora entrar e caminhar severamente na sua direção. Um tapa estalou no seu rosto e ela caiu ao chão, sentindo ruir a sua dignidade. De joelhos e com a cabeça baixa ouviu a Madre dizer-lhe:
- Menina, como queres ser uma serva?
- Perdoe-me Madre!
- Sabes o que devo fazer?
- Sim, Senhora!
- Mas posso poupá-la.
- Serei-lhe grata pelo restante da minha vida!
- Compreendo as tuas aspirações e o fogo que queima meninas como você, por isso serei-lhe branda!
- Madre...
- Vais à torre e ficarás no claustro, até minha ordem!
- Sim, Senhora!
A Madre segurou-a pelos cabelos, levando-a de rastro até a beira da porta, onde chamou pela Abadessa e ordenou-lhe que levasse a noviça até a clausura.
A cela era escura e sombria, uma pequena janela com grades de ferro dava vazão ao Sol, uma pequena cama de palha era o único móvel disponível e ao lado dela um velho urinol de porcelana. Nas paredes, bem como no teto, via-se argolas, correntes e cordas penduradas. O cheiro de mofo, era quase insuportável. A Abadessa empurrou a jovem noviça para dentro da cela, bateu a porta e passou a chave. Num gesto de humilhação, pela pequena abertura na madeira, colocou a boca e falou:
- Boa estadia! Logo nossa Madre virá cuidar e tratar dos vossos pecados!
Inconformada, a noviça jogou-se à cama de palha num dos cantos sombrios da cela escura, onde chorou por longo tempo e não deu-se conta com o passar das horas. Cansada e sentindo-se humilhada adormeceu.
Já noite alta, acordou-se com o barulho do ferrolho da porta. Encolheu-se e colocou a cabeça entre as pernas. Ela sabia que era a Madre entrando.
A Madre caminho em sua direção, ela não ousava olhar e retirar a cabeça dentro dos joelhos.
- Levante-se menina! - Disse-lhe a Madre puxando-a pelos cabelos.
Carregada, quase de arrasto à parede em frente. Sentiu as argolas envolverem seus pulsos e depois outras duas serem colocadas em seus tornozelos.
Apenas a penumbra da lua iluminava a cela, o cheiro de mofo ardia em todos os cantos do claustro e a noviça via somente a silhueta da Madre aproximar-se do seu corpo imóvel. Sentiu a mão da velha freira tocar um dos seus seios, o corpo dela juntar-se ao seu e ouviu a respiração ofegante da Madre ao seu ouvido.
Mordiscando com os lábios o lóbulo da orelha da noviça, a soror idosa falou-lhe quase sussurrando:
- Trouxe-lhe a penitência, não ouse gritar, daqui ninguém lhe ouvirá!
Logo depois de falar, a Madre rasgou as veste da jovem, desnudando-lhe e expondo seu corpo. Sua mão enrugada tocou a pele macia dos seios da noviça e descendo pelo ventre, tocou-lhe o meio das pernas, segurando com força a vagina e perguntou-lhe:
- Alguém já tocou-a aqui... minha criança?
- Nunca Madre, nunca!  
- Isso é bom, servas precisam ser castas!
- Sim,Senhora!
Acariciando a vulva da noviça, abriu-a com os dedos e introduziu o médio. A noviça gemeu levemente e a Madre desferiu-lhe um tapa no rosto.
- Para você aprender! Não ouse gemer novamente!
Novamente introduziu os dedos e movimentou-os para dentro e para fora, enquanto isso, aproximou-se e lambeu os lábios da noviça. Permaneceu algum tempo ocupando-se da vagina e da boca da jovem acorrentada, até que parou e levou os dedos à boca, provou o gosto da libido da moça.
Afastando-se da noviça despiu-se inteiramente, antes de voltar passou a mão entre as pernas e sentiu o seu íntimo totalmente encharcado.
De volta à noviça, como uma algoz, colou o seu corpo maduro ao dela, colocou a sua coxa entre as dela e sentiu o calor e a umidade da vagina, seus seios roçavam os seios da jovem, enquanto suas mãos passeavam no corpo da  novel.
A Madre sedenta beijou a noviça novamente, depois desceu pelo pescoço e colo dos seios, sugou fortemente os mamilos, primeiro um e depois o outro. Beijando a pele macia, desceu pelo ventre e pousou a sua boca sobre a jovem vagina. Mordiscou os lábios rosados, lambeu e sugou o clitóris.
A noviça amoleceu, seu corpo desabou de prazer e não conseguia manter em pé. Segurava-se pelas correntes nos pulsos. Um misto de dor e prazer faziam-na sucumbir.
A Superiora continuava a impor sua língua na vulva agora encharcada e com a sede já não importava-se com os gemidos da moça, que não aguentando mais as carícias deixou que orgasmo derramasse na boca da Madre e permitiu-se gritar de prazer.
A regente do convento ergueu-se, sua boca impregnada de orgasmo reluzia sob o clarão da Lua, beijou e livrou a noviça das amarras, que mal tinha força para aguentar-se em pé. Segurando-a por baixo dos braços ajudou-a a deitar-se na cama de palha e beijou-a por todo os seu corpo.
Satisfeita, a Madre vestiu novamente o hábito e com a voz de autoridade falou à noviça:
- Que ninguém saiba o que acontece aqui! Se não voltarás para cá e conhecerás meu chicote! Pela manhã estarás livre!

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