Eu e uma atriz global!

por H. Thiesen

Em 1998, tive a oportunidade de fazer uma viagem de férias e escolhi a cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, durante a semana do Festival de Cinema.
Eu tinha vinte e dois anos e aqueles dias foram especiais para mim, os quais nunca vou esquecer. Numa das noites, junto a outras amigas, eu estava na frente do Palácios dos Festivais, vendo as celebridades que chegavam para as exibições. Confesso, uma grande tietagem da minha parte, mas quem não faria isso, com uma oportunidade como aquela, afinal o Rio Grande do Sul é um confim do mundo, ainda mais naquela época, quando não haviam tantas facilidades. No meio do frenesi do público, a cada chegada de pessoas famosas, eu admirava cada uma delas, eram atores e atrizes, diretores, roteiristas e diversas celebridades conhecidas, do cinema e da televisão. Surgiu então, uma atriz e para não identificá-la, vou chamá-la de Lady G.
Naqueles anos, final da década de noventa, ela era uma das atrizes mais requisitadas nas novelas, pele morena, não muito alta, cabelos escuros e caídos nos ombros, corpo de menina, olhos negros e brilhantes, sem falar do sorriso encantador. Trajava um vestido branco e longo, que destacava-lhe as formas longilíneas do seu corpo magro. Sobre o salto, ela pisou o tapete vermelho, amparada por uma outra mulher, com mais idade do que ela, mas que não ficava para trás em charme, que depois fiquei sabendo ser a sua agente. Caminhando lentamente e acenando para o público, ela passou por mim e cruzamos os nossos olhares, um sorriso delicioso estampou-se no seu rosto e retribuí acenando com a cabeça e piscando um dos olhos. À passos lentos, ela subiu as escadas e entrou na sala de exibições, onde seria exibido o filme "Outras Histórias", adaptação da obra de Guimarães Rosa.
Durante o tempo todo, eu e minhas amigas permanecemos na frente do Palácio dos Festivais. Sair dali seria impossível e perderíamos o lugar privilegiado. Terminado o evento, aguardei ansiosa pela saída de Lady G, no meu pensamento de pós-adolescente, fantasiava que ela pudesse pelo menos conceder-me um autógrafo. De repente, ela surgiu na porta, contrastando seu vestido longo e branco com o tapete vermelho, segurando uma pequena bolsa na mão esquerda e dirigindo sua atenção aos fãs. Lady G, caminhou em direção às pessoas e com delicadeza, cumprimentava-as e dava-lhes alguns autógrafos e cada vez mais perto do local onde eu estava. Quando chegou a minha frente, abriu a pequena bolsa e retirou um pequeno papel dobrado, estendi-lhe a mão, para alcançar-lhe uma página de caderno, esperando o seu autógrafo. Porém ela me surpreendeu, aproximou-se mais um pouco e perguntou meu nome, depois colocou na minha mão o papelzinho que havia retirado da bolsa. Junto à sua assinatura, havia um recado com o nome do Hotel Serra Azul e o número do quarto, dizendo-me que fosse visitá-la e que dissesse meu nome à recepção, pois ela deixaria meu nome e que me esperaria na tarde do dia seguinte.
Tive que rever meus planos, eu e minhas amigas retornaríamos a Porto Alegre logo pela manhã. Decidimos que ficaríamos mais dois dias, com exceção de uma amiga, que preferiu retornar de ônibus.
Eram quatorze horas quando cheguei no hotel, fui à recepção e fiz o que Lady G pedira. A recepcionista ligou para o quarto e logo depois disse-me para tomar o elevador. Subi ansiosa e com muitas expectativas do que estava me esperando, jamais eu poderia imaginar, que seria uma tarde deliciosa e que eu nunca mais esqueceria.
Toquei a campainha e Lady G não demorou para abrir a porta. Ela estava vestida uma camiseta branca, um short jeans, os cabelos presos em um rabo de cavalo no alto da nuca, os pés descalços, com as unhas bem feitas e pintadas. Vestia-se tal e qual uma menina, que como eu, nos seus vinte e dois anos, mas diferentemente de mim, já era famosíssima e figurava nas novelas das oito, há bastante tempo.
Ela me cumprimentou com um beijo no rosto e eu lhe retribuí com outro, depois convidou-me para sentar em um sofá e sentou-se ao meu lado. Seus olhos me olhavam profundamente, quase me fazendo corar, mas ela logo notou a minha timidez e começamos a conversar:
- Ontem, não pude deixar de notá-la no meio daquele povo!
- Puxa, fico lisonjeada!
- Você tem um encanto especial, esse olhar e esses cabelos loiros esvoaçados, é impossível não ver.
- Meus cabelos sempre foram assim, tenho um trabalho danado para mantê-los!
- Mas isso é irrelevante, a tua discrição é muito mais importante!
- Como assim?
- Bem, ontem quando nos olhamos, fosse outra se rasgaria gritando. Mas você apenas acenou com a cabeça e manteve-se na linha. Porém aquela piscadela foi deliciosa e extremamente charmosa!
- Sou assim, sempre fui assim! Gosto de discrição!
- Isso é bom!
- Por que você me convidou?
- Por que gostei de você!
- Assim... do nada?
- Não, tenho fantasias e creio que você pode correspondê-las!
- O que te leva a pensar isso?
- Simples! O que fazemos quando temos desejo por uma pessoa, não nos deixa mentir!
- Não entendi bem?
- Você é como eu! Deseja e quer, por isso veio!
- Você me convidou, como eu poderia perder a oportunidade de estar perto de uma mulher tão famosa, não é esse o desejo de todas as pessoas?
- A grande maioria sim, - disse-me, colocando uma das mãos sobre a minha coxa - mas você não veio atrás da atriz, mas da mulher!
Engoli seco, ela estava certa! Não tive outra alternativa, a não ser responder com franqueza:
- Sim! Sou tua fã, assisti algumas novelas e confesso, te desejei muito, quando via teus beijos infindáveis. Se é isso... Sim... Somos iguais!
- Preciso dizer mais alguma coisa? Agora você sabe por que te convidei!
Ela levou a mão até o meu rosto, acariciou a minha face e segurando a minha nuca levou-me de encontro a sua boca. Nos beijamos longamente, nossas mão passearam pelos nossos corpos, pelos seios, coxas e sexos. Aos poucos o clima esquentou entre nós, ficamos em completa intimidade e o meu desejo que era enorme, aflorou mais ainda, fazendo-me molhar e sentir um fogo imenso queimar meu corpo.
Nos despimos mutuamente. Nossas roupas foram atiradas, sem nenhum cuidado, para todos os lados. Enquanto isso, nosso beijo era intenso e suas mãos geladas passeavam pelas minhas costas, até chegarem a minhas nádegas, onde suas unhas cravaram e me arranharam deliciosamente.
Lady G ajoelhou-se entre as minhas pernas e beijou meu corpo inteiro. Depois colocou as minhas pernas por cima dos seus ombros e beijou meu ventre de maneira delicada. Cada beijo que ela dava, aproximava-se mais e mais da minha vagina, até alcançá-la e deliciar-se com o prazer que escorria entre as minhas coxas. Ao contrário de suas mãos, seus lábios eram quentes e sua língua macia. Ladu G brindou-me com pequenos círculos em volta do clitóris, usando a sua língua deliciosa e depois sugou-o delicadamente. Sem pudor nenhum, sua boca envolveu meus lábios vaginais e sua língua me invadiu. Segurei seus cabelos com força e apertei sua cabeça de encontro a mim, gritei com muito tesão!
- Não para, não para...
Lady G atendeu o meu pedido e acelerou os movimentos da sua boca e eu gozei freneticamente. Perdi as forças e obriguei-ma a deitar-me no sofá espaçoso.
Ela deixou-me recompor, sentando-se ao meu lado e a acariciando os meus cabelos, enquanto beijava-me varias vezes no rosto.
Eu não esperei muito, precisava liberar tudo que eu guardava. Olhei-a e ela sorriu e vendo um sorriso tão safado, deu vontade de virá-la de bruços e bater na sua bunda, como numa criança arteira. Levantei-me e a empurrei-a para ficasse deitada de bruços, fui à altura de sua nádega e a mordi, deixando-a bem marcada com meus dentes. 
- Ai!
- Doeu?
- Humm... Não!
Afastei as suas pernas, empinei sua bunda e lambi a sua vagina molhada.
Ela gemeu e perguntei:
- Que foi?
- Gostoso demais!
- Mas... eu apenas comecei...
Sentei-a no sofá e como ela fez em mim anteriormente, mergulhei entre as suas coxas, e dei-lhe sexo oral da melhor forma que eu sei fazer
Brinquei com seus lábios, circulando a língua na sua entrada, as vezes ameaçava entrar, mas recomeçava novamente a circular. Suguei seu clitóris, mordisquei os seus lábios e finalmente penetrei-a com a minha língua, o mais profundo possível que poderia alcançar. Ela gemia e suspirava de tesão. 
Sem lhe dar trégua, continuei a brincadeira por algum tempo.
Deixei a sua vagina e subi beijando a sua pele, até alcançar seus seios. Dei à eles meus carinhos, beijos, lambidas e suguei seus mamilos rosados, deixando-os totalmente eriçados e depois fui ao encontro da sua boca. Beijei-a sofregamente e minha perna entrou no meio de suas pernas, para que nos masturbássemos, roçando as nossas vulvas em nossas coxas, o que nos levou a um beijo muito mais longo e intenso.
O contato dos meus seios com os seios pequenos e rijos de Lady G e os seus mamilos rijos, que pareciam agulhas contra a minha pele, me excitaram profundamente, fazendo-me desejar um outro orgasmo. Deitei-a no sofá e deitei-me ao seu lado, mas ao contrário dela e de uma só vez, entrei no meio das suas pernas, abrindo as minhas e oferecendo-me para que ela fizesse o mesmo. Deliciamo-nos em um maravilhoso sessenta e nove e não demorou para que gozássemos.
Exausta, debrucei-me sobre a sua coxa, o cheiro de sexo, suor e  de orgasmo entrava pelas minhas narinas e acredito que ela sentia o mesmo. Permanecemos deitadas assim por algum tempo. Depois deitei-me ao seu lado, nos acariciamos, nos beijamos, conversamos mais um pouco e finalmente recomeçamos novamente, mas desta vez com muito mais calma, a nossa primeira vez e a ansiedade, já haviam ficado para trás!
Até hoje guardo aquele bilhete comigo, o tempo passou, ela continua em evidência e muito mais conhecida do que naquela época. Nos encontramos outras vezes, mantemos contato e somos muito boas "amigas".
Ah... O nome dela? Não importa! Tente descobrir, eu deixei algumas pistas!

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4 comentários :

  1. Eu vou chutar que foi a Gloria Pires. Ohhhhhhhhhhh Coroa muito gata ela. rsrs..

    Beijos.

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