Na parede!

por H. Thiesen 

Mal entramos em casa, deixamos a porta bater às nossas costas e ele me prensou contra a parede. 
Colando seu corpo no meu, ele me beijou ardentemente, seu pau duro roçou em minhas coxas e sensação daquele instrumento quente, me fez gemer de tesão.
Era verão e eu estava com o vestido leve, as mãos dele rapidamente o levantaram e procuraram a minha calcinha, baixando-a até o meio das pernas. Ele suspirou fundo, percebendo que eu já estava excitada, quando colocou a mão entre as minhas pernas, sentindo minha umidade. Olhou-me com uma cara de desejo, daquele jeito que tanto sabia que eu adorava. Arrancou meu vestido e depois o sutiã, livrando meus seios, que estavam loucos para sentir sua boca. Como um esfomeado, não perdeu tempo, chupou meus mamilos que já estavam eriçados, arrancando-me novos gemidos e fazendo-me cravar as unhas nas suas costas.
A calcinha já havia caído aos meus pés, bastou apenas um jeitinho para jogá-la ao longe. Fiquei apenas com as sandálias de salto, pretas e de tiras, amarradas no tornozelo, as quais eu havia comprado pensando nele e que já havia lhe deixado com tesão, quando viu-me com ela pela primeira vez. Ele virou-me de costas, desceu com a língua pela minha espinha, agachado lambeu o vão entre as nádegas. Ainda de joelhos, vrou-me novamente e jogou-me as costas contra a parede. Levantou minha perna e colocou-a sobre o ombro e foi-me beijando a extensão interna da coxa. Alcançou o joelho, beijou-o e lambeu-o e continuou descendo, beijando a perna. Segurou o meu pé, entre as suas mão e o acariciou com seus dedos. Depois o beijou e desenhou com a língua  o espaço que havia entre as tiras. Uma sensação me fez suspirar, eu nunca imaginara tanto tesão, com alguém tocando e beijando meus pés dessa maneira. Ele ficou assim, por longos minutos, fazendo-me descobrir o que é, ter o pés de uma rainha. Depois foi subindo, beijando, lambendo e mordendo, até encontrar o meu meio entre as pernas e começou a brincar com a língua quente e molhada, as vezes serpenteava e as vezes entrava e saía, mas sem esquecer de deliciosas chupadas. 
Ele notava o esforço que eu fazia para me manter de pé e deixava-me perceber que  não queria ver-me gozar. Mudou o rumo das suas carícias, virou-me de costas e enfiou-se entre as minhas nádegas. Por longos minutos, ele lambeu e  ouviu-me gemer.
Finalmente, levantou-se com o pau duro, mas ainda de calça, tirou e jogou longe a camiseta e abriu o zíper e baixou as calças o suficiente. Pressionando-me contra a parede, agarrando a minha bunda, começou a me provocar, esfregando seu pau nela. Ele queria me enlouquecer, a ponto de implorar-lhe para que me comesse. Esfregava na bunda, no meio das nádegas e vez em quando passava a glande no ânus, de outras ousava no meio das pernas e chegava na entrada da minha vagina encharcada. Ria ao meu ouvido e demonstrava gostar de me torturar. Com os seus movimento eu ficava cada vez mais excitada e a tortura me deixava ofegante e molhada. Sem que eu esperasse, enfiou finalmente, o seu pau devagar. Senti-o entrando, afastando as minhas carnes molhadas, gemendo e pedindo para entrar totalmente .
Enquanto metia, mordia meu ombro, percorria o pescoço e invadia o meu ouvido com a língua.
Resolvi me impor e empurrei-o e virei-me de frente para ele. Agarrei-me ao seu pescoço e beijei-o. Pulei no seu colo e ele me prensou contra a parede e entrou novamente. Agora de frente, com as pernas envolvendo a sua cintura, eu subia e descia e cravava as unhas nas suas costas e de perto ouvia os seus gemidos. Estava ficando cada vez com mais tesão ouvindo ele gemer e me chamar de safada.
Aproximei do seu ouvido e disse-lhe baixinho: 
- Você é meu! Todo meu!
Na mesma hora eu não aguentei e gozei, gemendo alto, sem me incomodar se os vizinhos estavam ouvindo meus gritos. Senti que estava apertando seu pau e tremia com os últimos reflexos do orgasmo. 
Ele meteu forte, o seu tesão era imenso e finalmente gozou.

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4 comentários :

  1. Espere um pouco.. vou ali bater uma punhetinha e volto....!!!
    E olhe que texto sensacional, que me lembrou a primeira vez com uma parceira.... fiz exatamente a cena da chupada...descer da buceta até o pé e depois lamber o cuzinho dela....
    Foi uma foda gloriosa, parceira que ficamos juntos por vários anos.
    Depois, o marido dela foi transferido para o Norte do Brasil e nos perdemos...
    Mas a imagem é gloriosa.... e o texto fantástico!!!

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  2. Quando transo assim, na hora do ápice o comedor tem que me segurar; caso contrário caio e me esborracho com a cara no chão! CATAPLOFT

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  3. Gosto de entocar o sardão assim! Dá-me cá uma tusa...

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  4. HAUHAUHA, isso me lembrou uma vez uma transa que tive. Estavamos no hotel, mas eu queria come-la de pé... Então a coloquei de frente para o espelho, em pé... Foi bem animalesco minhas reações na hora. rsrs..

    Beijos.

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