Aventuras sexuais de um moleque do interior

por H. Thiesen 

Juro, juro que é verdade, tanto que se não for, quero morrer de grelo inchado e roxo!
Eu sou gaúcha, nascida e criada no interior do Rio Grande do Sul, já contei muitas outras histórias verídicas por aqui, é só procurar que você acha.
Hoje vou contar a história do João Carlos, meu primo lá das grotas, um moleque muito safado, criado em galpão, como dizem nos Pampas Gaúchos.
Jocarlos, como nós o chamávamos, era um caso muito sério e um menino muito atrevido e desde pequeno tarado.
Quando Jocarlos estava ficando homem e os hormônios começaram à aflorar, a polvorosa se instalou em no sítio do meu tio. Jocarlos, não podia mais ver tetas e as fêmeas do sítio tinham que ficar bem longe dele, nem as minhas escapavam. Um dia bati nos dedos dele, até sangrar, com uma régua da escola e mesmo assim, minhas tetas continuaram correndo perigo!
Jocarlos era muito sedento e o que se contava e mais se ouvia nas rodas de chimarrão, era que ele vivia com o pinto assado de tanto socar punheta. Depois que eu soube disso, comecei a cuidar os modos do meu primo tarado e vi com meus próprio olhos, que a terra há de comer, que tudo o que las pessoas diziam, era com razão!
Jocarlos não poupava as galinhas e sem cerimônia nenhuma, passava a régua, digo o pinto, nas pobres penosas, que se atreviam passar pelo quintal. Coitadas, ficavam rengas de tanto picaço. Creio que Jocarlos pensava que era ele o galo e dono absoluto do cabaço das frangas.
Para Jocarlos, qualquer bicho com buraco tinha que ser passado na pua, não importava se era galinha da angola, gansa, marreca, perua, pata e fodia até as emas, só não comia abelha, por que tem ferrão na bunda.
Porém, o guri cresceu e virou um belo rapaz, razão pela qual, as galinhas já não lhe serviam e ele resolveu mudar, deixou a criação do quintal e passou para o rebanho. Foi a vez das ovelhas, mulas, terneiras e vacas. Jocarlos não podia ver uma delas pastando, que ia passando a guasca! Devagar, se aproximava, agarrava-as por trás e cravava o pau de sopetão. 
Muitas vezes ele escapou de ser pego de surpresa, nos dias de marcação, quando o rebanho era marcado à ferro em brasa e o gado estava toda reunido, os peões corriam para ver, por que as vacas estavam aos berros e alvorotadas
Muito tempo depois, já cansado de tanto foder, resolveu se acomodar, escolheu uma potranca e só fodia com ela. Não tinha hora, logo de manhã cedo, quando levantava de pau duro, ainda com tesão do mijo, mandava ver na xereca da potranca. As vezes nos passeios matutinos, se pelo caminho encontrasse um barranco, não fazia cerimônia e dava um jeito de barranquear a égua. Um dia ele se deu mal, a potranca devia estar naqueles dias, talvez de mal humor, com TPM, ou coisa de fêmea ciumenta e deu-lhe um coice nos bagos, que os ovos foram parar na bunda e o pinto ficou inchado. 
Certa vez resolvi pregar uma peça no meu primo tarado. Fiquei esperando de tocaia, deixei ele baixar as calças, subir no banquinho e se enfiar na potranca. Quando estava distraído, naquele ânsia do vai-e-vém, quase gozando, saí de meu esconderijo, parei quase do seu lado e da garupa do meu cavalo, falei:
- Buenas taaaaaaardes, bom proveito!
Jocarlos me olhou assustado, arregalou os olhos, deu um pulo para trás e saiu correndo, tropeçando nas bombachas arriadas, até sumir no meio do mato!
Bom, mas temos que entender o rapaz, mulher no interior é coisa muito escassa, ainda mais naquela época!
Mas, Jocarlos no aprendeu a lição, acredito que a potranca virou un vício. Um outro dia, em plena atividade sexual, equinamente falando, uma prenda, filha do capataz do sítio do meu tio, viu o safado grudado nas ancas da pobre equina:
- Credo, que relaxado, coisa feia! Não tem mais o que fazer?
Entretanto, o mais interessante, é que ela falou e ficou parada, até acho que querendo trocar de lugar com a potranca!
Jocarlos botou os olhos naquela morena, deixou de lado a potranca, virou para ela com cara de tarado e com o pinto reluzente e balançando partiu para cima!
Então, eu vi com os meus olhos a primeira foda de verdade do Jocarlos. Coitada daquela prenda, foi fodida como uma égua!
Uma noite, estávamos todos numa roda de chimarrão, jogando conversa fora e meu tio, pai de Jocarlos, chegou aos berros, gritando com aquele sotaque gaúcho e falando afobado para a minha tia:
- Mulher, a potranca está prenha!
Jocarlos esbugalhou os olhos,levantou-se da cadeira e não deixou ninguém falar:
- Tá prenha, mas a cria não é minha!
Essa é a história do meu primo do interior, rapaz muito safado!
Bem, juro que é verdade! Mas tenho que parar por aqui. Vou ao médico, meu grelo está inchando e, ai gezuis, está ficando roxo! Será que vou morrer?

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2 comentários :

  1. Nãooooooooo... isso não existe!!!
    Menina... há tempos que eu não leio algo tão bem humorado como esse conto.
    Sinceramente, sensacional.... ótima escrita, ótimo fio condutor da história...sensacional.
    Você está resgatando a tradição gaúcha dos contos bem humorados...
    Lena... veja se você consegue enviar esse conto para o Luís Fernando Veríssimo.... o pessoal do ZERO HORA deve ter o contato dele....
    Rindo muito aqui.... rindo muito...!!!
    E outra coisa... se você quiser, eu posso examinar esse grelo roxo para você....!
    Só faltou uma coisa: Te conhecendo do jeito que te conheço.... acho que o JC e você.... bem isso é lá entre vocês dois!!!!

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  2. Tirou da eqüina e meteu na humana...doença pra cá, doença pra lá...nojo master, sorry!
    Num blog de zoofilia vi um homem anormal comendo uma égua e ela continuava mascando! Acho que não sentiu nada porque a cona foi feita pra acolher o caralhão do cavalo! Pobre humanóide, ou pobre da quadrúpede - ser incomodada na hora da refeição! It's fucking abominável! af

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