No Banheiro do Metrô!

por H. Thiesen 

Em 1996, eu estava cursando relações públicas, em uma universidade bem conceituada na Região Metropolitana de Porto Alegre, todos os dias usava o metrô para me deslocar, um meio rápido e barato, além de proporcionar oportunidades para conhecer muitas pessoas e para uma paquera, se houvesse possibilidade.
Numa manhã, eu embarquei na estação de costume e de cara vi uma morena deliciosa. Ela era da minha altura, baixinha como eu, morena-clara, cabelos lisos e caídos nos ombros, seios volumosos, os quais se deixavam mostrar exuberantemente pelo decote da blusa preta, a bunda era deliciosa, quadris largos e cintura fina, pernas grossas e que marcavam a silhueta na saia branca. A pele bronzeada, unhas bem feitas e discretas.Seu rosto demonstrava uma mulher decidida, sobrancelhas bem feitas, boca bem desenhada, nariz afilado e os olhos amendoados.
- Uma deusa - eu pensei!
Ela estava com a cabeça abaixada, enterrada em meio aos livros, lendo e as vezes fazia algumas anotação. Comecei a procurar um jeito para me aproximar, não podia deixar escapar a chance. Afinal, uma mulher deste porte, não é qualquer dia que encontramos. Já me via com a boca naqueles seios, sentia a maciez da sua pele nas minhas mãos, queria sentir o seu calor, descobrir os seus segredos de fêmea.
O trem estava um pouco lotado e eu estava em pé, como ela embarcou antes de mim, estava sentada. Me aproximei e parei perto, quase de frente para ela. Queria ter uma ideia para poder falr alguma coisa, iniciar uma conversa. Levantei meus livros, abri o estojo, peguei uma caneta e fiz que lia algo, estava esperando uma oportunidade. Quando em uma curva o trem deu um solavanco, fingi que a caneta caiu da minha mão e disfarçando, joguei-a sobre os seus livros. Ela juntou a caneta, me olhou e com um sorriso maravilhoso, a alcançou para mim. Eu estendi a mão agradeci, pedi desculpas e devolvi o sorriso.
A esta altura a lotação do vagão diminuiu e sobro uma vaga de frente para ela, sentei e continuei a admirar aquele monumento feminino. Ela levantou a cabeça, me olhou e eu deu uma piscada, ela sorriu.
- Meu Deus! Ela retribuiu!
Estava lançada a cantada, era apenas uma questão de tempo, para saber se ela seria capaz de notar as minhas intenções e eu faria de tudo para que ela soubesse.
A estação da universidade era a próxima e eu só pensava naquele corpão. Levantei do banco e deixei cair alguns livros.
- Puta que pariu! - Exclamei alto.
Ela levantou-se, me ajudou a juntar os livros, pegou-os, me entregou e disse:
- Você é bem atrapalhadinha, não?
Juro que tive vontade de pular pela janela do trem. Mas, para o meu alívio, ela continuou puxando conversa:
- Você estuda o que?
- Relações Públicas, e você?
- Eu medicina, pra falar a verdade, estou me especializando em pediatria.
- Legal, trabalhar com crianças é ótimo. Sou a Helena e você?
- Ah! Prazer, meu nome é Aline.
- Vai desembarcar?
- Sim, acho que estudamos no mesmo lugar.
- É parece!
- Faz tempo que você cursa?
- Estou quase terminando o curso, no meio do ano que vem eu me formo.
- Eu termino este ano.
O trem parou, abriu as portas e desembarcamos. Caminhamos pela plataforma e subimos a escada rolante.
- Vem sempre neste horário? Perguntei.
- Nem sempre, hoje eu me adiantei um pouco.
- Ah! Por isso que não havia te visto ainda.
- Vou ter que pegar o ônibus integração, você também.
- Sim, vou para lá, mas acho que não é o mesmo.
- É verdade, os cursos são bem afastados.
- Olha fica com meu telefone.
- Tá certo, eu te ligo, acho que nós duas queremos isso. Tchau!
- Tchau, me liga mesmo!
Sinceramente, eu fiquei surpresa! Não esperava ouvir algo assim. Eu já estava a costumada a paquerar mulheres e sempre as coisas eram bem difíceis, as vezes a paquera durava dias e não rendia nada ou se as minhas intenções fossem notadas elas se afastavam. Sei lá, o preconceito tem disso: "Que pena, é bonitinha mas é sapatão!"
Bem, não importa. O que importa é que ela ligou e combinamos um encontro na manhã seguinte, na Estação do Metrô, quem chegasse primeiro esperava a outra.
A noite eu não consegui dormir, imaginando aquele corpão nos meus braços. Só em pensar fiquei excitada e como não poderia deixar de ser, a siririca rolou solta a noite inteira.
Na manhã seguinte, acordei cedo, estava ansiosa, tomei um banho demorado, abusei do Anaïs Anaïs, tomei um café, fiz o make up com todo o cuidado, coloquei a minha melhor roupa, uma daquelas que eu me sentia muito mais sexy, uma blusa frente-única de seda bordo, que por trás deixava parte dos seios a mostra e os mamilos eriçados, uma calça leg branca, quase transparente, calcinha fio dental, também branca e minúscula, um sapato de salto branco. Para falar a verdade, eu fiquei uma legítima vagabunda, como a vizinhança, melhor as fofoqueiras da rua onde moro, me apelidaram naquela época (hehehehe!!!)... Eu sempre cuido para ser bem qualificada por onde passo! Bom, pelo menos, acho que os vizinhos não possuem a mesma opinião que as esposas! Eu tenho uma opinião, se dizem que sou, então sou PUTA mas, isso já faz parte do passado, dei a volta por cima, hoje as mal-amadas quando me veem, ficam com inveja:
- Lá vai a aeromoça, tá sentada na grana! (Coitadas! Oh inveja! Dizem que Deus não mata, mas achata!)
Voltando ao assunto, naquele dia resolvi ir de carro à faculdade e esperá-la na estação, se fosse o caso, teríamos como nos deslocarmos (uma mulher prevenida... né?), ou indo direto, nos deslocarmos para o motel mais próximo.
Cheguei na estação, estacionei o carro, subi para o primeiro andar e fiquei esperando ela chegar, próxima as escadas rolantes.
O trem parou, abriu as portas, corri o olhar para a plataforma de desembarque, achei Aline dentro de um pretinho básico, que não deixava escoar a sensualidade dela. Peguei o celular e liguei para ela, dizendo que estava a aguardando no primeiro andar. Ela olhou para o alto e eu abanei, logo fui identificada por ela. Ela subiu, não poderia faltar os beijinhos no rosto (três precisamente, um de cada lado do rosto, coisa de gaúchas!) e ela me disse, com os olhos brilhando:
- Nossa, não parece nem um pouco com a menina desastrada!
Eu respondi:
- Ah! Aquela menina é a Helena quando está vislumbrada!
Ela me sorriu e entendeu o que eu queria dizer, naquele momento eu soube que ela tinha a certeza de que eu a queria. Eu já não me aguentava mais de tesão!
Para quebrar um pouco o clima e deixar as coisas acontecerem mais naturalmente, disse-lhe que precisava ir ao banheiro, ela me acompanhou, entramos. Estávamos somente nós duas, ainda era cedo e o movimento era pouco. Abri a bolsa, peguei o batom e comecei a maquiar os lábios. Senti a sua mão acariciar as minhas costas, fechei os olhos e respirei fundo:
- Você é linda e doce Helena!
- Eu...
Ela me fez um sinal, colocando o dedo indicador sobre sua boca e me pedindo silêncio, sua mão escorreu por baixo da minha blusa e alcançou um dos meus seios, com a outra mão segurou o meu rosto e o virou, me oferecendo sua boca para um beijo. Eu me virei e a beijei com volúpia, nossas línguas se encontraram, nossas salivas se misturavam, nossas respirações se tornaram ofegantes, denunciando o momento de intenso tesão. Entramos para um dos cubículos de vaso sanitários, fechamos a porta e nos entregamos uma a outra. Ela abriu os laços que prendiam minha blusa, escorregou pelo meu pescoço, beijou os meus ombros e chegou aos seios, beijou-os, mordeu-os e sugou os meus mamilos deliciosamente. Eu segurava a sua cabeça e mordia meus lábios para não deixar escapar gemidos mais altos. Ela ergueu-se, enfiou sua língua em meu ouvido, meu corpo estremeceu e um calafrio o percorreu. Nos beijamos novamente, enquanto isso eu levantei seu vestido e com uma das mãos acariciei sua buceta. A umidade na calcinha denunciava a sua excitação. Ajeitei a mão, baixei a calcinha e senti os pelos bem aparados, escorreguei meus dedos ao encontro do seu grelo, minha mão entro no meio das suas pernas e segurei sua buceta deliciosa, quente e úmida. Ela me abraçou com força, gemeu e respirou fundo, despiu-se, deixando-me ver os seios fabulosos, eram grande e firmes, as auréolas redondas e escuras e os mamilos pediam uma boca quente, saboreei aqueles biquinhos, lambi-os, mordisquei-os e finalmente os suguei. Desci pela sua barriga e sem cerimônia coloquei minha boca sobre a sua buceta, sugando aquele suco delicioso e doce. Ela se abria para mim, deixando-me explorar aquela doce intimidade. Eu sugava seu grelo e sentia na língua o sabor daquela mulher sedenta. Sem demora ela gozou e suas pernas se contraíram, parecia que suas forças faltavam, agarrou-se a mim e suas unhas cravaram em minhas costa. Foi um orgasmo delirante e silencioso, abafado pelos dentes a morder a sua própria boca. Virei-me, deixei que sentasse no vaso sanitário, levantei uma perna e ofereci a minha boceta para que ela chupasse, sem nenhum pudor ela abocanhou a minha xana, sugou-a, lambeu-a e mordeu-lhe os lábios vaginais, com tanta volúpia e vontade que eu não aguentei muito tempo e gozei em sua boca. Minhas pernas amoleceram e deixei-me encostar na porta. Ficamos assim, as duas extenuadas por alguns minutos. Ouvimos barulho, alguém havia entrado no banheiro, aguardamos quietas que saísse. Nos beijamos, colocamos as roupas, saímos do cubículo. Nos lavamos e nos maquiamos novamente.
Uma mulher que cuidava da limpeza entrou:
- Vocês? Ué, eu não vi ninguém entrar, a pouco eu entrei, o banheiro estava vazio...
- Oh tia, não viu entramos pela porta! Disse-lhe Aline.
Saímos as duas rindo muito. Fomos para o meu carro, e depois para a faculdade.
Houveram outras vezes e quem sabe... Eu conte para vocês!

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Um comentário :

  1. Aiiiiiii....que coisa....!!
    Sem palavras..... mas eu quero ler as outras vezes....!!!
    EU bem que podia estar nesse banheiro para ver a cena da chupada.... fico aqui imaginando!!!

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