Minha amiga Giovanna

por H. Thiesen

Vou confessar, sou extremamente tarada, penso em sexo o tempo todo. Onde estou, sempre acho algo que me excita muito. Se estou no banho, tenham certeza que algo vai me excitar. Se estou no trabalho, não faltam homens e mulheres que me chamem a atenção. Se vou a qualquer lugar, em qualquer momento, no saguão do aeroporto ou no escuro do cinema, aparece o tesão, aliá, as vezes muito tesão. As vezes ele vem insuportável, fico excitadíssima e não há outro jeito senão, me masturbar. Num local público, masturbar-se é impossível, mas sempre acho um jeito. Minha líbido é enorme e já houve dias que me masturbei quatro ou cinco vezes, é uma delícia e exploro cada cantinho do meu corpo (se estou em casa, é claro) para ter orgasmos deliciosos.
Sou apaixonada pela minha "constantemente perseguida", aliás, sou totalmente fissurada por ela, falta-me ser contorcionista para beija-la, lambê-la e chupá-la demoradamente.
Normalmente não uso calcinha, deixo-as para aquelas horas do rala e rola, para dar um tom mais romântico e dificultar um pouquinho, mas as tenho em quantidade, talvez mais de duzentas, de todos os tipos e tamanhos. Não usar calcinha durante no dia-a-dia é algo que me excita muito. Naqueles dias de calor, o suor me excita e nos dias de frio, a falta de proteção, deixa a minha xana geladinha, outro motivo para me excitar e na primeira oportunidade fazer uso dos meus dedinhos.
Sou uma masturbista nata ou se preferirem siririqueira, não dou tréguas para o meu clitoris, gosto de palmadinhas leves sobre ele (isso é delicioso), gosto de admirar a pequena peladinha na frente do espelho, abuso do gel ou dos óleos. Depilar-me é uma sensação deliciosa, uso mentolados para para atiçar as sensações. Levar os meus dedos à boca e degustar-me é delicioso. Resumindo, eu amo a minha "pombinha masturbatória", ou para os mais íntimos, a "Tonha", apelido que dei para a minha parte mais meladinha!
Já fui pega varias vezes nesta situação e a grande maioria das vezes renderam boas transas, as pessoas gostam de fantasiar:
"- Está precisando de um bom trato, não é gata?"
Que imaginação, a maioria das pessoas pensam que para se masturbar, é preciso estar em falta de sexo, que já se passou muito tempo desde última transa. Mas como eu já disse, há vezes que eu provoco uma situação, seja para chamar a atenção ou para me aproximar de alguém e lanço a mão, literalmente, da siririca, ou se preferirem da masturbação, na maioria das vezes discretamente, mas em outras escancaradamente, como essa história que relato abaixo:
Certa vez, eu conheci uma mulher linda, ela chama-se Giovanna e estava acompanhada do esposo. Eu já a tinha encontrado outras vezes, porém nunca tive uma oportunidade para  me aproximar dela, mas quem está acostumada a sair em busca de aventuras e tem experiência numa "ralação", sabe distinguir com margem reduzida de erro, quem gosta da "fruta" ou não.
Eu, alguns amigos e amigas, tínhamos combinado um jantar em um restaurante de Porto Alegre, o casal era amigo em comum de alguns deles e sempre estavam presentes nestes encontros. Neste dia uma oportunidade surgiu e eu não costumo perdê- las, notei que ela foi ao banheiro sozinha e fui atrás. Entrei, ela estava ao espelho e lavava as mãos e depois ajeitou os seios fartos no decote exuberante e generoso de um vestido extremamente sensual, quando notou a minha presença, me comeu com seus olhos, me olhando de cima abaixo, mas disfarçou e eu não me senti segura para aborda-la. Fui diretamente para a privada, mas deixei a porta entre-aberta, isso desperta a curiosidade, principalmente se há interesse. Ela abriu a porta de outra privada, fez o seu xixizinho, depois, como todas as mulheres, começou a retocar a maquiagem no espelho, enquanto isso, eu a observava pela fresta da porta.
Simulei uma masturbação e comecei a gemer sussurrando, sempre observando as suas reações pela fresta e notei que ela havia ficado curiosa. Continuei insistindo e a gemer um pouco mais alto, nada mais convincente e certeiro para despertar a curiosidade de uma mulher que gosta da "coisa". Não deu outra, ela abriu a porta da privada e me viu, sentada para trás, com o vestido levantado, as pernas abertas, com uma mão friccionando o meio das pernas e a outra dentro do decote acariciando os seios. Fingi que estava com os olhos fechados e muito excitada. Uma verdadeira encenação de filmes pornô e é claro, simulei um susto enorme e ela me disse:
- Desculpe-me, achei que alguém estava doente, mas é algo mais grave!
Sem pensar, respondi:
- Não foi nada, mas estou precisando de uma médica para me curar!
- Aqui não, me telefona!
Abriu a bolsa e me entregou um cartão.
No dia seguinte eu telefonei. Marcamos um encontro para conversarmos e depois disso, nós duas tivemos momentos maravilhosos, ela na época tinha trinta e oito anos e eu apenas vinte e três. Foram encontros furtivos e deliciosos. Mas estes, eu conto em outras oportunidades!

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2 comentários :

  1. As mulheres têm razão que a própria razão desconhece...
    São diretas, carinhosas, sensíveis...
    O sexo entre mulheres é coisa linda... isso jamais aconteceria comigo e uma mulher...
    O post é um tesão menina!!!!
    E EU SEI QUE ISSO ACONTECEU!!!

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