Anna e eu!


por H. Thiesen 

Anna é uma menina belíssima, disso ninguém duvida. Mas, que ela se interessaria por mim, isso era uma grata surpresa. Certa vez, a seis anos atrás, quando eu ainda morava em Londres, ela me visitou e ficou hospedada em minha casa durante uma semana, numa noite daquelas, fomos à boate Killing Kittens, onde ela conheceu um pouco da noite erótica Londrina. 
Durante aquela semana, saímos e passeamos pela cidade, fizemos um maravilhoso passeio de barco pelo Rio Tâmisa. Quem vai à Londres, não pode deixar de ver a cidade navegando pelo rio, em meio as memórias romanas, vikings e saxônicas, nas margens que originaram uma das maiores metrópoles do mundo. O passeio pelas águas oferece os melhores ângulos da capital britânica,  pode-se  observar a Torre de Londres, a Tower Bridge, o Westminster Palace e The London Eye, essa também conhecida como Millennium Wheel ou Roda do Milênio. E, por falar nela, nós duas não poderíamos deixar de admirar a paisagem noturna londrina, à centro e trinta e cinco metros de altura, na terceira maior roda gigante do mundo, onde Anna me pediu para voltar para casa.
No caminho de volta, ela colocou a sua mão sobre a minha perna e recostou-se em meu ombro. Sua mão acariciava a minha coxa e vez por outra, sua boca beijava o meu ombro. Pousei a minha mão sobre a dela e segurei-a com força, seus carinhos haviam me incendiado e conduzi-a, para que ela esquecesse dos seus pudores, ao centro das minhas coxas. Anna, não tendo mais que me falar dos seus desejos, pôs-se a acariciar-me por cima da calça jeans e para facilitar-lhe, afastei as minhas pernas. Eu podia sentir o calor da sua mão me acariciando, mesmo com as limitações impostas pelo tecido e umedeci fartamente. Aos poucos ela ganhou mais confiança e ousou acariciar meu ventre e meus seios, sem esquecer de beijar e mordiscar os meu ombro desnudo, emoldurado por uma camiseta larga de gola canoa, a qual pendia pelo meu braço.
Estacionei o carro na garagem, entramos no elevador e instintivamente começamos a nos acariciar e nos beijar, nossa excitação era imensa e não víamos a hora de entrar no apartamento, fecharmos a porta e nos entregarmos uma à outra. A subida foi rápida, entre beijos e carícias, somente nos demos conta quando a porta do elevador abriu.
Entramos no apartamento, deixamos que a porta fechasse sozinha às nossas costas e sem nenhuma perda de tempo, nos beijamos novamente e ao mesmo tempo, desnudamo-nos mutuamente, deixando um rastro de roupas da sala até o quarto.
No quarto, encostei-a na parede e a beijei com volúpia, percorrendo todo o seu corpo com as minhas mãos, aos poucos fui descendo pelo seu pescoço, beijando por onde eu passa e dediquei todos os carinhos da minha boca aos seus seios. Anna tentou fazer-me parar, dizendo que não estava suportando, mas erguendo a minha cabeça, olhei nos seus olhos e lhe falei:
- Menina, agora quem manda sou eu e sei quando parar!
Voltei novamente aos seus seios, suguei os seus mamilos e serpenteei-os com a língua, ela estremeceu e gemeu alto, aproveitei-me e mordisquei de leve os seus biquinhos duros e enrubrados. Ela implorava-me para cessar e quanto meias ela pedia, mais carícias eu lhe dava. Eu queria enlouquecê-la e deixá-la satisfeita como nunca ousou ser.
Desci pela sua barriga, lambendo a sua pele e circulei o seu umbigo com a língua. Desvendei todo o seu ventre, descobrindo-lhe a sensibilidade, na ponta da minha língua, eu sentia os pelinhos delicados, nunca depilados, que mostravam o caminho do umbigo ao púbis. Beijei seu monte de Vênus, desenhado com um risco, que apontava para a sua gruta.
Abri as suas pernas e com a língua afilada, acariciei a entrada da sua gruta. Sua pernas tremeram e gritou desesperada, mas dessa vez, pedindo-me para não parar. Envolvi-a com a boca e a invadi com a língua, deixando o seu mel escorrer até a minha garganta. Senti-a amolecer, cessei minhas carícias, tomando-a nos braços, a joguei na cama, abri as suas pernas e lancei-me novamente a sua gruta. Sorvi todo o seu néctar e imprimi-lhe carícias, até ela gozar intensamente na minha boca.
Deitei-me ao seu lado, acariciei seu rosto e beijei a sua boca, dando-lhe para provar seu próprio gosto. Segurei-a pela nuca e trouxe-a para mim, levando-a diretamente aos meus seios. Ela os beijou, lambeu e os sugou. Sob o meu comando, desceu pelo meu corpo, empurrada por minhas mão, até a minha gruta. Levantei as minhas pernas, deixando-lhe a gruta aberta, ao alcance fácil da sua boca. Ela me lambeu, sugou o meu clitóris e sorveu deliciosamente o meu mel. Já muito excitada, escorrendo o meu prazer, nada a mim restava, a não ser dar-lhe o meu orgasmo para beber. Gozei freneticamente, deleitando-me com a sua boca. Puxei-a pelos cabelos, direto a minha boca e a beijei sofregamente.
Deitamos lado a lado e relaxamos um pouco, ela em meu ombro e eu olhando o teto. Depois de recuperada, ela me perguntou e precisei dar uma resposta:
- E o teu amor?
- O que tem ela?
- Ela sabe, o que acha disso?
- Menina, é uma longa história, mas está tudo bem, não se preocupe!


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3 comentários :

  1. Gostei do conto.Interessante e tesudo.

    Hoje é o meu dia :) espero por si.
    Bjos

    http://deliriosamoresexo.blogspot.pt/

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  2. Delirante. Tesuda. Um show de história que só você sabe contar....
    Faz de um encontro, um passeio, uma balada, uma história ampla de amor...
    Irretocável!!!

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  3. Pegada deliciosa na bucetinha....
    Hummm minha língua encheu d´água...!!!

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