Meu Cachorrinho!

por H. Thiesen

Eu sou descendente de portugueses, meu avô paterno, antes de migrar para o Brasil, residia na Cidade de Leiria, onde viveu a maior parte de sua vida e conheceu minha avó, uma portuguesa de Trás-os-Montes. Em Leiria, ainda hoje, tenho alguns parentes, quando na minha infância e adolescência, tive oportunidade de conhecer alguns deles, pois em três oportunidades pude viajar à Portugal, uma vez com meu avô e em outras duas com meu pai. Conheci uma prima, chamada Teresa e seu irmão Antônio, na verdade primos distantes em terceiro grau e é sobre eles que vou contar essa história.
Conheci Teresa, na primeira vez que estive em Portugal e de lá para cá, nunca perdemos contato. Antonio era bem mais novo do que nós e sempre que podia, gostava de nos importunar. Nossos pés era o brinquedo preferido dele, bastava-nos distrair e lá estava ele, mordendo, fazendo cócegas ou acariciando-os, quando nós duas o repreendíamos, um sorriso maroto de prazer, tomava conta do seu rosto. A mim parecia que o menino gostava de ser maltratado.
Crescemos, em outras duas vezes estive em Portugal e Teresa a convite de minha família, veio ao Brasil em uma oportunidade, como presente de um dos seus aniversário. Apesar da distância nunca perdemos contato e trocávamos confidências em intermináveis cartas, as quais mais tarde foram abandonadas e trocada por longos telefonemas, aos poucos as nossas confidências sobre namoricos, passara a falar de sentimentos profundos, preocupações e sexualidade. Tínhamos confiança uma na outra e podíamos falar sobre o que quiséssemos, pois sabíamos que nossos segredos nunca seriam revelados. Até mesmo aqui, conto os fatos sem os pormenores, mesmo assim, ela sabe sobre a minha intenção e está de acordo e é claro, seria impossível contar tudo, sou obrigada a resumir ligeiramente.
Teresa é uma mulher morena, uma portuguesa típica, olhos e cabelos negros, seios volumosos, cintura fina e quadris largos, é lésbica, mas obrigada a esconder sua sexualidade devido ao conservadorismo da família, casou-se aos 22 anos, tem dois filhos e vive com o esposo, na mesma casa onde a conheci e que é herança da família, Antonio ainda vive com eles.
A casa é imensa, no estilo colonial português, tem dois andares, no andar superior ficam os quartos, os quais podem ser alcançados através de uma enorme escada e no térreo localiza-se as duas salas de estar, outra de jantar, cozinha e uma sala de banho e sauna, essas decoradas com pastilhas em tons preto e branco, assoalho e bando de madeira crua.
Em 2008, Teresa me convidou par ir visitá-la, na época eu estava residindo em Málaga na Espanha, eu aceitei o convite, pedi vinte dias de férias e fui à Portugal. Cheguei de surpresa, não avisei quando iria, apenas havia confirmado a minha intenção, para aquela semana.
Posso afirmar que me senti em casa, eu conhecia todos os detalhes da residência e o quarto em que fiquei hospedada era o mesmo das outras vezes. Conheci João Henrique, o esposo de Teresa e suas duas filha, Maria Clara e Lúcia, duas meninas adoráveis de 8 e 11 anos respectivamente. Antonio estava radiante, um belo rapaz, simpático e charmoso, sobressaia-lhe as sobrancelhas espessas e os olhos azuis, herança da parte nórdica da família.
Os dias passam correndo quando estamos de férias, a semana já ia pela metade. Numa das tardes, resolvi sentar em uma das salas de estar, liguei a televisão para assistir os meus olhos pesaram e cochilei. Acordei de sobressalto com Antonio sentado no piso, a minha frente e acariciando meus pés.
- Gostas?  - Perguntei-lhe.
- Sim, muito!
- Não perdestes a mania?
- Não, eu os adoro, posso beijá-los?
- Beije...
Ele beijou-me os pés longamente e arrisquei ordenar-lhe, empurrando o seu rosto com a sola dos sapatos:
- Basta!
Disse-me ele, olhando para baixo:
- Pois não Senhora, sou o seu servo!
Minhas desconfiança foram dissipadas, Antonio revelou-me sua submissão.
Levantei sua cabeça com o indicador e lhe disse:
- Amanhã, pala manhã, quando a casa estiver vazia, na sauna!
- Estarei lá, minha senhora!
- Não, somente quinze minutos depois que eu entrar!
Levantei-me, ergui um dos meus pés e dei para ele beijá-lo. Subi as escadas e fui para o meu quarto. Tomei um banho, vesti um baby-doll e deitei-me na cama. Acordei já era tarde, um vento entrava pela janela aberta, vesti um robe e fui procurar algo para comer na cozinha. A casa estava em silêncio, fiz uma refeição rápida, sanduíche e suco. Satisfeita subi novamente ao meu quarto.
- Desculpe-me Lena pela invasão, não estava conseguindo dormir, ouvi barulho lá embaixo, resolvi esperar-te!
- Bem, Teresa estou aqui, o que passa?
- Sabes dos meus problemas e sei que não existe outra pessoa melhor para me entender.
- Sei, amiga, sei bem.
Sentei na cama ao seu lado, ela se aproximou e debruçou a cabeça em meu ombro, acariciei seus cabelos e abracei com força. Ela soluçou e suas lágrimas molharam meu ombro. Fiquei calada e passiva, apenas deixei que ela retirasse a mágoa de dentro. Aos poucos ela se recompôs, acalmou-se e ainda com voz embargada começou a falar-me. Ouvi-a atentamente, eu sabia, ela apenas queria falar e limitei-me a dedicar-lhe carinhos. Pouco a pouco as mágoas se forame entre nós ficaram apenas os carinhos, os olhares, os suspiros, os quais acabaram por nos envolver. Logo estávamos nos beijando, esquecidas dos restantes na casa, fizemos amor naquela madrugada, que já estava sendo consumida pelas horas adiantadas. Depois ela se foi e nunca mais nos amamos outra vez.
Acordei pela manhã, tomei um banho rápido, vesti um jogging preto e desci as escadas, encontrei-a à mesa fazendo o desjejum, sentei-me, servi-me e agimos como se nada tivesse acontecido. Permanecemos caladas por algum tempo e rompendo o nosso silêncio ela me falou que sairia para levar as crianças à escola, depois se demoraria em outras atividades e voltaria somente a tardinha, João Henrique somente retornaria à noite. Eu já sabia de seus planos, ouvi-a comentar com João Henrique, mas mantive-me discreta e com muitos planos para aquele dia. A casa estaria a minha disposição, aliás, minha e de Antonio, se eu lho permitisse!
Subi novamente ao meu quarto, abri as malas, retirei meu lenço de cetim negro, gostaria de ter algumas cordas, mas era impossível, apelei para os cadarços das botas, achei-os pouco espessos, descartei e procurei outros lenços, amarrados um ao outro são boas cordas. Despi-me totalmente, vesti um apenas robe rosa, calcei sandálias de dedos e fui em direção à sauna.
Tomei uma ducha e ainda com o corpo molhado entrei na pequena sala enevoada, sentei-me em um dos bancos, fechei os olhos e relaxei, enquanto aguardava a chagada de Antonio.
- Senhora, estou aqui...
Abri os olhos e vi seu vulto entre o vapor escaldante da sauna.
- Venha, sente-se! Disse-lhe apontando para que sentasse no chão a minha frente.
Estendi-lhe um dos meus pés, ele acariciou e o beijou. Com a sola afastei-o um pouco:
- Espere...
Levantei-me, com o lenço negro vendei seus olhos, desferi um pequeno tapa com as pontas dos dedos em seu rosto.
- Hoje serás meu e a mim te renderás!
- Senhora...
Não deixei que falasse, segurei-lhe as palavras colocando a ponta do meu dedo indicador em sua boca. Segurei suas mãos e atei seus pulsos com um lenço vermelho.
- Deite-se! Ordenei.
Acariciei seu tórax com meu pé, depois subi ao seu pescoço e por fim coloquei-o sobre o seu rosto, pressionei-o e coloquei sua face de encontro ao assoalho de madeira molhado. Aliviei a pressão e deixei-o respirar um pouco.
- Beije-o!
Logo ordenei novamente:
- A sola, lambe-me as solas.
Sua língua quente desfilou por toda a extensão da sola do meu pé, senti um misto de prazer e cócegas, mas me contive para não rir.
- Basta, chupe-me os dedos!
Ele se dedicou a eles e chupo-os um por um.
Eu queria mais, queria um homem aos meus pés, subjugando-o para me prover prazer, muitas vezes havia sonhado com isso e naquela hora, naquela sauna, tudo me era possível!
- Quero que subas até os joelhos!
Ele deslizou a sua boca em minhas pernas, prostrado de joelhos beijava-as e lambia-as.
Levantei-me e fiquei em pé a sua frente, segurei-o pelos cabelos e trouxe-o de encontro a minha flor vermelha. Afastei as pernas e o empurrei com força entre elas.
- Beba, prove a sua Dona!
Sua língua me invadiu, sua boca quente me envolveu, gemi alto de prazer, nunca havia provado aquela sensação, dominar e subjugar para obter prazer. O calor da sauna, a névoa do ambiente ofuscando os olhos, a água e o suor escorrendo pelo corpo, o rosto de Antonio, sem trégua, empurrado contra o meu sexo, tudo cooperava para me deixar mais excitada.
- Chupa cachorrinho, faz a tua Dona gozar!
Não me contive e gozei naquela boca, me esforçando para ficar em pé.
Sentei-me novamente e atirei-me para trás, de encontro ao encosto do banco, puxei-o e seu corpo suado e molhado deslizou sobre o meu, trouxe-o de encontro aos meus seios e neles esfreguei seu rosto, soltei-o e deixei que ele os beijasse, lambesse e sugasse à vontade.
Fiz ele sentar-se no banco ao meu lado e depois sentei-me em seu colo, na posição de cavalgada.
- O cachorrinho quer comer sua Dona?
- Sim, senhora!
- Seja bonzinho e eu deixarei!
- Prometo!
- Não prometa, serás! É uma ordem!
- Sim, sim!
- Como?
- Sim... Senhora!
- Cachorro você a deseja! Sabes que é pecado! É tua irmã!
- Ela?
- Sim, ela... Teresa!
- Não...
Sentada sobre seu peito, segurei-o pelos cabelos e puxei-os com força e lhe falei enquanto, ao mesmo tempo, postava minhas unhas sobre seu peito e com força as deslizava para baixo:
- Não? Eu vi como a olhas, vi o desejo em teus olhos! Negue?
- É verdade Senhora, eu a desejo!
Apertei a unhas em suas costelas...
- Sabes que é impossível, para ela és apenas o "seu menino", quem ela ama e protege.
- Sim, eu sei disso... Senhora.
- Não se atreva a magoá-la, se acontecer, terás que a ver comigo!
- Nunca a magoarei. Prometo, Minha Senhora!
Debrucei-me sobre ele, deixei meus seios encontrar seu tórax e minha boca encontrar sua boca. Com a cintura ensaiei movimentos lentos, o nosso suor facilitava que minha vulva desliza-se sobre a extensão do seu pênis. Meu clitóris roçou em sua ereção por longos e deliciosos minutos, enquanto eu beijava violentamente a sua boca.
Ergui-me um pouco, segurei seu membro com a mão, coloquei-o na entrada na minha vagina e deliciei-me com a sensação dele entrando e afastando as minhas carnes. Iniciei cavalgando-o lentamente e aos pouco apertei o ritmo, notei que o orgasmo de Antonio se aproximava, contive meus movimentos, segurei seu queixo e falei:
- Não ouse gozar agora cachorro!
Retomei vagarosamente os movimento e levando a minha por trás segurei os seus testículos.
- Cachorrinho incestuoso, come a tua Dona! Come cretino!
Cada palavra que eu dizia em seu ouvido, era uma razão a mais para me excitar.
- Fode cachorrinho, faz tua Dona gozar!
Não demorou muito e novamente me extravasei em um orgasmo intenso, apertando o escroto de Antonio entre os meus dedos. Ele gemeu de dor, mas seu semblante demonstrava um prazer enorme. Acelerei, cavalguei-o com força e ordenei que ele gozasse:
- Goza cachorro, enche a tua Dona com a tua porra quente!
Retirei-lhe a venda, bati levemente em seu rosto.
- Cachorrinho safado, a Dona gostou, quem sabe iremos repetir a dose um outro dia!
Levantei e senti o calor escorrer entre as minhas pernas, olhei-o nos olhos e ordenei pela última vez naquele dia:
- Somente saia daqui, depois que ouvir o barulho da porta fechando!
Desamarrei suas mãos, recolhi os lenços e saí da sauna a vapor, tomei uma nova ducha, vesti o robe, calcei as sandálias abri a porta e a ouvi bater atrás de mim.
Passavam das quatorze horas, deitei em minha cama e dormi até o anoitecer, a noite depois do jantar... bem, isso é uma outra história!

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2 comentários :

  1. Um conto digno de aplausos! Soberbo.

    Bjos´
    Visite-me...Obrigada.

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  2. Hummmm... delícia de história.... rapaz de sorte!!
    Eu sei que isso é verdade....
    Agora conte o caso com a Teresa... esse eu quero ler!!!!!

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