Meu Dentista

por H. Thiesen

Marquei uma consulta para o último horário do dia, eu poderia ir descansada e sem nenhuma preocupação  Geralmente as consultas com o odontologista são demoradas e dependendo do tempo e do tratamento, a boca fica definitivamente em bypass.
Cheguei como sempre, entrei na sala de espera do consultório e falei com a secretária. Ela confirmou o meu nome e o horário, pediu para que eu aguardasse alguns minutos, o paciente anterior ainda estava em atendimento.
Sentei-me em uma poltrona, no canto da sala, peguei uma revista velha e comecei a folhear. Apesar de ja ser paciente antiga, era a primeira vez que eu a via, provavelmente era uma nova secretária. Disfarçadamente procurei observá-la. Ela, aparentava trinta anos, vestia-se de forma executiva, uma blusa branca justa, que deixava ver levemente o sutiã da mesma cor e contornava lindamente os seios, cabelos castanhos, óculos, batom e maquilagem discreta, lábios carnudos, uma saia lápis contornando a cintura e os quadris largos, salto-alto e meias de nylon pretos. Meus olhos teimavam em ir na sua direção, a sua sensualidade, não me deu chances e não tive como evitar a minha excitação. Durante todos os minutos daquela espera, desejei levar aquela mulher para a cama.
A porta do consultório abriu e uma senhora idosa saiu, cumprimentou-nos as e foi embora. A secretária levantou-se, entrou no consultório, demorou alguns minutos e quando saiu, pediu para que eu entrasse.
Os comprimentos, perguntas e respostas de rotina e finalmente o dentista me pediu para deitar na cadeira odontológica.
Era verão e eu trajava apenas um vestidinho leve e sandálias. Ele, colocou um guardanapo de papel sobre o meu peito e o sugador com aquele barulho horrível no canto da boca. Examinou os meus dentes, esgaçando a minha boca prá lá, pra cá com o espelhinho bucal, testou meus dentes com a sonda examinadora e finalmente o diagnóstico:
- Estão perfeitos, apenas uma limpezinha!
- Que bom Doutor!
Ele colocou o afastador em minha boca e começou os procedimentos.
Ouvi uma leve batida na porta e depois ela abriu:
- O senhor vai precisar de mim ainda Doutor?
- Não, pode ir. A Helena é minha paciente a muito tempo - e me olhando perguntou - se importa?
Sem poder responder, apenas acenei com a cabeça: Não!
E pensei: - Hoje é o dia do bote!
Eu já havia fantasiado muitas vezes e me imaginado transando com ele na cadeira de dentista. Ele é o tipo de homem que me atrai, mediano, cabelos grisalhos, olhos brilhantes, voz calma, corpo normal, nem magro e nem gordo, quarenta e poucos anos ou quase cinquenta.
Ele retomou a limpeza nos meus dentes e eu fiquei imaginando como abordá-lo. Imaginei mil e uma situações e a que mais dei crédito seria, antes de levantar da cadeira, segurar sua mão e a trazer aos meus seios, dizendo que o queria.
Ele terminou, retirou os afastadores da minha boca e me disse que estava pronto.
Hesitei, não tive coragem de colocar em prática a minha ideia. Mas ele me falou:
- O prédio deve estar deserto a essa hora. Se quiser me aguarde uns instantes e descemos juntos!
- Ok - respondi - vou esperá-lo!
Ele abriu a porta do consultório e fui espera-lo na sala. Fui até a janela e fiquei olhando a noite, enquanto aguardava. Quando ele saiu, vi-o pelo reflexo do vidro, transformado em espelho pelo escuro de fora. Ele parou sob a porta, examinou o meu corpo, olhando-me de cima abaixo e estampando um sorriso nos lábios falou:
- Vamos!
- Claro!
Esperamos o elevador em silêncio, a porta abriu.. Entrei e fiquei de frente, abri a minha bolsa, puxei meu cartão e alcancei para ele:
- Meu telefone e meu endereço!
- Obrigado!
A porta do elevador abriu e antes de sair, falei:
- Hoje eu estou sozinha!
- Sou o teu dentista?
- Lá em cima! Aqui você é como qualquer outro, um homem!
Fui para casa, depois que o vi me olhando, tive a certeza que ele viria, eu não costumo me enganar.
Eram 22:38h, o interfone tocou:
- Sim?
- Oi, sou eu!
- Eu quem? - disse apenas por praxe.
- Paulo!
- Ah, pode subir!
Esperei-o na porta do apartamento, ele saiu do elevador, olhou para os dois lados e me viu. Entramos, fechei a porta.
- Eu... - ele começou a falar.
- Não, não diga nada!
Aproximei-me dele, fiquei na ponta dos pés e o beijei.
- Não quero nada além de sexo e não é necessário palavras, quero você!
Beijei-o novamente, abri a sua camisa, beijei seu peito e desci pela sua barriga, abracei as suas pernas, roçando meu rosto no seu pênis, ainda dentro da calça. Desabotoei o cinto, corri o o ziper e baixei a cueca, deixando seu pênis livre e ereto a minha frente. Dei a ele um ligeiro sexo oral, enquanto o ajudava a livrar-se da calça das meias e dos sapatos.
Totalmente nu, ele segurou meu rosto com as duas mãos e me conduziu novamente a sua boca. Durante o beijo ele me despiu, livrando-me da única peça de roupa que eu usava, um vestido preto de alças, que caiu aos nossos pés.
Segurei sua mão e levei-o até o quarto de hóspedes, meu quarto é sagrado, nenhum homem entra e pingo de sêmen na minha cama, de jeito nenhum.
Caminhamos nus pelo corredor, entramos no quarto e sentei na cama, e sentou ao meu lado, me levantei e sentei no seu colo, procurando pela sua boca e por um beijo selvagem. Escorreguei entre as suas pernas e ajoelhei-me a sua frente, segurei seu pênis com uma das mãos e olhando em seus olhos o masturbei. Ele sorriu, baixei a cabeça e lambi a glande, para só depois coloca-lo dentro da minha boca. Fiz sexo oral lentamente, aproveitando toda a extensão do pênis. Ele se jogou na cama e enquanto o sugava, ouvia os seus gemido. Deixei o membro e me dirigi aos seus testículos, lambi-os um a um, de pois suguei um após o outro, para finalizar, coloquei ambos dentro da minha boca e dediquei-lhes carícias com a língua. Deixei o membro cair sobre a sua barriga e lambi a parte inferior, até alcançar novamente a glande, sem toca-lo com as mãos, introduzi-o na minha boca e repeti o vai-e-vem vagaroso.
Levantei, fiquei em pé a sua frente, estendi-lhe a mão e o puxei para mim. Ele ele enlaçou os braços na minha cintura, beijou a minha barriga e o meu umbigo, desceu lambendo meu púbis e colocou uma das minhas pernas sobre seus ombros, deixando a minha vulva ao seu alcance, lambeu-me, beijou-me e sugou o meu clitóris. Segurei os seus cabelos e fiz ele olhar para mim, retirei a minha perna do seu ombro e coloquei as minhas duas mãos sobre os seus, com força atirei-o novamente à cama. Coloquei-me de quatro sobre ele, deixando entre minhas mãos e meus joelhos. Engatinhei sobre ele e ajoelhada deixei sua cabeça entre as minhas perna e a minha vagina ao alcance de sua boca. Agarrei-o pelos cabelo e o ergui, ajudando-o a desferir suas deliciosas lambidas e chupadas. Fiquei totalmente excitada, soltei-o e sentei sobre a sua boca, querendo que ele introduzisse a sua língua o mais profundo possível. Foi difícil estancar o orgasmo e gozei freneticamente sobre o seu rosto.
Joguei-me na cama, ele deitou-se ao meu lado e se dedicou aos meus seios, ao mesmo tempo colocou-se sobre mim, entre as minhas pernas e sem me dar nenhuma chance me invadiu. As sensações do orgasmo anterior ainda não haviam passado, meu corpo tremia, meu sangue fervia, meu coração batia forte, meu sexo estava encharcado, reunindo tudo isso a um novo prazer daquela penetração, ele me levou à loucura. Esqueci de tudo a minha volta, gritei desesperada de tesão, me debati na cama e mordia os meus dedos, Cada um dos movimento dele dentro de mim, era como se eu estivesse partindo ao meio e gozei novamente. Ele queria mais e não parou, minha respiração parecia querer consumir todo o ar do quarto, eu suava por todos os poros do meu corpo. Eu não aguentava e pedi para ele parar, mas ao contrário disso, ele acelerou.
Abracei-o e apertei contra o meu corpo, enlacei a sua cintura com as pernas, eu me sentia sem chão, sem nenhum apoio e me grudei a ele. Segurei a sua cabeça e o beijei violentamente. Estremeci e soltei um grito gozando de novo, ele me acompanhou e com fortes estocadas jorrou dentro de mim.
Ele se deitou ao meu lado, me alojei em seus braços e recostei a minha cabeça em seu ombro. Chorei de felicidade!
- Está chorando por que?
- Nada não, é que eu nunca havia gozado assim!

LEIA TAMBÉM: Meu Dentista (Primeira Consulta)


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3 comentários :

  1. Lena.... tua capacidade de fazer-me ler e ficar de pau duro é impressionante....
    E o velho fio do mistério... eu pensei que a "coisa" ia ser com a secretária...!!!
    Que ela fosse te esperar ou que ele aparecesse com ela...
    À medida da leitura, fui ficando de pau duro...
    Isso nunca aconteceria comigo!!!!!!!!!
    Ótimo conto... sensacional!!

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  2. Nossa que delícia...

    http://videosmais18.com/

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  3. Minha linda e querida Helena!

    Parece que todas nós aprendemos alguma coisa sobre sexo com um dentista. Agora vc me fez respirar sem culpa por não ter sido a única. Resta saber se vc também fica com um tesão descontrolado quando sente o cheiro de "Eugenol"... kkkk
    Beijos de carinho e amor!

    {W_[amar yasmine]}

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