A Iniciação de Maria Rita

por H. Thiesen 

Ela nunca havia pensado na possibilidade de sexo com outra garota. Aliás, sobre sexo, ela sabia muito pouco. Maria Rita era simples, criada com todo carinho e temente, nunca lhe falaram desse e quando falavam, diziam que era pecaminoso. Porém como toda menina curiosa, sem escapar à regra, de que o proibido que é o gostoso,  no máximo teve algo próximo à sexo, uns amassos com alguns garotos, uma mão mais ousada aqui e ali, bolinagem nos seios. Tudo escondido, algumas vezes atrás da escola, em outras no cinema, em uma das vezes foi numa pracinha atrás de uns arbustos. Na maioria das vezes eram apenas beijinhos e abraços bem apertados, mas teve uma vez que pegou no pênis de um deles e correu até em casa para lavar a mão e a lavou com sabão, a semana inteira, com medo de engravidar.
Pior é que, fazia as sem-vergonhices, mas não gostava e se sentia dias e dias culpada!
Num belo dia, em sua casa chegaram algumas visitas. Parentes distantes, gente de fora, do interior. Eram pessoas que ela não conhecia, mas ouvia falar vez em quando. O homem mais velho era primo da sua mãe e trazia com ele a mulher, um filho já grandinho e um outro de colo, veio junto também uma filha, cinco anos mais velha que ela, uns vinte e três mais ou menos.
A mãe acomodou o casal e o bebê no quarto de hóspede, o menino mais velho no quartinho dos fundos e a prima distante no quarto, junto com ela.
A prima chamava-se Isaura e ao contrario dela, tinha os hormônios à flor da pele e de sexo, quase sabia tudo.
Quando anoiteceu foram para o quarto e Maria Rita convidou a prima para jogar buraco, sobre a cama, antes do sono chegar. A prima notou a inocência e seu fogo acendeu, preparando o terreno falou:
- Antes quero te mostrar algo que nós podemos fazer, mas se você prometer que ninguém vai saber!
Maria Rita acenou a cabeça e disse que ficaria entre elas, então viu a prima baixar a calcinha. Ficou assustada com a situação, por ver a prima pelada, mas muito curiosa pela xereca raspada, bem diferente da sua peluda. Arregalou o seus olhos, quando viu sua prima bolinar o grelinho, algo que ela sabia que tinha, mas não para que servia e até aquele dia pensava que era verruga. Isaura vendo-a parada, até certo ponto chocada, para tirar-lhe o marasmo, o convite lhe fez:
- Vai Maria Rita, faz também, é tão bom!
- Não posso, sou crente, é pecado!
- Que pecado nada, faz pra você ver!
- Tá bom, vou provar!
Ela baixou a calcinha e se tocou, ficaram por alguns instantes bolinando seus grelos. Maria Rita começou a suar e lhe faltava o ar, até que sentiu algo estranho e resolveu falar:
- Nossa prima que gostoso! Mas tô ficando toda melada! Ai, ai, ai!
- Continua prima, pra você ver!
Maria Rita continuou a se tocar e suas sensações aumentaram, então sem poder aguentar, teve sua primeira gozada.
- Viu prima, como é bom? Isso se chama siririca!
Desse dia em diante, Maria Rita nunca mais parou, provou o primeiro orgasmo, viciou e nunca mais parou!
Depois deitaram na cama lado à lado e a prima safada ensinou-a a se bolinarem entre si, a mão de uma na xereca da outra. Para não ficar só nisso, numa siririca fria e mútua, a prima ensinou Maria Rita a beijar na boca e, ela... Adorou!
Nos dias seguintes, inventavam desculpas, para ficarem sozinhas e fazerem o jogo da siririca. Diziam que estavam cansadas e que iriam dormir, deitavam na cama e não poupavam dedadas. Aproveitavam que estava calor e fingiam tomar banho juntas, sob a água do chuveiro, sentavam no box e tocavam varias siriricas ensaboadas com o sabonete e numa dessas vezes, Maria Rita perdeu os pentelhos para a lâmina de barbear do seu pai.
Na noite seguinte à tosa da xereca peluda, a prima Isaura abriu-lhe as pernas e atirou-se com sede no meio das coxas de Maria Rita. Chupo e lambeu com vontade, até ver Maria Rita explodir num orgasmo e sem deixá-la se recuperar, sentou na sua cara, ensinou-a a chupar e lamber, para completar o serviço, ensinou-a  beber o gozo.
- Nossa prima, é tão gostoso! Lambuza tudo, é como chupar manga!
Maria Rita ficava estupefata, a cada dia com as invenções de Isaura e torcia para que não chegasse o dia, dela ir embora.
Sempre que podiam tocavam-se e chupavam uma à outra, mas do que ela mais gostava era a esfregação, das quatro pernas trançadas e as duas xerecas grudadas e meladas e dizia:
- Prima, chega espumar que nem sabão!
O tempo passava e Isaura nunca ia embora, Maria Rita aprendia facilmente e com o passar do tempo, ficou mais esperta que a prima. Enlouqueciam na cama ou no banheiro, bolinado e esfregando as xerecas ou numa chupação.
Maria Rita pegou o gosto de transar com mulher, sexo para ela tornou-se a principal brincadeira e depois que a prima voltou para o interior, procurou e conheceu outras mulheres.
Foi desse jeito, que Maria Rita tornou-se lésbica e até hoje não esquece da prima, que lhe ensinou a gostar de sem-vergonhices.

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Um comentário :

  1. Eu novamente fiquei com o pau duro .... imaginando a cena, vendo a iniciação da Maria Rita...
    Um conto deliciosamente sexy...
    Perfeito.... É típico teu menina... não dá para parar de ler antes de chegar ao final!!!!
    Beijos doces...respondi pelo e-mail!!!!

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