A janela da minha vizinha!

por H. Thiesen

Por detrás da cortina, de uma janela espaçosa de frente para a minha, eu a observava. Quase nua, dentro de uma lingerie minúscula, caminhava de lá para cá, as vezes sentava-se e depois tornava levantar-se, saia da sala, voltava. Demonstrava impaciência, segurava o controle remoto e apontando-o como se estivesse com as pilhas fracas, navegava os canais. Erguia-se, olhava a janela e fixava-se na minha, cheguei pensar que ela sabia que eu a espreitava. Por fim recostou-se no sofá e começou a tocar-se.
Tocava-se insigne, pensativa. O olhar perdia-se no teto, as vezes fechavam-se, para logo fitarem seu corpo e seguirem os caminhos de suas mão e seus dedos. O movimento dos lábios demonstravam sussurros, gemidos suaves e baixos. Os dedos tentavam desvendar seus segredos, desvelar seus desejos, corriam pelos da boca, levando saliva aos seios. O corpo lânguido, estirado na pouca luz da sala, exibia o bronzeado e os cabelos dourados pendiam sobre seu peito.
Solitariamente devassa, à sua maneira, abriu suas pernas e deixou uma das suas mãos escorregar por dentro da pequena calcinha rendada. A outra mão, abaixou metade do seu sutiã meia-taça, deixando-me ver a beleza de um seio pequeno, com mamilos rosados, enquanto apertava o bico, deixando-o eriçado. Mordia e lambia os lábios, talvez tentando molhar a boca seca. Vez em quando, com dificuldade, trazia o seio para perto da boca e com esforço, alcançava o mamilo com a língua.
Vencida pelo seu calor, despiu-se totalmente, jogando o sutiã para um lado e calcinha para o outro.
Deitada de pernas aberta, deixou livre, ao meus olhos, sua flor depilada e sem pelos. Tocou-se feroz, com vontade sagaz e esfregava com força a palma da mão, demonstrando o tamanho do seu desejo. Logo depois acalmou, quase inerte ficou, seu peito ofegava, ainda parada, retirou a mão da sua flor, primeiro cheirou e depois provou seu sabor.
Seu tesão era imenso e deslizando a mão por seu corpo nu, passando por seus bicos rosados, desceu ao seu vértice, onde encontro sua flor desabrochada e ainda molhada. Esbelta e despudorada com os seus dedos explorava o seu sexo. Contornava as dobras e os lábios, deixava os dedos infiltrarem-se.
Excitada e melada sem mais suportar o tesão,  abriu ainda mais suas pernas e pôs-se a acariciar-se voraz.
Da janela eu pensava, no que ela sentia, já quase sem roupa, também me tocava. Juntava o meu tesão àquela visão e permitia aos meus dedos me darem prazer.
Sobre o sofá, ela rebolava, tocava-se entre as pernas, segurava os seios e espremia os mamilos, mordia seus lábios, jogava a cabeça para os lados.
Da minha janela eu podia ouvir os seus gritos agudos e eu mais me excitava, por trás da cortina, no quarto escuro.
Ela queria tudo, quem sabe, naquela hora, ser penetrada por um macho, na sua ânsia e tamanha aflição, permitiu-se penetrar por quatro dos seus dedos.
Enquanto me masturbava, admirava da minha janela, aquela cena perfeita e enlouquecedora. 
Lânguida e molhada, invadia-se com violência e lasciva aos gritos, chegou ao gozo final, deixando seu o corpo cansado e suado, afundar no sofá
Na penumbra do meu quarto, fixando o olhar na fêmea exausta, qual um anjo caído, cheguei a um dos meus melhores orgasmos.
Ela se levantou e a acompanhei com o olhar, nua caminhou na direção da janela. Seus olhos teimavam a olhar para a minha vidraça. Esticando o pescoço e apoiando os seios nus no seu parapeito, olhou para um lado e depois para o outro, como se disfarçasse. Abriu os braços, fechou vidraça e correu a cortina de renda, permitindo-me ver apenas a sua silhueta se afastar, até a luz se apagar!
Tenho certeza, ela sabia que eu estava ali!

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2 comentários :

  1. Putzzz..... que delícia de conto!
    Me parece ver a cena entre ambas...
    Uma descrição perfeita, que me lembrou o filme "Janela Indiscreta" de Hitchcock...
    E claro que ela sabia que estava sendo observada....
    Bela história!!!
    Tesudíssima!!!

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  2. 0 prédio deveria ser bem coladinho com o outro, já que curioso viu cada detalhe - até mesmo a vagina depilada!

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