Tesão Descontrolado

por H. Thiesen 

Sentada à beira da cama e olhando para as gotas do seu último gozo, escorridas no espelho, ela lembrava-se da noite anterior, quando gozou várias vezes e da siririca pela manhã, que havia lhe proporcionado um orgasmo devastador. Seus pensamentos voltavam-se apenas para sexo, decidira sair, procurar uma cidade próxima e encontrar alguém interessante para dar uma trepada.
O tesão que sentia, fê-la arrepender-se de ter escolhido um lugar tão longe da civilização para descansar. Queria urgentemente ter um pau entre as pernas e sentir o gosto de uma glande quente na boca, salivava lembrando-se o sabor de porra quente, enchendo-lhe a boca e escorrendo pelo seu queixo.
Lembrou-se da última vez que trepara, no dia antes da sua viagem. Um garoto inexperiente, de vinte e poucos anos, que conhecia de vista, há bem pouco tempo.
Um garoto do tipo bonitinho e cobiçado pelas meninas. Alto, magro, corpo definido em academia, bem arrumado, interessante e gostosinho, pronto a satisfazer vontades e desejos de uma loba faminta e, depois falar para os amigos: 
- Cara... Eu comi uma coroa gostosa prá caralho!.
Estavam em um bar da moda e depois da apresentação de das bandas e depois de trocarem muitos olhares, ela resolveu atacar e caminhando para um lugar mais escuro do bar, fez um sinal para ele segui-la, em direção a um lugar longe das vistas das outras pessoas.
Logo que ele se aproximou e ficou ao seu alcance, puxou-o pela gola da camisa branca e arrancou-lhe um beijo. As línguas ardentes entrelaçaram-se e invadiram as bocas mutuamente. Ele sugava os lábios dela como se tragá-los. As mãos percorreram os corpos sedentos e vorazes tentavam descobrir os segredos um do outro. Ela sentiu o pau do garoto crescendo dentro da calça folgada e recíproca, sua calcinha inundava-se abundantemente. Eles chuparam-se, tocaram-se e esfregaram-se por longos minuto naquele canto escuro. Sem importar-se onde estavam e se olhares curiosos e alheios lhes observavam , ela enfiou a mão dentro das calças do garoto e sentiu o membro quente e duro pulsar entre os seus dedos. A saliva, molhava seus lábios ardidos pelo beijo e escorria pela canto da boca, tamanha era a vontade de pousar os lábios sobre aquele pau incandescente. A cena ardente, já se tornara impossível de se tornar oculta para que passasse por perto, algumas pessoa paravam para olhar, outras davam sorrisinhos maliciosos e outros disfarçavam o olhar furtivamente. Os dois tomados pelo desejo, eram como animais no cio, queriam se entregar um ao outro com urgência e apenas pensavam em sexo... sexo... e sexo!
Diante da cena inusitada, um borburinho se formava em volta, ela pegou o garoto pela mão e decidiu passear pelo ambiente. Enquanto caminhava, traçava planos para fazer sexo com e ao passar pela porta do banheiro, disfarçando e esgueirando-se pelo escuro, puxou-o para dentro e trancou a porta. Ela agarrou-o com toda a selvageria de uma loba sedenta no cio e treparam com loucura, dentro daquele pequeno cubículo. A falta de experiência do garoto a excitava, que desajeitado seguia o que ela dizia, porém tudo tornou-se decepção, pois a afobação da juventude, fê-lo gozar rápido demais e deixá-la na mão. Como ela tinha as rédeas da trepada, fez o garoto ajoelhar-se a sua frente, segurou-o pela cabeça e levou a boca jovem à sua buceta, não pediu, mas mandou que ele a chupasse e lambesse. Rebolou convulsivamente na boca do rapaz, apertando-o contra si com violência, como quisesse que ele entrasse com a cabeça inteira nas suas entranhas. Tão excitada estava naquela hora, que não demorou muito para gozar.
Acendeu a luz, sorriu de contentamento para o rapaz, lavou o rosto e as mãos, limpou a buceta com uma toalha de papel, recompôs a roupa e saiu sem nada falar.
Ela acordou dos seus devaneios e notou que estava se tocando. Olhou-se no espelho sujo e viu-se, uma mão segurando os seios e a outra esfregava a buceta, que já estava molhada novamente. Parou, ficou estática olhando-se longamente. Sentiu-se culpada por ter-se proporcionado tamanha falta, poderia ter previsto as suas necessidades e convidado um amigo ou uma amiga para lhe acompanhar na viagem. Ensandecida pelo tesão latente, não lhe restava alternativas, ou ficava na cabana e masturbava-se até não aguentar mais, ou saia e procurava numa cidade próxima, alguém para trepar. Precisava urgentemente de um pau bem duro, invadindo-lhe as entranhas ou no mínimo, uma língua molhada para castigar seu grelo, que àquela altura latejava de tesão.
Levantou-se da cama, aproximou-se do espelho e olhando a imagem do fundo dos seus olhos, pensou:
- Vadia, eu não sabia que você precisava... de sexo tanto assim!
Foi ao banheiro, tomou uma ducha fria, enrolou-se na toalha. Escolheu uma camiseta branca, um jeans surrado, não quis sutiã e nem calcinha, calçou um sapato de salto-alto, maquiou-se rapidamente e ainda com os cabelos molhados, juntou as chaves do carro, colocou a bolsa à tiracolo e saiu pela porta. Seu destino, ela não sabia, apenas tinha certeza, que voltaria para a cabana, somente depois de uma bela trepada e após muitas deliciosas gozadas.

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2 comentários :

  1. Nem imaginas como estou a precisar de ser montado assim...

    Um beijo, Princesa!

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  2. Leninha... virou lugar-comum!
    Você está cada dia mais melhor de boa... mais gostosa!!!
    Que tesão digo eu!!!

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