Tesão finalmente saciado!

por H. Thiesen

Ela entrou no carro e rumou para a cidade mais próxima. Pelo caminho seus pensamentos voltavam-se somente para sexo. Quando resolveu sair de férias e ir para um lugar afastado, longe de tudo, não sabia que a falta de sexo a deixaria tão louco, a ponto de dirigir por vários quilômetros, para encontrar alguém interessante capaz de acalmar os seus instintos sexuais. Aquela altura, ela não mais importava-se se a pessoa escolhia seria homem ou mulher, ela queria gozar e retirar de seu corpo aquela urgência toda. Dentro do jeans a sua buceta ardia e o grelo pulsava, castigado pelas costuras do jeans apertado. Os bicos dos seios quase furavam a malha da camiseta branca. Dirigia com uma das mãos e com a outra, ora apertava os seios, ora esfregava o meio das pernas. Seus mamilos entumescidos doíam ao contato do pano e a buceta escorria, quase molhando o jeans.
Sessenta e oito quilômetros depois, ela entrou na pequena cidade. Um velho e um menino lhe acenaram, levantando uma das mãos, ela olhou, sorriu-lhes e continuou dirigindo: - Aqui nesse fim de mundo, não vou encontrar ninguém, duvido!
Seguiu pela rua principal da cidade e estacionou ao lado de uma praça. O sol era forte, queimava-lhe a pele, ela suava, talvez de calor, mas provavelmente também de tesão. Abriu a porta do carro, bateu-a e apertou o botão do controle remoto, decidiu passear pela praça diminuta. Averiguou o território, como se estivesse armando uma emboscada, para prender sua caça e não deixá-la fugir. Viu um banco sob uma árvore e sentou. Olhava com a tenção todos que passavam, analisava os olhares que dirigiam para ela. Os homens não lhe pareceram amantes ideais e as mulheres, nenhuma tinha o jeito de lésbica ou bissexuais. Olhou no relógio, quase meio-dia, mas fome... que nada, mas decidiu almoçar. Foi a um restaurante próximo à praça, pediu uma ala minuta, um suco e para terminar, um café. O almoço, pelo menos serviu para desviar-lhe os pensamentos e arrefecer as idéias. Mas logo, suas necessidades falaram mais alto.
Voltou para o carro e foi dar uma volta pela cidade, depois de muito dirigir encontrou um prostíbulo à beira da estrada: - Foda-se, pelo menos tem putas e sexo!
Estacionou, desembarcou e entrou. As putas se olharam assustadas, estranhando a loira entrando na espelunca, talvez pensaram que era uma esposa traída, procurando o marido, algum dos clientes. A cafetina correu na sua direção e com os olhos grilados lhe falou:
- Moça, aqui é um putedo!
- Eu sei... - disse ela.
- Então...
- Então? Eu quero fazer um programa!
- Não tenho vagas no momento!
- Não, não! Eu quero fazer sexo!
- Não temos garotos por aqui!
- Tudo bem, pode ser uma menina, eu pago!
- Só uma gosta de mulher, mas está ocupada, atendendo um cliente.
- Ok, eu espero! Uma cerveja!
A cafetina se afastou, foi para trás do balcão, as meninas curiosas correram até ela, cochicharam um
pouco em volta, vez ou outra olhavam para a loira e riam. 
Uma morena jeitosa, trouxe a cerveja e serviu:
- Não é comum mulheres por aqui!
- Acredito, você é muito bonita.
- Obrigada!
- Não gosta da fruta?
- Fruta, como assim?
- Chupar buceta? Você não chupa buceta?
- Só chupei uma vez!
- Não gostou?
- Gostei, mas nesta cidade é difícil?
- Chupa a minha então? Eu pago!
- Pagando bem, que mal tem!
As duas foram para o quarto, tomaram um banho e deitaram na cama. O tesão dela era tanto, que gemia e gritava a cada lambida da puta. Insatisfeita, virou-se na cama, além de ser chupada, precisava chupar uma buceta. Elas aproveitaram o sessenta e nove por longos minutos, sorveram seus néctares, lamberam-se e chuparam-se mutuamente. Ela sentia a língua da puta sair e entrar da sua buceta e ao mesmo tempo, enfiava a sua língua bem fundo. As duas gemiam e roçavam os corpos de maneira frenética. Uma chupada mais intensa, fez o corpo dela vibrar, sentiu todos os músculos do seu corpo se retesarem e abandonou-se ao orgasmo, esguichando o gozo na boca da puta. A puta, com o rosto molhado de gozo, viu-se em pleno delírio e num grito esganiçado, se entregou ao orgasmo.
Banharam-se juntas novamente e lavaram-se uma a outra, entre muitas carícias e beijos.
- Nunca vi, uma mulher gozar desse jeito! - Disse-lhe a puta.
- As vezes isso acontece comigo!
- Parece um homem esporrando, encheu minha boca!
Ela apenas sorriu, secou-se na toalha surrada, por ser muitas vezes lavada, vestiu-se, pagou pelo serviço da puta, virou as costas e saiu.
A gozada foi boa, mas ela precisava de um pau, queria sentir algo duro e grosso no meio das pernas. Enquanto dirigia, admirou a cidade, logo desistiu. Pensando que, naquele fim de mundo, não acharia o tipo de homem que ela queria. Resolveu voltar para a cabana e pensou alto: - Paciência, daqui a três dias eu vou embora!
Saiu da cidade e retomou a estrada. Apesar da gozada com a puta, o tesão ainda não acalmara. Não via a hora de chegar à cabana e se masturbar, pelo menos haviam os consolos, dois dildos enormes, para tentar resolver o problema. Dirigia ansiosa e com o pé pesado, tinha muita pressa.
Pelo caminho alcançou outro carro e viu que conhecia o modelo, a cor e a placa. Era um caso antigo, um amigo de cama. Acelerou mais um pouco, ficou lado a lado, buzinou para ele e fez-lhe sinal para encostar. Estacionou logo à frente, abriu a porta e correu para ele. Ficou sabendo que ele, estava em viagem de trabalho, nas cidades vizinhas. Agarrou-se ao pescoço, esqueceu do seu orgulho e convidou-o para ir com ela à cabana.
Entraram aos chupões e partiram direto ao sexo. Agarraram-se, arrancaram as roupas. Ela o jogou na cama e  feito uma ninfomaníaca, montou sobre ele, deu-lhe uma bofetada que o deixou com o rosto vermelho. Arranhou o seu peito e esfregou a buceta escorrendo em seu pau, ajeitou com a mão e enterrou de uma vez. Cavalgou como louca em cima do pau. O tesão era tanto que poucos segundos foram suficientes para que ela gozar.
Na cama, ele a conhecia, sabia lhe dar prazer como poucos souberam e que ela adorava ser comida de quatro. Foi o que ele fez. Colocou-a sobre os joelhos e as mãos e agarrando-a pela cintura, enterrou-se o até o talo. Comeu a buceta primeiro e depois meteu no cuzinho.
Ela via no espelho respingado de gozo, a satisfação que estava proporcionando e recebia as estocadas com prazer, pedindo mais força e violência. Isso a apetecia mais. Deitou a cara na cama e empinou a bundinha, para ter apoio e empurrar para trás. Suas pernas se abriam, escorregando os joelhos na cama e deixando ele entrar, cada vez mais fundo.
Eles arquejavam, gemiam, gritavam e suavam.
Ela já gozara três vezes, mas pedia para que ele continuasse. Movimentavam-se incansáveis em sincronia, ele dava fortes tapas, deixando suas nádegas vermelhas. Ela uivava e chiava desesperada.
Ela  voltou a sentar-se por cima dele. Encaixou a buceta inchada no belo cacete. Cavalgou, rebolou, esfregou e os dois gozaram intensamente.
Satisfeitos, tomaram banho, vestiram-se e despediram-se. Ele voltou ao trabalho e ela estava saciada finalmente.
Tudo o que ela precisava era da boa e velha trepada. Os vibradores já não davam conta. Perderam a graça.
Bem... Pelo menos naquela hora, até o tesão aparecer novamente!

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2 comentários :

  1. Não posso ler isso não!!!!
    Meu pau ficou durinho aqui...
    Se o tesão voltar e ela quiser.... coloco-me à disposição!!!!

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  2. Maravilhoso... caliente.. e tórrida estória. Gostei de ler. Muito bom.

    Hoje, com uma aula de ginástica: Gostava de receber a sua carinhosa visita.
    Bjos

    http://deliriosamoresexo.blogspot.pt/

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