Tesão na flor da pele!

por H. Thiesen 


Na manhã seguinte, ela acordou exausta, os efeitos da masturbação na noite anterior sobre o seu corpo ainda não passara. Apesar de ter gozado diversas vezes, ainda sentia uma enorme vontade de fazer sexo e ter uma pica dura e quente dentro dela, capaz de satisfazer todos os seus instintos.
Levantou-se, foi ao banheiro, tomou uma ducha fria, vestiu um hobbie leve e foi para a cozinha, fez um café e bebeu-o, sentada à mesa e olhando pela pequena janela da cabana.
A sua mente estava pulverizada com pensamentos indecentes, sexo, sexo e sexo. Homem com mulher, mulher com mulher, homem e mulheres, mulheres e homem, homens e mulheres, suruba, orgia, paus eretos, seios e mamilos duros, bucetas meladas, línguas molhadas, dedos invasores e safados e putarias das mais variadas, até homem com homem, andou pela sua cabeça e imaginou um pintinho mole crescendo na sua boca. A cabana distante, a pequena cozinha, a mesinha redonda, o banheiro diminuto, a sala e as poltronas rústicas, o quarto e a cama, tudo exalava-lhe sexo e um cheiro de excitação e gozo já entrava-lhe pelas narinas.
Largou a xícara sobre a mesa, foi para o quarto e deitou-se novamente. Travesseiros, lençóis, cobertores e edredons testemunharam o seu aflição solitária e o martírio da sua buceta desesperançosa e sedenta por um pau pulsante invadindo-a com violência.
Impaciente, levantou-se novamente, olhou-se no espelho e desatou o laço do seu hobbie. Sua image nua, serviu-lhe como estímulo e inflamaram seus instintos. Tocou seu próprio corpo, começando pela boca, descendo pelo pescoço, apertando os dois seios e segurando com força os mamilos entre os dedos, desceu pelo ventre e deixou sua mão entrar no meio das coxas. O tesão falou alto e num gesto instintivo, arqueou o corpo e apertou as coxas, pressionando a sua mão contra a buceta. Sua respiração tornou-se ofegante, o coração acelerou e um calor súbito subiu-lhe pelo corpo. Um gemido brotou entre seus lábios, quando sem poder-se segurar, perdida entre os pensamentos pecaminosos, cravou instintivamente a unha em um dos seus mamilos. Uma dor lascivo cortou-lhe o peito e num ato espontâneo, invadiu-se profundamente com seu dedo médio, a vagina faminta.
Sentou-se à beira da cama, abriu as pernas e vislumbrou a sua buceta enxarcada. Pousou a palma da mão sobre o púbis depilado, envolveu o grelo, com o dedo médio e indicador, e o friccionou-o sofregamente. Sua outra mão passeava pelos seios, vez ou outra segurava os mamilos com os dedos e as vezes puxava-os e torcia-os, retirando deles uma dor prazerosa, que se misturava ao prazer que avultuava-se do seu clitóris.
Deixou-se cair de costas sobre a cama e entregou-se mais uma vez ao sexo solitário. Suas entranhas ardiam de tesão e ela queimava de desejo, na ponta dos seus dedos, que açoitavam-lhe os seios e a buceta. Sua mente povoada de luxúria, impediam que ela controlasse os movimentos das suas mãos, que tornavam-se cada vez mais agressivas e marcavam a sua pele já vermelha. Sobre o grelo, seus dedos não paravam e quando paravam era para invadi-la e trazer de dentro das suas entranhas, o néctar concupiscente do seu tesão. Instintivamente levava a boca seus dedos melecados, provava o sabor da sua louca luxúria, imaginando que entre os lábios entrava um membro duro, quente e molhado.
Entre os gemidos e os movimentos descontrolados, ela buscava as delícias do orgasmo. Quanto mais ela se tocava, mais vontade de de foder ela ficava.
Desesperada e num ritmo alucinado, senti seu corpo inteiro estremecer, os músculos das suas pernas retesaram e no baixo-ventre brotou uma dor lancinante, como se fosse pontadas de agulhas e entre elas os espasmos estugavam e cada um deles faziam-na gritar. Sem domínio nenhum sobre as suas mãos, apertava as suas carnes e arranhava a sua pele, torturava o seu grelo intensamente e apenas um dedos se tornara insuficiente e invadia-se com quatro ao mesmo tempo.
Subitamente a dor no púbis subiu-lhe ao peito e uma onda fria correu-lhe na espinha, sentiu a pélvis se contrair e o ânus se adstringir. Pequenos esguichos eclodiram da sua buceta, até que junto a um urro colossal, que rompeu do fundo do seu peito, veio o maior de todos e feito um jato desmedido, lançou as gotas de seu gozo no espelho.
Sem forças e toda molhada, o suor escorria-lhe pelo corpo, sentiu vontade de chorar e ao mesmo tempo, desejava encontrar um pau ereto. Rastejou cama acima, até o travesseiro, onde deitou sua cabeça, ficou parada, descansando dos efeitos da gozada matinal. O corpo cansado e os olhos pesados, o peito arfante e a buceta ardendo, não lhe davam tréguas para pensar no que fazer. Virou-se na cama de um lado para o outro, enquanto o seu corpo voltava ao normal, uma preguiça imensa abateu-lhe e mesmo que ainda cedo, novamente adormeceu.
Acordou à tarde, com o corpo dolorido, abriu os olhos, ergue-a a cabeça e olhou-se no espelho. A imagem estava embaralhada, pelas gotas escorridas no espelho. Lembrou-se do orgasmo que se proporcionou pela manhã e sentiu que ainda ardia sua buceta, pensou no assunto e resolveu:
- Vou sair! Dar uma volta por aí e encontrar um pau para foder!

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2 comentários :

  1. Nosssaaaaaaa....... é para ficar de pau duro mesmo... ou estou enganado????

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