A Janela do Sexto Andar

por H. Thiesen 

Há pouco tempo, eu me mudara para aquele prédio, um apartamento no sétimo andar, perto da estação de trens. O predio não era novo e as escadas  do hall de entrada, eram decoradas com samambaias e avencas, o sol entrava sorrateiro pelas minúsculas janelas no fim dos corredores sombrios, que também deixavam passar uma leve brisa, quando estavam abertas. Como na maioria das metrópoles, os prédios são amontoados e é possível bisbilhotar a vida alheia facilmente, principalmente se a nossa curiosidade é quase indomável e o vouyerismo nos deixa com as antenas ligadas e os olhos bem abertos, para movimentos suspeitos nas janelas dos apartamentos mais próximos. Bem, não só as janelas mais próximas, confesso que comprei um binóculo potente, o qual a muito tempo me proporciona momentos intensos de deleite visual e masturbasticamente deliciosos!
Claro, sou consciente e sei o que pode-se oferecer numa janela indiscreta, mas não vejo problema algum nisso, pois sou vouyer na mesma proporção que sou exibicionista, sendo assim, fica tudo de bom tamanho.
Eu estava de folga naquele dia e eram quase dezoito, quando notei movimento na janela de um apartamento, no prédio ao lado do meu. A minha curiosidade despertou e foquei minha atenção na direção das janelas do apartamento, um andar abaixo do meu. Era um homem e caminha de um lado para o outro. Para minha alegria, ele estava nu e eu podia ver seu corpo moreno e não muito atlético, mas que não era de se jogar fora.
Conforme ele caminha pelo apartamento, eu procurava em outras janelas por ângulos melhores. Assim, ia da cozinha à sala, passando pela despensa e o banheiro, sempre buscando por ele, na esperança de ver melhor os atributos físicos dele.
A janela de minha despensa ficava exatamente à frente da janela do banheiro dele e à pouca distancia. Bisbilhotando por ela, vi que ele tomava banho, mas não conseguia ver o seu rosto, via-o somente do peito para baixo. A água deslizava sobre sua pele, umedecendo todos os pelos. Paralisei olhando o meu vizinho ensaboar-se, deslizando a mão pelo seu corpo. Mas, fui praticamente ao delírio, quando o vi masturbar-se. Se existe algo que me excita muito, é ver um homem proporcionar prazer a si próprio.
Fiquei alguns minutos parada, vendo-o masturbar-se ritmadamente e aproveitar a espuma do sabonete para acariciar-se quase sem atrito. Senti minha excitação molhar o meio das minhas pernas e sem esperar muito, comecei a me masturbar. Despi-me completamente, toquei os meus seios, que estavam intumescidos e com os bicos extremamente duros. Não desperdicei a oportunidade e deixei o meu dedinho se divertir com meu clitóris. Ele continuava a se masturbar, os movimentos eram lentos e compassados, eu continuava olhando e
molhando meus dedos no meio das minhas pernas. Pouco tempo depois, ele encostou-se no canto da parede e acelerou os movimentos da mão, de uma forma tão rápida e violenta, que eu mal podia vê-la. Da mesma forma, eu coloquei rapidez nos meus dedos e deixei-os roçarem mais forte em meu clitóris. Sem poder ouvi-lo, mas vendo-o contorcer-se e apertar o membro entre os dedos, mal pude ver o seu jorro, mas deliciei-me com o seu orgasmo e ao mesmo tempo, o meu orgasmo foi tão intenso, que quase me fez prostrar ao chão e tive que segurar firme na basculante, para manter-me em pé. Depois que gozei, voltei a minha atenção para ele novamente, mas vi-o apenas sair do box do banheiro e sumiu da minha visão. Fiquei na janela da despensa mais alguns minutos, com esperança de vê-lo novamente meu vizinho, mas não aconteceu. Resolvi eu tomar um banho e conforme passava o sabonete no meu corpo, lembrei da espuma no caindo e deslizando pelo corpo do meu vizinho, tive que me masturbar novamente. 
Nos dias seguintes, direcionei a minha atenção para as janelas do apartamento dele e sempre no mesmo horário, ia à janela da despensa, esperar pelo vizinho delicioso, mas ele não aparecia, e me masturbava todas as vezes, com as lembranças daquela cena excitante.
Muitos dias depois, eu havia marcado um encontro com minha amiga, que por coincidência era a moradora anterior do apartamento e que mudou-se depois que casou. Cancelei o encontro urgentemente e marquei para o dia posterior, porque na hora em que eu estava me arrumando para sair, notei movimentos nas janelas do vizinho. Como de costume, corri de uma janela à outra e da janela da minha cozinha, que possibilitava visão parcial para o seu quarto, pude ver ele e uma mulher. Apesar da dificuldade, via-os na cama, apenas da cintura para baixo. Transavam deliciosamente, as vezes ela descia um pouco e fazia sexo oral nele e outras vezes ele fazia nela. Depois que transaram e acredito, que gozaram, foram para o banho e eu corri até a janela da despensa, para vê-los banharem-se. Ambos entraram para o chuveiro e aproveitaram a espuma do sabonete para se acariciarem. Começaram a transar novamente e como no quarto, deram um ao outro as delicias do sexo oral, mas desta vez, em pé encostados ao frio dos azulejos. Num canto da parede, a mulher escorou-se de pernas abertas e ele entrou no meio das suas coxas. Ela contorcia-se de tesão e segurava com força a sua cabeça, dando a impressão que desejava que ele a comesse literalmente. Vi quando ela estremeceu e o orgasmo foi tão forte que precisou segurar-se para não desabar. Ele levantou-se, abraçou-a e deixou ela relaxar nos seus braços por alguns momentos. Depois segurando-a pelos ombros, levou-a pelo seu corpo abaixo, fazendo-a ajoelhar-se na sua frente e segurando seus cabelos, enterrou o membro até o fundo da sua garganta. Sempre de posse dos cabelos compridos, ele levava e trazia a cabeça da mulher. As vezes parava os movimentos e deliciava-se sentindo o membro afundado naquela garganta. Outras vezes, deixava-o totalmente expostos e ela lambia e sugava-o na glande. Algum tempo depois, a mulher segurou o membro do meu vizinho e começou a masturbá-lo, iniciou lentamente, depois aumentou a velocidade. Não demorou muito para ele explodir e lambuza-la no rosto e nos seios. Ela lambeu o membro lambuzado, sugou-o como se quisesse retirar até a última gota e depois que ele estava flácido, espalhou o sêmen que restava sobre ela, acariciando-se no rosto e nos seios. Para finalizar, lambeu os dedos demoradamente, sob o olhar dele. 
Durante todo o tempo, eu me deliciei vendo aquela cena deliciosa e me masturbei muito, não sei quantas vezes gozei, mas foram muitas.
Eles sairam do banheiro e foram para o quarto. Vi-a vestir-se e despedir-se dele. Depois que ela foi embora, ainda nu, ele veio até uma das janelas do apartamento. Abriu a vidraça e olhou para cima, na direção do meu apartamento, fiquei com uma certa impressão de que ele sabia que eu o estava observando. Depois disso, ele fechou a janela, puxou a cortina e desapareceu dos meus olhos.
No dia seguinte fui ao encontro com a minha antiga amiga, contei para ela o que eu fazia e ela me disse que aquilo era normal, várias vezes havia presenciado as mesmas cenas e que a mulher que o visitada, era a vizinha do apartamento abaixo do meu. Para meu espanto, ela tinha mais confissões e me contou que também frequentou o apartamento e transou varias vezes com ele.
- Então é por isso que ele olha para cima! Está procurando você!
- Não, ele sabe que eu casei e mudei de lá. Eu contei quem iria morar lá. Ele está procurando você!
Durante o tempo que morei naquele prédio, passei muitos dias a observar pelas janelas, mas sempre mantive a discrição. Conhecê-lo e transar com ele, seria desmoronar a minha fantasia. Vê-lo masturbar-se e transar com outras mulheres era delicioso e deixei que a vizinha debaixo fizesse o serviço sozinha, enquanto eu me divertia com os meus dedinhos!


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