A Nerd do Condomínio

por H. Thiesen 

Aos dezenove anos eu decidi morar sozinha, aluguei um apartamento na Rua da Praia, em Porto Alegre e deixei a casa de minha mãe. Meu quarto ficava de frente para o outro bloco e era possível ver o quarto de uma menina chamada Ana. Ela tinha uns vinte anos, mais ou menos e apesar da idade próxima à minha, nunca nos falamos muito, pois ela era bastante reservada. fazia estilo cdf, usava óculos e não chamava atenção dos meninos. Certa vez porém, aconteceu algo que me deixou boquiaberta, visto que a menina fazia-se passar por santinha.
Era uma manhã de domingo e acordei por volta das 9h da manhã. Estava ainda sonolenta, fui até a janela ver como estava o tempo e fiquei um pouco olhando o movimento na parte externa do condomínio. Da minha janela não havia uma vista muito boa, pois a visão do quarto era  obstruída pelas árvores, mas era possível ver com clareza a janela do quarto de Ana, que quase sempre estava com a persiana fechada, porém naquela manhã a persiana das janelas enormes, que caracterizavam o condomínio, estava totalmente aberta e eu podia ver todo o interior do quarto da minha vizinha, um cômodo bastante comum. Creio eu, que ela ainda dormia, continuei na janela, espiando para ver se acontecia algo interessante. Passada uma meia hora, notei movimentos no quarto de Ana.
Ela acordou - pensei - saindo da janela, para evitar que ela me visse.
Mas algo me chamou a atenção, ela estava de costas para a janela e provavelmente não se dera conta que estava aberta. Vi-a se espreguiçar, sentar-se na cama e deitar-se novamente. Ela usava um short branco curtinho e um top. Seus cabelos soltos voavam com o vento do ventilador de teto. Havia nela uma sensualidade exuberante e em nada lembrava a garota nerd que eu conhecia. Então aconteceu algo que eu jamais julgaria ser aquela garota capaz de fazer. Depois de se deitar, ela escorregou sua mão direita por sua barriga, descendo em direção ao seu short, entrou por baixo dele e começou a acariciar-se, contorcendo-se docemente na cama e eu não consegui mais desviar os olhos daquela cena. Eu já havia tido algumas experiências com outras meninas e até ensaiado algumas cenas de exibicionismo "masturbásticos", mas fiquei espantada ao ver aquele bicho-do-mato tocar-se daquela forma tão sensual. Seus movimentos se aceleraram e suas pernas se contorciam cada vez mais na cama. após uns dez minutos pude perceber que ela estava altamente excitada. enquanto sua mão direita mergulhava em sua intimidade a mão esquerda acariciava seus seios, já desnudos do top branco, parecia-me que ela estava amando a si mesma. À medida que seu gozo se aproximava, suas mãos se moviam com mais e mais desejos e então ela gozou, sua mão esquerda foi encontro da outra e as duas ficaram pressionadas entre as suas pernas, enquanto seu corpo estremecia e contorcia-se sobre a cama.
Ela arfava com uma satisfação que eu jamais havia visto igual. Minha masturbação também era muito prazerosa e queria experimentar o êxtase como o de Ana. Ela tirou as mãos de dentro do short, as colocou por cima da cabeça e deitou a cabeça de lado, ainda respirando bem fundo, recuperando o fôlego. Eu continuei minha deliciosa masturbação, enquanto me imaginava fazendo amor com ela naquela cama. Depois de alguns minutos, meu orgasmo chegou intenso, estremeci de tesão e vontade de ter aquela menina ao meu lado.  Ela se levantou, arrumou a cama e se virou pra janela. seus olhos se encontraram com os meus, e eu, estática e totalmente sem ação, sorri para ela, ela não me devolveu o sorriso, seu rosto corou, com certeza pensando que eu a tinha visto num momento tão íntimo. Aproximou-se então, fechou a persiana, enquanto eu fiquei ainda alguns minutos olhando para a janela, acho que na esperança de que ela a abrisse novamente. o que não aconteceu e  nunca mais vi aquela janela aberta novamente.

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4 comentários :

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Hummm.. e eu doente, perdi esse texto....
    Delícia.... mas olhe aqui... e me conte:
    Você deixou ela escapar e nem deu em cima dela????
    Duvi-d-ó -dó

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  3. Admiro sua coragem, miga! Fui mão solteira aos dezenove e nem cogitava em sair do apartamentão do papai!

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