Meus desejos e minhas tentações!

por H. Thiesen 

Se é para falar sobre sexo, admito que sou uma fonte vasta e uma mente bastante provida de idéias. Mas, falar é uma coisa e por em prática é outra! A alguns anos atrás decidi, que me empenharia, para materializar algumas dessas idéias, muitas até certo ponto absurdas. Até este exato momento, posso dizer que, deixei a desejar, visto as minhas próprias limitações e se depender da minha motivação, muitas dessas idéias e desejos, cairão no esquecimento.
Como todos sabem, e eu não escondo, já me possibilitei experimentar muita coisa, entre elas o sado-masoquismo, algo que me fascinou e não fiquei em paz, enquanto não senti minhas costas e bunda marcadas com umas lambadas de relhos e chicotes, bem como, eu não descansei, enquanto não provei a sensação de dar umas boas lambadas. As poucas vezes que experimentei, me provaram que para mim é muito entediante ficar amarrada por horas, mas adorei ficar horas amarrando e tramando cordas no corpo dos outros. Diante disso, eu sonhei que teria a minha própria masmorra, totalmente com paredes de pedra, quase sem iluminação, com umidade e cheiro de mofo, muitas correntes, aparelhos de tortura e grades de ferro enferrujadas. Claro, se é para prender alguém, torturar e seviciar ao prazer extremo, que seja algo bem autêntico.
Não é de hoje que ambientes medievais me fascinam, creio que já fui Inquisidora numa vida anterior e possuía escravos e escravas sexuais, dos quais me aproveitava, usava e abusava de pintos e bucetas, sem esquecer dos cuzinhos deliciosos, tanto é que, tenho leve impressão que fui pega pelo Santo Ofício e  meu julgamento não passou de mera formalidade, pois minha heresia foi a luxúria e a prova, estava bem molhadinha, entre as minhas pernas, foi redundante e irreversível, me impedindo de alegar qualquer engano ou inocência. É claro, fui queimada viva ou me fizeram sentar numa estaca grande e cabeçuda, mas não sem antes, seduzir os inquisidores, torturadores e dar uma trepadinha básica com eles. Ninguém é de ferro e tratando-se de inquisição, levava-se ferro mesmo, nos dois sentidos, digamos!
Mas sendo ou não, reencarnação de uma torturadora e seviciadora medieval, a verdade é que as minhas idéias não param e não deixam de surgir, acredito que elas são obras do demônio, já pensei em ir me confessar ou quem sabe pedir um exorcismo, mas preciso admitir que a castidade irracional, me deixa com um tesão dos infernos. Acho bom ficar quietinha e pecadora convicta, sem me aproximar dos santíssimos senhores da batina. Eles iriam querer me converter e eu iria querer pervertê-los, de um lado a Bíblia e do outro... Os meus peitos! Qual dos lados venceria?
Melhor evitar conflitos com o sagrado, fique registrado meu respeito pelo voto de pureza, até tenho passado longe de igrejas, para não cair na tentação e profaná-las com as minhas carnes impudicas.

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2 comentários :

  1. é, minha ermã, como diz aquele cantor analfa: "0 Jardineiro é Jesus e as Arveres Somos Nozes"!

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  2. Minha amiga,,,, em grande forma... esse texto é sensacional!!!
    Será que em oura vida você foi isso mesmo???

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