Uma vampira sedenta!

por H. Thiesen

Aquele bairro era escuro, perto do cais e à noite sempre havia um nevoeiro cobrindo as ruas. Eu ficava à espreita dos transeuntes, perto de um banheiro fétido e  imundo.  A música das boates era alta, as luzes eram poucas, um ambiente perfeito para mim.
Um cara passou e me viu parada, entre as tantas que haviam por ali, eu era a mais bonita. Ele perguntou quanto era o boquete, combinamos o preço e entramos no banheiro. Escolhemos um dos cubículos, agachei-me à sua frente e baixei suas calças até os pés. Tirei o pau para fora da cueca, ainda estava meio mole, segurei-o com as mãos e esfreguei-o em meu rosto, lambi a cabeça e desci a língua até os testículos, depois subi novamente e lambi em volta da cabeça, deixando-o bem molhado. Enterrei-o na boca de uma só vez, até o fundo da minha garganta e voltei a ponta vermelha, deixando-a entre os lábios, comecei a chupá-la, como se estivesse mamando. Fiquei assim por algum tempo, chupando com força e senti-o crescendo entre os meus lábios, até ficar duro e latejante.
O pau não era grande e sem esforço, cabia todo na minha boca, fiz um vai e vem vagaroso e depois apressei o compasso. O homem segurou a minha cabeça e começou a socar, fodendo-me a boca. Meus olhos encheram de água e vinha-me uma ânsia quando o pau tocava na garganta. O pau ia e vinha na minha boca e o homem gemia de tanto tesão.
Senti o pau pulsar, segurei pela bunda e o fiz parar de mexer, abri mais um pouco a boca e recebi o seu jorro. Enquanto ele gozava, cravei-lhe os caninos e suguei, o sangue jorrou farto na minha boca, misturado ao gozo, para mim um manjar. Ele gemia e gozava e eu, sugava-lhe o sangue, dando-lhe um misto de gozo e cansaço. Bebi o seu sangue até o desmaio, apenas o suficiente para satisfizer a minha fome e sede.
Ele desmaiou sobre a privada, com a calça caída aos pés e o pau totalmente murcho. Levantei-me e arrumei os cabelos, limpei a boca com o braço, refiz o batom e voltei para o meu lugar, na rua perto do banheiro.
O homem saiu do banheiro um tempo depois, passou me olhando e falou:
- Gata, que boquete delicioso, desmaiei de tesão!
- Gostou? Volte sempre! - Respondi.
Acendi um cigarro, fiquei por ali, a espreita do próximo que passasse e pensei:
- Sou vampira esperta, para que sugar tudo e matá-los, eles voltam! Meu boquete é maravilhoso e o alimento é certo!

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2 comentários :

  1. Hummm... onde fica esse bairro....????
    Vampira chupadora gostosa... e esperta!
    Para que matar a galinha dos ovos de ouro????

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  2. Cravou os dentes no pau e ele saiu inacto? Não seria melhor chupar uma boceta no segundo dia da menstruação? Já pensou aqueles pedaços de sangue? hum...
    Melhor ainda quando a pecadora acaba de fazer uma aborto!!!

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