Duas amigas e um dotado!

por H. Thiesen 

Dizem que um é pouco, dois é bom e três é demais, na verdade três pode ser bom demais, quando trata-se de sexo.  
Eu conheci Claudete na faculdade, no primeiro semestre de Relações Públicas e desde o primeiro dia nos tornamos amigas inseparáveis, aliás, eu, ela e Aline, uma outra amiga, que estudava na mesma universidade, mas que frequentava um outro curso, medicina, infelizmente ela já não está entre nós. Bom, eu nem sei por que citei Aline, mas vale pela lembrança da minha amiga querida, em algumas postagens, eu escrevi como a conheci e contei algumas das nossa travessuras, mas ela nada tem a ver com o que vou relatar.
Como eu estava contando, eu e Clau, nos tornamos amigas e confidentes, uma contava a outra as suas aventuras, as suas transas, os seus amores, coisa de mulher, qual de nós não tem uma amiga assim? Um dia eu resolvi contar a Clau, sobre um amigo meu, o Roberto, um cara moreno-claro, olhos castanhos, porém lindos, corpo atlético, o rosto comum, não é muito bonito, não tem semblante de anjo, mas cara de macho, do jeito que eu gosto (não sou muito chegada em homem com cara de bebezão) e um pouco mais velho do que nós (na época, tínhamos 19 ou 20 anos e ele 35), mas o que mais chamou a atenção dela, foi o fato dele possuir um instrumento de trabalho generoso que a deixou toda tesuda e ir pingando para casa naquele dia. Diz ela que passou a noite sonhando com a possibilidade de conhecer o Beto.
Eu, como uma boa amiga, disse-lhe que se ela quisesse, poderia apresentá-los, mas que o resto era tudo com ela  (claro, algo me dizia que aquela história iria render muito! rsrsrs!!!). Ela topou na hora e combinamos que ela ficaria na minha casa, no fim de semana. Na sexta-feira liguei para ele e combinei um encontro, para conversarmos e tomarmos uma cervejinha, sem esquecer de dizer que levaria uma amiga junto. Tudo certo, Clau iria para a minha casa no sábado à tarde, aproveitaríamos para nos produzir e conversar um pouco (esse negócio de conversar pouco, é mentira, mulher conversa muito!).
Para falar a verdade, no sábado à tarde, eu estava sozinha em casa, minha mãe e minha irmã mais nova  haviam ido visitar uma tia minha, o papo não rolou e a produção foi para o espaço, trocamos tudo por algumas horas na cama, que serviu de aquecimento para a noite. Depois disso, foi uma correria para nos aprontarmos e ir ao encontro com o Beto, um banho rápido, roupa jeans básica , um esmaltezinho nas unhas , batom, sombra e vamos logo que estamos atrasadas (por que será que mulher é assim? tá sempre atrasada!).
Chegamos no local de costume, o Recanto, Beto já estava sentado em uma das mesa e nos esperava, com  a minha cerveja preferida, uma que dizem que só tem no Rio Grande do Sul e é "no export". Sentamos, os apresentei, servimos a cerveja em nossos copos, pedimos umas fritas (deliciosa!) e ficamos conversando por umas duas horas. Ele fez menção de levantar e disse:
- Olha meninas, está ficando tarde, acho que vou embora!
Eu olhei para ele e pensei: Tu está é louco, com duas mulheres lindas do teu lado e quer ir para casa dormir!
Mas, o que ele falou, foi a senha que faltava para mim:
- Oh Beto, já vai? Nós duas estávamos com vontade de esticar a noite contigo!
Ele sentou-se novamente:
- E o que vocês estão pensando fazer?
- Sinceridade? Perguntei.
- Claro.
E antes que eu respondesse, Clau segurou o meu braço e respondeu:
- Se tu não quiseres, tudo bem, mas eu e a Lena vamos para um motel, quer nos acompanhar?
Ele olhou para mim e com uma cara safada me disse:
- Isso tá cheirando armação tua, Dona Lena!
- Minha? Eu nunca faria uma coisa dessas!
Foi uma gargalhada geral.
- Ok, não posso recusar o convite, vocês me chamariam de brocha, para onde vamos?
- Vamos para o Califórnia II - respondi - é o único motel desta Canoas que tem suite com garagem para dois carros!
Eu estava bem tontinha e se vocês não sabem, o álcool me deixa totalmente solta e muito excitada.
Chegamos ao motel, pedimos por uma suíte, deixamos os carros na garagem e fomos para o quarto.
Eu e Clau, subimos a escada e mal entramos no quarto já nos beijamos. Ele se aproximou e nos abraçou e correspondemos o beijando, foi uma troca de bocas muito excitante. Enquanto nos beijávamos, tirávamos as roupas. poucos instantes depois, eu e Clau estávamos apenas de sutiã e calcinha, Beto entre nós só de cueca e a mercê das nossas mãos, bocas e línguas.
Ele nos juntou e nos levou para cama, literalmente nos jogando uma sobre a outra, em poucos segundos e com o tesão totalmente aflorado, nos livramos das roupas minúsculas que ainda nos cobria. Beto continuou nos observando por algum tempo, dias mais tarde ele me confessou que foi a sua primeira experiência com duas mulheres. Não preciso dizer que nós duas fizemos tudo o que tínhamos direito, devido o grau de excitação que estávamos e esquecemos que ele estava ali do nosso lado e somente se fez notar por nós, depois que tivemos os nosso primeiro orgasmo.
Ele deitou na cama e eu o puxei para mim, nos beijamos, enquanto Clau o agarrava pelas costas e mordia os seus ombros. Entrei por baixo da cueca e retirei para fora o membro ereto, dei-lhe algumas carícias e o masturbei. Clau mantinha-se acariciando, beijando e lambendo as suas costas e com uma de suas mãos alcançou a minha e eu dei lugar para ela segurá-lo:
- Que é isso? Nunca vi assim! Gritou ela um pouco apavorada.
- Exagerada, nem é tanto assim! Relaxa e aproveita! - Falei.
Realmente, Beto tem um pênis não muito longo, mas grosso o bastante, para se fazer sentir dentro de uma mulher, mas eu já havia provado e para desconversar, me aproximei e abocanhei aquele monumento. Ela se acalmou, pôs-se a me imitar e a saborear com vontade. Trocávamos de posição, enquanto uma se detinha na glande a outra passeava pelo restante e pelos testículos. Beto gemia de tesão e percebemos que se continuássemos ele iria ter um orgasmo. Paramos, nos voltamos ao corpo dele e juntas fomos até a sua boa e mais uma vez nós três nos beijamos.
Deixei os dois, fui até  a minha bolsa, peguei as camisinhas e o tubo de KY, voltei para junto deles, já com uma das camisinhas aberta, segurei o membro com as mãos e tentei vesti-la, Clau deixou o que estava fazendo e veio me ajudar. Sim ajudar a pagar um mico, pois não conseguimos vesti-la, a grossura tornou impossível para nós, devido a nossa inexperiência, numa circunstância daquelas.
- Tá bom maninas, deixem comigo!
Subi no corpo de Beto e comecei a cavalgá-lo, enquanto Clau me beijava e acariciava meu corpo, se detendo em meus seios. Beto a puxou e fez ela ficar sobre o seu rosto, dando-lhe o prazer de uma boa chupada. Nós duas, continuamos nos beijando e uma acariciava o corpo da outra, até que resolvemos inverter as posições. Clau sentou sobre Beto com todo o cuidado do mundo e deixou-se invadir muito devagar, ainda tinha algum receio de sentir dores, mas logo se soltou e cavalgou-o com maestria. Depois que vi ela à vontade, deixe-me desfrutar da boca de Beto e sentei sobre o seu rosto, creio que quase o sufoquei, tamanho era o meu tesão. Eu acredito que os movimentos e a volúpia de Clau tenham contribuído muito, pois ele gozou logo em seguida, também um homem numa situação dessas, não tem muita condição para se aguentar eternamente e ela gozou junto com ele, quase perdendo as forças e se deixou cair sobre mim, abracei-a e a beijei mais uma vez.
Nós duas fomos testemunhas de algo interessante, apesar de Beto ter um orgasmo enorme, ele permanecia firme e ereto, não nos fizemos de rogadas, retiramos a camisinha e nos colocamos mais uma vez a fazer sexo oral nele, desta vez sentindo o gosto de macho e repartindo entre nós as sobras do sêmen que permaneceu, foi delicioso beijá-la daquele modo, desfrutando do gosto e do cheiro.
Ele nos deixou na cama e foi ao banheiro, enquanto nós duas continuávamos nos beijando. Desci pelo corpo de Clau, passando pelos seus seios, deslizando minha língua por sua pele suada e entrei pelo meio de suas pernas, ela me puxou e colocou-se a fazer o mesmo em mim. Estávamos em um sessenta e nove maravilhoso e não percebemos a aproximação de Beto, ele apenas acariciou-me as costas e deixou que continuasse rolando entre nós duas, gozamos uma na boca da outra e ele não deixou que nos recuperássemos e entrou pelo meio. Nesse instante percebi que ele já havia colocado outra camisinha, me ergui e fui participar do beijo entre Clau e ele.
Beto deitou Clau na cama, levantou suas pernas e tentou penetrar o seu ânus, ela se encolheu e disse que não. Eu a abracei, beijei-a e perguntei se ela já havia feito sexo anal, ela respondeu que sim e estava com medo, mas queria experimentar. Alcancei o KY para Beto, me encostei ao corpo de Clau, ainda abraçando-a e beijando-a, mas tentando dar-lhe segurança e calma, eu já havia experimentado as sensações que ela iria sentir, mas eu estava sozinha e não tinha ninguém para me apoiar. Beto passou o KY, encostou no anus de Clau e forçou a entrada, ela estremeceu e deu um grito, eu vi nos seus olhos a dor que sentiu, mesmo assim não desistiu. Continuei com o beijo, ela estava deitada sobre um dos meus braços, como se pedisse proteção, colando o seu corpo ao meu e seus dentes cerraram-se, enquanto isso a minha outra mão passeava pelo seu corpo e vez por outra  masturbava, aos pouco ela relaxou e se entregou ao prazer, desse momento em diante me detive apenas em beija-la e masturba-la, até que os dois tivessem orgasmos.
Beto deitou ao meu lado e eu fiquei entre os dois. Clau permaneceu deitada em meu braço por um tempo, depois começou a me beijar e a descer pelo meu corpo. Logo ela estava novamente fazendo sexo oral em mim, deixei-me usufruir da delicia que sua boca me proporcionava. Beto a imitou, desceu sobre mim e ao lado dela pôs-se a fazer o mesmo, depois me virou de lado e fui brindado com um dos melhores cunilíngua, que me fizeram até hoje. Não tiveram muito trabalho para me levar a um gozo monumental, me retorcendo e gritando entre os dois.
Ficamos deitados, sem falar nada, por algum tempo. Levantamos,fomos ao banheiro e tomamos um banho na banheira enorme da suite. Permanecemos conversando, antes de irmos embora.
No caminho para casa, eu e Clau ficamos caladas, até que ela resolveu romper o silêncio:
- Puta-que-pariu mulher! Meu cu nunca mais vai ser o mesmo!
Ri alto, pela frase inusitada e disse:
- Pára com isso, eu sei que tu gostou!
- Tá bom eu confessou, doeu muito, mas foi gostoso!
Beto, hoje está com 49 ou 50 anos, no terceiro casamento e tivemos algumas aventuras juntos depois que se  separou da segunda esposa. Clau se formou, atualmente está casada, tem dois filhos e mora na cidade de Caxias do Sul.

PS: Por questão de privacidade, os nomes foram substituídos.

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3 comentários :

  1. Eu sei que essa história é verdadeira....
    Menina... você está com a corda toda... você está escrevendo como se estivesse nos contando um caso.
    Leitura fácil, fluida, deliciosa...uma delícia te ler amiga!!!
    Li e fiquei de pau duro.... meu pau é pequenino.... e eu queria ter um igual o Beto... kkkkkkkkk!!!

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  2. Hummmm...um texto que me deixou a boca a salivar...de tesão...
    Te espero em meu blog...
    Beijos-te...

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  3. Um conto que sendo verdadeira ou fictícia, é maravilhosa e excitante de se ler!

    Beijo melado

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