Na beira do cio!

por H. Thiesen 

Ela se masturbava incessantemente, enquanto admirava suas curvas no espelho. No rosto, um fogo, deixava-o vermelho. A respiração ofegante, quase faltava-lhe o ar e inspirava o mais profundo possível.
Ela gostava de se masturbar, um dia ou outro, nos momentos de solidão noturna e gozava muito com o prazer solitário.
Enquanto se masturbava e olhava seu corpo no espelho, ficava alucinada. A mão e os dedos maltratavam o clítóris e a invadiam. As vezes doía, tamanha era a ânsia na qual se masturbava. Mas sentia muito prazer e repetia para si mesmo:
- Que delícia, que gostoso! Aí!
E, aumentava a pressão dos seus toques, a velocidade, até a profundidade, um dedo não lhe bastava e somava mais, dois ou três. Vinha então o gozo e o seu corpo estremecia, suas pernas tremiam, doía-lhe o ventre e agarrava seu púbis, com força, como se quisesse arrancar mais orgasmo com sua mão.
Houveram masturbações que ela ejaculou, algumas vezes escorreu alguns pingos e encharcou o lençol, mas outras vezes veio em jatos, que respingaram o espelho. Quando era assim, gozava gritando como uma louca.
Gostava de sexo, de sexo pegado, quanto mais o tinha, mais sexo queria. Já participara de orgias, swings, diversos menages. Não tinha limites, aliás, o limite era o sexo, com homens ou com mulheres. Sexo bom para ela não podia ser normal, o trivial era pouco, gostava de sexo quente, instintivo, quase animal.
Precisava de intensidade, com carinho é verdade, mas com uma boa dose de preliminares com tudo o que tinha direito. Mas o sexo tinha que ser de macho e de fêmea. Gostava de ser possuída e vibrava ao ser penetrada. Envolvia o macho com as pernas e o prendia no seu abraço, deixava-o bem junto e bem apertado, espremendo seus seios ao peito e cravando-lhe as unhas nas costas. Não lhe dava espaço, queria-o bem fundo, como quem doa-se de alma.
Não a entendiam e os homens, achavam-na uma louca, que era rampeira, uma puta sem classe, mas na verdade ela era um vulcão em plena erupção, queimando, derramando lavas e explodindo. Não, ela não era prostituta, nem mesmo uma puta como pensavam, mas uma mulher que queria sexo e quando o tinha, não observava limites, fazia de tudo, entre o amor, a paixão e a fúria. Acreditava que entre as quatro paredes da alcova, vale tudo e pode-se tudo fazer, deixando a lascívia vir à tona e navegar no mar da luxúria. Queria desfrutar todos os deleites do sexo, fosse ele vaginal, oral ou anal. Ela queria sexo recheado com palavras amorosas e obscenas ditas com intensidade, para que lhe causassem ardor, repleto de sensações e que a maior delas, era saber que satisfazia seu macho, recebendo dele a seiva quente e viscosa no interior do seu útero ou do seu ânus, mas também delirava com um banho de porra, fosse direto na sua cara, sobre o seu ventre, sobre os seus seios ou em suas costas e escorrendo pelo meio da sua bunda.
Ela fazia amor, antes e depois, mas durante ela trepava com todo ardor!
Amava isso, fazer sexo com palavras sussurradas no ouvido, entrecortadas por muitos gemidos. Amava ser chamada de puta, vadia, cadela e ser segurada pelos cabelos, como fosse ela uma égua redomona sendo coberta e possuída pelo macho.
Alternava a alma, ora submissa, ora dominadora. Gostava de ser a fêmea submetida pelo macho, mas era capaz de inverter o jogo e tornar-se a Dona, a Rainha ou a Senhora. As vezes era uma gata manhosa ronronando e outras vezes, era uma fera faminta no cio. As vezes beijava, lambia, sugava e de outras, mordia, arranhava e devorava.
Macho bom para ela era aquele que a dominava, a comia e a fazia gozar, mas que de repente cedia ao seu jogo e tornava-se uma presa frente à predadora. Na verdade, homem bom para ela, tinha que ter um fogo capaz de consumir o seu fogo, mas para ela tão difícil de encontrar, que se masturba, até hoje na frente do espelho e goza, se pudesse mil vezes, porque ela sempre está na beira do cio!

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3 comentários :

  1. Aprecio um cumedor que martele a noite toda, sabe?! Ele que tome a pílulazul pra me satisfazer!

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  2. Ou seja: UMA LADY NA RUA E UMA "PUTA" NA CAMA

    .-)

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  3. Deve ser delicioso passar a noite com uma gata no cio, deixá-la ainda mais excitada com boas pegadas e carícias, praticando uma uma gostosa masturbação a dois.

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