Devorando Dona Margret!

por H. Thiesen

Depois que ela me fez gozar intensamente na sua boca, deixando-me sem forças, relutei contra a minha exaustão, segurei-a pelos ombros e empurrei-a para o chão. Eu lhe daria tudo, na mesma medida que ela me proporcionou, sobre aquele tapete caríssimo que ornamentava a sala e assumi o comando da noite:
- Agora é a minha vez de te dar prazer! Desculpe-me Dona Margret... Mas vou lhe devorar!
Sorrindo, deitei-me sobre o seu corpo sobre o dela e acariciei-lhe os cabelos, olhando fixamente dentro dos seus olhos negros. Desci a minha boca sobre a sua e beijei-a ardentemente, até ficarmos as ofegantes. Nossos corpos estavam colados, não havia espaço entre nós. Nossos seios amassavam-se mutuamente, nossas pernas entrelaçada de maneira que, eu podia sentir o ardor que queimava a sua vagina na minha coxa, além disso a umidade já lhe brotava e molhava levemente a minha pele.
Mordi-lhe o lábio inferior e deslizei da boca para o seu pescoço, dando-lhe ligeiros beijos. A minha mão alcançou seu seio redondo e agarrei-o com volúpia, arrancando-lhe gemidos, enquanto minha boca acariciava seus ombros e descia pelo meio dos seios e tomar o caminho ao mamilo do outro seio. Fechei os olhos para sentir melhor a sensação de ter o mamilo entumescido entre os lábios e depois o suguei, lambi e o mordisquei. Minha mão segurava o outro seio e deixava o mamilo proeminente, dirigi a minha boca para ele e repeti as carícias anteriores.
Voltei a sua boca e a beijei novamente, ao mesmo tempo, levava a minha mão entre as suas coxas, ao encontro da sua vagina ensopada, a qual explorei com meus dedos e dediquei especial atenção ao clitóris por algum tempo. Ela estava totalmente encharcada e usando a minha palma da mão, comecei a fazer movimentos para frente e para trás. Ela respirava ofegante, gemia cono louca e contorcia-se, demonstrando o tamanho do seu prazer.
Vendo-a naquela situação, desci pelo seu corpo, passando a língua ligeiramente pelos seus seios e pela barriga. Eu pretendia me demorar um pouco nas suas virilhas e adjacências, mas suas mãos não me deram tempo, segurando-me pelos cabelos e empurrando-me contra o seu ponto úmido do prazer. Caí de boca, literalmente, naquele pedaço de carne molhada e lambi todo o néctar que a umedecia, explorando cada reentrância e invadindo-a com a minha lingua e descobrindo aos poucos, os pontos onde ela sentia mais prazer. 
Margret não demorou muito, suas pernas logo começaram a tremer e o seu corpo se contorceu, suas mãos apertaram a minha cabeça com mais força e seus quadris se colocaram em um movimento louco e ela gozou roçando a vagina na minha boca e lambuzou inteiramente o meu rosto. Seu sabor era delicioso e o mel do seu gozo abundante. Ela não parava de se contorcer e eu não conseguia afastar a boca, continuei lambendo-a e ouvindo os seus gemidos desesperados. O gosto do seu orgasmo tinha um sabor viciante. De repente ouvi a sua voz rouca, num tom quase implorando:
-Vem cá, sobe em cima de mim, quero você na minha boca!
Fiz a sua vontade e num delicioso sessenta e nove, tivemos outro orgasmo, mas desta vez, mútuo e nosso!
Ficamos deitadas lado a lado sobre o carpete vermelho, que exibia manchas mais escuras e úmidas, resultado do nosso suor e gozo, não demorou muito e ela adormeceu.
Eu sentira prazer como nunca pensara sentir e estava muito feliz e satisfeita. Fiquei pensando no que ela dissera:
- Vou fazer amor contigo, e você nunca irá me esquecer, se lembrará de mim para sempre!
Realmente, depois de tanto tempo, as vezes ainda lembro-me dela!
Ela acordou assustada, disse-me que precisava ir, deu-me um beijo, vestiu sua roupa e partiu.
Fui para o quarto, tomei um banho relaxante e deitei na cama, ainda ébria da champanha e do prazer, acabei adormecendo.
Quando acordei pela manhã,  estava coberta com um lençol, apesar de não lembrar de tê-lo pego, olhei em volta do quarto e vi um bilhete fixado na porta. Levantei-me e peguei o bilhete, tentei ler, mas meus olhos ainda embaraçados não deixaram e observei um vulto passar pela janela. Corri até ela janela, enrolada no lençol e vi o jardineiro correndo para o jardim.
Sorri, pensando: Ele estava me espiando, talvez me desejando. Será que ele viu o que aconteceu ontem à noite?
Voltei para o bilhete:
"Desculpe-me, a janela estava aberta e você estava tremendo de frio, dormia como um anjo e não quis acordá-la. Obrigada pela noite de ontem. Foi um presente de aniversário inesquecível.
Beijos 
Margret
Fiquei surpresa. Não sabia o que pensar a respeito de Margret. Ela poderia ter me falado sobre o aniversário e por que não falou? 
Olhei pela janela e divaguei sobre a minha passagem por aquele lugar e em tudo o que acontecera comigo. Pensava em Didier, o jardineiro cínico e atraente, que me causava algo inexplicável, mas que no fundo eu o desejava e, na forma como nos conhecemos. Pensava no seminário que estava por vir, ao qual eu me dedicara tanto durante a última semana. 
Então resolvi tomar um banho e me preparar para o que estava para vir, afinal eu estava ali à trabalho e o prazer teria que ficar em segundo plano.
Mas... O jardineiro não saía mais da minha cabeça!

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Um comentário :

  1. Confesso que gostava de estar no lugar desse jardineiro
    .
    Feliz fim de semana

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