Beija, morde, chupa e lambe!

por H. Thiesen 

Olhe para os meus seios
aprecie a formosura
veja quanta volúpia
belezas em escultura
Toque-me nos seios
com a tua mão forte
de-me sensações difusas
e retire o meu norte
Beija os meus seios
e mergulha entre eles
raspe-os com tua barba
e fere a minha pele
Roça tua face áspera
em meus seios delicados
e deixe-os vermelhos
ardidos e arranhados
Morde-me nos seios
e deixa-os doloridos
imprima-lhes tuas coroas
com teus dentes bandidos.
Chupa os meus bicos
e os deixa entumescidos
eriçados de tesão
e desejo enlouquecido
Lambe os meus mamilos
e os banhe de saliva
deixe-os arrepiados
e me leve à deriva
Mergulhe entre meus seios
quero teu calor da boca
beije, morda, lambe e chupa
deixe-me molhada e louca!

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Obsessão de uma velha prostituta

por H. Thiesen 

- Meus olhos estão cada vez mais escuros! O que eu fiz para mim? Se arrependimento adiantasse... Não faria tudo o que eu fiz! Se eu tivesse outra chance!
Já fui uma prostituta, linda e muito requisitada, diziam que eu era a mais bela do bordel. Hoje sou uma velha, cansada e asquerosa, creio que pela vida que levei, renegada pelos clientes e jogada a um canto escuro desse covil imundo.
Lembro-me dos meus tempos dourados, quando era amada pelos homens e tratada como uma rainha. Lembro da alegria que pairava sobre a minha vida, as artimanhas de mulher da vida, as quais eu utilizava para dar lucros a mim e a minha cafetina.
Bons tempos aqueles, que eu tinha um belo par de seios, exibidos em decotes ousados e que todos queriam beijar. A minha cintura fina que muitas mãos envolveram durante beijos ardentes. Eu tinha pernas belíssimas, enfeitadas por cinta-ligas e meias finas, quase sempre pretas ou vermelhas e os pés sobre saltos altíssimos.
Muitos foram os homens que conheci, muitos foram os que se deitaram comigo, alguns eu amei e à grande maioria apenas cedi meu corpo para satisfazerem as suas necessidades. Houve aqueles que me fizeram gozar e também aqueles com quem eu detestei estar, mas todos eles, como uma boa prostituta deve ser, deleitaram-se comigo.
Fui... Mulher da vida, dizem que, mulher de vida fácil, mas não tão fácil assim! Só eu sei as humilhações que passei, mas não posso me queixar, elas me renderam dinheiro... Muito dinheiro! Pena que, do mesmo jeito que ele vinha, ele também saia. Gastava tudo com roupas, maquiagem e penteados. Tudo pela fama, tudo para ser a melhor. Quem não sabe ou ouviu falar da fama das prostitutas francesas da "La Belle Époque", tempos da burguesia, dos boulevards e dos cabarés, do Moulin Rouge, de Oscar Wilde e da "art nouveau". Paris era um paraíso, realmente uma Cidade Luz. Eu vivi esta época, vivi a alegria de uma sociedade em transformação, que buscava cultura e diversões. Nesse meio, eu era famosa e para isso, eu não poupava pudores, não me negava à satisfazer desejos e fantasias. Fiz sexo com homens e mulheres, muitos ricos e famosos, de todos os jeitos e formas. Mas... Você apareceu!
- Maldita!
Você chegou humilde e inocente, aos poucos roubou-me a fama e o dinheiro, jogou-me ao anonimato e tirou-me tudo o que eu tinha.
Ainda hoje, por culpa tua, sinto-me um lixo, um farrapo humano jogado a um canto. Meus clientes deixaram-me e postaram-se à tua volta. Mas felizmente consegui te dominar.
Eu sei os teus segredos, sei o que você pensa, sei todos os teus medos e por causa deles tenho você na minha mão. Tornou-se fácil dominá-la! Basta-me querer e você faz. Eu te uso para me saciar.
Delicio-me quando se masturba e posso sentir o cheiro do teu sexo molhado, teus gemidos soam como música aos meus ouvidos e deliro com a visão do teu corpo nu e das tuas pernas abertas. Todas as noites deito-me sobre o teu corpo e passa a minha língua em cada uma das tuas partes. Delicio-me quanto você se masturba e posso provar o sabor do teu sexo impregnado nos teus dedos. Nessas horas sou capaz de saber teus pensamentos e saboreio os teus desejos e todas as tuas vontades de cometer os mais insanos pecados.
O domínio que exerço sobre você é a minha vingança, pois você roubou a minha vida, os amigos, os clientes e a fama. Hoje eu deito sobre to teu corpo e me adono de todas as tuas partes. Faço parte de todos os teu sonhos, desde os mais inocentes aos mais picantes possíveis.
- Ah... Outro homem, outro cliente! Então faça o que ordeno!
Beije-o, lamba-o, chupe o seu sexo e deixe-o jorrar na tua boca. Deite-se na cama e abra as pernas, deixe-o invadi-la e não reclame. Olhe para ele bufando sobre você. Veja como ele te usa. Você não passa de um objeto para ele, assim que estiver satisfeito, você não será mais nada para ele.
Ele se foi, agora pegue o dinheiro, conte-o e ponha entre os seios! Deixe-me cheirá-la, quero sentir o cheiro de sexo! Agora vamos para o salão e daqui a pouco traga um outro! Estarei te cuidando! Espere... Antes preciso te falar:
- Lembre-se, você é uma prostituta, uma cadela e eu mando em você!
- Janet.... Janet... Já chega!
- Quem ousa?
- Janet... Já chega, ela está sofrendo!
- É o que eu quero, quero vê-la sentir-se um lixo!
- Basta!
- Quem é você? Apareça, ou está com medo?
- Eu estou aqui, ao seu lado?
- Onde, não o vejo? Está muito escuro!
- Basta querer e me verá!
- E por que eu iria querer?
- Por que você pediu outra chance!
- Ahahaha! Foi uma recaída!
- Não, não foi! Você está arrependida! Vamos tente, estou ao seu lado!
- Não posso, meus olhos estão escuros cada vez mais!
- Pode... Basta querer realmente!
- Essa luz... Apague essa luz está me cegando!
- Acalme-se Janet, vamos conversar!
- Depois, tenho que ir! Ela já está no salão!
- Vamos juntos então!
- Problema seu!
- Onde está ela?
- Está ali?
- Como,  Aquela ali?
- É ela, bem mais velha!
- Como pode...
- Você parou no tempo!
- Impossível, estamos em 1911.
- Venha Janet, tenho algo a lhe mostrar!
- Não posso, ela já está com outro cliente!
- Não é um outro, é o mesmo de sempre!
- Você está louco!
- Venha comigo, até aquele canto escuro!
- Não, não posso ir lá!
- Pode e deve ir!
- Tente me levar!
- Venha...
- Vou, mas será rápido!
- Você não gosta daqui?
- Não... Foi aqui que fiquei o resto da minha vida!
- O resto da tua vida?
- Sim, atirada nesse canto!
- Janet, qual a última coisa que você se lembra?
- Esqueci de tudo!
- Vamos force a memória!
- Eu estava aqui, comum co...
- Com um...
- Copo de veneno nas mãos!
- E?
- Eu tomei... Espere? Você está dizendo que morri?
- Sim!
- Não pode, eu estou aqui! Depois que bebi me senti mais forte e poderosa!
- Isso foi muito depois! Vamos Janet... Lembre-se do que aconteceu naquela hora!
- Faz muito tempo...
- Vamos, vamos...
- Senti meu estomago queimar, depois vieram os calafrios e uma dor insuportável. Sentia-me fraca e de repente estava de pé, de frente para a mesa e olhando aquela mulher horrorosa e imunda, espumando pela boca e com os olhos revirados. Eu fiquei no meio daquela gente toda, espiando o que fariam. Fui no enterro, não tinha ninguém, só eu e vi os coveiros cobrirem o caixão.
- Quem era aquela mulher horrorosa?
- Era eu?
- Não, era o teu corpo sem vida!
- Mas... mas...
- Depois disto, por que não tomou o caminho que deveria seguir?
- Fiquei sentada no túmulo por algum tempo, alguns passavam e me convidavam a ir com eles, um deles me disse que eu deveria ir para a luz, mas decidi vir para cá novamente. Notei que ela fazia tudo como eu a mandava, bastava-me pensar e ela obedecia. Resolvi fazê-la sofrer, tanto e quanto eu sofri depois que ela chegou! Mas estou ficando cansada disso tudo, apesar de ser tão pouco tempo!
- Pouco tempo? Estamos em 1948. Você parou no tempo, com uma ideia fixa de vingança! Olhe em volta, agora está tudo claro, há muita luz!
- Onde estou? Não reconheço este lugar!
- Aqui é o lar de Camille, ela encontrou alguém que a amou, depois casou-se e teve filhos e envelheceu! Mas você sempre pensou que estava no bordel, que todas as noites vinham clientes, mas era apenas o esposo! A sede por vingança te cegou e para você somente existia o prodtíbulo e a prostituta novata! Você estacionou numa ideoplastia sem fim! Já chega de sofrer Janet, você pediu e vim buscá-la, vamos para a luz!

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Geometria Erótica

por H. Thiesen 

Uma vez um triângulo, ousou desafiar um traço, cheio de orgulho, o triângulo, queria dobrar o traço
O traço quieta, parada na frente do triângulo, senhor de si, permanecia como se nada estivesse acontecendo,  inflexível, pendendo para baixo, esperando talvez, que o triangulo orgulhoso, resolvesse atacá-lo e pensava:
- Ah, eu te pego pelo vértice! Deixa estar!
Pobre triângulo, pensava que podia fazer, o traço tremer.
Pensando que estava, ganhando a jogada, resolveu se mostrar, para o traço em todos os seus detalhes, por pura maldade. Parado ficou, o triangulo maldoso, à frente do traço e se exibiu, mostrou-lhe as linhas singelas e insinuantes, as suas beiradas mais sensuais e o principal, o vértice inferior.
Mal sabia, o triangulo, que o traço nada tinha a temer, que o tremido não era de medo, mas de excitação. O traço continuava estático, parado no mesmo lugar, mas havia um porém... Quanto mais o triangulo se mostrava, mais o traço crescia, aumentava a sua largura e já começava a erguer-se, na direção do triangulo.
O triangulo, todo exibido, não previa o perigo e dançava na frente do traço. Tornou-se até inconsequente, por vezes, abria o seu ângulo mais agudo e deixava o traço vê-lo por dentro.
O traço crescia e inchava e naquela altura, já poderia ser chamado de cilindro. Ficou tão comprido, que balançava à frente do triângulo e esse, distraído com o seu exibicionismo, não se dava conta do que estava por vir.
O triangulo fez e aconteceu, queria caçoar daquele pedaço de linha, liso e inchado, acreditava ele, que o aumento de tamanho era pura irritação:
- Por que tanta raiva, daqui a pouco estoura! - Pensava o triângulo.
Presunçoso, o triangulo, não tinha limites, arriscava-se cada vez mais perto do traço. A sua gana, cegava-lhe ao perigo, ele se abria e fechava, fechava e se abria. Até que a sua ousadia extrapolou o bom-sento e o triângulo, abriu-se demais, escancarando seu vértice agudo.
O traço não resistiu, hesitou um pouco, mas de sobressalto jogou-se ao encontro daquele vértice escancarado, não fosse aquele pequeno vacilo, teria acertado o triângulo em cheio, mas esse havia se esquivado e o traço passou lambendo tangente na pontinha do vértice.
- Triangulo à toa! - Pensou novamente irada, o traço.
O triangulo se recolheu, ficou pensativo, mas avaliou que a sua empreitada teve sucesso e que valia a pena correr o risco. Já estava um pouco cansado, o vértice agudo estava suando, as vezes até pingava, precisava de fôlego, mas sem tirar o olho do traço, abriu-se de novo para tomar um ar!
A tangente deixara o traço muito excitado. Ele não era mais um traço singelo, mas havia se transformado em seta, enorme, com uma reluzente ponta vermelha e como tal, adquirido uma investida certeira:
- Ah - pensou a seta - faz só mais uma vez e você não escapa!
Como a fome é maior do que a vontade de comer, o triângulo resolveu se arriscar, pulou e dançou, abriu e fechou na frente da seta, a qual ele achava que ainda era um simples traço, daqueles bem bobos:
- Ridículo, ficar vermelho desse jeito e ainda por cima babando de raiva!
Mas de burra, a seta não tinha nada e como seta esperta, que mostra, mas também sabe os caminhos, era uma verdadeira bebe-quieta e ficou esperando por um novo vacilo do triângulo.
Tanto fez o triangulo, pulando e dançando, abrindo e fechando, que numa distração se escancarou.
A seta entrou, se enfiou de uma só vez e para dar uma lição no triângulo, ficou brincando com ele, entrando e saindo, saindo e entrando, as vezes devagar e de outras bem rápido. Queria se vingar, mostrar para aquele triangulo bobo, que não era tão inocente. Porém, não previu, que o triângulo poderia gostar da brincadeira:
- Puxa, como isso é bom! Delícia! Faz mais, gostei!
Estupefata com o pedido, a seta continuo a brincadeira.
O triângulo exibido, então abatido por uma paixão violenta e repentina pela ex-traço, gritava e pedia:
- Não para, não para... Quero mais!
A seta, não se dando por vencida exigiu:
- Então faça por merecer!
O triangulo se espremeu todo e tornou-se isósceles, apertando a seta no seu interior.
- Ainda não está bom! Disse-lhe a seta.
O triângulo resolveu variar, começou a se mexer, as vezes ficava isósceles, depois equilátero e por vezes obtuso, não fosse a falta de lados, teria se transformado em retângulo, quadrado e bem que tentou, mas de tão afobado e ansioso que estava, não conseguiu transformar-se num círculo.
Ficaram assim por algum tempo, até que cansaram e caíram exaustos, um para cada lado.
O triangulo voltou à sua forma normal, equilátero por natureza e a seta, voltou a ser novamente um tracinho acanhado, pendendo para baixo!

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Prisioneira Minha!

por H. Thiesen 


Quero-te sempre submissa
Minha, nua e despida
Sem roupa nenhuma
Livre de preconceitos
Quero-te sempre escrava
Atada, amarrada, algemada
Sem mãos para poder me tocar
Quero-te transpirando
Sedutora e provocante
Fazendo-me te amar
Por deixar-te dominar
Quero todo o teu corpo
Para dele fazer teu cárcere
Nele deixar minhas marcas
A cor da minha propriedade
Quero tua pele vermelha
Teus seios envolto em cordas
Tuas mãos algemadas às costas
Teus olhos me dando respeito
Na tua nudez submissa
És totalmente minha
Eu sou a tua Rainha
Eu sou a tua Dona
A ti dou o meu gozo
De ti extraio teu gozo pra mim
Prisioneira és do meu prazer!

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Significado das expressões femininas durante o sexo!

por H. Thiesen 

Mulheres! Mulher sempre tem um jeitinho para dizer as coisas de um modo delicado, seja uma crítica, um elogio ou uma opinião mais contundente. Durante muito tempo, analisei certas expressões femininas na hora do sexo e cheguei a conclusão, que 100% das mulheres não mentem, elas dizem a verdade de uma maneira diferente e sutil!
Leia com atenção e não se engane nunca mais!

Expressão: - Estou carente!
Significado: - Quero foder, me come logo!

Expressão: - Sinto-me ansiosa!
Significado: - Estou com tesão, tô pingando!

Expressão: - Eu gosto de delicadeza!
Significado: - Lambe essa buceta com vontade!

Expressão: - Ufaaa! Nossa! Calor né?
Significado: - Que trepada! Gozei como uma louca!

Expressão: - Nós temos a noite inteira!
Significado: - Seu broxa!

Expressão: - Isso não importa, o que vale é saber usar!
Significado: - Caralho, precisava ser tão pequeno?

Expressão: - Grandinho né?
Significado: - Vem logo e me arromba com esse pauzão!

Expressão: - Isso acontece, a segunda será melhor!
Significado: - Seu merda, me deixou na mão de novo!

Expressão: - Ah, ai, uuuuuh, ah, hum... To quase!
Significado: - Se você gozar agora, eu te mato!

Expressão: - Faz mal não! É cansaço!
Significado: - Molenga, por isso que você é corno!

Expressão: - Que boca linda!
Significado: - Deixa eu colocar a minha buceta nessa boca deliciosa!

Expressão: - Sou extremamente cuidadosa comigo!
Significado: - Me masturbo todos os dias, de oito em oito horas!

Expressão: - Gostou? Deve ser por que sou atenciosa!
Significado: - Ahá... Sou a maior puta do mundo!

Expressão: - Não meu bem! Sou eclética!
Significado: - Gosto de ser fodida em todos os buracos!

Expressão: - Nossa, como você é gostoso!
Significado: - Puta que pariu... Que pau! Gozei litros!

Expressão: - Minha boca é muito pequena!
Significado: - Como vou me virar com isso tudo? É grande demais!

Expressão: - Para mim nunca foi assim!
Significado: - Já teve caras que me fizeram gozar muito mais!

Expressão: - Sexo é uma troca!
Significado: - Eu gozo e depois você me faz gozar de novo!

Expressão: - Impressão sua, adorei!
Significado: - Meu ex trepava muito melhor!

Expressão: - Foi bom pra você?
Significado: - Pra mim não! Fingi tudo trouxa!

Expressão: - Fazia tempo que você não transava né?
Significado: - Cacete, filho de uma puta, precisava gozar tão rápido?

Expressão: - Não tem problema! Eu gozo amanhã!
Significado: - Preciso fazer uma ligação... É urgente!

Expressão: - Assim, faz bem gostosinho!
Significado: - Vai, mete... Acaba comigo!

Expressão: - Não seja ciumento, nunca mais vi ele!
Significado: - Nunca mais vi ele... de longe, é óbvio!

Expressão: - Meu cu? Não dou de jeito nenhum!
Significado: - Cretino, só dou pra quem merece!

Expressão: - Hoje não, tô cansada e com dor de cabeça!
Significado: - Hoje à tarde dei tanto, que estou acabada!

Expressão: - Meu ex? Nem lembro mais como ele era na cama!
Significado: - Quanta pretensão, você se acha melhor mesmo?

Expressão: - Tamanho não é documento!
Significado: - Diz o sexólogo, para não perder o paciente mal-dotado!

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Sempre faça bom uso da língua!

por H. Thiesen

O português é uma língua complicada e com muitas regras, as vezes torna-se difícil lembrar de todas e fazer uso correto delas, quem sabe erotizando um pouco, não as fixemos melhor? Para a maioria é uma grande dificuldade, principalmente na hora de escrever. Sera que isso é assim ou assado? Será que escrevo o por que junto ou separado?







O Uso dos PORQUÊS:

Por que
Pode ser usado com o sentido de “por qual razão” ou “por qual motivo”, e trata-se da junção da preposição por + o pronome interrogativo que:

Por que você não quer me foder?
(Por qual motivo ou razão você não quer me foder?)
Simples não é? Basta fazer as substituição da expressão "Por que", pelas expressões "Por qual motivo" ou "Por qual razão".

Ainda pode ser empregado quando se tratar da preposição por + (mais) o pronome relativo "que":

Sei bem por que motivo fico muito excitada!
(Sei bem para que motivo fico muito excitada!)
Quando transarmos, os motivos sejam por que nos amamos.
(Quando transarmos, os motivos sejam pelos quais nos amamos.

Neste caso substituímos o "por que" pelas expressões “pelo qual”, “pela qual”, “pelos quais”, “pelas quais” ou ainda “para que”:

Por quê
O uso do por quê é equivalente ao “por que”, porém, é acentuado quando vir antes de um ponto, seja final, de interrogação ou exclamação:

Ir para cama com você, por quê?
Não sei por quê.

Porque
O termo porque é uma conjunção causal ou explicativa e o seu uso tem significado aproximado de “pois”, “já que”, “uma vez que” ou ainda indica finalidade e tem valor aproximado de “para que”, “a fim de”.

Vamos para a cama porque estou cheia de tesão!
(Vamos para a cama pois estou cheia de tesão!) - conjunção
Não faço sexo oral porque não fazem em mim.
(Não faço sexo oral uma vez que não fazem em mim.) - finalidade

Porquê
Quando aparece nessa forma o porquê é um substantivo e denota o sentido de “causa”, “razão”, “motivo” e vem acompanhado de artigo, adjetivo ou numeral:

Diga-me "o" porquê dessa vontade monstruosa por sexo!
(Diga-me a razão dessa vontade monstruosa por sexo!)
Tenho "um" porquê para não gostar de sexo anal: Dói muito!
(Tenho um motivo para não gostar de sexo anal: Dói muito!)

ESTE, ESTA, ESSE, ESSA, ISTO, ISSO

Este, Esta, Isto e flexões
Em relação a pessoa ou coisa presente e próxima de quem fala, a pessoa ou coisa a que por último nos referimos, o momento atual, o fato, o sucesso que se está produzindo, que se produziu há pouco ou que está para produzir-se. Em resumo e relacionado à proximidade e atualidade ou futuro para quem fala.
Esta loira é gostosa!
(Esta loira "aqui", é gostosa!)
Neste ano tenho transado muito!
("No ano atual" tenho transado muito!)
Nesta noite vou transar com fulano!
("Na próxima" noite vou transar com fulano!)

Esse, essa, isso
Em relação a pessoa ou coisa próxima daquela com quem falamos ou a quem escrevemos, ou que com ela tem proximidade. Em resumo está longe de quem fala e perto de quem ouve ou à um futuro longínquo e quase impossível.

Essa loira é gostosa!
(Essa loira "aí", é gostosa!)
Quer transar comigo, espere sentado, esse dia não vai chegar!
(Quer transar comigo, espere sentado, "nunca" vai acontecer!)
Me beijar , isso é impossível!
(Me beijar, "jamais"!)

De agora em diante não se confunda mais ao falar e escrever! Português é foda, então... Faça bom uso da língua, sobretudo se for literalmente, a sua gata ou gato ficarão agradecidos, pois não há nada melhor do que ter do nosso lado, alguém muito bom de língua!



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Poetrix do Fogo






por H. Thiesen

Meu corpo em fogo
Quer a tua brasa
O consumo é mútuo!









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Lambuzos e Loucuras

por H. Thiesen

Quero-te minha, na minha noite e nas minhas entranhas, rasgando as vontades, os véus do desejo e os vazios de saudade. Quero-te minha, para matar o tesão que machuca meu corpo, que desde ontem à noite não acalma, quando fizemos amor.
Eu quero ser tua, ser com quem te assanhas e acende o teu vulcão. Sem cerimônia, sem solenidade, da nossa maneira, com cumplicidade e despudorada. Quero te minha, junto ao meu corpo, no corpo à corpo, num delírio contínuo, numa paixão castigada. 
Eu te quero minha no açoite de beijos, no chicote de língua, num castigo de boca, que  marcam o corpo. Quero-te minha beijando o meu segredo e no teu segredo me afundando, dividindo o meu néctar, compartilhando o teu mel, que brotam incessantes, das nossas entranhas escondidas no lugar secreto entre as nossas coxas.
Quero-te minha alimentando meu incêndio e te queimando em mim. Eu quero ser tua, incitando às loucuras, que para mim são quase torturas de irresistível prazer.
Eu te quero pra mim, não te nego o "sim", nem digo-te "não", entrego-me aberta e às escuras para essa paixão cálida e desejos ardentes.
Eu quero o teu corpo, com fome e sede inclementes d duas fêmeas vorazes em busca do gozo e de prazer sem fim.
Eu te quero assim, te dando o meu corpo e pegando o teu para me deleitar. Eu te quero minha, desse jeito gostoso e feminino de amar, para te comer por inteira e me entregar para ti, de mim, se lambuzar!

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É tudo a mesma fodelança!

por H. Thiesen 

Na ortografia brasileira grafa-se “foder”, mas popularizou-se a expressão "a fu!" para se dizer que algo é muito bom, maravilhoso, excelente, fora de série, de alta qualidade, etc, corriqueiramente também, a linguagem popular vocaliza a letra "o" como "u" em determinadas palavras.
Cria-se aí a confusão, entre a vocalização popular e a expressão "a fu!", que é a forma sincopada da antiga gíria "à fuzel!".
Basta conjugarmos as duas formas, foder e fuder, no presente do indicativo que percebe-se claramente o engano na fodelança, principalmente nas três primeiras pessoas:
Eu fodo / Eu fudo,
Tu fodes / Tu fudes, 
Ele fode / Ele fude
Foda-se / Fuda-se,
Foda-me / Fuda-me
Não dá, conjugar o verbo fuder, é foda! O melhor é foder mesmo!
Quando o sexo está gostoso, qual é a forma usada? 
- Me fode, não para!
Alguém em sã consciência, já falou pelo menos uma vez na vida isso com "u"?
- Me fude, não para!
Além disso, gramaticalmente, foder é um verbo regular, transitivo direto ou intransitivo. Ou seja é uma ação, praticada por um ou mais indivíduos ou expressa uma situação independente de algum indivíduo e, por ser regular, não modifica o radical (fod) diante da conjugação.
Exemplos:
- Ele vai foder com tudo! (v. t. d.)
- O tempo fodeu, vai chover! (v. i.)
Tá certo, "foder" pode ser o correto, mas é delicioso mandar alguém "se fuder"!
E querem saber mais? Já cansei de me foder ou de me fuder, como preferirem, para pensar tanto e escrever tanta besteira nessa crônica!

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Bebe tudo cadela!

por H. Thiesen 

Fui literalmente devorada por ele!  Pelo meio das minhas pernas, ele caiu de boca, com força e violento. Abocanhada com uma gula enorme, ele devorava as minhas entranhas. O homem carinhoso e tímido deu lugar ao selvagem e rude.
Eu escorria de tesão, ele lambia, sugava e invadia sua língua. Parecia uma máquina de sexo oral.  Eu gemia desesperada, cada vez mais, adorando aquela violência toda. Suas mãos seguravam minhas nádegas e me puxava em sua direção e dava-me a impressão, que ele me penetraria com a boca inteira ou com a cabeça toda.
De repente, sem mais, ele se levantou, segurou-me pelo pescoço, apertando-me contra a mesa de mogno e olhando-me nos olhos, falou com uma voz firme:
- Sua cadela, você quer ser comida, né?
Ele abriu o zíper da calça e a abaixou um pouco. Apesar de louca de tesão, assustei-me quando vi um pênis enorme pular para fora. Grosso, exageradamente grosso, com bem mais de vinte centímetros, decorado por muitas veias repletas de sangue e com uma cabeça assustadora.
Fortemente ele segurou-me pelos joelhos, abriu totalmente as minhas pernas e me invadiu com muita força e brutalidade. Senti um pouco de dor, mas eu estava tomada pelo desejo e quando me dei por conta, aquele pênis estava inteiramente dentro de mim. Eu gritava e gemia como louca, era uma mistura de dor e prazer. Ele bombava-me forte e com vigor, eram estocada certeiras e profundas, as quais faziam-me senti-lo no meu útero.
Foram-se demorados minutos, entrando e saindo feito um louco. Não perdi a oportunidade, apertei e engoli aquele pênis delicioso com a vagina e senti cada um dos maravilhosos centímetro daquela carne enrijecida. Fui comida de uma maneira gostosa e forte, como nunca havia sido. Ele não gozava, e parecia querer mais e sempre socando mais forte. Eu tinha a impressão que as minhas entranhas estavam sendo dilaceradas e... Hum, era maravilhoso!
Depois de muita dor, muito prazer e centenas de estocadas eu gozei como nunca!
Vendo que eu havia gozado, ele saiu de dentro de mim, foi para a lateral da mesa, pegou-me pelos cabelos e enfiou aquilo tudo, duro e melecado pelo meu gozo, dentro da minha boca. Segurando-me pelas bochechas, fez vai-e-vens violentos e profundos, fazendo-me senti-lo na garganta.
Com um urro enorme, ele encheu a minha boca de porra e enquanto gozava, falava alto para que eu, com certeza, o ouvisse:


- Bebe meu leite cadela, bebe tudo sua puta!

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Fantasias Solitárias

por H. Thiesen 

Despida de pudores, 
visto-me de fantasias
e faço do corpo um refúgio
Na ponta dos dedos 
vão todos o meus anseios
desejos quase insanos
repletos de libido
movidos por pensamentos loucos
de uma mulher ardente e inquieta
que imagina
molha 
e incendeia!
Despida dos meus pudores
visto-me de luxúria
quero teu corpo e não tenho
meu tesão embarca na ponta dos dedos
açoito meu clitóris
são toque insanos e velozes
Mordo os lábios
tremo no corpo
afrouxo as pernas
Ah! Eu grito!
Num instante sou rio caudaloso
arrebatada pela intensidade do gozo!

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Do início do cio, ao fim!

por H. Thiesen 

Estou no cio, já não tenho mais fôlego algum. 
Em mim nada mais existe, além do fogo, ateado pela vontade de ser possuída! 
Quero consumir o teu falo, retirar dele a essência e extrair toda a seiva para mim. 
Quando meu grito de gozo eclodir, e sobre você eu estiver como louca, sinta o meu corpo tremer e minhas unhas dilacerarem teu corpo... 
Deixe-me então, aproveitar as delícias da tua virilidade, totalmente imersa na minha umidade. Quando você ver tudo isso em mim, saiba que finalmente gozei e encontrei o meu fim!
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Eu quero assim!

por H. Thiesen 

Quero
te levar à loucura
te deixar cansado
com o ar faltante
e o coração batendo
saindo pela boca!
Vem
de uma vez por todas
com o teu ferro em brasa
e entra no meu corpo
consome como louco
o meu fogo que é teu!
Deixe
sem nenhuma resistência
minha fantasia te levar
meu desejo te queimar
enquanto eu te refresco
nas águas do meu prazer!
Quando
nada mais restar de tesão
por que nós o consumimos
que fique somente paixão
que da razão nos afasta
mas nos permite sonhar!

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O desabrochar da Princesa

por H. Thiesen

A Lua ainda refletia a sua luz dourada, a alvorada despontava à passos lentos. No horizonte o céu avermelhado, denunciava que poucos momentos faltavam para o Sol começar a brilhar. Nefertari olhava pela imensa janela e apreensiva pensava no dia que viria.
Algumas escravas preparavam-lhe o banho com essência de flores, outras arrumavam as vestes, nas quais Nefertari se tornaria princesa naquele dia.
Teferine, a sua escrava preferida e amiga, tocou-lhe um dos ombros, indicando o caminho para o banho. Nefertari caminho até ao lado da banheira rústica, deixou cair aos pés suas veste, despindo-se completamente. Acolheram-na as outras escrava e ajudaram-na a entrar lavabo de marmore frio e a mergulhar seu corpo na água morna. Com suabu, banharam suas costas e cabelos, depois colocaram-na de pé e banharam o restante dos seu corpo, parte por parte, todas elas mereceram atenção naquele dia. Os cabelos foram longamente lavados, o rosto recebeu tratamento especial, ombros demoradamente massageados, o mesmo aconteceu aos seus seios, ventre e pernas, seus pés receberam trato refinado e finalmente seu sexo, foi lavado com água misturada com essência de lótus e teve os pelos aparados e penteados.
Ajudada pela sua escrava preferida, Nefertari saiu da banheira rústica e deixou-se secar pelas outras escravas. Totalmente despida, deitou-se em uma cama pequena e estreita, preparada especialmente para a ocasião. As escrava massagearam seu corpo utilizando óleo de rosas e açafrão e, seus cabelos foram perfumados com óleo de alecrim.
Vestiram-na, começando pela região dos quadris, que envolveram com um leve tecido de gaze e seu corpo cobriram com uma tínica de linho leve e fino. Mesmo vestida, Nefertari exibia suas formas por baixo do tecido quase transparente, dando um aspecto totalmente sensual. Ornaram seus cabelos com grinalda e logo depois com o sari, que caia pelos ombros e ataram-no à sua cintura com um cordão decorado com ouro.
Alguém bateu a porta, ela nada respondeu, já sabia, era seu pai, o General Nakhtmin. 
A manhã ia-se alta e chegara a hora, levada por seu para e assumir a sua condição de princesa, ao lado de Ramsés.
Amparada pelo pai, desceu as escadas e embarcou na carruagem que a levaria ao encontro de Set, o poderoso Faraó. Entrou no Palácio Real ao lado de seu pai, foi recebida pela Rainha Toya e levada à sala do trono. Set a recebeu e à frente dele e de seu pai foi desposada por Ramsés. Uma cerimônia simples e íntima, conforme os protocolos dos egípcios.
Junto com Ramsés, caminharam até a Sala das Núpcias, que fora preparada para eles. Duas sentinelas abriram a imensa porta e a fecharam logo que os noivos passaram.
No interior da sala, uma cama repleta de almofadas os aguardavam e Nefertari notou a ansiedade de Ramsés. Ela voltou-se ternamente apara ele, segurando seu rosto o beijou ardentemente. Ele a abraçou com força e acariciou as suas costas com as mãos fortes. Depois do beijo despiram-se um ao outro e nus deitaram-se na enorme cama.
Ramsés a beijou novamente e lentamente passeou a mão pelo seu corpo, acariciou e beijou seus seios e descendo outro pouco, acariciou seu ventre. A mão do príncipe deslizava pelo corpo de Nefertari e ela delirava com as sensações, mas desabrochou, quando o príncipe, inadvertidamente tocou seu Impossível se manter passiva, Nefertari puxou-o para si, trazendo-o novamente à sua boca e roubou-lhe outro longo beijo. O Príncipe ousou descer pelo corpo esbelto e amparou os seios rosados com sua boca, dedicando-se longamente aos mamilos, primeiro um e depois o outro. Beijou, sugou e lambeu-os, circulou-os com a lingua e sentiu-os arrepiados e duros. Ainda insatisfeito, ousou descer mais. Beijando o ventre da futura princesa, saboreou cada um dos seus poros, até se alojar entre as suas coxas e deliciar-se com o mel, que naquela hora tornara-se abundante. Nefertari mordeu os lábios para não deixar escapar os seus gemidos e segurou a cabeça do Príncipe, apertando-a contra si, como se quisesse que ele alcançasse o seu íntimo mais profundo.
Ramsés deixou o sexo molhado da princesa e subiu provando na sua boca cada gotícula de suor que escorria pela pele dourada e novamente deu à ela um longo beijo.
Enquanto se beijavam, ele acomodou-se entre as suas coxas e penetrou-a lentamente, arrancando-lhe um grito abafado pelos dentes cerrados, quando dilacerou seu hímen.
Nefertari viu-se perdida, entre as sensações que sentia e a responsabilidade que acabara de assumir, em pouco tempo seria a Grande Esposa Real. Mas o seu desejo venceu-a e ela entregou-se à paixão daquele momento. Sentia Ramsés mexer-se dentro dela e a cada inda e vinda devaneava seu prazer. Até que não mais aguentado, o seu sangue ferveu e estremeceu com um orgasmo intenso. Ramsés também estremeceu e com um enorme urro, depositou sua semente nas entranhas dela.
Depois que Set morreu, Nefertari tornou-se a Grande Esposa Real e orientada por Touya, sua sogra, reinou sobre o Egito e temeu pela vida da seu amado durante a Batalha de Kadesh. Entre todas as esposas reais, ela sempre foi a preferida de Ramsés. Quando Nefertari foi habitar os Campos de Iaru e encontrar o Deus Osíris na Sala de Pesagem, Ramsés, segundo as tradições egípcias, casou-se com Meritamon, filha de ambos, que a substituiu tornando-se a Grande Esposa Real.

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Boca Faminta

por H. Thiesen 

Desesperada, eu não conseguia me controlar, com o calor daquela língua sedenta no meio das minhas pernas. Sua lingua açoitava meu clitóris como um chicote e serpenteava-o insistentemente de baixo para cima e de cima para baixo.
Eu retorcia-me na cama e cravava as unhas no travesseiro, apertando-o contra os meus seios. Sem noção, gemia e gritava, pedindo para ela não parar. Sim, eu arfava e suplicava por mais e mais.
Como que tomada por uma fome incontrolável, ela me devorava e parecia sugar todas as minhas força para si.
Todos os meus pensamentos se dissolveram e entreguei-me aos anseios do meu corpo. Derretia-me a cada lambida, tornando-me um verdadeiro riacho, escorrendo entre as coxas.
O prazer lascivo daquele momento, repleto de luxúria, dava um toque febril, que me estremecia e transformava meu corpo, como se fosse uma construção preste à ruir.
Tremendo, pedia-lhe pela sua boca completa à envolver o meu sexo e com palavras desconexas, suplicava que ela me invadisse e por leves mordidas em meu clitóris.
E, implodindo-me, senti no meu interior uma verdadeira explosão, a derrubar meus alicerces, a qual coloquei para fora, gozando aos urros e berros. Já não me importava mais, o que eu fazia e nem mesmo, onde eu estava, me entreguei totalmente ao orgasmo, azar se alguém me ouvisse, lá do lado de fora.
Meu gozo brotou farto e deliberado, derramei abundante, o néctar do meu sexo molhado, naquela boca faminta.

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Nosso Fogo

por H. Thiesen 

Minha respiração tornou-se ofegante e me abandonei às tuas carícias.
Proporcionei-me desfrutar, de olhos fechados, as delícias dos teus carinhos.
Tuas mãos deslizavam pelo meu corpo e tua boca deixava-me molhada por onde ela passava.
Teus seios volumosos roçavam na minha pele e teus bicos duros e rosados traziam-me uma sensação deliciosa.
O calor do teu corpo colado ao meu aquecia-me e minha coxa entre as tuas pernas, me deixava sentir o teu fogo e a tua umidade.
E foi assim, com tua boca devorando a minha, com teus seios pressionados aos meus, enquanto nossas pernas enlaçavam-se em um nó sensual, que me derramei em você e senti desaguar-se em mim, totalmente perdida e abandonada aos nossos orgasmos!

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A Leitora de Malícias

por H. Thiesen 

Ela tange os olhos
No poema sutil
Busca no espaço
Entre as linhas divagas
Fantasia e deleite
Ela quer sonhar
No verso subtil
Ela lê na malícia
E no espanto... a luxúria
Se faz em seu corpo
Ela deseja
Se afasta do pejo
Apaixonada, surpresa
Incendeia e inunda
Semeia na mente o tesão
Ela fala com o poema
Silábica, profunda
Ela arfa e geme
Hummm!
Ela pensa...
Eu quero!
Desce pelo seu corpo
A mão é descalça
Na pele
Nos seios
No ventre
A procura do bosque
E da fonte de água fervente
Um torvelinho
Sente no corpo
Logo mais
É furação
Cobiça
Ela é puro tesão
As linhas... a atiçam
As palavras... a movem
Nas rimas, na cadência de cada verso
No teor de cada frase
E no calor de cada parágrafo
Ela molha
Lateja
Estremece
O momento é poético
Uma simbiose
A poeta e ela
Pensamentos
Sentimentos
Palavras
Com a poesia
Com a proza
ou com a rima
Ela goza!

Dedico este poema a todas as meninas que me acompanham 
e me lisonjeiam com suas presenças em meu blog!

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Loba

por H. Thiesen 

Tire as minhas roupas
Procure meus encantos,
Encontre meus segredos
Explore-me de cima a baixo
Desça aos meus vales
Escale os meus picos
Conquiste os meus cumes
Meu corpo é o teu prêmio
Que te ofereço à conquista
Trafegue em minhas curvas
Perca-se em meus becos
Caminhe por minhas ruas
Não há nenhum perigo
Eu não sou metade,
Eu não sou um  pedaço
Eu sou completa... inteira
Sou mulher safada
Uma menina sapeca
Que no toque incendeia
E se transforma em fera
Não mais adolescente
Mas uma loba madura
Faminta e sedenta
Completamente bandida
Querendo delitos
Que devorada devora
Amando e beijando
Sugando e sentindo
Que deixa suas marcas
Na pele e no corpo
Com unhas e dentes
Quando desbrava o prazer
Numa busca incessante
De gozo e deleite
Sou loba...
Uma loba no cio!

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Pelas Beiras

por H. Thiesen 

Com a boca te mato à míngua,
E acendo duas fogueiras
Para não queimar a língua,
Eu te como pelas beiras

Com a boca te como toda
Parte por parte, beijo à beijo
Desenho teu corpo com a língua
Sem vergonha e nem pejo

Com a boca te molho toda
Com beijos te levo ao céu
te seco com a minha língua
Provando todo o teu mel

Com a língua te levo ao gozo
Do meu jeito e maneira
Com a boca entre tuas coxas
Te devoro por inteira

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Helena, Charlote e uma Pimenta!

Conheci elas através de uma amiga e logo também nos tornamos amigas, digo, bem mais do que simples amigas!

- E aí meninas? Gostaram da história?
- Nossa Helena, amei!
- E você Pimenta, tá quietinha por que?
- Não tô quieta, tô sem fôlego!
- Ah, mentira!
- É Helena, a Pimenta ficou molhadinha!
- Eu molhada? Que nada tô é me derramando toda!
- Essa eu quero ver? Prova aí?
- Tá louca Charlote?
- Isso, a Charlote tem razão, queremos ver a prova!
- Vocês são duas loucas!
- Helena, vamos ver de qualquer jeito, pega ela!
- Peraí, eu mostro!
- Helena... A mulher tá molhada mesmo?
- Eu diria encharcada Charlote!
- Viram? Não acreditaram em mim!
- Vou secar tudo com  língua!
- Não, de jeito nenhum!
- Ah, Vai dizer que não gosta?
- Claro que eu gosto Helena!
- Segura Charlote, não dá trégua!
- Hey, minha calcinha não!
-  Meninas, assim não dá!
- Ufaaaa... Salva pela calcinha!
- Por que não Helena, eu estava me empolgando!
- Então... Por isso mesmo Charlote... Vamos pra cama!
- O que você está pensando?
- No mesmo que você, sua malagueta tarada!
- Eu não pensei em nada!
- Conta outra né Charlote!
- Eu hein?
- Você mesma, tá louca para chupar uma xereca!
- Tá eu confesso, aquela história me deixou com tesão!
- E aí? Vamos?
- Vamos! É hoje que eu extravaso no meio de duas loiras!
- Eu não disse Charlote, olha como ela é safada!
- Nem me fale, minha princesinha até pulou!
- Puxa, vocês duas hem?
- Ah Helena e por acaso você não?
- Eu o que? Nem disse nada!
- Olha Charlote como ela é cara de pau!
- É! Convidou para a cama e agora diz que não!
- Quem não conhece a Helena que compre!
- Vocês estão fazendo mau juízo de mim!
- Segura ela Pimenta!
- Para, para, para...
- Para nada, pega ela!
- Espera, querem saber?
- O que?
- Vai ser aqui mesmo! Quero beijinho!
- Só beijinho?
- Não... Quero tudo!
- Eu também, quero tudo o que tenho direito!
- Essas duas loiras vão me matar!
- Claro que vamos, de prazer e de tesão!
- Então, estão esperando o que?
- Isso mãos à obra!
- Mãos à obra, bocas à obra...
- E línguas à obras!
- Delicia!
- Chupa mais, bem forte!
- Hum que gostoso!
- Mete essa língua lá dentro!
- O que vocês acham de um trenzinho?
- Prefiro um circulo!
- Um circulo vicioso!
- Vicioso?
- Claro xereca vicia, sabia?
- Adoro!
- Vamos lá!
- Isso, todo mundo cai de boca!

Leia:
A VERSÃO DA CHARLOTE
A VERSÃO DA PYMENTA 

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Selvagem

por H. Thiesen 

Rendo-me aos desejos mais impudicos e cedo às tuas propostas obscenas. Excito-me, com a tua ousadia de querer-me para ti a qualquer hora do dia e até nas altas horas da noite.
Viajo com meus sonhos e com tuas fantasias, por um caminho sensual e perigoso, entrego o meu corpo ao ardor e junto à ele teu calor.
Deliro com uma vontade insaciável em busca de um prazer inexplicável, mas não me importo com os perigos desse desejo, mas quero essa realidade incontestável, de juntar os nossos prazeres e por ti ser penetrada.
Devassa sou, quando estás dentro de mim e me golpeias entre as pernas firmemente. Eu me acendo e incendeio totalmente e não quero mais que saias.
Abro-me toda e te recebo por inteiro, da minha vagina faço a bainha da tua espada. Eu te envolvo com minhas carnes quentes e afogo nas minhas águas a tua têmpera.
Quando me invades e atinge-me no fundo, eu me transformo em um animal selvagem, feito uma fêmea no cio e perco-me da razão, mas todos os instintos fluem de mim. Rasgo tuas costas e deixo o rastro das minhas unhas e nos teus ombros marco as coroas dos meus dentes e a tua boca eu devoro totalmente. E, eu te prendo nos meus braços num abraço fera e te amarro com um laço das minhas pernas. Eu te restrinjo somente ao meu corpo e no teu corpo deixo meus cunhos de tesão, na pele ardida e na carne dilacerada, ficarão cicatrizes indeléveis que deixei,  para que lembres do meu gozo para sempre e dessa vez que o teu corpo foi meu! 

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Desejo e Vontades

por H. Thiesen 

Desse jeito me entrego
Sob o véu da luxúria
À tua boca que me acende
À tua língua que me arrepia
Às tuas mãos que me acariciam
Desse jeito me rendo
Aos teus dedos que me invadem
Ao teu corpo que me incendeia
À teu sexo molhado que me sacia
Às tuas vontades que me consomem
Por que você me faz assim:
Ardente,
Molhada,
Lasciva,
Repleta de desejos
E cheia de vontades!


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Sem aviso prévio!

por H. Thiesen 

Sem aviso prévio vou ao te encontro, procuro a satisfação dos meus desejos, pois meu corpo clama pelo teu. Saio de casa, me dirijo à tua e você não está. Vou a tua caça, penso o teu rumo, por onde você anda e passa.
Te encontro no meio de amigos, entre conversas cruzadas e jogadas fora. Sei que me notas, mas te quero urgente, não posso esperar nem mesmo que termine a cerveja.
Me insinuo, mexo os cabelos, estufo meu peito, faço meu decote mais aparente, sento a tua frente, cruzo as pernas, deixo as coxas desnudas. Olho para os lados, há outros olhos indiscretos, mas eu quero você.
Você me olha e eu correspondo, finalmente você me entende.
Vamos embora, para o meu apartamento, mesmo no carro o fogo me esquenta, preciso pelo menos tocar em você. Te acaricio por cima das roupas, deito em teu ombro, cravo as unhas em teu peito. Desço pela barriga e entro pelas tuas pernas, descubro teu membro em riste, seguro e o aperto.
Chegamos em casa, já estou excitada, minha calcinha molhada de tanto tesão.
Nos despimos depressa, no abraço desnudo, meu corpo estremece.
O desejo aflorado faz subir calafrio, minha pele arrepia, minhas pernas trêmulas, mal conseguem me deixar em pé.
Te quero agora, sem nenhuma demora, não quero esperar, preciso você dentro de mim.
Te jogo na poltrona, me atiro por cima, me quero buscando o prazer no teu corpo. Meu desejo aumenta, num lampejo frenético, entre beijos ardentes, eu sento e te ponho pra dentro.
Teu tesão saliente é como um eixo, guiando meu corpo, enquanto eu mexo e remexo.
Quero a tua boca esfregando na minha, a minha lingua entrando procurando pela tua, entrelaçando loucamente.
Me torno um incendio, esqueço o pudor, não tenho limites, numa fúria sem fim.
Penso apenas em teu sexo, entrando e saindo e eu levantando e sentando, vou te lambuzando de mim.
Deixo marcas nas tuas costas, faço arder tua boca, faço meu corpo gemer, faço o teu estremecer.
Meus movimentos são loucos, meus desejos insanos, quero matar todo o meu desejo e acabar a minha tara.
O gozo finalmente me vence, sinto teu jorro lá dentro e grito todo o meu prazer!






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Tormento e Tesão

por H. Thiesen 

A pouco ele a esbofeteara! Seu rosto estava quente e exibia as marcas vermelhas dos dedos. Fosse apenas aquele tapa, mas ele também a humilhara, empurrara-a à cadeira e rasgara suas roupas. Ele era sempre assim quando queria sexo! Parecia um animal, bruto e insensível! Ela sentia raiva daquela violência, mas ao mesmo tempo, aquilo tudo fazia um tesão imenso percorrer seu corpo.
Sentada na cadeira, enquanto ele ajoelhado no meio das suas pernas, acariciava-lhe e beijava-lhe os seios. Ela levou a mão à boca e mordeu com força a lateral do dedo indicador. Não queria gemer, não podia gemer e não iria gemer (exigia-se isso de si mesma)! Procurando desesperadamente entre seus tantos pensamentos confusos, buscava uma distração, algo inquietante que a afastasse daquelas sensações deliciosas. Para o seu desespero ele começou a descer pelo seu ventre, tomando a direção das pernas. Desceu um pouco mais, lambendo e beijando suas coxas. Circundou-lhe os joelhos com a língua. Passou rapidamente aos seus pés, segurando-os com delicadeza.
Ela inspirou profundamente, a fera antes violenta agora era como um animal domesticado. Ela sabia do fascínio que seus pés exercia sobre ele e que chegara a sua vez de submetê-lo.
Com a cabeça baixa, ele reverenciava-lhe os pés! Ela imaginou situações para vingar-se, do tapa que ainda ardia-lhe e da humilhação que também remoía-lhe na alma. Agir assim seria covardia, não ousaria comparar-se à índole dele. Estendeu-lhe o pé e ofereceu-lhe os dedos. Ele chupou-os um por um e lambeu cada centímetro do seu pé, deixando-o molhado de saliva.
Um fogo enorme subiu pelo seu corpo, ela lutava contra o seu prazer, renegando-se a entrar na lascívia: Não! - pensava ela - Não darei à ele este prazer!
Ela digladiava-se contra os sentimentos. Abraçou e apertou os seios, tentando safar-se da angústia. Sentia-se excitada e ao mesmo tempo não queria. Fechou os olhos. Tentou lembrar-se dos problemas do escritório, queria sair dali, pelo menos em pensamento. Mas ele insistia e quanto mais lambia seus pés, mais molhada ela ficava. Um surto de alívio sobreveio-lhe à cabeça: Com sorte,como de outras vezes, ele irá masturbar-se e derramar-se sobre meus pés! Depois me deixará em paz!
Tão logo terminou de pensar, ela sentiu as mãos dele nos seus joelhos e suas pernas serem afastadas. Não! Dessa vez ele não estava satisfeito! Ainda de olhos fechados, sentiu quando ele mergulhou nas águas entre as suas coxas: Fi-lho de u-ma pu-ta - pensou ela pausadamente - já não basta!
Nossa! Ela tinha que pensar em outra coisa... Em alguma coisa urgente! Odiava quando sentia-se daquele jeito, extremamente excitada.
Ele não deu-lhe tempo para pensar, teria que aguentar-se... Gemer nem pensar! Tentou pelo menos reorganizar as ideias. Foi em vão, o tesão já havia lhe arrebatado e os beijos nem chegaram ao destino, ainda ocupavam-se das carnes em volta da sua vulva. A língua dele passeava nas suas virilhas, mas não ousava tocar-lhe os lábios vaginais e no clitóris. Ela sentia a excitação por todo o seu corpo e escorria no meio das pernas, molhando o assento da cadeira.
Quando a língua quente alcançou seu clitóris, ela cedeu e gemeu intensamente, denunciando à ele que sentia prazer. Uma lágrima de tristeza pela fraqueza escorreu-lhe dos olhos. Decepcionada consigo mesmo ela queria gritar! Mas sua voz estava embargada. Queria colocar para fora o seu desespero. Porque era impossível não se desmanchar e liquefazer naquela boca. Odiou-se, sentiu-se uma fraca!
O pensamentos foram sumindo, com eles as suas desculpas e o tesão a consumia rapidamente. Numa tentativa desesperada, tentou algo mais rotineiro. Uma lista de compras começou a passar na sua frente: Uma dúzia de ovos, seis pães, três cebolas, um pimentão! Quatro grãos de arroz, dois litros de feijão, um quilo de azeite...
Notou que estava cedendo muito mais do que deveria e que não conseguia mais organizar as suas idéias: Ah... Porra - pensou decepcionada - não consigo resistir!
Tudo estava muito confuso!
- Aaaaaaaaaaah! - Ela não aguentou e gemeu de novo!
A lingua dele era insistente e lambia seu clitóris em movimentos circulares. Ela relutava, travava uma luta heroica consigo mesmo. Sentiu-se aliviada quando ele parou, mas seu alívio durou apenas alguns segundo! Tentou voltar à lista de compras, mas quando o pênis enrijecido invadiu a sua vagina, ela adicionou mais um item à lista do supermercado:
Trezentos gramas de absorventes!
Ela contorceu e respirou fundo. Fechou os olhos com força e retesou o corpo, por coincidência, o pênis tocou-lhe num ponto extremo dentro da vagina, na continuidade do ato, espontaneamente e sem querer, ela comprimiu as paredes vaginais em torno do pênis dele. Ele urrou!
- Cadela - gritou ele - você está gostando!
Melhor teria sido, se eu apenas tivesse relaxado - pensou ela - dei mais prazer para o desgraçado!
Desesperada, voltou à lista do supermercado, enquanto ele apressava-se no vai-e-vem:
Trezentos gramas de absorventes... Não, não! Duas dúzias de absorventes... Não! Um quilo de fósforo! Não! Ai! Oito cabeças de sabonetes! Ah! Preciso comprar ovos na farmácia! Ah, aaah! Seis cartela de alho! Não! Aaaaaaaah! Três metros de caralho! Não, não, nããããã...
- Go... gozeiiiiiii! - gritou ela, completamente aliviada.
Rapidamente ele-se levantou à sua frente, segurou-a pelos cabelos e introduziu o pênis na sua boca. De maneira apressada e violenta sacudiu-a para frente e para trás, até sentir o jorro e vê-lo escapar pelos cantos da sua boca.
Agarrando-a com força pelo queixo, fê-la olhar em seu olhos e disse-lhe, com o ar de prepotência:
- Puta! É assim que você gosta!
Ela firmou o olha nas pupilas dele e não lhe deu resposta, mas pensou e quase deixou o pensamento escapar pela sua boca:
- Gosto seu cretino, mas quando quero carinho, eu dou para o garoto da farmácia!

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A Arte de Chupar Buceta

Converso muito com minhas amigas, com colegas de trabalho, recebo muitos emails e outros tantos comentários aqui no blog, esses últimos, por serem muito particulares, reservo-me o direito de não publicá-los e entre perguntas e dúvidas, há as queixas e uma das queixas mais recorrentes do público feminino, sejam patricinhas novinhas, ainda na flor da idade ou balzaquianas, já lobas e sedentas, diz respeito ao tão aclamado sexo oral, tão desejado por elas (e claro, até por mim) por parte dos homens.
Falam elas da displicência e do pouco interesse dos parceiros,que não se dedicam para o cerimonial com a devoção que lhe é necessária.
É verdade! Elas estão se queixando da chupadinha básica, que por sinal, anda básica demais. Há muitos protestos no ar, nas rodinhas de amigas, pelos cantos do escritório, nos banheiros femininos.
A reclamação é geral, parece que os rapazes de vinte não sabem usar a lingua de forma correta e os marmanjos estão despreocupados em fazer um agradinho buco-lingual com eficiência.
Pelo visto a incompetência está incrustrada no reino masculino, que só querem receber, sem lembrar a regra primordial de um sexo satisfatório: É dando que se recebe! Mas, não me entendam mal, não quero dizer que os homens precisam dar algo, ou seja, "aquilo", eu falo da chupadinha, de modo que, dê uma chupadinha bem gostosa e demorada e receba um chupadão!
Mostrar interesse é tudo nessa hora!
Creio que isso se deve a inexperiência, afinal é algo que não está disponível, a toda hora, para fazer um treinamento e quando está disponível, é necessário competência.
Mas existem meios, para que os machos em pleno desabrochamento e os machos que se julgam experientes, aprenderem: Frutas saborosas e adocicadas.
Isso mesmo, nada melhor para aprender a chupar buceta, do que chupar uma fruta suculenta e existem várias disponíveis, laranjas, mangas e similares.
Ora, chupar uma fruta é saboroso e saudável, além disso treina a musculatura dos lábios e da lingua, com movimentos similares ao chupar a dita-cuja.
A fruta mais recomendada é a manga, tem uma boa consistência, é carnuda e te propriedades interessantes, que ensinam o sujeito a arte do lambuzamento facial.
Ei! O que vocês estão esperando? Corram à feira-livre e comprem dúzias de mangas! Ou então, não reclamem que ela está saindo com aquela amiga, gostosona e lésbica.
Entendam de uma vez por todas, homem que não sabe chupar buceta, pode acabar chupando o dedo!

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Rapidinha!

por H. Thiesen 

Quem não ouviu falar da rapidinha? E que mulher nunca sonhou com ela? Entre uma tarefa e outra, num lugar inapropriado, tão gostosa e as vezes quase suicida. Sim suicida, sabe aquela rapidinha, cheia de cuidados e de repente chega alguém? Pois é, a rapidinha vai pro beleléu e orgasmo morre de véspera!
A rapidinha é essencial num relacionamento, para sacudi-lo, para apimenta-lo, seja com o namorado, com o ficante e até com o marido, principalmente com esse, que as vezes fica acomodado.
O gostoso na rapidinha é a criatividade e espontaneidade, ou seja, não necessariamente nos prepararmos para ela, geralmente é uma surpresa, não há preocupação com lingerie, depilação, cor do batom, perfume, também não importa se somos magras, gordas, se estamos feias ou bonitas e pouco interessa a celulite, se o peito já caiu um pouquinho ou apareceu uma barriguinha.
Na hora da rapidinha, com a improvisação, não há nem mesmo lubrificação, mas isso é problema facilmente solucionável, com cuspe! Porque é tudo rapidinho, totalmente inesperado e nós mulheres levamos um tempinho para dar uma molhadinha e o principal da rapidinha é a penetração incondicional. A rapidinha é assim mesmo, é somente pau na perereca!
Mas se você desconfiar que ela poderá acontecer, trate de começar a pensar "besteiras" e até a falar nelas, que na hora da rapidinha, você já estará excitada e úmida.
A rapidinha é o sexo propício para aventuras, em lugares onde podemos ser pegos, na casa dos pais enquanto eles tiram a soneca da tarde, no estacionamento escondidinho atrás dos carros, no banheiro da balada ou da festa, no depósito ou escritório da empresa, no elevador do prédio. Locais é que não faltam, onde a adrenalina aumenta e com isso o tesão vai às alturas.
A rapidinha é silenciosa, geralmente de boca fechada, sufocando os gemidos para não dar na vista. Mas ela pode acontecer em casa, sem risco algum. Na cozinha é deliciosa, nada se compara, ser pega e levar uma rapidinha por trás, principalmente quando estamos lavando louça ou naquela situação básica, ser pega de surpresa e debruçada sobre mesa. Que mulher não adora ser encoxada enquanto lava a louça? Seguida de apertos ou palmadas na bunda e palavras obscenas no ouvido. É só levantar ou baixar seja lá o que estiver vestindo, empinar a bundinha para trás, apoiar na pia e encaixar. O tanque, o encosto do sofá, a maçaneta da porta, também são excelentes apoios.
Qual homem resiste a uma mulher sem calcinha? Ficar sem e fazê-lo perceber, é receita infalível! Vai dar rapidinha na certa!
Outra boa receita é não ter vergonha e tomar a iniciativa, homem é louco por isso.
Sexo é um círculo vicioso, quanto mais se pensa, mais se quer, quanto mais se quer, mais se faz, quanto mais se faz, mais se quer, quanto mais se quer, mais se pensa!
Notaram que o verbo "pensar" está no início e no fim do círculo? Isso por que, sexo bom e gostoso é feito com a cabeça, com os pensamentos alinhados, livres de problemas, medos e preconceitos. Se a mente está em ordem, o corpo estará bem e o sexo também!

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Gosto de pau...