A Buceta da Deusa

por H. Thiesen 

Estava Afrodite, junto a uma fonte do Olimpo a fazer os seus pentelhos, com todo o cuidado e jeito, para que não ferisse a sua crica com a lâmina que roubara de Zeus, na verdade, ela queria deixar carequinha, por um ponto final, no tal monte de Vênus, o qual àquela altura, já estava mais para montanha de Vênus e ela já não aguentava mais o cheiro e a coceira.
A sensual deusa, precisava embelezar-se e ficar lisinha, pois iria dar o cu, naquela noite para Hefesto. Eles já tinham fama de safados, todo o Olimpo sabia das putarias dos dois e que as vezes chamavam Anquises para uma bela suruba.
Ela raspou minuciosamente o cuzinho, ora, aquela noite seria especial, pois geraria um grande filho da puta, que se chamaria Enéias.
A lâmina que ela pegara escondida, do deus mais cornudo do Olimpo, estava mal afiada e a cada passada, mais arrancava do que cortava os pentelhos e entre as suas idéias de orgia e putarias, cada vez que a lâmina fazia o seu serviço mal-feito, ela se virava em mil caretas e de dor, soltava efusivos peidos sonoros.
Entretanto, Galatéia, uma ninfa muito puta e totalmente sem noção, passava por ali ao acaso e vendo a deusa peidorreira de cócoras, julgou que ela estivesse cagando. A ninfeta, além de puta e sem escrúpulos, era travessa e petulante, conhecida até por geniazinha do mal, resolveu pregar um susto na mais famosa rameira do Olimpo.
A deusa, pega de surpresa, levou tamanho susto, ficou tão alvoroçada e sem perceber, movimentando a mão por impulso, deu uma navalhada na buceta. A coisa foi muito feia, a deusa ficou branca e no espelho da água, dava pra ver o sangue escorrendo da xereca divina.
O sangue divinal manchou o córrego de vermelho, quanto mais ela lavava, mais ele escorria. O lugar ficou famoso, dizia-se que quem bebesse daquela água, jamais perderia o tesão e seria capaz de foder sem cansar, até o cu fazer bico.
- Oh porra! - gritou irada, a puta divina, voltando-se furiosa para a ninfa safada, que não era capaz de se conter, de tanto dar risadas, chegando a se finar de tantas gargalhadas.
A filha da putinha, mal sabia o que a sua brincadeira iria ocasionar e estava satisfeita por ferir a parte mais perseguida da deusa regateira. Porém, ao se conter das risadas, caiu em si, vendo finalmente o que havia feito:
- Estou fudida, Zeus vai me comer viva!
Sim, comer viva, por que Zeus nunca foi necrófilo, tinha ele algumas taras, mas nada tão repugnante.
Mas, já era tarde, a navalha havia feito um enorme estrago. Afrodite, puta da cara, voltou-se furiosa para Galatéia e lhe falou com severidade:
- Olha o que você fez, sua putinha desastrada. Que crime horrendo! Eu mesma vou pedir a Zeus que lhe puna, vou pedir que ele te esfole viva!
Assim, por mais de um mês a perseguida divina ficou inutilizada e a deusa não podia dar sequer uma rapidinha e lamentava-se:
- Ai! Ó céus, um mês sem fuder, que suplício, sinto-me abandonada por todos os deuses do Olimpo, o que poderei fazer para substituir tamanha necessidade? Essa buceta faminta não para de ficar melada! Como eu farei para trepar com os deuses do Alto Olimpo durante esse tempo! Puta que pariu, eu estou fudida e mal-paga!
E assim, tomada por enorme cólera, maldizendo e amaldiçoando a desastrada ninfa, enviou-lhe pesadas mandigas:
- Ó prostitutinha safada, que a tua buceta viva sempre inchada e não ache jamais quem a queira, nem mesmo língua e dedos lhe darão prazer, que os vermes roam a tua crica e perto dela amoleçam todas as picas e de complemento ela seja tomada por coceiras e viva sempre pingando. Que o teu cu seja arregaçado a força, pelo sátiro mais pauzudo do Olimpo!
Foi desta forma que se ouviu falar pela primeira vez em gonorreia e hemorroidas!
A deusa estava possuída e berrava alucinada, tão alto que o Olimpo todo ouviu.
Como não poderia deixar de ser, o Cornudo-Mor, chamado Zeus também a ouviu do alto do seu trono. Ficou tão curioso, que parou de comer o veadinho chamado Cupido, mas ao se inteirar dos fatos, ficou comovido e mandou o veadinho voador ir ver o que estava acontecendo realmente.
Em vôo desabalado o Cupido, foi ao encontro da deusa desvairada e pede-lhe que vá ter com o Cornudo e do mesmo jeito desabalado que voou ao encontro da Divina, voltou ao Panteon, a fim de terminar a foda celeste interrompida.
Zeus se satisfez com o putinho alado, encheu e melou a bundinha divina de porra, mas não o dispensou, antes exigiu dele um belo boquete, finalizando com outra gozada divinal.
À essa altura, todo o Olimpo já sabia das últimas notícias e virara um alvoroço.
Ao chegar no Sagrado Lar, Afrodite foi atendida por Hermes, o qual os romanos chamavam de Mercúrio, esse aproveitando-se da sua fama farmacológica, fez um curativo na buceta repartida.
Hefesto, amante consorte da deusa, vomitou mil pragas e jurou atear fogo na bunda da ninfa malcriada .
Ares suspirou fundo e jurou vingar a buceta da sua putinha preferida:
- Hei de rasgar a buceta daquela dadeira  sem modos!
Hera fingiu não se importar, mas tapou a boca para não rir alto e se sentiu vingada.
Palas, orgulhosa, encheu o peito e falou alto:
- Bem feito, deveria ter emendado com o cu!
Atena, lembrando os antigos pleitos, não conseguia parar de gargalhar e rir da buceta anavalhada.
Coube a Apolo, consolar a puta divinal, mas teve que conter-se, pois o tesão corria-lhe pela veias e a buceta divina não oferecia possibilidades para, pelo menos, esfregar o pau na entrada.
Tálassa, a mãe da Deusa do Amor, digo, da Putaria, acalentou a filha enquanto Hermes finalizava os curativos.
Por fim, Zeus subiu ao trono e decretou:
- Esse ultraje feroz será vingado e fulminante será os seus efeitos. Mas ainda é pouco, pois fui atrapalhado quando quase gozava na bunda do Alado e teus gritos me fizeram broxar. Aquela que te cortou é demais a culpada, estenda-se a todas as mulheres horroroso castigo, que hão de expiar, para punir tanta barbárie e desatinos. De hoje em diante, de tempo em tempo, toda buceta irá sangrar e como memória do desatino, toda mulher antes desse tempo se verá abalada pelo nervosismo, impaciência, intolerância e desvarios!
Foi assim, que se soube notícias da primeira TPM e da primeira menstruação, daquele dia em diante, o Olimpo virara um inferno, toda vez que uma das deusas se aproximava dos dias de colocar o vermelho em campo!

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O Pau Amigo

por H. Thiesen 

Antes começar é preciso deixar claro, para eliminar quaisquer dúvidas e confusões, o que é um pau amigo ou um PA!
PA é um objeto sexual, usado e abusado, para satisfazer as necessidades mais urgentes, a toda e qualquer hora, quando não temos um outro órgão sexual em vista ou a disposição. O PA pode ser classificado, segundo  a vasta escala dos relacionamento e sentimentos, muito mais do que um bom amigo e muito menos do que um namorado, ou seja, PA é apenas um pau à disposição, conhecido literalmente como Pau Amigo ou como: Amigo Urgente, Amigo Colorido, Amigo de Cama, Amigo Comedor, Amigo da Horas Vagas, que por coincidência, se dá muito bem na cama conosco e é pau pra toda obra, das básicas às mais urgente, se não fosse amigo, casávamos com ele.
Toda mulher solteira que se preza,  precisa ter um PA, para aquelas horas de necessidade inadiável. Esse tipo de relacionamento é moderníssimo, porém um tanto polêmico, uma vez que uma grande parcela da população não o aceita, mas é uma boa opção para uma mulher solteira ser feliz.
O PA, apesar de ser apenas um Pinto Amigo, está sempre pronto para o socorro imediato, tanto que as suas iniciais, também servem neste sentido: Pronto Atendimento. E isso acontece somente na língua portuguesa, pois em inglês é CF ou Cock Friend e EC ou Emergency Care, mas voltando ao velho e delicioso português, casualmente PA, são as iniciais de Pinto Armado.
É importantíssimo, não sentir ciumes e não controlar o seu PA, pois ele é apenas um amigo socorrista nas horas das urgências inadiáveis e depois, é de bom tom, manter a situação do relacionamento com o aproveitador, opa digo, com o amigo das urgências, de modo estável, pois nunca sabemos quando vamos estar necessitadas. E, afinal de contas, amigo é para essa coisas e outras mais!
Não se esqueça que não vale ter ciúmes, nem controlar seu PA, ele é apenas seu amigo servindo de socorro das causas urgentes. Mantenha a situação no profissional, quero dizer, na amizade. Afinal, amigo é para essas coisas, né?
Tecnicamente o PA não pode trair, pois ele é apenas um amigo, com algumas funções a mais, é claro!
Ter um PA é ter sexo garantido.
O PA, não é namorado e não precisamos andar enrabichadas nele, pois é só estalar os dedos e ele aparece para fazer o serviço, digo, para remediar a situação.
Com o PA não tem enrolação, é tudo direto, pá e pum!
O PA não se preocupa muito, não está nem aí se estamos com uma calcinha furada.
Para efeitos familiares, o PA sempre será nosso amigo e toda a família confiará nele, pois nunca nos fará "mal", baseados na afirmativa que: Virou amigo tá morto! Claro, matamos ele, sempre que precisamos, mas eles não sabem disso!
O PA é bombeiro e fazedores de chuva natos, nos salvam dos piores incêndios e das maiores secas. 
O PA é um bom confidente, podemos falar de tudo com ele, até naquelas horas e não é necessário cuidados maiores, podemos citar o ex à vontade, contar as nossas piores e melhores trepadas, rir dele se broxar (cá entre nós, um PA broxa, ninguém merece!), tudo sem crises e sem nenhum problemas.
Se sumirmos, o PA estará a nossa espera, no primeiro estalar de dedos, sem estresse e sem satisfações.
O PA é a salvação da balada decepcionante e da noite solitária, sempre está pronto para o que der e vier, isto é, ele só vem, quem dá somos nós!
O PA tem disponibilidade de horário, está sempre pronto para quando o tesão bater.
E por ultimo, não é necessário conquistar, o PA é totalmente solícito, é só ligar e dizer: Vem!
O PA é um excelente auxiliar para nos acompanhar à eventos, festas e baladas, sempre será o escolhido principal, para ficar com aquela amiga baranga e chata, que põe em perigo imediato os resultados da paquera.
Espero ter esclarecido todas as dúvidas sobre o PA e por falar nele, com licença, preciso fazer uma ligação!

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Dez situações que dão muito tesão!

por H. Thiesen 

Há algumas situações no dia a dia e até mesmo na hora do sexo, que quando acontecem despertam todo o tesão em nós:

1 - Você dá um sexo oral a ele, com toda a sua maestria e ouve-o urrar, gemer, arfar e chiar. Quando o gozo se aproxima, ele fica ansioso, te pega, vira de quatro, te come e goza algumas bombadas depois.

2 - Vocês estão no carro, ele coloca a mão na sua coxa, depois sobe, levanta o vestido ou a saia e acaricia a sua boceta. Para completar, afasta a calcinha para o lado e enfia um dedinho.

3 - No elevador ele te encosta na parede, segura um dos seios, mete a perna entre as suas pernas e esfrega o pau duro na coxa e completa com um banho de saliva e mordiscadas em seu pescoço.

4 - Você está distraída fazendo alguma coisa, ele se aproxima disfarçadamente e de surpresa desfere um tapa na sua bunda ou enfia a mão entre as nádegas, segurando tudo junto bunda, ânus e boceta. Com a outra mão, abraça, segura os seios e a aperta contra ele. E diz ao pé do seu ouvido:
- Vou te comer!
5 - Vocês estão no banho, ele te ensaboa, demora-se nos seios, na bunda e na boceta, vira de costa para ele, te abraça e o pau duro ensaboado roça e desliza na sua pele. De repente se lembra que precisa te comer. Afoito, te empurra com os seios contra a parede, empina a sua bunda e mete tudo na sua boceta de uma vez.

6 - Você dá a ele um boquete, ele goza e depois vem te beijar na boca, como quem quer agradecer pelo maior prazer do mundo.

7 - Vocês fazendo sexo em pé, ele te comendo com ímpeto e te segurando pelos cabelos. Você balança para frente e para trás, devido à força e velocidade, mas quando ele goza perde o controle, não consegue ficar dentro e urrando, lambuza tudo em volta: costa, bunda boceta e coxas.

8 - Vocês estão numa festa, bar, cinema, etc e acontece um clima entre os dois. Você diz para ele que se excitou. Ele te puxa para um canto ou disfarçadamente enfia a mão entre as suas pernas, para confirmar se é verdade realmente.
9 - Ele te chupa com tanta competência e dedicação, que você goza e depois fica vendo ele lamber cada gota do seu orgasmo, te olhando com aquele olhinho de arteiro, de quem conseguiu a maior proeza da sua vida.

10 - Você está se masturbando, ele chega sem aviso e te vê com as "porteiras" totalmente abertas. Ele não se aguenta, parte enlouquecido para cima de você, puxando o pau para fora e mesmo com roupa, te come como se fosse a última foda da vida dele.

Essas são as dez situações que me dão tesão e me deixam louca para dar mais outra ou outras. Talvez se eu vasculhar a minha mente angelical, tá certo, confesso, minha mente poluída, encontre mais algumas. Mas, enquanto isso, por que você não me conta as suas? Deixe um comentário!

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No cu dos outros é refresco!

por H. Thiesen 

- Gostosa!
- Vai Beto, vai!
- Mexe, mexe mais!
- Hum!
- Isso, mexe assim!
- Amor!
- Quê?
- Beto... Posso te pedir uma coisa?
- Pode!
- Me dá o teu cuzinho?
- O quê?
- O teu cuzinho!
- Tá louca Michele!
- Louca por que, você come o meu!
- É diferente!
- Como assim, diferente?
- Você é mulher!
- Ah! Claro, só por isso eu posso dar o cu!
- Cacete!
- O que foi!
- Viu o que você fez?
- O que que eu fiz?
- Broxei!
- Agora a culpa é minha!
- Claro, olha o que você me pediu!
- Foi só uma idéia!
- Idéia de jerico!
- Ah, amor... Achei que você poderia gostar!
- Tá louca, nunca!
- É né, no meu cu você diz que é bom!
- E não é?
- Claro, adoro! Por isso que te perguntei!
- Por isso... o que?
- Por que é bom!
- Eu não gosto, é diferente!
- Diferente, como? Já deu alguma vez?
- Eeeeeeeeee!!! Peraí! Isso nunca!
- E como sabe que é diferente?
- Ora, eu sou homem!
- Mas tem tanto homem que dá!
- Eles são eles, eu sou eu!
- É assim, não vai ganhar mais!
- Depois de tantas vezes, você vai me negar?
- Claro, por que só eu?
- Ahahaha!!! Você é mulher oras!
- E o que tem isso?
- Não tem pênis!
- Mas eu tenho o brinquedinho!
- Tá doida, aquilo no meu cu... nunca!
- Por que?
- Olha o tamanho!
- O teu é bem maior e eu aguento!
- O meu é de carne, eu sinto prazer!
- Mas machuca também!
- Você nunca reclamou.
- Claro, sou corajosa!
- Tá me chamando de covarde?
- Frouxo!
- Frouxo não, eu sou homem!
- Claro que é, até broxou!
- Broxa não, a culpa foi tua!
- A culpa é minha, quem ficou molengão?
- Também, olha o que você inventou?
- Eu não inventei nada!
- Como não?
- Eu só queria saber o que a Paulinha sente, quando aterra o namorado dela!
- O quê, o Tonho é veado?
- Deixa de burrice! Ele só faz com ela e ela me disse que ele adora quando ela enfia o dedinho!
- Pode tirar o cavalo da chuva, comigo não!
- Frouxo!
- Pode parar! No meu cu não entra nada!
- Então, de hoje em diante no meu também não!
- Mas você gosta!!
- Você também pode gostar!
- Eu não vou gostar nunca!
- Como você vai saber se não experimentar?
- Não, não e não!
- Então é assim?
- Assim o que?
- Pau no cu dos outros é refresco!
- Amor, vamos deixar pra lá!
- Mas eu queria matar a curiosidade!
- Curiosidade? Você tem cada uma!
- Ah... Amor! Só o dedinho então!
- Tá bom, mas só uma vez!
- Mesmo?
- Só uma vez, não vai contar pra ninguém?
- Juro, prometo! Vira então!
- Virar como?
- De quatro pro meu lado!
- Não, isso não?
- Você disse que podia!
- De quatro é humilhante!
- Então fica deitado e abre bem a bunda com as mãos!
- O quê? Você tá brincando!
- Tô não!
- É ridículo!
- Ridículo? Quando sou eu, você não acha!
- Mas eu sou homem?
- E daí?
- Não posso ficar abrindo a bunda assim!
- Ah vá! Seu cagão, com medo de um dedinho!
- Olha o tamanho dessa unha? Tá loco!
- Eu ponho camisinha no dedo!
- Vê lá o que você vai fazer!
- Prometo, se doer você me avisa!
- Assim, desse jeito? Acaba logo com isso!
- Beto, tá cabeludo!
- É lógico! Enfia esse dedo logo e chega de história!
 - A gente pode depilar como da outra vez, lembra!
- Não, não, não, mil vezes... Não!

Leia também:
DEPILANDO O CUZINHO!
TODA SÉRIE BETO E MICHELE

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Safadezas

por H. Thiesen 

Ei! Acorda! Hoje eu preciso ser tua!
Sentir tuas mãos nos meus seios, que já estão durinhos de tanto tesão.
Sim... Preciso da tua boca me mordendo, lambendo e chupando.
Preciso que você me trate como uma puta, por que é desse jeito que eu gosto.
Sou safada e depravada e estou louca por uma foda gostosa, com muita pegada, nervosa, daquelas que vira do avesso.
Preciso da tua língua, lambendo a minha gruta, que por sinal, está molhada, escorrendo e toda melada.
Ah, finalmente acordou! Pensei que eu ficaria, a noite inteira, implorando para você me comer.
O que? Está reclamando que eu te acordei? E daí? Não consegui dormir com o tesão!
Vai lá e lava esta cara, aproveita e bebe um copo de água, para espantar este sono e vem logo foder!
Porra, precisava demorar tanto, agora fiquei mais sedenta!
Mas por favor... não demora!
Vem logo e vê se não broxa, se for para ficar mole... Nem tenta! Prefiro uma siririca! Se bem que não vai adiantar!
Ai! Seu safado!
Sente o tesão que eu to sentindo!
Pela tua boca, pela tua língua, pelo teu pau... Isso me invade, me come!
Assim, afunda!
Mexe gostoso!
Deixa eu sentir você dentro de mim!
Eu adoro foder! Adoro cometer esse pecado!
Deixa eu lambuzar a tua boca! 
Sentar no teu rosto! Esfregar na tua cara!
Enterra teu pau, no fundo da minha garganta!
Me faz salivar, engasgar!
Assim, desse jeito, bem duro, grosso e violento!
Me pega, me puxa, me fode... com força!
Me faz tua puta, a tua cadela, você é o meu cachorro safado!
Mete, mete, mete! Bem gostoso, essa pica enlouquecedora!
Deixa eu rebolar, me contorcer, te cavalgar!
Me xinga, me bate, puxa os meus cabelos.
Me chama de tua vagabunda!
Mas fode e crava a tua vara!
Aproveita, sou toda tua e te quero inteiro, todo pra mim!
Vai, vai, bem rápido!
Fode depressa, fode, me fode, me come!
Mete cretino!
Vai, vai, vai... Isso, goza seu cretino!
Me enche de porra!
Aaaaaaaaaaaah!!!! Gozei!
Ah safado, custou para acordar, mas acabou comigo!
Boa noite!

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Sou puta e daí?

por H. Thiesen 

Sou puta, sim sou uma puta, já dei mais que uva em cacho e perdi as contas de tantas aventuras sexuais. Transei com colegas de trabalho, com alguns conhecidos, amigos então, nem se fala! Já transei com estranhos e sem nenhum envolvimento ou sem um motivo importante.
Sim, já transei muitas vezes, sexo por sexo, prazer por prazer, necessidade da carne como dizem por ai. E não me arrependo de nada, pois saciei meus desejos e os instintos carnais. Realizei fantasias, as mais intensas e loucas e satisfiz as loucuras mais vadias e sacanas. Hoje, me sinto uma mulher realizada, por permitir-me às taras e à muitas descobertas, algumas despudoradas, outras extravagantes, que libertaram a minha alma e o meu corpo, dos dogmas e preconceitos. 
Provei todos os gostos que a vida e o sexo podem oferecer, a paixão avassaladora, o prazer inebriante e muitos orgasmos gostosos, com homens e com mulheres, fiz sexo e fiz amor.
Sim... Eu sou uma puta e ser puta é ser artista, por que putaria é uma arte. Ser puta é ser a mentora de uma arte, a qual todas as mulheres deveriam se regojizarem, ao serem chamadas de putas. Por que "puta" não é ofensa, é elogio, pois não é qualquer mulher que consegue sê-la! Ser puta é uma evolução do atributo "fêmea", que recebemos quando nascemos. Fêmea qualquer uma consegue ser, é de berço, mas evoluir para puta durante a vida, não é para qualquer uma, tem que ser mulher corajosa.
Ser puta é libertar-se da escravização dos falsos moralismos, dos rótulos da sociedade, do puritanismo e dos preconceitos. Manter-se fiel às origens, sendo por toda a vida, uma santinha do pau-oco, acaba-se amargurada, frustrada e insatisfeita, por que ser assim, viola os desejos, as fantasias, aborta-se o prazer, e extirpa-se o gozo, por medo. Sim, medo dos comentários, dos olhares, do julgamento alheio e da hipocrisia da nossa sociedade involuída. Negar-se a ser puta, prende-nos às idéias medíocres do conservadorismo  machista, sob a visão distorcida dos relacionamentos e pensamentos miseráveis e restritos, que teimam em manter-se dominantes, mas condenam-nos às decepções, pois o macho quando não satisfeito, sai em busca das verdadeiras fêmeas e da sua satisfação sexual.  
Ser puta, é saber usar as suas armas de sedução e todas as suas ferramentas de prazer. Se todas as mulheres soubessem, o que possuem disponível no seu próprio corpo, com certeza seriam muito mais felizes e satisfeitas, na cama e na vida, porque o sexo, prazer e orgasmo, são as soluções de quase todos os problemas femininos. Concordam? Depois de uma boa trepada, de um orgasmo devastador e da satisfação plena dos instintos, qualquer mulher sente-se mais leve, capaz de encarar a vida com mais felicidade. Não acredita? Pergunte a uma mulher!
Sou alegre por que sou puta, que não tem vergonha de assumir-se e que me realizei sexualmente, sem me preocupar com o que os outros pensam ou dizem.
Sou feliz por que sou puta! Puta que decidiu assumir a autoria de uma obra de arte, chamada de prazer, onde cada uma das cores é uma etapa evoluída. Puta que decidiu ser artista e pintar a tela dos meus orgasmo com cada um dos matizes do meu prazer.
Sou puta sim! Sou puta por que nasci fêmea e decidi que preciso ser feliz!
Sou puta sim... e daí?

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A Noviça e o Vampiro

por H. Thiesen 

O vampiro olhou fixamente para dentro do convento por entre as frestas da janela.
Dentro da cela, estava uma noviça, que há muito ele desejava. Ela era linda e a noite sem o hábito, deixava a sua beleza à descoberto, todas as noites ele procurava pela mesma cena.
Ela se masturbava e passava as suas mão na pele branca. Ele adorava ver aquilo, mas desta vez, estava decidido, ele iria mais além!

O vampiro procurou um jeito pra entrar no convento, achou uma janela que não oferecia muita resistência, forçou a vidraça e a janela abriu-se um pouco. A criatura repulsiva conseguiu com muito custo entrar no convento. Apesar da dificuldade, em poucos segundos estava pronto para por em prática os seus terríveis intentos.
Ele estava impaciente, mal podia esperar para tocar aquela jovem mulher, gostosa e cheirando à fêmea no cio. O fato de profanar lhe excitava e estava louco pra possuí-la pela primeira vez.
Esgueirando-se pelos corredores e se escondendo entre as sombras, foi em direção a cela da sua noviça desejada. Ele tinha certeza que ela era virgem ainda, o seu instinto lhe dizia isso e queria de qual forma, ser o primeiro a profanar aquele belo corpo. Chegando a porta da cela, ele não encontrou nenhuma dificuldade para abri-la e entrar no aposento. A jovem noviça perdida em seus pensamentos erótico, não notou a presença e a aproximação do ser abominável. Ele atirou-se sobre ela, tapou-lhe a boca e a imobilizou, apenas passaram alguns segundos e ele já lhe havia conseguido o seu intento. A virgindade da jovem já lhe pertencia.
Ela chorava e com as mãos entre as suas pernas, via o sangue que brotava de seu ventre. O vampiro excitado bebeu-o gota por gota. Atordoada ela não entendia o que lhe havia acontecido, mas o vampiro sabia que ela chorava em vão, pois a sua mente insana dizia-lhe que não bastava.
Recompondo-se a jovem, entendeu que haviam lhe roubado a virgindade e sabendo que nada mais havia a fazer, cedeu aos caprichos do vampiro. Fizeram amor o restante da noite e ele foi embora antes do amanhecer.
Solitária na cela, ela adormeceu e dormiu poucas horas. Pela manhã Renée, esse era o nome da noviça, acordou assustada. Ainda tonta, achava que tudo não teria passado de um sonho louco, mas ao perceber os lençóis sujos de sangue, não teve mais nenhuma dúvida.
Levantou-se foi a pequeno banheiro e lavou-se demoradamente, como se quisesse se livrar da profanação do seu corpo. Esfregava com força e ensaboava o seu corpo, pensando em se purificar. Seus pensamentos porém, não deixam-na esquecer o vampiro e ela estava encantada com a sua beleza e sensualidade, tão hipnotizada que não foi capaz de lutar contra ele e cedeu aos seus encantos. Assim, ela se sentia uma verdadeira pecadora e precisava amenizar a sua dor, mas não encontrava uma forma.
O ritual do banho e as lembranças vivas da noite anterior acabaram por excita-la e ela se entregou a uma masturbação voraz. Tocou-se entra as pernas de um modo louco e desejou que o vampiro voltasse novamente na próxima noite. Seu corpo estremeceu e ela se envolveu em um gozo longo e extremo.
Cansada, sentou-se no piso do banheiro e descobriu que o vampiro havia levado a sua virgindade, mas a deixando marcada com sua volúpia, trouxe-lhe para perto de si, o desejo.
Ela secou-se, vestiu o hábito e saiu da cela. Caminhou pelos corredores do convento, em busca da porta da capela, entrou, ajoelhou-se e orou, pedindo perdão pelos seus pecados. A autopenitência foi breve e ela sabia que não poderia revelar a ninguém, o seu segredo. Sentiu-se mais aliviada, mas o desejo que fora plantado no seu ser, estava falando alto demais e ela esperava ansiosa que a noite logo chegasse, para reencontrar aquela criatura abominável, mas ao mesmo tempo, um homem forte, viril, moreno, sedutor e extremamente belo!
Ela se arrepiou, sentiu uma estranha sensação de estar sendo observada, lembrou-se da noite anterior, era ele quem a espreitava. Foi até a janela da cela, afastou as cortinas, olhou pela vidraça e nada viu, lá fora apenas a escuridão. Por um impulso, destrancou a janela e a deixou entreaberta.
Ela sentia uma culpa no seu íntimo, mas não conseguia dominar mais os seus desejos. Queria ser novamente possuída, queria se entregar totalmente, naquela noite ela precisava amar e ser amada e desfrutar de todos os prazeres mundanos.
A noviça despiu o hábito e se deitou na cama branca. Não conseguia segurar as suas vontades, enfiou as mãos entre as pernas e ofereceu leves carícias a vulva. Brincou com seus pelos macios e depois se dedicou ternamente ao clitóris, aos poucos ela se excitava e a umidade e o calor aumentavam entre as suas coxas, impossibilitada de se conter, ela aumentou os movimentos da sua mão, seus dedos entravam e saiam da sua vagina. Ela ofegava, gemia de tesão e seus seios eriçavam. A outra mão, segurava os seios, apertando-os e espremendo os mamilos, as vezes agarrando-os, aproximava-os da sua boca e lambia-os com sua língua molhada e quente. Ela permaneceu se masturbando por vários minutos, quando seu corpo estremeceu e gozou profundamente.
O vampiro escondido nas sombras da noite a observava e esperava pela hora que planejara entrar na cela. Depois que ela que ela dormiu, ele ainda permaneceu algum tempo aguardando, admirando aquele corpo de pele clara e desprotegido deitado sobre aquela cama.
A criatura aproximou-se, abriu a janela e entrou sem fazer barulho. Segurou os cabelos negros da noviça e os cheirou. Agachou-se ao lado da cama e aproximando o rosto da noviça, deixou o seu hálito tocar-lhe os ouvidos. Ela suspirou, parecia sentir a presença da criatura, mas permaneceu em seu sono. O vampiro beijou sua boca e ela então despertou, o beijo tornou-se quente e sensual. As mãos dele passearam pelo seu corpo, por entre as suas pernas e logo ele beijava-lhe os seios. A boca fria continuou seu caminho e estacionou sobre a vagina da noviça, dando-lhe um prazer imensurável. Ela gemia de tesão e em cada lambida mais se excitava.
Sabendo que a hora do orgasmo da sua presa se aproximava, o vampiro rumou para a boca quente da moça, ao mesmo tempo em que a beijava, a penetrou com violência, seu pênis entro de uma só vez. Ela gritou de prazer. Ele tapou sua boca e continuou com suas fortes estocadas, até sentir que o corpo da jovem amolecia e gozava em seus braços, aproveitando-se da fragilidade do momento, ele colocou sua presas de fora e enterrou-as na jugular da jovem.
A noviça estava hipnotizada pelo prazer alcançado e deixou-se sugar sem esboçar reação!
O vampiro limpou a boca com as suas mãos, olhou para o rosto da moça que havia desfalecido, e pensou: - Está consumado, eu tenho o teu corpo e a tua alma!
Pela manhã, as freiras sentiram a falta da noviça durante o desjejum, o mesmo acontecendo no horário das orações matinais. Era algo incomum e algumas delas decidiram ir até a cela de Renée encontraram-na estirada na cama, um estado febril abatia-lhe o corpo e ela suava por todos os poros.Elas prepararam um banho frio, com esforço carregaram a noviça para a banheira improvisada e a submergiram.
Renée sabia tudo o que estava acontecendo ao seu redor, apesar de aparentar doença, seus sentidos estavam mais aguçados, além da presença física das irmãs, ela sentia as suas almas e lia os seus pensamentos.
O estado de transe da noviça, a impediam de qualquer reação. Era um estado letárgico, no qual ela dormia e acordava continuamente. Quando dormia tinha sonhos estranhos, que lhe pareciam remotos, medievais. Sonhava com uma mulher chamada Juliet, bela e vistosa, apaixonada e apaixonante, envolvida com um homem exuberante e sedutor, os quais viveram um amor infinito, mas ao mesmo tempo sonhava com tragédias, sangue, fugas e morte, que vinha através de uma estranha mulher. Apesar das contradições entre o amor e tragédia dos seus sonhos, ela se identificava com aquela mulher. Quando acordava, seus pensamentos se povoavam de erotismo, não conseguia parar de pensar em sexo e quanto mais lutava contra seus pensamentos, mais excitada ficava. O vampiro parecia não deixa-la em paz nunca, a fantasias sexuais no seu transe, a levavam a ele e ela sentia que ele a tinha dominado, que ela estava ligada a ele através da suaa lma.
A noite, o vampiro postava-se a observar, ao longe, por entre a penumbra da pequena janela, ele sabia que não poderia mais se aproximar dela, até que a transformação estivesse consumada, seu sangue, jamais ele poderia beber novamente, pois já possuía a sua alma e se o fizesse, atestaria a sua própria morte, o sangue dela era o seu próprio sangue agora. Três dias se passariam e ela iria acordar, no sétimo dia, a transformação se completaria e ela seria a sua escrava e amante.
O vampiro lembrou dos tempos de outrora e em pensamentos direcionados para a noviça exclamou:
- Juliet, você voltou para mim!
A Madre, a freira mais antiga do convento, notou as marcas no pescoço da jovem. Ela ouvira as histórias da lenda que um vampiro rondava por aqueles campos e pela cidade, mas nunca soube de um ataque a humanos, apenas alguns animais haviam aparecido mortos, com as veias esvaziadas. Ela tinha certeza que a Cruz, alhos, sal e água benta, em nada adiantavam, eram apenas uma lenda, mas sabia que teria que agir rápido e eliminar o vampiro, se quisesse salvar a noviça, tinha apenas seis dias e nesses, a jovem não ofereceria perigo.
Era uma noite quente e Renée acordou do seu transe, estava sedenta, a garganta seca ardia. Levantou-se foi até o criado mudo, segurou o jarro de água entre as mãos e bebeu com vontade, a água escorreu pelo cantos dos lábios, molhando a camisola branca e surrada, a roupa de tecido fino colou-se ao corpo, os mamilos pareciam querer furar o tecido, que molhado, colou ao seu ventre e coxas, refrescando o seu corpo ainda febril.
A água não foi o bastante para saciar-lhe e ela necessitava de sexo, a sua verdadeira sede, olhou pela janela, sentiu a presença do vampiro, mas sabia que ele não viria e que ele, em pensamento lhe dizia para buscar a sua saciedade. Ela abriu a porta da cela, caminhou pelo corredor da ala das noviças e entro na primeira porta entreaberta. A sua colega noviça dormia e já houvera outras vezes que ambas desfrutaram muitos momentos de carícias íntimas, para aliviar seus desejos e queimarem suas vontades.
Renée deitou-se ao lado, abraçou Maryleid e postou os lábios sobre a sua boca, a noviça acordou assustada, mas ao perceber quem era, entregou-se à paixão. Elas se amaram durante toda a noite, beijaram-se, masturbaram-se, sugaram seus sexos, seus seios e deliraram em vários orgasmos. A cada gozo, novamente repetiam as carícias. Renée, em sua nova conformação corpórea, se mostrava insaciável. Elas fizeram amor até o raiar do dia, quando a futura vampira voltou para a sua cela.
A Madre precisava achar o vampiro e sabia que durante o dia, suas chances eram maiores. Sua busca já estava no terceiro dia, apenas mais três restavam e ela havia procurado em todos os cantos, becos, grutas da região. Aquele dia seria o derradeiro, ela tinha a certeza que o encontraria e iria ao último reduto que ainda não avia verificado.
Abriu o armário, afastou algumas tábuas do fundo e pegou uma espada antiga, uma estaca de madeira e um malho. Guardou-os sob o hábito, caminhou pelos corredores do convento e foi até a estrebaria. Selou o cavalo, pôs-lhe a carruagem ao lombo e rumou para o seu destino.
A gruta era escura, ela acendeu uma tocha que havia trazido e entrou. A umidade das rochas brotavam pelas paredes, o ar gelado entrava-lhe pelas narinas, o cheiro nauseante lhe embrulhava o estômago. Ela precisava ser forte e atrair o vampiro para a entrada da gruta, lá dentro na escuridão, nenhuma chance a esperava e gritou:
- Lord Nester, saia da sua toca, eu vou mata-lo!
- Ramona... (gritou ele) voltaste? Desta vez eu é quem vou elimina-la!
- Não é Madre Leonor... Ramona morreu a muito tempo! Eu venho em nome do meu Senhor para bani-lo deste mundo!
O vampiro se aproximou, Madre recuou para a entrada da gruta. Ela teria apenas uma chance, mas antes teria que cegá-lo, só assim, poderia faze-lo sair à luz do dia e ficar à sua mercê. Ela caminhou alguns passos em direção ao interior da gruta, o vampiro se aproximou e olhou-a nos olhos. A freira o encarou com coragem e ele se precipitou sobre ela. A Madre aproveitando-se do ataque voraz do vampiro e da presunção de poder do mesmo, esticou o braço e lançou a tocha ardente sobre os olhos do vampiro, queimando os seus olhos e cegando-o.
O vampiro se debateu caído ao chão, ele não esperava pela reação rápida da freira. Ela puxou-o pelas roupas para perto da entrada da gruta. Os primeiros raios de sol invadiam o ambiente e o vampiro se retorceu de dores. Ela pegou a espada, levantou-a com as duas mãos e desferiu-lhe um golpe mortal em sua nuca, decapitando a criatura. O corpo do vampiro se debatia separado da sua cabeça  ela cravou a estaca de madeira em seu coração negro.
- Lord Nester, Ramona morreu, mas a sua alma continuo viva para livrar o mundo de ti!
A Madre rumou depressa para o convento e lá chegando foi ao encontro da noviça Renée:
- Minha filha, você está livre! Peça perdão e torne-se uma das nossas!


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Que gozada!

por H. Thiesen 

Meu corpo não existe!
Sinto uma grande leveza e ao mesmo tempo, parece que o mundo desabou sobre mim!
Não sei onde estou e nem o que sou!
Estremeço de fio à pavio!
Sou somente prazer e orgasmo!
Transcendo, subo ao céu, sinto tudo ao mesmo tempo: moleza, tensão, preguiça, agitação.
Um turbilhão!
É um caos instantâneo!
Finalmente esmoreço, amoleço...
- Puta-que-pariu, que gozada!



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Suh, você e eu!

por H. Thiesen 

E no espelho me vejo deitada entre Suh e você. Numa trama de pernas, num laço de braços. Os seios em par, se chocam e se roçam. As bocas confusas, roubam os beijos. Não sei...É loucura talvez, mas somos três.
Recebo teu beijo, sugo tua língua. Enquanto Suh prova o sabor do suor e o sal nos meus seios. Tuas mãos em minha nuca, me afaga os cabelos. Suh vai descendo, deslizando em meu ventre.
Dedico meu beijos a tua boca, quero demais o teu beijo. Tuas mãos macias alcançam meus seios e os acariciam em círculos. Dela, eu sinto a saliva e seu rastro molhado na minha pele em febre.
Arrepio! Solto gemidos! Ofego! O ar é pouco!
Tuas mãos passeiam em meu corpo, viro uma brasa ardente. Suh move a língua pelas minhas virilhas. Sinto um calor consumir-me de baixo para cima e um frio gostoso, correr pela espinha.
Deito em teus seios e acendo tuas chamas, minha boca sedenta suga os teus mamilos. Lá embaixo Suh procura pelo meio das pernas e encontra com a língua, a minha flor.
O tesão é demais e me deixa vencida, abro minhas pernas e me ofereço para ela.
Busco mais um dos teus beijos, para abafar meus gemidos. E ela perdida entre as minhas coxas, me leva à loucura.
É hora e não há mais como adiar, nem um minuto sequer, quero te provar. Deito a cabeça na cama, te peço para vir e me dar teu sabor. Deitada na cama e com os olhos abertos, vejo você, já toda encharcada. Num instante dou para você, o que eu ganho da Suh.
Enorme é o prazer, recebe-lo da língua e da mesma forma doá-lo. Você deita sobre o meu corpo, teus seios comprimem meu ventre e tua boca junto à dela, se ocupam de mim de beijos. No meu púbis os teus beijos, na minha flor a língua dela e eu, na tua rosa molhada, desvendando cada uma das tuas pétalas.
Eu tento, mas é impossível... Não aguento e gozo!
Ouço os beijos, é a tua boca buscando o meu gosto nos lábios dela. Intensifico a língua, te invado, te lambo, te sugo. Agora é você, que geme, estremece e grita agarrada a ela. Teu gozo eu recolho com a língua e o sorvo até a ultima gota.
Há uma carência porém, somos três e falta à nós duas, eu e você... darmos o gozo a ela.
Deitamos na cama, as três lado à lado. Suh entre nós, perdida nos beijos e das nossas carícias. Eu a beijo na boca, você suga seus seios! Ela geme e enlouquece entre nós! Deixo a boca e te ajudo nos mamilos de Suh. Minha língua não para, serpenteia num bico e você suga com força o outro! Desço pelo umbigo, vou lambendo a barriga e encontro o clitóris, inundado e a minha disposição! Ah! Eu me extravaso, mordisco, sugo e lambo. Deixo nossa amiga bem louca! Você vem ao meu encontro e depois que me de beija, mostra-me o quanto é gulosa, deleitando-se no charco de Suh!
Ela quase se desespera, torce e destorce, treme e te prende entre as pernas. Deixo-as assim, volto à boca de Suh. Beijo-a intensamente, abafando seus gritos e abraço-a ardentemente e ela goza e derrama o gozo na tua boca!
Já é bem tarde, estamos cansadas e suadas, um banho relaxante, quem sabe? E depois...
Bem, isso é uma outra história!

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A Princesa Putina

por H. Thiesen 

Num reino distante, onde só rolava putaria, havia uma rainha puta pra caralho. Numa tarde fria ela colheu uma rosa e um dos espinhos furou o seu dedo e os pingos vermelhos caíram e mancharam de vermelho a neve. A rainha olhou para o sangue contrastando com o branco e pensou:
- Quero uma filha! Uma filha tão sensual como este vermelho de sangue! Seus cabelos serão negros, seus lábios vermelhos, seios voluptuosos, cintura fininha e um enorme bundão!
Passado algum tempo, o rei a chamou, queria dar uma trepada com ela.
- Não posso, tô menstruada! - Disse a rainha.
- Foda-se - replicou o rei - te como por trás!
E assim, a rainha levantou o vestido, a saia armada, abaixou a caçoila e ofereceu ao rei a sua bundinha, ou melhor, o bundão gordo!
Mais tarde a rainha lembrou do ocorrido da tarde e uma dúvida armou-se nas profundezas do seu espíritos, digo, da sua sacanagem:
- Como vou ter minha putinha linda, com aquele feioso?
E continuando nos seus delírios de putarias, pensou em voz alta:
- Vou dar para o Rei da Putônia! Aquele gostoso! 
Ora, com a sua ansiedade e com o tesão recolhido que estava, ela falou alto demais e o rei ouviu:
- Vai fazer o que minha rainha?
- Caralho! - Pensou novamente a Rainha!
E respondeu para o chifrudo real:
- Vou chamar a Antônia, pra fazer aquele pudim gostoso!
Dessa vez, melhor, mais outra de muitas vezes, a rainha safou-se, pois o rei era meio surdo e ela era muito esperta.
A rainha enviou uma carta marcando um encontro com o Rei da Putônia e pediu ao seu rei para viajar e foi-se para aquele reino mais distante ainda e longe pra caralho, só para dar uma trepada e gerar a princesa, digo, a putinha mais puta do reino distante.
Porém, como a rainha não era de ferro e o Rei da Putonia era um fodedor de primeira, eles foderam e transaram três dias sem parar, até que ela lembrou que queria apenas uma fodinha básica e quem sabe umas bombadas no fiofó.
- Já chega, estou toda assada e acho que engravidei!
- Tá louca, não quero filhos, o que eu farei?
- Relaxa, vou dizer que é do corno feioso!
Então a rainha empreendeu a viagem de volta, levando no meio das pernas um saco de gelo, que renovava em cada estalagem por onde passava.
Alguns dias de viagem, a creca real se curou, estava novinha em folha, pronta para outra!
Chegando no reino, chamou pelo rei. Ele correu ao seu encontro e ela foi logo dizendo:
- Meu rei, eu quero foder!
Ela era esperta e precisava de uma desculpa, nove meses  depois a putinha iria nascer. E fodeu com o rei, durante três dias.
- Já chega, estou toda assada e acho que engravidei!
- O quê? Já está cansada? Três dias e ainda não gozou?
Desesperada com a surdez do rei, a rainha gritou com a boca grudada no seu ouvido:
- JÁ CHEGA! ESTOU TODA ASSADA E ACHO QUE ENGRAVIDEI!
- Finalmente um herdeiro! Vou ser pai!
O rei mandou fazer uma festa e convidou todo o reino, para anunciar que teria um herdeiro.
Nove meses depois, nasceu a menina. Cabelos pretos, olhos bem negros, lábios vermelhos e grossos, pele rosada e é claro, com a crequinha inchada, a cara da mãe, aliás, safada como a mãe! Deram-lhe o nome de Putina.
A Princesa Putina crescia rápido, saudável e era a menina mais linda do castelo. Mas um dia infelizmente, a rainha morreu.
Apesar de surdo, o rei era tarado e não podia ficar sem mulher. Escolheu como nova esposa a rainha do Pais de Baixo.
Enquanto isso, a Princesa Putina crescia e um belo dia o rei morreu.
A rainha que se chamava Puta Má, assumiu a regência do reino, até que a princesa tivesse idade para ser coroada. Viúva fogosa que era e má por natureza, todas as noites ordenava que um criado ou soldado passasse a noite em seus aposentos, onde eram seviciados e torturados, pela mente insana da putona real.
Os anos passaram e finalmente chegou a época da Princesa Putina assumir o trono.
A rainha estava inconformada, iria perder o seu poder absoluto e para se acalmar, todas as noites antes de dormir, tocava uma siririca na frente do seu espelho mágico. Um dia ela resolveu perguntar:
- Espelho espelho meu, existe alguém mais puta do que eu?
- Existe rainha, existe!
- Quem, diga-me quem?
- A Princesa Putina majestade! Depois que ela fez dezoito anos, todas as noites saí pelo palácio e dá a creca para todos os sentinelas. Inclusive estão a chamando de Princesa Machadão, por que não pode ver um pau em pé!
Decepcionada, a rainha saiu correndo e gritando pelos corredores do palácio, em direção ao trono:
- TRAGAM-ME O PÉ-DE-MESA! TRAGAM-ME O PÉ-DE-MESA!
O súdito mais pintudo do reino, foi trazido á força e levado à presença da rainha:
- Pegue a Princesa Putina, leve-a para um lugar bem longe na floresta e foda com ela até seu pau ficar em carne viva, depois costure a sua creca, para ela nunca mais foder! Quando voltar, como prova, quero ver seu pau, se não estiver todo lanhado e pingando sangue, vou mandar cortar!
O pintudo-mor obedeceu as ordens da rainha, levou a princesa para o mato, mas apaixonada pela sua beleza, não conseguiu levar adiante a ordenança;
- Vá - disse ele - e procure a casa dos Sete Safadinhos, que vivem no interior da floresta.
O maior problema seria apresentar a prova para a rainha. Olhou para os lado e viu um buraco em um pé de figueira e o fodeu, até ver o sangue brotar do seu pinto enorme. Voltou ao castelo e apresentou-se a rainha.
A Princesa saiu correndo pela floresta, até encontrar a casa dos Safadinhos.
Eles eram sete anões, donos de um cabaré na beira da estrada e se chamavam, Gigolinho, Vaindo, Vemvindo, Comiassim, Comiassado, Entrassai e Saientra.
Maravilhados com a beleza e o dotes da princesa, aceitaram que ela permanecesse em sua casa. Durante todo o dias ele fodiam com a princesa e a noite iam trabalhar no cabaré.
Gigolinho, o mais experiente de todos, sempre avisava a princesa:
- Nunca deixe estranhos entrar, nunca aceite nada de ninguém, na floresta há muitos perigos.
Algum tempo passou e a rainha numa das suas siriricas de frente para o espelho, resolveu novamente perguntar:
- Espelho, espelho meu, existe neste reino alguém mais puta do que eu?
- Existe minha rainha, a Princesa Putina, que vive na floresta e fode com os Sete Safadinhos.
A rainha possessa, viu que fora enganada e resolveu que ela mesmo se livraria da princesa para sempre.
Disfarçou-se de puta pobre e embrenhou-se pela floresta, até encontrar a pequena casa, onde a princesa se escondia. Já era noite, quando bateu à porta e falou:
- Alguém em casa?
- Sim, mas não posso abrir!
- Abra, tenho um presente para ti!
- O que é?
- Venho do Reino das Mulheres Solitárias e trouxe um consolo mágico, enorme, que realiza todos os desejos mais indecorosos!
A princesa, que era puta de natureza e insaciável, cedeu à possibilidades de ver suas taras satisfeitas e abriu a porta.
A rainha tirou de dentro do seu decote o enorme instrumento e alcançou para a princesa:
- Prove-o!
A princesa não resistindo abocanhou o pirocão e caiu ao chão no mesmo instante.
- Sua cadela - disse a rainha - dormirás para sempre e eu serei, de agora em diante, a mulher mais puta do reino!
Pela manhã, quando os Safadinhos chegaram e viram a princesa, tentaram acordá-la, mas foram incompetentes. Resolveram coloca-la em uma redoma de vidro, pois não poderiam fodê-la, mas poderiam desfrutar da sua beleza e socar suas punhetas em volta.
O tempo passou e um dia, um príncipe chamado Emplumado, passou pelo local. Encontrou os Sete Safadinhos desmaiados ao redor da redoma e ao olhar a princesa encantou-se com ela.
Não resistindo aos seus lábios carnudos, abaixou as calças e enfiou o seu pinto na boca da princesa.
Ela acordou do seu sono profundo, um pouco engasgada pelo tamanho do pinto, olhou nos olhos do príncipe e matou a vontade de dar uma boa chupada.
Os dois pombinhos reais se apaixonaram a primeira vista e se casaram.
Depois da lua de mel, com direito a boquete, minete, anal, fio-terra e todas as posições possíveis  resolveram voltar ao castelo e reclamar o trono da princesa.
Levando com eles os Sete Safadinhos e disfarçados de viajantes sedentos por sexo e pediram uma audiência com a Rainha Puta Má.
A rainha sedenta, acreditou que seria uma boa oportunidade para realizar novas putarias e os recebeu com os braços abertos, aliás, com as pernas abertas.
Quando entraram na sala do trono, entregaram a rainha aos Sete Safadinhos e os pervertidinhos foderam a rainha por semanas a fio, sem direito a descanso, uma após o outro e outro após o um.
A rainha não aguentando mais, estava toda arreganhada, assada e com a creca em pandarecos, não viu outra saída, a não ser, se escafeder e desaparecer para sempre do reino.
Os príncipes tornaram-se os reis e foderam felizes para sempre, no Reino Distante da Putaria!

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A Secretária do Diretor

por H. Thiesen

Alguns anos atrás, eu era encarregada e responsável pelas equipes de comissários de voo e estava fazendo um relatório da uma viagem, ao mesmo tempo escrevia, também, um poema erótico.
Digitava no relatório os gastos, a quantidade de lanches consumida no avião, os problemas que houveram com o restante das comissárias que estavam na viagem comigo, etc. Ao mesmo tempo, surgiam idéias e digitava em um outro arquivo as estrofes e versos.
Sendo assim, no relatório:
- Foram consumidos 73 litros de refrigerantes,
- Não houve problemas com as comissárias...
E na poesia:
Esse tesão me consome
Que incendeia e me mata... blá, blá, blá!!!!
Absorta entre o relatório e o poema, passei o tempo entre o compromisso e o devaneio. Por vezes a distração me pegava e o poema fluía, muito mais do que o relatório.
Já contei aqui, outras vezes, que quando eu escrevo me excito e assim foi naquele dia fatídico.
Após terminar o relatório, levantei da mesa e fui ao banheiro. Não é necessário dizer para o que, não é mesmo?
Quando voltei, uma colega me chamou e conversamos por algum tempo.
Depois sentei novamente na mesa, anexei o arquivo e enviei por e-mail, para a secretária do diretor de logística.
Passados dois dias, a secretário me ligou, cobrando o relatório.
Respondi que já tinha enviado.
- Não Lena, você não me enviou! Não o recebi! - disse-me ela pelo telefone.
Corri a minha mesa, acessei a minha conta de e-mail e cliquei em EMAIL ENVIADOS:
- Oh Meu Deeeeeeeeeeus! Enviei o poema!
Refiz o e-mail, anexei o arquivo correto e o enviei novamente. 
Eu tinha uma pontinha de esperança e torci com todos os dedos das mãos e dos pés, para ela não ter recebido o e-mail anterior. Poderia ter ido para o Lixo Eletrônico e ela pode não ter dado conta.
Os dias passaram e nem sombra do e-mail fatídico. Respirei aliviada, meu segredo permanecia intocado.
- Puxa, logo aquela poesia e pra secretária do diretor!
Algumas semanas depois, durante o almoço, a secretária sentou-se na mesa comigo. Enquanto almoçávamos, conversamos sobre vários assuntos, até que finalmente, ela sorriu e me perguntou:
- Aquele poema, tudo aquilo é verdade?
Quase me afoguei com o gole de água, gelei e fiquei muda.
- Sem problemas Lena, eu leio todas as noites e me excita muito!
Refeita do susto, respirei fundo e respondi:
- São devaneios, sonhos e fantasias, mas tem muito de mim!
- Você também é lésbica?
- Não, mas gosto de mulheres!
- Eu sou e gostaria de viver algo como você descreveu naquele poema.
- Gostaria?
- Sim, você me fez sonhar!
- Natural, eu escrevo sonhos!
- Não quer realizá-los comigo?

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Amor, luxúria e indecência!






por H. Thiesen 

Não quero apenas tirar a roupa e fazer sexo.
Quero carícia, beijos, baixarias, tapas, mordidas, puxão de cabelo, ousadia e propostas indecentes.
Isso: Amor, luxúria e indecência!
Claro, não necessariamente nessa ordem e nem mesmo, os três ao mesmo tempo!






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Como Gato e Rato

por H. Thiesen 

Então você me toma, me usa e me abusa, me faz a tua refém! Com as tuas garras, me prende e domina. Eu me vejo impotente entre as tuas amarras, que enlaça meus seios, divide meu sexo, ata-me as mãos, imobiliza meus pés e me submete entre os laços e nós. Depois me amordaça, para que eu fique calada e enlaçada por sogas, ao teu inteiro dispor
Você me judia, aperta meus seios, arranha as minhas costas, deixa marca nas minhas nádegas. Dispondo da minha pele, espalha os pingos das velas e dá teus carinhos à ela, fazendo-a provar o sabor do chicote.
Eu me sinto submissa, uma presa fácil e rendida e então, me revolto! Sou dura como a pedra, não aceito a dominação, tento me livrar e das tuas amarras escapar.
Como uma punição, recebo um tapa na cara e meu orgulho vara todos os meus sentimentos, ao te ver delirando com os olhos brilhando, com o meu padecer.
Isso me excita, fico toda molhada e escorrendo tesão. Ao mesmo tempo percebo que não sou uma coitada, pois todo o abuso que praticas em mim, é por que eu deixo que seja assim!
E, nesse jogo insano de gato e de rato, tenho-te nas minhas mãos, por que eu te possuo, com o meu querer e pelo teus desejos, vejo a tua rendição frente ao meu sofrer.
Mesmo que me punas, que me marque a face e deixe vergões no meu corpo, tudo me dá muito prazer. Mas, não poder te ver e sentir tua falta e meu maior castigo, porém saber que você voltará, é o meu grande prêmio.
Por mais que você insista, que eu sou tua posse, eu deixo que pense! Pois a grande verdade, nua e crua, é que sou a tua Dona, enquanto eu me deixar sofrer e tiver você se deleitando em mim!


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Primeiro eu!

por H. Thiesen 

Vê se me fode direito
Sem medo e  sem receio
Me fode de um jeito forte
E me parte ao meio

Mas já te avisando
Não goza ligeiro
Deixa essa vara dura
Quero gozar primeiro

Se você gozar
Uma desgraça é fato
Fico puta da cara
Ainda por cima eu te mato!


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Teu olhar profano!

por H. Thiesen 

Nos encontramos em uma festa de aniversário, conversamos, dançamos e trocamos olhares sensuais. Um louco desejo se tornou evidente e a cada vez que nossos corpos se aproximavam a volúpia crescia mais e mais. Você uma mulher linda e elegante, ele um homem belo e musculoso. Sua voz suave exercia em mim uma atração enorme, os olhos dele me fascinaram e me convidavam para momentos de prazer. Eu via em você um desejo ardente de me entregar o seu corpo e nele eu notava a vontade de vê-la em mim. Foi fácil para mim deseja-los, ter em mim o prazer de um sexo completo e unir a doçura à virilidade.
Não havia saída, tínhamos que nos consumar. Eu estava longe de casa, você e ele não podiam levar-me para casa, enfim, um quarto de motel foi a nossa escolha. Uma suíte linda, uma cama redonda, uma piscina, luzes e lençóis de seda.
Tomamos um banho e tive a oportunidade de admirar seus corpos, as espumas fazia-nos deslizar por entre um e outro. O cheiro, suas mãos me acariciando, meus seios deslizando sobre os teus e o peito dele, nós três em um único abraço. Eu senti a maciez de suas pernas em mim e ao mesmo tempo senti o membro potente dele entre nós duas, quente, rígido. Abracei-os, deslizei minhas mão por suas costas, acariciei tua bunda e curiosa não pude deixar de agarrar aquele pênis que instigava meu corpo, e espetava meu ventre. Você debruçada sobre o peito dele, puxou-me para si e me beijou, senti a tua língua invadir a minha boca, me entreguei, deixando-me provar o gosto de um pecado delicioso. Saímos, nos secamos. As toalhas macias e as mãos exploraram nossos corpos, eu em você você em mim, e nossas mãos secaram o corpo dele.
Fomos para cama, ele nos deixou e enquanto nos observava, nos entregamos uma a outra. Deitamos e nos beijamos, depois senti a tua boca deslizar pelo meu corpo, descer aos meus seios, sugar meus mamilos, beijar minha barriga, lamber meu púbis depilado e liso. Tua língua me explorou, me invadiu, retirou de mim o mel de uma fêmea em cio. Abri minhas pernas e deixei que me tomasse por completo, exibindo para você o que eu tenho de mais secreto. Eu estava úmida, excitada, pedi para você não parar. Senti a tua boca quente envolver meu sexo, enquanto a tua língua me penetrava profundamente. Você fechou os lábios, encontrou meu clitóris e o sugou, minha excitação aumentou fazendo derramar-me em tua boca. Segurei os teus cabelos e te puxei para mim, trouxe você a minha boca, provei o meu gosto, limpei a tua boca. Escorreguei para os teus seios, dei o melhor de mim para te dar prazer desci para o meio das tuas pernas e sorvi você com uma paixão louca, teus pelos macios e aparados acariciavam meus lábios, por entre eles descobri teu clitóris e dei-lhe carícias com minha língua quente e macia. Penetrei minha língua em tí, provei você, bebi você, me lambuzei em ti. Você se virou, buscando o meio das minhas pernas e deliciosamente nos entregamos uma à outra, duas bocas, duas vulvas molhadas e sedentas. Os movimentos se aceleraram, os quadris se contorceram, as nossas respirações se tornaram ofegantes, gemidos de prazer escapavam e ecoavam por todos os cantos do quarto. As bocas quentes, a excitação completa, os líquidos e as salivas misturadas, anunciavam que a hora do orgasmo chegara. Gozamos intensamente, gozamos uma na outra. Subi e beijei cada parte do teu corpo até alcançar a tua boca. Nos abraçamos e nos beijamos cálidas e sensualmente.
Senti então, respingos quentes sobre as minhas costas e minhas nádegas , notei teus seios lambuzados por um líquido viscoso. Havia me esquecido dele, ele havia nos observado o tempo todo com o seu olhar profano e finalmente satisfeito, deixou escapar seu gozo sobre os nossos corpos cansados, o qual nós duas sorvemos para nos deliciar finalmente com aquele gosto de orgasmo de macho!

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O tesão é assim!

por H. Thiesen 

O tesão é assim,
como uma inspiração!
De repente aparece,
num pensamento,
numa palavra,
numa visão,
num cheiro
e num toque!
O tesão é assim,
imprevisível,
instantâneo,
é um desejo incessante,
uma vontade urgente!
O tesão é assim,
é uma reação em cadeia,
do primeiro momento
à última sensação do orgasmo!

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Vem correndo... Me comer!

por H. Thiesen 

Olá meu tesão! 
Como vai? 
Tudo bem? 
Escrevo-te esta breve carta, porque tenho algumas coisas quentíssimas para te dizer!
Antes de continuar a leitura, gostaria de alertá-lo, para que tires a roupa e deites na cama completamente nu, creio que não finalizarás a leitura desta missiva, sem tocar o teu corpo e te masturbar.
Hoje acordei completamente sedenta, digo mais, faminta por sexo e desde que abri os olhos, tenho uma vontade louca e inadiável de ter o teu sexo na minha boca, para chupá-lo, senti-lo no fundo da garganta e percorrê-lo inteiramente com a minha língua. Logo que acordei, fiquei um pouco mais na cama, imaginando esse mastro cabeçudo, lindamente decorado pela ponta vermelha, quente, duro e inchado, pulsando de tesão na minha frente.
Todos esses pensamentos me excitaram e encharquei o tecido suave da minha calcinha, à ponto de, meus detalhes rosados e molhados, serem vistos através dele. Desejei imensamente tê-lo aqui e abrir as minhas pernas para que eles fossem envolvidos pela tua boca e para dar passagem a tua língua deliciosa.
Meus mamilos endureceram e apenas o contato leve do lençol, causaram-me uma sensação indescritível e eu quis ter a tua boca sobre eles, bem como a tua língua serpenteando-os com volúpia.
Fiquei pensando na tua língua, deslizando em todo meu corpo, fazendo-me vibrar de prazer ao passa-la molhada na minha pele e no tesão que só tu é capaz de me proporcionar, quando estás entre as minhas pernas, usando a tua boca e a língua com sabedoria.
Ainda deitada, fiquei ansiosa pelas tuas mãos explorando meu corpo e teus dedos escalando as minhas saliências e se introduzindo em todos os meus recantos ou se banhando na minha fonte secreta de amor.
Pensei em muitas indecências, no teu gozo em minha boca, escorrendo em meu queixo e lambuzando os meus seios. Imaginei o meu gozo sobre os teus lábios e o meu mel adocicado inundando a tua língua.
Incendiei e passei a me contorcer na cama. O tesão falou mais alto e coloquei um travesseiro entre as pernas e comecei a esfregar-me nele, enquanto uma das minhas mãos deliciavam-me acariciando os seios e então, despertei todo o meu cio
Meu querido, meu tesão, meu macho, hoje que acordei assim, com um tesão imenso, sem nem mesmo abrir totalmente os olhos, eu soube que te queria e que precisava de você, para me acalmar e gozar muitíssimo.
Agora para de te masturbar, veste uma roupa depressa e vem me encontrar, por que ainda estou em fogo, quero muito te dar para beber meu gozo e receber os teus jatos quentes.
Vem depressa, estou deitada na cama, completamente nua, molhada e melada, te esperando.
Calma, a carta está terminando...
- Que calma coisa nenhuma, vem correndo me comer!

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Um Amor do Interior

por H. Thiesen 

Cheguei ao sítio do meu avô era quase noite, ao longe o sol se punha e ofuscava a pequena casinha de Pedro. Alguns meses atrás, durante uma das minhas férias de verão, nós havíamos nos conhecido e tivemos uma pequena aventura, que me marcou. Pedro ficou no meu pensamento por muito tempo e eu queria repetir tudo outra vez, com mais calma e sem a ansiedade da primeira vez. Mas, já era quase noite e resolvi deixar para o outro dia.
No interior a vida começa cedo, sempre que eu visitava meus avós, fazia questão de acordar logo que os primeiros movimentos da casa começavam. Meu avô levantava, pegava uma braçada de lenha em um galpãozinho próximo e levava para a cozinha, onde acendia o fogão de barro e colocava a água para esquentar. Enquanto isso, pegava a erva-mate, a cuia e a bomba de chimarrão e cevava um mate.
- Acordada cedo menina?
- É vô... Quero encilhar a potra, estou com saudade de cavalgar aquele lombo!
- Olha menina, cuidado pra não cair e não tira o Pedrinho do serviço!
- Pode deixar vôzinho...
Parecia que meu avô adivinhava meus pensamentos, sair cavalgando com Pedro, era tudo o que eu queria fazer naquela manhã. 
Logo minha avó se juntou, tomamos um mate e depois um desjejum, café, leite, pão caseiro, manteiga e bolinhos de chuva.
Encilhei a égua, montei-a e rumei galopando para a casa de Pedro, que ainda estava totalmente fechada. Parei ao lado da janela do quarto e bati três vezes na veneziana com o cabo de madeira do relho:
- Ó de casa! - gritei imitando o sotaque gaúcho do interior - Mas bah tchê! Tá com preguiça gaúcho!
Cutuquei as virilhas da égua e me pus à galope, rumo as bandas de um riacho que cruzava o sítio.
Apeei, amarrei a égua próxima à água e sentei embaixo de um pé de uma figueira. Eram perto de sete horas da manhã, eu tinha certeza que Pedro iria me procurar, ele sabia que aquele era o meu lugar preferido, onde eu passava as tardes, olhando a natureza, lendo algum livro ou simplesmente molhando os pés na água cristaliza, remexendo a areia branca do leito.
- Eu te esperei ontem a noite loirinha! Te vi chegar!
- Eh, qual é? De mansinho?
- Te assustei?
- Não, bem capaz, eu não me assusto por pouco!
- Bueno! Vai ficar tempo?
- Uma semana...
Enquanto conversávamos, Pedro passa os olhos em mim, da cabeça aos pés.
- Oh Gaúcho, que foi? Nunca viu mulher?
- Como tu... não!
- Como?
- Com as roupas apertadas e os peitos saltando pra fora!
Ruborizei, mas não perdi a estribeiras.
- Ué? Tu já me viu sem roupa, tá estranhando ou já esqueceu?
- Não Lena, como vou esquecer, aquele dia, aqui... o sol nascendo e nós...
O que ele disse e da forma como disse, deixou-me cheia de ternura e respondi, me aproximando e procurando pela sua boca.
- Eu também não esqueço...
Nos beijamos, senti seus braços me envolverem e apertarem meu corpo contra o seu. Correspondi, apertando minhas unhas contra as suas costas. Ficamos intimamente próximos e senti o volume dentro das suas bombacha ao encontro das minhas pernas. Foi um beijo ardente, do tamanho da nossa saudade. Desde a noite anterior eu queria aquele momento, para sentir o gosto e o calor da sua boca. Aos poucos o beijo tornou-se violento e desesperado. Queríamos repetir tudo o que fizemos da outra vez e satisfazer a necessidade que sentíamos um pelo outro. Nossas bocas ardiam naquele beijo voraz, minha respiração tornou-se ofegante, meu coração queria saltar pela boca. Quase perdemos o controle e nossas mãos passaram a fazer parte do nosso beijo, passeando pelos nossos corpos. Senti suas mãos firmes em meus seios, nas minhas nádegas e no meio das minhas pernas. Ele tanto quanto eu, queríamos extravasar a vontade de amar, na beira daquele riacho novamente.
Parei e beijá-lo e o empurrei.
- Não Pedro, agora não! Temos tempo!
Ele ficou parado, olhando fundo nos meus olhos, beijei-o rapidamente nos lábios e disse:
- Me espera... Vou ao teu encontro à noite!
Montei na minha potrinha, joguei-lhe um beijo e voltei para a casa dos meus avós.
No interior do Rio Grande do Sul, as pessoas dormem cedo, para acordarem cedo. Naquela noite depois que meus avós me deram boa noite e foram deitar, continuei sentada na soleira da porta, olhando para o céu carregado de estrelas. Um vento fraco soprava e se ouvia apenas os ruídos da noite do campo. Não havia som de motores de carros, pessoas conversando ou qualquer outro ruído costumeiro da cidade. O silêncio do campo é uma verdadeira sinfonia, que trás uma paz insubstituível.
Olhei para a pequena casa, sob o reflexo da lua, aparecia apenas o contorno e uma luz fraca me dizia que Pedro estava acordado. Levantei da escada de pedra, respirei fundo e me pus a caminho, pisando na grama rala e molhada pelo sereno.
Entrei sem bater e fechei a porta atrás de mim. Uma vela, sobre uma mesa, iluminava a casinha de um cômodo só e Pedro estava sentado na beira da cama. Sentei ao seu lado e debrucei meu rosto sobre o seu ombro. Ele acariciou meus cabelos, depois segurou o meu rosto e levou-me à sua boca. Dessa vez, nosso beijo foi terno, longo e sem nenhuma pressa. Tínhamos a noite inteira. Sem interromper o beijo, lentamente fomos deitando e logo estávamos lado a lado na cama estreita e aos poucos nossas roupas foram caindo aos poucos, uma a uma...
O corpo de Pedro tinha um delicioso cheiro de mato, sua pele morena queimada pelo Sol, seus braços e peitos musculosos, sua mãos calejadas pelo trabalho, mas ele tinha um jeito terno. Encostei o meu corpo ao dele e senti sua pele me queimar. Sua boca alcançou meu ouvido e sua língua entrou, me arrepie e encolhi, depois ele desceu pelo meu pescoço, beijou o meu ombro e descobriu os meus seios, segurando-os com suas mão calejadas, beijou-os, lambeu e sugou meus mamilos. Logo após voltou a minha boca e beijou-me novamente.
Deixei sua boca, desci pelo seu pescoço, beijei toda a extensão do seu peito, continuei descendo pela barriga e beijei suas virilhas, enquanto isso, minhas mãos passearam em seu corpo, até encontrar o seu membro e segura-lo entre os dedos. Eu sabia, tudo aquilo era novidade para ele. Com meu rosto acariciei o seu membro, passando meus lábios levemente e deixando que ele sentisse a proximidade da minha respiração.
Ele me puxou pelos cabelos, quase me arrastando sobre o seu corpo, até ficarmos frente a frente, olhos nos olhos.
- Nunca fiz isso...
- Eu sei!
- Não tens nojo?
- Não, está limpinho e cheiroso!
Ele quis falar, mas não deixei e calei-o com um beijo. Depois retomei o caminho e desci novamente. Encontrei-o flácido, talvez pela sua preocupação. Tomei-o entre os dedos e masturbei-o, enquanto me encarregava da sua barriga e da sua virilha. Não tive pressa, deixei que ele relaxasse e talvez esquecesse. Senti-o crescer novamente e antes que ele pudesse pensar ou interromper, envolvi-o com os lábios rapidamente e comecei a movimentar a cabeça para frente e para trás vagarosamente. Ouvi seus gemidos baixinhos e a sua respiração tornar-se intensa, tive certeza que o nervosismo dele passara e comecei a dar-lhe todos os carinhos possíveis com a minha língua e minha boca. Não estendi o oral por muito tempo, eu queria apenas dar a ele o melhor de mim e fazê-lo deliciar-se com tudo o que eu já havia experimentado. Deixei-o e subi pelo seu corpo, deixando meus seios deslizarem por sua pele, de maneira que apenas os mamilos a tocassem levemente, até chegar a sua boca e oferece-los a ele novamente.
Deitei ao seu lado, como que pedindo para que desfrutasse do meu corpo e ele entendeu o meu silêncio. Suas mãos me acariciaram, tocaram-me em cada uma das partes do meu corpo e surpreendi-me quando ele desceu, beijando o meu corpo e alojou o seu rosto entre as minhas pernas. Foi um toque de boca sem experiencia alguma, simples, mas com a intensidade de uma primeira vez. Excitei-me com a sua boca inexperiente, mas quente e dedicada.
Eu não quis esperar, ergui-me e sentei na cama e levantou e o beijei, depois deitei novamente, trazendo-o por cima. Sem interromper o beijo, levei uma das minhas mãos entre nós e posicionei-o para que ele me invadisse. Ele entrou devagar e devagar iniciou os movimentos. Minha excitação era alta e eu estava muito lubrificada. Um calor subiu pelo meu corpo, abracei-o com as pernas e apertei suas nádegas com os pés, trazendo-o e tentando faze-lo entrar o mais profundo possível. Seu púbis roçava em meu clitóris e eu me desmanchei de tesão. Meu corpo e meus músculos se retesaram, tive espasmos e gozei deliciosamente. Logo em seguida foi a vez dele me brindar com o seu orgasmo.
Ele deixou-se cair sobre mim e eu o abracei e fiquei acariciando suas costas, ouvindo a sua respiração ofegante e sentindo os batimentos do seu coração em meu peito e tudo o que eu queria naquele momento, era sentir o peso do seu corpo exausto. Deixei-o descansar e trocamos de posição. Deitei em seu ombro e fiquei por um tempo pensando e acariciando seu peito.
- Tenho que ir embora...
- Eu te levo!
- Não, fique. É tarde, amanhã é dia de acordar cedo!
Fui para a casa dos meus avós, dormi até a manhã seguinte.
Acordei tarde, meu avô havia saído para alimentar a criação, na cozinha minha avó me esperava com o café da manhã.
- Bom dia vózinha!
- Bom dia Leninha. Como foi a noite, foi boa?
- Boa, muito boa!
- Menina arteira!
- Vó...
- Acha que não vi a hora que entraste? Não te preocupa, teu avô não viu, é um segredo só nosso!

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