Teu prazer é o meu prazer!

por H. Thiesen 

Com meus lábios te torturo e vou te cobrindo com beijos ardentes. Faço em ti presente a minha loucura. Teu corpo vou saboreando, provo teu gosto em cada um dos teus poros, as gotas de suor saciam provisoriamente a minha sede de você. Teu desejo escorre a minha espera, quero beber dessa fonte de prazer desmedido e em um instante, transformo-me de mulher em fera, te banhando com a minha língua, te marcando com minhas unhas felinas.
Quero mais, muito mais ainda! Quero desfrutar dessas delícias intensamente. Quero te fazer em brasas e misturar a umidade da minha boca, ao molhado da tua, enrolando as nossas línguas, como duas serpentes insaciáveis.
Quero consumir o meu tesão, brincando com teu corpo e adonando-me de ti, de uma forma possessiva, não deixando que te negues a receber as minhas carícias, por mais que você implore e me peça para parar.  Quero possuir todas as partes e recantos do teu corpo, dando a elas toda a minha luxúria, cobrindo-as com a minha devassidão, satisfazendo nelas a minha loucura.
Quando eu estou contigo, tudo é chama e arde intensamente, como um caldeirão de desejos em completa ebulição. Quando eu estou contigo, teus desejos alimentam o meu tesão, fico ansiosa e impaciente e cada toque, por menos e leve que seja, desencadeia mil sensações em meu corpo. Quando eu estou contigo, o desejo me consome, quero cada vez mais e mesmo que nada mais há para fazer, mesmo assim... eu quero!
Eis-me aqui pronta para você, totalmente aberta e exposta, com a pele tomada por chamas, com meu se ardendo por por inteiro e meu corpo clamando por você.
Vem agora e não deixe que percamos sequer alguns segundos, que para mim se tornam infinitos. Vem... sem nenhum receio, sem nenhum pudor, sem entremeios e indecisões. Não me deixe esperar, pois a tua lembrança me entontece e a tua presença na imensidão da cama está se fazendo urgente. Não me deixe lançar mão do meu jeito solitário de amar e me satisfazer sozinha, pois o tesão por você não se dissipará e o desejo por você permanecerá em mim, até que venhas e me de o aconchego do teu corpo.
Quero o doce da tua boca, para prová-la feito uva, saboreando uma a uma. Quero sentir o calor do teu corpo queimando a minha pele e aumentando o meu desejo. Quero tatear os arrepios da tua pele em cada uma das minhas carícias e senti-lo na palma da minha mão. Quero desfrutar da maciez dos teus seios, segurá-los em minhas mãos, cobrindo-os com meus beijos e depois deixar que você se delicie, explorando com tua boca e circulando com tua língua os meus seios e mamilos entumescidos. Quero o gosto do teu sexo em minha boca, como se eu fosse uma abelha, lambuzando-me com teu mel. Quero sentir o calor da tua boca e a invasão da tua língua em meu sexo, para derramar-me de desejo e untar-te de prazer. Quero adonar-me do teu gozo e juntar o teu ao meu, para dar o mais intenso clímax a essa nossa loucura, por que o teu prazer é o meu!


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Obsessão

por H. Thiesen 

Como um ritual noturno, todas as noites ela sentava-se à beira da cama, deitava seu corpo sobre o dele e beijava-o na boca. Ele dormia e pouco notava a sua presença, vez ou outra sussurrava o nome dela.
Ela não se importava com isso, já se acostumara e continuava a dar-lhe carinhos.
Depois que o beijava, descia ao peito e percorria-o com a boca, adorava saborear cada um dos mamilos e circula-los com a sua língua. Uma vez ou outra deitava seu rosto e ficava algum tempo brincando com os pelos entre os dedos.
Toda noite era assim, ela ficava sedenta e queria sexo e mesmo com ele dormindo dava um jeito. Não se importava, dar-lhe prazer a satisfazia. Mas, não entendia por que ele mantinha distância, como se ela não existisse.
Depois de acariciar por algum tempo o peito dele, ela descia pelo ventre e deliciava-se no membro dele. Sentia-o enrijecer na sua boca e saboreava com intensidade a glande rosada. Percorria toda a extensão com a língua e sugava os testículos, um de cada vez. Muitas vezes colocou os dois dentro da boca e acariciou-os com a língua. Realizava-se quando arrancava dele suspiros profundos ou gemidos intensos e então, dedicava-se mais ainda às carícias e ouvia-o chamar por ela e contorcer-se na cama. Locupletava-se quando ele não resistia e esvaziava-se na sua boca, mas preferia ele com o membro rígido, para montar o seu corpo e cavalgá-lo!
Cavalgava com delicadeza, sentia uma leveza impar e deleitava cada centímetro do membro ereto. Gostava de deitar-se sobre ele e deslizar os seios no peito ou, deixar-se cair, soltar o peso sobre ele e beijá-lo na boca, enquanto movimentava os quadris docemente, sempre cuidando para não deixar escapar. Assim, ouvia a respiração ofegante, os murmúrios e os gemidos que ele deixava escapar da sua boca. Porém, quando ele sussurrava o seu nome, ela não se aguentava e enchia-se de prazer. Era capaz de ficar a noite inteira assim e só saía de cima dele, quando o sentia jorrar dentro dela.
Numa das noites, ao chegar na beira da cama, notou que ao lado dele dormia uma outra mulher. Encheu-se de raiva, sentiu-se traída e partiu para cima dele. Agarrou-o pelas roupas e sacudiu-o proferindo palavras ofensivas. A cólera tomou conta dela , ele apavorado acordou e sentou-se de sobressalto na cama, o coração quase saia-lhe pela boca e seu grito ecoou pelo quarto:
- O que foi querido? - Perguntou a mulher.
- Tive um pesadelo!
- Acalme-se foi apenas um sonho!
- Mas... Mas...
- Sonho, apenas sonhos!
- Preciso te falar...
- Fale querido!
- Ultimamente tenho sonhado muito com Luiza!
- Como?
- Não sei, é como se eu e ela fizéssemos amor! E hoje... Ela estava brava, tal e como nas crises de ciúmes que ela tinha!
- Querido, já fazem oito anos que ela morreu!
- Eu sei que ela morreu, mas foi tão real!
E, ouvindo a conversa, Luiza não se conformou:
- Eu morta? Sua vadia, estou aqui e bem viva! Saia da minha cama e da minha casa!
- Luiza... Acalme-se!
- Que... que... quem?
- Eu?
- Vovó! Mas a senhora está morta!
- Não menina, nem eu nem você, estamos bem vivas!
- Não entendo!
- Vamos, venha comigo!
- Não posso, tenho que expulsar aquela cadela!
- Isso não importa mais, deixe-os em paz!
- Mas eu o amo! Até à pouco estava tudo bem!
- Não, não estava, era impressão sua!
- Como não? Eu e ele fazíamos amor todas as noites!
- Querida, você fazia, mas ele apenas sonhava, você o obsediava e o induzia!
- Me sinto tão mal, sinto falta de algo! Falta-me ar!
- Sim filha, você sente falta do corpo!
- Corpo? Olhe para mim, estou aqui inteirinha!
- De certa forma sim, tente lembrar-se do que aconteceu, você precisa entender!
- Lembrar do que? Só lembro dele e de mim?
- Bem antes menina, bem antes! Vamos, force um pouquinho a memória!
- Antes, antes, antes... antes do que?
- Veja bem, a quanto tempo ele te ignora e você não consegue falar com ele?
- Muito, muito tempo! Acho que lhe fiz algo e ele está bravo!
- Sim, você fez algo, mas ele não está bravo!
- Não lembro... Não lembro!
- Pense! Todas as noites, depois de tudo, você se retira do quarto e vai para onde?
- Vou ao banheiro, alguma coisa me faz ir para lá!
- Então, vamos até lá!
Amparada pela avó, Luiza caminhou até o banheiro e então tudo clareou, como se uma vanda fosse retirada dos seus olhos:
- O veneno vovó, o veneno... O que eu fiz para mim? Foi tudo por causa do maldito ciúme!
- Venha filhinha, venha comigo, você tem muito à aprender!

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Pequenos Delitos

por H. Thiesen 

Trago no corpo
o motivo do pecado
o fogo que queima
e o tesão inflamado!

Trago no corpo
pequenas transgressões
de um desejo extremo
à um orgasmo gritado!

Trago no corpo
seduções e anseios
imensas vontades
de uma libido incendiada!

Trago no corpo
a luxúria e a malícia
e entre as pernas escondida
a fruta para o teu pecado!

Trago no corpo
num recanto secreto
pequenos delitos
todo dia renovados!

(Ao meu amigo PDR com carinho!)


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Jackeline

por H. Thiesen 

Quando ele nasceu todos sorriram, pegaram-no no colo, beijaram e o acalentaram. Todos não tinham dúvidas, era um lindo menino e se parecia muito com o pai.
Enquanto crescia, conhecia-se aos poucos, mas algo estava errado, via-se no espelho um menino, apenas o corpo, pois a alma era feminina. Queria dissuadir-se desse problema, durante o dia trocava os brinquedos, jogava futebol, brincava com os seus carrinhos, mas à noite na cama sonhava com fadas e bonecas.
Sua tenra idade era insuficiente para compreender o que lhe acontecia, mas percebia que não gostavam do jeito que se portava e como falava. A sua incapacidade de compreensão abriu-lhe as portas para o ódio e mesmo pequeno, sentia raiva de si e do mundo. O seu rancor aumentava, quando a família tentava modificá-lo e obrigá-lo a fazer algo totalmente ao contrário do que ele era. Mesmo encolerizado, tentava se ajustar e fazer o que diziam-lhe ser normal.
Com o passar do tempo, descobriu que fazendo o que os outros queriam, não estaria sendo ele mesmo, mas um ser escravizado pelos princípios dos outros. Teve algumas namoradas e fez sexo com elas, mas eram incapazes de satisfazê-lo. Descobriu então, o que significava amor-próprio.
Não obstante à sua juventude e já compreensivo da sua situação, mas encolerizado, sentia que orgulhava o pai e a mãe, por agir da forma como eles queriam. Ao mesmo tempo sofria com a duplicidade, mostrava à todos a virilidade que não havia nele e escondido, preferia a companhia de rapazes e deitar-se com eles, ao invés de meninas. Durante o dia comportava-se como um verdadeiro homenzinho, vestia-se e agia como tal. À noite, na solidão do seu quarto, retirava do esconderijo as lingeries, vestia-as e passava longas horas na frente do espelho, admirando o seu corpo, que àquela altura, desenhava alguns traços femininos.
Sentia-se sozinho, incompreendido e desejoso de mostrar aos outros quem realmente era. 
Seus braços tenros queriam afago de braços másculos, seus olhares buscavam rapazes e voltavam para dentro dele sem respostas e envergonhados pelos sentimentos que externavam.
As poucos compreendeu que dentro dele havia um tormento e uma solidão imensa à devorá-lo, decidiu dar fim ao seu sofrimento. Não mais aceitava as explicações, as morais conservadoras e conceitos simplórios. 
- Imoral - pensava ele - é ser quem não sou! 
Comprou um vestido, o mais bonito que encontrou, a lingerie mais cara e linda, sapatos de salto e meias de seda. Voltou para casa, roubou as jóias da mãe, uma gargantilha e brincos de pérolas, aproveitou e levou junto a maquiagem, cuidando para pegar o batom mais vermelho. Foi ao banheiro e levou a navalha do pai.
Na solidão do seu quarto, vestiu-se como princesa, cuidando e não esquecendo de nenhum detalhe. Do rosto aos pés, vestiu-se e sentiu-se finalmente o que era. O garoto sumiu e no espelho surgiu, Amélie!
Sentou-se na cama, olhou para a lâmina e a juntou. Esticou um dos braços e encostou-a ao pulso, mas quando sentiu o fio da navalha e a primeira gota de sangue brotar, arrependeu-se.  
Olhando o pequeno filete de sangue em seu pulso, percebeu-se covarde, agindo do jeito que todos queriam que agisse. Naquele momento, descobriu como era odiado, como desejavam que ele se destruísse e deixasse de ser uma vergonha. E o ódio que sentia por si mesmo avultou-se novamente em seu coração, sentiu raiva de tudo e de todos! Viu que a solidão do seu quarto, era o único refúgio para se sentir ele mesmo. Fugiu de casa e nunca mais voltou.
Todas as noites vestia-se e saia pelas sombras, encontrava mulheres e homens caminhando pela rua, carregava a navalha consigo e procurava primeiro por rapazes, com os quais fazia sexo, satisfazia-os, satisfazia os seus instintos e depois que os deixava, buscava por vítimas. Suas vítimas eram mulheres, como ele sempre queria ser, mas não poderia. Todas eram prostitutas solitárias à espera de clientes em ruas escuras. Primeiro às estrangulava, depois cortava-lhes a garganta e finalmente mutilava-lhes o corpo.
No outro dia comprava os jornais, nos quais circulavam as notícias dos assassinatos. Masturbava-se lembrando dos momentos de prazer com os rapazes e delirava ao lembrar dos seus crimes, chegou a lamber o fio da navalha e provar o gosto de sangue. Não sabia mais quem realmente era, mas tornara-se notório e orgulhava disso, a cidade e o país falavam dele, sua fama crescia consideravelmente, a imprensa dava ampla cobertura ao caso, devido à selvageria dos crimes e ao fracasso da polícia em capturá-lo.
Não sabia ao certo quantas foram suas vítimas, ao menos cinco mulheres tinha certeza e então, decidiu parar de matar. Contentou-se em levar sua vida dupla e sentia-se vingado da sociedade que o marginalizara. De dia era homem e amava as mulheres, muitas das quais, levava-as para a cama e as seviciava, de uma maneira violenta, outras amava-as com tamanha sensualidade, que as deixava maravilhadas com sua performance. Na verdade, o que fazia com elas era um reflexo do que queria para si. Ele as amava e ao mesmo tempo as odiava. A noite transformava-se no ser feminino que era e amava os homens, na calada sombria das ruas escuras. As vezes sentia-se uma mulher vistosa, tal e qual uma princesa em busca do príncipe encantado e outras vezes senti-se uma cadela no cio, louca para ser possuída animalescamente pelo membro de um macho.
Devido ao mistério em torno do assassino, ele tornou-se famoso, todos sabiam da sua história sanguinária e o chamaram pelo nome de JACK!
A solidão é um veneno que não mata, mas cega e enlouquece, nos seus desvarios e sua mente doentia ele pensava:
- Procuram um homem, mas Jack é uma mulher, Amelie! E... Por que não Jackeline? Nunca saberão a verdade!

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A dona da loja no shopping!

por H. Thiesen 

Nessa época eu estava sozinha, por que não encontrava alguém capaz de mexer com os meus sentimentos e com a minha libido. Porém, uma mulher me intrigava demais! Ela era proprietária de uma livraria no shopping center, em uma loja na frente do escritório onde eu trabalhava. Eu no horário do almoço, seguidamente ia a uma livraria próxima, pegava um livro, sentava em uma poltrona e enquanto folheava, tomava um cafézinho. Quando o café acabava, se o livro era interessante, comprava-o ou fazia uma reserva ou até mesmo, simplesmente fechava-o, devolvia e ia embora. Pela vidraça da livraria, era possível visualizar perfeitamente a loja e entre uma linha e outra, eu espiava para ver o que ela estava fazendo. Ela nunca me olhava, mas eu tinha a sensação que alguém me comia com os olhos.
Desde muito cedo eu flertava com outras meninas e nenhuma delas se mostrou tão impassível, quando das minhas investidas. Algumas, no mínimo aceitavam corresponder ao flerte, outras avançavam adiante, seja por curiosidade ou por que eram como eu e claro, havia as que rechaçavam de imediato e acabavam com a história. Sendo assim, todos os dias eu repetia as mesmas coisas, todos os dias eu ficava na espreita, todos os dia eu esperava ser correspondida ou receber algum sinal que minha investida nunca surtiria efeito. Aquela mulher com um ar de mistério e impassível, deixava-me cada dia mais curiosa e a curiosidade me deixava excitada.
Quando eu voltava para casa, no final do expediente, entrava no prédio, antes de chegar ao meu apartamento, subia as escadas sentindo um calor entre as minhas pernas e a calcinha totalmente molhada. Eu ia direto ao banheiro, despindo-me pelo caminho, jogando as roupas para qualquer lado. Abria o chuveiro e tocava meu clitóris, entumecido e vermelho de tesão e me masturbava. Eu sentia a água quente caindo sobre meu corpo, escorrendo pela espinha e passando pelo meio da minha bunda e finalmente molhando e se juntando ao mel que saia da minha vagina. Apertava meus mamilos durinhos e tocava meu sexo com força, até gozar. Enquanto me masturbava, imaginava aquela mulher me explorando, me beijando, me masturbando e me chupando, bem como eu retribuindo as mesmas carícias e gozando com ela, como duas loucas.
Meu desejo estava incontrolável, como era possível, ela não me notar? Aquele jeito, aquela voz e aquele olhar e a atenção que ela dispensava às mulheres, a entregavam completamente e deixava claro, para mim, que ela era como eu.
Um dia, não sei se foi por ironia do destino ou de caso pensado, eu saí do escritório e ao olhar para dentro da loja não a vi. Segui meu caminho e fui para a estação pegar o metrô. O vagão que eu entrei estava lotada, as pessoas se empurravam e todo mundo estava apertado. Procurei  um lugar afastado da porta, para evitar as sevícias dos engraçadinhos e fiquei em pé, bem no meio do vagão lotado. Nas estações pessoas saiam e entravam com dificuldade. Percebi que uma mulher se aproximou e ficou praticamente colada ao meu corpo. Eu sentia a sua respiração na minha nuca e me surpreendi, quando ela me disse baixinho no ouvido:
- Olá, vire-se discretamente!
Mais surpresa fiquei, quando ao virar, dei de cara com ela. Não acreditei!
Ela olhou no fundo dos olhos e sorriu de um jeito safado, aproximou a boca do meu ouvido e me disse:
- Hoje eu te quero! Chega mais perto!
Nossos corpos colaram mais e senti sua perna no meio das minhas. A encoxada mais deliciosa que recebi na minha vida. Ela segurava com uma das mãos e a outra envolveu-me a cintura, me puxando para ela. Nossos seios se tocaram e sua perna, com o balanço do trem, me masturbava. Um calor subiu-me pelo corpo, meu rosto corou e esquentou. Ela me falava palavras no ouvido, seu perfume entrava nas minhas narinas, seu calor me excitava. Nossos seios roçavam, eu podia sentir seus mamilos bem duros.
Senti vontade de beijá-la, agarrá-la e adonar-me daquele corpo. Ajeitei-me um pouco e pressionei-me a ela. Eu sentia a sua encoxada e ficava cada vez mais excitada. Os movimentos do trem nos ajudavam mutuamente e as vezes parecia que ficávamos praticamente uma dentro da outra. Se era proposital, eu não sei, mas eu estava a ponto de gozar e tomava mais coragem a cada minuto que passava e foi então a minha vez de sussurrar no seu ouvido:
- Se continuar assim, vou gozar!
Ela sorriu, me olhou e respondeu baixinho:
- Goza... Eu já gozei! Só estou me deliciando um pouco mais!
Algumas estações e abriram os espaços, nos afastamos discretamente e finalmente ela desembarcou. Eu prossegui a viagem, suando em pé, com as pernas bambas, pensando nela todos os segundos e no meu apartamento repeti o ritual, mas naquela noite, me masturbei com muito mais vontade e tesão.
No dia seguinte fui à livraria, folhear algum livro e tomar um café. Mas, entre uma linha e outra eu a olhava e ela me olhava fixamente e sorria. 
Meu pensamento voou, meu coração disparou e minha calcinha molhou. 
Ela soltou os cabelos, balançou a cabeça, deixando os longos cabelos caírem sobre os ombros. Caminhou firme em direção à porta, sempre me olhando e veio na direção da livraria. Entrou pela porta, foi a uma das prateleiras, apanhou um livro e o trouxe para mim:
- Leia este, é presente meu!
Peguei-o, sorri para ela agradecendo o presente e segurando-o com as duas mão, corri meus olhos no título: 
"Lua de Prata: Quando a Paixão Acontece Entre Mulheres" de Valeria Melki Busin.
Segurando-me pelo queixo, levantou-me a cabeça e com a voz carinhosa me falou:
- Guarde-o e leia outro dia, esta noite será nossa!

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O Rastro da Lâmina

por H. Thiesen

A água escorria e vagarosamente enchia a banheira e o movimento fazia crescer a espuma branca e suave, enquanto meu pensamento voava de encontro a algumas horas atrás.
Era um final da tarde, a noite chegava de remanso, estávamos sozinhas em casa, nada para fazer, a não ser nos dedicarmos à nós mesmas. O calor da tarde havia nos deixado cansadas, nossos corpos suados exigiam um banho.
Durante a tarde tínhamos nos amado, adormecemos uma ao lado da outra. Acordei molhada de suor, o meu cheiro e o meu suor, se misturavam ao teu. Teu gosto ainda estava na minha boca. Uma preguiça imensa alastrava-se pelo meu corpo. Ao meu lado você ressonava.
Voltei dos meus pensamentos, a banheira já estava cheia e a espuma cobria a água.
Entrei e sentei, deixando a água morna cobrir o meu corpo. Recostei a cabeça, fechei os olhos e fiquei sentindo a sensação que a água e a espuma causavam ao meu coro. Senti um relaxamento total. Talvez adormeci, pois acordei com você beijando os meus lábios.
Te convidei para dividir o meu banho. Você entrou na banheira e aconchegou-se ao meu lado. Nos beijamos e durante o beijo, banhamos uma a outra. Brincamos, fizemos carinhos, carícias, nossas mãos passearam por nossos corpos ensaboados.
Você de repente parou, sentou-se na lateral da banheira e passou a ensaboar tuas pernas e púbis, enquanto eu admirava o teu corpo moreno, coberto pela espuma era um lindo contraste. Apesar de você estar com as pernas entre-abertas, a espuma me deixava ver e ao mesmo tempo não ver.
Sobre o closet, você pegou a tua lâmina e começou levemente depilar tuas pernas. A lâmina deixava o rastro por onde passava, revelando a cada passada uma pequena parte das tuas pernas. Como um ritual a lâmina, a lâmina fez o mesmo em tuas coxas, desvendaram-nas aos poucos, rastro após rastro.
A lâmina prosseguiu seu caminho, entre as tuas pernas, o branco da espuma se misturava ao tom róseo da tua flor e ao negro do pelos. Enquanto uma das tuas mãos facilitava o caminho, a outra com segurando a lâmina com maestria, revelava-me os teus segredos, recolhendo a espuma e com ela os teus pelos negros, primeiro de um lado, depois do outro lado da flor. Cada vez que a lâmina passava, revela-me mais um pouco das pétalas rosadas, até que privada de pelos, apresentou-se totalmente lisa para mim.
Já completamente excita, por ver a cena da tua depilação, ergui-me e fui ao teu encontro e deixei minhas mãos experimentarem a maciez da tua pele. Havia chegado a minha vez, a tarefa para retirar o restante da espuma era minha. Peguei a ducha e te banhei, livrando-te do resto da espuma. Primeiro os cabelos, o rosto, as costas e os seios, por fim o teu ventre, as nádegas, as pernas e os pés. Fiz o mesmo em meu corpo e nós duas fomos para o nosso quarto.
A tarde abafada e preguiçosa ficou esquecida e a noite estava apenas no início, pois da tua boca, recebi um convite:
Hoy te quiero... una vez más!

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A Criação Divina da Buceta

Depois de matar Cronos, libertar seus irmãos engolidos por ele e de uma terrível luta entre os Novos Deuses e  os Titãs, Zeus tornou-se o Senhor dos Céus, rei de todos os deuses, tomando para si, a deusa Hera como esposa.
Quando Hera com o corpo inflamado pelo desejo, consentiu-lhe a aproximação, Zeus pousou sua boca sobre o corpo divinal, levantou os cabelos e saboreou sua nuca. Deslizou pelo pescoço e deu voltas nos ombros, de uma extremidade a outra.
Notando que Hera, estremecia a cada uma das suas investidas, Zeus com maior vontade ficava por fazê-la sucumbir a seus desejos de deus macho. Mordeu sua orelha levemente e sussurrou aos ouvidos da deusa palavras obscenas. Desceu beijando-a por toda extensão das costas, acompanhando levemente com a língua, o caminho da espinha. Chegou à cintura e permaneceu por alguns momentos, subindo e descendo aquele  perigoso despenhadeiro repleto de curvas. Virou-a de frente, beijou-a no ventre e lambeu o umbigo. Resolveu subir ao encontro dos seios e encontrou-os intumescidos pela excitação, qual frutas maduras prontas para serem devoradas. Segurando-os com suas mão fortes, mordiscou-lhe os bicos com os dentes fazendo-os crescerem e escurecerem como duas amoras doces, sugou-os e circulou-os com sua língua levemente.
Zeus, encarou a deusa fixamente, com um olhar de quem desejava devora-la até a alma e retomando o caminho por onde subira, continuou descendo. Beijou-lhe as virilhas e o púbis, depois ocupou-se das coxas, beijando-as calorosamente. Encorpado de malícia, afastou as pernas, segurando os calcanhares e antes de qualquer outra coisa, acariciou a pele alva e macia. Tateando-as com os olhos fechados e imaginando o que haveria de achar pelo caminho, chegou ao lugar mais secreto daquele corpo do e divino, passou os dedos próximo onde as coxas formam um vértice, como que procurasse por um atalho na pele e pelo meio das coxas sedosas e seguindo os contornos, achou as nádegas geladas e macias. Segurando-as, deu à elas o nome de "bunda" e ergueu-a um pouco e abrindo-as um pouco,espiou por entre elas. Notou que havia um pequeno orifício. Curioso enfio nele o dedo indicador e logo ouviu as reação da deusa endedada:
- Uhuuuuuuuuuuuu!
Estupefato com a reação e surdo pelo desejo, achou que ouvira escapar da boca da deusa um "Cuuuuuuuuu", achando a palavra muito longa, resolveu batizar aquele pequeno furo simplesmente de "cu".
O deus ainda insatisfeito, puxou Hera mais para perto, querendo provar mais um pouco do gosto da sua pele e, trouxe-a ao alcance dos seus lábios divinos. Beijou novamente as virilhas,  deitou-a sobre o piso frio do Olimpo e dobrou-lhe as pernas, colocando os pés sobre seus ombros largos e fortes. Acariciou e beijou o interior das coxas, mas decepcionou-se, quando notou que tão belo corpo nada exibia entre as coxas. Estendeu a mão, pegou o seu punhal de ouro e imprimiu o fio, exatamente sobre o vértice, abrindo-lhe um desfiladeiro entre as pernas. Arqueou-se e permitiu que a língua percorresse toda a extensão do que chamou de "sexo". Saboreando aquela parte umedecida, deliciosa como uma fruta suculenta, deu-lhe o nome de "vulva". 
Divertiu-se demoradamente, entre lambidas rápidas e vagarosas e notou um ponto que se entumescia e decidiu batizá-lo com o nome de "clitóris", mas achando que a palavra era pomposa demais, que parecia-se com um broto, permitiu que o chamassem também de "grelo". Soprou-lhe a vulva úmida e no mesmo instante,devido a força do sopro ela se abriu, mostrando-lhe que o corte fora profundo, mas o interior se mostrava quente e aveludado, para a posteridade, nomeou a cavidade de "vagina".
Mais beijo e lambidas,  Zeus afastou com os dedos a carne macia e deixou que sua língua a penetrasse. Com todo o cuidado afagou o clitóris, dando-lhe leves sugadas. Com uma pequena pressão e com todo cuidado, abriu espaço para que o dedo se aninhasse. Com a língua e o dedo, Zeus se deliciava: Entrava e saía, beijava, lambia e sugava. Sentia algumas contrações a envolver seu dedo. Juntou ao dedo, um outro, dedo para também fosse acariciado pela aquela cavidade, quente e úmida, de onde vertia um liquido delicioso.
Decidiu compartilhar tão divino sabor com Hera e deu-lhe os dedos à lamber, para que ela sentisse toda a doçura que o liquido possuía. Voltou com seus lábios aos lábios da deusa e novamente invadiu-a com seus dedos. Notou que ela estremecia, que se contorcia por todo o corpo e aumentou o ritmo dos dedos. Desejando provar tão saborosa fruta, desceu novamente ao interior das coxas da deusa, deliciou-se com aquele néctar saboroso, até que ela prendeu-lhe o rosto entre as pernas, puxou com as mãos a sua cabeça, a implorou que não parasse.
Zeus, totalmente luxurioso, deu-lhe carícias devastadoras e logo ela, aos gritos e gemidos, derramou na sua boca, uma torrente divinal.
O deus achou aquilo tudo muito engraçado, para falar, achou mesmo gozado ver a deusa se contorcer e urrar daquele jeito e resolveu, como homenagem ao momento delirante, chamas aquele instante mágico de "gozada", mas também se alguém quisesse, poderia chamar de "gozo" ou "orgasmo"!
Estupefato com a criação daquelas entranhas excitantes, tinha que dar um nome à altura para aquele conjunto delicado, que se mostrava desejado e cobiçado pela linda vulva, dotada de um clitóris extremamente sensível e de uma cavidade acolhedora. Porém não conseguia encontrar um nome à contento. Pensou, pensou e repensou e veio-lhe à ideia:
- Doravante, esta minha criação, a qual cavei com meu punhal de ouro, que torna cobiçada todas as mulheres, pois é bela, úmida, cheirosa, enebriante, tentadora e apetitosa, chamar-se-á... BUCETA!

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Na Balada

por H. Thiesen 

Preparei-me às pressas, ele me fez o convite de última hora!
Tomei um banho rápido, ao mesmo tempo sonhando com aquela noite, que começara sem graça e agora prometia.
Peguei a toalha, sequei minha pele e joguei-a para o lado.
Saí do banheiro, abri o guarda-roupas...
- Que roupa eu vou? Ah... É balada!
Uma meia preta de seda, calcinha minúscula, uma legging, um corset preto, salto alto, maquiagem escura e um batom bem vermelho!
- Estou pronta!
Desci de elevador, embarquei no carro e saí da garagem. A noite de sexta é movimentada, faróis, semáforos...
- Estou atrasada!
Pisei no acelerador, as pernas tremiam, ele me desafiara:
- Tens uma hora!
Eu dirigia pensando, a balada será ótima e depois? Depois veremos!
A velocidade, os meus anseios, as fantasias, a adrenalina, tudo misturado! Fiquei excitada!
Olhei o relógio no painel do carro...
- Só mais dez minutos? Merda! Abre sinal! - gritei desesperada!
Abriu, pé no fundo! Não perco a aposta pra ele!
- Ufa! Cheguei!
Tenho três minutos ainda! Corri, apertei o interfone!
- Oi, sou eu!
- Na hora loira!
Entrei no prédio, tomei o elevador e fui pensando:
- Depois volto para cá!
O elevador subindo e a imaginação voando para o final da noite. Me excitei, senti o calor queimando o meio das minhas pernas.
Bati na porta, ele abriu...
- O que é isso? Só de cueca ainda?
- Calma, já vou me vestir.
- Antes quero um beijo!
Ele me beijou, apertando-me contra seu corpo seminu, senti meus seios espremidos contra o seu peito. Sua mão correu pelas minhas costas, levantou a minha saia, segurou minha nádega e me levantou, deixando-me na ponta dos pés, colada a ele e sentido junto ao meu púbis seu membro duro. Logo depois ele abriu ligeiramente as minhas coxas e com o passar da mão, descobriu o quanto eu estava excitada. Gemi e mordi seu lábio inferior. Eu emanava calor e escorria de desejos.
Ele segurou meus ombros e olhou nos meus olhos:
- Vou vestir a minha roupa!
- Não, não vai! Nós não vamos mais sair!

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Na cozinha, na mesa e no chão!

por H. Thiesen 

Eu mal cheguei em casa, depois de um dia de trabalho, fui direto ao quarto, sentei na beira da cama e me livrei dos meus inseparáveis sapatos de salto alto, depois foi a vez do vestido, da calcinha e do sutiã.
Nua, fui ao banheiro, eu precisava de um banho relaxante, da água escorrendo na minha pele e do carinho da espuma em meu corpo.
Após o banho, como de costume, o ritual diário, cremes e hidratantes, específicos para as áreas do corpo e finalmente o meu perfume preferido. Sou uma mulher cuidadosa com o corpo e com a minha imagem, mesmo não sem planos, sempre fico pronta, nunca se sabe o que pode acontecer.
Enrolei a toalha branca nos cabelos, abri o armário, escolhi um dos robes e o vesti. Cheirosa, sai do banheiro e atirei-me na cama. Fiquei olhando para o teto e pensando, eu estava sozinha naquele início de noite.
Quanto tempo havia passado desde que comprei esse apartamento, completo, bonito e com tudo para levar uma vida sossegada, quando estou em casa. Por opção, logo que o comprei fiquei sozinha por algum tempo, depois veio a Elizabeth e vivemos momentos lindos dentro dele. Ela se foi, retornei à solidão por alguns dias, mas o destino quis que eu tivesse um outro amor.
Abri os olhos e olhei ao redor.
A cama sempre arrumada, os móveis impecáveis e tudo nos seus devidos lugares. Lembrei das minhas bagunças, eu não sou tão organizada assim. Até o meu retrato em preto e branco, com os olhos tristes, vive torto na parede. Minhas roupas vivam jogadas pelo chão. Então me dei conta, o quanto eu era sozinha e me senti enjoada por ter perdido tanto tempo, me divertindo em baladas e festas, nos pubs e bares. Esperando por alguém, entre copos de cerveja e encontrei o que eu buscava dentro de casa.
Eu voltava para casa e ficava sozinha na imensidão do apartamento. Não sei, mas acho era medo de enfrentar um  relacionamento duradouro. Mais agora, senti a tua falta e faz apenas uma hora que cheguei em casa e vi que não estavas.
De repente veio-me uma vontade de amar. Eu queria nesse momento ser tocada, pelas tuas mãos, pela tua boca. Eu queria sentir aquela tua pegada, quando vem me amar.
Ouvi a porta bater, olhei para a entrada do quarto, esperando você entrar, demorou... Ansiosa, sentei-me na cama, procurei o chinelo, não encontrei e calcei novamente o sapato e fui ao teu encontro. Na cozinha você esvaziava as sacolas e não notou me aproximar. Abracei-a por trás e te virei para mim, buscando a tua boca e o teu beijo, para matar a minha saudade.
Você estava cheirosa, teus cabelos sedosos, havia tomado um banho antes de sair para as compras. 
Ali na cozinha, enquanto te beijava, toquei o teu corpo de alto a baixo, ao mesmo tempo te livrando das roupas, da camiseta ao tênis, incluindo as meias, calcinha e sutiã.
Tuas mãos carinhosamente posou em meus seios,enquanto teus lábios sedentos  beijavam-me a boca. Nos amamos na mesa da cozinha. Ir para a cama pra quê? Nesse momento de fúria mergulhamos na emoção, minha necessidade de você, era muito maior que os passos que nos levariam ao quarto. Trocamos carícias de bocas, línguas e sexos. Deitada na mesa, a meu total dispor, eu viajei em você, não esquecendo de passar por nenhuma das tuas partes. Eu tinha nãos mãos o teu corpo doce e macio. Da mesa escorregamos para o piso e terminamos de nos amar sobre a cerâmica fria, provocamos em nós, uma descarga imensa de gozo.

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Sobre sexo anal, cenouras, linguiças e objetos fálicos!

por H. Thiesen 

Sexo anal é gostoso, há quem não gosta e há quem não gosta porque nunca experimentou. Por sexo anal, entende-se a relação sexual com introdução do pênis no anus, mas nem sempre é assim, há outras possibilidades, como a introdução de objetos apropriados e não apropriados para tal, é sobre estas outras duas forma que vou desenvolver durante este breve bate-papo ou monólogo como queiram.
Introduzir objetos no ânus é uma forma para obter prazer. Mulheres que curtem sexo anal e lésbicas sabem bem disso. Homens bi, sejam eles ativos ou passivos, gays nem se fala, não é queridos? E por último pessoas que o fazem solitariamente, durante a masturbação.
Algumas pessoas dizem que o gozo é simultâneo, há uma espécie de orgasmo anal, juntamente com o natural. A mucosa interna do reto é bastante sensível ao toque, se bem feito, o sexo anal pode ser muito mais gostoso do que o sexo vaginal, para ambos os envolvidos, no caso de casais heterossexuais e para os dois homens, no caso de uma relação homossexual.
Essa opinião sobre orgasmos anal, igualmente quanto à orgasmo clitoriano e vaginal, é um pouco controvertida, mas talvez seja um pouco por desconhecimento das pessoas, a respeito dos movimentos dos anéis do esfincter durante o orgasmo, ao contrário do momento da defecação, quando os anéis se movimentam de dentro para fora, a fim de facilitar a expulsão, durante o orgasmos os movimentos se invertem, de fora para dentro, constituindo uma ação de sucção. É justamente nessa hora o grande perigo! E, não acontece somente com homens, as mulheres também fazem parte das estatísticas.
As razões para a introdução de objetos no ânus são várias, vergonha de admitir seus desejos à outras pessoas ou procurar e falar para os parceiros, variação sexual, impossibilidade física, masturbação, parafilia, curiosidade, alargamento do ânus, desejo e fantasia. Assim, lésbicas praticam na falta do pênis, solitárias na hora da masturbação ou por fantasia devido a forma de determinado objeto, casais hétero e homossexuais por variações e novas formas de prazer, etc. 
Quando a introdução é de objetos entre parceiros, um dos envolvidos é brindado com o prazer físico e ambos com o prazer psicológico e emocional do ato. Exemplificando, quando duas mulheres resolvem fazer sexo anal, uma delas receberá o prazer da introdução do objeto e as duas terão o prazer emocional da relação, uma por ser possuída e a outra por possuir, além disso a parte ativa receberá o sentimento de confiança que lhe foi depositado. 
Enfim, é bom, se fosse ruim não haveria tantos adeptos, mas é preciso ter certos cuidados. Evite introduzir objetos que possam se tornarem instrumentos de empalamento, ou seja, objetos que não proporcionam segurança, que podem ser tragados e se perderem dentro do ânus, sendo necessário a intervenção médica e até mesmo cirúrgica. E aí, fudeu! O que você fazia entre quatro paredes, será revelado para muita gente, para o atendente do hospital, o médico, os enfermeiros, anestesistas, sem falar das pessoa que ficarão sabendo da sua internação e do seu estado, digamos curioso, por ter recebido uma intervenção cirúrgica no fiofó! A situação pode ficar constrangedora e por mais desculpas que você invente elas poderãonão colar:
- Eu estava pelado, caí sentado no sofá da sala e o controle remoto da tv entrou!
Há objetos preparados para isso, pode-se adquiri-los em sexshops, não cometa irresponsabilidades, não introduza e não deixe lhe introduzirem objetos que possam lhe machucar. Vidros podem se quebrar e fazerem cortes profundos, legumes podem se partir e parte deles ficarem dentro do ânus, objetos ásperos e pontiagudos podem causar lesões sérias no reto. Imagine um furo no intestino, as fezes podem ir para a cavidade abdominal, haverá com certeza uma infecção e será necessário uma limpeza através de cirurgia, para não falar sobre o risco de morte que você estará propenso.
Anatomicamente, o prazer no sexo anal tem explicação. As terminações nervosas na região perineal são redundantes. Dependendo de cada pessoa, pode haver prazer no ânus em menor ou maior intensidade. Para se satisfazer, há adeptos do sexo anal, que acabam por introduzir objetos de formatos fálicos no ânus, porém no afã de irem mais fundo ou obter mais prazer, o esfincter pode "enguli-lo" totalmente, geralmente isso acontece durante o orgasmo, devido a inversão dos movimentos peristálticos, como já foi citado acima. Não adianta fazer força, pois simplesmente o objeto não sai, é necessária então, a intervenção cirúrgica para extrair o objeto.
Segundo os hospitais, a história é sempre a mesma, um acidente e poucos contam o que aconteceu realmente. A lista de objetos é enorme e inusitados, cenouras, pepinos, legumes variados, mandiocas, mangas, falos esculpidos em madeira, controles remotos, celulares, lâmpadas, tubos de desodorantes, frascos de perfumes, cabos de vassouras, bolas de bilhar, sabonetes, linguiças e salames, todos de tamanhos variados, garrafas são casos à parte e muito comuns, quase sempre entalam no ânus, pelo pescoço, devido ao vácuo, velas comuns e  de sete dias, bebedouros de passarinho, bolinhas de queijo e uma infinidade de objetos, que somente a mente humana pode associar o seu uso ao prazer sexual.
Geralmente, a presença do objeto é constatada através de radiografia e a extração é manual, o paciente é sedado, injetado um relaxante muscular, o esfincter é dilatado mecanicamente e o cirurgião pesca o objeto com um instrumento, pinças ou fórceps, não sendo isso possível, o procedimento é feito com a introdução da mão do médico, em casos extremos é recomendado a cirurgia do abdômen, principalmente quando há perfuração do intestino.
Não se pode também deixar de lembrar que prótese penianas, apesar de serem apropriadas para este uso, também podem ser tragadas pelo ânus, convém tomar cuidados, opte pelas que possuem a base maior e impedem a total introdução. Segurança sempre é bom.
Casos assim merecem atenção, se acontecer, vá para o hospital e não esconda o seu problema, vença a vergonha e não assuma riscos desnecessários. Melhor passar por um vexame, do que morrer com uma hemorragia interna profusa, uma infecção ou septicemia pela evasão de fezes à cavidade abdominal. 
Falando abertamente, cuide do seu cu, você só tem um! 

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Devassa



por H. Thiesen 

Rastreio teu corpo
da boca aos pés
do teu sul ao teu norte
provoco arrepios
arranco gemidos
encontro teu centro
revelo teus segredos
te contorces, estremeces
como uma gazela no cio!
Não me satisfaço
quero te deixar sem nexo
sorvo o teu âmago
teus sentimentos intrínsecos
entre eles
o mais complexo
intensifico tua volúpia
e bebo sedenta
teu tesouro escondido!
Devasso teu corpo
do teu início ao teu fim
Embebo-me de mel libidinoso
desse néctar derramado
no teu breve momento de gozo!

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Na minha mão!

por H. Thiesen 

Estávamos sentados na sala, lado a lado, nossas mão se tocavam e nossos olhares se cruzavam. A TV ligada à ermo, apenas dava um pouco de luz ao ambiente e nem um pouco chamava a nossa atenção. Minha boca alcançou a tua boca e nos beijamos, nossas línguas se desafiavam voluptuosamente e trocamos nossos sabores por um longo tempo. Tuas mãos em minha nuca me faziam vibrar, depois desceram até meus seios e os acariciaram de forma leve e suave. Eu me excitei, estremeci e senti um calor aconchegante percorrer o meu corpo. Não somente as suas, mas a minhas mãos também, estavam a te percorrer.
Acariciei teu peito musculoso, a pele lisa e macia, não esquecendo dos teus mamilos. Abri todos os botões da tua camisa, deixando-te livre, para que eu pudesse passear pela tua pela. Beijei teu ouvidos, teu pescoço e depois teu peito. Teu corpo exalava um aroma que entrava por minhas narinas de forma estonteante. Aos poucos fui me embriagando de você, do teu calor, do teu perfume e do contato com a tua pela. Minhas mãos te percorriam com suavidade e malícia, minhas unhas deixavam em você leves traços vermelhos, que aos poucos se desfaziam e desapareciam. O passeio das minhas mãos alcançou as tuas costas e logo depois teu ventre, onde encontrou a sua primeira barreira, ainda por cima do tecido da calça jeans, encontrei a tua parte mais potente e que com paciência encontrei um jeito para vencer os obstáculos que dela me separavam.
Com apenas uma das mãos, desvencilhei o cinto, abri o botão e corri o zíper. Entrei por baixo da tua cueca e te encontrei rígido e quente, tal como uma rocha exposta a um sol escaldante. Ajudada por você, baixei um pouco mais as tuas calças e livrei o desejado apêndice das cuecas. Dei-te todas as minhas carícias e explorei-te com os meus dedos.
Enquanto a minha boca se encarregava da tua, minhas mãos começaram movimentos suaves e uniformes, um vai-e-vem vagaroso, mas carregado de sensualidade. Queria que você sentisse todo o prazer que a minha mão pode proporcionar. Percebi que aos poucos, uma breve umidade começava a lubrificação, aproveitei-a para te fazer carícias menores com meus dedos. A glande vermelha tornou-se mais quente e lustrosa, como se estivesse em brasa, senti que aos poucos você começa a pulsar. Tornei aos movimentos de vai-e-vem, mas ainda sem pressa. Quando em vez eu parava e minha mão percorria por toda a extensão da tua virilidade e alcançava as tuas duas frutas e aproveitava para as acariciar e massagear.
Tua respiração aos poucos se tornou ofegante, o suor começou a escorrer da tua testa e teu beijo se tornou mais violento e caloroso. Percebi que já era a hora de te dar caricias mais ousadas. Segurei teu membro com força e minha mão se pôs a movimentar-se mais rápido, o vai-e-vem aos poucos alcançou um ritmo mais intenso. Deixei a tua boca, deite-me em teu peito e ouvi o teu coração bater forte e a tua respiração se tornar veemente. Senti vontade de ir ao encontro e te provar, mas preferi apenas olhar. Minha mão não parava e tomou movimentos extremamente rápidos. Você gemia de prazer, se contorcia de tesão e não se aguentando mais, deixou-se abandonado ao gozo. Meus ouvidos escutaram os teus gritos de prazer e meus olhos se deliciaram com o teu gozo e viram cada um dos teus esguichos, que molharam a minha mão e se espalharam pelo teu ventre.
Voltei a tua boca ofegante e te beijei mais uma vez, enquanto a minha mão ainda te acariciava, espalhando um pouco mais a tua seiva, aproveitando-se da lubrificação que ela trouxe, até que te sentiu completamente flácido e exaurido. Nós estávamos apenas começando intensos e prazerosos momentos!

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Meu grelo tem vida própria!

por H. Thiesen 

Não existe algo com mais sensibilidade num corpo feminino do que o grelo e com o passar dos anos ela muda. Os anos se encarregam de derrubar a aparência, com o tempo perdemos os rostinhos angelicais, se encarregam também de derrubar a bunda e os peitos e como nada é eterno, inclua-se nesta destruição lenta e gradual, a sensibilidade do grelo. Não, não! De maneira nenhuma quero dizer que o grelo perde o tesão, pelo contrário:
-Ele fica mais seletivo e exigente! 
Lembro-me de quando eu era apenas uma garotinha e descobri a felicidade tendo meu primeiro orgasmo, quase de forma casual, fruto da curiosidade infantil com seu próprio corpo e apalpando meu grelinho sob as cobertas numa noite fria, naquela época, um grande desconhecido para mim. Confesso, fiquei em pânico num primeiro momento, tive medo de ter me causado algo terrível, quando o coração quis sair pela boca e meu corpo tremeu por inteiro, depois senti um alivio deliciosos e nunca mais parei. Com o tempo os orgasmos se multiplicavam e tive muitos, sonhando com atores famosos, me esfregando na beira do colchão ou com o travesseiro entre as pernas. Naqueles dias era assim, muita imaginação e uma esfregadinha qualquer e pronto, parecia que eu tinha um milhão de orgasmos, prontos para explodir, ali naquele lugarzinho, bem no meio das pernas. Eu me deleitava com a facilidade para tantos orgasmos e até meu calcanhar serviu de estopim para alguns deles.
- Como era bom!
Com o tempo, o amadurecimento fez esquecer as facilidades e aquele grelo sensível, que se arrebitava com qualquer toque, foi desaparecendo. Claro, ele continuou lá, no mesmo lugar de sempre, até cresceu um pouquinho, mas nunca mais foi um grelo ingênuo, com orgasmos tão banais.
- Hoje em dia se não é do jeito que ele gosta, nada feito!
É chato descobrir que aquele grelo pueril não existe mais! Entretanto, ele adquiri vícios e torna-se mais substancioso, dizem que até saboroso, experiente e conhecedor dos seus mistérios.
Bem diferente do que ele era, lisinho e rosado, está mais volumoso, mas ainda continua jeitoso, apesar de enrugadinho, coisa e tal, tanto que dependendo do tipo de tecido da calcinha, ele incomoda e reclama, algo que naquela remota época não acontecia, pois ele ficava bem escondido, entre os lábios gordinhos da minha "xexeca" (isso mesmo, meninas possuem xexeca, xereca, perereca!).
Atualmente meu grelo não tem mais faísca instantânea, capaz de incendiar com um simples toque inadvertido. Ele adquiriu regulagem e precisa de um toque adequado do jeito que ele gosta, para colocar fogo, digamos hoje em dia ele tem partida elétrica e também pega no tranco.
Mas de certa forma, ele continua dependente dos olhos, do nariz e dos ouvidos, pois as vezes fica em polvorosa, frente a visões, cheiros e sons.Pelo menos nessas situações ele não se modificou, já pensou não sentir tesão ao ver um corpinho gostoso? Ou ficar indiferente à perfumes sensuais e não se alterar com propostas e palavras "interessantes"?
- Seria um caos!
Sinceramente, eu acho que o grelo tem vida própria, no fundo, eles se sentem importantes e querem ser ouvidos. São teimosos e impacientes. Quando eles querem, eles querem e não adianta lutar contra! De um jeito ou de outro, é preciso dar-lhes alívio, estejamos sozinhas ou acompanhadas.
À propósito... Você já ouviu seu grelo hoje? Aposto que ele despertou, enquanto você lia este texto! De atenção para o seu grelo, afinal de contas ele merece! A vida seria monótona sem o grelo!
- Eu amo meu grelo!

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Gatas, Feras e Selvagens

por H. Thiesen 

Presa à tua eloquência
Desboto a minha carência
Faço-me inconsequente
Nas tuas caricias ardentes
É no teu beijo indolente
Roçando teu corpo quente
Que eu me perco por inteira
E o meu desejo aumenta
Nossos corpos suados
Colados desfrutam prazeres
E as vontades insatisfeitas
Somam-se ao nosso furor
Sinto-me um tanto selvagem
Como uma fera liberta
Que prende em suas garras
A sua parceira de amor
Te vejo uma felina
Ronronando os gemidos
Banhando-me com tua língua
Espalhando tua saliva
Somos duas feras amando
Domadas por louco amor
Dando prazer uma a outra
Até a exaustidão
Nos entregamos sem medo
Banhando-nos mutuamente
Duas gatas em pleno cio
Devaneando prazeres
Cerceadas pelo tesão
Que derrama em nosso êxtase!

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Come meu cuzinho sem pena!

por H. Thiesen 

Encostei-me de costa no teu corpo nu, encaixando-me perfeitamente. Teu sexo tocava-me as nádegas e aos poucos ganhava volume. Coloquei-me de quatro a tua frente e arrebitei-me para poder provar o toque do teu membro.
Tuas mãos seguraram meus quadris, puxaram-me para trás e te senti entre as minhas coxas, fazendo movimento e simulando o coito.
Agarrei-me ao travesseiro e nele enterrei minha cabeça, deliciando com as sensações do teu roçar no meio das minhas pernas.
Gemidos suaves escaparam da minha boca e uma das tuas mãos acaricio as minhas costas, caminhando leve pela minha espinha, até teus dedos alcançarem os meus lábios, deixando-me sugá-los. Segurando-me firmemente, ergue-me até perto da tua boca. Ganhei tuas mordidas em meus ombros e beijos ardente em meu pescoço.
Um desejo louco tomou conta de mim e o tesão tornou-se insuportável, virei o rosto e te pedi baixinho:
- Por favor... Me fode!!
O tesão que eu sentia era demasiadamente  intenso, queri eu, tê-lo dentro de mim o mais rápido possível, para saciar a minha vontade. Atendeste o meu pedido, mas não da maneira como eu desejava. Tuas duas mãos abriram as minhas nádegas e forçando um pouco a entrada, penetraste  por trás. Deu um grito de prazer ao sentir a tua invasão e perdi as forças, logo no início dos teus movimentos. Uma das tuas mãos, deslizando pelo meu ventre, adentrou o interior das minhas coxas, procurando pelo meu clitóris e encontrou-o sensível e já um pouco saliente.
Entreguei meu corpo aos teus caprichos, deitando o meu rosto no lençol desalinhado e deixando-te tomar posse de todos os meus segredos, que sem pedir licença invadiste.
O prazer controlava cada sensação e todos os músculos do meu corpo, mas tinhas mais alguma coisa para mim e puxando os meus cabelos, enquanto aumentava o ritmo e a força dos teus vai-e-vens, levaste-me a uma loucura irradiante.
Faltou me o ar, minha respiração ficou carente, os gemidos se intensificaram e logo transformaram-se em gritos estridentes, misturando-se no ar, com os meus pedidos indecentes:
- Isso, assim, come meu cuzinho sem pena!
Acedeste a mais esse pedido e impulsionastes mais firme as tuas estocadas.
Invadida entre as nádegas, imobilizada pelo teu desejo de me possuir e pela minha vontade de ser possuída, sentido teus dedos ferindo deliciosamente o meu clitóris, gozei alucinadamente.
Desabei na cama e agarrei-me com força ao travesseiro e os meus gemidos diminuíram lentamente, mas sentido ainda as tuas estocadas firmes, exigi o teu gozo:
- Goza sobre minhas costas!
Brindaste-me com mais alguns golpes, mas logo saíste e jorraste o teu prazer sobre mim!
Fez-se então um delicioso silêncio e, esgotado, deixaste cair teu corpo na cama, ao meu lado!

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Toda mulher é uma bruxa!

por H. Thiesen

Toda mulher é uma bruxa.
Que esconde feitiços
Tem muitos mistérios
E muitos encantos!

Toda mulher é uma bruxa
Que retém seus  pecados
Esconde segredos
Carrega com ela muitos riscos!

Toda mulher é uma bruxa
Com suas vontades
Desejos insanos
E suas loucuras!

Toda mulher é uma bruxa
Que transparece ou oculta
O seu jeito de dama
O seu lado de puta!

Toda mulher é uma bruxa
Que esconde perigos
Na fala macia
Ou entre muitos gemidos!

Toda mulher é uma bruxa
Repleta de ensejos
Buscando pelo prazer
Ou satisfazendo desejos!

Toda mulher é uma bruxa
No encanto dos beijos
No rebolado ao andar
Na volúpia dos seios!

Toda mulher é uma bruxa
Um ser  muito diverso
De um mundo só seu
Seu orbe e universo!

Toda mulher é uma bruxa
Ser simples e complexo
Que se entrega inteira
Ao prazer e ao sexo

Toda mulher é uma bruxa
É fada,
É feiticeira
Toda mulher é uma bruxa!

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Entre gemidos e gritos!

por H. Thiesen 

Hoje estou morrendo, morrendo de um desejo escaldante e quero que venhas para mim.
Já me arrumei para você, estou toda cheirosa, gostosa, esperando a tua chegada, para em teus braços jogar-me e deixar que desnude meu corpo, me jogue na cama e sem cerimônia abuse de mim.
Mas hoje eu tenho um desejo, um desejo urgente.
Quero ser lambida por inteiro, sentir a tua língua em todo o meu corpo. Quero abrir-me pra ti, deixar que mergulhe entre as minhas coxas e que vá direto a minha xoxota, por que ela é o meu presente para  você.
Quero que envolva-a com tua boca, se afogue com meu néctar e beba todo o meu desejo
Quero que venha com a tua língua safada e explore-me a minha flor, pétala por pétala e busque entre elas o mel que dela brota e escorre.
Quero que a chupe, que a lamba, que a sugue e mate tua sede por mim.
Não quero mais nada além disso, todo o restante deixo para depois.
Quero que me deixe aos gritos, que me desfaça em gemidos, sentindo prazer na ponta da tua língua.
Coma-me, beba-me, prove-me e deguste-me, que para ti eu guardo o sabor de todos os meus anseios, desejos e loucuras.
E quando eu gozar, quero te sentir no fundo, a tua língua buscando o meu gozo mais íntimo.
Vem! Faça eu me acabar, entrar em transe e delírios, entre gemidos e gritos!

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A Puta da Necrópole

por H. Thiesen

Há coisas na vida que não podemos entender e muitas vezes elas não tem explicação razoável. Transar com alguém, que a muito faz parte dos nossos sonhos e que desejamos que apareça na nossa frente, é um grande acontecimento.
 Era tarde da noite e ele caminhava pela rua, solitário. Correu os olhos ao longo da avenida e não viu nenhum sinal de vida, a rua estava deserta e a pouca iluminação, a deixava escura. Continuou caminhando, dentro das casas as lâmpadas brilhavam em fachos pelas frestas, olhava os muros e as árvores, as vezes olhava para o alto e via a escassa iluminação pública. Perdido nos seus pensamentos, ele seguia vagaroso.
A cidade interiorana, não oferecia maiores perigos à noite, quase todos se conheciam ou pelo menos, já os moradores se conheciam de vista. Em razão de trabalho, à poucos dias ele havia se mudado para lá e aproveitava a noite para as suas caminhadas.
Surpreso, notou que passava pela frente do cemitério. Os muros altos e brancos escondiam os túmulos lá dentro. Ouviu alguns murmúrios e vozes, numa das capelas, algumas mulheres rezavam, provavelmente um velório.
-  Ave- Maria! - pronunciou ele, em voz alta e com ar de solidariedade.
Seguiu seu caminho, a rua à frente, continuava vazia e os poucos postes elétricos tinham luminárias apagadas. Sentiu um pouco de medo, mas preparou o espírito e apressou o passo, não queria incomodar os vizinhos, do outro lado do muro e continuo seu caminho. 
Entre um pensamento e outro, notou passadas, prestou atenção, eram de sapatos de salto, uma mulher. Virou a cabeça e olhou para trás. Uma linda mulher caminhava apressada na sua direção.
- Sozinha? Ela deve estar temerosa. - pensou - o local é escuro, um pouco assustador!
Deixando crescer dentro de si, um sentimento de cavalheirismo, resolveu esperá-la e oferecer companhia.
- Olá, boa noite, tudo bem?
- Boa noite, sim... tudo bem! - respondeu ela.
- Você está vindo de onde?
- Do cemitério!
- Ah, do velório!
- Não, não! Eu trabalho aqui!
- Trabalha no cemitério?
- É, mais ou menos!
- Como assim?
- Bem, eu sou prostituta. Quer fazer um programa?
- Não, não trago dinheiro comigo à noite.
- Tudo bem, não vou cobrar de você!
- Tem certeza?
- Claro, gostei de você!
Ele pensou um instante, já faziam alguns dias que fizera sexo, antes de vir morar naquela cidade e ainda não conhecia os costumes, mulheres para sexo sem compromisso, nem pensar. A mulher era linda, tinha uma beleza e um corpo que ele sempre sonhara, resolveu aceitar o convite e não perder a oportunidade.
- Ok, vamos então! Para onde?
- Alí! - respondeu ela, apontando com o dedo, um pequeno portão, no muro do cemitério. 
Num primeiro momento ele ficou abalado, sexo no cemitério não é coisa muito normal.
- Ah, minha nossa senhora! 
- O que foi, você está com medo?
- Não de maneira nenhuma!
- Ah bom! Por que não tem problema, os moradores da necrópole não se importam com vivos!
- É claro e eu não acredito em fantasmas!
- É mesmo! Então, venha comigo! 
A mulher atravessou o portão na sua frente. Ele a seguiu e aproveitou para admirá-la. O corpo era esbelto, seios volumosos, cintura fina, quadris largos e coxas grossas, a pele do rosto era clara, quase como leite, os cabelos longos e negros. Ela vestia-se como uma prostituta de luxo, um vestido de seda vermelho e fino, comprido e esguio, deixava suas curvas à mostra, um decote generoso e as costas nuas,sapatos de salto e um cordão dourado no pescoço, contemplava a sua beleza.
- Que mulher! - pensou ele.
- Chegamos! - disse-lhe ela.
Ele não respondeu nada. A sua carne necessitada, dava-lhe avisos por baixo das calças, o pênis crescera, pois o cheiro e o andar dela haviam despertado os seus sentidos masculinos. Entre eles um silêncio e apenas os olhos falavam. Ela levou uma mão nos seus lábios, quando ele quis falar algo, passou os dedos delicadamente em seu rosto, ergueu-lhe o queixo e deu-lhe um beijo.
Ele sentia a respiração ofegante e os batimento cardíacos acelerados, o órgão cada vez mais viril, pulsando por baixo das calças. Lembrou-se de onde estava, mas logo esqueceu.
Em resposta a seu desejo, segurou-a apertado de encontro a si, quase como desespero. Ela segurou-o pelos ombros, sorriu e lhe dirigiu um olhar fixo e profundo, que o fez acalmar a pressa de homem excitado. Depois, pegou sua mão e levou ao seu rosto, mostrando-lhe que desejava carinho. Ele acariciou a pele delicada e notou a frieza da tez, desceu os dedos pelo pescoço macio e segurou-a pela nuca. Puxou-a para mais perto, encaixou a língua numa das orelhas, depois mordiscou-lhe o lóbulo e desceu lambendo-a no pescoço, como se fora o resultado da espera de uma vida inteira. Recuou, olhou-a longamente, levando a mão, tocou-lhe os seios. Os seios empinaram, quando ela de olhos fechados respirou fundo, mostrando-lhe o seu desejo. Os seios subiam e desciam sensualmente, no ritmo da respiração ofegante da mulher. Ela abriu o fecho atrás da nuca e deixou o vestido cair. Uma expressão sensual brotava-lhe e os nus tornaram-se dois frutos suculentos. Ela nada disse, não houve tempo para nada, os dois atracaram-se em um beijo ardente e as mãos dele cobriram os seios acariciando-os com enorme vontade.
Por instantes ele ficou em confusão, lembrava-se de onde estava, mas suas vertentes masculinas o impulsionavam, não deixava-a respirar, beijava-a com volúpia e quanto mais a tocava, mais a desejava e sentia-se desejado. Ele tinha ao seu lado uma mulher do jeito que sempre desejara.
Despiu-se, sem estancar o beijo e ouvia os gemidos da mulher em cada um dos seus afagos. Ela queria ser possuída e amada.
Um turbilhão de sensações corre pelo seu corpo, ela mostra-se sedenta e lasciva, quando os dedos  dele tocam-lhe o clitóris e sentem a excitação, denunciada na umidade que lhe transborda entre as pernas. Sensações passam da pele dele para a dela, como se os corpos tivessem se tornado um só.
 Ele abaixa-se. Vai beijando-lhe os seios, a barriga e as pernas, pelos mesmos lugares, onde as mãos dele, a desbravaram. A calcinha é descida de uma só vez aos seus pés e logo é atirada ao longo, pela ponta do sapato de salto. 
Um aroma feminino atinge as narinas dele, ele serve-se do cheiro, como se lhe mostrasse o rumo, ela afasta as pernas e ele começa a circundar com a língua, o clitóris entumescido e molhado. 
Ela senta no mármore frio. Ele se assusta, mas ela trata de o acalmar:
- Não tem problema, sempre faço aqui! Os mortos não reclamam.
Ela mantém o olhar fico sobre ele e os seus lábios entreabertos, é um convite para a luxúria. Novamente afasta as suas pernas e a segurando a sua cabeça, faz ele mergulhar no seu sexo, dizendo-lhe como gosta de ser tocada.
Totalmente excitada e louca para ser invadida, ela se deita sobre o túmulo. Segurando-o pelos cabelos, puxa-o vagarosamente para cima do seu corpo. Ele vai subindo, distribuindo beijos na sua pele e nos seios descobre o sabor dos mamilos duros e rosados, até chegar à boca daquela mulher no cio. 
Ele flutua de prazer sobre aquele corpo e a possui loucamente, como se estivesse conhecendo a imortalidade.
O sexo mostrou-se ora calmo e ora violento, ela mordia-lhe a boca e cravava as unhas nas suas costas, ele possuía-a de maneira firme e ritmada, empregando estocadas viris e profundas. Ele senti o sexo queimar e latejar, o seu sangue fervia e a pele ardia. Sob ele ela gemia desesperada e o prendia com os pés, apertando suas costas. Não tardou e ambos gozaram alucinadamente sobre o túmulo de mármore frio.
Ele a beijou sofregamente, desceu do túmulo, procurou as suas roupas e as vestiu. Demonstrando cansaço, ela continuava deitada, totalmente nua sobre a pedra fria.
Ele debruçou-se sobre ela e beijou-a mais uma vez e segurando a sua mão se despediu. Correu os olhos dos pés a cabeça dela e então conseguiu ler o inscrição no epitáfio:

"Cibele"
(1961 - 1982)


Perguntou se ela iria sair dali com ele, mas ela respondeu-lhe que ficaria mais um pouco. A noite já estava alta e ele foi para casa, satisfeito pelo sexo que sempre imaginara.
Acordou pela manhã e foi trabalhar, no agencia bancária da cidade. Queria contar para alguém a aventura da noite anterior e resolveu contar para um colega:
- Já ouviu falar na prostituta do cemitério?
- Quem? Cibele, a morta? Que faz sexo com quem passa por lá a noite? É uma lenda!

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O rasgo no meio das pernas

por H. Thiesen 

Um rasgo no meio das pernas
não há mulher que não tenha
seja ela novinha ou velha
seja virgem ou seja prenha

Tem buceta de todo jeito
não existe nenhuma igual
tem aquelas bem cheirosas
e aquelas que cheiram mal

A buceta é perseguida
e os homens lhe dizem amém
correm atrás das usadas
e das lacradas também

Buceta no meio das coxas
de xota também chamada
pode ser bem cabeluda
de bigodinho ou raspada

Também se chama xoxota
gostosa quando excitada
e fica bem molhadinha
piscando desesperada

Buceta que pisca é luxo
se está cheirando orvalho
e pinga desalentada
pedindo por um caralho

Existem bucetas invictas
que nunca foram exploradas
fechadinha e apertadas
e jamais foram tocadas

Buceta assim hoje em dia
é uma coisa muito rara
fechadas por um cabaço
esperando uma vara

Achar uma buceta assim
é o sonho de todo macho
ser o primeiro a entrar
e lhe estourar o cabaço

Depois do primeiro gozo
nunca mais ela vai parar
a buceta fica alerta
por um pau para trepar

Algumas mais moderadas
tem o tesão comedido
são bucetas envergonhadas
que só dão para o marido

Outras ficam ousadas
e saem pelo mundo
dão de todos os jeito
para qualquer vagabundo

E tem as que não gostam
ou preferem outras facetas
e trocam todos os paus
por língua, dedo e bucetas

Há a que gosta de tudo
e lhe ajuizam mal
gosta de xoxota e pica
É buceta bissexual

Gostar de sexo é o destino
para a buceta a alegria
se não gosta ou é frígida
ou quer ficar pra titia

Tem a buceta tímida
que tem medo de uma pica
e quando fica excitada
goza só na siririca

A essa se junta a tarada
que sempre pede piroca
se a siririca não chega
faz sexo até com mandioca

Não há fêmea que não tenha
no meio das pernas um rasgo
que lhe dá muita alegria
tesão, foda e orgasmo!

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Gosto de pau...