Devaneios de uma ninfomaníaca!

por H. Thiesen 

De quatro é a minha posição favorita, porque facilita para ele fazer o que mais gosta: 
- Lamber meus dois orifícios! É necessário dizer quais?
Ficar de quatro para ser chupada é maravilhoso, além de possibilitar movimentos mais precisos da língua, os ruídos e estalos, provocam-me as fantasias e idéias diversas. Eu rebolo e empurro a bunda para trás, esfrego com vontade na cara dele, para deixá-lo bem lambuzado com uma mistura de suco de sexo e saliva.
É a melhor posição para se ter a sensação da língua afundando. 
Ser chupada de quatro tem as suas serventias, dá para recuar e escapar repentinamente, para virar e roubar um beijo. Na maioria das vezes, o beijo não é tão importante e não faz falta alguma, mas a verdade, é que eu gosto de lambê-lo nos lábios e sentir na sua boca o meu cheiro e gosto. 
Parece uma tara! Não, com certeza é tara, uma parafilia pessoal! Se eu não provar o meu gosto, o sexo para mim não é completo. Faça ele o que estiver fazendo, me bolinando, comendo ou chupando, eu tenho que parar e lamber o meu lambuzado, nos dedos, na boca ou no pau. Não é preciso dizer, que quando eu me masturbo, é como se fosse um banquete de mel. É toda hora, siririca e dedos na boca, dedinho por dedinho!  Depois de tanto me provar, é só ir para o abraço, digo, para o orgasmo, pois gozo como uma louca. Mas não termina aí, também preciso provar o sabor do meu gozo. Sim, só pode ser tara!
Ele sabe disso e não poupa os dedos, lambuza-os bem e me dá para chupá-los, enquanto me masturba com a outra mão. Depois que eu limpar, ele troca as mãos. Eu chupo dedo por dedo e enlouqueço. Quando ele me chupa, me encara e deixa a sua boca bem melecada e vem logo para o beijo, eu limpo tudo com a língua. Ah, mas quando eu gozo, ele tem a melhor recompensa, por que eu me extravaso e ele adora! Se eu gozo na sua boca, dou uma gozada imensa, impulsiono meu corpo para frente, prendo-o entre as pernas e o puxo pelos cabelos, enquanto me torço e retorço. Eu gozo na cara, literalmente na cara!
Quando transamos, o encaixe é perfeito,nos olhamos feito amantes na última transa. Afinal, nunca sabemos quando será a última, então nada melhor do que todas sejam como se fosse a derradeira, dessa forma o clima esquenta e torna-se ideal.
Abrir as pernas e deixar-se encaixar, sexo com sexo é uma posição deliciosa, gosto de outras, mas essa, eu confesso, papai-e-mamãe é a minha favorita para penetração. Olho no olho, boca na boca, peito nos seios, púbis com púbis e as mãos e as pernas ficam livres! Dá para fazer coisas incríveis, agarrar, apertar, prender, arranhar e até um fio-terra! Claro, fio-terra! Eles dizem que não gostam, mas com jeitinho e com paciência, o dedinho entra e eles enlouquecem!
Eu tinha um "amigo de cama" que adorou, cá entre nós, resistiu um pouco, mas depois da primeira vez nunca mais parou e gozava como um leão rugindo. Comecei com a pontinha, depois foi um dedo, dois dedos, três dedos e quando resolvi experimentar o quarto, ele desapareceu! Sei lá! Acho que arranjou um homem pra ele! Não gente, estou brincando, eu mudei por motivos profissionais e nunca mais o vi! 
Papai-e-mamãe tem as suas vantagens, agarrar e cravar as unhas na bunda dele é o máximo! Já experimentaram? Delicioso, mas cuidado! A enterrada vem com tudo! 
O útero que o diga, pobre coitado!
Coisas de louca, melhor... Coisas de tarada compulsiva e insaciável! Nin-fo-ma-ní-a-ca!

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Meu Tesão

por H. Thiesen 

Eu sei que você me olhava e me desejava, assim como eu te desejava.
Sei quantas vezes você me viu nua, espiava-me furtivamente e não teve coragem para se revelar.
Foram momentos que me deixaram cheia de tesão.
Quantas vezes eu percebi teu olhar, por entre as cortinas da janela, ou o brilho dos teus olhos na fechadura da porta.
Na penumbra do quarto eu era apenas uma menina, cheia de tesão e vontade de me entregar e me descobrir como mulher. Foram momentos que me fizeram sonhar e cada vez que eu notava a tua curiosidade, eu ficava fantasiando nos meus pensamentos.
Desejava naquela hora, que você entrasse e na penumbra do quarto, me tomasse nos teus braços.
Eu sonhava, jogar os meus cabelos para o lado e te oferecer o meu pescoço para que o beijasse. Eu queria a tua boca sobre a minha e a tua língua acariciando os meus lábios. Desejei sentir a tua saliva descendo pelos meus ombros e as as tuas mãos passeando pelo meu corpo enquanto nós dois, encostados e apertados um ao outro, trocávamos nossos calores.
Eu queria o teu toque nos meus seios, os deixando duros e pontudos, a tua língua lambendo os meus mamilos e os teus lábios apertando-os, enquanto você os sugava. Desejei muito, gemer de tesão com você, sentir as tuas mãos apertando as minhas nádegas, entrando por entre as minhas pernas e desvendando todos os segredos de prazer que eu tenho para oferecer. Sonhei com você sobre o meu corpo, me possuindo e me levando ao delírio. Sonhei com todo este tesão, sem nenhum pudor, apenas paixão e sexo.
Naquelas horas, quando você me espiava na minha intimidade, eu desejei gozar muito e te dar um gozo indescritível! Entretanto, preferi o amor solitário e amar-me intimamente e cada um dos meus toques em meu corpo, me faziam delirar, pois sabia que você me observava. Foram muitas vezes e em cada uma delas, você sabe, tão bem como eu, gozei alucinadamente. Mas, faltou-me a coragem para te chamar para junto e ainda hoje quando eu lembro, sinto um tesão enorme por você!

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Nem só de siririca vive uma mulher!

por H. Thiesen 

Ninguém toca uma siririca melhor do que uma mulher, para ela mesmo!
Não, não quero dizer que siririca tocada por um homem não é boa, ou que eles não sabem masturbar as mulheres. Sabem e muito bem, mas não tanto quanto nós mesmas. 
Apenas para começar, quando nos auto-estimulamos, os toques são na posição, no lugar e na intensidade correta, o que para uma outra pessoa, é extremamente impossível saber, por mais experiente que seja.
Eu adoro sexo, mas ninguém faz sexo igual aos meus próprios dedos. Eles são magníficos!
É delicioso desfrutar de uma companhia e ter alguém acariciando, tocando nas partes mais íntimas, lambendo e chupando os seios, porém, sinto muito, mas preciso declarar:
- Não há nada parecido com o que sentimos, quando nos masturbamos!
Entretanto, não se decepcionem, porque eu disse "parecido", pois não é nem melhor e nem pior! É apenas diferente! Diferente de todos os prazeres que o sexo, pode possibilitar, seja ele à dois, à três, à quatro, ou anal, oral e convencional. São sensações de tocar e ser tocada ao mesmo tempo, ou seja, sentir o sexo nos dedos e os dedos no sexo. Creio eu, que essas sensações estão presentes numa punheta, mas creio também que os homens não dão-lhes maior importância, pois preferem as punhetas socadas por nós, mulheres.
Masturbar-se é conhecer os limites e até mesmo ultrapassá-los, é saber exatamente até onde pode-se ir ou quem sabe ir um pouco mais além, de um jeito extremamente excitante e sem sentir qualquer dor. Isso mesmo, absolutamente sem nenhuma dor durante a masturbação, o que ocasionalmente pode acontecer no sexo a dois. Lógico, as vezes a dor aparece mais tarde, porque ultrapassamos os limites mais extremos, devido a volúpia do momento masturbatório.
Duas frases resumem completamente o que é a masturbação para as mulheres:
"Não despreze a masturbação - é fazer sexo com a pessoa que você mais ama." (Woody Allen).
"Toda mulher(...) é namorada lésbica de si mesma!" (Nelson Rodrigues). 
Mulher é independente no prazer que pode usufruir-se e na intensidade do orgasmo que pode proporcionar-se! Mas, é bom deixar claro que, apesar disso, precisamos de sexo de verdade, não dá para viver só de siririca.
- Nem só de siririca vive uma mulher!
Os dedos são os companheiros insubstituíveis e imprescindíveis na masturbação. Os brinquedinhos, vibradores, chuveirinho, espelho e outros apetrechos são auxiliares eficientes, mas não obrigatórios, com eles ou sem eles, podemos chegar à orgasmos devastadores.
Que mulher já não se envolveu completamente consigo e não ficou marcada, arranhada ou com a pele vermelha e roxa, devido aos próprios apertões, durante a masturbação? Eu já cansei de ficar assim! E como explicar isso para o marido ou namorado? 
- Sorte é a minha, que não os tenho!

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Extremo e Intenso

por H. Thiesen 

Inflama a minha chama
Deixe o fogo desta paixão
Alastrar-se em meu corpo
E com o teu incêndio
Esgota as minhas labaredas
Apagando a minha fogueira
Permita-se passear
Na minha totalidade
Vagueia pelas minhas curvas
Aventure-se nos meus perigos
Em cada uma das minhas estradas
Procure saber o que sinto
Encontre o que posso oferecer
Vislumbre-se com meus encantos
Desvende os meus mistérios
Explores meus vales,
Adentre meus becos,
Suba por meus picos
Conquiste os meus cumes
Não tenha medo
Não sou apenas parte,
Sou completa
Sou inteira
Mulher, decidida e serena
Menina, levada e sapeca
Deita comigo
E rola pela cama
Faça arder nossos lençóis
Conceba-me os sonhos
Olhe-me nos olhos
De loba faminta
Pronta ao ataque
Querendo sangrar a tua pele
Cravar as garras em teu peito
À espera do contra-ataque
Da mão que invade
Da boca que molha
Do corpo que imanta
Roubando-me o cio
Sou toda safada
Sou a tua bandida
Oferecida
Totalmente entregue
Aos teus caprichos
Às tuas vontades
Eu não me privo de amar
Desfrutar do teu corpo
Cometer mil delitos
Entre o beijar e o sugar
O entrar e o sair
Desbravando
Sentido
Gemendo
Gritando
Denunciando com o meu suor
Que pinga no teu rosto
O jeito intenso
Que me fizeste gozar!

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Uma odisseia ao êxtase!

por H. Thiesen 

Os pensamentos me atordoam, quando penso no teu corpo e vou ao delírio, quando vejo o teu rosto e tenho você perto.
Enfim nos encontramos, nossas bocas úmidas podem se unir e nossos corpos ardentes, podem acalmar a ardência de tantos desejos. Eles por si só, nos dirão tudo o que falta ainda a ser dito entre nós e que por falta de palavras não podemos falar e, à nós traduzirão as sensações, espasmos, dores, latejos e gemidos em sentimento inexplicáveis, os quais não sabemos expressar.
É o jeito mais saboroso de falar que já provei, que me leva a loucura.
E quando nos tocamos, o meu corpo grita, estremece e faz vibrar o meu interior, meus instintos vem à tona e deliro de tanto prazer.
Nossos beijos íntimos provém um néctar, que nos põem em perdição.
Nosso corpos quando juntos, laboram à vontade de uma entrega imensurável e evidenciam detalhadamente a nossa paixão.
E quando eu te deixo, trago as tuas marcas em meu corpo e deixo a minha assinatura de prazer no teu. São provas irrefutáveis de tudo o que entre nós aconteceu.
O cheiro do suor e do nosso delirante amar impregna-se em toda parte, lembrando-nos do que fizemos e proclamando o nosso gozo, como se os deuses quisessem aplaudir o jeito como nos amamos.
Sou fêmea, aguçada por instintos e parte deste delicioso espetáculo, de corpos entrelaçados, tornando-se uma só carne, de uma união de desejos e verdadeira odisseia ao êxtase.

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Na ponta do meu dedo!

por H. Thiesen 

Desbravo o teu centro
Meu centro de deleite
Meus dedos escorrem devagar
E logo tomam posse
Das tuas sensações
Meus dedos roçam e esfregam
Vão e voltam
Escorregam sem cessar
Enquanto de ti eu provo
A tua sede na boca
A tua língua nos lábios
Teu prazer e deleite
E continuo...
Conduzo meus dedos
Pensando em tua boca
Para mim entreaberta
Oferecendo-me o beijo
Que espera por mim
Teus olhos fechados
Me fazem um convite
Mas não quero
Quero apenas te olhar
Ver teu prazer
Na ponta dos meus dedos
Acaricio e dedilho
Teu centro molhado
Te deixo ardente
Toda em gemidos
De peito arfante
É o ar que não chega
E continuo...
Em torno, em volta
No centro dos lábios
Que molhados escorrem
Uma febre
O tesão
Que cedem aos poucos
Os espasmo
Os gritos
Teu corpo retesa e treme
Nos meus dedos...
Teu gozo!

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Fantasias de uma namorada curiosa!

por H. Thiesen 

- Betooooo!
- O que?
- Sabe aqueles brinquedinhos que eu tenho?
- Sei!
- Sou muito curiosa e tava pensando...
- Pensando no que?
- Eu queria usar!
- Ué... Más você usa sempre!
- Não, diferente!
- Como diferente?
- Eu queria usar em você!
- Tá doida?
- Doida por quê?
- Isso é coisa de veado!
- Ah, deixa de ser bobo e preconceituoso!
- Não, de jeito nenhum!
- Que que tem?
- Eu sou homem!
- E daí, homem também dá o cu!
- Quem disse?
- Sabe a Mary?
- Sei...
- Pois é, ela usa no Zé!
- Eu sabia!
- Sabia o quê?
- Que o Zé não me enganava!
- Como assim?
- Aquela bundinha redondinha, só podia ser de putão!
- O queeeeeeee... Você tá de olho na bunda do Zé!
- Claro que não, vi sem querer!
- Então... Vamos?
- De jeito nenhum!
- Mas você come o meu cu e eu não reclamo!
- Ah, mas você é mulher e gosta!
- Ah tá, mulher pode dar o cu e tudo bem!
- Claro, ninguém vai te chamar de veado!
- Hum, então... De hoje em diante não dou mais!
- Por quê?
- Enquanto você não deixar eu não dou mais!
- Chantagista!
- Nãos mesmo, direitos iguais!
- Ah para com isso!
- Melhor, não transo mais enquanto você não deixar!
- Tá falando sério?
- Tô...
- Ah... Michele, dá um beijinho e vamos fazer as pazes!
- Não, só depois que você deixar!
- Tá bom, só uma vez!
- Peraí!
- O que você vai fazer!
- Vou escolher o brinquedinho!
- Tá!
- Esse aqui?
- Tá louca?
- Esse é bom Beto, eu sempre uso!
- Não tem menor, não?
- Ah Beto, só dói um pouquinho quando entra!
- Não, esse aí nem se a cobra calçar sandálias!
- Seu covarde!
- Covarde não, só to preservando o que é meu!
- Mas você disse que tudo em você era meu?
- Epa... Menos o cu!
- Oh Beto, vira de costa, vai ser rápido!
- De jeito nenhum, então pega aquele ali!
- Aquilo não é brinquedo, é supositório de glicerina!
- Então, é bem apropriado pro meu!
- Tá bom, tá com medo né?
- Medo não, já disse que to preservando!
- Vou dormir!
- E não vamos fazer nada hoje?
- Eu quero fazer, quem não quer é você!
- Quem disse que eu não quero?
- Você... Tá aí todo covarde!
- Eu disse fazer sexo!
- Não! Agora é assim, não deu... Também não come!
- Tá bom eu deixo!
- Vira de quatro então!
- Ah não, você quer me humilhar!
- Que nada Beto, eu fico assim pra você!
- Mas é diferente!
- Tá bom, então deita e levanta as pernas!
- Frango assado?
- É!
- Isso é ridículo!
- Você tá enrolando!
- Não tô, mas to achando estranho!
- E você quer ficar como?
- Não pode ser deitado?
- Pode, fica então!
- Olha lá, vai com calma!
- Peraí, vou passar o lubrificante!
- Michelle...
- O que Beto?
- Tem um brinquedinho sem uso?
- Tá com nojo por eu já usei esse?
- Não!
- Tá sim!
- É que é a minha estréia!
- Tá bom, ontem eu comprei um, vou pegar!
- Pela mor de... Olha o tamanho dessa coisa!
- Você não queria um novo!
- Mas não assim, é o dobro do meu pau!
- Quer saber Beto?
- O quê?
- Cansei, vou dormir! Vai socar uma punheta!

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Calcinha Preta

por H. Thiesen

Hoje...
Não importa o sentimento
Quero somente o prazer do momento
Eu decidi que vou te seduzir
Vestida com pouca roupa
Apenas com uma calcinha preta
Sem enfeites e rendas
Mas uma calcinha pequena
Minúscula,
Um fio dental
Um tanto ousada
Quem sabe?
Transparente talvez
Que deixe à mostra
Mas não mostre,
Apenas provoque
Para te enlouquecer
De curiosidade
E de tanta vontade
Quem sabe com pressa
Vais do meu corpo arrancá-la
Com as tuas mãos
Para não ter que esperar
Jogá-la para um lado rasgada
Mas se quiser
Pode arrancá-la com os dentes
Depois vou te encher de prazer
Fazer você esquecer
O resto do mundo
Pois é, decidi
Hoje eu vou te seduzir Pequena e preta!
Apenas com uma calcinha
Um simples pedaço de pano


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Eu e uma atriz global!

por H. Thiesen

Em 1998, tive a oportunidade de fazer uma viagem de férias e escolhi a cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, durante a semana do Festival de Cinema.
Eu tinha vinte e dois anos e aqueles dias foram especiais para mim, os quais nunca vou esquecer. Numa das noites, junto a outras amigas, eu estava na frente do Palácios dos Festivais, vendo as celebridades que chegavam para as exibições. Confesso, uma grande tietagem da minha parte, mas quem não faria isso, com uma oportunidade como aquela, afinal o Rio Grande do Sul é um confim do mundo, ainda mais naquela época, quando não haviam tantas facilidades. No meio do frenesi do público, a cada chegada de pessoas famosas, eu admirava cada uma delas, eram atores e atrizes, diretores, roteiristas e diversas celebridades conhecidas, do cinema e da televisão. Surgiu então, uma atriz e para não identificá-la, vou chamá-la de Lady G.
Naqueles anos, final da década de noventa, ela era uma das atrizes mais requisitadas nas novelas, pele morena, não muito alta, cabelos escuros e caídos nos ombros, corpo de menina, olhos negros e brilhantes, sem falar do sorriso encantador. Trajava um vestido branco e longo, que destacava-lhe as formas longilíneas do seu corpo magro. Sobre o salto, ela pisou o tapete vermelho, amparada por uma outra mulher, com mais idade do que ela, mas que não ficava para trás em charme, que depois fiquei sabendo ser a sua agente. Caminhando lentamente e acenando para o público, ela passou por mim e cruzamos os nossos olhares, um sorriso delicioso estampou-se no seu rosto e retribuí acenando com a cabeça e piscando um dos olhos. À passos lentos, ela subiu as escadas e entrou na sala de exibições, onde seria exibido o filme "Outras Histórias", adaptação da obra de Guimarães Rosa.
Durante o tempo todo, eu e minhas amigas permanecemos na frente do Palácio dos Festivais. Sair dali seria impossível e perderíamos o lugar privilegiado. Terminado o evento, aguardei ansiosa pela saída de Lady G, no meu pensamento de pós-adolescente, fantasiava que ela pudesse pelo menos conceder-me um autógrafo. De repente, ela surgiu na porta, contrastando seu vestido longo e branco com o tapete vermelho, segurando uma pequena bolsa na mão esquerda e dirigindo sua atenção aos fãs. Lady G, caminhou em direção às pessoas e com delicadeza, cumprimentava-as e dava-lhes alguns autógrafos e cada vez mais perto do local onde eu estava. Quando chegou a minha frente, abriu a pequena bolsa e retirou um pequeno papel dobrado, estendi-lhe a mão, para alcançar-lhe uma página de caderno, esperando o seu autógrafo. Porém ela me surpreendeu, aproximou-se mais um pouco e perguntou meu nome, depois colocou na minha mão o papelzinho que havia retirado da bolsa. Junto à sua assinatura, havia um recado com o nome do Hotel Serra Azul e o número do quarto, dizendo-me que fosse visitá-la e que dissesse meu nome à recepção, pois ela deixaria meu nome e que me esperaria na tarde do dia seguinte.
Tive que rever meus planos, eu e minhas amigas retornaríamos a Porto Alegre logo pela manhã. Decidimos que ficaríamos mais dois dias, com exceção de uma amiga, que preferiu retornar de ônibus.
Eram quatorze horas quando cheguei no hotel, fui à recepção e fiz o que Lady G pedira. A recepcionista ligou para o quarto e logo depois disse-me para tomar o elevador. Subi ansiosa e com muitas expectativas do que estava me esperando, jamais eu poderia imaginar, que seria uma tarde deliciosa e que eu nunca mais esqueceria.
Toquei a campainha e Lady G não demorou para abrir a porta. Ela estava vestida uma camiseta branca, um short jeans, os cabelos presos em um rabo de cavalo no alto da nuca, os pés descalços, com as unhas bem feitas e pintadas. Vestia-se tal e qual uma menina, que como eu, nos seus vinte e dois anos, mas diferentemente de mim, já era famosíssima e figurava nas novelas das oito, há bastante tempo.
Ela me cumprimentou com um beijo no rosto e eu lhe retribuí com outro, depois convidou-me para sentar em um sofá e sentou-se ao meu lado. Seus olhos me olhavam profundamente, quase me fazendo corar, mas ela logo notou a minha timidez e começamos a conversar:
- Ontem, não pude deixar de notá-la no meio daquele povo!
- Puxa, fico lisonjeada!
- Você tem um encanto especial, esse olhar e esses cabelos loiros esvoaçados, é impossível não ver.
- Meus cabelos sempre foram assim, tenho um trabalho danado para mantê-los!
- Mas isso é irrelevante, a tua discrição é muito mais importante!
- Como assim?
- Bem, ontem quando nos olhamos, fosse outra se rasgaria gritando. Mas você apenas acenou com a cabeça e manteve-se na linha. Porém aquela piscadela foi deliciosa e extremamente charmosa!
- Sou assim, sempre fui assim! Gosto de discrição!
- Isso é bom!
- Por que você me convidou?
- Por que gostei de você!
- Assim... do nada?
- Não, tenho fantasias e creio que você pode correspondê-las!
- O que te leva a pensar isso?
- Simples! O que fazemos quando temos desejo por uma pessoa, não nos deixa mentir!
- Não entendi bem?
- Você é como eu! Deseja e quer, por isso veio!
- Você me convidou, como eu poderia perder a oportunidade de estar perto de uma mulher tão famosa, não é esse o desejo de todas as pessoas?
- A grande maioria sim, - disse-me, colocando uma das mãos sobre a minha coxa - mas você não veio atrás da atriz, mas da mulher!
Engoli seco, ela estava certa! Não tive outra alternativa, a não ser responder com franqueza:
- Sim! Sou tua fã, assisti algumas novelas e confesso, te desejei muito, quando via teus beijos infindáveis. Se é isso... Sim... Somos iguais!
- Preciso dizer mais alguma coisa? Agora você sabe por que te convidei!
Ela levou a mão até o meu rosto, acariciou a minha face e segurando a minha nuca levou-me de encontro a sua boca. Nos beijamos longamente, nossas mão passearam pelos nossos corpos, pelos seios, coxas e sexos. Aos poucos o clima esquentou entre nós, ficamos em completa intimidade e o meu desejo que era enorme, aflorou mais ainda, fazendo-me molhar e sentir um fogo imenso queimar meu corpo.
Nos despimos mutuamente. Nossas roupas foram atiradas, sem nenhum cuidado, para todos os lados. Enquanto isso, nosso beijo era intenso e suas mãos geladas passeavam pelas minhas costas, até chegarem a minhas nádegas, onde suas unhas cravaram e me arranharam deliciosamente.
Lady G ajoelhou-se entre as minhas pernas e beijou meu corpo inteiro. Depois colocou as minhas pernas por cima dos seus ombros e beijou meu ventre de maneira delicada. Cada beijo que ela dava, aproximava-se mais e mais da minha vagina, até alcançá-la e deliciar-se com o prazer que escorria entre as minhas coxas. Ao contrário de suas mãos, seus lábios eram quentes e sua língua macia. Ladu G brindou-me com pequenos círculos em volta do clitóris, usando a sua língua deliciosa e depois sugou-o delicadamente. Sem pudor nenhum, sua boca envolveu meus lábios vaginais e sua língua me invadiu. Segurei seus cabelos com força e apertei sua cabeça de encontro a mim, gritei com muito tesão!
- Não para, não para...
Lady G atendeu o meu pedido e acelerou os movimentos da sua boca e eu gozei freneticamente. Perdi as forças e obriguei-ma a deitar-me no sofá espaçoso.
Ela deixou-me recompor, sentando-se ao meu lado e a acariciando os meus cabelos, enquanto beijava-me varias vezes no rosto.
Eu não esperei muito, precisava liberar tudo que eu guardava. Olhei-a e ela sorriu e vendo um sorriso tão safado, deu vontade de virá-la de bruços e bater na sua bunda, como numa criança arteira. Levantei-me e a empurrei-a para ficasse deitada de bruços, fui à altura de sua nádega e a mordi, deixando-a bem marcada com meus dentes. 
- Ai!
- Doeu?
- Humm... Não!
Afastei as suas pernas, empinei sua bunda e lambi a sua vagina molhada.
Ela gemeu e perguntei:
- Que foi?
- Gostoso demais!
- Mas... eu apenas comecei...
Sentei-a no sofá e como ela fez em mim anteriormente, mergulhei entre as suas coxas, e dei-lhe sexo oral da melhor forma que eu sei fazer
Brinquei com seus lábios, circulando a língua na sua entrada, as vezes ameaçava entrar, mas recomeçava novamente a circular. Suguei seu clitóris, mordisquei os seus lábios e finalmente penetrei-a com a minha língua, o mais profundo possível que poderia alcançar. Ela gemia e suspirava de tesão. 
Sem lhe dar trégua, continuei a brincadeira por algum tempo.
Deixei a sua vagina e subi beijando a sua pele, até alcançar seus seios. Dei à eles meus carinhos, beijos, lambidas e suguei seus mamilos rosados, deixando-os totalmente eriçados e depois fui ao encontro da sua boca. Beijei-a sofregamente e minha perna entrou no meio de suas pernas, para que nos masturbássemos, roçando as nossas vulvas em nossas coxas, o que nos levou a um beijo muito mais longo e intenso.
O contato dos meus seios com os seios pequenos e rijos de Lady G e os seus mamilos rijos, que pareciam agulhas contra a minha pele, me excitaram profundamente, fazendo-me desejar um outro orgasmo. Deitei-a no sofá e deitei-me ao seu lado, mas ao contrário dela e de uma só vez, entrei no meio das suas pernas, abrindo as minhas e oferecendo-me para que ela fizesse o mesmo. Deliciamo-nos em um maravilhoso sessenta e nove e não demorou para que gozássemos.
Exausta, debrucei-me sobre a sua coxa, o cheiro de sexo, suor e  de orgasmo entrava pelas minhas narinas e acredito que ela sentia o mesmo. Permanecemos deitadas assim por algum tempo. Depois deitei-me ao seu lado, nos acariciamos, nos beijamos, conversamos mais um pouco e finalmente recomeçamos novamente, mas desta vez com muito mais calma, a nossa primeira vez e a ansiedade, já haviam ficado para trás!
Até hoje guardo aquele bilhete comigo, o tempo passou, ela continua em evidência e muito mais conhecida do que naquela época. Nos encontramos outras vezes, mantemos contato e somos muito boas "amigas".
Ah... O nome dela? Não importa! Tente descobrir, eu deixei algumas pistas!

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Amor... Come o meu cuzinho?

por H. Thiesen

(Fuc, fuc, fuc, fuc...)
- Amor...
Fuc, fuc, fuc...
- Beto!
- O que?
- Come o meu cuzinho?
- Ãh?
- Vai, come o meu rabinho.
- Ah, não sei?
- Não sabe? Comer um cuzinho?
- Não, não é isso!
- O que é então?
- Você não está acostumada, pode doer!
- Quem disse? Só dói nas primeiras vezes!
- Epa... Quem disse o que?
- Que não estou acostumada?
- Você... Você nunca me disse isso?
- Você nunca perguntou!
- Peraí, você já deu o cuzinho?
- Claro!
- E o trouxa aqui pensando que ia ser o primeiro!
- Ah, amor! Foi só uma ou duas vezes!
- Porra, só falta você dizer que adorou!
- Adorei, por que? Você não gosta?
- Tô me sentindo um otário! Eu pensava que você era santinha!
- Tá me chamando de puta?
- Não, só achei que...
- Tá deixa pra lá, come logo!
- Não sei, tem certeza, pode machucar?
- Come logo isso aí, o Lê tinha o pau maior que o teu!
- Puta que pariu! Agora broxei!
- Ué? Por que? Não gosta do Lê? Ele é teu amigo!
- Amigo uma ova! Tô me sentindo inferiorizado!
- Deixa de ser bobo! Tamanho não é documento!
- Ãham, sei...
- Sabe nada, já deu alguma vez para saber?
- Claro que não!
- Então... Beto, eu tô contigo agora!
-  Então? Você me humilhou, porra!
- Humilhei não, relaxa!
- Tá bom!
- Vem, vamos continuar, vem...
- Não dá, tá mole!
- Eu faço um boquete...
(Chu, chup, chup, chup...)
- Vem, logo! Agora vai dar... Come meu cuzinho, come!
- Vira então!
- Vai Beto, mete...
- Tô tentando!
- Como assim tentando?
- É que não tá bem duro!
- Não tá bem duro? Quer comer ou não?
- Quero sim, acho que foi o assunto... Abre um pouquinho!
- Abrir o que?
- O cuzinho!
- Como vou abrir o cuzinho?
- Relaxa, porra!
- Eu tô calma e relaxada, você é que tá nervoso!
- Não tô nervoso!
- Então por que tá de pau à meia-boca?
- Que isso? Onde aprendeu isso?
- Com minhas amigas! Elas falam assim quando os namorados broxam!
- Porra... Você conta pra elas?
- Eu não! Elas contam! A claudinha disse que...
- Fica quieta e abre este cu!
- Tá me tratando como uma puta?
- Não é isso... To tentando, preciso me concentrar!
- Tá, vamos parar, depois continuamos!
(...) 5 minutos depois (...)
- Mi, eu tava pensando...
- Pensando no que?
- Sabe a Lucinha?
- Sei, o que tem ela?
- Aquele bundão, será que ela dá prô namorado?
- Dá sim, ela me falou!
- Hum!
- Ei! Você tá de olho no bundão da Lucinha?
- Não, claro que não!
- E como você sabe que ela tem um bundão?
- Naquele dia na praia...
- Na praia... Você comeu o rabo dela?
- Que papo é esse, claro que não!
- Isso tá mal explicado, por isso vocês dois sumiram!
- Eu não sumi!
- Sumiu sim, até deu tempo pra mim...
- Deu tempo pra quê?
- Nada não!
- Começou... Agora vai ter que dizer!
- Tá, eu digo!
- Desembucha!
- Naquele dia foi a última vez que dei pro Lê!
- Agora fudeu, além de ter o pau menor, eu sou corno também!
- Corno por que? Não estávamos juntos ainda!
- Não interessa!
- Como não interessa?
- Você já dava o rabo e levou três meses pra me dar!
- Quer saber Beto? Vou embora, chega!
- Espera, isso não pode ficar assim!
- Claro que pode! Nosso namoro já era!
- Não tô falando do namoro!
- Tá falando do que?
- Tô falando do teu cuzinho, ainda não terminamos!
- Mas de jeito nenhum, como você vai comer meu cuzinho? Tá broxa!
- Broxa não! Ontem eu comi a Lucinha!
- Ah, viu! Eu tinha razão!
- Grande coisa, você deu pro Lê!
- Que humilhação, pelo menos comeu aquele cu?
- Não, pedi mas ela não me deu!
- Claro, este pauzinho não faz cócegas naquele bundão!
- Tá me ofendendo...
- Tô não, verdade não é ofensa!
- Ah, é? Então fica  que eu te mostro ou eu como teu cu a força!
- Esquece, e deixa de ser terrorista! Tchau!
- Espera. Vamos conversar melhor!
- Conta outra piada!
- A gente tem muita coisa em comum.
- O que... Por exemplo?
- Não sei. Sei lá!
- Beto, vai se fuder!
- Vai... Vai se fuder você!
- Vou mesmo, vou encontrar o Lê, pelo menos ele não broxa, tem pauzão e sabe comer um cuzinho!
- Sua puta!
- Broxa!
- Vai... Vai dar e arregaçar esse cu!
- Claro que vou! Esse pigolinho aí...É incapaz, aliás, incompetente!
- Vadia, quantas vezes você gozou come ele... Safada mentirosa!
- Beto... Quer saber?
- O que?
- Eu fingi... Fui!

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Lençóis Molhados

por H. Thiesen 

Fecho meus olhos
Lembro de nós
Tua imagem é viva
O desejo me invade
Lembranças me vem
De momentos de amor
O teu corpo nu
Eu queria agora
Não tenho você
Então sonho molhado
Minhas mãos passeiam
Pelo meu corpo
O tesão me consome
A vontade é latente
A tua ausência
É uma tortura pra mim
Não mais me aguento
Preciso por um fim
A esse tormento
Levo minhas mãos
Entre as minhas pernas
O fogo me queima
Estou escorrendo
Meus dedos afagam
O botão rosado
E invadem a gruta
Já bem molhada
Movimentos frenéticos
Prazer sem igual
Sozinha enlouqueço
Pensando em você
Em tua boca molhada
Em teus seios morenos
O pensamento viaja
Entre as tua coxas
E vem na minha boca
Teu gosto de fêmea
O que eu mais quero
É ter você aqui
Sugando e lambendo
Meu corpo inteiro
Sozinha estremeço
E perco a noção
Eu gozo demais
E molho os lençóis!

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Na parede!

por H. Thiesen 

Mal entramos em casa, deixamos a porta bater às nossas costas e ele me prensou contra a parede. 
Colando seu corpo no meu, ele me beijou ardentemente, seu pau duro roçou em minhas coxas e sensação daquele instrumento quente, me fez gemer de tesão.
Era verão e eu estava com o vestido leve, as mãos dele rapidamente o levantaram e procuraram a minha calcinha, baixando-a até o meio das pernas. Ele suspirou fundo, percebendo que eu já estava excitada, quando colocou a mão entre as minhas pernas, sentindo minha umidade. Olhou-me com uma cara de desejo, daquele jeito que tanto sabia que eu adorava. Arrancou meu vestido e depois o sutiã, livrando meus seios, que estavam loucos para sentir sua boca. Como um esfomeado, não perdeu tempo, chupou meus mamilos que já estavam eriçados, arrancando-me novos gemidos e fazendo-me cravar as unhas nas suas costas.
A calcinha já havia caído aos meus pés, bastou apenas um jeitinho para jogá-la ao longe. Fiquei apenas com as sandálias de salto, pretas e de tiras, amarradas no tornozelo, as quais eu havia comprado pensando nele e que já havia lhe deixado com tesão, quando viu-me com ela pela primeira vez. Ele virou-me de costas, desceu com a língua pela minha espinha, agachado lambeu o vão entre as nádegas. Ainda de joelhos, vrou-me novamente e jogou-me as costas contra a parede. Levantou minha perna e colocou-a sobre o ombro e foi-me beijando a extensão interna da coxa. Alcançou o joelho, beijou-o e lambeu-o e continuou descendo, beijando a perna. Segurou o meu pé, entre as suas mão e o acariciou com seus dedos. Depois o beijou e desenhou com a língua  o espaço que havia entre as tiras. Uma sensação me fez suspirar, eu nunca imaginara tanto tesão, com alguém tocando e beijando meus pés dessa maneira. Ele ficou assim, por longos minutos, fazendo-me descobrir o que é, ter o pés de uma rainha. Depois foi subindo, beijando, lambendo e mordendo, até encontrar o meu meio entre as pernas e começou a brincar com a língua quente e molhada, as vezes serpenteava e as vezes entrava e saía, mas sem esquecer de deliciosas chupadas. 
Ele notava o esforço que eu fazia para me manter de pé e deixava-me perceber que  não queria ver-me gozar. Mudou o rumo das suas carícias, virou-me de costas e enfiou-se entre as minhas nádegas. Por longos minutos, ele lambeu e  ouviu-me gemer.
Finalmente, levantou-se com o pau duro, mas ainda de calça, tirou e jogou longe a camiseta e abriu o zíper e baixou as calças o suficiente. Pressionando-me contra a parede, agarrando a minha bunda, começou a me provocar, esfregando seu pau nela. Ele queria me enlouquecer, a ponto de implorar-lhe para que me comesse. Esfregava na bunda, no meio das nádegas e vez em quando passava a glande no ânus, de outras ousava no meio das pernas e chegava na entrada da minha vagina encharcada. Ria ao meu ouvido e demonstrava gostar de me torturar. Com os seus movimento eu ficava cada vez mais excitada e a tortura me deixava ofegante e molhada. Sem que eu esperasse, enfiou finalmente, o seu pau devagar. Senti-o entrando, afastando as minhas carnes molhadas, gemendo e pedindo para entrar totalmente .
Enquanto metia, mordia meu ombro, percorria o pescoço e invadia o meu ouvido com a língua.
Resolvi me impor e empurrei-o e virei-me de frente para ele. Agarrei-me ao seu pescoço e beijei-o. Pulei no seu colo e ele me prensou contra a parede e entrou novamente. Agora de frente, com as pernas envolvendo a sua cintura, eu subia e descia e cravava as unhas nas suas costas e de perto ouvia os seus gemidos. Estava ficando cada vez com mais tesão ouvindo ele gemer e me chamar de safada.
Aproximei do seu ouvido e disse-lhe baixinho: 
- Você é meu! Todo meu!
Na mesma hora eu não aguentei e gozei, gemendo alto, sem me incomodar se os vizinhos estavam ouvindo meus gritos. Senti que estava apertando seu pau e tremia com os últimos reflexos do orgasmo. 
Ele meteu forte, o seu tesão era imenso e finalmente gozou.

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Toada de uma foda!

por H. Thiesen 

No ar ecoa um gemido,
sou eu que te tenho em mim,
No quarto muitos sussurros,
é tu que estás dentro de mim!
Na cama aqueles rangidos,
é tu envolvido em meu cio,
palavras obscenas na alcova
sou eu pedindo mais!
Nos meus lábios um grito,
na tua boca um rugido,
Somos duas feras famintas,
entoando os prazeres!
São sons e são ruidos
da nossa foda intensa
de um arrepio no começo
ao limiar da gozada!
Não gosto de ouvir silêncio
gosto de ouvir a trepada
por pra fora o meu prazer
e saber do teu orgasmo!


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Fazer amor é...

por H. Thiesen 

Fazer amor é...
Uma sensação intensa
Uma entrega
Uma troca
Fazer amor é...
Lábios unidos
Beijo molhado
Línguas afiadas
Carícias ousadas
Bocas devoradoras
Sedentas e famintas
Peles arrepiadas
Vontades desvairadas
Pelos eriçados
Toques sutis
Pernas entrelaçadas
Maliciosas e febris
Sexos molhados
Prazeres deleitados
Sussurros e gemidos
Ímpetos alucinados
Corpos suados
Êxtase enlouquecido
Paixão alucinada
Movimentos ritmados
Desejo realizado
Gozo estremecido
Fazer amor é
Indefinível!

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Sou puta, mas não sou besta!

por H. Thiesen 

Meu nome é Liloca, sou uma menina muito meiga, atenciosa e linda, mas tenho alguns probleminhas, dos quais não consigo me livrar, as coisas mais improváveis sempre acontecem comigo!
Eu curso biologia, tenho bolsa de estudos, sou estagiária, ganho mal e não posso comprar os meus livros. Falei com Betinho, o meu namorado e ele disse que vai comprá-los. Fiquei superfeliz, puxa que gentileza, ele é um amor!
Meu namorado é muito legal, sempre acreditei nisso e ainda por cima tem pai rico. Logo depois, ele foi ao banheiro e o celular dele recebeu uma mensagem no Whatsapp, inocentemente, abri a mensagem e li:
- Estou te esperando, só de calcinhas!
Puta que pariu, com direito a foto e a vadia é muito mais gostosa do que eu!
Claro, apaguei a mensagem e quando ele voltou, fiquei bem quietinha.
Sou pobre, mas não sou besta!
Hoje na aula de análises laboratoriais, minha professora perguntou os grupos sanguíneos do meu pai e da minha mãe, depois me fez de cobaia e testou o meu tipo sanguíneo. O sangue da minha mãe é A, o do meu pai é O, o meu é AB.
Descobri na frente de todos os colegas de aula, que minha mãe chifrou o meu pai!
Felizmente sou muito espontânea e fui logo dizendo:
- Fui adotada!
Sou filha da puta, mas não sou besta!
Fui chamada pela minha gerente ao seu escritório, ela me entregou várias pastas e me avisou que fui efetivada e promovida, além de ter o salário dobrado. Adeus vida de estagiária! Voltei superfeliz a minha mesa e entre as pastas que ela me entregou encontrei um bilhete:
"Dona Renata, sei que você sente muito tesão por mim e te confesso que eu estou louco por você, nós podemos resolver isso mais tarde à noite, desde que de à Liloca aquela desejada promoção e aumente substancialmente o seu salário. Beijos, Betinho!
Felizmente minha gerente é uma mulher muito compreensiva, principalmente com o filho do patrão! Amassei o bilhete e joguei no lixo!
Sou chifruda, mas não sou besta!
Todos os dias eu noto que alguém come durante a noite o miolo do pão francês, mesmo assim, faminta pela manhã, eu comia a casaca que sobrava. Esta noite levantei de madrugada, com muita sede, peguei meu irmão mais novo, em pleno ato sexual com o pãozinho! Nunca mais vou comer as cascas dos pãezinhos!
Sou azarada, mas não sou besta!
A minha amiga Clarice, gostosona e rica me ligou, ela me disse que ela está grávida, fiquei muito feliz por ela, mas ela não quer o filho e me fez uma proposta:
- Olha me desculpe, mas o filho é do Betinho! Foi por impulso e não quero filhos. Quer adota-lo? Dou uma pensão de 25.000 reais por mês e um apartamento triplex!
É lógico que entendi perfeitamente os impulsos sexuais da Clarice e quando o Betinho chegou, contei para ele que ela está grávida, ele ficou supernervoso, chegou a suar frio, mas eu o tranquilizei:
- Não te preocupe, o filho não é teu! Mas vou adotá-lo!
Sou guampuda, mas não sou besta!
Resolvi mostrar para a minha família, as fotos da viagem no fim de semana, liguei o celular no USB do computador, mas esqueci de deletar as fotos que tirei no quarto do hotel, transando com o Betinho!
Estou correndo até agora, não sei onde vou me enfiar! Tinha que ser justamente a foto que eu estava esfregando a xereca na cara do Betinho! Acho que vou o mais longe possível e só volto daqui a uns dois anos, com a bolsa cheia da pensão que a Clarice me ofereceu e o povo lá de casa esquecer!
Sou puta, mas não sou besta!

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Meu Charme de Puta

por H. Thiesen 

Cansei de ser boazinha,
menina meiga e direita,
hoje eu serei uma outra,
safada e bem direta

Cansei de ser recatada
eu hoje serei aberta
falar sem vergonha alguma
foda-se a menina correta

Então serei depravada
verdadeira prostituta
chega de fingir inocência
azar que me chamem de puta

Eu quero foder contigo
e por ti ser bem comida
em todos os meus buracos
ser seviciada e fodida

Quero teu beijo na boca
nos seios tua lambida
na buceta tua chupada
na bunda tua mordida

Quero sentar na tua cara
por meu grelo em tua boca
sentir tua lingua lambendo
me deixando muito louca

Vou engolir o teu pau
enterrá-lo na garganta
lamber e chupar gostoso
pois nunca fui uma santa

Depois eu abro as pernas
e ofereço a buceta
para que o teu pau duro
nela encaixe e se meta

Se você foder gostoso
eu logo viro de costa
e te dou o meu rabo
O que acha da proposta?

Se você foder gostoso
e me fazer delirar
deixo depois do meu gozo
você na boca gozar

Gosto de foder contigo
azar da minha conduta
não perco as estribeiras
e nem o charme de puta!

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Gosto e Cheiro de Néctar

por H. Thiesen

Quando saboreio o gosto teu suor, deixando minha boca passear sobre a tua pele, meus lábios impregnam-se de desejos, fico sedenta e faminta, torno-me ousada e atrevida.
Faço das tuas curvas o meu caminho e vou em busca da tua fonte de prazer, a tua vertente generosa, onde sacio a minha sede de você e me alimento com o teu deleite.
O teu gosto em minha boca é um néctar adocicado, um manjar de fino paladar e o sorvo para preencher a minha vontade de te amar. Nele eu umedeço a minha boca e lambuzo o meu rosto sem nenhuma cerimônia, esqueço de todos os pudores.
Nesta hora somente quero, te dar toda a minha malícia e te fazer as melhores carícias, para te levar ao momento derradeiro.
O perfume do teu corpo é um cheiro raro, uma fragrância maliciosa.
O teu gosto é um sabor exótico e erótico, como um prato apetitoso temperado com ervas finas, pronto para ser devorado. Junto ao teu cheiro e gosto, bebo o teu néctar licencioso, uma bebida requintada e refrescante com a água cristalina.
É assim que me satisfaço com teu cheiro e o teu gosto e me embriago com o néctar do teu gozo!

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A Senhora do Amor

por H. Thiesen 

Ele abriu a enorme porta e entrou, seus olhos tiveram que se acostumar a penumbra, mas seguindo em frente, caminhou até a cortina negra e prostrou-se diante dela, como um sinal de reverência.
De olhos fechados orou à deusa, queria obter os seus favores e estava ali para prestar uma oferenda à ela.
A cortina entreabriu-se e detrás dela surgiu a sacerdotisa. Apenas um leve túnica de gaze a cobria e que deixava ver a silhueta do corpo esbelto, sob as chamas das velas.
O ar estava impregnado de incenso e o frio dentro das paredes de pedra, davam morbidez ao ambiente.
À sua frente a cortina negra limitava o olhar dos mortais, lá dentro era permitido somente a presença das escolhidas, as sacerdotisas e as virgens oferecidas e destinadas à servir a deusa.
Ela caminhou vagarosamente em sua direção, enquanto caminha despia a túnica branca, a qual deixou cair pelo caminho.
- Quer oferecer-te à Ishtar?
- Sim!
- Então dispa-se!
Ele livrou-se da espada, do elmo e do escudo, das roupas surradas e das botas pesadas, do seu corpo brotou o cheiro de soldados após as batalhas, a pele estava suja e suada.
- De joelhos! Ordenou a sacerdotisa.
- O que veio pedir à Ishtar?
- Uma esposa, virilidade e filhos!
- Então venha comigo!
Conduzindo-o pela mão, ela levou-o a beira de uma pequena cisterna e pegando um alabastro, encheu-o de água e derramou sobre ele, molhando-o da cabeça aos pés, depois esfregou-o com as mãos e novamente encheu e derramou todo o alabastro sobre ele. Então ordenou que entrasse na cisterna e mergulha-se na água límpida e fria. Depois ordenou que fosse ao altar de pedra do outro lado da sala e se deitasse sobre ele.
A sacerdotisa andou até a entrada entreaberta da cortina pesada e balançado lentamente o seu corpo, dançou para a deusa:
- Senhora do amor, Senhora da Fertilidade, faça do meu corpo o seu corpo e deixe-me amar aquele que veio aos seus pés!
Ela novamente foi até, ungiu-o com ervas aromáticas, passou óleo de cálamo por todo o seu corpo e ao sexo dedicou-se demoradamente com óleo de mirra. Enquanto ela untava, sentia o volume crescer e enrijecer em suas mãos.
Ele permanecia quieto, apenas as sua respiração tornara-se ofegante e seu corpo tremia.
A sacerdotisa subiu ao altar, colocou os pés ao lado do seu corpo, deixando-o entre eles.
- Se queres os favores da deusa, mostre à ela o seu amor e ame a sua serva!
Abaixando-se sobre ele, ofereceu a vulva à sua boca e ele começou à beija-la.  Ela excitou-se e pressionou contra a sua boca, fazendo-o sufocar e lambuzou-o com seu líquidos. Depois deslizou a vagina em seu peito e ofereceu à ele o seu ânus e ele o lambeu, enquanto ela acariciava o seu sexo duro e latejante. Deixando sobre o seu corpo, ela prostrou sua boca sobre o membro, beijou-o e lambeu por toda a extensão, até chegar aos testículos e sugá-los um à um. Voltando abocanhou a glande e deixou o varão escorrer até o fundo da sua garganta.
Sentindo que ele já se encaminhava ao momento final, sentou sobre o membro e movimentou-se lentamente sobre ele. Seus quadris pareciam de uma serpente e seus líquidos untava o membro potente. Ele gemia a cada movimento e ela aumentava o ritmo, até que ele jorrou dentro dela.
A sacerdotisa ergueu-se e expeliu todo o conteúdo que havia dentro dela num prato de cobre limpo e reluzente. Após, com a boca, sugou o que havia restado no pênis e cuspiu sobre o prato.
- Estás purificado, podes adentrar comigo o altar!
Conduzindo-o com uma das mão e levando o prato na outra, ela atravessou a cortina e levou-o ao altar principal.
Libou os pés da estátua da deusa com o sêmen e virando-se para ele falou:
- Ishtar, a Senhora do Amor aceitou seu pedido!
Sentido-se prestigiado, ele vestiu-se e retirou-se do templo.
A sacerdotisa banhou-se na cisterna, untou-se com ervas e mirra, mais tarde ela receberia um rei! Salomão viria prestar oferenda à Astarte, o outro nome da deusa, como os israelitas chamavam a divindade fenícia e filha de Baal!

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Déjà Vu!

por H. Thiesen 

As vezes fico sozinha no quarto, olhando para a cama e como um passe de mágica, os meus pensamentos começam a fluir, em instantes eu viajo, adentro em um mundo repleto de fantasias e de desejos escondidos. 
A imaginação passa a fazer parte da minha realidade e sinto o toque das tuas mãos percorrendo o meu corpo, que queima entre as chamas dos nossos desejo.
A minha boca prova as lembranças do gosto da tua e das sensações da tua língua passando em meus lábios, Meu corpo relembra o toque das tuas mãos passeando e me apertando contra teu corpo, que igual ao meu, também queima no mesmo incêndio.
Um déjà vu se apossa da minha memória, nesse momento, a tua presença se torna real.
Ouço teus sussurros, teus gemidos, sinto o teu cheiro e o sabor da tua pele, tão real em minha boca, me faz salivar.
São recordações dos nosso momentos de amor, intensos e impossíveis de esquecer, desejos que nos leva a nos amar e provar com volúpia uma paixão incandescente. 
Sinto tua pele arrepiada na ponta dos meus dedos, o calor dos teus lábios roçando em meu pescoço, tua  respiração misturando a minha e revivo a nossa sede e fome nos levando de encontro ao prazer.
Olho meus olhos no espelho, se você estivesse comigo nesse momento, veria neles o quanto eu te desejo.
Vejo o reflexo da cama e nela nos vejo, nossos corpos suados e entrelaçados, como se um entrasse para dento do outro.
Viro-me e olho a cama de frente e vejo o nosso beijo, nosso enredo de línguas e esfomeamento das mãos, que tateiam, exploram e levam com elas delicadas carícias por passam ou mesmo, uma pegada forte e arranhões.  
Deito na cama e minhas reminiscências vão de encontro da malícia, me vejo sobre você com as unhas cravadas em teu peito, a cabeça para o alto, jogada para trás, apossando-me do teu corpo e aproveitando cada milimetro da tua masculinidade, que dura e quente me invade, servindo-me de guia, para cima e para baixo, conduzindo a minha dança. Tuas mãos, em minhas nádegas, me ajudam a não perder o compasso. Tua boca em meus seios me insuflam.
A lascívia me toma, a alma sai do meu corpo e só percebo o ritmo e a cadência dos meus movimentos, que luxuriam o meu corpo e aumentam o meu cio.
É uma torrente, o tesão se torna extremo e juntos explodimos, misturando nossos fluidos e um ao outro dando orgasmo
Não vejo mais nada em volta, jogo-me sobre o teu corpo, suada e exausta. Teu cheiro se impregna em mim, na cama, no quarto, no ar e nossos gozos escorrendo de mim.
De repente eu noto, envolvi-me com as lembrança, com pensamentos libidinosos e gozei!

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A APRENDIZ: Iniciação de uma submissa!

por H. Thiesen 

Capítulo 1

Abri a porta e entrei, Joana me seguiu e fiz um sinal para que aguardasse ao lado da entrada. Olhei em volta, tentando reconhecer o ambiente.
Ela estava parada e em pé do outro lado da sala, ela olhava ao longe, o olhar perdido na imensidão da noite e o véu negro que a pouco havia caído sobre a cidade. Vestia apenas um penhoar preto e transparente, através do qual eu podia ver as alças do sutiã e a pequena calcinha preta.
A sala era ampla, estilo rústico, um tapete vermelho, uma mesa de mogno retangular ao centro, sobre ela não havia decoração e o sofá de couro, em um dos cantos no formato de "L".
Estava frio, a  lareira mantinha um calor agradável em contrate ao inverno lá fora, dois abajures iluminavam o ambiente e davam à ele um clima sombrio.
Nas paredes brancas, algumas obras de arte, todas sem nenhuma importância e de pintores anônimos, mas de bom gosto, algumas com mulheres em poses sensuais, outras paisagens românticas e uma delas era gótica, pesada e escura de uma mulher nua, pendurada na única parede de tijolos a vista.
À tarde ela havia me telefonado:
- Pode vir hoje?
- Sim, claro que posso!
- Resolvi experimentar, quero aprender!
- Tem certeza?
- Tenho, não penso outra coisa, desde a nossa conversa!
- Que hora?
- Depois das dezoito! Mas tem que ser hoje, se não posso desistir e não sei se...
- Dezenove e trinta, está bom? Preciso levar...
- Eu sei, entre sem bater, vou deixar a porta aberta!
Desliguei o telefone e fiz outra ligação:
- Joana, vou pegá-la as sete!
- Puxa, vou ter que me apressar!
- Quero-a bem simples! Lembra o que te falei sobre Rebeca?
- Lembro?
- Será hoje!
- A iniciação?
- Sim, mas não quero sofisticação!
- Sim... Senhora! Irei como pediu!
Caminhando lentamente, atravessei a sala e fui até ela. Mesmo percebendo a minha aproximação, ela permaneceu imóvel, olhando para fora. Segurei-a pelos ombros, afastei seus cabelos e beijei seu pescoço.
- Estou aqui, você está pronta? - falei, quase murmurando no seu ouvido.
- Sim! - disse-me ela.
Abracei-a por trás, desatei o laço do penhoar, logo abaixo dos seus seios e depois deslizei-o sobre os seus ombros e em seguida larguei-o, para que caísse aos seus pés. Acariciei sua cintura com as duas mãos e subindo lentamente, segurei seus seios entre os meus dedos. Ela jogou sua cabeça para trás e gemeu baixo, deixando sua orelha ao alcance dos meus lábios.
- Tem certeza, você quer continuar?
- É tudo o que eu mais quero nesse momento!
Corri novamente as mãos pelo seu corpo,desenhando seus quadris e indo ao encontro das suas pernas, entrando por entre elas, para acariciar o interior morno das suas coxas. Seu corpo amoleceu e estremeceu com as carícias.
Segurei-a pela mão e levei-a ao encontro de Joana, atravessando a sala devagar.
Joana era mais magra, mas com um corpo invejável, seios médios, coxas torneadas, barriga delineada e a cintura bem formada, mas totalmente instruída e obediente, sabia agir na hora exata. Nunca me tocava se eu não solicitasse e estava comigo a um bom tempo. Tratava-me como uma rainha e fazia todas as minhas vontades. Ela vestia um casaco sobretudo azul-escuro e botas de salto, que faziam-na ficar bem mais alta. Paramos a sua frente e olhando firmemente para Joana falei:
- Dispa-se!
Ela desafivelou o cinto e deixou o sobretudo cair dos seus ombros, revelando-nos as curvas do seu corpo, pois nada mais havia por baixo do casaco.
Soltei a mão de Rebeca e virando-me para ela, pedi que admirasse o corpo de Joana, procurando notar todos os seus detalhes e curvas. Depois de alguns momentos de silêncio, disse-lhe:
- Beije-a!
Senti que ela hesitou e repeti novamente:
- Vamos, beije-a!
Rebeca se aproximou de Joana e deu-lhe um leve beijo na boca.
- Beije-a com vontade, com toda a tua volúpia e carinho!
Eu nunca fui Domme e nunca tive uma submissa ou escrava, mas já tivera experiências marcantes com o sado-masoquismo, algumas na época que vivi no Oriente Médio, outras na Alemanha, na Espanha e em Londres.
Joana era minha amiga de longa data, submissa por natureza e dedicada com afinco, conheci-a em Londres, durante um encontro profissional, nos tornamos amigas e entre uma e outra confidência, havia me revelado a sua vida de submissão e as intempéries do seu relacionamento com seu último dominador, também havia me revelado a sua fantasia de dedicar-se à uma mulher. Com o passar do tempo, acabamos ficando muito íntimas e isso facilitou para que sua fantasia fosse realizada, passamos de amigas à uma relação de dominação e submissão, porém fiz questão que esse relacionamento fosse apenas psicológico e que não impusesse-lhe sofrimento ou dor, pois apesar de conhecer as práticas sado-masoquistas, não me agrada a visão de um corpo feminino machucado, marcado e repleto de nódoas. Dessa forma, eu apenas solicitava-lhe atender as minhas vontades e ela se comprazia em realizá-las.
Rebeca era uma executiva de marketing em uma empresa multi-nacional inglesa e conheci-a na época que eu era comissária de bordo, nas viagens entre Londres e Vancouver ou Montreal. Foram inúmeras viagens e não haveria possibilidades de não construirmos uma amizade. Mais tarde, com a nossa aproximação, ela me contou ser lésbica e eu lhe falei sobre a minha atração por homens e mulheres. Passamos a nos relacionar e sempre que viajávamos juntas nossos hotéis eram os mesmo e frequentávamos uma o quarto da outra.
Mesmo depois que abandonei a minha profissão e passei a trabalhar em outro setor da empresa aérea, eu e Rebeca continuamos amigas e sempre que podíamos dávamos um jeito para passar bons momentos juntas. Entre as nossas conversas, surgiram assuntos sobre sado-masoquismo, quando lhe contei sobre as experiências que tive, em uma dessas vezes, ela me falou sobre a sua vontade de experimentar. Conhecendo-a, nunca dei importância e a vontade caiu no esquecimento.
Alguns anos depois, quando eu já me relacionava com Joana, a vontade de Rebeca aflorou novamente e ela fez-me uma proposta para realizá-la. Talvez pela sua insegurança, pediu-me que Joana estivesse junto, pois gostaria de ter junto dela outra mulher. Naquela tarde ela me ligou, finalmente!
 Percebendo o quão eu falava sério, Rebeca abraçou Joana e beijou-a ardentemente. Percebi que durante aquele beijo, Rebeca deixou-se esvaziar dos medos e da hesitação que sentia.
- Venham!
As duas de mãos dadas me acompanharam, à passos lentos fomos até a suite de Rebeca.
- Dispam-se! - ordenei-lhes.
Joana levantou um dos pés, descalçou a bota e depois repetiu a mesma cena com o outro pé. Rebeca deixando cair o penhoar dos ombros, ficou minimamente vestida com seu sutiã e calcinha. Olhei firmemente para Joana e ela entendendo o que o meu olhar lhe dizia, aproximou-se de Rebeca e encarregou-se de despi-la sumariamente e ao mesmo tempo beijava e deixava a sua boca deslizar pelo corpo de Rebeca.
Um calor enorme tomou conta de mim, o casaco estava me sufocando, tirei-o e joguei-o a esmo em um dos cantos do quarto, deixando que elas vissem a roupa que escolhi para a ocasião. Um belo corpete negro de seda e decotado, uma calça legging preta e apertadíssima, uma bota preta de cano curto com quinze centímetros de salto.
Peguei minha bolsa e sem olhar para dentro dela, retirei a cane que sempre me acompanhava e muito conhecida por Joana. Estiquei o braço e com a cane apontei a porta de entrada do banheiro. Deixei as duas entrar na minha frente, fui até a banheira, abri as duchas e batendo na lateral da banheira, ordenei que elas entrasse para se banharem. Rebeca entrou e deitou-se, coloquei a cane sob o seu queixo e a fiz levantar. Joana entrou para baixo da ducha e segurando a mão de Rebeca, puxou-a para ela e começou a banhá-la, deslizando a sua mão ensaboada por toda a extensão da sua pele. Deliciei-me com a visão daquelas duas mulheres se banhando e fiquei extremamente excitada.
Depois do banho, pedi que as duas se massageassem com óleos aromático, que estavam ao alcance sobre o bidê ao lado da banheira, seus poros se arrepiaram, os mamilos eriçaram e suas peles reluziam,
Elas estavam prontas, uma era a aprendiz e a outra a minha submissa dedicada, estavam ali para aprender e servir de todas as formas possíveis, que a minha imaginação era capaz de construir.
Levei-as até a sala, Jona sabia que eu faria de tudo para retirar prazer do seu corpo e doá-lo à Rebeca. Inevitavelmente haveria muitos orgasmos e isso a deixara úmida, tão úmida que as partes internas da coxas ficaram molhadas e ela escorria pelo meio das pernas, mas sabia também, que deveria esperar em pé no meio da sala e não ousava sentar-se, permanecendo com a cabeça baixa em sinal de submissão, pronta para ser usada, pela sua Dona. Rebeca me olhava e parecia acreditar no que via, mas não ousava deixar uma só palavra escapulir da sua boca, permanecendo quieta e aguardando ao lado de Joana.
Olhei fixamente, embora Joana estivesse com a cabeça baixa, percorri com o olhar todo o seu corpo exposto e reluzente, me aproximei devagar e sem falar nada segurei seu queixo, fazendo-a abrir a boca. Coloquei dois dedos entre os seus lábios e ela chupou-os deliciosamente, simulando uma felação. Rebeca olhava com toda a sua atenção, estendendo a minha outra mão, acariciei os seus cabelos ainda molhados e segurando-a pela nuca, trouxe-a mais para perto, levando-a até a boca de Joana, mas antes que se beijassem, retirei meus dedos da boca de Joana e introduzi-os na de Rebeca, que mesmo molhados de saliva, passou a sugá-los avidamente.
Afastei-me delas e as deixei entregues naquele beijo ardente. Permaneci alguns instantes admirando aquela cena deliciosa e ouvindo o ruido sensual dos lábios sedentos. Depois, fiz minha cane rasgar o ar e estalar nas nádegas de Rebeca.
Ela gemeu alto, a surpresa deixou-lhe um leve rastro vermelho sobre a pele e lhe falei:
- Não ouse! Não quero ouvir...
E novamente deitei a cane sobre a pele da sua nádega, dessa vez aplicando um pouco mais da minha força. Vi-a segurar o gemido, apertando-os nos lábios e seus músculos retesaram-se, mostrando o quanto havia ardido as carnes. Aproximei-me um pouco, pousei a minha mão sobre a sua nadega avermelhada e quente e sussurrei ao seu ouvido:
-  Assim, obediência é tudo!
Caminhei ao redor das duas e parando atrás de Joana, puxei-a pelos cabelos, trazendo-a para mim. Segurando-a pelos ombros, forcei-a para que se ajoelhasse a minha frente. Afastei as minhas pernas e colocando as minhas mãos em sua nuca, sem permitir que ela me tocasse, ordenei que me cheirasse e sentisse o cheiro da sua Dona.
Eu estava excitada e ainda não havia me despido, mas desejei sentir aquela boca quente e ordenei à Joana que me beijasse entre as pernas, mesmo por cima das roupas. Ela me abocanhou e umedeceu a minha calça preta com sua saliva, enquanto isso eu olhava para Rebeca e me deliciava com a visão do seu corpo.
- Basta! Rasteje e faça o mesmo nela! Ordenei-lhe, apontado para Rebeca.
De quatro ela foi na direção da outra e pôs-se a beijar-lhe entre as pernas.
Despi toda a minha roupa e com a cane na mão, dei a volta e abracei Rebeca por trás. Acariciei seus seios com uma das mãos e com a outra segurei a cabeça de Joana, apertando-a contra Rebeca.
Rebeca se continha, não gemia e apenas arfava. Mordi a sua orelha e bem de perto lhe falei:
- Geme cadelinha, solta o teu tesão para mim ouvir!
Ela gemeu desesperada e senti as suas pernas afrouxarem. Dediquei carinhos aos seus seios, enquanto Joana se encarregava do resto. Não demorou muito e ela estremeceu e em longos gemidos abandonou-se ao orgasmo. Deixei-a deslizar ao longo do meu corpo, até cair exausta e deitar-se sobre o tapete vermelho. Minha aprendiz havia absorvido as primeiras lições e dei-lhe a recompensa do descanso. Os primeiros passos havia dado e outros mais complexos e difíceis ainda viriam. Deixando-a deitada, fui até Joana e ao lado dela nos amamos, não mais como Dona e submissa, mas como duas mulheres e amantes.

LEIA OS OUTROS CAPÍTULOS

CAPÍTULO 2 - As Velas
CAPÍTULO 3 - Ritual
CAPÍTULO 4 - Lição Final 

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Como uma deusa!

por H. Thiesen 

Hoje eu acordei pensando que estava ao teu lado, olhei para o lado e apenas vi um travesseiro solitário. Segurei-o e o trouxe para perto de mim, o perfume que ontem à noite emanava de ti, ainda se fazia presente na fronha de seda. Comecei a lembrar da nossa noite de amor, o quanto nos entregamos uma à outra e o prazer que eu senti. Tudo isso me fez lembrar de um ex-amor, alguém para qual me entreguei e que por ser parte da minha vida eu jamais esqueci, mas hoje eu apenas me lembro, pois sei que eu tenho você ao meu lado e é à você que eu dedico as minhas atenções e cuidados.
Foi tudo tão belo, ontem a noite entre nós. Nada foi capaz de nos despertar daquele sonho, nenhum barulho da rua ouvimos, nem mesmo a chuva que caiu nos tirou a atenção que dedicamos mutuamente.
Você estava linda, naquela lingerie rosa e branca em contraste com a tua pele morena, teus cabelos negros compridos e caídos aos ombros, tuas pernas torneadas e longas bem depiladas e os seios espremidos dentro do sutiã. Deitada na cama, você parecia uma Vênus, ou uma deusa pagã, quem sabe Ishtar, a deusa fenícia da sensualidade.
Ao sair do meu banho, corri os meus olhos sobre o teu corpo, te desejei como nunca. Sentei à beira da cama e me debrucei sobre ti, olhei nos teus olhos, depois a tua boca, o movimentos dos teus lábios me pediram meu beijo. Aproximei minha boca e deixei que todo o meu sentimento por ti fosse acolhido no beijo. Busquei a tua língua e a tua se enlaçou a minha, como se fosse um abraço. Eu me abalei com o teu gosto e um calor correu por meu corpo, fora apenas um beijo, que acendeu uma chama ardente em mim.
Beijei os teus olhos, depois teus ouvidos, minha boca deslizou pelo teu pescoço e pelo teu peito. Cheguei aos teus seios, depois de livrá-los do sutiã, dei-lhes todas as carícias que eu sei fazer, apertei-os com as mãos e me detive sobre os mamilos entumecidos molhando-os com minha saliva. Voltei a tua boca, eu precisava de mais um dos teus beijos. Você me abraço e volveu-se sobre mim, me deixando deitada na cama. Retirou a toalha que envolvia meus cabelos molhados e depois me livrou da toalha enrolada ao meu corpo. Deixe-me levar por você e permiti desfrutar das tuas carícias, sentindo tuas mãos e tua boca viajarem pelo meu corpo, esbanjando-se em meus seios, passeando em minha pele e entrando por entre as minhas coxas. Tua boca supriu de caprichos tudo o que desejava naquela hora. Sei que molhei a tua boca e deixei o meu gosto se depositar na tua língua, te dei todo o meu prazer para beber.
Segurei teus cabelos e te puxei para mim, na tua boca provei o meu gosto e tomei o caminho que a instantes atrás você havia tomado, beijei todo o teu corpo, lambi todas as tuas curvas e sorvi todo o mel que brotava de ti. Tomei o caminho de volta pelas tuas costas, beijando e lambendo a tua espinha, até chegar a tua nuca, onde eu me detive com a minha língua e no teu ouvido te disse que queria ter um gozo contigo.
Novamente de frente, eu e você, deixamos que nossas mão nos tocassem e dessem a nós o prazer que desejamos. No sabor do nosso beijo, nos tocamos as grutas. Os barulhos e os estalos provocados pelos nossos dedos e nossas umidades, acabaram por me excitar mais ainda. Não me contive, fui novamente buscar o teu mel. Deitada na cama, sob você e entre as tuas pernas, desvendei cada um dos teus segredos mais úmidos e você sem cerimônia nenhuma deslizou na minha boca, como se dançasse uma dança erótica. Você se deitou sobre mim, senti o teu peso em meu corpo e tua cabeça adentrou minhas coxas. Desta forma eu te bebia e você me bebia, saciamos as nossas sedes e juntas nos levamos ao gozo.
Adormecemos abraçadas e eu cansada não te vi acordar e sair, somente acordei para lembrar disso tudo! Mas hoje a noite, nós duas estaremos juntas novamente e tenho certeza que vamos repetir cada uma das carícias de ontem!

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Gosto de pau...