Homem Bom de Cama

por H. Thiesen 

Não adianta decorar o kama sutra, fazer peripécias, se você não for seguro de si. Eu disse, seguro de si e isso não é se achar o bom de cama ou o último biscoito do pacote (aliás esse é sempre o mais quebradinho).
Homem bom de cama, gostoso é aquele que gosta de si mesmo, que explora o próprio corpo quando está sozinho e não se concentra numa punhetinha básica.
Homem bom de cama faz tudo o que sente vontade de fazer, sem pudores e sem vergonha. Sabe qual é a hora do carinho e da pegada mais forte.
Homem bom de cama é aquele que geme de verdade, que urra quando sente prazer, gosta do que tá fazendo, aguenta o tranco e se sente livre dos seus preconceitos. 
Homem bom de cama sabe cair de boca, enfia a cara no mato e chupa despreocupado com vontade, finge que é uma fruta suculenta e saboreia cada pedacinho. Nada pior que uma chupada só para agradar. Fica mecânico.
Homem bom de cama fala de sacanagem, não dá bola para a celulite e estrias, para o peito caído ou para a calcinha bege, é quase egoísta, adona-se de todo o prazer, para depois poder dá-lo à mulher. Ele pensa em si, no prazer dele e em decorrência disso, acaba dando prazer para a parceira. 
Homem bom de cama não faz o que não gosta. Ok, não sejamos intransigentes, de vez em quando um agradinho não faz mal à ninguém, mas se for sempre fica chato, cai na rotina.
Homem bom de cama é ousado, sempre toma a iniciativa, mas as vezes se deixa levar, não precisa ser direta, mas deita de pau duro e sem cueca e dá um beijo mais quente já diz tudo. 
Homem bom de cama goste da coisa, goste de si e sabe do que a parceira gosta, sem fazê-la de boneca inflável.
Homem bom de cama até os marido correm atrás, querendo desforra!

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Um Boquete Safado



por H. Thiesen 

Uma fome inexplicável
Muito desejo e vontade

Boca sedenta
O membro ereto
Que cena safada
Uma língua lasciva
E a glande vermelha
Tesão aflorando
E o gozo chegando

Sem cerimônia
A boca devora
Faz vai e vem
Abocanha e lambe
Da cabeça ao talo
pau lateja e goza!



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Ela adora cavalgar!

por H. Thiesen 

Resolvi escrever esta postagem, devido a uma pergunta que um leitor me fez ao comentar uma das minhas últimas postagens:
- Não sei porquê, mas a grande maioria das mulheres com quem tenho estado, adora cavalgar-me, será fetiche? Um dia destes gostaria que escrevesses sobre isso!
Para tal pergunta, há uma respostas óbvia e creio eu, a resposta de quase todas as mulheres: 
- Domínio da situação e controle se não total, quase na totalidade do ato!
Porém não é tão simples assim e existem outras razões, digamos secundárias, mas não sem importância relevante. Mas, vejam bem, domínio e controle da situação e momento, não necessariamente, sobre o homem.
As posições nas quais a mulher fica por cima são aquelas em que ela fica com o corpo exposto e ele deitado, enquanto é dominado e tais posições, podemos considerar as mais eróticas e sensuais.
Obviamente, a mulher fará a maior parte do esforço, no entanto, nem todas possuem uma desenvoltura natural nessa posição, pois ficar por cima exige habilidade, equilíbrio e força, portanto, se for necessário, o homem pode ajudar, usando as mãos para melhorar o ritmo.
Ficar por cima é extremamente sexy, estando exposta e com o corpo à disposição das mãos e dos olhos do parceiro, a mulher se sente mais mulher e mais desejada.
Na Antiguidade, em certas culturas, quando o sexo fazia parte de cultos à fertilidade e ao sagrado feminino, principalmente nos Templos de Ísis, Ishtar, Astarte, Diana e Afrodite ou no culto à Grande-Mãe, onde a mulher era considerada uma deusa, as posição sexuais desse tipo eram a mais adotada, uma vez que, para venerar uma deusa, segundo as crenças, deveria-se olhar para cima.
Essa posição proporciona que o homem admire o corpo da mulher, por completo, principalmente porque do movimento dos seios, para cima e para baixo, além dos mesmo ficarem facilmente ao alcance da boca masculina. Também nessa posição é possível manipular o clitóris sem nenhuma dificuldade, deixando o ato mais excitante para a mulher..
No ato sexual, quando a mulher está por cima, o homem fica com as mãos livres e pode tocá-la em todas as partes do corpo, como por exemplo, segurar os seios, apertar a sua bunda e estimular o ânus.
Mas, mesmo com todas esses conveniências é preciso encontrar a posição que facilita mai,.pois nem todas as mulheres tem a mesma facilidade. Algumas preferem ficar de joelhos, outras de cócoras.
Algumas preferem a amazona de corpo, movimentando-se com o corpo ereto, para cima e para baixo, sobre o pênis do parceiro. Outras preferem a fricção do clítoris no púbis do parceiro. Existem outras, as mulheres que gostam de montar sobre o pênis e colocar as mãos ao lado da cabeça do parceiro, ficando numa posição quase de quatro sobre o homem e que possibilita um misto de cavalgadura e fricção. Algumas preferem a velocidade no ato, outras preferem a suavidade, e claro, há quem busque o prazer com constantes variações, entre uma e outra. Na verdade, não há uma regra, uma mulher pode muito bem preferir de um jeito num determinado momento e na próxima vez querer de um outro jeito, ou até mesmo adotar as variações na mesma noite.
Resumidamente, a posição por cima ou como queiram, posição Amazona, Montaria ou Cavalgadura (essa tem tudo a ver: "cavalga a dura"), além de possibilitar à mulher o domínio do ato sexual, deixa-a à vontade para controlar o ato, quanto a maneira que o ato sexual será feito e de que forma o ato lhe proporcionará prazer. Ou seja, faz da mulher o ser mais ativo do momento sexual, em comparação as outras posições, nas quais ela é menos ativa e o esforço maior é do homem. Uma inversão de valores que torna tudo mais excitante, seja consciente ou involuntariamente.
O importante é dizer que, quem domina ou não é irrelevante, desde que ambos estejam dispostos a encontrar e dar o que possuem de melhor, para que o sexo seja prazeroso.

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Wet, Hard & Shameless






por H. Thiesen 

A pussy is wet
And hard is a dick
Mouth is shameless
Fuck tasty and sweet







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Aline, uma amiga mais do que especial!

por H. Thiesen

Ela era a minha melhor amiga, tínhamos a mesma idade, vinte e poucos anos e um dia ela me convidou para dormir na sua casa, mas isso não era novidade para nós, constantemente dormíamos uma na casa da outra.
Devido as correrias do dia a dia, há quase um mês não tínhamos tempo pra conversar e nessa noite, depois de um lanche e de um banho relaxante, sentamos no sofá para conversar um pouco, colocar as coisas e as fofocas em dia.
Ela começou contando que não estava legal, que havia se desentendido com o namorado, que ele que estava muito diferente e ela desconfiava que ele tinha outra.
- Se isso é verdade, ele é louco, sacanear uma mulher como você, é insanidade! -  falei.
- Pois é Lena! Mas eu tenho quase certeza!
- Bobagem, tá imaginando coisas!
- Ele nunca deu em cima de você?
- Bem, não vou te mentir, mas foi antes de vocês ficarem juntos!
- Deixa pra lá!
Ela me beijou no rosto e depois, com a sua carência, deitou a cabeça no meu colo.
Comecei a acariciar os seus cabelos, passando os dedos entre eles e sem falar nada, deixei-a com o seu silêncio.
Alguns minutos depois, ela me disse:
- Hum, que gostoso! Eu estava precisando de carinho! Estou muito carente!
Ela estava com um baby-doll preto, levemente transparente, muito sensual e eu podia ver quase inteiramente as curvas dos seus seios, a calcinha linda e de renda, contornava deliciosamente seus quadris e suas coxas.
Fiquei a observando, enquanto conversávamos e notei a marca de biquini, desenhada em seu corpo.
- Que marquinhas lindas!
- Lena, nem te conto, me incomodei com o Júlio, por causa do biquini, ele acho muito pequeno, quase brigamos.
- Não se ofenda, mas ele é um babaca, olha que corpo lindo, o que é bonito é preciso ser mostrado!
- Só você mesmo Lena, você acha que é tão pequeno mesmo?
Antes que eu pudesse responder, ela desfez o laço, abriu o babydoll, deixando à mostra seus seios e os dois pequenos triângulos brancos, emoldurando os seus mamilos rosados.
- Não, o meu biquíni é bem menor! 
Ela deitou-se novamente em meu colo, sem recompor o laço e continuou conversando, deixando-me a visão de seus seios:
- É claro, sei disso, já vi os teus biquínis várias vezes!
Não resisti, dos seus cabelos, escorri a mão pelo seu rosto, descendo pelo seu pescoço e alcancei os seus seios. Ela me olhou e sorriu, enquanto eu segurava um dos seus seios.
Ela trouxe a sua mão até o meu rosto e olhando em meus olhos falou:
- Lena, que bom! Como é gostoso sentir o toque da tua mão!
Deslizei pelo seu peito e alcancei o outro seio.
- Teu coro é lindo! - disse-lhe.
- O teu também!
Virando seu rosto, beijou o meu seio mais próximo da sua boca e por sima da camiseta de malha, mordiscou meu mamilo.
- São tão lindos e delicados! - disse-me, sem olhar para mim.
- Que nada Aline! Não são mais lindos que os teus!
- Boba, é claro que são!
- Pequenos demais! (eu só colocaria implantes, oito anos depois).
Ela deslizou a mão por baixo da minha camiseta e levantou-a, deixando meus seios desnudos a sua frente. Acariciou-os e me fez deitar mais um pouco, para que ficássemos mais próximas e acariciássemos nos seios, de um jeito que que no pouco espaço do sofá, eles se encontrassem.
- Posso te pedir para fazer uma cosia, algo que eu desejo muito?
- Claro Aline, fale... somos amigas!
- Quero te amar! Já transamos outras vezes, mas hoje eu quero de um jeito especial!
Não respondi, apenas olhei-a profundamente, eu tinha certeza que ela entenderia o que eu queria lhe dizer, nossa amizade ia além dos limites do físico, éramos íntimas desde os tempos da faculdade. Mesmo depois que comecei a trabalha e as minhas constantes viagens, sempre arranjávamos tempo para estarmos juntas.
 Ela sorriu, levou a mão ao meu rosto, fez algumas carícias e segurou minha nuca, aproximou os lábios dos meus e eles se uniram em um beijo doce, leve e terno. Alguns segundos depois nossas línguas se tocaram e entrelaçadas, transformaram a calmaria anterior em algo ardente e carregado de tesão.
Sobre o estreito sofá, nossos corpos colados, nossos seios esmagados, as pernas enlaçadas e as mãos repletas de malícias faziam carícias ousadas. Quando nos separávamos, ofegávamos de desejos e o carinho em nossos olhares, levava-nos a outros beijos. Entre dezenas de beijos e carícias, aos poucos despimos uma à outra, até ficarmos completamente nuas e desfrutas das nossas peles, livres de qualquer empecilho.
- Sei que somos mulheres, mas eu te amo e precisava te dizer isso, você é muito mais que uma amiga para mim!
- Você também... Você também... Aline!
- Quero uma noite só nossa!
Ela levantou-se, estendeu-me a mão e fomos para o quarto.
Ligou o CDplayer, a música era Changes de Black Sabbath. Talvez representasse o momento pelo qual esta estava passando, a sua carência naquele dia.
"I feel unhappy, I feel so sad..."
Sentei na cama e logo depois ela sentou ao meu lado. Acariciei seus cabelos e a trouxe mais para perto de mim. Segurei firme uma das suas mãos e a outra enlacei seu pescoço. Nossas bocas se juntaram, enquanto os dedos entrelaçados nos mostravam a intensidade do momento. Nos beijamos por longos minutos e devagar fomos deitando na cama.
Continuamos o beijo e nossas mãos iniciaram as carícias, deslizavam pelos nossos corpo, iam e vinham e exploravam cada uma das partes de nós.
Não precisávamos falar, nós sabíamos tudo uma da outra, como, onde e o que  fazer.
Desci minha boca pelo pescoço de Aline, deslizando minha boca pelo colo dos seios e dediquei minhas melhores carícias à eles, dando especial atenção aos mamilos. Enquanto minha boca estava ocupada com os seios, uma das minhas mão escorregou entre as suas pernas, ela abriu-as, deixando-me livre para masturbá-la. Meus dedos exploraram-na, acariciaram sua flor e circularam vagarosamente seu botãozinho. Ela gemia e se retorcia, sussurrava e arfava. Deixei os seus seios e fui descendo e beijando sua barriga, meus seios deslizavam em sua pele e colhiam o seu suor. Beijei as virilhas e depois me perdi por longos minutos, entre as suas pernas, saboreando cada gota da sua excitação e dando a ela o calor da minha boca.
Parei... Rastejei o meu corpo sobre o dela, fui até a sua boca e a beijei. Deitei ao seu lado e ela sem esperar, pois sabia o que eu queria, repetiu no meu corpo, todas as carícias e carinhos, que a pouco, ela havia recebido de mim.
Não lembro direito, mas logo estávamos deitadas ao contrário. Deitadas de lado e com as cabeças entre as pernas. Nossas mãos acariciavam, apertavam, arranhavam as costas, tocavam a pele, os seios, as nádegas e as pernas. Nossas bocas dedicavam carícias às flores molhadas, aos botõess rosados. As linguas lambiam e nos invadiam e provavam do nosso prazer. Finalmente, estremecemos e gozamos!
Por alguns instantes fiquei parada, quase anestesiada. Retomei minhas forças, sentei na cama, passei minha mão pelo seu corpo, acariciei o seu rosto, deitei ao seu lado e debrucei a minha cabeça em seu ombro, sem falar nada. Adormecemos!
Acordei, meu celular estava tocando:
Blulibóbrublibliblulbu!!! (algo assim, impossível descrever o toque do tijolão Motorola PT550)
Olhei o display, minha mãe!
- Oi mãe!
(...)
- Tô com a Aline!
(...)
- Só de manhã!
(...)
- Tchau, fica descansada!
Aline acordou...
- Tua mãe Lena?
- Sim, estava preocupada!
- Gosto tanto dela!
- Ela te adora!
- Um tempo pra cá ela está bem mais próxima, eu sinto isso!
- É que ela sabe de mim, eu contei! E contei sobre nós!
- Oque? Como vou olhar para ela se...
- Não te preocupa, ela entendeu e disse se eu sou feliz, tudo bem!

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Meu Brinquedo

por H. Thiesen 

Quero te sentir voraz,
Alucinado pelo meu desejo
Sem importar-se com o tempo
Nem mesmo com o meu ensejo

Quero tê-lo em meu domínio
Retido pelo meu preceito
Amarrado ao meu prazer
E obedecendo-me no leito

Quero fazê-lo um brinquedo
Disponível em minhas mãos
Um doce na minha boca
Degustado com paixão

Quero oferecer-te o gosto
Do meu fruto molhado
E espero que te dediques
Ao meu sabor adocicado

Quero-te deitado e imóvel
Observando-me passivo
Sentando sobre teu membro
Duro, quente e invasivo

Quero te ver delirar
Entregue a esse mormente
Deixando-me te cavalgar
Quieto e obediente

Quero-te sob meu corpo
Para abusar de você
Vendo-te delirar
Entregue a minha mercê

Depois do meu orgasmo
Satisfeita e cansada
Vou permitir o teu gozo
Na minha  carne suada

Por fim deitada ao teu lado
Liberta do meu "assombro"
Com a cabeça em teu peito
Quero dormir no teu ombro!

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Na frente do corninho!

por H. Thiesen 

Ante o olhar cobiçoso do marido, que adorava ser voyeur e por consequência um corno manso, ela era comida pelo amante, cuidadosamente escolhido, um garanhão com mais de um metro e oitenta de altura, um físico privilegiado e um cacete enorme.
Com as pernas imensamente abertas, ela recebia a vara, que entrava e saia com virilidade e muita insistência da sua buceta. Cada estocada, carregava demasiadamente a luxúria e arrancava-lhe gemidos de prazer e deleite.
O corno olhava e se deliciava numa punheta frenética, vendo o amante enterrar-se nela.
Quase sem sentidos, ela ria e chorava de tesão, mas para a rola enorme entregava-se totalmente. Com o corpo tremendo, deixava-se invadir e pedia que o falo a arrombasse à contento.
Na sua buceta molhada, o amante deslizava para dentro, metendo o caralho no fundo e tocando-lhe o útero.
Ela gemeia como uma gata no cio, enquanto o marido mandava o amante fodê-la, impiedosamente.
Já quase sem força, com a buceta ardendo, ela pedia que a tora não parasse e a fodesse sem pena. Num grito estridente e com o corpo tremendo, entre os espasmos e quase enlouquecendo, teve um orgasmo intenso e potente. 
O amante saiu da sua buceta e manipulando o imenso pau, numa rápida punheta, gozou sobre ela, banhando de porra o ventre e os seios.  
Ainda ofegante e com as corpo tremendo, ela mandou que o marido lhe chupasse a buceta. Com o contato da língua na buceta sensível, ela excitou-se outra vez e na boca do corno gozou novamente.
Com o gosto do orgasmo da esposa na boca, saciado pelos olhos, por vê-la fodida e satisfeita, implorou à ela um orgasmo, que quase já se fazia presente. Ela o chamou, deitou-o no piso do quarto e tomou na sua boca, o pau do marido duro e reluzente. Chupou-o e lambeu-o como se estivesse faminta e recebeu na garganta a porra viscosa e quente. Depois rastejou sobre o corpo dele, até alcançar a boca seca e beijou-o ardentemente! 

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Provocando no Trem

por H. Thiesen 

Eram oito horas da manhã, eu estava indo para o Centro de Porto Alegre e o metrô estava completamente lotado, as pessoas se espremiam para embarcar e notei que um garoto, mais ou menos com uns vinte anos, atrás de mim. A cada balanço, a cada curva, eu sentia ele mais próximo. Como sempre eu estava com meu tipo de roupa predileta, sempre muito ousada e mostrando meus contornos, principalmente com a bunda em evidência e ousando muito no decote. Eu sentia ele cada vez mais próximo, a ponto de sentir a sua respiração em minha nuca, Já havia sacado a sua intenção e resolvi deixar como estava para ver o que acontecia.
Comecei a me excitar com a proximidade e cooperava com a situação ficando em posição a qual ele pudesse se acomodar ao longo do meu corpo. O vagão lotado, nos espremia um contra o outro e o encaixe era obrigatório. Através da minha calça legging, eu sentia o volume crescendo em suas calças. Me movimentava devagar e fazia a minha bunda esfregar em aquele volume quente. As vezes me empinava e deixava que ele se encaixasse completamente. Ele me apertava cada vez mais, parecia querer me penetrar através da roupa.
Ousei um pouco mais, delicadamente e disfarçadamente para ninguém notar, levei minha mão de encontro ao seu pênis e comecei a acariciá-lo. Ele suspirava em minha nuca e eu o masturbava por cima da roupa. Minha mão passeava pelo seu pênis e testículos, eu o apertava com muito tesão e oferecia a minha nuca para que ele sorvesse o meu perfume.
Estava muito quente e eu estava muito excitada. Fui me virando devagar e me ajeitei para que ele pudesse perceber tudo por dentro do meu decote. A bolsa em um dos ombros era segurada pela minha outra mão e a posição dela, cruzando o braço por baixo dos seios, possibilitava que eu os levantasse e os exibisse. O cenário era altamente erótico. Minha mão continuava em seu pênis, ele colado em minhas coxas, seus olhos mergulhavam entre meus seios e a nova posição nos deixavam de rostos completamente colados.
Foram 20 minutos mais ou menos neste esfrega, rala e enrola.
Eu sabia que quando desembarcasse, ele tentaria se aproximar, desembarcando na mesma estação, isto é algo normal, um cara não deixaria passar em branco e não é sempre que um homem tem uma oportunidade assim, seja qual fosse a estação. Meu destino era a Estação Terminal e com certeza a esta altura dos acontecimentos, o dele também.
A lotação do trem começou a diminuir, não poderíamos continuar e me afastei um pouco. Ele se ajeitou para a sua excitação não aparecer através das suas calças jeans.
Resolvi desembarcar na penúltima estação, e como eu previa, ele fez o mesmo. Caminhei ao lado do trem parado e ele sempre ao meu lado. A campainha característica de portas fechando soou, e pulei para dentro do trem no último momento, durante o fechamento das portas. Olhei pela vidraça do trem, ele me olhava, joguei-lhe um beijo e com a outra mão, um tchauzinho!

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Eu sou foda!

por H. Thiesen 

Ok! Eu admito sou ninfomaníaca compulsiva, sou voyeurista nata, exibicionista, sadomasoquista curiosa, aliás, curiosa sadomasoquista. Ando por terrenos perigosos de gozos e gemidos.
Prefiro o sutil ao escancarado, o erótico ao pornográfico, mas apesar disso, sou bem safada e atrevida.
Sou uma dama na sociedade e uma puta na cama, mas sou capaz de subir em um salto, me espremer numa calça bem apertada, sair por um decote, caprichar na maquiagem e ser uma puta na sociedade (Bem, pelo menos é o que falam as más línguas, quando me visto assim!).
Já fui menina-moça, um vulcão com rostinho de anjo, putinha no escuro do cinema. Passei pela idade do arreto, do esfrega e saí correndo na hora "H". Tive meus seios chupados e lambidos furtivamente, soquei punheta pro namorado e paguei boquete num canto qualquer. 
Já fantasiei um príncipe encantado, carinhoso, gostoso, sedutor, inteligente, lindo e maravilhoso, atleta sexual, fiel, leal e que me fizesse gozar o último e o maior dos orgasmos (Uauuu, um sonho perfeito de menina!).
Já transei em lugares públicos pacatos e agitados, privados e proibidos, em motéis e swings. Já fui pega me masturbando, já fui pega transando. Já espiei e me espiaram transando.
Sou siririqueira de plantão, adoro por a imaginação aos serviços de Eros e Afrodite e os dedinhos nervosos na minha xoxota. 
Masturbasticamente falando, já me imaginei estar com o mais lindo dos homens, aquele que é difícil de existir e mais difícil de encontrar, até já tive o orgasmo definitivo e igual não haverá outro!
Eu sou muito tarada, não posso ver homem gostoso, sem muitos músculos, inteligente, sedutor, charmoso, cheiroso, desde que não fique na frente do espelho se comendo, eu traço e dou pra ele a noite toda. Eu beijo, chupo, mordo, arranho, aperto e como (Se for pauzudo então... nossa!).
Tá, eu falo, só estava deixando pra depois. Mas, vá lá, eu conto agora: Eu tenho uma queda por mulheres lésbicas bem femininas e garotas bi. Ok, não é só por elas é por morenas, loiras, negras, japonesas, européias, latinas, jovens, maduras, inexperiente, rodadas, encabuladas e safadas, mas detesto as ciumentas (Pegar no meu pé, comigo não João!). Adoro uma xoxotinha lambuzada, um peitinho durinho na minha boca ou um peitão na minha cara. Fico molhada com outros seios roçando nos meus, subo as paredes com um batom no meio das minhas pernas e gozo como louca depois de um velcro bem grudado.Dizem que amor de pica é o que fica e eu completo, amor de xana não engana!
Depois desta auto-análise e dessa confissão totalmente erótica e fodástica, só posso concluir uma coisa:
- Eu sou foda!

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Vontades e Taras



por H. Thiesen 

Depois que minhas mãos
Deixam teu corpo
Admiro teu clímax
Fi-lo antes,
Quente e rijo
Vi-o pulsar e jorrar
Resta-me gotas do gozo
E com elas o gosto
Que a minha boca almeja
Sugar à última gota!
São minhas vontades
São minhas taras!




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Traços Exibicionista

por H. Thiesen

Hoje eu descobri que sou o teu desejo mais secreto e que tu me quer de um modo alucinado. Aos teus olhos famintos, sou o teu alimento e me devoras com teu olhar sedutor, percorrendo com tua fome cada uma das partes do meu corpo. Enquanto deitas o teu olhar sobre mim, teces uma teia sedutora, na qual fascinada eu me enredo e através dela eu sinto o quanto tu me queres. 
Um desejo enorme me abate, sinto prazer e me transformo em tua presa tentadora. Vejo na tua tentação, todo poder que disponho sobre ti, com toda a malícia que me é disponível, traço as minhas estratégia, mesmo presa em tuas teias, ainda assim posso controlar, ditar as regras, basta-me que saiba usar as armas certas e o veneno da minha sedução.
Deixo que te fascines por achar que me prendeu se sem juízo não notes o perigo ao te aproximar. Deixo que acredites que me abateu e que me fez tua prisioneira, tolhida por tua teia sensual, imobilizada pela fascinação do teu olhar.
Não revelo as minhas intenções, recolho as minhas presas, escondo as minhas armas. Quero que tu percas o juízo e que aumente a tua vontade, para lançar-te sobre mim, acreditando não correr perigos.
O meu prazer aumenta, ao ver-te aproximar, deixando exalar o meu perfume, para aguçar a tua vontade e deixar-te confiante com os pontos fracos a descoberto. Provoco todos os teus sentidos e o teu tesão por mim.
Sinto-me totalmente devorada pelos teus olhos, vejo a tua boca salivando e as tuas mãos suando, esperando pelo momento certo para me atacar e saciar a tua fome, a tua sede e todos os teus desejos. Mostro-me cada vez mais sensual, deslizo as mão pelos meus cabelos, jogo-os ao vento, percorro os lábios com a minha língua, meu olhos emitem suas luzes mais sedutoras, Finalmente eu sei, que passei de presa à caçadora, é a chegada a hora do meu bote derradeiro. Lanço-te, com toda a minha malícia, o meu olha mais profundo e pecador, mas ao mesmo tempo ameaçador e que diz, não te aproximes!
Aproximo-me sorrateira, teu olhar teima seguir os movimentos dos meus quadris, jogo mais um pouco de sensualidade, para te deixar com maior desejo. Desfilo à tua frente, malvada, licenciosa e sagaz. Quero que percebas meu decote, ajo com precisão e faço-te notá-lo, espero-te penetrar o teu olhar entre os meus seios. Finjo, inclino-me para arrumar a barra do vestido, deixo cair o meu decote e os meus seios quase totalmente à mostra. Sinto a tua ansiedade e percebo todo o teu desejo e paro, viro-me e me afasto, deixando agora o rebolado de minhas nádegas. Ouço a tua respiração e teus suspiros, sei que tenho-te ao meu dispor.
Enquanto me afasto, imagino as tuas carícias, penso em teus toques sobre o meu corpo, desejo o calor da tua pele, quero os teus gemidos perto dos meus ouvidos. Minha excitação aumenta ao pensar que posso devorar e ser devorada. Excita-me imaginar-te na cama ao meu lado e sentir o contato da tua boca, da tua língua, das tuas mãos, o teu peso sobre mim, o teu sexo invadindo o meu e finalmente o teu gozo derramando sobre mim. Mas eu sou maldosa, exibir-me é o meu maior prazer. Sinto-me molhada, meu prazer escorre entre as minhas pernas, minha calcinha e as meia-calça umedecem, a loba em mim está no cio. Jamais tocada eu fui por ti e jamais serei. Meu corpo jamais será um reduto para o teu prazer, a não ser para os teus olhos. Nunca saberás que te desejei-te, mas te fiz saber que não me possuirás, escondo-te os meus desejos, aos teus olhos não é mais possível me banharem, já não estou a alcance deles e vou em busca de um outro olhar.
Assim é que eu sinto prazer, provocando e seduzindo, deleitando-me ao saber que sou desejada.
Mas o que eu queria mesmo, é que não sentisses medo e me tomasse de assalto em teus braços, pois todo o tempo eu desejei-te e fiz tudo para que não percebesses.

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Minha doce Jéssica

por H. Thiesen

Jessica era o nome dela e ela era assim... Puta, cadela, uma completa vadia, mas era só minha! O seu corpo servia-se do prazer e o poder que eu tinha sobre ela, fazia dela minha submissa. Não servia para mais nada, a não ser sempre estar pronta para a lascívia. Ousava olhar em meus olhos e do jeito mais relés, pedia-me pelo prazer:
- Vem e come a tua cadela!
Nunca conheci alguém tão despudorada e  fútil, capaz de qualquer coisa para ter sexo. Castigava-a de imediato quando se comportava desse modo. Encostava-a numa parede, puxava-a pelos cabelos e aplicava-lhe fortes palmadas nas nádegas, depois virava-a para mim e  apertava-lhe os mamilo até faze-la gritar de dor. Ela era assim, a dor dava-lhe enorme prazer e o castigo era-lhe uma carícia insana. Tentar castigá-la era perda tempo, então mandava-a abaixar-se e lamber os meus pés, tal e qual uma cadela leviana e obedecia-me, com enorme prazer, entrava no cio e faltava-lhe apenas ladrar.
Porém, o poder que eu tinha sobre ela, era-me excitante demais. Cheguei a pensar em marcá-la com um ferro em brasa, para ver se seria-lhe uma punição e fazê-la sentir, pelo menos, um pouco de ira. Quanto mais eu pensava em castiga-la, mais eu me excitava e acabava cedendo aos meus caprichos e deixava-a lamber-me por inteira. Ela lambia-me, chupava e sugava  de um jeito impudente e eu não precisava de esforço nenhum, me levava a um gozo quase glorioso, tamanha era a sua desenvoltura.
Eu sabia que o castigo a excitava e a dor levava-a a loucura e quanto mais louca, mais dedicada ela era. Não foram poucas as vezes que marquei-a com força, infligindo-lhe um flogger ou a cane em suas costas, depois amarrava-a, vendava-lhe os olhos e desferia-lhe tapas na cara e via-a molhar. Ao vê-la excitada, uma simbiose se instalava e eu me rendia, ficava mais excitada e beijava-lhe o corpo, sugava os mamilos saltados pelo aperto das cordas e mergulhava entre as suas pernas para provar o mel que escorria. Fazia-a gozar loucamente, depois a libertava e delirava ao ver as marcas vermelhas das cordas em seu corpo.
Ela fazia tudo de uma forma tão entregue, que quando a olhava, eu me intrigava e me perguntava, por onde andava a vontade pela luxúria e descobria que a submissão era mais forte e dava-lhe mais prazer que o sexo e este era bem melhor se eu a punisse.
Ela era assim, uma submissa, uma cadela, apenas a puta que me satisfazia, mas ela sabia que apesar das aparências e de todo o poder, não era eu, mas era ela que me dominava!

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Ah... Essa lingua!

por H. Thiesen 

Ah... Tua língua
Que afunda no meu meio,
Desvenda meus segredos,
E avulta meus anseios!
Ah, tua língua safada
Que parece uma brasa
Passeia em meu corpo,
Me estremece e me arrasa!
Ah, essa língua bandida
Teimosa e ardente
Que me deixa molhada
E com o desejo latente
Ah... Tua língua
Que lambe gostoso
Quando me leva a loucura
E prova meu gozo!
Ah... Essa língua gulosa
Que colhe meu mel
É uma perdição
Que me leva ao céu!
Ah... Essa língua
Quando te esfrego na cara
Meu orgasmo é imenso
E o meu tesão não para!
Ah... Tua língua
Tal e qual serpente
Me faz  te querer
Dentro de mim urgente!

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Molhado, completo e total!

por H. Thiesen 

Nossos corpos tremem com caricias ousadas e a tua mão desliza pelo meu corpo, explorando minhas vontades!
Boca sedentas, beijos ardentes, línguas tramadas, pele colada, respiração ofegante e ocoração acelerado.
Eu te quero, você me quer, nos queremos! Tu me completas e preenches o vazio. Quero ser tua, tua somente, com todo o calor dessa paixão. Eu muito preciso dessa volúpia, verdadeira luxúria, sem medo nenhum, sem culpa e sem pecado algum!
Quero te sentir em cada carícia, cansado e suado. Quero que me sintas, excitada e molhada!
Te quero em mim, duro e profundo, usufruindo todo o tesão que sinto por ti!
E, entre os desejos, os sonhos e as fantasias, eu me entrego pra ti e tu  te entregas pra mim!
Não temos limite, vamos juntos ao êxtase! Meu corpo no teu corpo, teu sexo no meu, tua boca na minha.
Um jogo intenso de movimentos e roubo de sentimentos. Uma troca imensa de carícias e líquidos! Uma permuta de prazeres e carnes até que nosso gozo se faça molhado, completo e total!

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Do elevador para a cama!

por H. Thiesen

No elevador ela me apertou contra a parede e me beijo intensamente, dava a entender que queria ter o controle da situação e eu confesso, fiquei excitada e topei a brincadeira.
Logo depois de entrar no seu apartamento, ela repetiu a dose, fechou a porta, me agarrou e voltou a me beijar, desta vez, passando a sua mão por todo o meu corpo. Não me fiz de rogada e retribui da mesma forma, segurando as suas nádegas e enfiando a mão dentro da sua calça legging.
Arrancamos roupa por roupa e nuas, fomos até o quarto. Ela deixou-me deitar e jogou seu corpo sobre o meu, atacando novamente os meus lábios com sua boca sedenta e os meus seios com as suas mãos quentes. Novamente tentei apertar sua bunda, mas ela segurou as minhas mãos e prendeu-as acima da sua cintura, não deixando que eu a tocasse. Disse-me que era ela queria divertir-se e me dar todo o prazer possível.
Senti sua língua descendo, passando pelo meu pescoço, depois alcançou meus seios e finalmente os meus mamilos. Chupou-os, lambe-os, mordiscou-os levemente e sem se demorar muito, desceu pela minha barriga, distribuindo por onde passava, muitos beijos e lambidas.
Abriu minhas perna e me olhou, no seu rosto havia um sorriso safado e malicioso, mas antes de atrever-se pelo meu sexo, lambeu minhas virilhas e circulou-o, evitando tocar os meus lábios úmidos e molhados. Fez isso por alguns segundos, deixando-me louca e implorando pela sua boca. Novamente ela me olhou, sorriu e lambeu levemente o meu clitóris,  fazendo-me subir pelas paredes e quase gritar de prazer. Torturando-me e despertando mais desejo, permaneceu brincando por algum tempo, até que afundou entre as minhas pernas e afogou-se no meu néctar. Ela sabia muito bem o que fazei e quando percebeu que eu iria gozar, invadiu-me com sua língua, me proporcionando um orgasmo delicioso. Desaguei todo o meu gozo na sua boca, contorcendo e apertando a sua cabeça entre as minhas pernas.
Desfaleci de prazer e gozo, precisei de alguns minutos para me recuperar. Depois sim, foi a minha vez e a fiz gozar loucamente, assim como ela havia feito comigo. Passei a noite em seu apartamento e ficamos a noite inteira nos beijando, nos tocando e claro, gozando muitas outras vezes.

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Origens


por H. Thiesen 

A primeira putaria aconteceu muito antes do inicio da história.
A Sopa Primordial de compostos orgânicos, que possibilitou a origem da vida, deveria ser chamada de Surubão Primordial. Aminoácidos traçavam proteínas, que pegavam moléculas, transavam com hidrocarbonetos, depois se dividiam, faziam trenzinhos e não havia fidelidade, átomos pulavam de um lado para o outro e se juntavam ao primeiro que encostasse, sem observar o sexo do pretendente.
Era uma verdadeira orgia, tudo junto misturado. Uma Terra onde ninguém era de ninguém!
Hoje em dia conhecemos isso, pomposamente chamado de menáge-à-tróis, swing ou derivados!

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Calcinha Vermelha

por H. Thiesen 

Era começo da madrugada quando se despediram, ele fora levá-los até a portaria do prédio e retornara ao apartamento. Beto abraçou a esposa, que lavava a louça, pela cintura e comentou:
- O que você achou deles? Muito simpáticos, né?
- Muito. Ela é bonita. Ele trabalha com você há quanto tempo mesmo?
- Três anos, mas agora que resolvemos estender a amizade e achei interessante oferecer um jantar para eles.
- Beto, da próxima vez, me avisa antes, tá?
- Sempre assim, sempre reclamando!
- Claro, você faz o que dá na tua cabeça e a correria fica pra mim!
-  Depois a gente conversa. Tô me mijando!
Ele saiu correndo na direção do banheiro. Michele, despreocupada, continuou lavando a louça, mas logo ouviu Beto gritar, retirando-a da sua concentração:
- Não acredito! Não acredito!
- O que Beto? Não grita, já é tarde vai acordar os vizinhos!
Beto saiu do banheiro trazendo uma calcinha vermelha na mão:
- O que é isso?
- Não sabe? É minha calcinha!
- Eu sei, mas estava pendurada atrás da porta do banheiro!
- Sim, eu tomei banho, lavei e pendurei! E daí?
- E daí que o Tonho foi no banheiro!.
- É só um pedaço de pano. A mulher dele também usa calcinhas.
- Mas essa não é da mulher dele. É tua!
Mostrando ironia, ela respondeu::
- Qual o problema, tá limpinha!
- E se ele se excitou vendo a tua calcinha e esfregou nele?
- Beto, só tarados fariam isso!
- E se ele é tarado?
- Você não o conhece bem?
- Sim, mas...
- Você faria isso com a calcinha da mulher dele?
- Claro que não!
- Então tudo bem!
- Tudo bem nada! Você já imaginou ele se masturbando com a tua calcinha?
- Beto, vai dormir! Crise de ciúmes a essa hora?
- Ele pode muito bem ter gozado nela, imaginando você a despindo?
- Faça-me o favor Beto... Isso é ridículo!
- Tá molhada ainda, ele lavou! Filha da puta!
- Tá molhada porque eu lavei!
Irritada com a discussão, ela arrancou a calcinha da mão dele:
- Me dá isso aqui! Acabou a discussão! Isso não tem sentido. Você bebeu demais!
- Não estou bêbado! Responde... Você já imaginou ele passando a tua calcinha no pau dele?
Com um olhar de fúria, ele jogou um dos pratos na pia, tapou os ouvidos e  saiu correndo na direção do quarto gritando:
- Chega, chega, chega!
Insatisfeito, ele foi atrás:
- Com que cara vou chegar na empresa amanhã?
- Com a cara normal, é apenas uma calcinha vermelha!
- Calcinha vermelha e sensual, do jeito que os homens gostam!
- Tá e daí?
- Eu trabalho na mesa em frente da dele!.
- E o que eu tenho com isso?
- Imagina ele rindo e olhando pra mim!
- Isso é idiotice sua!
- Idiotice? Imagina ele me olhando e pensando: - Gozei na calcinha da mulher desse trouxa!
- Antes na calcinha do que em outra coisa.
- O queeeeeeeeeeeeeeê?
- Não te preocupa, você não é chifrudo ainda?
- Ainda? Tá pensando em me trair?
- Não, mas se você continuar assim...
- Assim o que?
- Vou embora! Já enchi o saco!
- Todo homem é tarado. Você sabe! A culpa não é minha!
- Eu sei? Mas essa burrice é!
- Você deixou a calcinha no banheiro só para me irritar!
- Chega de paranoia, esquecer calcinha no banheiro não é um crime.
- Mas justamente no dia que um colega e a sua mulher vem nos visitar?
- Esquece Beto, já passou! Quando você mija o assento do vaso, eu não falo nada!
- Não mude de assunto. A conversa é sobre a tua calcinha.
- Vai te tratar, procura um psicólogo!
- Estou errado? Existe coisa mais ridícula do que uma calcinha pendurada no banheiro?
- Eu reclamo da tua sujeira? Quando você come salgadinho e espalha tudo no carpete da sala?
- Não é pior do que exibir a calcinha no banheiro!
- Ah não???? E as tuas cuecas velhas e cagadas? Pior... Eu penduro no varal e a vizinhança vê as cuecas furadas? E o saco que você coça na frente de todo mundo?
- Não muda de assunto. É sacanagem! Todos os meus colegas vão saber que você usa calcinha vermelha... Mi-nuuuuuús-cu-la!!!
- Muda de emprego e encontra um onde ninguém tenha visto a minha calcinha!
- Isso não, onde vou encontrar outro salário igual!
- Então deixa de paranoia e age normalmente!
- Normalmente... Como? Amanhã a calcinha da minha mulher vai estar na boca de todos os meus colegas!
- Chega... Já são duas da madrugada!
- Chega não... Vai dizer que eu não tenho razão? Toda a empresa vai saber! Como eu vou trabalhar?
- Cheeeeeeeeeeeeeeeeeeega!!!! Sabe do que mais?
- O quê?
- To cansada! Especulação sobre calcinha, a essa hora, não!
Ela foi até o varal, onde havia pendurado a calcinha, apanhou-a e com extrema destreza enfiou na boca dele:
- Vai dormir no sofá e com a calcinha na sua boca. Boa noite, Beto! Aproveita bem!
Virou de costa, bateu a porta do quarto e passou a chave.

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Pensamentos Indecentes

por H. Thiesen 

Despida dos meus pudores, 
visto-me de fantasias,
devaneios pecaminosos,
e faço do corpo um refúgio.

Na ponta dos meus dedos 
vão todos os meus anseios,
desejos quase insanos,
repletos de libido,
movidos pelo meu imaginário!

Pensamentos indecentes,
de uma mulher ardente,
lasciva e inquieta,
que imagina, 
molha 
e incendeia!


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Reinações de uma xoxota mal tratada!

por H. Thiesen 

Há certas coisas que eu não entendo nas mulheres. Aliás, mulher é um bicho muito doido! Não existe algo mais difícil para se decifrar do que uma mulher. Definitivamente, ser uma buceta tem as suas desvantagens!
As vezes fico pensando, por que elas são assim? Tão indecisas, principalmente para escolherem as roupas e lingerie então... Minha Nossa Senhora da Bicicletinha Pelada, é um parto!
Por exemplo, cada vez que escolhem uma calcinha, põem a gaveta abaixo!
- Essa... Não é vermelha, não combina!
- Quem sabe a azul? Tá puída!
- Ah, a branca, não dá! Tô nos dias!
- Preta! Também não é muito grande!
- Achei... Putz, me deixa com a bunda quadrada!
- Essa aqui! Não... Marca muito, vai aparecer na legging!
Eu fico louca! Elas escolhem, escolhem, escolhem e no final, sempre sobra pra mim! Buceta sofre! A escolhida é a menor de todas, a mais apertada! Aquela que só tem um triangulozinho na frente e um cordão, que entra pelo meio das minhas carnes, quando caminham reboladamente!
Ah, vocês estão rindo? 
Claro, nem desconfiam como é ser a xoxota! Ficar apertada, maltratada, estrupada pelo tal fio dental e ter que ouvir:
- Ficou linda nesta calcinha!
Aham, linda e esgaçada! Vou passar um barbante na tua boca, amarrar bem forte atrás da nuca e fazer você andar o dia todo assim, só para você ver como é bom!
Mas, acho que o grande problema não é a calcinha, mas as bundas! Se ela é muito grande, puxa tudo para trás! Sé bunda pequena, a calcinha fica fora de esquadro, o fio dental não sabe por onde entrar! Se a bunda é normal, fica daquele jeito, entra, mas não entra!
Calcinha atravessada é terrível, dizem que é quase como andar com um ovo para fora da cueca!
Mas sobre o que eu estava falando mesmo?  Ah sim!
Não consigo entender essa indecisão das mulheres, tanto esforço para nada.
E, naquela hora que elas escolhem a lingerie para dar "umazinha"? Outro parto!
Baby-doll vermelho não serve, o preto está pequeno, com a camisola branca aparece os pneuzinhos, a amarela já está velha, a rosa é para os dias de amorzinho! Tira do roupeiro, abre gaveta, joga em cima da cama, veste, experimenta, tira, veste de novo. Todas tem um defeito!
Sobra quem? Pra mim é claro! A escolhida é aquele conjuntinho preto de seda pura, pequenérrimo e gelado pra caramba! Que frio! Fico toda arrepiada, só de pensar!
Sem falar nas manias zoológicas, eu odeio, me fantasiar de oncinha, tigresa, coelhinha, ursinha e outros bichinhos mais! Foda mesmo é calcinha com estampa de perereca!
Quando elas resolvem praticar suas vertentes humoristicas, eu fico fula! Conhecem aquelas calcinhas com legendas: 
- É pra você! 
- Melhor impossível! 
- Chupe antes de comer!
- Entre aqui!
- O pinto morreu, perereca de luto!
Buceta sofre!
Então eu fico pensando, que perda de tempo! A lingerie fica por baixo e ninguém vê!
Pura burrice! Quando elas vão a um encontro, todo esse sofrimento, pra quê? Se elas tiram tudo e ficam peladas? Homem não está nem aí para a cor, para o tipo e para a beleza da calcinha, se for uma samba-canção eles comem do mesmo jeito!
Acho que mulher não bate bem da bola, tem parafusos a menos! Tem que ser buceta, com B maiúsculo, para aguentá-las!

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O poder e o gozo!





por H. Thiesen 

Tenho nas mãos,
poder sobre teu gozo,
do qual faço uso,
tal mel gostoso!






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Meu cu!

por H. Thiesen

Meu cu eu gosto de dar
meu cu estou sempre dando
gosto de sentir a pica
dentro do meu cu socando

Meu cu é coisa importante
meu cu é o centro do mundo
meu cu é perseguido
por que é quente e profundo

Meu cu é precioso
meu cu é como tesouro
meu cu não abre as portas
pra pica que não dá no couro!

Gosto de dar o cu
mas dou para quem merece
se não souber me comer
não adianta fazer prece

Meu cu eu dou por que gosto
mas não dou só por clichê
se não me fizer gozar
o meu cu não vai comer!

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Somente por tesão!

por H. Thiesen 

A nossa primeira vez, não será um entrega imparcial, não me entregarei às tuas mãos, nem mesmo gemerei ao teu ouvido e não me reclinarei ao afago da tua língua. Não pense em carinho e romantismo, porque tudo nessa noite será somente por tesão!
Tempo bastante haverá para isso! Quem sabe outra vez, em outra circunstância, mas na nossa primeira vez, eu me atreverei contigo!
Não me deitarei régia ao teu lado, nem sorrirei tímida a tua espera, não me renderei de maneira alguma, nem graciosa serei para os teu olhos.
Palavras doces não serão faladas, falaremos todas as obscenidades!
Não serei nem mesmo flexível, pois reivindicarei o meu prazer! Não descobrirás a minha meiguice, no lugar dela terás somente o meu desejo.
Assim será a primeira vez contigo!
Ousarei te dar prazer para me deliciar, minhas mãos macias te envolverão o corpo, sussurros vagarão na pele das tuas costas, meus lábios serão pétalas em teu pescoço e minha respiração será promessa a teu ouvido! Ao fascínio do meu corpo te renderás, na minha intimidade irás te aprisionar e ao entrar na minha umidade te consumirei.
Na tua virilidade irei me deleitar, mas saciarás a minha sede ao meus caprichos. Matarás a minha fome à minha vontade e extenuarei sobre ti o meu tesão!
Finalmente junto ao meu gozo, gozarás!
Porém, não pense que descansarás, por que sou sedenta e sempre quero mais!

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Me fode agora!

por H. Thiesen 

Tuas mãos ágeis tomaram o caminho do meu maxilar, senti a firmeza dos teus dedos e meus lábios ganharam um beijo ligeiro, mas ardente. No instante seguinte, aproximei meus lábios ao teu ouvido e para ele onde murmurei frase obscena:
- Quero tua boca na minha buceta... Me devora!
Desejo, malícia e fantasias. 
Deslizou tua mão pelos meus cabelos longos e ainda molhados, envolveu algumas mechas com os dedos longilíneos, puxando-as e fazendo-me inclinar a cabeça para trás. Teus lábios maliciosos e quentes desceram pelo meu pescoço e roçando a minha pele, rumaram para o meu corpo nu. O desejo ficou mais intenso e a lascívia se fez presente. Notei meu corpo arrepiar por inteiro e um breve calor ruborizou meu rosto. A tua outra mão encontrou-se com meus seios e acariciava-os sofregamente, primeiro um e depois o outro. Como golpe final, que me custou a entrega, apertou meu mamilo entre os dedos. Percebendo-me, desceu por meu ventre e pousou em meu sexo, explorando-me as dobras e bolinando meu clitóris. Eu estremeci e quase desabei.
Já sem controle dos meus pensamentos, os quais haviam se inundado de luxúria e desejos. E, até mesmo meus atos, eu não possuía mais domínio sobre eles. Eu desejava e precisava sentir. 
De sobressalto me vi empurrada e tombada na cama, mas você permaneceu sobre os pés e inclinou a cabeça para baixo observando meu corpo estirado à tua frente. Depois abaixou-se, prostrando-se de joelhos ao pé da cama. Tuas mãos pousaram em meus pés, depois de breves carícias, subiram minhas pernas e agarrando-as por trás dos joelhos e me puxaram para ti, deixando-o entre as minhas pernas. Novamente tuas mãos entraram em ação e deslizando as minhas coxas chegaram e flanquearam meu sexo.
Teus cantos de lábios curvaram-se exibindo-me um sorriso malicioso, teus olhos procuraram os meus e como se quisessem desvendar meus desejos através do olhar, neles permaneceram enquanto você arqueava o tronco e somente fecharam-se, quando senti o calor da tua boca em meu sexo. Tua língua brincou no meu clitóris e nesse encontro do sexual com o oral, ecoou pelo quarto os estalos da mistura de umidade e saliva. Senti-me escorrer na tua boca, a qual se mostrava sedenta e faminta. Enquanto você me prendia em tua boca, eu acariciava meus seios e espremia meus mamilos. Minha boca secava, o ar me faltava, minha excitação aumentava e cada vez mais eu molhava. Desesperada, eu mexia a cabeça de um lado para o outro. Da minha boca brotava gemidos, que logo se transformaram em gritos e mais um pouco em súplica veemente:
- Me fode agora... com força!
Meu pedido soou aos teus ouvidos como uma ordem e sem saber como, senti-me invadida e a tua carne afastou as minhas. Transformei-me em instintos, meus pensamentos voltaram-se somente para o meu sexo e às sensações que você me trazia, quando entrava e saía. Meu corpo resumia-se entre as minhas pernas, até que uma descarga, começando ali, espalhou-se e deu-me conta do restante do corpo, fazendo-me tremer dos pés à cabeça e pedi novamente:
- Me come com força!
Eu gozei e foi de um prazer inexplicável. O qual nunca poderei esquecer e permanecerá nos seus pensamentos, para sempre!

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Uma Prenda no Cio

por H. Thiesen 

Minhas mãos sobre teu peito,
Como uma amazona agarrada ao pelo.
Seguro-me nos teus cabelos,
Como amparada à crina.
No meu galope te exijo tudo,
quero destreza,
 força e leveza.
Sou amazona e estás sob doma.
Te monto,
Te atiço,
Te incito,
Te açoito,
E flanqueio,
Não aceito indolência,
Quero o tranco!
Te quero um potro haragano,
Indomável num corcoveio. 
Te mordo,
Te lambo
Te arranho,
Te assanho de todos os jeitos.
No trote vou-me às delícias
Agrava-me o cio,
Quero ir ao delírio:
- Bamo... à cavalo!
Ao gozo e ao encanto!

Verbetes Gaúchos
Haragano: cavalo que dificilmente se deixa domar.
Crina: pelo longo sobre o dorso do cavalo.
Flanquear: cercar
Tranco: com muita vontade
Corcoveio: pular, saltar e rodopiar sem direção.
Bamo: vamos (dialética gaúcha)

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Tua boca e meu mel!

por H. Thiesen 

Delicio-me no calor dos teus lábios 
e enlouqueço com o serpentear da tua língua. 
Deixo-me levar por estas sensações inebriantes 
e vou em busca de um prazer indescritível. 
Enquanto me dás prazer, 
escorro meus intermitentes desejos,
que brotam do meu interior 
e descem caudalosos à tua boca. 
Tu provas o sabor do meu deleite, 
mas queres tudo o que eu guardo para ti. 
É impossível segurar-me, 
ante à tuas carícias 
e derramo torrencialmente o meu orgasmo em tua boca. 
Tua boca é minha perdição, 
é onde eu extravaso minha volúpia 
e deixo o meu licor, 
que tem o gosto do meu melhor mel! 

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Cerebrudo ou pirocudo?

por H. Thiesen

Constantemente lemos por aí a polêmica pergunta:
- Tamanho é documento? Ou... Qual a importância do tamanho do pinto?
Geralmente a maioria das mulheres, preferem opinar dizendo que, é melhor um pequeno brincalhão, do que um grande bobalhão ou ainda, que preferem homens inteligentes.
Bem, eu penso diferente e digo sim, tamanho é documento!
Calma, vamos aos poucos!
Claro que nós sempre daremos preferência para homens que saibam pensar, querendo ou não eles são mais envolventes, chamam mais a atenção e a conversa flui naturalmente. Mas, existem diversos tipos de inteligência, ela pode ser científica, artística, linguística, psicológica e sensual, entre outras. Se recorrermos à história, encontraremos personalidades que fizeram uso da inteligência largamente, teremos entre essas personalidades, Isaac Newton, Albert Eisntein, Maurice Ravel, Leonardo Da Vinci, Sigmund Freud, Carl Jung, Ferdinand de Saussure, Jean-Jacques Rousseau, pessoas extremamente inteligentes, mas delas não se sabe nada sobre suas vidas sexuais, no máximo Freud arriscou-se com teorias, onde quase todos os problemas humanos possuem origem na repressão sexual e mesmo assim, nunca se soube se ele era ou não um bom amante. Por outro lado, Giacomo Casanova e Lord Byron, usaram da inteligência para passarem à história, como dois dos melhores conquistadores de mulheres, não é necessário falar muito sobre eles, a não ser que eram extremamente sedutores e conheceram durante as suas vidas, um número respeitável de mulheres. Casanova muito mais do que Byron, usou da sua inteligência sensual, apesar de ter formação eclesiástica, Byron adquiriu seu poder sensual, pelas vivências e viagens que fez.
Desta forma, afirmar que inteligência é sinônimo de "bom-de-cama", não é muito correto, talvez ela seja no máximo um complemento para a sedução. Ora, se assim fosse, aqueles primeiros citados, que usaram as suas inteligências para descobertas, artes, teorias, etc, seriam indubitavelmente bons amantes, mas a história conta o contrário, são tidos como bons amantes, os segundos, que usaram da sua inteligência para despertar a sua sensualidade. Mas... Alguém sabe dizer se todos eles eram bons de cama, tinham pênis pequeno ou grande?
A inteligência de um homem é isso, faz com que ele passe a se destacar dos demais e desperta nele o seu poder de sedução, pois é capaz de envolver e captar as atenções para si. Porém, isso não quer dizer que ele seja um exímio amante, ele pode ser no máximo, bom de papo e fazer propaganda enganosa. A inteligência é sem dúvida nenhuma essencial antes do sexo, ou seja, na mesa do bar, no restaurante, no dia-a-dia ou durante uma conversa, por que é ela, a grande responsável pela conquista.
Já falamos um pouco sobre inteligência, chegou a hora de falar sobre o pequeno brincalhão e o grande bobalhão.
Sexólogos, psicólogos e demais "ólogos" e "eutas", fazem questão de deixar claro, que o tamanho do pênis não importa para a maioria das mulheres, mas eu particularmente penso diferente, acredito que isso é algo muito pessoal, uma questão de preferência e de anatomia. Há mulheres que preferem menores, outras os maiores e existem mulheres anatomicamente tão pequenas, que o menor dos pênis é capaz de causar desconforto, assim como, há homens com pênis pequeno que causam desconforto à parceira, muito mais do que um outro, com pênis enorme. É questão de jeito, de cuidado, de experiência! Costumo dizer que há pênis que machucam muito! "Pequenos" desesperados que ficam batendo cabeça na entrada e "grandes" medidores de profundidade que levam o útero até a garganta.
Seriam estes os bobinhos e bobalhões? Creio que sim!
Na minha opinião, excetuando-se os problemas anatômicos e para esses a solução é mais complicada, o tamanho sempre será documento, desde que o homem saiba o que está fazendo, seja o seu pênis pequeno ou grande.
Por outro lado, como não importa se há mulheres que preferem os maiores e mulheres que preferem os menores? Se há mulheres que vibram, só de pensar, que irão para a cama com um grandão e mulheres que fogem deles por que lhes causam desconforto?
Cá entre nós, alguém conhece alguma mulher que fantasia fazer sexo com um "anjinho barroco"? Qual mulher ao conhecer um cara torce para ele ter um "pirulito"? Muito mais fácil é, encontrar mulheres que torcem para não encontrar um "pé de mesa" pela frente! Falando a verdade, já soube de muitos relacionamentos que acabaram, por que os pintos eram muito pequenos ou muito grandes! Casos clássicos, nos quais os proprietários dos pintos, não dominam e não conhecem a ferramenta que possuem!
Mas, o que um homem deve saber na hora do sexo? Isso depende da sua inteligência? Se depende, como um homem simplório poderá ser bom de cama? Se a inteligência é o que importa, todo homem com formação é bom de cama? Claro que não!  Como eu falei acima, a inteligencia é apenas um dos elementos para a sedução e a performance sexual independe dela. Sensualidade, sexualidade e inteligência não são sinônimos, nem mesmo garantem momentos de sexo satisfatório, pois tudo durante o ato sexual é uma questão de sensibilidade. Opa! Sensibilidade? Sim, é ela a grande responsável, para que o ato sexual seja prazeroso e satisfatório. Não adianta ser sensual, inteligente e um acrobata na cama, se não possuir um mínimo de sensibilidade e achar que só por para dentro e bombar forte resolve todos os problemas.
Muito ouvimos por aí, que as mulheres gostam de homens com pegada e o que mais existe é homem pensando que ter pegada é fazer sexo com força, meter forte e com velocidade. Será que é isso mesmo? É lógico que não! Aquilo que as mulheres tem no meio das pernas não é um pilão! Um homem com pegada é aquele que faz a mulher sentir que ele domina a situação e mostra segurança, seja na hora do carinho ou do "vamos ver"!
Então? O tamanho importa? Claro que sim, as mulheres tem as suas preferências, seja pequeno, médio, grande ou grosso, mas você pode dar um jeito e deixar essa importância em segundo plano!

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