Comida de todos os jeitos!

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por H. Thiesen 

Um lenço negro cobria-me os olhos, eu apenas sentia o perfume e o calor da tua presença. O hálito quente do meu rosto denunciava a tua proximidade e para me dar certeza disso, tua boca beijou a minha. O gosto da tua saliva despertou meu desejo, o mistério me envolvia numa penumbra deliciosa, uma torrente de calor tomou conta do meu corpo. Tua língua lambeu meus lábios, invadiu-me a boca e junto a minha travou um duelo, qual serpentes numa batalha agressiva antes do coito.
As tuas mãos sobre os meus ombros puxaram-me para o teu peito, teu perfume entrou pelas minhas narinas e e minha boca encontro tua pela, minha língua não esqueceu de deixar um rastro de saliva. Continuaste a conduzida pelo teu corpo abaixo, até sentir o calor e a dureza do teu pau rígido no meu rosto.
Prostrada de joelhos aos teus pés, sem nada poder ver, mas sentia a pulsação do teu vigor na minhas mãos, deslizando pela pele da minha face. Apesar da rigidez, a maciez da pele me causava uma sensação deliciosa e meus lábios ousaram roçar levemente nela.
Não consegui manter-me passiva, o cheiro de homem despertou-me a vontade e me deixou louca para provar o gosto másculo do teu pau. Detive-me por algum tempo, acariciando com os lábios a glande vermelha e quente, enrubescendo-a com o poco batom que ainda restara após o beijo.
Minha língua recolheu as primeiras gotas cristalinas de tesão, que brotavam do pequeno orifício e um sabor gosto agridoce impregnou a minha boca, trazendo-me um desejo maior ainda e abocanhei com toda a volúpia a tua pica rígida e quente, que já demonstrava a sua potência, com o pulsar do sangue que corria e fazia-lhe saltar as artérias e veias.
Minha boca foi invadida de uma só vez pela tua vara e lentamente expulsei-a da minha boca, deixando-a molhada com saliva. Novamente imprime-lhe carícias ousadas e generosas, rastejando a minha língua em todas as extensões do teu pau latejante, provando-o e lambendo-o de cima à baixo. Meus olhos cobertos nada viam, eu apenas sentia o teu calor, o teu gosto e o teu cheiro. Deixei que a lança potente de novo visitasse a minha garganta e depois tornei à fruta vermelha e apertei-a entre os lábios. Repeti as mesmas carícias diversas vezes, enquanto ouvia os teus gemidos e a tua respiração ofegante.
Parei subitamente, circulei a fruta vermelha com a língua e lambendo o corpo do teu pênis ereto, desci até os dois testículos, beijei-os primeiramente, depois lambi-os e finalmente os suguei para dentro ta minha boca e com a língua os acariciei, primeiro um e depois o outro e para terminar os carinhos sobre eles, suguei e lambi os dois.
Você já estava à ponto de explodir, voltei todas as minhas atenções ao caralho rijo e o engoli, retornei à cabeça vermelha e lentamente o engoli de novo, repeti diversas vezes e aos poucos aumentava o ritmo, para frente e para trás e cada entrada e saída, empregando maior dedicação e velocidade.
As primeiras gotas da tua porra brotaram quentes e caíram sobre a minha língua, seguidas pelos jatos abundantes, que esguicharam em sequência e inundaram a minha garganta.
Provei, me lambuzei, engoli e me deliciei com o teu gozo, mas continuei dando minhas carícias ao teu membro, até senti-lo flácido entre os meus lábios.
O lenço negro nos meus olhos, eu mesma o retirei e procurei pelo teu olhar. Teu olhar mostrava-me uma satisfação, que  me fez sentir uma sensação imensurável de poder, por ter proporcionado momentos de imenso prazer!
Limpei minha boca com o dorso da mão, os cantos dos lábios com os dedos e beijando todo o teu corpo, subi por ele, até alcançar teu beijo e sentir sob meu ventre, que teu pau estava enrijecendo novamente e que logo iria entrar na minha boceta e cavalgado por mim, excitada e molhada como eu estava, faria-me gozar como uma louca, pois naquele momento, o que eu mais queria, era ser fodida e comida de todos os jeitos:
- Vem... Usa esse pau e me fode de todos os jeitos!


 


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Estou louca pra gozar!

por H. Thiesen 

Guardo na minhas lembranças
o molhado do teu beijo
o toque dos teus dedos
e o cheiro do membro teso

Guardo no meu pensamento
o peso da tua mãos
passeando por meu corpo
causando-me tremor e tesão

Guardo as fantasias
da nossa noite devassa
de todo prazer que senti
tonteando-me como cachaça

Guardo o desvario
o jeito como fiquei louca
sentando na tua cara
e rebolando na tua boca

Guardo o calor e sabor
do pau duro latejando
indo à minha garganta
da boca saindo e entrando

Guardo a minha loucura
eu de quatro e toda aberta
sentindo a invasão no cu
pela tua pica ereta

Guardo todo tesão
da imagem no espelho
teu pau enterrando no cu
e a tua mão no meu seio

Guardo como quimera
teus puxões no meu cabelo
tua pica afundando
e os meus dedos no grelo

Guardo com toda ternura
o ápice dessa trepada
a tua pica entrando
na minha buceta melada

Guardo como reliquia
o teu semblante de rei
quando me fez gozar
ouvindo os grito que dei

Guardo com todo gosto
o gosto da tua porra
que bebi e engoli
e lambi como cachorra

São essas as minhas lembranças
na minha cama deitada
sem um pau pra me comer
e já estou excitada

Noite assim é tormento
não passa e é demorada
o grelo fica nervoso
e a buceta melada

Não existe outro remédio
para saudade de pica
a não ser abrir as pernas
e tocar uma siririca

Chega de lembrar foda
licença vocês vão dar
necessito tocar uma
estou louca pra gozar!

Bye, bye!

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Flores do Desejo

por H. Thiesen 

Duas flores famintas
Se encontram em segredo
Se refregam alucinadas
Úmidas pelo enredo!

Duas flores sedentas
Se beijam ardentes
Atritam suas pétalas
Belas e carentes!

Duas flores lascivas
Dançando seus desejos
Se molham e buscam
Prazer em seus pejos!

Duas flores impudicas
Num roçado gostoso
Exaustas se deixam
Abatidas pelo gozo!

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Uma despedida de solteiro!

por H. Thiesen

Na festa de despedida de solteiro e sob o olhar malicioso dos presentes,  depois de ser chupada deliciosamente, ela era fodida pelo noivo na sua última aventura de solteiro.
Com um metro e oitenta e cinco, ele exibia um físico avantajado entre as pernas dela, abertas totalmente, que recebia a imensa vara com satisfação.
Era um papai e mamãe coberto de luxúria, com estocadas vigorosas e profundas, as quais arrancavam gemidos e gritos triunfantes de prazer, para o deleite dos assistentes, que observavam e se masturbavam vendo-os foderem com tamanha desenvoltura.
O noivo, em um ataque de tesão imensurável, socava o membro colossal, que entrava e saia num ritmo alucinado, fazendo-lhe brotar na testa, gotas de suor, que escorriam-lhe pelo rosto e pingavam sobre os seios dela.
Ela segurava-lhe pelo peito e trincava sua pele com os dedos protegidos por luvas de pelica, para não arranhar a carne do futuro esposo de uma outra. Erguendo a cabeça, ela olhava para o enorme membro, indo e vindo das suas entranhas e se deliciava quando ele enterrava tudo, fazendo-a sentir as bolas baterem nas suas nádegas. Sem se conter, chorava de prazer na vara descomunal e cada vez mais excitada, sentia-se mais lubrificada e recebia com maior facilidade a grande rola dentro dela.
Ele tocava fundo no seu útero sem nenhuma dó, arrombando-a por inteiro e deslizava com violência para dentro.
Sentindo espasmos, ela gozou freneticamente, retorcendo-se e gritando desesperada.
Ele retirou a ferramenta descomunal e segurando-a na mão, despejou o gozo sobre ela, dando-lhe um verdadeiro banho com jatos longos e fortes de porra quente, lambuzando-a o ventre e os seios, sem deixar de respingar algumas gotas no seu rosto.
Contorcendo-se de prazer, ela espalhou a porra no seu corpo e só depois notou que pela violência do ato, suas entranhas doíam. Segurou com força o baixo-ventre com uma das mãos, com a outra abraçou os seios e encolheu-se sobre a cama, numa posição fetal, mas satisfeita por ter sido fodida impiedosamente.
Ela mais calma, respirou fundo e levantou-se da cama. Juntou as roupas, sapatos e bolsa, foi ao banheiro e tomou um banho. Vestiu-se, retirou da bolsa um envelope, onde estava o pagamento combinado:
- Oitocentos... Se soubesse que era tão grande, cobraria bem mais!
Saiu do banheiro, passou no meio dos rapazes. Alguns assoviaram, outros disseram-lhe bobagens:
- Gostosa!
- Puta!
- Cadela!
- Não vai ainda, dá pra mim também!
Saiu pela porta, deixando-a bater às costas, caminhou pelo corredor e parou à frente do elevador:
- Se para mim, que sou experiente, foi difícil... Pobre noiva!

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A Iniciação de Maria Rita

por H. Thiesen 

Ela nunca havia pensado na possibilidade de sexo com outra garota. Aliás, sobre sexo, ela sabia muito pouco. Maria Rita era simples, criada com todo carinho e temente, nunca lhe falaram desse e quando falavam, diziam que era pecaminoso. Porém como toda menina curiosa, sem escapar à regra, de que o proibido que é o gostoso,  no máximo teve algo próximo à sexo, uns amassos com alguns garotos, uma mão mais ousada aqui e ali, bolinagem nos seios. Tudo escondido, algumas vezes atrás da escola, em outras no cinema, em uma das vezes foi numa pracinha atrás de uns arbustos. Na maioria das vezes eram apenas beijinhos e abraços bem apertados, mas teve uma vez que pegou no pênis de um deles e correu até em casa para lavar a mão e a lavou com sabão, a semana inteira, com medo de engravidar.
Pior é que, fazia as sem-vergonhices, mas não gostava e se sentia dias e dias culpada!
Num belo dia, em sua casa chegaram algumas visitas. Parentes distantes, gente de fora, do interior. Eram pessoas que ela não conhecia, mas ouvia falar vez em quando. O homem mais velho era primo da sua mãe e trazia com ele a mulher, um filho já grandinho e um outro de colo, veio junto também uma filha, cinco anos mais velha que ela, uns vinte e três mais ou menos.
A mãe acomodou o casal e o bebê no quarto de hóspede, o menino mais velho no quartinho dos fundos e a prima distante no quarto, junto com ela.
A prima chamava-se Isaura e ao contrario dela, tinha os hormônios à flor da pele e de sexo, quase sabia tudo.
Quando anoiteceu foram para o quarto e Maria Rita convidou a prima para jogar buraco, sobre a cama, antes do sono chegar. A prima notou a inocência e seu fogo acendeu, preparando o terreno falou:
- Antes quero te mostrar algo que nós podemos fazer, mas se você prometer que ninguém vai saber!
Maria Rita acenou a cabeça e disse que ficaria entre elas, então viu a prima baixar a calcinha. Ficou assustada com a situação, por ver a prima pelada, mas muito curiosa pela xereca raspada, bem diferente da sua peluda. Arregalou o seus olhos, quando viu sua prima bolinar o grelinho, algo que ela sabia que tinha, mas não para que servia e até aquele dia pensava que era verruga. Isaura vendo-a parada, até certo ponto chocada, para tirar-lhe o marasmo, o convite lhe fez:
- Vai Maria Rita, faz também, é tão bom!
- Não posso, sou crente, é pecado!
- Que pecado nada, faz pra você ver!
- Tá bom, vou provar!
Ela baixou a calcinha e se tocou, ficaram por alguns instantes bolinando seus grelos. Maria Rita começou a suar e lhe faltava o ar, até que sentiu algo estranho e resolveu falar:
- Nossa prima que gostoso! Mas tô ficando toda melada! Ai, ai, ai!
- Continua prima, pra você ver!
Maria Rita continuou a se tocar e suas sensações aumentaram, então sem poder aguentar, teve sua primeira gozada.
- Viu prima, como é bom? Isso se chama siririca!
Desse dia em diante, Maria Rita nunca mais parou, provou o primeiro orgasmo, viciou e nunca mais parou!
Depois deitaram na cama lado à lado e a prima safada ensinou-a a se bolinarem entre si, a mão de uma na xereca da outra. Para não ficar só nisso, numa siririca fria e mútua, a prima ensinou Maria Rita a beijar na boca e, ela... Adorou!
Nos dias seguintes, inventavam desculpas, para ficarem sozinhas e fazerem o jogo da siririca. Diziam que estavam cansadas e que iriam dormir, deitavam na cama e não poupavam dedadas. Aproveitavam que estava calor e fingiam tomar banho juntas, sob a água do chuveiro, sentavam no box e tocavam varias siriricas ensaboadas com o sabonete e numa dessas vezes, Maria Rita perdeu os pentelhos para a lâmina de barbear do seu pai.
Na noite seguinte à tosa da xereca peluda, a prima Isaura abriu-lhe as pernas e atirou-se com sede no meio das coxas de Maria Rita. Chupo e lambeu com vontade, até ver Maria Rita explodir num orgasmo e sem deixá-la se recuperar, sentou na sua cara, ensinou-a a chupar e lamber, para completar o serviço, ensinou-a  beber o gozo.
- Nossa prima, é tão gostoso! Lambuza tudo, é como chupar manga!
Maria Rita ficava estupefata, a cada dia com as invenções de Isaura e torcia para que não chegasse o dia, dela ir embora.
Sempre que podiam tocavam-se e chupavam uma à outra, mas do que ela mais gostava era a esfregação, das quatro pernas trançadas e as duas xerecas grudadas e meladas e dizia:
- Prima, chega espumar que nem sabão!
O tempo passava e Isaura nunca ia embora, Maria Rita aprendia facilmente e com o passar do tempo, ficou mais esperta que a prima. Enlouqueciam na cama ou no banheiro, bolinado e esfregando as xerecas ou numa chupação.
Maria Rita pegou o gosto de transar com mulher, sexo para ela tornou-se a principal brincadeira e depois que a prima voltou para o interior, procurou e conheceu outras mulheres.
Foi desse jeito, que Maria Rita tornou-se lésbica e até hoje não esquece da prima, que lhe ensinou a gostar de sem-vergonhices.

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Excitante e sofisticado!

por H. Thiesen 

Certa vez me questionaram: Qual objeto mais estranho, que você usou numa masturbação?
Bem, respondi, não nutro muitas fantasias por brinquedos eróticos. Prefiro usar e abusar das sensações que meus dedos proporcionam. Gosto de sentir o estado de excitação do meu clitóris, em contato com a ponta do meu dedo e aproveitar tudo o que a minha lubrificação pode oferecer. Quando me masturbo sou intensa, vivo aquele momento!
Porém, um colar de pérolas foi, provavelmente, se não o mais estranho, pelo menos o mais sofisticado, com que me masturbei. A sensação de cada pérola sobre o clitóris é incrível, o movimento das pérolas deslizando entre os lábios vaginais, é totalmente indescritível. Tanto que, ainda o uso e tornou-se um companheiro inseparável, guardo-o como uma relíquia, a mais valorosa entre todas as que possuo, dentro de uma caixinha, na gaveta do meu criado-mudo!
Ah sim, sempre depois de deixá-lo seco e limpinho!

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Será que ela é bi?

por H. Thiesen 

Uma das coisas sobre a qual me fazem perguntas é "como saber se uma mulher é bi ou lésbica?" Não é uma pergunta fácil para responder, visto que trata-se de comportamento e ele varia de pessoa para pessoa. Assim, não há uma regra específica para se determinar que essa ou aquela mulher é bi ou lésbica, mas é necessário sempre partir-se do princípios que a tendência dominante é heterossexual, para evitar problemas e gafes.
Há algumas décadas atrás, talvez por ignorância (sexual) ou mesmo por preconceito, para a maioria da população, ser lésbica era vestir-se, andar e ter jeito de homem, tais mulheres eram classificadas indiscriminadamente, sem receios, de sapatões, sapatas, etc. Hoje em em dia com a liberação sexual e a preocupação com o politicamente correto, além de configurar-se como, no mínimo, ato capaz de gerar processo judicial, essa denominação foi abandonada, pelo menos publicamente, mas ainda assim, está longe o dia que o preconceito será banido do nosso meio.
O preconceito é o maior fator para que lésbicas e bissexuais mantenham suas preferências em segredo, quando muito, contam a familiares e amigos mais próximos. Também, é o preconceito, o maior responsável para que tais mulheres sejam identificadas com facilidade no dia-a-dia. Mas elas estão aí, na rua, no trabalho, no bar, no clube, na nossa roda de relações e até mesmo no interior da nossa família, são mulheres que passam desapercebidas, conhecidas ou não, colegas de trabalho, amigas, vizinhas, tias, primas, irmãs e mães, por que não avós. São mulheres normais, com apenas algumas diferenças apenas, gostam de mulheres, amam mulheres e transam com mulheres, seja de maneira definitiva, concomitantemente à relação com homens ou casualmente.
Apesar de algumas meninas se dizerem possuidoras deu um "gaydar" ou, um radar fictício que identifica prováveis mulheres capazes de se relacionarem com outras mulheres, a verdade é que, não é tão fácil assim! Levando-se em consideração, o lesbianismo e o bissexualismo, cada um tem as suas peculiaridades, enquanto as lésbica possuem uma preferência definida, a bissexual caminha em duas direções, que as mantém em uma vida dupla e geralmente a sua face heterossexual é a que conta para a sociedade, a grande maioria guarda em segredo as suas preferências e muitas passam sete chaves sobre elas, nem mesmo as pessoas mais próximas desconfiam, para algumas destas, nem o esposo. Eu sinceramente, não possuo este radarzinho, para eu descobrir, somente se a menina aparentar masculinização!
Outro grande problema é que para muitas mulheres o gatilho ainda não foi disparado e ela ainda não sabe da sua capacidade ou preferência por mulheres, outras apenas fantasiam e podem vir a consumar ou não. Exemplo disso sou eu, nunca pensei e de repente me vi envolvida por uma outra menina e o meu gatilho foi disparado. A minha primeira relação com outra menina, aconteceu em um momento de intimidade, iguais aqueles que todas nós estamos acostumadas, pois são característicos em qualquer mulher, como dormir na mesma cama, se tocar para ver a consistência do silicone, a dureza da bunda da amiga, a maciez da pele deixada por um determinado creme ou limpeza de pele, um abraço apertado e despreocupado com toque dos seios, um beijo no rosto, etc. Tudo isso pode cooperar para que acortina seja aberta e o clima entre duas mulheres mude para algo mais íntimo e quente.
Outro ponto importante é a coragem, existem situações que a dúvida requer fazer-se o uso dela. Ser corajosa e investir na possibilidade de uma relação, trás resultados. É claro, não se pode sair por aí, convidando todas as mulheres do mundo para ir à cama conosco. Mas existe sim, possibilidades que se perdem, por falta de coragem, nossa e do nosso "alvo". Quantas vezes os olhares se cruzam, os sinais do corpo emitem o sinal verde e as duas ficam no chove e não molha, somente no "ah, se te pego" e acabam cada uma indo para o seu lado. Nunca te aconteceu isso? Pense... Você colocou os olhos, se interessou e por falta de coragem deixou passar em brancas nuvens. Aqui faço uma ressalva, isso aconteceu por falta de coragem e por puro preconceito seu. Isso, preconceito. Por que além da falta de coragem, você ficou pensando que, se ela não quiser, vai ficar me chamando de "sapata", percebeu? Auto-preconceito, você ficou com vergonha de si mesmo! Mas, e se ela quisesse... você dançou! Coloque em sua cabeça, a definição precisa partir de um lado, é como uma arma engatilhada, alguém tem que apertar o gatilho e a o dedo nestas circunstâncias chama-se coragem.
Há mulheres que passam anos sonhando com outras mulheres, fantasiando beijos cinematográficos, mas isso não quer dizer que, quando ele acontecer ela será a partir desse dia uma lésbica ou bissexual, pode ser apenas uma aventura, uma curiosidade e ela pode vir a não se sentir bem. Geralmente quando isso acontece, a tendência é aumentar o desejo para beijar outras meninas, isso por que, o beijo entre duas mulheres é intenso, mais sensível e as sensações são totalmente diferentes, além disso, conta o toque das mãos, o toque de corpos femininos e envolve de ambos os lados, o jeito feminino de beijar.
Como já disse, logo no inicio, não há uma regra definida para se saber se uma mulher é lésbica ou bissexual e ainda, não sou uma conselheira definitiva, outras podem dar melhores orientações, até mesmo leitoras do blog, mas tratam-se apenas de algumas dicas e na maioria das vezes contam muito e ajudam na identificação.

Básico:
A paquera rola como com casais heterossexuais, tudo a que você está acostumada a flertar com os homens, também acontece ou pode acontecer entre as mulheres.

Olhar
Ela te olha fixamente, mas quando você a olha, ela desvia o olhar. Logo depois ela repete o olhar e volta a te encarar. Provavelmente ela está flertando. Quem sabe, por que não... mais tarde!

Unhas Curtas
Se curtas, bem pintadas e cuidadas pode ser um bom sinal. É óbvio que nenhuma lésbica deixa unhas compridas demais. E, se ela tem unhas compridas, não descarte, pode ser que ela nunca teve relações com mulheres, sempre há esperança. De maior atenção aos olhares, cruze o seu com o dela. Seja discreta e tente desvendar o mistério.

Cabelos
Ela olha você com algum interesse ou dirige olhares discreto vez em quando, ao mesmo tempo arruma os cabelos e tenta se fazer perceber por você. Tá esperando o quê? Chega junto! O sinal foi aberto, vale a pena conferir!

Lábios
Enquanto te olha fixamente, ela morde os lábios, ajeita os cabelos. Escancarou, vai fundo! Tá no papo!

Dedo na boca
Ela te olha fixamente, leva o indicador à boca, morde ou lambe discretamente, ou então chupa-o levemente.
Está te chamando, não espera muito, a fila pode andar!

Roupas
Meninas lésbicas ou bissexuais têm estilo mais básico e discreto. Algumas optam por figurinos condizente com suas preferencias, como bolsas Jack Bauer e tênis tipo All Star, mas outras se quer se preocupam com isso, são extremamente femininas (a grande maioria) e optam pelo estilo clássico,  salto alto, bolsa, calça e blusa justinhas.

Meu namorado, uma amiga
Ela tem um namorado homossexual e não quer que o mundo todo fique sabendo e se refere a ele como "o meu namorado" geralmente sem citar o nome. Evitar falar sobre o parceiro pode ser indício. Ela acha legal uma amiga amiga bissexual, e se refere como "eu tenho uma amiga que é..." ou "a minha amiga é..." bissexual, mas não cita o nome.  Pode ser ela mesmo, por que não? Está se preservando e não quer abrir o jogo. Invista na relação, puxe mais assunto, fale mais sobre o tema, opine, mostre despreocupação e aceitação, se for o caso diga a ela que gosta de meninas.

Ela fala de homens
Não perca as esperanças, comentar frequentemente sobre homens, não significa nada. É natural, ela  pode ser bissexual. 

São apenas algumas dicas, a decisão de investir ou não é sua e uma peculiaridade do momento. Mas em alguns casos é preciso pensar.
Ela é uma grande amiga sua, será que vale a pena? Isso pode se tornar um dilema.  Se não for, é bem mais fácil, você não terá muita coisa a perder. 
Sua amiga é gostosa, te causa um desejo incontrolável e não dá mais para manter somente amizade, melhor é sondar se ela beijaria outra menina, tente saber o que ela pensa sobre isso realmente, avalie a situação, afinal uma boa amiga não se encontra por aí, em qualquer lugar e a toda hora. Outra maneira é dizer que tem coragem para beijar outra menina ou até mesmo transar, repare na reação, mas isso não é nenhuma garantia, ela pode aceitar, mas desde que a outra não seja você. Pense nisso!
Já me estendi demais, acho que as dicas são boas, quem sabe na próxima balada, você descubra uma menina a fim de você, que ainda não havia reparado?
Boa Sorte!

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Sem nenhum compromisso!

por H. Thiesen 

Nosso caso começou devido a uma casualidade, dessas que não podemos explicar, simplesmente acontece. Eu sentia muito a tesão por ele, justamente por achar que ele era gay e isso me excitava muito. A possibilidade de realizar algo quase impossível, me deixava totalmente molhada, somente por pensar no assunto.
Para a minha surpresa, apesar dele ter aquele jeitinho carinhoso, ele não era gay. Além disso, ele pensava que eu era safada e que dava mole para ele.
Numa noite, na festa de aniversário de uma amiga em comum, tivemos a possibilidade de estarmos bem próximos e entre conversas piadas e risadas, ele me convidou para dançar. A musica era uma balada muito romântica e ele me abraçou com firmeza, colando-me ao seu corpo, senti o seu membro tocar a minha coxa e percebi que ele estava excitado, talvez tanto e quanto eu, foi uma encoxada deliciosa. 
Já fazia algum tempo que eu não transava com ninguém. Estava com um atraso daqueles e já pensara em procurar por garotos de programas. Durante a música, ele me apertava e ele me olhava com desejo e eu correspondia ao olhar com mais vontade ainda. Em determinado momento, aproximei do seu ouvido e disse-lhe sussurrando:
- Eu só quero transar com você. Mas negarei até o fim, caso você comente com alguém. 
Ele parou de dançar, olhou-me assustado e falou: 
- Nunca imaginei que ouviria uma proposta dessa vindo de você!
- Por que, não gosta?
- Não é o caso!
- Podemos transar sem beijar na boca!
- Fazer sexo sem beijar? Você é louca!.
- Pensei que talvez você não gostasse?
- De onde tirou isso?
- Coisas da minha cabeça!
- Hum... Marcamos?
- Para que adiar?
- Aceita uma carona?
- Depende! Para onde você vai me levar?
- Para um motel!
- Aceito!
Saímos dali direto para o motel. Na suíte ele foi direto para o banho e logo depois, eu também. Transamos no banheiro. Depois, a saga continuou na cama, num sofá vermelho que havia na entrada da suíte e repetiu-se novamente na banheira de hidromassagem. Foi a primeira vez que fizemos sexo e repetimos muitas outras vezes. Houve entre nós uma enorme cumplicidade e realizávamos muitas loucuras. 
As vezes, sentado  e segurando o membro teso me dizia maliciosamente: 
- Senta aqui, é todo teu.
 Eu me deliciava, fazíamos muitas brincadeiras. Trepamos em todos os lugares possíveis no meu apartamento. Visitamos os mais longínquos motéis, incluindo os mais baratos e os mais caros.
Um dia fui visitá-lo em sua casa e encontrei-o com um amigo, que me cumprimentou com um olhar diferente. Conversamos, contamos piadas, rimos e bebemos muito, lá pelas tantas da madrugada o amigo dele me beijou. Mas ficamos somente nos beijos. Naquela noite, dormimos os três na mesma cama, mas não rolou sexo. Muitos beijos e abraços, mão naquilo e aquilo na mão, masturbação mútua e sexo oral. Eles me bolinaram a noite inteira, chuparam minha boceta diversas vezes e eu os masturbei e fiz boquete neles, suas mãos e suas bocas passeavam em todo meu corpo, nos seios, nas nádegas, nas coxas e na boceta. Eu agarrada aos dois paus, socava duas punhetas, . Meu grelo era o lugar preferido deles, quando um saia vinha o outro, perdi as contas de quantas vezes gozei, foram inúmeras, ora numa boca, ora nos dedos.
Não quis transar com eles, fiquei com receio, mas hoje me arrependo, perdi uma oportunidade para saber como seria ter dois homens dentro de mim.
Pela manhã, depois que o amigo foi embora, ele me comeu, gozou e me fez gozar outra vez. E, então fiquei sabendo que o amigo, na verdade, era um caso dele e haviam combinado tudo! Ou seja, meu amigo gostava de comer um cuzinho de outro macho!
Nosso caso não durou muito tempo. Eu não queria uma relação estável, queria somente prazer, queria um apenas um pau sem compromisso. Uma diversão, que foi boa, até demais, enquanto durou!

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Tesão finalmente saciado!

por H. Thiesen

Ela entrou no carro e rumou para a cidade mais próxima. Pelo caminho seus pensamentos voltavam-se somente para sexo. Quando resolveu sair de férias e ir para um lugar afastado, longe de tudo, não sabia que a falta de sexo a deixaria tão louco, a ponto de dirigir por vários quilômetros, para encontrar alguém interessante capaz de acalmar os seus instintos sexuais. Aquela altura, ela não mais importava-se se a pessoa escolhia seria homem ou mulher, ela queria gozar e retirar de seu corpo aquela urgência toda. Dentro do jeans a sua buceta ardia e o grelo pulsava, castigado pelas costuras do jeans apertado. Os bicos dos seios quase furavam a malha da camiseta branca. Dirigia com uma das mãos e com a outra, ora apertava os seios, ora esfregava o meio das pernas. Seus mamilos entumescidos doíam ao contato do pano e a buceta escorria, quase molhando o jeans.
Sessenta e oito quilômetros depois, ela entrou na pequena cidade. Um velho e um menino lhe acenaram, levantando uma das mãos, ela olhou, sorriu-lhes e continuou dirigindo: - Aqui nesse fim de mundo, não vou encontrar ninguém, duvido!
Seguiu pela rua principal da cidade e estacionou ao lado de uma praça. O sol era forte, queimava-lhe a pele, ela suava, talvez de calor, mas provavelmente também de tesão. Abriu a porta do carro, bateu-a e apertou o botão do controle remoto, decidiu passear pela praça diminuta. Averiguou o território, como se estivesse armando uma emboscada, para prender sua caça e não deixá-la fugir. Viu um banco sob uma árvore e sentou. Olhava com a tenção todos que passavam, analisava os olhares que dirigiam para ela. Os homens não lhe pareceram amantes ideais e as mulheres, nenhuma tinha o jeito de lésbica ou bissexuais. Olhou no relógio, quase meio-dia, mas fome... que nada, mas decidiu almoçar. Foi a um restaurante próximo à praça, pediu uma ala minuta, um suco e para terminar, um café. O almoço, pelo menos serviu para desviar-lhe os pensamentos e arrefecer as idéias. Mas logo, suas necessidades falaram mais alto.
Voltou para o carro e foi dar uma volta pela cidade, depois de muito dirigir encontrou um prostíbulo à beira da estrada: - Foda-se, pelo menos tem putas e sexo!
Estacionou, desembarcou e entrou. As putas se olharam assustadas, estranhando a loira entrando na espelunca, talvez pensaram que era uma esposa traída, procurando o marido, algum dos clientes. A cafetina correu na sua direção e com os olhos grilados lhe falou:
- Moça, aqui é um putedo!
- Eu sei... - disse ela.
- Então...
- Então? Eu quero fazer um programa!
- Não tenho vagas no momento!
- Não, não! Eu quero fazer sexo!
- Não temos garotos por aqui!
- Tudo bem, pode ser uma menina, eu pago!
- Só uma gosta de mulher, mas está ocupada, atendendo um cliente.
- Ok, eu espero! Uma cerveja!
A cafetina se afastou, foi para trás do balcão, as meninas curiosas correram até ela, cochicharam um
pouco em volta, vez ou outra olhavam para a loira e riam. 
Uma morena jeitosa, trouxe a cerveja e serviu:
- Não é comum mulheres por aqui!
- Acredito, você é muito bonita.
- Obrigada!
- Não gosta da fruta?
- Fruta, como assim?
- Chupar buceta? Você não chupa buceta?
- Só chupei uma vez!
- Não gostou?
- Gostei, mas nesta cidade é difícil?
- Chupa a minha então? Eu pago!
- Pagando bem, que mal tem!
As duas foram para o quarto, tomaram um banho e deitaram na cama. O tesão dela era tanto, que gemia e gritava a cada lambida da puta. Insatisfeita, virou-se na cama, além de ser chupada, precisava chupar uma buceta. Elas aproveitaram o sessenta e nove por longos minutos, sorveram seus néctares, lamberam-se e chuparam-se mutuamente. Ela sentia a língua da puta sair e entrar da sua buceta e ao mesmo tempo, enfiava a sua língua bem fundo. As duas gemiam e roçavam os corpos de maneira frenética. Uma chupada mais intensa, fez o corpo dela vibrar, sentiu todos os músculos do seu corpo se retesarem e abandonou-se ao orgasmo, esguichando o gozo na boca da puta. A puta, com o rosto molhado de gozo, viu-se em pleno delírio e num grito esganiçado, se entregou ao orgasmo.
Banharam-se juntas novamente e lavaram-se uma a outra, entre muitas carícias e beijos.
- Nunca vi, uma mulher gozar desse jeito! - Disse-lhe a puta.
- As vezes isso acontece comigo!
- Parece um homem esporrando, encheu minha boca!
Ela apenas sorriu, secou-se na toalha surrada, por ser muitas vezes lavada, vestiu-se, pagou pelo serviço da puta, virou as costas e saiu.
A gozada foi boa, mas ela precisava de um pau, queria sentir algo duro e grosso no meio das pernas. Enquanto dirigia, admirou a cidade, logo desistiu. Pensando que, naquele fim de mundo, não acharia o tipo de homem que ela queria. Resolveu voltar para a cabana e pensou alto: - Paciência, daqui a três dias eu vou embora!
Saiu da cidade e retomou a estrada. Apesar da gozada com a puta, o tesão ainda não acalmara. Não via a hora de chegar à cabana e se masturbar, pelo menos haviam os consolos, dois dildos enormes, para tentar resolver o problema. Dirigia ansiosa e com o pé pesado, tinha muita pressa.
Pelo caminho alcançou outro carro e viu que conhecia o modelo, a cor e a placa. Era um caso antigo, um amigo de cama. Acelerou mais um pouco, ficou lado a lado, buzinou para ele e fez-lhe sinal para encostar. Estacionou logo à frente, abriu a porta e correu para ele. Ficou sabendo que ele, estava em viagem de trabalho, nas cidades vizinhas. Agarrou-se ao pescoço, esqueceu do seu orgulho e convidou-o para ir com ela à cabana.
Entraram aos chupões e partiram direto ao sexo. Agarraram-se, arrancaram as roupas. Ela o jogou na cama e  feito uma ninfomaníaca, montou sobre ele, deu-lhe uma bofetada que o deixou com o rosto vermelho. Arranhou o seu peito e esfregou a buceta escorrendo em seu pau, ajeitou com a mão e enterrou de uma vez. Cavalgou como louca em cima do pau. O tesão era tanto que poucos segundos foram suficientes para que ela gozar.
Na cama, ele a conhecia, sabia lhe dar prazer como poucos souberam e que ela adorava ser comida de quatro. Foi o que ele fez. Colocou-a sobre os joelhos e as mãos e agarrando-a pela cintura, enterrou-se o até o talo. Comeu a buceta primeiro e depois meteu no cuzinho.
Ela via no espelho respingado de gozo, a satisfação que estava proporcionando e recebia as estocadas com prazer, pedindo mais força e violência. Isso a apetecia mais. Deitou a cara na cama e empinou a bundinha, para ter apoio e empurrar para trás. Suas pernas se abriam, escorregando os joelhos na cama e deixando ele entrar, cada vez mais fundo.
Eles arquejavam, gemiam, gritavam e suavam.
Ela já gozara três vezes, mas pedia para que ele continuasse. Movimentavam-se incansáveis em sincronia, ele dava fortes tapas, deixando suas nádegas vermelhas. Ela uivava e chiava desesperada.
Ela  voltou a sentar-se por cima dele. Encaixou a buceta inchada no belo cacete. Cavalgou, rebolou, esfregou e os dois gozaram intensamente.
Satisfeitos, tomaram banho, vestiram-se e despediram-se. Ele voltou ao trabalho e ela estava saciada finalmente.
Tudo o que ela precisava era da boa e velha trepada. Os vibradores já não davam conta. Perderam a graça.
Bem... Pelo menos naquela hora, até o tesão aparecer novamente!

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Tesão Descontrolado

por H. Thiesen 

Sentada à beira da cama e olhando para as gotas do seu último gozo, escorridas no espelho, ela lembrava-se da noite anterior, quando gozou várias vezes e da siririca pela manhã, que havia lhe proporcionado um orgasmo devastador. Seus pensamentos voltavam-se apenas para sexo, decidira sair, procurar uma cidade próxima e encontrar alguém interessante para dar uma trepada.
O tesão que sentia, fê-la arrepender-se de ter escolhido um lugar tão longe da civilização para descansar. Queria urgentemente ter um pau entre as pernas e sentir o gosto de uma glande quente na boca, salivava lembrando-se o sabor de porra quente, enchendo-lhe a boca e escorrendo pelo seu queixo.
Lembrou-se da última vez que trepara, no dia antes da sua viagem. Um garoto inexperiente, de vinte e poucos anos, que conhecia de vista, há bem pouco tempo.
Um garoto do tipo bonitinho e cobiçado pelas meninas. Alto, magro, corpo definido em academia, bem arrumado, interessante e gostosinho, pronto a satisfazer vontades e desejos de uma loba faminta e, depois falar para os amigos: 
- Cara... Eu comi uma coroa gostosa prá caralho!.
Estavam em um bar da moda e depois da apresentação de das bandas e depois de trocarem muitos olhares, ela resolveu atacar e caminhando para um lugar mais escuro do bar, fez um sinal para ele segui-la, em direção a um lugar longe das vistas das outras pessoas.
Logo que ele se aproximou e ficou ao seu alcance, puxou-o pela gola da camisa branca e arrancou-lhe um beijo. As línguas ardentes entrelaçaram-se e invadiram as bocas mutuamente. Ele sugava os lábios dela como se tragá-los. As mãos percorreram os corpos sedentos e vorazes tentavam descobrir os segredos um do outro. Ela sentiu o pau do garoto crescendo dentro da calça folgada e recíproca, sua calcinha inundava-se abundantemente. Eles chuparam-se, tocaram-se e esfregaram-se por longos minuto naquele canto escuro. Sem importar-se onde estavam e se olhares curiosos e alheios lhes observavam , ela enfiou a mão dentro das calças do garoto e sentiu o membro quente e duro pulsar entre os seus dedos. A saliva, molhava seus lábios ardidos pelo beijo e escorria pela canto da boca, tamanha era a vontade de pousar os lábios sobre aquele pau incandescente. A cena ardente, já se tornara impossível de se tornar oculta para que passasse por perto, algumas pessoa paravam para olhar, outras davam sorrisinhos maliciosos e outros disfarçavam o olhar furtivamente. Os dois tomados pelo desejo, eram como animais no cio, queriam se entregar um ao outro com urgência e apenas pensavam em sexo... sexo... e sexo!
Diante da cena inusitada, um borburinho se formava em volta, ela pegou o garoto pela mão e decidiu passear pelo ambiente. Enquanto caminhava, traçava planos para fazer sexo com e ao passar pela porta do banheiro, disfarçando e esgueirando-se pelo escuro, puxou-o para dentro e trancou a porta. Ela agarrou-o com toda a selvageria de uma loba sedenta no cio e treparam com loucura, dentro daquele pequeno cubículo. A falta de experiência do garoto a excitava, que desajeitado seguia o que ela dizia, porém tudo tornou-se decepção, pois a afobação da juventude, fê-lo gozar rápido demais e deixá-la na mão. Como ela tinha as rédeas da trepada, fez o garoto ajoelhar-se a sua frente, segurou-o pela cabeça e levou a boca jovem à sua buceta, não pediu, mas mandou que ele a chupasse e lambesse. Rebolou convulsivamente na boca do rapaz, apertando-o contra si com violência, como quisesse que ele entrasse com a cabeça inteira nas suas entranhas. Tão excitada estava naquela hora, que não demorou muito para gozar.
Acendeu a luz, sorriu de contentamento para o rapaz, lavou o rosto e as mãos, limpou a buceta com uma toalha de papel, recompôs a roupa e saiu sem nada falar.
Ela acordou dos seus devaneios e notou que estava se tocando. Olhou-se no espelho sujo e viu-se, uma mão segurando os seios e a outra esfregava a buceta, que já estava molhada novamente. Parou, ficou estática olhando-se longamente. Sentiu-se culpada por ter-se proporcionado tamanha falta, poderia ter previsto as suas necessidades e convidado um amigo ou uma amiga para lhe acompanhar na viagem. Ensandecida pelo tesão latente, não lhe restava alternativas, ou ficava na cabana e masturbava-se até não aguentar mais, ou saia e procurava numa cidade próxima, alguém para trepar. Precisava urgentemente de um pau bem duro, invadindo-lhe as entranhas ou no mínimo, uma língua molhada para castigar seu grelo, que àquela altura latejava de tesão.
Levantou-se da cama, aproximou-se do espelho e olhando a imagem do fundo dos seus olhos, pensou:
- Vadia, eu não sabia que você precisava... de sexo tanto assim!
Foi ao banheiro, tomou uma ducha fria, enrolou-se na toalha. Escolheu uma camiseta branca, um jeans surrado, não quis sutiã e nem calcinha, calçou um sapato de salto-alto, maquiou-se rapidamente e ainda com os cabelos molhados, juntou as chaves do carro, colocou a bolsa à tiracolo e saiu pela porta. Seu destino, ela não sabia, apenas tinha certeza, que voltaria para a cabana, somente depois de uma bela trepada e após muitas deliciosas gozadas.

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Tesão Danado!

por H. Thiesen

Sou morena, cabelos longos, tenho um metro e cinquenta e nove, sou bonita, gostosa, bunduda, chamo a atenção dos homens e mulheres e sou louca por sexo. Encontrei ele e fomos direto para o...
Não gente... Pérai! É desse jeito que começa qualquer conto erótico que se encontra por aí. Não, não não! Vou começar de novo!
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Não sei por que e também não me interessa, mas talvez por introspecção e por escolha própria, ela resolveu retirar-se do burburinho do dia-a-dia e escolheu um local bem distante, longe de tudo e de todos. Como toda ação, requer uma reação, a qual nada mais é do que uma consequência, ela ficou sem algo que para ela é fundamental: O glorioso e prazeroso coito, mais conhecido por sexo e vulgarmente chamado de foda, trepada e outros tantos substantivos!
Desde que a conheci, ela é assim, loira de farmácia, seios deliciosos, gostosa, bunduda, baixinha, na idade da loba,  mas que deixa qualquer um babando, não esquecendo de dizer que é extremamente fogosa.
O sexo para ela é primordial e já havia vários dias, três semanas na verdade, que não via e muito menos segurava nas mãos um pau bem duro. Nos últimos dias já não conseguia dormir e quando isso acontecia, vinham os sonhos molhados, repletos de perversões e desejos indecentes e acordava melada, louca por pelo menos uma aliviadora e bem rapidinha. 
Numa dessas noites de retiro voluntário, ela acordou sedenta, com um tesão imenso, à flor da pele. Sentia um pênis, entrando e saindo e as bolas batendo na entrada suas entranhas. Imaginava um belo cacete, duro e quente, com a cabeça vermelha e reluzente, enchendo a sua boca e afundando-se até a sua garganta. Sua imaginação fazia-a salivar, tão verídico era o gosto de pica na sua boca. Sua buceta pingava e ardia como brasa, feito uma fogueira, esperando pela mangueira apagar o fogo.
Levantou da cama, foi ao banheiro, tomou um banho gelado, mas o tesão danado não acalmava. Lembrou que trouxera na mala dois vibradores, para essas horas de aperto, um deles enorme e outro um pouco menor. Não pensou em mais nada, abriu-a, com pressa e urgência, retirou tudo de dentro, pegou-os e jogou-se à cama, na companhia dos seus dois amantes postiços. 
Masturbou-se, naquela madrugada por um bom tempo, alternava os brinquedinhos, ora um e ora o outro, ou ambos ao mesmo tempo, um na frente e o outro atrás. Tentou por os dois na frentes, mas desistiu, a grossura era impraticável. As vezes enfiava um deles na boceta ou no cuzinho e esfregava o grelo com o outro. Outras tantas vezes, descartava os pobres coitados e usava os dedos, levando-os à boca vez ou outra, para sentir o gosto, algo que ela adora. Chupar os dedos melados e sentir o seu próprio sabor, deixa-a maluca e excitadérrima. 
Gozou infinitas vezes, sem nenhuma pausa para descanso e finalmente depois da última gozada - a melhor de todas, aquelas que bate um calorão e o corpo parece que vai desmanchar, que o orgasmo parece um desaguar de uma verdadeira cachoeira - cansada, com o grelo inchado e a buceta em frangalhos, adormeceu.

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Tesão na flor da pele!

por H. Thiesen 


Na manhã seguinte, ela acordou exausta, os efeitos da masturbação na noite anterior sobre o seu corpo ainda não passara. Apesar de ter gozado diversas vezes, ainda sentia uma enorme vontade de fazer sexo e ter uma pica dura e quente dentro dela, capaz de satisfazer todos os seus instintos.
Levantou-se, foi ao banheiro, tomou uma ducha fria, vestiu um hobbie leve e foi para a cozinha, fez um café e bebeu-o, sentada à mesa e olhando pela pequena janela da cabana.
A sua mente estava pulverizada com pensamentos indecentes, sexo, sexo e sexo. Homem com mulher, mulher com mulher, homem e mulheres, mulheres e homem, homens e mulheres, suruba, orgia, paus eretos, seios e mamilos duros, bucetas meladas, línguas molhadas, dedos invasores e safados e putarias das mais variadas, até homem com homem, andou pela sua cabeça e imaginou um pintinho mole crescendo na sua boca. A cabana distante, a pequena cozinha, a mesinha redonda, o banheiro diminuto, a sala e as poltronas rústicas, o quarto e a cama, tudo exalava-lhe sexo e um cheiro de excitação e gozo já entrava-lhe pelas narinas.
Largou a xícara sobre a mesa, foi para o quarto e deitou-se novamente. Travesseiros, lençóis, cobertores e edredons testemunharam o seu aflição solitária e o martírio da sua buceta desesperançosa e sedenta por um pau pulsante invadindo-a com violência.
Impaciente, levantou-se novamente, olhou-se no espelho e desatou o laço do seu hobbie. Sua image nua, serviu-lhe como estímulo e inflamaram seus instintos. Tocou seu próprio corpo, começando pela boca, descendo pelo pescoço, apertando os dois seios e segurando com força os mamilos entre os dedos, desceu pelo ventre e deixou sua mão entrar no meio das coxas. O tesão falou alto e num gesto instintivo, arqueou o corpo e apertou as coxas, pressionando a sua mão contra a buceta. Sua respiração tornou-se ofegante, o coração acelerou e um calor súbito subiu-lhe pelo corpo. Um gemido brotou entre seus lábios, quando sem poder-se segurar, perdida entre os pensamentos pecaminosos, cravou instintivamente a unha em um dos seus mamilos. Uma dor lascivo cortou-lhe o peito e num ato espontâneo, invadiu-se profundamente com seu dedo médio, a vagina faminta.
Sentou-se à beira da cama, abriu as pernas e vislumbrou a sua buceta enxarcada. Pousou a palma da mão sobre o púbis depilado, envolveu o grelo, com o dedo médio e indicador, e o friccionou-o sofregamente. Sua outra mão passeava pelos seios, vez ou outra segurava os mamilos com os dedos e as vezes puxava-os e torcia-os, retirando deles uma dor prazerosa, que se misturava ao prazer que avultuava-se do seu clitóris.
Deixou-se cair de costas sobre a cama e entregou-se mais uma vez ao sexo solitário. Suas entranhas ardiam de tesão e ela queimava de desejo, na ponta dos seus dedos, que açoitavam-lhe os seios e a buceta. Sua mente povoada de luxúria, impediam que ela controlasse os movimentos das suas mãos, que tornavam-se cada vez mais agressivas e marcavam a sua pele já vermelha. Sobre o grelo, seus dedos não paravam e quando paravam era para invadi-la e trazer de dentro das suas entranhas, o néctar concupiscente do seu tesão. Instintivamente levava a boca seus dedos melecados, provava o sabor da sua louca luxúria, imaginando que entre os lábios entrava um membro duro, quente e molhado.
Entre os gemidos e os movimentos descontrolados, ela buscava as delícias do orgasmo. Quanto mais ela se tocava, mais vontade de de foder ela ficava.
Desesperada e num ritmo alucinado, senti seu corpo inteiro estremecer, os músculos das suas pernas retesaram e no baixo-ventre brotou uma dor lancinante, como se fosse pontadas de agulhas e entre elas os espasmos estugavam e cada um deles faziam-na gritar. Sem domínio nenhum sobre as suas mãos, apertava as suas carnes e arranhava a sua pele, torturava o seu grelo intensamente e apenas um dedos se tornara insuficiente e invadia-se com quatro ao mesmo tempo.
Subitamente a dor no púbis subiu-lhe ao peito e uma onda fria correu-lhe na espinha, sentiu a pélvis se contrair e o ânus se adstringir. Pequenos esguichos eclodiram da sua buceta, até que junto a um urro colossal, que rompeu do fundo do seu peito, veio o maior de todos e feito um jato desmedido, lançou as gotas de seu gozo no espelho.
Sem forças e toda molhada, o suor escorria-lhe pelo corpo, sentiu vontade de chorar e ao mesmo tempo, desejava encontrar um pau ereto. Rastejou cama acima, até o travesseiro, onde deitou sua cabeça, ficou parada, descansando dos efeitos da gozada matinal. O corpo cansado e os olhos pesados, o peito arfante e a buceta ardendo, não lhe davam tréguas para pensar no que fazer. Virou-se na cama de um lado para o outro, enquanto o seu corpo voltava ao normal, uma preguiça imensa abateu-lhe e mesmo que ainda cedo, novamente adormeceu.
Acordou à tarde, com o corpo dolorido, abriu os olhos, ergue-a a cabeça e olhou-se no espelho. A imagem estava embaralhada, pelas gotas escorridas no espelho. Lembrou-se do orgasmo que se proporcionou pela manhã e sentiu que ainda ardia sua buceta, pensou no assunto e resolveu:
- Vou sair! Dar uma volta por aí e encontrar um pau para foder!

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Anal: Quem manda é você, deixe-o louco!

por H. Thiesen

Deite-o na cama e beije-o longamente, abuse da língua, introduza-a em sua boca, deixe que elas se enrosquem, aproveite e deixe as bocas bem úmidas.
Suba para cima, mostre-lhe que está louca para cavalgar.
Ajeite-se e deixe o pênis dele encaixar entre as suas nádegas. Cuide para não haver penetração, apenas acaricie-o com a bunda, para que ele sinta o seu calor e a sua umidade.
Pegue o lubrificante sem que ele veja (faça uma surpresa e guarde-o anteriormente próximo a cama ou embaixo do travesseiro), passe no seu ânus e por entre as nádegas. Continue acariciando o pênis por entre as nádegas, mas é importante, não deixe penetrá-la.
Sente-se sobre a barriga dele, deixe que ele veja a sua buceta, aproveite e se masturbe para ele.
Com a outra mão, segure o pênis, ensaie uma punheta, acaricie o saco.
Abaixe-se, beije-o novamente, desce e beije-o no peito, mordisque seus mamilos, lamba-os.
Levante-se novamente, pegue o pênis e coloque-o na entrada de seu ânus, aproveite o lubrificante que você passou e faça movimentos circulares, esfregando a cabeça na entrada do seu ânus.
Aponte e sente, deixe entrar apena a cabeça. Faça movimentos circulares com a cintura. Deixe ele sentir a entrada quente do seu ânus e aproveite para seu esfincter relaxar.
Se ele tentar penetrar, impeça-o e ameace parar, mostre-lhe que é você quem comanda.
Experimente sentar um pouco mais e dar-lhe uma pequena amostra, continue circulando lentamente, levante-se um pouco novamente e volte a glande.
Sente sobre o pênis e deixe entrar devagar, sinta ele deslizar pelas paredes do seu reto, até atingir a base e sentir o saco na nua bunda, faça a operação inversa e retire o pênis levantando-se lentamente. Repita estes movimentos pelo menos três vezes. Introduza o pênis totalmente e faça movimentos para frente e para trás, esfregando o seu grelo no púbis dele.
Pare, deixe o pênis totalmente introduzido, masturbe-se para ele ver, mostre-lhe que está gostando e totalmente excitada. Incline-se para trás, para que ele veja sua vulva e contemple o pênis totalmente introduzido em seu anus. Lambuze seus dedos em sua vagina e leve-os até os lábios dele, deixe ele provar o seu gosto de fêmea.
Comece um vai-e-vem lentamente e aos poucos acelere, se puder sente-se com força e rapidez, cavalgue-o mesmo.
Não pare, continue firme os movimentos, não desista até que ele atinja o clímax dentro de você.
Não retire o pênis, deite-se sobre ele e beije-o longamente, delicie-se com o calor e a umidade e aproveite com movimentos delicados, até que o pênis amoleça completamente.

ATENÇÃO: CAMISINHA SEMPRE!

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Muito Quente

por H. Thiesen 

Quente, como quem vem do inferno, vens me atentar. Me instiga, me provoca, me excita e me deixa molhada, louca, pirada, fora de mim. Me beija, me lambe, me morde e me aperta. Me deixa babada, marcada, arranhada e ardida.
Vem logo, passando tua língua no meu pescoço, nos ombros e nos seios. Vem, me beijando, lambendo, sugando e mordendo os meus mamilos. E, desce desfilando a tua saliva na minha barriga, circulando o meu umbigo e prossegue descendo, como se estivesse com uma fome leonina ou com uma sede de dias, à procura da fonte com a água para te saciar.
Vem e encontra, o meu cálice transbordado de mel. Te jogas à ele sem cerimônia e te abastece, me fazendo pirar. Ainda não satisfeito, decide sem me pedir permissão, mais um pouco ficar. Na boca queres a minha última gota, não vejo outra saída, a não ser deixar te lambuzar. Eu enlouqueço de vez, definitivamente me perco, pois eu te queria já, dentro de mim. Tua boca voraz se apossa das minhas entranhas e a tua língua felina lambe, serpenteia e adentra buscando mais mel. Eu saio do chão, rebolo e remexo, não mais me aguento, não me suporto e me deixo gozar. Me olhas com olhos safados e sorriso de quem ganhou um jogo e exibe o troféu. Eu te puxo pelos cabelos, te trago à boca, quero provar do meu gosto. Te abraço, te enlaço com as pernas e te deixo entrar. Preso assim tu és meu, não irei te soltar enquanto não extrair a tua seixa. Corro minhas mãos em tuas costas, agarro a tua bunda e cravo as unhas. Aperto as pernas, te trago pra junto de mim com meus pés. Te quero colado, sem nenhum espaço, bem dentro de mim. Arranho tuas costas, deixo na tua pele meus rastros de fêmea no cio. Mordo tua boca, me enrolo em tua língua, não te deixo respirar. Levo minha mãos a tua nuca, para do meu beijo não escapar, com a outra te acaricio às costas e a sobra do teu peito, que escapa aos meus seios suados. Te sinto entrar e sair, roçar e bater com força no meu botão. Meu corpo está incendiado, quero que me apagues. Tua respiração fica descontrolada, teu coração acelerado, o rubor do teu rosto me diz que chegou a hora. Eu me afrouxo, me deixo sentir as tuas estocadas finais. Tu explodes em gemidos altos, como um leão em pleno gozo. Meu corpo estremece e eu me reteso de tanto tesão. Eu entro em êxtase e me entorpeço, num gozo imenso!

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A janela da minha vizinha!

por H. Thiesen

Por detrás da cortina, de uma janela espaçosa de frente para a minha, eu a observava. Quase nua, dentro de uma lingerie minúscula, caminhava de lá para cá, as vezes sentava-se e depois tornava levantar-se, saia da sala, voltava. Demonstrava impaciência, segurava o controle remoto e apontando-o como se estivesse com as pilhas fracas, navegava os canais. Erguia-se, olhava a janela e fixava-se na minha, cheguei pensar que ela sabia que eu a espreitava. Por fim recostou-se no sofá e começou a tocar-se.
Tocava-se insigne, pensativa. O olhar perdia-se no teto, as vezes fechavam-se, para logo fitarem seu corpo e seguirem os caminhos de suas mão e seus dedos. O movimento dos lábios demonstravam sussurros, gemidos suaves e baixos. Os dedos tentavam desvendar seus segredos, desvelar seus desejos, corriam pelos da boca, levando saliva aos seios. O corpo lânguido, estirado na pouca luz da sala, exibia o bronzeado e os cabelos dourados pendiam sobre seu peito.
Solitariamente devassa, à sua maneira, abriu suas pernas e deixou uma das suas mãos escorregar por dentro da pequena calcinha rendada. A outra mão, abaixou metade do seu sutiã meia-taça, deixando-me ver a beleza de um seio pequeno, com mamilos rosados, enquanto apertava o bico, deixando-o eriçado. Mordia e lambia os lábios, talvez tentando molhar a boca seca. Vez em quando, com dificuldade, trazia o seio para perto da boca e com esforço, alcançava o mamilo com a língua.
Vencida pelo seu calor, despiu-se totalmente, jogando o sutiã para um lado e calcinha para o outro.
Deitada de pernas aberta, deixou livre, ao meus olhos, sua flor depilada e sem pelos. Tocou-se feroz, com vontade sagaz e esfregava com força a palma da mão, demonstrando o tamanho do seu desejo. Logo depois acalmou, quase inerte ficou, seu peito ofegava, ainda parada, retirou a mão da sua flor, primeiro cheirou e depois provou seu sabor.
Seu tesão era imenso e deslizando a mão por seu corpo nu, passando por seus bicos rosados, desceu ao seu vértice, onde encontro sua flor desabrochada e ainda molhada. Esbelta e despudorada com os seus dedos explorava o seu sexo. Contornava as dobras e os lábios, deixava os dedos infiltrarem-se.
Excitada e melada sem mais suportar o tesão,  abriu ainda mais suas pernas e pôs-se a acariciar-se voraz.
Da janela eu pensava, no que ela sentia, já quase sem roupa, também me tocava. Juntava o meu tesão àquela visão e permitia aos meus dedos me darem prazer.
Sobre o sofá, ela rebolava, tocava-se entre as pernas, segurava os seios e espremia os mamilos, mordia seus lábios, jogava a cabeça para os lados.
Da minha janela eu podia ouvir os seus gritos agudos e eu mais me excitava, por trás da cortina, no quarto escuro.
Ela queria tudo, quem sabe, naquela hora, ser penetrada por um macho, na sua ânsia e tamanha aflição, permitiu-se penetrar por quatro dos seus dedos.
Enquanto me masturbava, admirava da minha janela, aquela cena perfeita e enlouquecedora. 
Lânguida e molhada, invadia-se com violência e lasciva aos gritos, chegou ao gozo final, deixando seu o corpo cansado e suado, afundar no sofá
Na penumbra do meu quarto, fixando o olhar na fêmea exausta, qual um anjo caído, cheguei a um dos meus melhores orgasmos.
Ela se levantou e a acompanhei com o olhar, nua caminhou na direção da janela. Seus olhos teimavam a olhar para a minha vidraça. Esticando o pescoço e apoiando os seios nus no seu parapeito, olhou para um lado e depois para o outro, como se disfarçasse. Abriu os braços, fechou vidraça e correu a cortina de renda, permitindo-me ver apenas a sua silhueta se afastar, até a luz se apagar!
Tenho certeza, ela sabia que eu estava ali!

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Uma mordida de amor!

por H. Thiesen 

Estávamos deitados, conversando na cama, um ao lado do outro, ele virou para mim e disse:
- Hoje eu quero te comer diferente. Quero te deixar louca e sentir o teu cio! Vou te fazer uma cadela.
Eu estranhei aquela maneira, ele nunca havia dito coisas assim, sempre foi tão doce e cortês  Senti medo e um pouco de revolta, mas contemporizei e resolvi esperar, antes de reclamar daquela atitude. Ele tornou a falar:
- Quero te foder, te comer inteira, hoje você vai ser a minha putinha!
Tentei falar, ele tapou a minha boca. Virei o rosto para escapar e poder protestar, ele segurou com força, quase me impedindo de respirar, com um dedo sobre seus lábios fez o sinal para ficar quieta e nada falar, ao mesmo tempo me olhava de um jeito profundo, seus olhos pareciam me comer, balancei a cabeça concordando.
Ele se aproximou, colocou sua boca sobre a minha e me beijou, introduziu a sua língua e depois mordeu os meus lábios. Minha boca ardeu, doeu. Fiquei assustada, ele nunca havia me tratado daquela forma, aquele italiano estava me deixando apavorada.
Ele buscou na gaveta alguns lenços, voltou para cama, pegou minha mão e a amarrou com um dos lenços na cabeceira da cama, eu quis falar, ele não deixou novamente, sem me olhar cobriu minha boca com sua mão, depois amarrou a minha outra mão. O terceiro lenço reservou-o para meus olhos. Eu fiquei atada à cama e às escuras. Ele me perguntou:
- Está gostando cadela?
Nada falei, algo não me agradava, protestei com o meu silêncio. Novamente ele me perguntou, mas com a voz mais alta e forte:
- Está gostando cadela? Responde, estou mandando!
- O que vo...!
Recebi um tapa no rosto:
- Apenas responda a pergunta!
- Não! - Respondi protestando, indignada e humilhada.
- Pouco importa, você vai mudar de ideia!
Ele segurou meus seios, apertou meus mamilos entre os dedos, correu suas mãos sobre minha barriga e forçou-as entre as minhas pernas. Apertei as pernas para me proteger, ele forçou mais, travamos uma batalha, ele com as sua mãos e eu com minhas pernas.
- Abra essas pernas sua vagabunda. Quero ver essa buceta.
- Não! Assim não!
Ele levantou, segurou meus pés e me abriu completamente.
- Não adianta resistir, hoje eu vou fazer o que eu quiser de você!
Completamente dominada por aquele homem, aquela hora estranho para mim, com as pernas abertas e a minha intimidade totalmente a mostra, resolvi ceder aos seus caprichos, éramos somente nós dois naquela casa enorme, gritar não adiantaria. Parei de lutar contra ele.
Notando que eu havia cedido e colocou sua boca sobre minha vulva e me levou às alturas. Lambeu meu ânus, mordeu minhas coxas e pernas. Sugou e mordeu o meu clitóris  Adentrou em mim com a sua língua quente. Eu me entreguei completamente e me deliciei com aquela boca.
Suas mão começaram a acariciar minhas pernas, seus dedos entraram em minha vagina e com a mão espalmada bateu em meu clitóris. Gemi de dor e prazer.
Lentamente ele subiu até o meu ouvido e me disse:
- Hoje você é minha, do meu jeito, como eu quero!
Balancei a cabeça concordando.
Ele desceu aos meus seios, apertou novamente em suas mão, mordeu-os, lambeu-os e sugou meus mamilos, deixando-os molhado de saliva. Instante depois, tocava-me e batia em meus seios com seu pênis quente e duro, depois fodeu-os, banhando-os com sua saliva.
Ele trouxe seu pênis a minha boca, segurou minha cabeça, senti sua glande no fundo da minha garganta, com movimento viril  fodeu-me a boca. Cada entrada me fazia engasgar, eu mal respirava e salivando, molhava  seu pênis. Logo depois, espancou o meu rosto com o seu pênis rijo.
Se antes eu estava apavorada, eu já estava excitada e desejava demais ser possuída. Gritei:
- Me fode, me come, agora!
- Ainda não! Disse ele.
Segurando meus pés, levantou minhas pernas e senti a batida de suas mãos em minha nádegas. Doeu, ardeu e seus dedos ficaram estampados, mais uma vez, mais outra e outra. Gemi, gritei e chorei de dor.
Erguendo meus pés novamente os beijou, sugou os meus dedos, lambeu-os nas solas e dorso. Cada lambica desencadeava em mim uma sensação que descia pelas pernas e chegava ao meu púbis. Ele desceu por minhas pernas, beijando e lambendo, até chegar novamente a minha vagina, repetiu tudo o que já havia feito, subiu por minhas virilhas, passou por minha barriga, pelos meus seios e chegando a minha boca, me beijou novamente.
Sobre mim depositou o seu peso e meteu-se entre as minhas pernas, me penetrando de uma só vez, seus movimentos eram forte, a cada estocada comprimia meu clítoris contra o seu púbis. Eu era dele e amarrada nada podia fazer, eu desejava toca-lo, arranha-lo, cravar minhas unhas em sua bunda. Tentei vencer os laços que me prendia a cama, não consegui. Era desse jeito que ele me queria presa, cega, louca e desvairada, sem poder fazer nada, apenas minhas pernas estavam livres para segura-lo, prende-lo contra mim e ajuda-lo a penetrar-me mais fundo, com mais força. 
Meu orgasmo chegou vasto, intenso, meu corpo estremeceu, enrijeceu e então me entreguei desfalecida, cansada e totalmente vencida. Ele levantou e trouxe seu pênis a minha boca, mas desta vez deixou-me a vontade. Sem nada ver, suguei e lambi, até ele se derramar. Bebi o seu gozo até a última gota.
Ele retirou a venda dos meus olhos, me acariciou o rosto, inclinou-se e me beijou, deitou-se ao meu lado e disse:
-  Te amo!
Soltou minhas mãos, me abraçou, deitou em meu peito e dormimos o restante da noite.

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Voyeur

por H. Thiesen

Acordei, você havia adormecido em meu ombro, com cuidado retirei meu braço e acomodei tua cabeça no travesseiro. Algumas horas antes, havíamos feito amor. Teu cheiro ainda resistia em meu corpo. Entre as minhas pernas ainda a prova do prazer que nos proporcionamos mutuamente. Teu gosto permanecia em minha boca. Minha pele ardia e as marcas vermelhas, denunciavam que as tuas unhas haviam passeado por ela.
Como sempre, em todas as manhãs, acordei novamente excitada. Você desnuda ao meu lado me provocava tentações. Teus seios debruçados em teus braços, tuas pernas entrelaçadas ao lençol, teu púbis negro contrastava-se com tua pela, teus quadris realçados por tua posição na cama. Todo o teu corpo provocava-me mais desejo. Senti minha umidade aumentar, meus seios entumesceram e um calor tomou conta do meu corpo. Te desejei novamente, mas reconsiderei, não queria te acordar, você ressonava e teu rosto meigo me dizia que estavas em sono profundo.
Levantei da cama, enrolei-me em uma toalha. Contornei a nossa cama, admirei tuas costas e tuas nádegas deliciosas, tive vontade de mordê-las. de beijar tua nuca e juntar-me ao teu corpo. Respirei fundo, eu precisava de ar. Olhei o relógio, sete horas. Abri a porta e saí para a sacada. O ar da manhã entrou pelas minhas narinas. O sol da manhã aqueceu o meu rosto. Lá embaixo, a rua ainda ensaiava algum movimento, era domingo. Haveria mais tempo para nós, quem sabe a tarde ou à noite talvez. A manhã me fez bem, resolvi aproveitar mais um pouco a sacada.
Notei no prédio em frente que o velho voyeur estava a postos, com sua luneta indiscreta, normalmente não me incomodava com ele, mas dessa vez me senti invadida. Disfarcei, corri o olhar para outro lado, debrucei-me no parapeito, cuidei para que ele não soubesse que o havia notado. Vi ele procurar outro ângulo para me ver melhor, ele estava seguro, talvez tivesse certeza que eu não o via. Provoquei-o, deixei a toalha escorrer um pouco e dei-lhe a visão de uma parte dos meus seios. Eu o observava com o canto dos olhos. Uma de suas mão segurava o binóculo e a com a outra se masturbava. Cerrei uma das mãos e a trouxe para o lado do meu rosto, estiquei o dedo médio deixando-o ver o sinal característico e muito conhecido no mundo inteiro. No mesmo instante ele sumiu da janela! Eu havia me divertido com ele. O insólito sumiço fez-me rir alto e o inusitado fez-me esquecer o tesão. Entrei, você ainda dormia, caminhei pelo quarto segurando-me para não rir alto e acorda-la, entrei no banheiro, eu precisava de um banho bem demorado!

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