Fogo

por H. Thiesen 

Minha respiração tornou-se ofegante e me abandonei às tuas carícias. Proporcionei-me desfrutar, de olhos fechados, as delicias dos teus carinhos.
Tuas mãos deslizavam pelo meu corpo, tua boca deixava-me molhada por onde ela passava. Teus seios volumosos roçavam a minha pele e os bicos duros e rosados me traziam uma sensação deliciosa. O calor do teu corpo colado ao meu me aquecia e minha coxa entre as tuas pernas, me deixava sentir o teu fogo e a tua umidade.


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Me fode!

por H. Thiesen 

Tenho a boca marcada pelos teus dentes
Meus olhos miram profundos nos teus
Meu corpo arde em chamas
Meu sexo molha e clama
Minhas pernas não resistem ao desejo
Se abrem te fazendo um convite
Sinto o calor dos teus lábios
A invasão da tua língua 
Umedeço-me...
Incendeio...
Deliro com tua boca
No meu sexo
Tua língua em meu clitóris
Minhas perna estremecem 
Quase desfaleço de tesão.
Vamos... 
Acaba logo isso...
Não me torture
Vem e me fode!

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A Janela do Sexto Andar

por H. Thiesen 

Há pouco tempo, eu me mudara para aquele prédio, um apartamento no sétimo andar, perto da estação de trens. O predio não era novo e as escadas  do hall de entrada, eram decoradas com samambaias e avencas, o sol entrava sorrateiro pelas minúsculas janelas no fim dos corredores sombrios, que também deixavam passar uma leve brisa, quando estavam abertas. Como na maioria das metrópoles, os prédios são amontoados e é possível bisbilhotar a vida alheia facilmente, principalmente se a nossa curiosidade é quase indomável e o vouyerismo nos deixa com as antenas ligadas e os olhos bem abertos, para movimentos suspeitos nas janelas dos apartamentos mais próximos. Bem, não só as janelas mais próximas, confesso que comprei um binóculo potente, o qual a muito tempo me proporciona momentos intensos de deleite visual e masturbasticamente deliciosos!
Claro, sou consciente e sei o que pode-se oferecer numa janela indiscreta, mas não vejo problema algum nisso, pois sou vouyer na mesma proporção que sou exibicionista, sendo assim, fica tudo de bom tamanho.
Eu estava de folga naquele dia e eram quase dezoito, quando notei movimento na janela de um apartamento, no prédio ao lado do meu. A minha curiosidade despertou e foquei minha atenção na direção das janelas do apartamento, um andar abaixo do meu. Era um homem e caminha de um lado para o outro. Para minha alegria, ele estava nu e eu podia ver seu corpo moreno e não muito atlético, mas que não era de se jogar fora.
Conforme ele caminha pelo apartamento, eu procurava em outras janelas por ângulos melhores. Assim, ia da cozinha à sala, passando pela despensa e o banheiro, sempre buscando por ele, na esperança de ver melhor os atributos físicos dele.
A janela de minha despensa ficava exatamente à frente da janela do banheiro dele e à pouca distancia. Bisbilhotando por ela, vi que ele tomava banho, mas não conseguia ver o seu rosto, via-o somente do peito para baixo. A água deslizava sobre sua pele, umedecendo todos os pelos. Paralisei olhando o meu vizinho ensaboar-se, deslizando a mão pelo seu corpo. Mas, fui praticamente ao delírio, quando o vi masturbar-se. Se existe algo que me excita muito, é ver um homem proporcionar prazer a si próprio.
Fiquei alguns minutos parada, vendo-o masturbar-se ritmadamente e aproveitar a espuma do sabonete para acariciar-se quase sem atrito. Senti minha excitação molhar o meio das minhas pernas e sem esperar muito, comecei a me masturbar. Despi-me completamente, toquei os meus seios, que estavam intumescidos e com os bicos extremamente duros. Não desperdicei a oportunidade e deixei o meu dedinho se divertir com meu clitóris. Ele continuava a se masturbar, os movimentos eram lentos e compassados, eu continuava olhando e
molhando meus dedos no meio das minhas pernas. Pouco tempo depois, ele encostou-se no canto da parede e acelerou os movimentos da mão, de uma forma tão rápida e violenta, que eu mal podia vê-la. Da mesma forma, eu coloquei rapidez nos meus dedos e deixei-os roçarem mais forte em meu clitóris. Sem poder ouvi-lo, mas vendo-o contorcer-se e apertar o membro entre os dedos, mal pude ver o seu jorro, mas deliciei-me com o seu orgasmo e ao mesmo tempo, o meu orgasmo foi tão intenso, que quase me fez prostrar ao chão e tive que segurar firme na basculante, para manter-me em pé. Depois que gozei, voltei a minha atenção para ele novamente, mas vi-o apenas sair do box do banheiro e sumiu da minha visão. Fiquei na janela da despensa mais alguns minutos, com esperança de vê-lo novamente meu vizinho, mas não aconteceu. Resolvi eu tomar um banho e conforme passava o sabonete no meu corpo, lembrei da espuma no caindo e deslizando pelo corpo do meu vizinho, tive que me masturbar novamente. 
Nos dias seguintes, direcionei a minha atenção para as janelas do apartamento dele e sempre no mesmo horário, ia à janela da despensa, esperar pelo vizinho delicioso, mas ele não aparecia, e me masturbava todas as vezes, com as lembranças daquela cena excitante.
Muitos dias depois, eu havia marcado um encontro com minha amiga, que por coincidência era a moradora anterior do apartamento e que mudou-se depois que casou. Cancelei o encontro urgentemente e marquei para o dia posterior, porque na hora em que eu estava me arrumando para sair, notei movimentos nas janelas do vizinho. Como de costume, corri de uma janela à outra e da janela da minha cozinha, que possibilitava visão parcial para o seu quarto, pude ver ele e uma mulher. Apesar da dificuldade, via-os na cama, apenas da cintura para baixo. Transavam deliciosamente, as vezes ela descia um pouco e fazia sexo oral nele e outras vezes ele fazia nela. Depois que transaram e acredito, que gozaram, foram para o banho e eu corri até a janela da despensa, para vê-los banharem-se. Ambos entraram para o chuveiro e aproveitaram a espuma do sabonete para se acariciarem. Começaram a transar novamente e como no quarto, deram um ao outro as delicias do sexo oral, mas desta vez, em pé encostados ao frio dos azulejos. Num canto da parede, a mulher escorou-se de pernas abertas e ele entrou no meio das suas coxas. Ela contorcia-se de tesão e segurava com força a sua cabeça, dando a impressão que desejava que ele a comesse literalmente. Vi quando ela estremeceu e o orgasmo foi tão forte que precisou segurar-se para não desabar. Ele levantou-se, abraçou-a e deixou ela relaxar nos seus braços por alguns momentos. Depois segurando-a pelos ombros, levou-a pelo seu corpo abaixo, fazendo-a ajoelhar-se na sua frente e segurando seus cabelos, enterrou o membro até o fundo da sua garganta. Sempre de posse dos cabelos compridos, ele levava e trazia a cabeça da mulher. As vezes parava os movimentos e deliciava-se sentindo o membro afundado naquela garganta. Outras vezes, deixava-o totalmente expostos e ela lambia e sugava-o na glande. Algum tempo depois, a mulher segurou o membro do meu vizinho e começou a masturbá-lo, iniciou lentamente, depois aumentou a velocidade. Não demorou muito para ele explodir e lambuza-la no rosto e nos seios. Ela lambeu o membro lambuzado, sugou-o como se quisesse retirar até a última gota e depois que ele estava flácido, espalhou o sêmen que restava sobre ela, acariciando-se no rosto e nos seios. Para finalizar, lambeu os dedos demoradamente, sob o olhar dele. 
Durante todo o tempo, eu me deliciei vendo aquela cena deliciosa e me masturbei muito, não sei quantas vezes gozei, mas foram muitas.
Eles sairam do banheiro e foram para o quarto. Vi-a vestir-se e despedir-se dele. Depois que ela foi embora, ainda nu, ele veio até uma das janelas do apartamento. Abriu a vidraça e olhou para cima, na direção do meu apartamento, fiquei com uma certa impressão de que ele sabia que eu o estava observando. Depois disso, ele fechou a janela, puxou a cortina e desapareceu dos meus olhos.
No dia seguinte fui ao encontro com a minha antiga amiga, contei para ela o que eu fazia e ela me disse que aquilo era normal, várias vezes havia presenciado as mesmas cenas e que a mulher que o visitada, era a vizinha do apartamento abaixo do meu. Para meu espanto, ela tinha mais confissões e me contou que também frequentou o apartamento e transou varias vezes com ele.
- Então é por isso que ele olha para cima! Está procurando você!
- Não, ele sabe que eu casei e mudei de lá. Eu contei quem iria morar lá. Ele está procurando você!
Durante o tempo que morei naquele prédio, passei muitos dias a observar pelas janelas, mas sempre mantive a discrição. Conhecê-lo e transar com ele, seria desmoronar a minha fantasia. Vê-lo masturbar-se e transar com outras mulheres era delicioso e deixei que a vizinha debaixo fizesse o serviço sozinha, enquanto eu me divertia com os meus dedinhos!


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Quero mais!

por H. Thiesen 

Há dias que nada me detém
Uma vontade desperta
Um fogo me queima
E quero um caralho bem duro
Provo, chupo e engulo
Mas fico insatisfeita
Torno-me muito devassa
Não resisto e dou a buceta
Fodo como uma louca
Mas o tesão não passa
Essa hora nada me satisfaz
Eu viro e fico de quatro
E peço quase implorando
Para ser fodida por trás
A enrabada aumenta o anseio
Meu corpo fica sedento e faminto
O meu tesão derramando, 
Quero tudo, quero mais pica
Uma na frente
E outra por trás!


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Essência Lasciva



por H. Thiesen 

Deslizo sobre teu corpo
a essência lasciva dos meus desejos
e molho-o com o néctar dos meus prazeres!

Com o néctar do meu corpo
Dou-te o melhor dos prazeres
E extraio a tua essência até a última gota!



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Sonho Erótico de Verão

por H. Thiesen

Despertei no meio da noite, estava excitada e molhada, havia sonhado com Aline, a garota do banheiro do metro. Sonhei com seus seios juntos aos meus, com a sua boca carnuda passeando pelo meu corpo, com suas mãos me apertando as nádegas, as coxas e com o peso do seu corpo sobre o meu. Meus olhos teimavam e não queriam abrir, o quarto estava escuro, o display do relógio marcava 02:28, meu corpo queimava de tesão, eu estava suada, a noite estava quente e abafada, como todas as noites de verão no sul do Brasil. Estendi o braço, procurei por Aline (a garota do Banheiro do Metrô), minhas mãos não a acharam.
Acordei, olhei para o lado, na outra cama, minha irmãzinha dormia tranquila, tal e qual um anjo adormecido, ressonando serena na penumbra da noite, ouvi minha mãe pigarrear no outro quarto, finalmente caí em mim e vi que estava em casa, não havia ninguém ao meu lado na cama estreita. A excitação noturna me surpreendeu, meu corpo queimava e suava, sedenta e cheia de desejos, o meu de minhas pernas estava molhado. Meus mamilos duros pareciam que queriam furar os lençóis, descobri que estava nua, me despi durante a noite, pensei.
O sonho com Aline não me saia da cabeça, não queria ter acordado, queria ter consumado aquela ilusão linda e deliciosa. Eu ainda sentia a sua presença, foi só um sonho, mas naquela hora me parecia muito real.
Deite-me de lado, abracei o travesseiro, apertei ao meu corpo, queria dormir novamente para voltar a sonhar, não consegui. Me virei de um lado para o outro, deitei de bruços, deitei de costas, o sono não vinha. A imagem de Aline não se afastava de mim, eu via os seus seios volumosos desnudos, a seus lábios rosados, sentia o seu gosto na minha boca, o cheiro do seu sexo.
Eu me virava na cama e as lembranças do sonho excitavam-me mais ainda, não havia outro jeito, meu corpo sedento precisava de sexo, eu precisava gozar.
Apertei minhas pernas, segurei com força meu púbis, me retraí na cama. Minhas mãos subiram pela minha barriga, minhas unhas me deixaram marcada, deixaram rastros vermelhos em meu corpo. Segurei meus seios, várias vezes apertei-os, um contra o outro, busquei meus mamilos, segurei-os entre os dedos, espremi, puxei, estiquei. Arqueei minha cabeça, segurando um dos seios, aproximei-o de minha boca, com esforço consegui lamber os mamilos. Levei meus dedos a boca, trouxe saliva, molhei cada um daqueles pontos durinhos de meus seios. A saliva fria retesou-os mais, com os dedos os acariciei, deixando-os sensíveis, proeminentes nos lençóis.
O tesão aumentou, me encolhi sobre na cama, abracei os meus seios, apertando os braços contra o meu corpo. Desci uma das minhas mãos, deslizei de encontro as minhas pernas, entrei por entre elas e alcancei o meu clitóris, acariciei, dedilhei. Aprofundei minha mão entre as minhas pernas, com a mão, encontrei minha flor molhada, acariciei, deslizei com a palma da mão, movimentos para frente e para trás. Com as coxas apertei minha mão, senti o calor e a umidade, a lubrificação, que a esta altura, facilitava os movimentos. Forcei a entrada, abri a flor, separando as pétalas, vermelhas pela fricção, o meu dedo médio a invadiu e depois acompanho-lhe o indicador. Um pênis, eu queria algo quente e duro dentro de mim, ou uma língua molhada explorando o meu sexo, ao mesmo tempo não parava de pensar em Aline e não me esquecia do sonho. Os movimento se aceleraram, a palma da minha mão pressionava o meu clitóris os dedo entravam e saiam. Molhei, melei, escorri, me lambuzei toda.
Saí da posição de lado, deitei de costas, abri as pernas, os movimentos da minha mão se aceleraram mais ainda, desci a outra, troquei a mão, trouxe a esquerda à minha boca e me deliciei com meu gosto, com o mel que lambuzava os meus dedos. Repeti novamente, degustei de novo. Levei a mão novamente por entre as minhas pernas, enquanto uma se ocupava do clitóris, a outra ocupava seus dedos entrando e saindo de mim. Eu estava possuída de tesão, louca para gozar e sentir o orgasmo em todo mo meu corpo. Meus quadris mexiam, minha cintura não parava. Eu me contorcia solitária na cama. Deti-me no clitóris, a minha mão cada vez mais veloz, e ele chegou, intenso, delicioso, imenso! Senti vontade de gritar, mas não podia. Levei uma das mãos à boca e a mordi, para abafar os gemidos. Meu coração disparou, minha respiração ficou ofegante, minha vagina e meu ânus contraíam-se compassados, o calor tomou conta do meu corpo, o suor escorria em minha testa, entre os meus seios, entre as minhas nádegas. Gozei longamente!
Cansada e suada, adormeci.
Senti um toque em meu rosto, abri os olhos. Já havia clareado um pouco.
- Leninha, o lençol caiu, tu estavas com frio e encolhida na cama.
- Oh! Meu anjo, obrigada! Deita aqui do meu ladinho! Te amo!
Era minha irmãzinha, minha pequena florzinha.
Como sempre as noites de verão no Rio Grande são quentes e abafadas, mas as manhãs são ligeiramente frias e nós duas dormimos mais um pouco agarradinhas uma na outra.

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Meus desejos e minhas tentações!

por H. Thiesen 

Se é para falar sobre sexo, admito que sou uma fonte vasta e uma mente bastante provida de idéias. Mas, falar é uma coisa e por em prática é outra! A alguns anos atrás decidi, que me empenharia, para materializar algumas dessas idéias, muitas até certo ponto absurdas. Até este exato momento, posso dizer que, deixei a desejar, visto as minhas próprias limitações e se depender da minha motivação, muitas dessas idéias e desejos, cairão no esquecimento.
Como todos sabem, e eu não escondo, já me possibilitei experimentar muita coisa, entre elas o sado-masoquismo, algo que me fascinou e não fiquei em paz, enquanto não senti minhas costas e bunda marcadas com umas lambadas de relhos e chicotes, bem como, eu não descansei, enquanto não provei a sensação de dar umas boas lambadas. As poucas vezes que experimentei, me provaram que para mim é muito entediante ficar amarrada por horas, mas adorei ficar horas amarrando e tramando cordas no corpo dos outros. Diante disso, eu sonhei que teria a minha própria masmorra, totalmente com paredes de pedra, quase sem iluminação, com umidade e cheiro de mofo, muitas correntes, aparelhos de tortura e grades de ferro enferrujadas. Claro, se é para prender alguém, torturar e seviciar ao prazer extremo, que seja algo bem autêntico.
Não é de hoje que ambientes medievais me fascinam, creio que já fui Inquisidora numa vida anterior e possuía escravos e escravas sexuais, dos quais me aproveitava, usava e abusava de pintos e bucetas, sem esquecer dos cuzinhos deliciosos, tanto é que, tenho leve impressão que fui pega pelo Santo Ofício e  meu julgamento não passou de mera formalidade, pois minha heresia foi a luxúria e a prova, estava bem molhadinha, entre as minhas pernas, foi redundante e irreversível, me impedindo de alegar qualquer engano ou inocência. É claro, fui queimada viva ou me fizeram sentar numa estaca grande e cabeçuda, mas não sem antes, seduzir os inquisidores, torturadores e dar uma trepadinha básica com eles. Ninguém é de ferro e tratando-se de inquisição, levava-se ferro mesmo, nos dois sentidos, digamos!
Mas sendo ou não, reencarnação de uma torturadora e seviciadora medieval, a verdade é que as minhas idéias não param e não deixam de surgir, acredito que elas são obras do demônio, já pensei em ir me confessar ou quem sabe pedir um exorcismo, mas preciso admitir que a castidade irracional, me deixa com um tesão dos infernos. Acho bom ficar quietinha e pecadora convicta, sem me aproximar dos santíssimos senhores da batina. Eles iriam querer me converter e eu iria querer pervertê-los, de um lado a Bíblia e do outro... Os meus peitos! Qual dos lados venceria?
Melhor evitar conflitos com o sagrado, fique registrado meu respeito pelo voto de pureza, até tenho passado longe de igrejas, para não cair na tentação e profaná-las com as minhas carnes impudicas.

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Nos meus seios!

por H. Thiesen

Em teu olhos um olhar sedento, espelho que reflete ardente, meu desejo e paixão. Nas tuas mão eu entrego meu corpo e minha alma e quero que me leve à loucura, entre gemidos e espasmos. Na tua boca eu me viro em caminhos sinuosos, sensuais e lânguidos, que começam lascivos em meus lábios entreabertos. Nos teus dedos meus seios sensíveis e entre os teus dentes meus mamilos turgidos e molhados de saliva.
Meu ventre é tua estrada para a minha vertente e louca me fazes com a tua língua ardente. Na minha fonte faça a tua morada e que a tua boca safada com ela se amasie. Reteso meu corpo e te puxo num impulso, sinto os teus lábios e o calor da tua língua, no meio das minhas pernas abertas.
O prazer me alucina com o ardor da tua boca e o circular da tua língua. Minhas carnes são vítimas do teus dentes e das mordidas lascivas. O meu gozo é imenso!
Eu nada falo, me calo, desejando teu falo e trago-o a minha boca, para te dar a tortura que a pouco me atormento e me levou a um clímax indescritível. Te dou um regalo, o carinho da língua, o rostido dos lábios, a mordida, tudo igual ao que eu ganhei.
Quero mais do teu falo, levo-o e alojo-o em meu peito, dou à eles um embalo, o teu falo entre os seios, beijo a cabeça rosada e dou lambida malévolas. Quero o teu jorro, teu gozo em meus seios!

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Tua puta, sou puro tesão!

por H. Thiesen 

Marcamos um encontro, depois da meia-noite. As chaves? Pra quê? Deixou a porta entre-aberta?
Eu entro!
Te encontro deitado, o mastro erguido, pingando e pulsando, deito ao teu lado, beijo teu rosto e pego o pau nas mãos, soco uma punheta de leve, bem devagar!
- Atrevida!
- Eu? Não! Insinuante, com muito desejo, com muito tesão!
Ergo-me ao lado da cama, dispo-me, jogo a roupa no chão, fico nua e você me come com os olhos.
O mastro apontando para o céu. Gotejante…
- Curioso! Tarado!
- Como ficar sem te olhar?
- Não olha... come de uma vez!
- Assim? Direto?
- Está duro e melado? Socou uma?
- Ah, safada! Claro que sim! Não resisti!
De quatro sobre a cama, estendo o braço, seguro o pau e aperto com força, espremo a glande entre os dedos. Curvo-me um pouco, beijo o peito e mordo um mamilo. Olho nos olhos:
- Cretino, eu queria tudo pra mim!
- Calma, ainda tenho muito para você!
- Ah é? Então vamos ver!
Estou excitada, toda molhada. Monto em teu corpo e sento na vara, cavalgo, não deixo que escape, com força, pra cima e pra baixo. Alucinante, somente tesão!
As unhas em teu peito e elas te marcam, deixo meu rastro. Olhos nos olhos, as bocas secas e o suor escorrendo.
- Gostosa! Vai me enlouquecer!
- É teu castigo! Por não ter me esperado!
Paixão louca, desejo ardente, sem limites e fronteiras, impetuoso, nervoso, latente.
Tuas mãos em meus seios, apertando, espremendo, minha mão na tua nuca, te trago mais perto e te deixo entre eles:
- Morde, chupa, me lambe!
- Fode... É tudo contigo safada!
- Cala a boca... Chupa meus bicos!
Sexos em atritos, mel escorrendo, meu grelo no teu púbis, batendo, roçando, esfregando e ardendo!
- Agarra na bunda, me ajuda!
Um tapa...
-  Caralho, doeu! De novo! Bate!
Outro mais forte!
- Gosta?
- Você sabe que sim! Mas não abusa!
- Cadelinha!
- Ajuda, na minha bunda, ajuda!
Mais pressa, ruídos de sexo, sons desconexos, murmuro, sussurros.
Saindo e entrando, palavras sem nexo. Provoco!
Deito-me no teu peito, esfrego meus seios na tua pele e te deixo mexer!
- É contigo! Fode... Fode essa buceta cachorro!
- Assim?
- Mais rápido!
- Vou gozar...
Um tapinha na cara, seguro teu maxilar e aperto teu queixo:
- Cachorro! Não goza... Me espera!
- Não aguento mais!
- Deixa comigo então!
Eu estou no comando, ergo-me, sento de novo no pau, controlo... Mais rápido, mais lento, enterro bem fundo. Paro e trago à entrada e aperto a cabeça com a vagina.
- Caralho! Sua ordinária!
Mexo, remexo, rebolo, o compasso e o ritmo é meu. Indo e voltando do jeito que eu quero.
Eu gemo, me contorço, você urra e grita.
Não aguento mais, desmancho e gozo com o teu grito!
Você ergue os quadris, enterra, pulsa lá dentro e jorra!
Desabo, jogo-mesobre teu corpo, suada e esgotada. Te beijo, o gosto de sal, o cheiro de gozo, o perfume de sexo!
- Sua putinha! É puro prazer com você!
- Sou a tua putinha e você... o meu tesão!

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Loucuras

por H. Thiesen

Sinto tua língua em meu corpo
Como um chicote ardente
Açoitando os meus desejos
Induzindo-me à paixão!
Entorpece-me te amar
E não oponho resistência
Pois desperta-me as vontades
Extraindo-me cada gemido
Que poder é esse
Que devassa o meu pudor
E me faz pura luxúria
Que sedução é essa
Que me arrepia a pele
Desencadeia choques
A qual rendo-me pacífica
Aos seus desejos mais íntimos
Excita-me a tua ousadia
Mas não me nego a aceita-la
E a viajar nas duas fantasias
embarco na sua fantasia
Quando me entrego
Aos nossos devaneios
Deixo-me sentir os teus meneios
Nada mais importa
A não ser o meu prazer
E então
Jogamos o nosso jogo
Abrimos as portas do desejos
E teu corpo
Se incrusta em meu corpo
Arraigamos a loucura entre nós
Num prélio de sedução
E embate de prazer
Ao qual provemos armas
Nossas línguas sedentas
Nossas mãos inquietas
Nossos dedos frenéticos
E nossos sexos ansiosos
Tecemos estratégias
Pervertidas e glamourosas
No combate alucinado
Dos nossos corpos
Sedentos e famintos
Do qual não conseguimos
Definir vencedor e vencido
mas empatamos e dividimos
desvairado gozo!

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O Centro do Universo

por H. Thiesen 

Desde o princípio dos tempos, os homens procuram descobrir o centro do universo, pesquisadores, astrônomos e cientistas vários procuram por ele. Não é sem tempo, que vai e volta, lemos por aí que a Nasa lançou uma sonda para descobrir os confins espaciais.
Ora, estão todos redondamente enganados e procurando no lugar errado, pois o centro do universos está bem pertinho de nós: O cu!
Pense bem, "CU"! Exatamente, a sigla de Centro do Universo ou Centro Universal!
Sim, o cu é o centro do universo, todo munto tem, todo mundo usa e todo mundo pensa nele, por que ele é extremamente necessário, a mais desejada de todas as fantasias sexuais e além disso está sempre presente, em todas as horas!
Não? Claro que sim, basta alguém falar de um lugar bem longe, a resposta já está pronta:
- Lá no cu do mundo!
Por sinal, por coincidência, é bem perto da casa do caralho, ou seja, tem que ser perto da casa do seu maior perseguidor!
De outro modo, é lembrado rapidamente quando alguém enche o saco?
- Vai tomar no cu!
O cu é tão importante no segmento acadêmico, que se alguém é extremamente dedicado aos estudos, fica conhecido por "cu de ferro"! Sei lá por que, o que tem a ver a cabeça com o cu? Provavelmente, essa importância acadêmica do nosso amigo anal, seja por que os nossos queridos CDF's não tiram a bunda da cadeira. Pobre cu!
O cu é coisa séria, tão sério que quando se manifesta, todo mundo se importa e sai de perto. E não adianta querer disfarçar, por que quando mais se tente, mais ele faz barulho! Digamos que o cu, por causa da sua importância, já se acostumou com tudo isso e é egocêntrico, gosta de chamar as atenções!
Além disso, o cu é safado, sabedor da sua centralização universal, quando resolve trabalhar e a maior causa de suadores. Inicialmente ele emite alguns avisos, mas se não é atendido de imediato, faz qualquer criatura sair atrás, com toda a urgência do mundo (Viu? Do mundo!), de um vaso sanitário, de um arbusto, de um cantinho escondido. Na impossibilidade, ele não está nem aí e se afrouxa mesmo! Acho que essa deve ser a origem da expressão popular:
- Quem tem cu, tem medo!
Dizem que não, que a origem é outra, mas...
Estou aqui falando no dito cujo e pensando, quanta gente está lendo? Pensando num cu! Ou no mínimo, com o celular ou tablet na mão, sentado no boca larga e pondo o cu à seu serviço!
Razões para dizer que o cu é o centro do universo não faltam. Exemplo disso é que tem gente que vive só para foder com o cu dos outros! Que o diga meu chefe, que nada mais nada menos, é chefe de unidade, um dos CU's da minha empresa!
Mas, o principal motivo para se dizer que o cu é o meio indiscutível do cosmo, é a fascinação que os homens sentem por ele! Ora, mesmo que a foda seja maravilhosa, não importa o que as mulheres façam, eles sempre vão querer o cuzinho! Tanto que, aquele que estréia a exploração de um centro do universo virgem, se sente o mais realizado de todos os homens. O cu, sexualmente falando, é um troféu, digno de ser empalhado e pendurado na parede da sala!
Para finalizar e ratificar que o cu é o centro universal, basta vermos por aí, que o cu é como opinião, tem muita gente que dá e não está nem aí!
Bem, vamos parar por aqui, meu cu está se manifestando e é melhor ir correndo fazer o que ele quer!

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Mulher é foda!

por H. Thiesen 

Desde sempre, nas produções cinematográficas, com exceção de poucas, como a saga de Scarlett O'Hara em Tara do filme "E o Vento Levou...", nos livros, na educação dos filhos, na postura dos homens escorados na esquina, nos bancos das praças: o homem é o motor sexual e a mulher vai em um segundo plano, uma mera coadjuvante.
Mesmo nas produções do cinema pornográfico, a mulher não passa de um objeto sexual, ainda que o titulo dê a elas o status de poderosas devassas. As produções vão na direção da satisfação dos desejos masculinos, tanto para fazer sexo, como para se deliciar ao assistir.
É masculino, o instinto de fecundar o maior número de fêmeas e passar adiante a sua genética. É feminina a tendência da escolha única do melhor companheiro, para gerar e fazê-la mãe, segurando o macho no seio doméstico, para a sua proteção e da prole.
Isso têm garantido e determinado, desde os primórdios da sociedade, a relação de força entre os dois sexos, como um muro indestrutível, uma filosofia que se arrasta por séculos infindáveis. Porém que as muralhas estão indo abaixo.
Pesquisas e estudos, fazem descobertas a respeito da sexualidade feminina e questionam premissas que há muito estão estabelecidas em nosso meio.  A idéia de que os homens gostam mais de sexo que as mulheres está indo por água abaixo. Até pouco tempo atrás, os hormônios masculinos eram as bençãos do sexo e os femininos a desgraça para ele. Surgiram novos conceitos científicos, novas descobertas hormonais, aumentando muito os conhecimentos que até pouco tempo, resumiam-se a testosterona e progesterona.
O estrógeno é a poderosa substância que desperta a libido feminino, porém os homens também o possuem para evitar uma série de doenças como por exemplo, a osteoporose.
Os estudos sobre o clitóris e comportamento, provaram que a mulher é um ser voltado ter prazer no sexo e que a sua vocação para a monogamia não passa de um conceito errôneo e em nada tem a ver com a sua natureza sexual, isso por sinal é algo referente a quase todas as espécies animais, das moscas ao maiores mamíferos, acasalam-se com vários machos, durante a sua vida.
A mentalidade de que somente os machos são poligâmicos é o maior mito da sexualidade humana. O adultério é tão comum entre nós, quanto o casamento. A fidelidade é uma opção, mas não uma imposição biológica. 
O Movimento feminista, da queima dos sutiãs à atualidade, baseia-se no conceito de igualdade para homens e mulheres e que a mulher tem direito ao prazer, do mesmo jeito que o homem. O conceito feminista acerta no objetivo social e sexual, mas erra diretamente no seu argumento de igualdade, pois homens e mulheres não são iguais. Não se pode negar , são totalmente diferentes na forma como lidam com sexo e desejo. Mas, isso não quer dizer que as diferenças proclamam uma supremacia masculina. Bem ao contrário disso, a mulher tem formas de prazer mais sofisticados que os homens. A sexualidade feminina é mais abrangente, inclui romance, elementos estéticos (lençóis, roupas e ambientes), dançar, jantar, sentidos (olfato, visão, toque). A  sexualidade masculina é concentrada no momento orgásmico.Em outras palavras, desejo sexual dos homens é mais constante e objetivo; o das mulheres, mais intenso e amplo. Isso faz ruir o conceito de que a busca do prazer seja exclusiva do sexo masculino. Nesse sentido, como explicar que são as mulheres, e não os homens, que possuem corpo exclusivamente planejado para o deleite sexual, com seios, vagina, vulva e clítoris, extremamente sensíveis?
O orgasmo feminino é tão complicado que ainda não há uma tese suficientemente esclarecedora e estamos muito longe de entendê-lo. Ninguém  até hoje é capaz de explicar as diferenças entre orgasmos vaginais e clitorianos, ou se ambos são apenas etapas de apenas um, pois nunca foi identificado uma razão organica para a separação definitiva, o que se sabe, são depoimento de mulheres sobre as diferenças.
Além disso, há também os orgasmos múltiplos - algo que homem nenhum é capaz de conseguir, compreender e sentir menos ainda. O multiorgasmo, são na verdade, orgasmos menores um após o outro, numa série rápida de excitação entre cada um dos clímax. Ou seja, um êxtase depois do outro, sem precisar de novas fases de excitação, porque se mantêm num nível de tensão sexual elevada por muito tempo. Todas as mulheres têm a possibilidade de ter um multiorgasmo, mas poucas provam pois depende de características inatas.
Tecnicamente, o orgasmo feminino é um reflexo do corpo, que se manifesta por contrações vaginais e  resultado direta de uma combinação complexa de estímulos. Podem ser físicos, visuais, imaginários, clitorianos, táteis, etc.
O desejo sexual pode se reduzir por motivos orgânicos ou doenças, que passam a produzir em excesso a prolactina, hormônio inibidor da libido (responsável pela perda de apetite sexual durante a amamentação), mas é raríssimo. Poucas mulheres são fisicamente incapazes de ter orgasmo. 
As mulheres estão mais sujeitas que os homens aos obstáculos emocionais que atrapalham o sexo, seu sofisticado mecanismo de prazer é imensurável. A mulher através de sua mente, tanto pode bloquear o prazer quanto dar vazão a ele. Há mulheres que chegam ao orgasmo somente criando fantasias com os seus pensamento. O gênero feminino dá uma surra nos homens quando o assunto é fantasia sexual e na hora de manifestá-las. Para isso, lança mão de muitas ferramentas que lhes são disponíveis, faz curso de sexualidade, de dança do ventre, de strip-tease, compra lingeries, usa e abusa de roupas e decotes, etc; enquanto o homem  se preocupa mais com a sua rigidez e sua potência sexual, ou seja, manter-se duro e não negar fogo.
Para nós, esse novo entendimento de como o desejo se manifesta nas mulheres, é ótimo, pois ter consciência da sua sexualidade é um grande passo para sentir mais prazer e ser mais feliz. Para os homens, ampliam-se as possibilidades para finalmente encontrarem mulheres bem resolvidas, desejosas e felizes e os horizontes de terem uma vida sexual mais sadia e satisfatória, se absorverem os novos conceitos.
Definitivamente, neste planeta, nós, as mulheres, somos o ser mais sexual e mais dotado de possibilidades para a obtenção de prazer!

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Agora... Vem e me come!




por H. Thiesen 

Penetra a minha entranha,
desvenda dela os segredos,
Brinca com o fogo
dos nossos desejos eloquentes
Leva-me á loucura
E, depois que me ver satisfeita
De todos os nossos prazeres
Derrama-te e jorra
Nas profundezas da minha intimidade,
Brinda-me de gozo 
Com a tua seiva quente!
Agora... Vem e me come!



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Uma vampira sedenta!

por H. Thiesen

Aquele bairro era escuro, perto do cais e à noite sempre havia um nevoeiro cobrindo as ruas. Eu ficava à espreita dos transeuntes, perto de um banheiro fétido e  imundo.  A música das boates era alta, as luzes eram poucas, um ambiente perfeito para mim.
Um cara passou e me viu parada, entre as tantas que haviam por ali, eu era a mais bonita. Ele perguntou quanto era o boquete, combinamos o preço e entramos no banheiro. Escolhemos um dos cubículos, agachei-me à sua frente e baixei suas calças até os pés. Tirei o pau para fora da cueca, ainda estava meio mole, segurei-o com as mãos e esfreguei-o em meu rosto, lambi a cabeça e desci a língua até os testículos, depois subi novamente e lambi em volta da cabeça, deixando-o bem molhado. Enterrei-o na boca de uma só vez, até o fundo da minha garganta e voltei a ponta vermelha, deixando-a entre os lábios, comecei a chupá-la, como se estivesse mamando. Fiquei assim por algum tempo, chupando com força e senti-o crescendo entre os meus lábios, até ficar duro e latejante.
O pau não era grande e sem esforço, cabia todo na minha boca, fiz um vai e vem vagaroso e depois apressei o compasso. O homem segurou a minha cabeça e começou a socar, fodendo-me a boca. Meus olhos encheram de água e vinha-me uma ânsia quando o pau tocava na garganta. O pau ia e vinha na minha boca e o homem gemia de tanto tesão.
Senti o pau pulsar, segurei pela bunda e o fiz parar de mexer, abri mais um pouco a boca e recebi o seu jorro. Enquanto ele gozava, cravei-lhe os caninos e suguei, o sangue jorrou farto na minha boca, misturado ao gozo, para mim um manjar. Ele gemia e gozava e eu, sugava-lhe o sangue, dando-lhe um misto de gozo e cansaço. Bebi o seu sangue até o desmaio, apenas o suficiente para satisfizer a minha fome e sede.
Ele desmaiou sobre a privada, com a calça caída aos pés e o pau totalmente murcho. Levantei-me e arrumei os cabelos, limpei a boca com o braço, refiz o batom e voltei para o meu lugar, na rua perto do banheiro.
O homem saiu do banheiro um tempo depois, passou me olhando e falou:
- Gata, que boquete delicioso, desmaiei de tesão!
- Gostou? Volte sempre! - Respondi.
Acendi um cigarro, fiquei por ali, a espreita do próximo que passasse e pensei:
- Sou vampira esperta, para que sugar tudo e matá-los, eles voltam! Meu boquete é maravilhoso e o alimento é certo!

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O Ritual de uma Fêmea

por H. Thiesen

A lâmina deixava um rastro por onde passeava, revelando a cada passada uma pequena parte da tua pele. 
Como um ritual, desvendando aos poucos, rastro após rastro.
A lâmina prosseguia o caminho entre as tuas pernas.
O branco da espuma dava lugar ao tom róseo da flor.
Uma das tuas mãos facilitava à lâmina, enquanto a outra com ela em punho, revelava os segredos, recolhia a espuma e com ela os pelos.
Primeiro de um lado, depois do outro!
A lâmina seguia, o ritual feminino, escanhoando os pelos e a espuma pelo caminho, até desnudar totalmente as pétalas e revelar a flor por completo!


   

            

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Seios: Modo de Uso!


por H. Thiesen 


Você já levou um chute no saco? Ou ficou com uma das bolas atravessada e apertada dentro das calças? Tenho certeza que pelo menos uma vez na vida, você já passou por isso e conhece a dor? Então, leia com atenção!

Um grande número de homens pensam que os seios de uma mulher são chupetas, chicletes ou dois brinquedos e podem usar a seu bel-prazer, apertam, mordem, beliscam e até fazem rosquinha com os mamilos, como se estivessem fazendo bolinhas com o tatu que retiram do nariz, pouco sabem eles, que esta é uma das partes mais delicadas de uma mulher, que precisam de cuidados diários de nossa parte, quem dirá na hora H, durante as carícias.
Para excitar e satisfazer a mulher durante as preliminares, as carícias mais conhecidas e mais utilizadas são, lamber os mamilos, acariciá-los com os dedos ou ponta do pênis, segurá-los-los com as mãos e aplicar sobre eles uma sucção suave, com muita delicadeza, ligeiras mordidinhas nos mamilos.
Quanto menores os seios, maior deve ser a delicadeza, toque-os com leveza, pois a mulher com seios pequenos possui tendência maior às dores e sensibilidade. Se forem médios, toque-os com leveza porém tenha uma pegada mais firme, mas não abuse da força. Seios grandes possuem menor sensibilidade à dor, ajudados pelo peso diário, tendem a não ser tão delicados, portanto podem ser tocados com firmeza pelas palmas das mãos e não só com os dedos.
Quando desejar fazer a famosa mamadinha, não sugue com força, nem morda, principalmente os mamilos. Deixar os bicos vermelhos escuros ou roxos de tanto chupar, depois vêm as dores.
Seios e o bumbum femininos são como o rosto, trate com carinho e cuidado para não machucar e deixar marcados.
Um homem que deseja ser um mestre na arte de amar, tem que saber acariciar os seios femininos. Deve pensar que eles são tão sensíveis e delicados quanto seus testículos e propensos à dores e desconfortos do mesmo jeito.
Alguns perguntarão, há mulheres que gostam?
Claro, há mulheres que gostam de pegada mais forte e algumas até da dor, mas é opção delas. Na dúvida, garanta-se primeiro e aja sabiamente, espere pelo pedido. Não tenha pressa, se ela gosta, vai pedir, mais cedo ou mais tarde!

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Beba-me!

por H. Thiesen 

Bebe desse prazer insano,
No meu cálice de lascívia.
Inebriada estou, 
Por essa vontade mundana,
Do qual somente o teu corpo
É capaz de me libertar!

Bebe desse prazer imenso
Nas minhas águas torrentes.
Embevecida estou,
Por esse desejo ardente
Que somente tua língua
É capaz de aplacar!

Bebe desse prazer liberto
No meu pote de mel
Exaurida estou,
Por esse gozo imenso
Que somente a tua boca
É capaz de me brindar!

Bebe,
Meu desejo,
Meu prazer
E meu orgasmo!

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A Nerd do Condomínio

por H. Thiesen 

Aos dezenove anos eu decidi morar sozinha, aluguei um apartamento na Rua da Praia, em Porto Alegre e deixei a casa de minha mãe. Meu quarto ficava de frente para o outro bloco e era possível ver o quarto de uma menina chamada Ana. Ela tinha uns vinte anos, mais ou menos e apesar da idade próxima à minha, nunca nos falamos muito, pois ela era bastante reservada. fazia estilo cdf, usava óculos e não chamava atenção dos meninos. Certa vez porém, aconteceu algo que me deixou boquiaberta, visto que a menina fazia-se passar por santinha.
Era uma manhã de domingo e acordei por volta das 9h da manhã. Estava ainda sonolenta, fui até a janela ver como estava o tempo e fiquei um pouco olhando o movimento na parte externa do condomínio. Da minha janela não havia uma vista muito boa, pois a visão do quarto era  obstruída pelas árvores, mas era possível ver com clareza a janela do quarto de Ana, que quase sempre estava com a persiana fechada, porém naquela manhã a persiana das janelas enormes, que caracterizavam o condomínio, estava totalmente aberta e eu podia ver todo o interior do quarto da minha vizinha, um cômodo bastante comum. Creio eu, que ela ainda dormia, continuei na janela, espiando para ver se acontecia algo interessante. Passada uma meia hora, notei movimentos no quarto de Ana.
Ela acordou - pensei - saindo da janela, para evitar que ela me visse.
Mas algo me chamou a atenção, ela estava de costas para a janela e provavelmente não se dera conta que estava aberta. Vi-a se espreguiçar, sentar-se na cama e deitar-se novamente. Ela usava um short branco curtinho e um top. Seus cabelos soltos voavam com o vento do ventilador de teto. Havia nela uma sensualidade exuberante e em nada lembrava a garota nerd que eu conhecia. Então aconteceu algo que eu jamais julgaria ser aquela garota capaz de fazer. Depois de se deitar, ela escorregou sua mão direita por sua barriga, descendo em direção ao seu short, entrou por baixo dele e começou a acariciar-se, contorcendo-se docemente na cama e eu não consegui mais desviar os olhos daquela cena. Eu já havia tido algumas experiências com outras meninas e até ensaiado algumas cenas de exibicionismo "masturbásticos", mas fiquei espantada ao ver aquele bicho-do-mato tocar-se daquela forma tão sensual. Seus movimentos se aceleraram e suas pernas se contorciam cada vez mais na cama. após uns dez minutos pude perceber que ela estava altamente excitada. enquanto sua mão direita mergulhava em sua intimidade a mão esquerda acariciava seus seios, já desnudos do top branco, parecia-me que ela estava amando a si mesma. À medida que seu gozo se aproximava, suas mãos se moviam com mais e mais desejos e então ela gozou, sua mão esquerda foi encontro da outra e as duas ficaram pressionadas entre as suas pernas, enquanto seu corpo estremecia e contorcia-se sobre a cama.
Ela arfava com uma satisfação que eu jamais havia visto igual. Minha masturbação também era muito prazerosa e queria experimentar o êxtase como o de Ana. Ela tirou as mãos de dentro do short, as colocou por cima da cabeça e deitou a cabeça de lado, ainda respirando bem fundo, recuperando o fôlego. Eu continuei minha deliciosa masturbação, enquanto me imaginava fazendo amor com ela naquela cama. Depois de alguns minutos, meu orgasmo chegou intenso, estremeci de tesão e vontade de ter aquela menina ao meu lado.  Ela se levantou, arrumou a cama e se virou pra janela. seus olhos se encontraram com os meus, e eu, estática e totalmente sem ação, sorri para ela, ela não me devolveu o sorriso, seu rosto corou, com certeza pensando que eu a tinha visto num momento tão íntimo. Aproximou-se então, fechou a persiana, enquanto eu fiquei ainda alguns minutos olhando para a janela, acho que na esperança de que ela a abrisse novamente. o que não aconteceu e  nunca mais vi aquela janela aberta novamente.

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Escorrendo Tesão!

por H. Thiesen

Em todos os meus momentos, com a inspiração que a paixão é capaz de oferecer, tudo é favorável e oportuno, a tarde escaldante, a manhã ensolarada, a noite fria, o domingo preguiçoso, a segunda-feira cansada, a cama desarrumada, o carro estacionado, o sol a pino ou a noite enluarada, abafada de roupas no inverno ou com a pouca roupa do verão. Sempre o momento é propício!
Basta-me querer e sentir, vou despindo a roupa, o desejo é hipnótico.
Tudo pode acontecer, rolar as mais insanas loucuras, na intimidade do quarto ou num canto afastado do parque, na estrada afastada, no banheiro da festa.
Não é preciso muito para acontecer e eu divagar e passear meus pensamentos em cada linha e curva e cada parte do teu corpo.
Nesse devaneio, posso sentir cada gota do teu suor, o gosto da tua saliva, a tua língua molhada, as tuas mãos macias a tua pele ardendo e o teu sexo lascivo, escorrendo desejo.
As vezes é de enlouquecer, a vontade que me abate em meio as tantas coisas diárias.
Obrigo-me a liberar meus anelos, satisfazer meus anseios e paro... tudo o que estou fazendo.
Um banheiro, um canto escondido, um lugar deserto, um mato encoberto e se não dá para ficar nua, fico mesmo de roupas, mas prefiro nessas horas a solidão do meu quarto.
Então eu me deito, se não der eu sento ou até mesmo em pé, pego a caneta, um papel ou coloco as mãos no teclado com muito tesão, por que é a hora de escrever e botar para fora o desejo que me queima por dentro.
Estendo frases e verso, vertem as letras e as palavras e são, parágrafos inteiros de desejos e loucuras. Sentenças que me faziam tremer, diante do meu desejo por ti, da minha vontade de beijar tua boca, deslizar na tua pele, morder tua carne e de juntar o meu e o teu sexo.
E jogo devaneios, entre rimas e prosas, mas...
Pego-me tocando a minha intimidade, pensando que por ti sou tocada.
Sinto-me possuída pela solidão e me bate a tristeza de não ter você junto a mim, pois eu poderia, ao contrário de escrever poesias, fazer poesias em ti, acariciando teu corpo, te fazendo chamegos e cafuné.
Nessa hora, eu queria, ter você me abraçando, esquentando meu corpo e me fazendo suar. Nessa hora, eu queria, as tuas mãos no lugar das minhas, explorando-me em todas as partes. Nessa hora, eu queria, a tua boca sobre a minha boca, a tua língua invadindo e entrelaçando à minha, em comunhão de salivas e gostos.
Mas não, não tenho você!
Então fecho os olhos e deixo a imaginação me levar. Largo tudo e começo a escrever com os dedos, os desejos em mim. E me amo, assim! Torno-me a caneta, o papel e o teclado e escrevo linhas e linhas sobre meu próprio corpo!
Pulsa o desejo, lateja o tesão, sou apenas cio e penso... sexo!
Sexo, sexo, sexo!
Sou nessa hora, desejo, lascívia e luxúria!
Sou toda mãos e seios, dedos e clitóris!
Mas ainda assim, te quero em mim e fantasio loucuras contigo e gozo!
Depois... bem depois é só traçar as linhas e ter outro orgasmo, orgasmo de letras de frases e versos, para que todos leiam e saibam o que e como escrevi!
Eu escrevo minhas histórias, mas escorro todo o meu tesão!

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Entre fêmeas!



por H. Thiesen 

Na há paixão sem uma loucura,
é como um fogo que queima
sem labaredas nenhuma

Mas o fogo arde
tanto e quanto
há razões para cada loucura!

Não há algo maior
que uma louca paixão entre fêmeas
é tesão, é fogo e doçura!



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