Oração de uma safada

por H. Thiesen 

Dedinhos e língua
que nos levam ao céu,
multiplicados sejam
os nossos beijos,
venha a nós
todos os orgasmos,
e sejam realizados
todos os nossos anseios,
na cama,
na mesa,
no banho,
ou em outro lugar qualquer.
Que nossos vizinhos perdoem-nos
pelos gemidos e gritos,
assim como nós perdoamos
todos os tapinhas
e mordidas na bunda,
Deixai-nos
cair em todas as tentação
das nossas fantasias,
mas livrai-nos
da maldita broxada
e da falta de sexo!
Amém!

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Na tua cara!

por H. Thiesen 

Sento e te prendo entre as minhas coxas
E a tua boca cubro com meu sexo
Quero que sintas o cheiro e o gosto
Da tua fêmea que quer ser provada
Aproveita dessa essência impudica
Em cada uma das minhas gotas
Te alimenta com a minha luxúria
Que escorre de dentro do meu íntimo
Torno-me lasciva sobre a tua lingua
Desejo tê-la inteira nas minhas entranhas
Meus quadris se fazem só em movimentos
Cravo as minhas unhas sobre o teu peito
Lambuzo tua face com o meu tesão
Meu prazer é ser bebida por inteiro
E servir de alimento para o teu desejo
Nada mais eu quero a não ser tua boca
Para arrimar todo o meu prazer
Pingo todo o cio sobre o teu rosto
Faço da tua língua minha perdição
Esfrego na tua boca sem nenhum pudor
O molhado farto da minha excitação
Estremeço e perco todos os sentidos
Sento e te aperto contra o travesseiro
Esqueço que eu posso te sufocar
Não me interessa mais nada nessa hora
Só derramar meu gozo...
Todo na tua cara!

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Minha Camisola

por H. Thiesen 

Minha camisola está à espera,
para que me dispas
e a roube de mim
Minha camisola está à espera
para que me dispas
 e revele meus segredos
Minha camisola está à espera
das tuas mão sedutoras
à desnudar o meu corpo!


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O falo e a gruta

por H. Thiesen 

Entre minhas coxas, como uma serpente, teu corpo me invade. 
Como uma aranha insaciável, sedenta e lasciva, teço minhas teias em volta de ti.
Invadida nas entranhas pela tua serpente voraz, te ato com as pernas e te prendo a mim.
Sou teu enleado, sou o teu nó apertado. 
Nó cego intricado, justo e preciso.
A serpente e a aranha é uma mútua devora, do duro e do molhado, da gruta e do falo.
Lobo tu és, faminto que instiga a minha vontade e libido.
Sou fera felina, ávida e aberta, tenho instintos de fêmea à tua espera.
Tu és a lâmina e eu sou a fornalha, apuro tua têmpera, com minhas chamas e com minhas águas.
Sou o teu cálice embebido de néctar, onde bebes paixão, onde derramas tua seiva de gozo e tesão!

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Mergulho no teu corpo


por H. Thiesen 

Com enorme sede, mergulho na tua luxúria e desbravo com a minha língua, as extensões da tua fonte caudalosa. 
Com toda a minha gula, mergulho no meio dos teus anseios e devoro as tuas carnes suculentas. 
Como melodia, ouço teus gemidos roucos e dou um sentido às tuas palavras desconexas! 
Afogo-me nos teus desejos e bebo o teu prazer, que verte como torrentes do teu corpo em gozo!
Sacio a minha fome nas tuas carnes e mato a minha sede bebendo-te gota à gota!
Grande é a minha cobiça pelo teu corpo!
Grande é a minha vontade, depois de saciar-me, de desaguar-me em tua boca!
Grande é o meu desejo de dar-te à beber o sabor adocicado do meu gozo!



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Duas amigas e um dotado!

por H. Thiesen 

Dizem que um é pouco, dois é bom e três é demais, na verdade três pode ser bom demais, quando trata-se de sexo.  
Eu conheci Claudete na faculdade, no primeiro semestre de Relações Públicas e desde o primeiro dia nos tornamos amigas inseparáveis, aliás, eu, ela e Aline, uma outra amiga, que estudava na mesma universidade, mas que frequentava um outro curso, medicina, infelizmente ela já não está entre nós. Bom, eu nem sei por que citei Aline, mas vale pela lembrança da minha amiga querida, em algumas postagens, eu escrevi como a conheci e contei algumas das nossa travessuras, mas ela nada tem a ver com o que vou relatar.
Como eu estava contando, eu e Clau, nos tornamos amigas e confidentes, uma contava a outra as suas aventuras, as suas transas, os seus amores, coisa de mulher, qual de nós não tem uma amiga assim? Um dia eu resolvi contar a Clau, sobre um amigo meu, o Roberto, um cara moreno-claro, olhos castanhos, porém lindos, corpo atlético, o rosto comum, não é muito bonito, não tem semblante de anjo, mas cara de macho, do jeito que eu gosto (não sou muito chegada em homem com cara de bebezão) e um pouco mais velho do que nós (na época, tínhamos 19 ou 20 anos e ele 35), mas o que mais chamou a atenção dela, foi o fato dele possuir um instrumento de trabalho generoso que a deixou toda tesuda e ir pingando para casa naquele dia. Diz ela que passou a noite sonhando com a possibilidade de conhecer o Beto.
Eu, como uma boa amiga, disse-lhe que se ela quisesse, poderia apresentá-los, mas que o resto era tudo com ela  (claro, algo me dizia que aquela história iria render muito! rsrsrs!!!). Ela topou na hora e combinamos que ela ficaria na minha casa, no fim de semana. Na sexta-feira liguei para ele e combinei um encontro, para conversarmos e tomarmos uma cervejinha, sem esquecer de dizer que levaria uma amiga junto. Tudo certo, Clau iria para a minha casa no sábado à tarde, aproveitaríamos para nos produzir e conversar um pouco (esse negócio de conversar pouco, é mentira, mulher conversa muito!).
Para falar a verdade, no sábado à tarde, eu estava sozinha em casa, minha mãe e minha irmã mais nova  haviam ido visitar uma tia minha, o papo não rolou e a produção foi para o espaço, trocamos tudo por algumas horas na cama, que serviu de aquecimento para a noite. Depois disso, foi uma correria para nos aprontarmos e ir ao encontro com o Beto, um banho rápido, roupa jeans básica , um esmaltezinho nas unhas , batom, sombra e vamos logo que estamos atrasadas (por que será que mulher é assim? tá sempre atrasada!).
Chegamos no local de costume, o Recanto, Beto já estava sentado em uma das mesa e nos esperava, com  a minha cerveja preferida, uma que dizem que só tem no Rio Grande do Sul e é "no export". Sentamos, os apresentei, servimos a cerveja em nossos copos, pedimos umas fritas (deliciosa!) e ficamos conversando por umas duas horas. Ele fez menção de levantar e disse:
- Olha meninas, está ficando tarde, acho que vou embora!
Eu olhei para ele e pensei: Tu está é louco, com duas mulheres lindas do teu lado e quer ir para casa dormir!
Mas, o que ele falou, foi a senha que faltava para mim:
- Oh Beto, já vai? Nós duas estávamos com vontade de esticar a noite contigo!
Ele sentou-se novamente:
- E o que vocês estão pensando fazer?
- Sinceridade? Perguntei.
- Claro.
E antes que eu respondesse, Clau segurou o meu braço e respondeu:
- Se tu não quiseres, tudo bem, mas eu e a Lena vamos para um motel, quer nos acompanhar?
Ele olhou para mim e com uma cara safada me disse:
- Isso tá cheirando armação tua, Dona Lena!
- Minha? Eu nunca faria uma coisa dessas!
Foi uma gargalhada geral.
- Ok, não posso recusar o convite, vocês me chamariam de brocha, para onde vamos?
- Vamos para o Califórnia II - respondi - é o único motel desta Canoas que tem suite com garagem para dois carros!
Eu estava bem tontinha e se vocês não sabem, o álcool me deixa totalmente solta e muito excitada.
Chegamos ao motel, pedimos por uma suíte, deixamos os carros na garagem e fomos para o quarto.
Eu e Clau, subimos a escada e mal entramos no quarto já nos beijamos. Ele se aproximou e nos abraçou e correspondemos o beijando, foi uma troca de bocas muito excitante. Enquanto nos beijávamos, tirávamos as roupas. poucos instantes depois, eu e Clau estávamos apenas de sutiã e calcinha, Beto entre nós só de cueca e a mercê das nossas mãos, bocas e línguas.
Ele nos juntou e nos levou para cama, literalmente nos jogando uma sobre a outra, em poucos segundos e com o tesão totalmente aflorado, nos livramos das roupas minúsculas que ainda nos cobria. Beto continuou nos observando por algum tempo, dias mais tarde ele me confessou que foi a sua primeira experiência com duas mulheres. Não preciso dizer que nós duas fizemos tudo o que tínhamos direito, devido o grau de excitação que estávamos e esquecemos que ele estava ali do nosso lado e somente se fez notar por nós, depois que tivemos os nosso primeiro orgasmo.
Ele deitou na cama e eu o puxei para mim, nos beijamos, enquanto Clau o agarrava pelas costas e mordia os seus ombros. Entrei por baixo da cueca e retirei para fora o membro ereto, dei-lhe algumas carícias e o masturbei. Clau mantinha-se acariciando, beijando e lambendo as suas costas e com uma de suas mãos alcançou a minha e eu dei lugar para ela segurá-lo:
- Que é isso? Nunca vi assim! Gritou ela um pouco apavorada.
- Exagerada, nem é tanto assim! Relaxa e aproveita! - Falei.
Realmente, Beto tem um pênis não muito longo, mas grosso o bastante, para se fazer sentir dentro de uma mulher, mas eu já havia provado e para desconversar, me aproximei e abocanhei aquele monumento. Ela se acalmou, pôs-se a me imitar e a saborear com vontade. Trocávamos de posição, enquanto uma se detinha na glande a outra passeava pelo restante e pelos testículos. Beto gemia de tesão e percebemos que se continuássemos ele iria ter um orgasmo. Paramos, nos voltamos ao corpo dele e juntas fomos até a sua boa e mais uma vez nós três nos beijamos.
Deixei os dois, fui até  a minha bolsa, peguei as camisinhas e o tubo de KY, voltei para junto deles, já com uma das camisinhas aberta, segurei o membro com as mãos e tentei vesti-la, Clau deixou o que estava fazendo e veio me ajudar. Sim ajudar a pagar um mico, pois não conseguimos vesti-la, a grossura tornou impossível para nós, devido a nossa inexperiência, numa circunstância daquelas.
- Tá bom maninas, deixem comigo!
Subi no corpo de Beto e comecei a cavalgá-lo, enquanto Clau me beijava e acariciava meu corpo, se detendo em meus seios. Beto a puxou e fez ela ficar sobre o seu rosto, dando-lhe o prazer de uma boa chupada. Nós duas, continuamos nos beijando e uma acariciava o corpo da outra, até que resolvemos inverter as posições. Clau sentou sobre Beto com todo o cuidado do mundo e deixou-se invadir muito devagar, ainda tinha algum receio de sentir dores, mas logo se soltou e cavalgou-o com maestria. Depois que vi ela à vontade, deixe-me desfrutar da boca de Beto e sentei sobre o seu rosto, creio que quase o sufoquei, tamanho era o meu tesão. Eu acredito que os movimentos e a volúpia de Clau tenham contribuído muito, pois ele gozou logo em seguida, também um homem numa situação dessas, não tem muita condição para se aguentar eternamente e ela gozou junto com ele, quase perdendo as forças e se deixou cair sobre mim, abracei-a e a beijei mais uma vez.
Nós duas fomos testemunhas de algo interessante, apesar de Beto ter um orgasmo enorme, ele permanecia firme e ereto, não nos fizemos de rogadas, retiramos a camisinha e nos colocamos mais uma vez a fazer sexo oral nele, desta vez sentindo o gosto de macho e repartindo entre nós as sobras do sêmen que permaneceu, foi delicioso beijá-la daquele modo, desfrutando do gosto e do cheiro.
Ele nos deixou na cama e foi ao banheiro, enquanto nós duas continuávamos nos beijando. Desci pelo corpo de Clau, passando pelos seus seios, deslizando minha língua por sua pele suada e entrei pelo meio de suas pernas, ela me puxou e colocou-se a fazer o mesmo em mim. Estávamos em um sessenta e nove maravilhoso e não percebemos a aproximação de Beto, ele apenas acariciou-me as costas e deixou que continuasse rolando entre nós duas, gozamos uma na boca da outra e ele não deixou que nos recuperássemos e entrou pelo meio. Nesse instante percebi que ele já havia colocado outra camisinha, me ergui e fui participar do beijo entre Clau e ele.
Beto deitou Clau na cama, levantou suas pernas e tentou penetrar o seu ânus, ela se encolheu e disse que não. Eu a abracei, beijei-a e perguntei se ela já havia feito sexo anal, ela respondeu que sim e estava com medo, mas queria experimentar. Alcancei o KY para Beto, me encostei ao corpo de Clau, ainda abraçando-a e beijando-a, mas tentando dar-lhe segurança e calma, eu já havia experimentado as sensações que ela iria sentir, mas eu estava sozinha e não tinha ninguém para me apoiar. Beto passou o KY, encostou no anus de Clau e forçou a entrada, ela estremeceu e deu um grito, eu vi nos seus olhos a dor que sentiu, mesmo assim não desistiu. Continuei com o beijo, ela estava deitada sobre um dos meus braços, como se pedisse proteção, colando o seu corpo ao meu e seus dentes cerraram-se, enquanto isso a minha outra mão passeava pelo seu corpo e vez por outra  masturbava, aos pouco ela relaxou e se entregou ao prazer, desse momento em diante me detive apenas em beija-la e masturba-la, até que os dois tivessem orgasmos.
Beto deitou ao meu lado e eu fiquei entre os dois. Clau permaneceu deitada em meu braço por um tempo, depois começou a me beijar e a descer pelo meu corpo. Logo ela estava novamente fazendo sexo oral em mim, deixei-me usufruir da delicia que sua boca me proporcionava. Beto a imitou, desceu sobre mim e ao lado dela pôs-se a fazer o mesmo, depois me virou de lado e fui brindado com um dos melhores cunilíngua, que me fizeram até hoje. Não tiveram muito trabalho para me levar a um gozo monumental, me retorcendo e gritando entre os dois.
Ficamos deitados, sem falar nada, por algum tempo. Levantamos,fomos ao banheiro e tomamos um banho na banheira enorme da suite. Permanecemos conversando, antes de irmos embora.
No caminho para casa, eu e Clau ficamos caladas, até que ela resolveu romper o silêncio:
- Puta-que-pariu mulher! Meu cu nunca mais vai ser o mesmo!
Ri alto, pela frase inusitada e disse:
- Pára com isso, eu sei que tu gostou!
- Tá bom eu confessou, doeu muito, mas foi gostoso!
Beto, hoje está com 49 ou 50 anos, no terceiro casamento e tivemos algumas aventuras juntos depois que se  separou da segunda esposa. Clau se formou, atualmente está casada, tem dois filhos e mora na cidade de Caxias do Sul.

PS: Por questão de privacidade, os nomes foram substituídos.

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Ainda fiquei com vontade!

por H. Thiesen

O tesão me abate
abro as pernas,
o corpo queimando
o sangue fervendo
e desse jeito que fico
quando penso em você
Te imagino bem duro
teu corpo desnudo
sobre mim deitado
beijando minha boca
sugando meus seios
descendo abaixo
lambendo a barriga
chupando meu sexo
Fico muito excitada
o corpo com urticária
seios em estado febril
os bicos endurecidos
o grelo latejante
a buceta encharcada
Seguro os seios na mãos
os bicos aperto nos dedos
arranho a minha barriga
me masturbo sem pena
esfrego a palma da mão
dedilho na ponta do dedo
depois enterro bem fundo
me fodo com muita vontade
molho, lambuzo e escorro
Penso no teu pau
metendo e me comendo
teu vai-e-vem gostoso
em todos os meus buracos
no cu, na buceta e na boca
ouço os teus gemidos
sinto o teu suor caindo
e a tua pica pulsante
rasgando as minhas carnes
Meu tesão vai às alturas
aproveito mais os dedos
levo-os à minha boca
provo meu próprio gosto
a outra mão continua
a minha doce tortura
sem nenhuma objeção
aporrinha o meu grelo
entra e sai da buceta
aumentando o tormento
Eu te queria comigo
só para foder contigo
apagar o fogo danado
chupar e ser chupada
foder e ser fodida
trepar de todos os jeitos
abocanhar teu caralho
sugar as tuas bolas
lamber a cabeça vermelha
sentar sobre o teu rosto
te mandar meter a língua
esfregar na tua cara
e te lambuzar com meu mel
Mas você não está aqui
e estou incendiada
louca por uma gozada
não existe solução
a não ser uma siririca
daquelas muito bem tocadas
que deixa o grelo inchado
os quatro lábios ardidos
e a buceta melada
Me toco com insistência
Não dou descanso a buceta
faço o mesmo com o grelo
agarro e amasso os seios
gemo e grito desesperada
meu corpo todo se encolhe
meus músculos retesam
aperto a mão entre as pernas
uma dor gostosa
que começa no púbis
anda por todo o meu corpo
e chega até no cu
Ah! Que gozada!
aliás, aquela gozada!
Puta-que-pariu, que gozo fodido!
Ainda fiquei com vontade!

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Na beira do cio!

por H. Thiesen 

Ela se masturbava incessantemente, enquanto admirava suas curvas no espelho. No rosto, um fogo, deixava-o vermelho. A respiração ofegante, quase faltava-lhe o ar e inspirava o mais profundo possível.
Ela gostava de se masturbar, um dia ou outro, nos momentos de solidão noturna e gozava muito com o prazer solitário.
Enquanto se masturbava e olhava seu corpo no espelho, ficava alucinada. A mão e os dedos maltratavam o clítóris e a invadiam. As vezes doía, tamanha era a ânsia na qual se masturbava. Mas sentia muito prazer e repetia para si mesmo:
- Que delícia, que gostoso! Aí!
E, aumentava a pressão dos seus toques, a velocidade, até a profundidade, um dedo não lhe bastava e somava mais, dois ou três. Vinha então o gozo e o seu corpo estremecia, suas pernas tremiam, doía-lhe o ventre e agarrava seu púbis, com força, como se quisesse arrancar mais orgasmo com sua mão.
Houveram masturbações que ela ejaculou, algumas vezes escorreu alguns pingos e encharcou o lençol, mas outras vezes veio em jatos, que respingaram o espelho. Quando era assim, gozava gritando como uma louca.
Gostava de sexo, de sexo pegado, quanto mais o tinha, mais sexo queria. Já participara de orgias, swings, diversos menages. Não tinha limites, aliás, o limite era o sexo, com homens ou com mulheres. Sexo bom para ela não podia ser normal, o trivial era pouco, gostava de sexo quente, instintivo, quase animal.
Precisava de intensidade, com carinho é verdade, mas com uma boa dose de preliminares com tudo o que tinha direito. Mas o sexo tinha que ser de macho e de fêmea. Gostava de ser possuída e vibrava ao ser penetrada. Envolvia o macho com as pernas e o prendia no seu abraço, deixava-o bem junto e bem apertado, espremendo seus seios ao peito e cravando-lhe as unhas nas costas. Não lhe dava espaço, queria-o bem fundo, como quem doa-se de alma.
Não a entendiam e os homens, achavam-na uma louca, que era rampeira, uma puta sem classe, mas na verdade ela era um vulcão em plena erupção, queimando, derramando lavas e explodindo. Não, ela não era prostituta, nem mesmo uma puta como pensavam, mas uma mulher que queria sexo e quando o tinha, não observava limites, fazia de tudo, entre o amor, a paixão e a fúria. Acreditava que entre as quatro paredes da alcova, vale tudo e pode-se tudo fazer, deixando a lascívia vir à tona e navegar no mar da luxúria. Queria desfrutar todos os deleites do sexo, fosse ele vaginal, oral ou anal. Ela queria sexo recheado com palavras amorosas e obscenas ditas com intensidade, para que lhe causassem ardor, repleto de sensações e que a maior delas, era saber que satisfazia seu macho, recebendo dele a seiva quente e viscosa no interior do seu útero ou do seu ânus, mas também delirava com um banho de porra, fosse direto na sua cara, sobre o seu ventre, sobre os seus seios ou em suas costas e escorrendo pelo meio da sua bunda.
Ela fazia amor, antes e depois, mas durante ela trepava com todo ardor!
Amava isso, fazer sexo com palavras sussurradas no ouvido, entrecortadas por muitos gemidos. Amava ser chamada de puta, vadia, cadela e ser segurada pelos cabelos, como fosse ela uma égua redomona sendo coberta e possuída pelo macho.
Alternava a alma, ora submissa, ora dominadora. Gostava de ser a fêmea submetida pelo macho, mas era capaz de inverter o jogo e tornar-se a Dona, a Rainha ou a Senhora. As vezes era uma gata manhosa ronronando e outras vezes, era uma fera faminta no cio. As vezes beijava, lambia, sugava e de outras, mordia, arranhava e devorava.
Macho bom para ela era aquele que a dominava, a comia e a fazia gozar, mas que de repente cedia ao seu jogo e tornava-se uma presa frente à predadora. Na verdade, homem bom para ela, tinha que ter um fogo capaz de consumir o seu fogo, mas para ela tão difícil de encontrar, que se masturba, até hoje na frente do espelho e goza, se pudesse mil vezes, porque ela sempre está na beira do cio!

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Obscenamente Gostoso!

por H. Thiesen 

Gosto de tê-lo em pé, na minha frente, abraçar tuas pernas, esfregar meu rosto e sentir a tua dureza.  
Gosto de abrir o teu cinto, correr o teu zíper  levar a minha mão por dentro das roupas, tirando-o rijo só para mim. 
Gosto de baixar tuas calças, deslizar a cuecas pelas tuas coxas e vê-lo balançar, potente e roliço. 
Gosto de sentir teu caralho, enchendo minha boca e deixando-me louca de tanto tesão.
Gosto de lamber a cabeça e sentir o sabor das primeiras gotas do teu prazer.
Gosto de pegá-lo na mão e socar uma punheta bem batida e gostosa.
Gosto de passar a língua no saco, sugar os testículos e com os ovos. encher minha boca.
Gosto de fartar minha língua com o teu caralho, do saco à cabeça, em toda a extensão.
Gosto de sentir na garganta, engolindo inteiro teu pau duro e quente.
Gosto de circular com a língua, a cabeça vermelha, lisa e macia.
Gosto de cuspir na cabeça, botar no meio dos seios, apertá-los com as mão e te dar uma foda espanhola.
Gosto da tua boca em meus peitos, tua língua em meus bicos e teus dentes mordendo.
Gosto de deitar-me na cama, abrir minhas pernas e te oferecer a minha buceta molhada.
Gosto de por ti ser chupada, ter o grelo sugado, sentir tua língua afundando em mim, enquanto os teus dedos me dão uma siririca.
Gosto de ficar por baixo, sentir o teu peso e o caralho entrando.
Gosto do teu vai e vem, com carinho ou pegada, entrando e saindo, me deixando molhada.
Gosto do teu púbis socando meu grelo e teu saco melando, sacudindo e batendo na bunda.
Gosto de te deitar na cama, cavalgar no teu pau e senti-lo bem fundo e inteiro.
Gosto de virar-me de costa, ficar de quatro, abrir minhas nádegas e te sentir enterrado no meu rabo.
Gosto de ser amada, desejada, comida, fodida e ficar toda lambuzada.
Gosto de me sentir uma puta, cheia de vontades, gemendo como maluca, fodendo como tarada.
Gosto de ser penetrada, envolvida e abusada, doida de tanto tesão.
Gosto de gritar como louca com o prazer estouvado que você me propicia. 
Gosto de gozar com loucura, junto contigo, sentindo a tua porra quente e viscosa, lambuzando e escorrendo de mim.
Gosto de foder desse jeito, sendo despudorada, a tua pequena tarada.
Gosto de trepar com você, juntar o teu ao meu gozo por que...
É obscenamente gostoso!

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Messalina

por H. Thiesen

Venha à noite, silenciosamente a minha cama e acorde a amante que existe em mim, faça-me um súcubo faminto, capaz de sorver a tua essência. Instigue a minha Messalina que encontra-se escondida e convença-me a ser a tua prostituta, vadia e louca!
Quero ser a própria luxuria, a lascívia inconsequente e ser o teu maior pecado, sem pudor nenhum, quero aflorar o desejo que me queima e me maltrata.
Quero ser promiscua, uma depravada sem limites, desfazer-me de qualquer pureza e abraçar a devassidão. Quero ter prazer entorpecido e animal, ser fêmea sem nenhum limites, para o seu macho viril!
Não me importo com o machismo, com essa opinião tola e ser realmente quem eu sou, quero ser apenas um corpo em frenesi e não uma recatada com vergonha, que faz por obrigação.
Serei eu,  mulher e fêmea, louca e cheia de desejos, importando-me somente com o prazer.
Serei o tesão, exalado dos meus poros e me entregarei  ao que me suscitar o íntimo. 
Serei a lascívia, que invadirá teus sonhos, o teu desejo antes de dormir e a tua vontade ao acordar.
Serei a chave que abre os teus recantos mais secreto e libertarei todos os anseios do teu corpo.
Serei caudilha, te controlando e ditando as minhas regras de amar.
Serei heroína e te libertarei das amarras do pudor.
Serei ama e senhora, te prenderei a mim, como escravo que se permite à entrega.
Serei causa e efeito, dominarei cada um dos teus suspiros, sensações e sentimentos. 
Serei bruxa que dos seus lança os feitiços e enlaça a tua alma com toda sutileza.
Serei o teu tudo e o teu nada, te deixarei perdido, sem direito a reação.
Deixe-me envolve-lo coma as minhas múltiplas faces.
Deixe-me mostrar, com ser envolvido pelo desejo puro, com o meu som, meu sabor e cheiro,
Deixe-me cobri-lo com a textura e doçura da minha paixão. 
Venha ao meu corpo, banhar-se em meu suor, beber do meu prazer e desfrutar todos os deleites, que o meu tesão pode te dar.
Venha, me tome e me possua, deitada, de quatro, de pé e de lado, abraçado pelo meu desejos.
Louca eu te cavalgarei, encaixada perfeitamente no teu corpo.
Mas antes vou provar as tuas ânsias e com a minha ânsia deixar que pulse entre meus lábios, deixarei que te afunde em minha garganta. A você ofertarei, o mais puro mel do meu desejo, deixando me escorrer na tua boca e depositando-o na lascividade da tua língua.  
E quando você estiver em mim, sentirei nas minhas profundezas, a satisfação dos meus desejos, gemendo para você a minha entrega.
Seja o homem, o macho que me possui, faça-me a tua puta, deixe-me ser tua vadia sem pudor. 
Meta-me sem pena e sem dó, possua-me com a violência que afloram os teus desejo, mas tema o inferno que me queima o corpo e fogo que abrasa nos meus olhos, pois vou te exigir, te enfeitiçar e te envolver, irei te arranhar, morder e machucar, sem esquecer-me de te beijar, lamber e sugar, mas vou te prender e envolver com minhas pernas e meus braços e somente te libertar depois que me fizer gozar.

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Pequena, sozinha e abandonada!

por H. Thiesen

Está tão escuro aqui e te espero a tanto tempo. Quando você virá, tirar-me daqui e me levar contigo?
Estou tão solitária e sinto tantas saudades do teu corpo quente. Sinto falta de ficar grudadinha na tua pele macia.
- Oh, finalmente uma luz... É você!
Hum... Você lembrou de mim, no meio de outras tantas!
É uma felicidade, sair de onde eu estava e ficar bem juntinho de ti.
Posso sentir teu calor, a tua pele cheirosa e delicada. Você está tão perto, que sou capaz de sentir a tua pulsação.
- Uaaau! Você fica linda de vermelho!
Vamos sair por aí, procurar aventuras e quem sabe os amores. Eu te conheço bem, sei que você não passa um dia sequer, sem sexo.
- É uma pena, eu ter que ficar escondida dentro desse jeans!
Menina, a noite está maravilhosa! De tanto dançar já estou ficando suada!
- Opa!
Encontrou alguém né? Para satisfazer teus desejos. Sei quando isso acontece, sei tudo o que se passa, quando você fica excitada, estremecida e molhada. Não esqueça que eu, quando você fica assim, fico na mesma situação, totalmente encharcada. As vezes, quando não rola, eu vou para casa pingando!
Tudo bem, você se encantou por ele e eu não me importo de maneira nenhuma, mesmo que você me afaste de ti e me jogue para um lado qualquer. Vou ficar esperando, você lembrar novamente de mim. Pode ir, aproveita o momento e a diversão. Sei que você vai voltar, me pegar com carinho, me por bem juntinho, ajeitar-me bem no meio e ir embora comigo. Lembre-se sempre, que sou tua parceira e fiel companheira, para o que der e vier. 
Eu não dou importância para essas tuas aventuras, nem me sinto trocada e nem mesmo preterida. É o meu destino, sentir tuas mãos pegar-me com firmeza e de você me afastar, para que você possa amar, satisfazer teus desejos. Quantas vezes, fiquei com você e me molhei com teu gozo, Isso basta pra mim.
Quantas vezes presenciei tua mão, em caricias lascivas, te levar ao orgasmo e assisti tudo, jogada em um canto, inerte e passiva? Quantas vezes você me jogou para o alto e fiquei pendurada no ventilador? Assisti tudo de camarote!
Vai lá, não deixa ele ir embora, como sempre vou te esperar no meu canto!
Ah, vou ficar com você e aproveitar tudinho? Que bom, ele está me tocando também!
Ei? O que ele está fazendo? Me colocando de lado? Ah! Entendi... Uma rapidinha!
Tudo bem, vou ficar quietinha, me contento em assistir e ficar só olhando.
Nossa, como é grande e grosso! Coitada de você!
Hum... Você está gostando, está ficando molhadinha. Que delícia esse vai-e-vem! 
Uauuu! Que gozada heim?
Opa! Ele gozou também! Sobrou até pra mim, fiquei ensopada!
O que? Já? Está na hora? Ué, então vamos embora!
Adoro este teu jeito, caminhar rebolando no alto do salto! Fico toda orgulhosa!
Ufa, chegamos em casa, vamos para o banho, limpar essa sujeira!
Peraí, não me deixe assim, vou ficar sozinha e abandonada!
Ok, tudo bem! É sempre assim, você me usa, depois me deixa de lado.
Só te peço uma coisa, nunca esqueça de mim! Lembre que eu, adoro entrar no meio da tua bundinha!
Porque eu sou a tua melhor calcinha, a mais bonita de todas, a mais pequeninha e mais confortável!
Não me abandone aqui, nesse cesto de roupa suja e usada!

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Insaciável, incontrolável e ninfomaníaca!

por H. Thiesen 

Iniciou-se no sexo como todas as demais, sozinha, na solidão do seu quarto ou na intimidade do banho, se masturbando. Nas primeiras vezes que se tocou, sentia enorme prazer e logo gozava. Com o tempo, buscou algumas variações, do simples toque externo, passou a invadir-se com os dedos e seus gozos tornavam-se cada vez mais deliciosos, por essa razão, avançava cada vez mais e fazia descobertas em si própria. Sentia uma enorme atração para masturbar-se e fazia-o duas, três, quatro vezes por dia, à procura de novas sensações.
Contudo intrigava-se: - Seria ela normal?
As experiências a aguçavam, não sentia sempre o mesmo prazer, cada uma das vezes era diferente, em algumas gozava como uma louca, em outras vezes o gozo era tranquilo, quase sublime. Porém havia vezes que o gozo não aparecia, mesmo que se masturbasse por horas.
Descobriu essa particularidade num certo dia, ao tentar, inutilmente, obter a volúpia e não foi brindada com um orgasmo, repetiu a masturbação e ele lhe pareceu quase ínfimo, uma coceirinha besta e sem graça. Apressadamente, decidiu experimentar outras formas de masturbação e espancou o seu clitóris com a palma da mão, que ficou inchado e vermelho, mas lhe proporcionou um gozo intenso.
Ela já não se contentava em proporcionar prazer a si mesmo e resolveu finalmente que experimentaria o sexo. Sentiu receio, ainda inexperiente, temia perder a virgindade e sentir-se culpada. Optou pelo sexo oral, crendo que seria menos arriscado. Entregou-se à esse prática com um colega de classe, primeiro o chupou e depois deixou-se chupar. De um jeito e de outro teve orgasmos intensos, gozou masturbando-se quando fazia e melhor ainda, quando ganhou. Dia a dia e aos poucos o medo da culpa diminuiu e tratou logo de perder a virgindade. Desfrutou de orgasmos devastadores, mas apesar da intensidade, ela não sentia-se satisfeita e sempre queria mais.
Não satisfeita, decidiu-se pelo sexo anal. Novas sensações e novos orgasmo e constantes delírios. O prazer aumentava, mas ela não se satisfazia, mesmo que a relação seguinte fosse mais intensa.
Já provara de todas as delícias possíveis na masturbação, extravasara-se com o sexo oral, delirara entusiasticamente com os prazeres do sexo e acabara-se com o prazer do sexo anal, porém sua sede por sexo não diminuía e aumentava todas as vezes que deitava na cama com alguém. Experimentou sexo com dois homens, depois com três, não obstante aventurou-se com outras mulheres e entreverou-se em orgias. O seu prazer aumentava e as sensações eram sempre diferente, mas a insatisfação lhe era presente na mesma intensidade.
O problema é que a variedade de prática estavam se esgotando. Buscou prazer e provou sadomasoquismo, foi dominadora e dominada. Já pensava em experimentar práticas que abominava. O desejo incessante que sentia, já não poderia mais ser tratados como simples vontades, mas transformaram-se em taras, que tornavam-se cada vez mais loucas e insanas. Descobria arriscadas forma de prazer, tão perigosas que poderiam ceifar-lhe a vida, mas dizia para si mesma: - Nada mais certo do que a morte, se tiver que morrer morrerei gozando!
Encontrou adeptos de sexo com restrição da respiração e experimentou. Teve um dos melhores orgasmos da sua vida. Desmaiou, mas não morreu. Estava disposta encontrar uma solução para a sua sede sexual. Talvez - pensava ela - buscasse a sensação de prazer e de ápice que existia na morte. Seria preciso morrer para dar cabo à sua fome por erotismos e prazer? Que eu morra - continuava pensado - se for esse o meu destino! Do que adianta viver com esse tesão insaciável?
Quase louca, comprou uma navalha e foi para casa. Tomou um banho, passou na pele os cremes preferidos, tocando cada uma das suas partes como se fosse a última vez, perfumou-se e maquiou-se como de costume, deitou-se e cortou os pulsos. Enquanto o sangue corria ela se masturbava. Suas mãos tocavam seu corpo e seu sexo encharcado pela excitação. O cheiro de sangue e sexo tomou conta do quarto. Suas forças enfraqueciam, mas a masturbação lhe atiçava. Sentia o corpo fraco e ao mesmo tempo ardente. Seu corpo estremeceu, do sexo subiu ao peito calor e frio e ela finalmente acordou em meio a um orgasmo louco e desesperada por sexo! A sua sede por prazer fê-la sonhar e o suicídio não passara de um sonho!
Ainda hoje ela continua buscando por novos prazeres e a sua fome de sexo é cada vez maior, não encontrou uma solução para apagar o fogo que queima dentro dela!

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Sonho Molhado

por H. Thiesen 

Na sala de aula, de frente para a turma, o professor de estatística explica um conteúdo, meu pensamento vagueia, não presto atenção, sei que ele fala de algo, que em breve eu esqueceria.
Paula sentada ao meu lado,  demonstra concentração, se não, pelo menos finge prestar atenção na aula monótona e chata.
Disfarço, corro os olhos em seu corpo, a aula prossegue e os meus pensamentos vão ao encontro de outro local, precisamente, no meio das pernas dela. Ela me olha, desvio o olhar e depois volto a olhar, ela ainda me olha e sorri. Noto que ela desliza o olhar em direção aos primeiros botões abertos da minha blusa, que deixam a mostra um pouco dos seios. Será? Não, estou delirando, ela nunca falou sobre o assunto.
A aula está enfadonha, levanto para ir ao banheiro. Mesmo sem olhar, sinto que ela está me olhando. Antes de sair pela porta da sala, olho para ela e confirmo meu pressentimento. Ela está sim, me olhando com aqueles olhos verdes. Nossos olhares se encontram, fixo-me um pouco nos delas, como a convidando para o breve passeio. Ela continua firme e esboça um sorriso. Vejo em seus olhos um desejo quase reprimido.
Não, não pode ser! Estou louca! Retribuo o sorriso e arqueio sugestivamente a sobrancelha. Atravesso a porta cheia de tesão.
Ir ao banheiro foi apenas uma desculpa, para escapar da aula massante. Abro a torneira, lavo rosto e para diminuir o tesão, molho um pouco pescoço, fecho os olhos e respiro fundo.
- Me chamou? 
Que susto. É ela! 
Paula me segura pelos braços e me leva a um dos sanitários, me empurra contra a parede e pressiona o meu corpo contra o seu. Sem me dar tempo, me beija e enfia a sua língua na minha boca.
Seguro o seu rosto e torno aquele beijo ardente. Suas mãos tateiam o meu corpo, seguram meus seios, procuram os mamilos. São mãos delicadas, mas muitos vorazes e descem pelas minhas costas, até encontrarem as minhas nádegas e me apertar contra ela. Sempre me apertando e me pressionando, ela coloca sua coxa entre as minhas, me pega no colo e eu enlaço com as pernas a sua cintura. O beijo é quente, mas logo termina.
Paula me vira de costas, abre o zíper da minha calça, agacha-se e a desce até os pés. Ficou surpresa e disse alguma bobagem, quando notou que eu não vestia calcinha. Afastou as minhas perna e encaixou seu rosto no vértice entre as minhas coxas e as minhas nádegas, com as mãos fazia-me empinar a bunda e deixar o objeto do seu desejo ao alcance da sua boca. Ela estava ensandecida e sua língua lambeu-me deliciosamente. Sua boca servia-se da minha vulva e eu ensopava a sua língua com meu néctar. Paula não me dava trégua, lambia e chupava, me deixando mais louca. De repente ela para, volta a minha boca e me beija novamente, ao mesmo tempo levanta a minha camiseta e em rápidos segundos, está nos meus seios, sugando e lambendo meus mamilos. Ela lambe e chupa um deles e brinca com o outro entre os dedos.
Novamente ela me beija e seus dedos se instalam entre as minhas pernas, me acariciando, friccionando e invadindo. Sem deixar de me dar atenção, ela se move e me faz sentar no sanitário, coloca-se entre as minhas pernas e põe-se a chupar meu sexo, olhando nos meus olhos e mostrando-me como estava sedenta e faminta.
Ela mergulha em mim, com um frenesi irracional e dedica-me sua língua freneticamente. Lambendo deliciosamente, as vezes me invadindo e outras vezes circulando meu clitóris. Ela me devora literalmente e sinto que o meu orgasmo está para nascer com força e intensidade, mas...
Uma mão insistente sacode o meu ombro e abro os olhos, sem saber aonde estava.
- Ei, acorda!
Era Jane, a minha amiga, que divide o aluguel comigo.
- Ãh, que... foi?
- Você estava gemendo e se debatendo! Foi um sonho!
- É... um sonho... - falei decepcionada.
- Hummm... eu interrompi alguma coisa? - perguntou-me ela.
- Bem, na verdade interrompeu, mas era apenas um sonho e nós podemos torná-lo realidade!
- Por que não? - Perguntou-me ela!

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Todo mundo dá, por que eu não posso dar?

por H. Thiesen

Sempre era a mesma coisa, especulações a meu respeito, queriam saber se eu tinha namorado, se eu dava ou não, ou então, o que eu fazia quando dormia fora de casa.
Eu já não aguentava mais tamanha curiosidade, cada vez que tocavam no assunto, o meu sangue fervia. E, olha que eu sou calma!
- Fez o que?
- Por que não avisou!
- Essa menina está passando dos limites!
- Hora dessas aparece de barriga!
E uma tia ranzinza e fofoqueira responde:
- Que nada, anda só com meninas, é sapatão!
Humpf!!! Rrrrrrrrrrrrrr!!!! Eu quieta no meu quarto, fazendo de conta que não ouvia, a pressão aumentando à ponto de estourar.
Mas um dia, ao chegar em casa, a família reunida, dito e feito, a tia fofoqueira pergunta:
- Tava namorando?
Ah! Meu pavio que já estava curto, terminou de queimar:
- Não... (com cara de cínica) Fui dar a xereca, aproveitei e dei a bunda! Mas... Não gostei... e fui chupar boceta! Entenderam? Ou querem que eu desenhe?
A velha quase teve um troço, minha prima que sabia de tudo, se mijou de tanto rir e diante do "Ôôôô!" de espanto dos presentes, que não esperavam por essa resposta, completei:
- Se todo mundo dá, por que eu não posso dar?
- Por que tu és tão lindinha - respondeu a minha madrinha- e para mim tu és uma santinha!
Dei um sorriso amarelo, atravessei a sala e entrei no quarto!
Nunca mais me perguntaram e nunca ouvi falarem a respeito. Bem, pelo menos, creio eu, não comentavam quando eu estava em casa. Ainda acho que não acreditaram no que eu disse e que naquele dia, foi apenas uma explosão de menina! Mas eu falei a verdade, só menti que "não gostei"!

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Se eu quiser... Você me come?

H. Thiesen 

Sempre gostei de me vestir bem e com roupas que valorizam o corpo. Não me preocupo muito com a moda, geralmente faço a minha e prefiro escolher roupas que, apesar da discrição, deixam as curvas em evidência. 
Uma das minhas roupas preferida, são os corsets, além de deixarem a cintura menor acaba, eles ressaltam outros atributos, os seios por exemplo, aparentam maiores e alguns são capazes de sumir com qualquer sinal de barriguinha. Geralmente não os compro, mas mando fazer nas minhas medidas. 
Prevendo que eu deveria ir a uma feira de empresas aéreas, para duas semanas após e como todos os eventos desse tipo, sempre há muitas recepções, liguei para o costureiro. Ele foi muito atencioso, perdeu algum tempo no telefone me perguntando como eu queria o corset e marcamos um dia para a prova, no seu atelier depois do meu trabalho.
Na semana seguinte, fui ao atelier para a prova e como sempre, ele me proporcionou atendimento Vip, com direito a champanha.
Provei o corset, como sempre o caimento estava perfeito e como eu não tinha mais compromissos, decidi ver outros dos seus trabalhos. Enquanto olhava aquela quantidade enorme de corset, fotos e tecidos, conversávamos muito e acabei relaxando e exagerando na bebida. Tanto enrosquei o salto e caí agarrada à ele, sobre o piso de carpete. Até então, eu pensava que ele era homossexual e aquele jeito carinhoso era característica e pensava eu, normalmente deveria tratar todas as outras mulheres daquele jeito. Mas quando eu estava no chão, tentando me levantar, ele me beijou e jogou seu corpo sobre o meu e percebi que havia algo duro, dentro de suas calças e não era o metro ou coisa do gênero. Eu já estava mais pra lá do que pra lá, devido a champanha, correspondi ao beijo.
Confesso que naquela hora eu já estava excitada, quando bebo fico assim e  sem cerimônia, comecei a acariciá-lo por cima das calças. Ele me beijou com mais ardência, segurou meus seios e abriu botão por botão a minha blusa, deixando meus seios ao seu dispor, pois eu não usava sutiã. Sugou-os com tamanha volúpia que eu quase me derreti, levantei despi o resto da roupa e fiquei de pé a sua frente. Acariciando o interior das minhas coxas, ele abriu-as com delicadeza, afastando meus pés e me fez um sexo oral inesquecível. Naquele dia vi que há prazeres bem maiores do que seios salientes e uma cintura fina. Depois de ter um orgasmo deliciosos, com aquele oral divino, deitei-o no carpete e cavalguei-o sem dar-lhe tréguas, até atingir outro orgasmo devastador e vê-lo derramar-se, jorrando abundantemente o gozo sobre a sua barriga.
Depois disso, caí exausta sobre o seu corpo e nos beijamos deliciosamente, por alguns minutos, quando lhe perguntei:
- Eu achava que você era biba?
- Bem, agora sabe que não!
- Então por que finge?
- Você sabe quantas mulheres passam por aqui, quantas eu toco e as vejo nuas? Imagine se, se excitarem e desejarem transar comigo?
- Confesso, você é um pedaço de mau-caminho. Mas a tua teoria é falha, eu já saí daqui excitada, justamente por causa do teu jeitinho delicado.
- Mas, geralmente funciona. Algumas tentam me curar, são prepotentes e essas eu traço! Ehehehe!
- Safado, por que nunca tentou comigo?
- Bem, aqui é meu trabalho e você nunca se insinuou!
- Quer dizer que: Se eu quisesse, já teria me comido?
- Claro! Mas, as mulheres não são meus problemas maiores!
- Que problemas maiores?
- Os maridos!
- Maridos?
- Sim, eles trazem as mulheres e me veem tocá-las para tirar as medidas, apalpá-las, olhá-las, etc. Mas esse meu jeitinho delicado, dá segurança para eles! Ahahahaha!!!
- Você é um enorme cretino!
- Sou?
- Com certeza!
- Pode ser, mas você não imagina quantas eu já comi!
- Não mais do que eu!
- Ah, você é hors concours!
Depois desse dia, ele fez mais alguns corsets para mim, mas mudei de cidade e nunca mais o vi!

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Beto e Michelle: Ex-Corno!

por H. Thiesen

- Alô!
- Oi Beto! Posso deixar o Guto contigo hoje a noite?
- Você vai sair?
- Vou!
- Com quem?
- Com alguns amigos?
- Alguns amigos?
- Bem, na verdade com um amigo!
- Desde quando você sai com desconhecidos?
- Beto... Acorda você é meu ex-marido!
- Sou, mas me preocupo com você!
- Eu sei me cuidar muito bem!
- Quem avisa amigo é!!
- Avisa o que Beto?
- Que você pode perder a reputação e saindo com qualquer um!
- Não é qualquer um, é um amigo!
- Eu nunca deixei o Guto com você para sair com outra mulher!
- Beto, você nem fica com ele!
- Como não? Mês passado no Dia das Crianças?
- Cretino, esse é o único dia do ano que você fica com ele!
- Ta me chamando de pai ausente?
- Que pai, ele nem tem pai!
- Eu sou o pai dele?
- Quem disse?
- Ora, você é claro!
- Não lembro!
- Então você me traiu? E ainda quer que eu fique com o resultado da putaria?
- Não foi bem assim! E o Guto é meu filho, só não sei se é teu?
- Não?
- Não! Mas foi só uma vez com um cara!
- E quem é esse filha da puta?
- Não sei!
- Como não sabe?
- Foi um impulso!
- Não acredito que foi só uma vez!
- Na verdade não!
- Eu sabia que por trás dessa cara de santinha...
- Olha o que você vai falar!
- E posso, você mesmo está confessando as putaria!
- Beto, sabe aquela época que você andava broxa?
- Eu não estava broxa, só tinha um problema psicossexual momentâneo?
- Tá, que seja! Mas era molenga e eu sai com o Lê!
- Por isso, que ele me olhava daquele jeito!
- Que jeito?
- Aqule olhar de "Olha o corno aí gente!", eu como a puta dele!
- Beto, você está me ofendendo!
- Ué! Mulher casada que dá pra outro é puta!
- E você?
- Eu sou o corno da história!
- Ah tá! Pensa que eu não sei que você comia a Lurdinha?
- Isso não vem ao caso!
- Claro que vem, olho por olho, dente por dente!
- Então foi uma vingança?
- Claro que não! Eu só estava carente!
- Vontade de dar o rabo trocou de nome?
- Tudo bem, mas dava toda as noites pra você e mesmo assim comeu a Lurdinha!
- Ela trepa bem melhor que você!
- Beto, qualquer uma é boa demais pra você!
- Você que pensa, a Lurdinha ficava louca comigo!
- Ficava louca nada! Fazia de tudo pra gozar, isso sim!
- Pois não foi o que pareceu!
- Ela me disse que você é um bosta, e eu concordei!
- Tá virando o prato onde comeu é?
- Não! Cansei de tocar siririca no banheiro depois que você dormia!
- Vamos voltar ao que interessa!
- O que?
- Onde você vai?
- Vou sair! Onde? Não te interessa!
- Quem é o vagabundo?
- Beto, ele não é um vagabundo!
- Claro que é, homem que sai com mulher divorciada só pode ser vagabundo!
- Qual a diferença, mulher é mulher, solteira ou divorciada, são livres!
- Ele só está pensando que vai te comer! Vai direto pro motel, quer apostar?
- Beto, fui eu que sugeri o motel pra ele!
- Viu! Eu tinha razão! Você quer é putaria! Via dormir com o vagabundo!
- Tá, então vou fazer putaria e o que você tem com isso?
- Você é minha ex-mulher!
- E daí?
- Dai? Se alguém conhecido te encontra no motel?
- O que tem? Sou divorciada, lembra? E, esse corpinho aqui precisa de ação!
- Lembro, mas e a minha reputação?
- O que você tem a ver com isso?
- Ora, se a ex-mulher tá no motel, é por que eu já era um corno!
- Santa Paciência! Ex-corno é dose!
- Você sabe que a fofoca corre!
- Não to nem aí! Quando dei pro Lê, todo mundo ficou sabendo e ninguém falou!
- Opa! Todo mundo sabia?
- Claro Beto, você não sabia disso?
- Sabia o que? Ninguém me falou?
- Ora Beto, o corno é sempre o último a saber!

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Foda-se!

por H. Thiesen 

Pensando bem, o nível de estresse de uma pessoa, é inversamente proporcional ao número de palavrões que ela diz!
Não existe nada melhor do que, quando estamos rodeados de problemas, gritar aos quatro cantos: Puta-que-pariu!
Por que a palavra puta-que-pariu é altamente desestressante e é maneira mais clássica, de mostrar uma indignação ou protestar, e até mesmo expressar admiração, no nosso tão sofisticado português, por que em outras línguas, o puta-que-pariu, não tem graça nenhuma.
Reparem nos nossos irmão anglo-saxônicos, para falar a nossa tão desestressante palavra, precisam dar um nó na lingua:
- Whore that gave birth!
Algo parecido com isso: Uôrdérigueivbãrd! É assim mesmo, tudo junto, misturado e incluído! O final fica até com sonzinho de peido, BÃRD! Por causa do "i" com som de ã, semelhante ao de anã!
Puta-que-pariu, tem uma sonoridade espontânea e chega até ser um pouco poética, principalmente se for expressada em alto e bom som, silabicamente e de forma vagarosa e exclamativa:
PU-TA-QUE-PA-RIIIIIIIIIIII-UUUUUUUU!
Não existiria nada igual ao puta-que-pariu, não fosse a pobre da genitora, que na maioria das vezes, não tem nenhuma culpa, mas fazer o que, a mão do juiz é quem paga o pato mesmo!
Não fosse esse detalhe genético, eu diria que puta-que-pariu, é a palavra perfeita para desestressar.
Felizmente temos o "Foda-se"!
Esse sim! Não existe nada igual ao "foda-se"! 
Dizer foda-se, é totalmente libertário, tem um som ideal e um ar de virar às costas, já perceberam isso?
Foda-se tudo!
Foda-se a goela abaixo!
Foda-se à aparências!
Foda-se a sociedade!
Fodam-se as convenções!
Foda-se o preconceito!
Foda-se a discriminação!,
Fodam-se as opiniões!
Fodam-se as críticas!
Foda-se a incompreensão!
Foda-se! Foda-se! Foda-se!
Putz, fiquei bem mais aliviada!
Ah esqueci!
Não está gostando? Então foda-se!
Dizer foda-se é tão bom, que deveria ser direito adquirido e nunca ser considerado palavrão, por que é de comum acordo e de entendimento popular, que aumenta a auto-estima!
Ainda bem que somos detentores dessa língua rica e inventiva, chamada português, as vezes tão maltratada pelo linguajar popular.
Temos que reconhecer, não existe língua melhor para falar palavrões.
Por exemplo, merda tem muitos significados!
Quando aparece um problema...
- Que merda!
Neste sentido a merda adquire um significado enorme!
Existe alguma coisa mais delicioso para mandar alguém longe, quando está enchendo o saco?
- Vá à merda!
Se não não for à merda, apela-se para uma variante, que não deixa de ter tudo a ver, manda-se ir tomar naquele lugar de onde a merda sai.
Nada pode ser mais longínquo e dizem que é perto do lugar onde o diabo perdeu as botas! Aliás, tem sim, caralho, até fizeram uma casa pra ele:- Lá na casa do caralho!
Mas falando no dito cujo, não existe sinônimo melhor para grandezas e quantidade, tudo que é demais, é do caralho:
- Quente pra caralho!
- Grande pra caralho!
- Longe pra caralho!
- Antigo pra caralho!
- Duro pra caralho! - Bem, essa expressão traduz tudo, se bem que, tem uns teimosos por aí e é preciso muita força de vontade, para fazer endurecer, mas nem assim, ele fica de fora:
- Cansado pra caralho!
Mas, até para mostrar o nível de insatisfação pessoal, o caralho é levemente lembrado, mesmo pela parcela da população que não o possui:
- Tô de saco cheio!
- Não enche o meu saco!
Querem saber de uma coisa, esse texto já está extenso pra caralho, tá uma merda, enchi o saco de falar da puta-que-pariu e vou terminá-lo por aqui, então... Foda-se!

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Crônica de uma Xoxota Revoltada

por H. Thiesen 

As vezes eu paro no tempo e fico pensando, há muitos preconceitos sobre mim e minhas amigas, parecidas ou não comigo. Nós podemos ter várias formas, grandes, pequenas, beiçudas, gordinhas, magrinhas, peludas, aparadas e carecas. 
Somos chamadas de diversos nomes, quando pequenas de xexecas, depois maiorzinhas passam a nos chamar de xanas, xaninhas, xoxotas, diminuitivo carinhoso de xota (por sinal este e ridículo!), mas temos outros apelidos, pererecas, aranhas e outros de origem animal, temos nomes científicos, os médicos nos chamam de vaginas ou vulvas e até de canal vaginal, mas pensando bem, imaginem alguém cantando uma mulher para fazer sexo:
- Amor, quero comer o seu canal vaginal!
- Ahahahahahah!!!! Seria engraçadíssimo!
- Querida, vou chupar a sua vulva!
- Ridículo!
Já ouvi por aí, outros apelidos, até automobilísticos, o Capô de Fusca! Em tempos de Ecologia e Sustentabilidade, Fonte do Prazer, vem a calhar! Os românticos e poetas nos chamam de Flor do Amor, metaforamente falando! E tem gente que acha que temos mania de perseguição, nos chamam de Perseguidas! Isso sem falar no mitológico, Monte de Vênus e no pretensioso Casa do Caralho. Mas, não posso deixar de citar, o trivial, que anda de boca em boca e é o mais famoso Buceta. Ainda bem que em outros países, nos chamam de felinas, Chatte, Pussy, ou seja, gatinhas!
Felizmente, eu sou chamada carinhosamente pela Lena de Tonha:
- Tonha hoje você vai receber visitas!
- Tonha vamos raspar os pelinhos?
- Tonha, sua safada, está toda melada!
Adoro isso, mas a Loira é doida, coloca toda a culpa em mim, mas são coisas da cabeça dela, basta ela pensar em sexo e eu fico agitada!
Claro não é somente eu que tenho esses apelidos carinhosos, tive uma amiga que se chamava Sofia e hoje sou amiguíssima da Morinha, a xoxotinha da Amora, namorada da Lena. Conheci uma que se chamava Minha Filha e outra chamada Moto-Serra, não podia ver pau em pé, que derrubava na hora!
Apelidos à parte, nós somos milenares, surgimos a mais de dois milhões de anos, desde lá, fazemos parte das formas femininas. Somos quase onipresentes, onde houver uma mulher, nós estaremos lá! Somos objeto de discórdia desde o princípio dos tempos, quando Adão comeu a Eva, nós já existíamos e colocaram a culpa na maçã! Ehehehe!
De certa forma, nós também somos parte dos machos, se não fisicamente, pelo menos intelectualmente, uma vez que eles não param de pensar em nós e nos desejam diuturnamente, vivem atrás de nós!
Temos todas as tendências sexuais possíveis! Algumas de nós são héteros, só aceitam relacionamento com o sexo oposto. Outras são homos, somente se relacionam com outras iguais. Existem as bi, que preferem a totalidade, digamos que são flex. Tem as descoladas, se houver possibilidade, melam na hora, não interessa pra quem ou com quem! As empacadas, vivem meladas e não entram em ação nunca. As indecisas, quando veem uma igual, ficam loucas de vontade, mas não se decidem de jeito nenhum. É claro, não poderia faltar as fujonas, poem fogo, atiçam e na hora do bem bom, correm para as montanhas!
Foda mesmo é ser portal da humanidade, haja largura nessa hora! Não é fácil ter contrações, espasmos e dilatações! Xoxota sofre pra caramba!
Mas como disse acima, nós somos vítimas de muito preconceito. Falar em nós abertamente é vergonhoso, ninguém tem coragem. Quando falam, ficam cheios de entremeios e entrelinhas. Parece que somos um monstro!
Somos sem dúvida nenhuma, a coisa mais desejada do planeta. Essa é a minha teoria! Creio que aquela música, "Ela é a minha Popstar...", foi feita para nós! Nós temos status de estrelas mundiais! Quem não nos conhece ou ouviu falar de nós? Qual mulher não sentiu vontade de nos olhar, nem que seja através do espelho? Quem nunca sentiu vontade de nos tocar? Quantos e quantas nos desejam , para lambe, beijar, chupar, penetrar, sugar e claro, sei lá mais o que, os seres humanos tem cada idéia!? Quem nunca desejou mexer com o dedinho no nosso grelinho e quantos desejam lambe-lo? Exceto algumas exceções, qual homem nunca nos desejou? Quem não se excitou ao nos ver molhadas? Quem nunca quis gozar em nós ou gozar conosco? Quem nunca nos quis fazer gozar? Que homem não se sente premiado por tirar a nossa virgindade?
Não somos um simples objeto de prazer. Fazemos parte de um conjunto de formas, sensações e sentimentos. Somos muito importantes para ser deixada de lado, melhor, entre as pernas, como escravas do prazer. Merecemos melhor atenção, mais carinho, mais compreensão, mais dedicação e por que não, ficarmos na vitrine? Xoxota deveria estar na testa!
Nesses dias de correria, dedique-se um pouco à sua xoxota, ou se não tiver, à uma xoxota de sua preferência e converse com ela, diga-lhe o quanto ela é importante! Ora, quem consegue viver sem nós.
Dedique alguns minutos do seu dia e faça uma xoxotinha feliz!
Tá certo, sei que estou reclamando de vagina cheia, mas é que eu sou reclamona e muito revoltada!

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A Princesa Moura

De Simões de Lopes Neto
Adaptado para o blog por H. Thiesen

No Sul do Brasil existe um povo, conhecido por gaúchos, em torno da sua origem existem muitas lendas, esta é uma delas!
 Quando caiu o último reduto árabe na Espanha, alguns mouros, falsamente convertidos em novos cristãos, buscaram morada na América. Ligados à alquimia, trouxeram com eles sua princesa e o desejo de aqui "alçar de novo a Meia-Lua sobre a Estrela de Belém", isto é, fundar um país muçulmano.
Anhangá-pitã, (diabo vermelho em guarani) que os índios nativos do lugar acreditavam, por pura maldade, transformou a princesa moura em Teiniaguá (uma lagartixa), diferente das demais por ter encrustada na cabeça uma pedra preciosa, que cintilava como brasa e da cor do rubi.No tempo dos padres jesuítas, existia um moço, sacristão no Povoado de São Tomé, na Argentina, do outro lado do Rio Uruguai. Ele morava numa cela de pedra, nos fundos da igreja, na praça principal da aldeia. Num verão muito forte, com um sol de rachar, ele não conseguiu dormir a sesta (sono depois do almoço). Então, levantou-se, e foi até a beira de uma do lagoa refrescar-se. Levava consigo uma guampa, que usava como copo. Á beira da lagoa, uma coisa muito estranha aconteceu, ela toda fervia e largava um vapor sufocante e qual não foi, a surpresa do sacristão, ver sair d'água a própria Teiniaguá, na forma de lagartixa, com a cabeça de fogo, colorada como um carbúnculo. Ele, homem religioso, sabia que a Teiniaguá - os padres diziam isso - tinha parte com o Diabo Vermelho, o Anhangá-Pitã, que tentava os homens e arrastava todos para o inferno. Mas sabia também que a Teiniaguá à noite se transformava em uma linda mulher, uma princesa moura encantada, jamais tocada por homem, de corpo rijo e formoso. Aquele pelo qual ela se apaixonasse seria feliz para sempre. O sacristão num gesto rápido, aprisionou a Teiniagá na guampa e voltou correndo para a igreja, sem se importar com o calor. Passou o dia inteiro metido na cela, inquieto, mas louco que chegasse a noite.
Estava escrito: "Serás o meu par, quando quebrado o encantamento, do nosso sangue e de nossa carne, nascerá uma nova gente... se a cruz do teu rosário não me esconjurar!"
Quando as sombras finalmente desceram sobre a aldeia, ele não se sofreu: destampou a guampa para ver a Teiniaguá. Aí, o milagre: Ela se transformou na princesa moura, que sorriu para ele e pediu-lhe vinho, com os lábios vermelhos. Ora, vinho só o da Santa Missa. Louco de amor, ele não pensou duas vezes: roubou o vinho sagrado e ofereceu para que ela o bebesse. Beberam e amaram-se durante toda a noite.
No outro dia, o sacristão não prestava para nada. Mas, quando chegou a escuridão, tudo se repetiu. E assim foi, até que os padres finalmente desconfiaram, e numa madrugada invadiram a cela do sacristão. A princesa moura transformou-se em Teiniaguá e fugiu para as barrancas (margens íngremes) do rio Uruguai, mas o moço, embriagado pelo vinho e pelo amor, foi preso e acorrentado. Como o crime era horrível - contra Deus e a Igreja - foi condenado a morrer no garrote vil, na praça, diante da igreja que ele tinha profanado, para que todos vissem e aprendessem a lição.
No dia da execução, todo o povoado se reuniu diante da igreja de São Tomé. Então, lá das barrancas do rio Uruguai, a Teiniaguá pressentiu que o seu amado corria perigo. Com todo o poder da sua magia, começou a procurar o sacristão, por onde passava abria rombos e levantava a terra. Da fúria da Teiniaguá originou-se, vales enormes, montanhas e serros, conhecidos hoje em dia por Serra do Jarau. Chegou à igreja na hora que o carrasco iria apertar o garrote no pescoço do sacristão. Ouviu-se um estouro muito grande. Nessa hora, parecia que o mundo inteiro viria abaixo, houve fogo, fumaça e enxofre e tudo afundou em uma confusão e desapareceu. Quando as coisas clarearam, a Teiniaguá tinha libertado o sacristão e voltado com ele para as barrancas do rio Uruguai.
Eles atravessaram o rio e ficaram uns três dias perto do povoado de São Francisco Borja. Procuraram um lugar afastado, onde pudessem viver em paz. Encontraram no Quaraim (hoje Quaraí), na Serra do Jarau, a sua morada numa caverna muito funda e comprida. Essa caverna, no alto da Serra, ficou encantada. Virou uma Salamanca, que quer dizer "gruta mágica", a Salamanca do Jarau. Quem tivesse coragem poderia entrar lá, passaria por sete provas e se conseguisse sair, ficaria com o corpo fechado (imune para o mal e doenças), com sorte no amor e dinheiro para o resto da vida. A Salamanca do Jarau, escondia a Teiniaguá no fundo da gruta e o sacristão guardava a entrada, seria assim por duzentos anos, estava escrito.
Campeando uma boiada, um  tropeiro chegou à furna do Jarau. Ele sabia sobre a lenda, que sua avó, uma índia charrua, lhe contava quando era apenas um menino. Sabia também, tudo o que deveria fazer, como a velha havia lhe contado. Entrou na furna, encontrou um vulto branco e tristonho, saudou-o em nome de Deus, o vulto lhe passou as sete provas, as quais com "alma forte e coração sereno", venceu. Chegou até a Teiniaguá encantada. tocou-lhe a testa e a pedra preciosa. A lagartixa se transformou na Princesa Moura e lhe ofereceu sete escolhas, as quais ele rejeitou a todas. Ele queria mais, muito mais e disse para ela:
- Eu te queria a ti, porque tu és tudo."
Voltou à boca da furna e lembrou que: "tendo tido oferta de muito, não lograra nada, por querer tudo."  O seu egoismo, arrogância e avareza, fizeram-no esquecer das palavras da avó. Na saída da gruta, recebeu do vulto branco e tristonho, uma moeda de ouro, furada por um condão mágico e a pendurou no pescoço.
O tempo passava e o tropeiro cada vez mais rico e sozinho. Passava o tempo cismando com o que lhe acontecia. Sentia-se sufocado com a riqueza e mergulhado em solidão. 
Resolveu voltar à Salamanca do Jarau e em nome de Deus saudou o vulto, devolvendo-lhe a moeda.
"- Prefiro a pobreza dantes à riqueza, que não se acaba, é verdade, mas que parece amaldiçoada, porque nunca tem parelha e separa o dono dos outros. Fica-te com Deus."
Pela 3ª vez o nome do Senhor foi pronunciado e assim quebrou-se o encantamento.
O Jarau ficou transparente e o tropeiro viu as labaredas devorando tudo o que havia pela frente. A Teiniaguá se transformou na princesa moura e a moura em uma índia tapuia formosa. O vulto branco e tristonho, transformou-se em sacristão, e este por sua vez, num homem forte e viril.
Aquele par, juntado e tangido pelo destino, foi descendo as coxilhas, até alcançar a várzea limpa, plana e verde, finalmente estavam livres para se amarem.
O tropeiro, deu de rédea e devagar foi descendo as encostas com o coração aliviado. Era pobre como dantes, porém comeria em paz o seu churrasco e em paz beberia o seu chimarrão, em paz dormiria novamente, em paz estaria a sua vida.
A índia tapuia e o seu amado, viverão felizes até o fim do seus dias e do seu amor nasceram os primeiros gaúchos.

Fonte: Livro Lendas do Sul (João Simões de Lopes Neto)
Adaptação: Lena Lopez
A Atriz Juliana Paez, protagonizou a personagem Teiniaguá, na mini-série A Casa das Sete Mulheres, da Rede Globo.

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Aaaah... Gozei!

por H. Thiesen 

Finalmente ela estava feliz e cantarolava feito criança, porque descobrira o segredo. Depois de uma vida inteira de tentativas e desistidas, inúmeras decepções,  ela descobriu o famoso caminho das pedras:
- Havia gozado como uma louca!
Não, não! Ela já havia gozado outras vezes, mas gozinhos sem graça, coisa normal que acontece nas trepadinhas básicas.
Mas dessa vez ela foi a loucura, quase trepou na guarda da cama e subiu as paredes do quarto.
- Ula lá! Eu sou normal! - pensou ela.
Fora durante uma siririca, resolveu fazer diferente e achou um pontinho secreto. Aquele! Que toda mulher tem e se tocado do jeito certo, derrete!
Mas esqueça, não é o tal Ponto G, nem a, b, c, d... x, y, ou z. Não dá para dizer com certeza, cada uma tem o seu e nem sempre é no mesmo lugar, e mesmo que seja, depende do toque, do jeito. O meu por exemplo, é embaixo do clítoris, se lamber com a língua bem mole, eu levanto voo, mas com a língua dura, pode lamber a noite inteirinha e ainda vou reclamar que está machucando.
Pois é! A nossa amiga ficou feliz, por que vira as estrelas.
Agora, pensando bem, siririca é uma arte e por sinal muito gostosa! Siririca tem jeito, tem força, tem movimento e tem direção, etc. Umas gostam de leve, outras gostam bem forte, tem as que adoram as lentinhas e as que amam as rapidinhas. Tem mulher que gosta de cima para baixo, mulher que gosta das circulares, mulher que gosta de apertada entre os dois dedos. Tem mulher que só goza se espancar o grelo.
- Caramba, é mesmo!
Por falar no dito cujo, ele é o maior responsável, falou em gozo, ele está no meio!
Grelo deveria ser chamado de Doutor Gozada ou Facilitador de Orgasmo, mas fazer o que, deram um nome pomposo para ele: Clitóris ou Clítoris, como queiram!
Existe clitóris de todos os tamanhos, minúsculo, pequeno, médio, normal, grande e enorme, mas para satisfazer os curiosos, tem clitóris avantajadíssimo, quase um pênis.
É verdade, existem mulheres que não tocam siririca, batem punheta, tal é o tamanho é o grelo.
Ainda não encontraram? Bem, não é tão comum, mas tem homem que sonha com ele! Acho que é para ouvir a famosa frase:
- Vira aí meu, agora é a minha vez!
Brincadeira, eles não são grande o bastante, para proporcionar uma entrada triunfante!  
Não se impressione, cada mulher tem o seu ponto, o seu jeito as suas particularidades, mas veja bem:
- Em se tratando de mulher, nem tudo o que parece é e, às vezes, aquilo que nem parece é, e é mesmo! Não ouse decifrar!
Resumidamente, nada mais correto para dizer do que:
- Mulher é muito mais do que foda.
Orgasmo feminino é uma polêmica e a discussão não vai terminar nunca. Pergunte a mil mulheres, como elas gozam, com certeza absoluta, haverá mil respostas diferentes.
Gozo de mulher é uma incógnita de um teorema sem solução, onde um mais um é igual à diversos resultados, elevados a potência "x". Já dividiram o coitado em dois, o vaginal e o clitoriano. Mas cá entre nós:
- E daí? Gozo é gozo, se desse eu gozava até pela boca!
É mais fácil bancar o cientista e tentar descobrir a origem do universo, mas se você quiser cooperar com ela, seja um amante compreensivo, apoiador e paciente, mas deixe que ela se descubra sozinha, não pressione!

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