O segredo do meio das coxas

por H. Thiesen

No meio das coxas guardo um segredo, um segredo urgente que se transforma em vontade, numa vontade louca de querer ser lambida e chupada.
Meu segredo é doce e bem molhado e espera a tua boca, tua língua e dentes, para ser chupado, lambido e mordiscado.
Meu segredo quer sentir a tua língua correr no regato, senti-la afundar-se dentro dele.
Do meu segredo verte um prazer indescritível, um verdadeiro licor de prazeres e desejos. 
Põe a tua boca entre as minhas pernas, deixa a tua língua provar a lascívia que existe no meio das minhas coxas. Me chupa e me lambe, permita-se lambuzar-se nesse desejo louco, que escorre do meu segredo.
Deixe-me sentir o calor da tua boca, a pressão da tua chupada, o deslizar da tua língua. Deixe-me inundar a tua boca e lambuzar o teu rosto com o meu prazer.
Chupe-me e lambe-me delicadamente, contorna as minhas dobras, invade-me com a tua língua e busca no interior do meu segredo, o néctar luxurioso que te espera.
Afasta com teus dedos, as carnes do meu segredo e descubra o botão malicioso que aguarda impaciente pela tua língua. Circule-o, sugue-o, aperte-o entre os lábios e serpentei-o velozmente com a ponta da língua.
Ouça os meus gemidos, insista com as carícias e arranque-me muitos gritos.
Do meu segredo vem prazer e esse prazer torna-se grandioso, quando encontra o prazer que a tua língua proporciona. 
Envolva o meu segredo com a tua boca, me leva à loucura e depois que eu não estiver mais aguentando...
Bem, quando eu não aguentar mais, vem... beija a minha boca, mete o teu mastro e me come!



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A Exibicionista

por H. Thiesen

Sem sono e fogosa, abro a janela do quarto e me exponho sobre a cama. Exibicionista e sacana, acendo a luz e a fazer trejeitos, mostrando de uma vez a minha silhueta, numa lingerie pequena, para chamar a tua atenção e aumentar meu tesão,
Preguiçosa e manhosa, tomando um ar de escandalosa, acaricio meu corpo, seguro e empino os seios, apresentando os meios, pra te levar à loucura e embaixo dos teus olhos vorazes, propiciar-me prazer.
Sei que você está me observando e talvez se masturbando, sem perder a atenção para cada movimento da minha janela. Já vi outras vezes, que furtivamente você me olha da tua janela, no prédio do outro lado da rua. Procuro te encontrar na penumbra e discretamente encontrar um lugar no meu quarto, para que você me veja melhor. Com o rabo de olho te vejo, na sombra de tua sacada, pensando que não pode ser visto, acreditando-se oculto pela penumbra.
Não sabe você, como eu sou exibicionista e ser espiada por alguém, é um dos meus maiores fetiches.
Passo as mãos em meu corpo e uma a uma eu dispo, a minha pouca roupa.
Tiro o baby-doll pela cabeça, jogo o sutiã para o lado e a calcinha eu deixo, é ela a peça responsável para te deixar louco.
Deitada, aliso a pele com as mãos, passeando meus dedos, sem pudores ou medos. Acaricio deliciosamente os seios, levantando-os e apertando-os entre os dedos. Com o dedo alcanço a boca e levo com ele a saliva aos bicos, circulo-os por algum tempo, deixando-os arrepiados e duros.  Passo as mãos no meu ventre, que arde em vertente, atiro a cabeça para trás e mesmo que não me ouve, solto um leve gemido.
Sem te perder na penumbra, continuo me acariciando, para ter teu olhar submisso. Como previ, você demonstra muita curiosidade e no esconderijo estica o pescoço para me ver.
Minha tara satisfaz a tua e mais e mais vamos nos envolvendo. Faço posições que te atiçam e a tua curiosidade também me atiça. Ergo as pernas, lentamente dispo a minuscula calcinha e atiro de encontro ao vidro da janela. Completamente nua para o teu olhar,  primeiro acaricio, depois penetro um dedo na minha gruta e faço uma cena, fingindo enorme prazer. Levo o dedo à boca e sugando-o feito louca, provo meu próprio gosto. Só pra te ver alucinado e imagino teu membro, duro e latejante entre os teus dedos.
Transformo-me em pervertida, uma exibicionista bem assumido, experimentando teu olhar e expondo-me aos olhos do meu voyeur febril, que fica por horas se masturbando e buscando os detalhes da fêmea se desnudando.
Então, eu pressinto teu gozo e que você está por um fio, qual um demente sem poder suportar-se. O meu furor se alastrar, me domina, me masturbo com intensidade e assim te convido ao orgasmo. Como um ritual, que nos tira à razão, eu me toco e te imagino masturbando-se. Olho para a janela, te procuro nas sombras, quero ver o teu vulto. Acelero os dedos, fico totalmente ensopada e das minhas entranhas brota o orgasmo, que me extasia, tamanho é a intensidade do gozo. Se você gozou, realmente eu não sei! Acredito que sim!
Estico-me na cama, espalho a minha preguiça na cama, respiro e me acalmo. Levanto-me, vou à janela, puxo as cortinas e meu boa noite, é apenas mais um olhar!
- Espere-me amanhã à noite!

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No meu cu não, vai doer!

por H. Thiesen 

Eu estava sozinha em casa, já era noite e um vento característico do outono, anunciava que a noite seria fria, no Rio Grande do Sul é assim, depois do verão, amanhece frio, com o sol a temperatura aumenta, o sol e a umidade ajudam a esquentar e abafar durante a tarde, no começo da noite começa a esfriar e a temperatura desaba dos vinte e poucos graus, para sete ou oito, se não menos, o vento ajuda a sensação térmica ficar mais baixa ainda, de modo que, nós gaúchos, podemos experimentar as sensações das quatro estações do ano, em menos de vinte e quatro horas, isso se pela manhã a névoa (cerração, como nós chamamos) não encobrir tudo ou se chover, nesse caso, o tempo vira uma verdadeira bosta. Oh, tempo loco tchê!
Retornando ao que eu estava contando, foi num desses dias de outono ou inverno, não lembro-me muito bem, mas era uma noite de sábado, eu estava sozinha em casa, minha mãe e minha irmã mais nova, foram visitar a minha tia que morava no interior. Naquela noite, o telefone tocou, era Samuel me convidando para sair, ir a uma festa ou quem sabe ao Bar Opinião em Porto Alegre. Combinamos o horário que ele passaria para me pegar, desliguei o telefone, fui ao roupeiro, escolhi uma das minhas roupas preferidas, tomei um banho, abusei dos hidratantes e cremes pelo corpo. Cheirosa, com a pele fresca, coloquei o sutiã mais bonito que eu tinha, o fio-dental com a mesma estampa floral, vesti a calça leg preta, um corselet de seda preto, salto alto, um lenço de seda no pescoço e o eterno blazer negro, joguei por cima de tudo o Anaïs Anaïs, para harmonizar o estilo, maquiagem combinando, em tons escuros. Nessa noite eu bati um recorde para me aprontar, nada mais e nada menos do que uma hora e vinte minutos, coisa rápida para os meus padrões.
Depois que estava pronta, fui à cozinha, esquentei a água, preparei a erva-mate na cuia e fiz um chimarrão, até ele chegar, daria para tomar alguns.
A campainha tocou, joguei a bolsinha preta a tira-colo no ombro e abri a porta:
- Uauuuuuu! Que deusa!
Uma viúva-negra pronta para te atacar (pensei).
- Entra... Quer um chima?
- Aceito, aproveitamos para conversar um pouco!
Tomamos algumas cuias, entre uma e outra, os olhares, os toques de mãos, sorrisos marotos, uma conversa casual sem maior importância, coisa de gaúchos.
- Vamos - perguntei -  Tu vais me levar aonde?
- Opinião, Ocidente ou Anos Dourados? (três bares famosos de Porto Alegre).
- Gosto mais do Opinião , mais espaçoso.
Embarcamos no carro e no caminho fomos trocando conversas fúteis, atravessamos a cidade de Canoas, passamos pelo centro de Porto Alegre e chegamos finalmente ao Bar Opinião. Entramos, escolhemos uma mesa, o show ainda não havia iniciado. As luzes se apagaram e surgiu no palco Adriana Calcanhoto, eu fiquei perdida entre "Senhas" e "Mentiras", me deliciando com a sua voz suave e deliciosa, ela havia a pouco tempo estourado nas paradas e suas músicas tocavam insistentemente nas Rádios FM's, enquanto que nós continuávamos trocando futilidades e jogando conversa fora, vez por outra nossos olhares se cruzavam e aos poucos minhas vontades cresciam naquela noite, com aquele clima romântico.
Eu conhecia Samuel a muito tempo, desde os tempos de escola, já havíamos saído outras vezes, mas algo naquela noite, fazia-se especial. Eu estava sozinha, recentemente havia terminado um namoro e ele nunca havia esquecido de mim, mesmo quando estávamos namorando outras pessoas, ele sempre mantinha contato comigo, por telefone, por email ou de outro jeito qualquer, parecia que não queria me perder de vista, porém, eu sempre percebi que por trás das suas gentilezas, havia uma coisa a mais, como dizem por aí, "quando o milagre é demais, até o santo desconfia", eu nunca lhe indaguei a respeito, para mim estava bom, a sua companhia me agradava, nunca ficava sozinha e tinha sempre, ele a minha disposição e sentia atração por ele, tudo bem eu confesso, eu o desejava.
Ele me convidou para dançar, me pegou pela mão e me levou a pista de dança, Adriana canta a sua versão para a música "Nunca" de Lupicínio Rodrigues, o ar de romantismo tomou conta de nós. Corpos juntos, rostos colados, coxas batendo, olho no olho, não poderia acontecer outra coisa, senão,o beijo inevitável. Senti seus braços me apertarem contra o seu peito, meus seios espremidos ao tórax, a sua boca quente, o gosto do vinho, fechei os olhos e me entreguei àquele beijo. Meu corpo vibrou, um calor subiu, meu coração bateu forte, quanto mais eu beijava, mais eu queria e o beijo foi longo, nervoso e mordaz. Foi o beijo que eu sempre desejei e que nunca havia pedido, mas naquela hora eu descobri que o desejava muito mais do que eu pensava e o volume nas suas calças denunciava o quanto ele me desejava. Foi um tesão inadiável e fatal, ao mesmo tempo pungente e aflito. Aquela noite não terminaria sem que eu o conhecesse, sem que eu o tivesse, sem que ele entrasse em mim. Dançamos mais um pouco e resolvemos sentar, abraçados fomos para a mesa, sentamos um ao lado do outro e outros beijos surgiram, para aumentar o desejo e o nosso tesão. Levantei da cadeira, segurei sua mão e e lhe disse:
- Vamos, vamos embora!
Vi a sua cara de assustado, depois fiquei sabendo que ficara com medo e que achara que eu havia me aborrecido.
No estacionamento entramos no carro, a noite protegia-nos dos olhares, levei minha mão ao seu rosto, virei-o pra mim e falei:
- Hoje eu te quero!
Segurando seu maxilar entre os dedos, puxei seu rosto e o beijei novamente. Finalmente aquelas mãos que tanto desejei tocaram o meu corpo, entraram entre as minhas pernas e passearam pelos meus seios. Minha mão entrou pela abertura da sua camisa entre aberta e minhas unhas acharam seu tórax, descontrolada de tesão, sem querer o arranhei, ele gemeu, mas não interrompeu o beijo. Me afastei, olhei no fundo de seus olhos e lhe disse:
- Me leva para um motel!
Ele tentou falar, levei meu indicador a boca e fiz sinal para que ficasse quieto, que nada falasse.
- Vamos, não diga nada!
Entramos pelo portão do motel, paramos na garagem e subimos pela escadaria que dava à suíte, ainda sobre a escada tivemos um momento de carícias e tempo para mais outro beijo. Ele abriu a porta, deixou que eu entrasse primeiro, fechando em seguida. Minha imagem se refletiu em todos os espelhos do ambiente, as luzes com baixa intensidade, proporcionavam um clima romântico e sensual.
Agarrei-o, louca de tesão, tirei-lhe a camisa, deixei seu peito nu e completamente livre para receber meus beijos, ele me abraçou, me beijou, molhado, linguado, enquanto me despia peça por peça. Completamente nua, ele me pegou no colo e me deitou na cama. Beijou meus olhos, minha boca, passeou com sua língua em meu ouvido, pescoço e ombros, desceu aos meus seios, beijou-os, lambeu-os, e sugou meus mamilos, desceu mais um pouco, passando pelo meu umbigo, por meu púbis depilado e abocanhou com toda a vontade, faminto, sedento, bebeu todo o meu suco, sugou meu clitóris, meus lábios, entrou com sua língua quente e úmida em minha grutinha molhada.
Meu tesão aflorou como nunca, estremeci, quase gozei, me segurei, gemi, gritei. ele subiu fazendo o caminho inverso, não esquecendo nenhum detalhe do meu corpo. Deitou-se ao meu lado, acariciou meu rosto e me disse:
- Lena você é mais linda do que eu imaginei, como eu sonhei com isso!
Beijei seus lábios e sem pensar desci até sua cintura, abri a calça, tirei e a joguei para um lado qualquer, ficara faltando a cueca, segurei com as duas mãos e a puxei para baixo, fiquei surpresa, parei, descobri o maior pênis que vira até então, igual aos que frequentavam as minhas fantasias, enorme e potente. Segurei em minhas mãos, estava duro e quente, não pensei duas vezes e o abocanhei, deixei ele entrar até o fundo da minha garganta, eu queria engoli-lo inteiro, impossível. Comecei um vai-e-vem, com calma, vagaroso, deliciei-me com cada centímetro daquele membro, os primeiras gotas deixaram-me provar o gosto da sua excitação, Samuel estava a ponto de explodir. Parei e subi beijando todo o seu corpo. Mordi seu peito, lambi seus mamilos.
Deitei ao seu lado e o puxei para cima de mim, abri-me toda e ele entrou em mim. Seu membro potente me invadiu de uma só vez, senti meu útero sendo empurrado, gritei, ele parou assustado. Respirei fundo, comecei a mexer os quadris, ele me acompanhou e os nossos corpos entraram em movimentos harmônicos, jogando-se um contra o outro e vieram os beijos, o tesão ficou cada vez mais intenso, os movimentos harmônicos se transformaram e firmes estocadas, com força e cada vez mais rápidas. Nossos orgasmos chegaram juntos, minhas unhas cravaram-lhe as costas, sua mão apertavam-me a nuca e nos despejamos um no outro.
Ele queria mais, não parou, foi novamente a minha vagina e me chupou, sem importar-se com o seu sêmen, delirei, meu tesão avivou-se novamente, busquei o seu pênis enorme o o chupei novamente. ele explorou as minhas entranhas com sua língua quente e sem nenhum constrangimento, ela entrou em meu ânus, enquanto seus dedos entravam em minha vagina. Minha excitação aumentou, pedi que me comesse novamente. Ele me ergueu, colocou-me de quatro e apontou seu pênis em meu ânus, senti medo, eu nunca tinha feito anal com algo tão grande, me assustei:
- Não, no cu não, vai doer!
Gritei para ele parar, mas ao mesmo tempo eu queria que ele entrasse. Ele tentou uma vez, duas, não entrou. Cuspiu, espalhou e colocou seu dedo, tornou a cuspir na sua glande, colocou sobre a entrada apertada e forçou. Senti minhas entranhas doerem, queria escapar, ele me segurou, eu achava que não aguentaria, pedi que parasse, ele insistiu e finalmente entrou totalmente. Me empurrou, me fez deitar na cama e deitou sobre mim, ficou parado algum tempo e depois começou a movimentar-se lentamente. As minhas dores aliviaram um pouco, passei a sentir tesão e a me deliciar com a entrada e saída daquele membro enorme no meu ânus. Levei minha mão à vagina, acariciei meu clitóris, enfiei um dedinho, depois outro, eu estava molhada, encharcada e a sensação do sexo anal contribuía pra me excitar mais ainda. Os movimentos dele se aceleraram, seus gemidos denunciavam que faltava pouco para ele gozar. Eu comecei a me movimentar para que ele se excitasse mais e gozasse novamente. Com uma das mãos eu me masturbava e com a outra acariciava um os meus seios. Meu gozo não tardaria, estávamos loucos e gozamos novamente, ele saiu de mim e o senti jorrar sobre a minha bunda e as costas.
Ficamos deitados, abraçados e quietos, deixando nossos corpos serenarem, adormecemos e só acordamos pela manhã. Tomamos um banho, entramos no carro e ele me deixou em casa. Abri a porta, entrei e pensei:
- Encontrei alguém, que finalmente matou a minha curiosidade!
Passaram quatro meses e não o vi mais, telefonava e ele não estava, eu ia aos lugares que sabia onde encontrá-lo e ele não estava, fui a sua casa e não o encontrei, procurei, não o achei. Comecei a me sentir usada, pensava que ele havia conseguido o que sempre quisera de mim e que mais nada importava, que eu não passava de mais uma conquista, mas eu o encontrei, vi-o no centro da cidade, aproximei-me felina pelas costas e segurei o seu cotovelo e falei alto:
- Samuel! Gostei, legal, resolveu desaparecer depois de tudo!
- Lena, não é isso...
- Como não, como não? Estou decepcionada.
- Vamos conversar tu vais entender.
- Tá! Então começa, eu conheço a ladainha!
- Lena, não posso mais ser teu amigo, depois de tudo o que aconteceu.
- Amigo? Que amigo, consegue o que quer e some, isso é coisa de amigo?
- Vamos sair daqui, vamos para um lugar mais calmo.
Saímos e fomos a uma praça, quem conhece Canoas, sabe onde fica a Praça do Avião.
Sentamos em um banco e ele começou a explicar.
- Lena, eu não consigo mais olhar pra ti como antes, não posso mais ser teu amigo, te desejo, te quero como mulher, nunca mais será a mesma coisa!
- Oh! Samuel, me desculpe, mas eu estava magoada contigo, te procurei tanto e mesmo sabendo que tu estavas, mandavas dizer que não.
- Pois é, mas é só isso, não vou conseguir mais ser teu amigo como antes.
- Se não pode ser meu amigo, seja meu homem, meu comedor,.
- O que?
- Sim, é isso mesmo, seja meu macho, o cara que me come, que me entende, que eu confio e que sabe tudo sobre mim, o cara que sabe me comer direitinho, aquele que sabe todos os meus segredos na cama.
- Tu queres isso?
- Claro! Samuel, nunca houve amizade entre nós, sempre houve atração e tesão. Tu me desejavas, eu te desejava, só não houve uma oportunidade, somente naquela noite é que ela surgiu. Tu querias, sempre quis e eu queria e eu sempre quis! Quero ser tua puta, só isso, nada mais!
Até hoje quando nos encontramos a cama é o nosso destino, ele casou e nos afastamos, depois se divorciou e tornamos a nos encontrar. Fui morar no Rio de Janeiro, depois na Índia e finalmente na Inglaterra, quando estou no Brasil, não perco a oportunidade para matar a saudade.

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Sobre à mesa!

por H. Thiesen

Te quero sob a luz de velas,
Depois do jantar, 
Em cima da mesa, 
Para te servir meu manjar.
Entre pratos e talheres, 
No meio das taças, 
Serei a tua sobremesa 
E o teu licor
Vou te dar meu deleite
E meu corpo inteiro
Para você comer
Vou consumir teu tesão
E o teu corpo todo
Quero ao meu dispor
Te quero em cima da mesa
Derrubando os pratos
Quebrando as taças
Me quero na tua boca
Como um vinho antigo
Te quero profundo
Procurando o meu fim
Depois do jantar
Vou te servir sobre a mesa
Na taça do meu prazer
E te dar à beber
O meu mais puro mel
Entre os pratos
Depois do repasto
Quero a tua essência
Derramada dentro de mim!

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Elas por elas!

por H. Thiesen 

Com cada um dos meus toques e carícias ardentes, acendo em teu corpo tochas incandescentes.
Te quero no silêncio da noite, entre os lençóis suados, entregando-me as tuas carícias, sem negar-me à tentação do êxtase, dos dedos que me percorrem e fazem meu sangue ferver.
Quero o vermelho dos teus lábios doces e não me furto a ousa-me à provar o mais ardente dos beijos.
Devora e saboreia meus lábios até faltar-nos o fôlego.
Deixemo-nos abandonar aos instintos e aos nossos sentidos, usufruindo de toda a avidez dos nosso desejos, que nos trespassa a alma e queima-nos os corpos.
Deixemo-nos ser agora dois corpos em comunhão de prazeres e gozos.
Me arrepia e me incendeia com teus toques indecentes e com palavras obscenas e com a tua loucura. 
Ama-me despudoradamente e rasga os meus pudores, revela a indecência da minha nudez e toma pra ti os meus anseios.
Te enlouquecerei com o fogo impudico do meu íntimo, libertado pela minha volúpia libertina, em cada sussurro e em cada um dos nossos gemidos.
Mergulha em meu corpo, te alimenta de mim, bebe meu sexo e deixa-me abastecer minha fome e saciar minha sede em ti.
Me beija, me suga e me come!
Abre tuas pernas e me dá o teu sexo, tira o véu do teu íntimo e me deixa desvelar os segredos, provar do licor dos teus desejos insanos e saciar-me com o néctar abundante do teu orgasmo. Eu te dou o tesouro que escondo entre as coxas e te deixo beber o mel que escorre de mim e te ofereço para beber, a inebriante bebida do meu êxtase.   
Vou me tatuar no teu corpo e deixar-te do meu.
Entrega-me licenciosamente os teu desejos e eu te entregarei as minhas vontades mais insensatas e juntas iremos ao ápice, ao gozo, o meu e o teu!

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Paqueras na Balada

por H. Thiesen

Creio que eu tenho um grande problema, aliás, muito mais do que um enorme problema, um vício incontrolável. É um vício crônico e do qual não consigo me livrar: Seduzir!
Adoro seduzir! Mesmo que a sedução não vá até o final e na maioria das vezes, é assim. Seduzo e na hora "H", corro da raia. Gosto mesmo é de deixar e ver alguém louco, babando e me comendo com os olhos. Mas, as vezes isso me incomoda, fosse apenas nos momentos propícios, mas a verdade é que, eu gosto de seduzir no meu dia-a-dia, gosto de ver pessoas me olhando e não me importo se homens ou mulheres, desde que sejam no mínimo interessantes, o vício dispara o gatilho e de um momento para o outro, passo a desejar ser desejada.
Quando saio à noite e por acaso, ao menos uma vez não sou objeto da  curiosidade alheia, é certo que volto para casa com o ego no chão.
Ao contrário do que pensam, não saio à noite para encontrar alguém e me aventurar com um estranho, isto é algo que não me atrai, gosto de sair para beber alguma coisa, beliscar algo, dançar e tagarelar com as amigas, geralmente vou com a minha namorada.
É óbvio que duas mulheres sozinhas, presumivelmente, são alvos das atenções, isso é fato! Para algumas pessoas, duas mulheres juntas é o fim e para outras é um começo, principalmente para certos homens, é o começo das fantasias para aventuras bem interessantes e diferentes!
Certo dia saímos para ir a um pub, mal entramos e percebi os olhos se fixarem em nós. Apesar do meu vício, eu confesso fiquei melindrada. O bom disso tudo, é logo depois, todos voltam as atenções para o que estavam fazendo ou com quem estavam. E podemos ficar mais à vontade.
O pub era pequeno, foi lotando até ficar uma verdadeira lata de sardinha, entre um copo e outro, meu vício entrou em ebulição e sem perceber, comecei o jogo da sedução. Enquanto eu e ela conversávamos, alguns  rapazes não tiravam os olhos de nós. Dois deles mudaram a sua posição para que pudessem observar melhor. Opa! Meus olhos brilharam e a imaginação levantou voo. Isso por que,  basta que eu note as possibilidades e passo a jogar, com meus dotes de conquistadora barata, é claro!
Nesse vai-e-vem de olhares, pude observa-los melhor, um deles era muito bonito, outros dois engraçados e os outros eram feios. O bonito, lógico, e mais interessante, criou coragem, se aproximou, falou alguma coisa, mas estava tão bêbado que não pude entender, pelo menos não insistiu, eu não iria aguentar muito tempo o cheiro da dutch Heineken.
Um dos feios não tirava os olhos de cima de nós, primeiramente não dei bola, ele não era nada interessante, mas se eu vi ele me olhando, é por que eu também o olhei e aí... Está o meu problema! O jogo de sedução iniciou, mesmo que eu não estivesse no mínimo interessada.
Felizmente, o meu jogo de sedução é discreto, sem dar muita bola e mantenho sempre a mesma postura, mas aquilo já estava me incomodando. Uma coisa é alguém estar se divertindo com os amigos, conversando, brincando, contando e ouvindo piadas, rindo e de vez em quando dá uma olhada, como quem diz "estou aqui e gosto do que vejo". Outra coisa, é não fazer mais nada a noite toda, a não ser, olhar fixamente. Para mim isso só tem um único significado:
- Fica comigo, pelo amor de Deus, estou desesperado!.
À certa altura da noite, minha namorada viu alguém aproximar-se pelas minhas costas e fez um sinal discreto para me avisar, coloquei o radar em funcionamento. Ele parou atrás de mim e ela discretamente me perguntou:
- Viu quem está aí atrás?
Disfarcei, me fiz de desentendida e disse que não, que não tinha reparado, balançando a cabeça de um lado para o outro e piscando o olho para ela, como se eu não soubesse que era o "desesperado"!
Alguns minutos de silêncio e creio que de tomada de coragem, o "desesperado" me perguntou se eu tinha levado a mal, ele ter estacionado atrás de mim. Pensei e quase falei:
- Foda-se! Você é muito cara-de-pau. Essa é a desculpa que arranjou para conversar comigo?
Felizmente me controlei, tenho mania de pensar alto as vezes e apenas sorri para ele.
Porém, todo feio é insistente, não sei por que, mas acho que se não fosse assim, nunca sairiam com alguém e insistiu ele, soltando um bafão de cerveja na minha cara:
- Estou sendo inconveniente?
- Nããããooooooooooooo!- respondi ironicamente.
- Está incomodada?
Respondi em pensamento mais uma vez: - Vai se foder!
E novamente insistiu o desesperado:
- Qual o problema?
Buscando o último ar existente no pub e já arrependida de ter olhado para aquela figura insólita, respondi:
- Nenhum, tá legal, nada não!
Minha namorada vendo a situação, resolveu me abraçar, aproveitei-me da situação e lasquei um beijo de língua. Quando terminamos, felizmente, o desesperado tinha se escafedido.
Ficamos mais um pouco, tomamos mais um ou dois drinks e resolvemos ir embora.
Um outro rapaz, da turma dos engraçados, feios bonitos e bêbados, veio na nossa direção e segurou o meu braço:
- Posso te convidar para um café?
- Café?
- Sim, aceita?
- Não, agora eu vou embora dormir e café me faz perder o sono!
- Nãããããoooo (disse ele revirando os olhinhos), não é agora... amanhã!
- De manhã? ( respondi me fazendo de desentendida) Não dá! Não coloco nada no estomago pela manhã!
E ele insistiu:
- Oh... Então... quando você quiser então!
Adoro, como eu adoro caras insistentes e que não se tocam!
- Então tá!
- Qual o número do teu celular?
Respondi invertendo o primeiro e o segundo dígito.
- Não está certo! disse ele.
- Não está certo, não existe celular iniciado por este número!
Parei e fiquei olhando para o display do celular dele, tentando inventar uma outra coisa para me livrar dele. Enquanto isso, a minha namorada que havia se afastado e estava me esperando mais adiante, voltou:
- O que é Lena?
- O número... - disse o rapaz - O número do celular dela está errado!
Ela pegou o celular dele na mão, olhou para o display e respondeu:
- Ah, é só inverter os dois primeiro números!
Puta-que-pariu! Tive um acesso de risos e olhando para ela, falei bem alto:
- Por isso que eu te amo, não existe nada melhor do que ter uma namorada relações públicas!

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Incontrolável

por H. Thiesen 

Há certas coisas que fogem do controle, são inevitáveis e o desejo é uma delas, quando ele abate, entorpece os sentidos.
Ela sentia-o firme e ereto com o toque dos seus dedos finos e compridos. O calor do contato fê-lo exalar um cheiro característico. Além do perfume que entrava pelas suas narinas, o atrito do seu tato deixava-o umedecido, isso somado àquele momento inebriante, levavam-na a um estado de excitação anormal.
A boca entreaberta, aguando-se de saliva, um frio no ventre denunciava o seu desejo e o peito ofegante desnudava-a da ansiedade.
Ela contornava os lábios com língua e insaciável, previa em sua boca o sabor, engolia a saliva tentando saciar-se com o gosto que ela ainda não tinha na boca.
Sua gula era enorme, nada mais lhe importava, à todo custo queria prová-lo, fosse como ele fosse, queria sim, que ele fosse grande, mas não era tanto como ela desejava,  desejo atém mesmo que fossem vários, para matar de vez sua vontade. Mas o tamanho, formato e cor, naquele instante eram questões secundárias. Queria-o mesmo para si, sentindo-o entrar através dos seus lábios molhados e quentes, deslizando na língua e preenchendo o vazio da sua boca.
Sem poder conter-se com o incontrolável desejo que ela sentia. Tão grande e maior do que ela. Rendeu-se à ele e entregou-se ao sabor do prazer.
Segurando-o entre os dedos, abriu a boca e deixou que ele entrasse. Trouxe-o para fora, já um pouco melado e lambuzado. Circulou-o com a língua, aproveitando o sabor de cada centímetro. O desejo enorme fez ela morde-lo levemente e fugindo-lhe o controle, quase arrancou-lhe um pedaço. Controlou o seu ímpeto, queria degustá-lo aos poucos.
Lambuzada, viu seu desejo amolecer-se e depois findar-se na sua boca. Como um prazer derradeiro, deliciou-se lambendo nos dedos melados todo resto.
Decepcionada por ele não ter satisfeito seu desejo à contento, de imediato, pensou:
- Amanhã preciso comprar mais chocolates!
Por que um desejo, as vezes pode ser incontrolável!

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O Primeiro Boquete é Inesquecível

por H. Thiesen 

Ela era o tipo de garota que fazia e tudo era possível na sua imaginação, mas na sua aparência cotidiana, era uma santa, ninguém imagina o que poderia se passar dentro daquela cabeça. Apesar dos seus vinte e um anos, ainda era virgem.
Vivia rodeada das amigas e com elas deixava fluir as suas fantasias. Horas e horas eram gastas entre elas e falavam sobre todo o tipo de sacanagem, porém nenhuma sentia coragem de fazer realmente o que planejavam.
Um dia ela conheceu alguém, que lhe contou muitas coisas e lhe ensinou outras muitas. Quando ele falava seu corpo tremia e incendiava. Porém um terror imenso afrouxou suas pernas, quando ele a segurou com força e a pressionou contra o seu corpo. Instintivamente, ela cravejou suas costas com as unhas longas e vermelhas. Ela ofegava, gemia e se afogava no prazer daquele momento, um beijo extremamente sensual, carregado de erotismo e com mãos atrevidas passeando por todo o seu corpo.
Inesperadamente, ele segurou-a pelos ombros e a fez ajoelhar na sua frente. Retirou de dentro da calça o membro duro e forçou a entrada entre os lábios dela. Aquele membro roliço e quente entrava e saía da sua boca, num compasso e ritmo ditado por ele, que a segurava e puxava pelos cabelos.
Ela sempre sonhou ter um membro na sua boca e desejava sentir o gosto de um orgasmo, do mesmo jeito que via nos vídeos pornográficos, que assistia à noite no seu quarto furtivamente. Ele queria ter um orgasmo naquela boca e sem muita demora gozou fartamente. 
Ainda segurando-a pelos cabelos, fez ela olhar dentro dos seus olhos. Ela olhou-o como quem realizara um sonho e mostrou-lhe o sêmen abrindo a boca e recebeu um leve tapinha no seu rosto, seguido por um desejo dele, qual e tal uma ordem:
- Engula!
Ela engoliu de todo, até a última gota, lambendo os lábios e chupando os dedos. Ele guardou o membro dentro das calças e foi embora satisfeito. 
Ao contrário do que haviam lhe ensinado, ela não se sentiu uma mulher fácil e nem mesmo um objeto, também notou que não se sentiu mal e que um gozo na boca é delicioso e até faz bem. Tomou o caminho da sua casa e enquanto caminha, pensava que pela primeira vez  se sentira mulher. 
Nos poucos instantes que haviam passado e que divagava enquanto caminhava, nem percebeu e já estava de volta na sua casa. Seus pais não perceberam que ela tinha chegado e não precisou de uma desculpa para disfarçar o cheiro, que estava impregnado na sua boca. 
Foi para o banheiro, escovou os dentes e com muita água lavou a boca. Subitamente veio-lhe um pensamento, o que diriam seus pais se descobrissem o que ela havia feito. Mas logo, decidida afastou aquele pensamento:
- Que se fodam!
Ela tinha muito à fazer, mas poderia deixar tudo para depois. Antes de qualquer coisa tinha que escrever e registar para a posteridade os últimos acontecimentos:
Querido Diário,
Hoje perdi um terço da minha virgindade, fiz meu primeiro boquete! Foi delicioso e nunca vou esquecer! Agora falta-me apenas dois terços, meus outros dois orifícios que se mantém intactos! Mas eles não perdem por esperar!

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Apenas Buceta!

por H. Thiesen 

Na espera do falo
e do prazer liberto,
e da obscenidade do ato,
Quando me sinto única
e em mim se faz o deleite.
Não fosse ela de carne
molhada e tão febril
a minha vagina
seria uma poesia impudica,
ou um verso de dobras
e quem sabe então...
um conto de muitas fodas
Mas como ela é real
objeto de muitos desejos
com orgulho de tantas trepadas
se chama apenas buceta!
                  


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Tô no cio!

por H. Thiesen 

Impaciente
Arfante
Entorpecida
Me contraio
Me contorço
Numa ânsia abalada
Uma febre me queima
O corpo dói
O suor escorre
Entre os meu seios
Banha a minha pele
Nos poros abertos
O desejo desce pelo ventre
Me umedece entre as coxas
O cio escoa das entranhas
Me consumo nas chamas
Me lambuzo
Me melo
Na ponta dos dedos
Todos os anseios
No passeio em meu corpo
Boca, sexo, seios
Dedilho
Me aperto
Me toco
Me invado
Me esfrego
Não desisto
Insisto
Preciso me satisfazer
Tô no cio
Me arranho
Me invado
Quase me rasgo
E gozo!

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Um Jardineiro Atrevido

Por H. Thiesen 

Quando desci pelas escadas do avião no aeroporto Nice em Côte D'Azur, fui recebida pelo clima mediterrâneo, que contrastava com o frio de Londres naquele mês de Dezembro.
Mais tarde, fui levada de carro até o hotel, onde passei a noite e pela manhã fui para uma das casas que a empresa havia locado, para abrigar os funcionários e visitantes à um seminário de turismo e aviação civil que a diretoria programara.
Como encarregada do setor de Relações Públicas e designada para organizar o evento, decidi ir alguns dias antes, para certificar-me que tudo sairia corretamente.
No primeiro dia me ocupei com o evento, mas no final da tarde resolvi conhecer o lugar. Fiquei maravilhada com a paisagem, as praias imensas de areia, o Mar Mediterrâneo e as demais belezas da região. Eu estava num lugar maravilhoso e ainda por cima me pagavam para isso. Era um verdadeiro sonho! Mal conseguia conter a minha excitação, eu quase não acreditava desfrutaria daquilo tudo por quinze dias!
Durante o dia me ocupava com o evento e nos finais de tarde saia para uma exploração. Ao fim de três dias, já conhecia cada recanto.
Como me sentia à vontade e não havia mais ninguém na casa, tomava banhos na piscina térmica, completamente nua. Num dia, saindo da piscina, com a água escorrendo dos cabelos e deslizando pelo meu corpo arrepiado, senti que alguém me observava. Olhei na direção do jardim da casa e vi um homem com cerca de trinta e poucos anos, moreno e musculoso. Surpresa,me esqueci de que estava completamente nua. Mas o seu sorriso indiscreto e os olhos penetrantes, que me percorreram de cima a baixo, fizeram-me lembrar rapidamente da minha condição. Fiquei de boquiaberta e creio que corei meu rosto, tentando alcançar desesperadamente a toalha para me cobrir. Ouvi uma gargalhada, enquanto eu me atrapalhava com a toalha e deixava-a cair de novo cair ao chão. Olhei-o com raiva e perguntei:
- Posso saber qual é a graça? Quem é você e o que faz aqui?
Ele virou o rosto e notei que fazia um enorme esforço para não rir novamente, deixando-me ainda mais enfurecida. Mas ele respondeu:
-Calma moça, não precisa ficar assim desse jeito, já vi muitas mulheres nua. Sou o jardineiro. Mas não se preocupe que não vou lhe incomodar. Avisaram-me que a casa estaria ocupada estas próximas semanas e pediram-me para deixar o jardim em ordem.
Bufando, virei as costas e voltei para a casa, batendo com a porta, para mostrar a minha fúria! Encostei-me atrás da porta e deixei-me cair ao chão. Meu sossego havia acabado. Já me acostumara a ficar ali sozinha e queria distância dos homens e de repente, me aparece um homem atraente, assim do nada, para me desorientar. E, o pior! Eu me senti atraída por ele, bem mais do que devia. Estava há semanas sem sexo e isso não me estava fazendo bem Àquela altura, eu já sentia o meu corpo mais sensível que o normal e com aquele homem por perto diariamente, não sabia se iria resistir.
O fim de semana estava chegando e a calmaria iria desaparecer da minha frente, era uma quita-feira, tudo estava organizado com antecedência, resolvi dar-me uma folga, minha última oportunidade para relaxar, antes do início do seminário.
Pela manhã acordei um pouco irritada, lembrando-me de algo que havia dado errado no dia anterior e tive que improvisar, sou perfeccionista em demasia e detesto incompetência. Vesti o biquíni e enrolei-me numa toalha até ao pescoço. O banho com nudez estava proibido, havia o jardineiro e provavelmente no outro dia colegas e convidados iriam chegar, quem sabe naquele dia mesmo. Fui para a piscina e quando atravessei o jardim, encontrei-me com ele, suado e com o tronco nu. Será que aquele homem não sabia o que era uma camiseta? Virei o rosto para o lado, tentando ignorá-lo, mas ele não deixou. Ouvi-o me chamar:
-Bom dia, moça! Não quer me dizer o seu nome, para eu saber como chamá-la? Meu nome é Didier, perdoe-me por não ter me apresentado ontem.
Parei e pensei: Pelo menos não é Pierre, como todos os franceses. Olhei para ele, por detrás dos óculos de Sol, vi os seus olhos percorrerem-me e o mesmo sorriso cínico do dia anterior. Resmunguei o meu nome por entre os dentes e segui o meu caminho. Ouvi uma risada às costas e a ele me chamando:
-Dona Helena, não precisa se cobrir por minha causa, eu já vi tudo o que havia para ver! Pode ficar à vontade!
Eu não acreditei! Ele era descarado demais! Sem parar de caminha em direção à piscina, levantei a mão e com o dedo médio em riste, fiz um sinal característico. Passei a beira da piscina e de vez em quando, sentia o seu olhar sobre o meu corpo e uma excitação louca ia me incendiando.
Logo ao anoitecer, tomei um banho e fiz um jantar leve, depois deitei-me no sofá olhando para a noite pelas enormes vidraças. Coloquei uma música suave e fechei os olhos, bebericando vez ou outra uma cerveja gelada. A imagem dele não saía do meu pensamento e o meu corpo começou a reclamar. Eram os meus desejos aflorando!
Toquei o meu pescoço e descendo a mão pelo decote do roupão, desfiz o laço e comecei a acariciar meus seios, passando a mão de leve e apertando os mamilos com os dedos. Senti a minha excitação aumenta, meu coração bateu mais rápido, minha respiração ficou ofegante, desci uma das mãos para o meio das minhas coxas e aproveitando-me da umidade, comecei a me masturbar deslizando a palma da mão,  fazendo movimentos longos e demorados, pressionando com força. Deixei-me invadir por um dos meus dedos e logo por um outro, movimentando-os para dentro e para fora. Tornei-me mais ofegante com as sensações tomando o meu corpo e num impulso, com os olhos cerrados, joguei a minha cabeça para trás. Completamente envolvida, por tudo o que eu sentia,os meus gemidos aumentaram de volume, mas acreditando que por noite, eu estava sozinha, não me importei. Retirei meus dedos e massageei em volta do clítoris, com movimentos rotativos e rápido, ao fim de um alguns minutos, senti o meu coração bater descompassado, ao mesmo tempo que o meu prazer aumentava. Segurei o clítoris entre os dedos e rocei-o num movimento contínuo e firme, até explodir num orgasmo intenso e prolongado, que me fez gritar e me deixou completamente.
Inspirei fundo, para me recuperar da respiração acelerada. De repente, notei no espelho da noite na vidraça, que alguém me observava e virei o rosto para a porta de entrada e levei um enorme susto. Estava lá, uma mulher de cabelos compridos, bem vestida, com um corpo cheio de curvas generosas e com  um sorriso no rosto, que se dirigiu a mim, como nada tivesse visto:
-Olá, você deve ser a Helena! Muito prazer, o meu nome é Margret. Sou a proprietária e vim ver se tudo está em ordem para amanhã. Desculpe-me não avisar que eu viria. Não me admiro com o seu ar de surpresa! Era viria mais cedo, mas me atrasei.  Já mandei um jardineiro para cá, creio que você já o conheceu!
Eu não sabia o que fazer, estava morrendo de vergonha. Aquilo não podia estar acontecendo comigo! Primeiro um homem me pega nua, depois sou apanhada numa acalorada siririca, pela proprietária! Corei das orelhas à última falange do dedinho do pé e não consegui dizer nada. Então ela, vendo a minha inércia, completou:
-Não fique envergonhada, masturbação é uma coisa natural. Todas nós o fazemos e não há nada de mal…Não sinta vergonha, por favor! Sou uma mulher atualizada e também o faço muitas vezes!
Não sei porquê, mas ela me deixou à vontade e aos poucos a vergonha passou. Ela era uma mulher extremamente simpática e ficamos conversamos longamente. Acabamos falando de coisas triviais e à certa altura, ela falou sobre o jardineiro e aproveitei para reclamar a respeito dele e contei tudo o que aconteceu. Naquela noite, foi a primeira vez que ela se dirigiu a mim, usando o francês em alto e bom som, tocando diretamente no ponto crucial:
- Ma chérie... - e depois continuou em inglês carregado de biquinhos - Estou enganada ou, você está interessada nele? O brilho no teu olhar não engana!
Para respondê-la,  desabafei à ela sobre as minhas frustrações e desilusões amorosas, como estava farta dos homens e que, eu procurava manter distância deles, pois não queria saber de homens na minha vida tão depressa. Mais uma vez, ela me surpreendeu com outra pergunta.
- Se é assim, porque não tenta com uma mulher? Muito menos complicado do que com um homem!

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Devorando Dona Margret!

por H. Thiesen

Depois que ela me fez gozar intensamente na sua boca, deixando-me sem forças, relutei contra a minha exaustão, segurei-a pelos ombros e empurrei-a para o chão. Eu lhe daria tudo, na mesma medida que ela me proporcionou, sobre aquele tapete caríssimo que ornamentava a sala e assumi o comando da noite:
- Agora é a minha vez de te dar prazer! Desculpe-me Dona Margret... Mas vou lhe devorar!
Sorrindo, deitei-me sobre o seu corpo sobre o dela e acariciei-lhe os cabelos, olhando fixamente dentro dos seus olhos negros. Desci a minha boca sobre a sua e beijei-a ardentemente, até ficarmos as ofegantes. Nossos corpos estavam colados, não havia espaço entre nós. Nossos seios amassavam-se mutuamente, nossas pernas entrelaçada de maneira que, eu podia sentir o ardor que queimava a sua vagina na minha coxa, além disso a umidade já lhe brotava e molhava levemente a minha pele.
Mordi-lhe o lábio inferior e deslizei da boca para o seu pescoço, dando-lhe ligeiros beijos. A minha mão alcançou seu seio redondo e agarrei-o com volúpia, arrancando-lhe gemidos, enquanto minha boca acariciava seus ombros e descia pelo meio dos seios e tomar o caminho ao mamilo do outro seio. Fechei os olhos para sentir melhor a sensação de ter o mamilo entumescido entre os lábios e depois o suguei, lambi e o mordisquei. Minha mão segurava o outro seio e deixava o mamilo proeminente, dirigi a minha boca para ele e repeti as carícias anteriores.
Voltei a sua boca e a beijei novamente, ao mesmo tempo, levava a minha mão entre as suas coxas, ao encontro da sua vagina ensopada, a qual explorei com meus dedos e dediquei especial atenção ao clitóris por algum tempo. Ela estava totalmente encharcada e usando a minha palma da mão, comecei a fazer movimentos para frente e para trás. Ela respirava ofegante, gemia cono louca e contorcia-se, demonstrando o tamanho do seu prazer.
Vendo-a naquela situação, desci pelo seu corpo, passando a língua ligeiramente pelos seus seios e pela barriga. Eu pretendia me demorar um pouco nas suas virilhas e adjacências, mas suas mãos não me deram tempo, segurando-me pelos cabelos e empurrando-me contra o seu ponto úmido do prazer. Caí de boca, literalmente, naquele pedaço de carne molhada e lambi todo o néctar que a umedecia, explorando cada reentrância e invadindo-a com a minha lingua e descobrindo aos poucos, os pontos onde ela sentia mais prazer. 
Margret não demorou muito, suas pernas logo começaram a tremer e o seu corpo se contorceu, suas mãos apertaram a minha cabeça com mais força e seus quadris se colocaram em um movimento louco e ela gozou roçando a vagina na minha boca e lambuzou inteiramente o meu rosto. Seu sabor era delicioso e o mel do seu gozo abundante. Ela não parava de se contorcer e eu não conseguia afastar a boca, continuei lambendo-a e ouvindo os seus gemidos desesperados. O gosto do seu orgasmo tinha um sabor viciante. De repente ouvi a sua voz rouca, num tom quase implorando:
-Vem cá, sobe em cima de mim, quero você na minha boca!
Fiz a sua vontade e num delicioso sessenta e nove, tivemos outro orgasmo, mas desta vez, mútuo e nosso!
Ficamos deitadas lado a lado sobre o carpete vermelho, que exibia manchas mais escuras e úmidas, resultado do nosso suor e gozo, não demorou muito e ela adormeceu.
Eu sentira prazer como nunca pensara sentir e estava muito feliz e satisfeita. Fiquei pensando no que ela dissera:
- Vou fazer amor contigo, e você nunca irá me esquecer, se lembrará de mim para sempre!
Realmente, depois de tanto tempo, as vezes ainda lembro-me dela!
Ela acordou assustada, disse-me que precisava ir, deu-me um beijo, vestiu sua roupa e partiu.
Fui para o quarto, tomei um banho relaxante e deitei na cama, ainda ébria da champanha e do prazer, acabei adormecendo.
Quando acordei pela manhã,  estava coberta com um lençol, apesar de não lembrar de tê-lo pego, olhei em volta do quarto e vi um bilhete fixado na porta. Levantei-me e peguei o bilhete, tentei ler, mas meus olhos ainda embaraçados não deixaram e observei um vulto passar pela janela. Corri até ela janela, enrolada no lençol e vi o jardineiro correndo para o jardim.
Sorri, pensando: Ele estava me espiando, talvez me desejando. Será que ele viu o que aconteceu ontem à noite?
Voltei para o bilhete:
"Desculpe-me, a janela estava aberta e você estava tremendo de frio, dormia como um anjo e não quis acordá-la. Obrigada pela noite de ontem. Foi um presente de aniversário inesquecível.
Beijos 
Margret
Fiquei surpresa. Não sabia o que pensar a respeito de Margret. Ela poderia ter me falado sobre o aniversário e por que não falou? 
Olhei pela janela e divaguei sobre a minha passagem por aquele lugar e em tudo o que acontecera comigo. Pensava em Didier, o jardineiro cínico e atraente, que me causava algo inexplicável, mas que no fundo eu o desejava e, na forma como nos conhecemos. Pensava no seminário que estava por vir, ao qual eu me dedicara tanto durante a última semana. 
Então resolvi tomar um banho e me preparar para o que estava para vir, afinal eu estava ali à trabalho e o prazer teria que ficar em segundo plano.
Mas... O jardineiro não saía mais da minha cabeça!

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Bem Comida

por H. Thiesen

- Hey, aonde pensa que vai?
- Pode parar, ainda não percebeu? Que tu não és mais teu? É, agora você é meu! Todo meu!
- Tá pensando o quê? Que vai fugir de mim? De jeito nenhum! Ah, eu não vou te perder… Custei pra te encontrar. Agora... Azar é o teu!
- Quem manda ser lindo, gostoso e cheiroso! Você não vai escapar, não vai mesmo!
- Viu, no que deu? Eu me apaixonei e sou ciumenta! Ah não! Não vou te perder! Não vou te deixar para uma outra qualquer! Nunca mais vou ficar sem a tua presença! Nunca mais vou me privar deste corpo!
- Ah, tem as outras… Pois diga pra elas que a fila andou! E mais, que chegou a minha vez e eu ocupei a vaga. O problema é delas, que deixaram passar a vez e não viram como você é cheiroso e charmoso!
- Ui, vou ter um treco, só de pensar!
- É agora você é o meu homem, meu love! Meu amante, meu namorado, meu namorido… Meu comedor! Já disse... Você agora, é meu!
- Acha que vou conseguir viver sem essa boca gostosa? Sem esse peito musculoso? Sem essa barriguinha de jacaré, lisinha e cheia de gominhos musculosos? Não mesmo! Isso é irreversível! Não vou mais te largar!
- Eu não sou burra! Não é todo o dia que se encontra um homem assim!
- Você me surpreendeu, com a tua paciência, com teu jeito carinhoso e esse lado safado!
- Ah não, não posso ficar, nem um dia sequer, sem fazer amor contigo.
- Não! Fazer amor não! Isso é para aqueles carinhas que não sabem nada! Você sabe... é trepar mesmo! Por isso me amarrei em você!
- Ai, ai, ai, que calorão está me dando!
- Só de imaginar, já fico quase gozando! Já estou toda molhada!
- Eu não consigo esquecer a tua pica roliça, a tua bundinha redonda e as tuas coxas grossas, a língua molhada e a boca quente, que usam e abusam de mim.
- Viu? No que deu? Eu estou tarada!
- Bem feito pra ti, por você ser assim. Adoro o teu jeito, o teu sexo pegado, chupado, mordido, lambuzado!
- Eu fico louca quando me pega de jeito, com violência, com força e me fode com potência, com estocadas que fazem meus seios subir para o queixo e a cabeça bater na guarda da cama!
- Socorro me abana! Só em lembrar fico toda melada!
- Chega já falei tudo. O azar é o teu. Quem mandou me comer bem comida, agora você é meu!
- Me prendi, me atei e me amarrei!
- Que fique bem claro: De hoje em diante, você é meu e somente meu!
-Viu no que deu? Me comeu tão gostoso, agora me aguenta!

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Um tributo à vagina molhada


por H. Thiesen 

Vem depressa
Abusar do meu corpo
Ganhar meus carinhos
Inflamar comigo
Nessa vontade insana
Adentrar em mim

Mexa com minha libido
O meu tesão acenda
Liberta-me dos anseios
Habita meus desejos
Aflora meus segredos
Deflora o meu âmago
Acalma meu incêndio

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Do início ao fim!


por H. Thiesen 

Lábios vermelhos e quentes,
línguas incandescentes,
eu enlouqueço e te incendeio!
Seios voluptuosos
mamilos intumescidos
arrepios e gemidos,
loucos são nossos devaneios!
Fogosas carícias,
beijos ensandecidos
o prazer é picante,
e o gozo é intenso!
No quadrilátero da cama
O espaço etéreo da nossa ilusão
felina é a nossa vontade
abismais são os nossos desejos
te levo ao limite do êxtase
me levas ao ápice absoluto
provoco e provocas
Delírios para começar
o gozo  para encerrar
Fascínio e lascívia de fêmeas
do início ao fim!




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Devaneios de uma puta

por H. Thiesen 

Se existe uma coisa que eu detesto, é ser chamada de vadia!
Olha aqui, pode parar, eu trabalho duro, ou se acharem melhor, trabalho no duro, mas suo a camiseta!
É verdade, puta não abre só as pernas, como puta também é psicóloga, companhia, ouvidoria e balcão de reclamações.
Puta, as vezes não precisa fazer sexo. Vai para o quarto e fica conversando com o cliente. Pode ser qualquer assunto e até mesmo, papo de putaria.
No quarto rola de tudo, cliente desabafando, cliente se vingando da mulher que colocou chifres nele, cliente desesperado por que foi abandonado, cliente com a foda atrasada à meses. Alguns riem, outros até choram. Uns não param de falar e outros só querem ouvir. Claro, também tem aqueles que fodem. Se não, não teria graça ser puta. Mas, por incrível que pareça, também tem os que broxam!
Não, não espere que eu seja sincera ou que eu me importe com as suas opiniões, nesse tempo todo de putaria, já ouvi muita coisa e mesmo, qual seria a importância: Podem ser verdades ou mentiras?
Se quiserem conversar sobre seus problemas, sobre seus relacionamentos, podem falar, mas eu aviso, não sou muito boa para conselhos e nem tão indicada assim.
Ah, querem saber se eu gozo? Sim, eu gozo! Da cara de vocês, depois que saem, felizes da vida por terem feito uma puta gozar. Vocês acham que aquele orgasmo estrondoso é verídico? Claro que não, faz parte do programa. Bem, mas vamos combinar e pelo menos ser sincera uma vez. Lógico que já gozei, muitas vezes, afinal... Sou puta, mas também sou carne e osso!
O que? A sua mulher não dá o cuzinho? Não tem problema eu dou! Tenho certeza que isso fará vocês voltarem muitas vezes!
Por favor, vamos colocar as coisas no lugar, eu sou uma puta e vocês os meus clientes. Uma relação profissional e não é necessário ligar todos os dias. Eu já sei que fodo pra caralho, que meu cuzinho é delicioso e que a minha chupada é maravilhosa. Cliente pegajoso é irritante e eu terei que arranjar um jeito carinhoso para dizer que está sendo inconveniente. Se liga meu!
Se isso acontecer, não digam que eu sou estressada, que estou na TPM, que trepei com outro e fiquei mal-humorada, por que para mim é muito fácil me fazer entender mais facilmente:
- Vai para a puta que te pariu!
Nada mais me deixa tão nervosa do que alguém querer simplificar as coisas e colocar toda culpa da minha falta de educação, sobre mim. Não é um problema nervoso, mental e muito menos hormonal. O problema é a falta de semancol! Ou seja... A chatice! Cá entre nós, uma grande parcela dos clientes são chatos. Gostam de chorar as mágoas derramadas, os chifres que levaram, o último pé-na-bunda. O pior de todos é o que quer me tirar desta vida, com a velha ladainha de querer saber porque estou nela, se não gostaria de sair. Não, esse não, o pior de todos é aquele que quer desconto. Tudo bem, se eu der cinquenta por cento, posso dar meia-foda? Sabe aquele tipo prepotente, que realmente acredita ,que vai fazer eu me apaixonar por ele e depois me levar para a cama de graça? Adoro! Esses rendem vários programas, é só fingir e dar um pouco de esperança!
Não dou descontos e não quero me casar e me sinto muito tentada a inflacionar o valor do programa, quando isso acontece. Aliás, isso é muito engraçado, tem cliente que pensa que xereca é objeto de consumo, como uma geladeira, micro-ondas ou um fogão: - Se eu pagar a vista tem desconto?
Ok, faço um “mea culpa”, apesar de ser puta, eu sou muito exigente, mas tem que ser assim, para manter a qualidade do serviço.
Vejam bem, diariamente eu tenho que aguentar pintinho complexado e pintudos se achando o máximo. Os tiquinhos até que são carinhosos, talvez seja pelo complexo de inferioridade e são carentes e se satisfazem facilmente: - Gostoso, que homem! Eles vão ao paraíso. Os pintudos querem se exibir, acham que estão com a bola toda, por que o pintão resolve o problema de qualquer uma. Já chegam batendo com ele na palma da mão e só falta dizer: - Olha aqui o que eu tenho para você! Isso me deixa louca, por que alguns são tão grandes, que não levantam, falta sangue para endurecer e ficam a meia-boca e se levantar é pode dar anemia no restante do corpo. Há outros tipos de clientes, mas não vou falar, posso dizer que tem gosto pra tudo e que alguns pedem cada coisa! Nossa! Diante de algumas solicitações, chego a pensar que sou principiante em putaria. É né! Aposto como vocês pensaram naquele machão, que gosta de arrebitar a bundinha e virar ao contrário! Ahahaha!!! Bobinhos, homens assim, macho na rua e boiolas na cama, são muito comuns! Não, não me entendam mal, não é preconceito, estou apenas exemplificando de uma forma direta, para que me entendam melhor. Afinal, cada um tem direito de fazer e dar o que quer e quem sou eu para julgar?
Vocês pensam que são apenas homens que me procuram? Estão enganados, tenho muitas clientes mulheres. E pasmem, me procuram por que os maridos não aceitam! Uma das minhas clientes se divorcio, por que foi pega pelo marido, quando estava caindo de boca na fruta. Vejam só! Em pleno século 21, isso ainda existe. Eu fiquei surpresa, pois para mim, o sonho de todo homem é ver duas mulheres se pegando e se participarem, melhor ainda. Enfim, as escapadas secretas não se restringe apenas aos homens, mas às mulheres também e como eles, existem muitas que não assumem a queda por outra mulher.
Particularmente, eu prefiro fazer programa com outra mulher, sou bi e adoro a fruta, além disso o envolvimento é bem maior e não dá para ficar só no profissionalismo.
Um dos meus problemas é a displicência com horários, estou sempre atrasada, como já falei, eu sou muito exigente e se tratando da minha produção, sou mais ainda. Por exemplo, nesse instante, estou aqui, batendo um papo e contando a minha história para vocês e ao mesmo tempo, me preparando para um programa. Opa, programa? Xiiiii, estou atrasada! Fui!
Esse texto é uma homenagem às garotas de programa e especialmente a minha amiga Lisiane, GP em Porto Alegre, que a muito não vejo, mas guardo-a no meu coração e sempre lembrarei da nossa amizade e, na qual, me espelhei para escrever.

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Seduza-me

por H. Thiesen 

Seduza-me
com teu olhar ardente,
navegue-me de cima a baixo
entre em minha alma
coma-me inteira com teus olhos.

Seduza-me,
diga-me palavras maliciosas,
fala-me da tua sensualidade,
faça-me enlouquecer,
peça-me o que eu quero te dar.

Seduza-me
agarra-me com sua força,
esprema-me contra teu peito,
passeia com tuas mão em mim,
faça-me sentir teu corpo.

Seduza-me,
beije-me o pescoço
deixe-me sentir tua boca quente,
envolva com ela a minha boca
enquanto acaricias a minha nuca.

Seduza-me
Enfia a tua língua em mim,
deixe-me encontrá-la com a minha,
morda-me os lábios
deixa a tua marca em mim.

Seduza-me
Agarra-me os seios
aperte-os em tuas mãos,
sinta os meus mamilos duros
dá-me o teu tesão.

Seduza-me
Aperte-me a vagina molhada
bolina-me o clitóris inchado
veja eu estou pronta
excitada, encharcada.

Seduza-me
não espere mais nem um minuto
entra em mim e me come!
Foda-me agora!

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Viagem pela luxúria!

por H. Thiesen

Eu havia chegado a Baviera dois dias antes, como sempre, quando de minhas férias anuais, reservava a primeira semana para conhecer a Europa e naquele ano, 2002, aceitei o convite de Ana, uma colega de trabalho, alemã, da cidade de Rosenheim.
Cheguei numa quinta-feira pela manhã, a viagem foi tranquila, nenhum percalço e o avião pousara em München vindo de Nova Deli, ela me aguardava no saguão do aeroporto, não foi difícil encontrá-la, pois é uma mulher alta, loiríssima e sempre bem vestida. Rumamos para a sua casa, uma hora de viagem tranquila, estradas bem cuidadas e belas paisagens. Conheci os seus familiares, a mãe Norma e a irmã Amélia, me senti confusa, o alemão me é estranho, mas era naquela casa, que eu passaria a minha primeira semana de férias. Ana me levou a um quarto no andar superior da casa, onde da janela via-se uma manhã radiante, era primavera e as flores davam um colorido especial. Deixei-me cair na cama, eu estava exausta, ela me disse para descansar, tomar um banho, que me chamaria para a hora do almoço. Desfiz as malas e tomei uma ducha relaxante, deitei e dormi, acordei com Ana batendo à porta do quarto, eu havia dormido por uma hora e meia. Almoçamos, servi-me e deliciei um prato de Puszta Schnitzel (Filé ao molho madeira com pimentão e champignon), regado à um bom vinho bávaro.
A tarde foi deliciosa, Ana me levou a conhecer a cidade e descobri de onde vem o estereótipo dos alemães que nos é apresentado, sim eles, que são bávaros antes de serem alemães e que enfeitam suas ruas com as cores azuis e brancas, que exibem a Bandeira Bávara com orgulho, que celebram a Oktoberfest. Uma cultura ardente e alegre. Conheci a Igreja de St. Nikolaus, o Mosteiro Christkönig, o Landesgartenschau Rosenheim (Jardim Botânico), e muitas paisagens alpinas. Foi um belo passeio, a companhia de Ana contribuiu para deixá-lo mais aprazível ainda.
Chegamos na casa de Ana, já eram dezenove horas, o jantar estava sendo preparado por Norma e Amélia perdia-se entra as folhas de um livro, jogada em sofá da sala. Subi ao quarto, tomei outra ducha, troquei a roupa e desci novamente. O jantar já estava servido, deliciei-me mais uma vez com aquela cozinha de sabores e aromas deliciosos. Tudo estava perfeito, me senti em casa. Ana uma amiga, com a qual fiz muitas viagens, Amélia uma menina doce e alegre, de intensos olhos azuis e Norma, uma mulher com quarenta e nove anos, não mostrava a idade, apesar de ter perdido o esposo e passado por uma vida sofrida.
Retirei-me para o quarto, o relógio mostrava vinte e três horas mais ou menos, estava cansada, da viagem desde Nova Deli e do passeio à tarde, mas não consegui dormir logo. Deixei a luz do abajur ligada, peguei meu livro de cabeceira na minha mala e abri na página marcada. Notei que batiam à porta do quarto levemente, pequenas batidas e furtivas, como se batessem com cuidado para não acordar as pessoas da casa. Levantei e abri a porta, era Ana. Ela entrou e sem cerimônia me beijou, senti seus lábios quentes em minha boca, já os conhecia, já os havia provado. Nós duas passamos uma noite deliciosa entre os lençóis de seda, já fazia algum tempo que não tínhamos uma oportunidade para repetir nossas loucuras, Ana havia sido transferida e as nossas viagens juntas haviam terminado. Cedo, ainda de madrugada ela se foi, mas não sem antes dizer, que havia me preparado uma surpresa para a noite de sábado, algo que eu ainda não conhecia, mas que ela tinha a certeza que eu gostaria de conhecer. Fechei a porta, fui a banheiro, tomei um banho quente, logo depois deitei na cama e adormeci.
Acordei perto do meio-dia, não quis almoçar, me sentia enjoada, apenas fiz um lanche leve, suco, pão, presunto magro, algumas folhas de alface e rodelas de tomates. Era como eu estivesse em casa, com Ana já nutria uma amizade a um bom tempo, Norma muito atenciosa, Amélia parecia encantada comigo e sua curiosidade de menina não deixava escapar nenhuma pergunta, sobre minhas viagens, sobre o Brasil, sobre como era a vida dos brasileiros, disse-lhe que se quisesse, poderia vir comigo, em cinco dias estaria voando para o nosso país. Mais tarde subi ao quarto, vestir-me para o passeio da noite Abri a porta e entrei, sob minha cama havia um pequeno bilhete: Vista-se de negro. Fiquei surpresa, Ana não revelara nada, não fui capaz de imaginar o que ocorreria naquela noite, apenas atendi ao pedido. Tomei outro banho, vesti uma calça leg preta e justíssima, um mini-vestido de malha preto com a gola canoa e ousada, que deixava aparecer meus ombros e parte do colo de meus seios, a barra justa permitia fixá-lo a cintura e assim delinear as formas das minhas nádegas, calcei uma bota de salto-alto bico fino e cano até os joelhos. Combinei a maquiagem e carreguei os tons escuros e finalmente lancei mão do esmalte ônix em minhas unhas. Para o frio das noites bávaras levei junto um blazer, que não poderia deixar de ser da mesma cor da roupa. Borrifei meu perfume preferido, Anaïs Anaïs, dei a última olhada no espelho, abri a porta e desci.
Ana me aguardava na sala, vestia-se também de preto, mas um sobretudo lhe cobria o corpo, apenas as botas era possível ver, saímos de casa por volta das vinte e uma horas: - Vamos a Munchen! Disse-me Ana.
A Mercedes voava sobre o asfalto, olhei no velocímetro, cento e trinta, a paisagem escura da noite passava rápido, a estrada estava vazia, poucos carros e a viagem foi bem mais rápida.
Chegamos ao nosso destino, Ana estacionou o carro em uma garagem subterrânea de um prédio discreto, subimos de elevador até o quarto andar, entramos por um grande hall, luzes sombrias e paredes escuras, onde se lia numa das delas "Willkommen in der Partei der Lust" e logo abaixo o nome do lugar, "Zweite Gesicht", ou seja, "Bem-vindo a Festa da Luxúria e Clube Segunda Face", em um canto haviam dois sofás, Ana pegou uma das minhas mão e me levou até eles, sentamos, ela olhou em meus olhos, acariciou meu rosto e meus cabelos, beijou-me e com o olhar fixo em meus olhos disse: - Querida, somos amigas a algum tempo, aprendi a confiar em você. Quando soube que você viria me visitar, fiquei radiante. Entre todas as pessoas que conheço, você é a única capaz de me entender, eu preciso repartir o meu segredo com alguém! Daqui a pouco entraremos por aquele corredor, aconteceram coisas estranhas para você, mas acredite, é algo que me faz feliz e que me é necessário, apenas observe. Se a convidarem para participar, a decisão será sua e não pense que ficarei magoada, ter você junto será maravilhoso! Ela se levantou, dirigiu-se a um balcão e disse algo para um rapaz, este lhe alcançou duas Tulipas, ela me entregou uma, estendeu-me a mão e entramos pelo corredor. O chão tinha um brilho reluzente, as luzes iluminavam o teto e davam um ar sombrio, como o hall as paredes eram escuras, o corredor era longo. Chegamos à uma outra sala enorme, entregamos as tulipas a alguém que as recolhia, haviam pessoas sentadas conversavam.
Ana se dirigiu a um homem alto, eu a acompanhei, pude notar seus olhos claros, e que aparentava quarenta anos, ela se inclinou, ele estendeu-lhe a mão e ela a beijou. Ainda de cabeça baixa disse-lhe: - Trouxe uma pessoa para conhecer-lhe, lembra-se Meu Senhor,  falei-lhe dela! Ele ordenou que se ergue-se e me apresentou a Richard. Conversamos alguns minutos, ele aparentava calma e sua voz era doce e máscula, falava inglês perfeitamente. Enquanto isso eu notava que Ana se dirigia a ele, submissa e cabisbaixa, ao contrário de quando se dirigia a mim. Ele ordenou que Ana se dirigisse a uma outra sala, que se encontrava preparada para eles e o aguardasse, depois eu o acompanharia.
Entramos pela porta, vi Ana deitada sobre uma mesa redonda, vestida apenas com um sutien de látex cor de sangue vazado, por onde escapavam seus mamilos rosados, meias pretas cobriam-lhe as pernas, sustentadas por cinta-liga e calçava botas três quartos, que contrastavam com sua pele clara. Estávamos somente nós três na sala, percebi algumas velas acesas, roldanas e argolas no teto e no chão, cordas e chicotes de camurça pendurados nas paredes, mesas estranhas, rodas e manivelas, a iluminação era clara e pela primeira vez naquele lugar entendi o que aconteceria e não me senti sufocada.
Ele aproximou-se dela, passou suas mãos em seu corpo, segurou seu rosto e perguntou quem era, ela respondeu que ele era seu Mestre. Perguntou novamente e disse para que respondesse mais alto, ela obedeceu, ordenou que ela dissesse seu nome e ela respondeu: - Meu Mestre Seti. Outra pergunta, dessa vez perguntando quem era ela e o que fazia ali: - Sou Bentreshit, a Sacerdotisa de Osíris e venho aqui para ser punida por Meu Mestre Seti!
Ele a amarrou à mesa, seus braços, seus pés, pegou um candelabro e jogou a parafina derretida sobre o seu corpo, ela gemeu e respirou fundo. Notei que seus olhos denunciavam prazer. Ele repetiu e espalhou mais parafina em seu corpo, mais uma vez notei que ela se deliciava com aquilo. Noutra cena, ele colocou clamps em seus mamilos, puxou-os pela corrente dourada que os ligavam, ela sentia as dores e ao mesmo tempo se deleitava. Permaneceram assim por algum tempo, depois ele a soltou, ordenou que descesse da mesa e se ajoelhasse aos seus pés, agarrou sua nuca, levou sua face ao chão, ela ficou ali, submissa e desprotegida. Ele afastou-se, foi ao fundo da sala e trouxe um dos chicote, pondo-se a chicotear as suas nádegas, em cada batida ela gemia, ao mesmo tempo lhe pedia mais e implorava-lhe por outras. 
Richard me chamou, alcançou-me o chicote e pediu-me que a espancasse, hesitei um pouco, mas ela me olhou e vi que seus olhos me pediam para puni-la, bati de leve, tive medo de machucá-la. Richard segurou minha mão e ajudou-me a bater mais forte, depois criei coragem e a puni com força. Confesso, me senti fascinada e desfrutei aquele momento, pela primeira vez experimentei a sensação de ter alguém aos meus pés, submissa e entregue aos meus caprichos e nunca mais repeti essa experiência, minhas mãos aboliram para sempre os chicotes.
Algumas horas e muitas punições depois voltamos para casa, não comentamos nada pelo caminho e nunca tocamos no assunto. eu sabia que ela desejava que eu soubesse e isso bastava para ela, queria apenas dividir comigo o seu segredo e eu respeitei a sua vontade.
O restante da semana foi maravilhosa, ha muito tempo não experimentava o calor de um lar de uma família, a última vez que estive no Brasil foi ao final do ano 2000, aquela família me fez muito bem.
Na sexta-feira seguinte, fiz as malas e não via a hora de chegar em casa, trazendo comigo Amélia, como havia prometido!   

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