A Sissy e a Bruxa

por H. Thiesen 

- Ah, aí está você! Gostou da minha surpresa? - perguntou-me ela.
- Sim, mas é um presente inusitado!
- Nem tanto querido! Eu sei do teu segredo!
- Sabe?
- Sim, tudo! Desde quando você era pequeno!
- Estou envergonhado!
- Não se envergonhe! Deixe-a para quem precisa dela. Faz muito tempo que eu descobri que você usa minhas roupas, quando eu estou fora, num primeiro momento fiquei chateada, mas depois refleti e entendi a tua alma Sissy!
- Não sei o que dizer!
- Não diga nada, não é necessário! Mas... Posso te ajudar!
- Pode?
- Sim, posso! Se você não sabe, eu também guardo um grande segredo!
- Pelo menos não é só eu que tenho segredos!
- Se você gosta de usar minhas coisas para sentir-se feminina, por que não levar isso adiante e tornar uma realidade?
- Como? Como fazer isso! Mudança de sexo é uma cirurgia muito cara!
- Eu sou a uma bruxa e posso tornar isso uma realidade, depende só de você!
- Ah! Isso é piada!
- Duvida?
- Claro, bruxas não existem?
- Existem! Tanto que eu estou aqui!
- Então... Se você é uma bruxa, faça!
- É realmente o que você deseja?
- É o que eu quero mais nessa vida!
E pegando a sua vara mágica, evocou todos os poderes dos quatro elementos, dos céus e da terra, depois baixou o condão sobre mim e me disse:
- Quando usar novamente minhas roupas, você se transformará na versão feminina de si mesmo. Não terás mais um desses entre as pernas, que masturbava quando vestia-se como mulher. Não poderá mais ficar duro. Nunca mais! Em vez disso, ficará molhado. Levará algum tempo para você para se acostumar, tudo será novo, mas em breve sentirá novos desejos. Você ouvirá o chamado da natureza e o desejo maternal o levará a procurar por um macho, para satisfazê-la como a fêmeas que você será! Esse é o preço: O talo pela flor!
Olhando para a cama, apanhei o vestido que havia escolhido, antes dela chegar e levando-o por sobre a cabeça o vesti. Fiquei confuso, no meu peito, primeiramente, um vazio e depois um turbilhão de sentimentos. Minha cabeça rodava, num momento era homem no outro mulher. Caí de joelhos à frente dela e senti sua mão afagar meus cabelos. Meu corpo estava estranho, sentia falta de algo e ao mesmo tempo sentia algo a mais. O quarto girava, um enjoo instalou-se no meu estomago e sangrei, vi o meu sangue correr entre as pernas. Ansiado, apertei os braços em meu peito e senti os seios crescidos. Cobri meu rosto com as mãos e pela primeira vez eu chorei, um choro feminino e profundo.
Ele segurou-me pelos ombros, levantou-me e levou-me ao espelho.
- Vê... Agora você é uma mulher! Você poderá vestir roupas bonitas, usar as jóias que quiser, maquiar-se e pintar os lábios com batom mais vermelho, todos os dias e a toda hora.
Apenas olhei-a pelo espelho e sorri.
- Não era o que você queria?
Acenei com a cabeça que sim!
- Então pare de chorar. Agora deixe-me te ensinar! Vamos começar com absorventes, pois você já sangrou e sangrará todos os meses! Você tem muito à aprender... "Querida"!
Enquanto ela falava e me ensinava à respeito de mulheres, ainda estupefata com tudo, levantei-me e fui ao espelho, novamente chorei de alegria, ao ver no reflexo a imagem que eu tanto sonhara.
Nunca mais eu precisaria rechear o sutiã com pedaços de panos, eles estavam totalmente repletos, cheios de carnes macias. Segurei-os em minhas mãos e os apertei entre os dedos com enorme felicidade. Ainda incrédula, levantei o vestido e o falo de outrora não estava mais ali, havia dado o seu lugar a uma vulva, novinha em folha, linda e rosada.
Ela aproximou-se de mim, abraçou-me por trás e correndo as mãos pelo meu ventre, segurou a barra do vestido e despiu-me completamente. E, olhando-me nos olhos, através do reflexo no espelho, perguntou-me:
- Bruxas não existem?
- Eu nunca poderia sonhar...
- Não fale, você tem muito a aprender e estamos perdendo um tempo precioso!
Novamente ela segurou meus seios desnudos e com as pontas dos dedos pressionou os meus mamilos.
- Veja, quantas sensações!
Logo após dizer essas palavras, aproximou-se do meu ouvido e mordeu o lóbulo da minha orelha. Enquanto a sua respiração queimava a minha orelha, suas mãos deslizaram por meu corpo, indo ao encontro do meio das minhas pernas, fazendo-me estremecer.
- Você está feliz?
- Sim, é tudo o que eu desejava!
- Mas... Tudo na vida tem um preço!
- Como assim?
- Dei-lhe o que você mais queria e quero a minha recompensa!
- Diga-me, se estiver ao meu alcance, farei tudo o que você desejar!
- Ame-me, quero ser a primeira a te amar!
- Mas... Sou sua sobri... sobrinha?
- Não minha querida, eu fui adotada quando pequena! Como você pode ver, eu tenho muitos segredos!
- Eu não sabia!
- Ninguém, nem mesmo teu pau soube disso!
- Depois de tudo nada mais me surpreende, algum outro segredo que devo saber?
- Sim, eu amo as mulheres e te quero pra mim!


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Muito puta mesmo!

por H. Thiesen

Naquele dia ela teve uma discussão com a mãe e para relaxar decidiu sair com os amigos, que a levaram numa boate da moda.
Arrumou-se, vestiu uma blusinha que evidenciava os seios, uma minissaia simples e coladinha ao corpo e um salto alto.
Quando chegou na boate notou logo os olhares, que não faziam o menor esforço para desviar. Sentiu um arrepio estranho. Um dos amigos a olhou, percebendo a sua tensão e disse:
- Relaxa, aqui é assim mesmo! Não se preocupe, o que acontece aqui... aqui fica! Claro, a não ser que você decida levar pra casa!
Ela riu e fingiu que a sua preocupação era besteira, afinal, o que poderia acontecer, certo? Errado! Não demorou muito para os amigos e amigas começarem a pegação do meu lado, até o mais quietinho de todos arrumou uma doidinha pra ficar. Decidi se afastar e assistir ao show que acontecia num outro ambiente.
À princípio tudo estava normal, até que uma morena linda apareceu e estacionou ao seu lado e olhando com uma cara safada, como ela nunca tinha visto, perguntou:
- Teu nome?
- Bianca...
E, sem que deixar ela terminar a frase, foi logo, à vista de todos, metendo a mão no meio das suas pernas.
Surpresa, ela não esboçou reação, mas é claro, gostou da atitude da morena, uma vez que, apesar de nunca ter transado, sempre fantasiou uma aventura com outra mulher.
A sua xoxota pulsava e se não fosse a calcinha, estaria pingando. Não entendia o que isto significava, mas queria sentir mais e mais aquela sensação nova e deliciosa. Pressionando a mão, a morena quase fazia a sua calcinha entrar pela vagina adentro e notando a situação, pegou-a pela mão e levou-a ao banheiro.  Empurrou-a para dentro de um dos boxes e a colocou contra a parede:
- Se você não quiser ficar comigo agora, fale! Mas se quer... Continue calada!
Ela continuou muda, na verdade, estava em dúvida. Queria e ao mesmo tempo sentia vontade de sair correndo. Porém, a excitação venceu!
A morena começou a beijá-la. O beijo era muito intenso e a sua língua habilidosa. Depois desceu para o pescoço, enquanto enfiava a mão pelo meio das pernas dela. A blusinha facilitou e logo a morena retirou os seios dela para fora e começou a mamar nos bicos duros e pontudos. Ela nunca sentira algo tão gostoso e gemia enquanto era mamada e acariciada na xoxota molhada (ainda por cima da calcinha).
A morena sentou-a no vaso sanitário, subiu a minissaia acima da cintura, afastou a calcinha para o lado e caiu de boca.
- Ah! Que delícia! - Ela pensou!
Sem dúvida a melhor sensação da sua vida, seu corpo todo estremeceu, enquanto a morena brincava e circulava a língua no seu grelho e com seus dedos dentro da sua perseguida fazia os vai-e-vens.
Não foi necessário muito tempo e ela gozou, gemendo alto e tremendo as pernas.
A morena lambeu o seu gozo, depois olhou-a, sorriu e lhe disse:
- Muito puta mesmo, gozou pra mim e nem quis saber meu nome!
Levantou-se, limpou a boca com a mão e foi embora.
Ela ficou sentada no vaso por alguns minutos, sem entender o que tinha acabado de acontecer. Ainda estava muito excitada pra voltar para pista e fingir que nada tinha acontecido e se masturbou pensando na estranha e gozou pensando no tesão que sentiu.
Limpou-se com um pedaço de papel higiênico, saiu do cubículo, foi até o espelho, lavou as mãos, retocou a maquiagem e voltou para pista.
Procurou pela estranha, queria tentar compensar a pouca educação, mas nem sinal dela.
Já faz muito tempo que isso aconteceu, mas ainda hoje se masturba pensando naquela morena atrevida.

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Letícia

por H. Thiesen 

Conheci Letícia Campos (nome fictício) em uma clínica de cirurgia plástica em Plymouth, em 2006. Ela é uma travesti paranaense, morena-clara, seios médios (350ml de silicone perfeitos), cabelos longos, um rostinho lindo, hormonizada e super-feminina. A primeira vez que a vi, quase não acreditei que era uma travesti, sua perfeição é incomparável. A voz é deliciosamente macia, ao contrário da maioria dos travestis, que para feminilizar a voz, é necessário anasalar o som.
Como a maioria dos travestis, Letícia veio para a Europa em busca de oportunidades e de dinheiro, escolhendo a Inglaterra, porque domina muito bem o inglês e não usa o corpo para obter o seu sustento, isto é não se prostitui. Hoje em dia é uma mulher linda, depois de ter se submetido a Cirurgia de Redesignação Sexual (CRS), mas conhecida por mudança de sexo.
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Fizemos amizade, eu sempre fui aberta e liberal, não tenho preconceito nenhum e para mim importa a sinceridade e lealdade das pessoas, muito mais do que elas fazem ou deixam de fazer. A amizade deve romper as barreiras e não se limitar a uma redoma de conceitos mesquinhos. Somos amigas até hoje, constantemente nos visitamos, as vezes ela vem a Londres ou quando eu posso vou a Plymouth e quando não dá, matamos a saudade por telefone.
Nesta época eu morava sozinha, ainda não havia conhecido Elisabeth, a Lisi, combinamos um fim-de-semana e ela veio para Londres, fiz questão que ela ficasse comigo, em meu apartamento. Passamos um sábado delicioso e a noite para relaxar, depois do banho, servi um vinho tinto seco e coloquei uma música para ouvirmos. Sexo, não poderia faltar nesta conversa, eu sempre tive muita curiosidade para saber a respeito das travestis, mas nunca tive uma oportunidade real. O música estava ótima e o vinho delicioso, o papo sensual e empolgante, nos sentíamos cada vez mais próximas, resolvemos dançar e conversar ao mesmo tempo. Estava tocando Dusty in The Wind, uma versão de Sarah Brightam, deliciosamente sensual, a voz macia da cantora nos aproximou mais ainda. O clima esquentou e o beijo foi inevitável. Aquela conversa sobre sexo, havia me deixado excitadíssima, o vinho desperta um tesão incontrolável em min e eu estava louca para provar aquele corpo maravilhosamente feminino, mas de certa forma estranho para mim.
Ela levantou minha blusa e sugou os meus seio, sua língua acariciaram os meus mamilos deliciosamente, senti sua mão entrar pelo meio das minhas pernas, abria-as para facilitar. Deixe-me levar, eu queria que ela me dominasse e me mostrasse algo que nunca havia sentido. Eu queria algo diferente naquela noite e fui totalmente satisfeita. Minhas sensações se afloraram, o toque dela em minhas zonas erógenas eram algo indescritível. Eu via aquela mulher linda fazendo sexo comigo e ao mesmo tempo me sentia possuída por um macho inesgotável. Eu tinha uma boca, que me manchava de batom, seios deliciosos para beijar e lamber e ao naquele mesmo instante, um membro quente e viril me penetrando. Minha excitação foi às alturas, ela ofegava e gemia sobre mim, me estocava com a força de um macho e me beijava com a delicadeza de uma mulher apaixonada. Abracei-a com força, agarrei sua bunda e a apertei contra mim, queria que ela entrasse o máximo que pudesse, queria sentir aquele púbis depilado roçando o meu clitóris. Beijei-a, mordi seu pescoço, seus seios eram meus e me deliciava entre um e outro mamilo. O toque suave daquela pele era como um veludo, os nossos suores se misturaram. Cruzei as pernas e segurei-a com força. Cada um de nossos movimentos nos conduzia ao orgasmo e ao deleite.
Ah, gozei! Deliciosamente eu gozei e me senti completamente satisfeita, quando ela jorrou e esvaziou todo o seu tesão e prazer dentro de mim.

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Buceta ou Boceta

por H. Thiesen 

Buceta ou boceta
com "o" ou com "u"
se ela é gostosa
é tão bom como um cu!




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Acolhida

por H. Thiesen 

Com a boca na tua intimidade, acolho o teu sexo!
Perco tudo! O chão, o tempo e o espaço.
Quero teu prazer somente e te fazer perder o nexo!







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No meu e no teu!

por H. Thiesen

Vou me tatuar no teu corpo e deixar-te do meu.
Entrega-me licenciosamente os teu desejos e eu te entregarei as minhas vontades mais insensatas e juntas iremos ao ápice, ao gozo, o meu e o teu!













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Gosto de pau...