Meu amigo dotado!

por H. Thiesen 

Eu tinha vinte e um anos, isso que vou relatar, aconteceu logo que inicei minha carreira na aviação civil e muito depois que conheci bem as minhas colegas de trabalho. Nas nossas conversas rolava sempre uma história que um dos nossos colegas comissário, era muito bem dotado.
Eu sempre fui meio avançadinha, até certo ponto, metida a conquistadora, se alguém me chamava atenção, eu não dava trégua. Ele era muito bonito, super atencioso conosco, divertido e tinha um corpão de causar inveja a muito marmanjo de academia. Coloquei na cabeça que iria transar com...

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Ai... Maldita Siririca!

por H. Thiesen 

Atualmente ando muito revoltada, sou virgem à trinta anos e o o mais próximo, que eu conheci a respeito de sexo e trepadas, é a maldita siririca. Eu estou muito a fim de deixar esta vida de siririqueira inveterada para a G-Magazine.Fico imaginando como é um cacete bem duro, pegá-lo na mão e senti-lo entrando pelo meio das pernas. Acho que já é ora de dar a xana, afinal não sou mais uma menininha, com a idade que estou, daqui a pouco vai criar teia de aranha, pela falta de uso ou enferrujar, por que anda sempre molhada e...

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Chupando buceta, como fazer!

por H. Thiesen

Um sexo sadio e prazeroso, não pode dispensar o uso da boca, da lingua e o contato dos lábios com a genitália e o ânus. Esta pratica conhecida como sexo oral, popularmente é conhecido por boquete, quando feito em homens e minete, quando feito em mulheres. Sendo este simples ato, muito prazeroso, as mulheres adoram. Vamos consversar um pouquinho sobre o minete!
Podemos definir o minete, como sexo oral em três aspectos, anal, vaginal e clitoriano.
Como já demonstram os nomes, no sexo oral anal, o estímulo é feito no ânus da mulher com a língua; no sexo oral vulvo-vaginal, o estímulo se faz diretamente na vagina e no sexo oral clitoriano, busca-se a excitação através do clitóris da mulher com a língua, lábios e dependendo das preferências com os dentes. 
Os três aspectos orais do ato, fornecem resultados muito bons e fazem parte do conjunto da relação e do ato sexual. Vale ressaltar que o sexo oral, deve ser praticado com segurança e higiene de ambas as partes.
O estímulo do ânus é talvez, o mais divertido do três, conhecendo a parceira e fazendo uma boa higiene antes da relação, você não precisa ficar com grandes preocupações. Se a relação é heterossexual e o sexo anal está nos planos, este item é quase obrigatório. A posição melhor para se fazer isso e deixar a parceira de quatro, mas pode-se variar para outras posições, sem obrigatoriedade nenhuma, depende da intimidade e cumplicidade de cada um. Para iniciar, uma rápida massagem com o dedo na entrada do ânus e inicie beijando com os lábios.  A partir dai brinque a vontade com a língua, não esquecendo de mantê-la bem molhada para maximizar a tesão. Comece com leves toques em volta do orifício, depois passe para movimentos circulares e à medida que a excitação aumentar, introduza a lingua. Segure-a pelo quadril e puxe-a com firmeza contra você, faça de sua língua um pênis, ela vai gostar muito.
A vulva possui grandes lábios e pequenos lábios, e a atenção deve ser voltada para eles também. Prenda-os com os lábios, morda com delicadeza, passe a língua em toda a extensão dos mesmos. Abocanhar a vulva totalmente pode ser delicioso para a mulher. Introduza lingua na vágina e faça dela um penis, procure pelo ponto G no interior da vagina, a posição mais fácil para isso é a ginecológica, também conhecida como “frango assado”, use a criatividade para os movimentos, lambidas e movimentos circulares, são deliciosos. Explore o orifício da uretra é muito prazeroso também.
O clitoris é uma pretuberância carnuda e erétil, localizado na parte superior da vulva, entre os grandes lábios e servindo de vértice aos pequenos lábios vaginais. Dos três tipos, é o que exige mais atenção. Geralmente o sexo oral oferece respostas muito positivas à excitação da mulher, devido às fato do clitóris ter muitas terminações nervosas, ao mesmo tempo que essas terminações podem contribuir , podem também atrapalhar, ou seja elas podem ativar a libido e as sensações eróticas, mas também, cócegas, choques, nervosismo e outras reações desagradáveis. É fundamental prestar atenção e perceber as reações da parceira, além de estudar os movimentos que proporcionas maior prazer. Há muljheres que dizem não conseguir excitaçãos ayravés do estímulo no clitóris. Muitas são as razões, já vi alguém definir como “mal-estar, irritação e gastura” na região. Na prática, o problema pode ser solucionado mudando-se a forma do estímulo e uso da delicadeza, umidecimento da região, leveza no contato e paciência.
Seja você homem ou mulher, ao fazer um minete, saborei-o, como se estivesse tomando um sorvete de casquinha, com todo o cuidado para ele não derramar e sem pressa, para que a desgustação seja aproveitada ao máximo.
Use e abuse da imaginação, mude as posições, deixe ela de pé, de quatro, faça ela sentar no seu rosto, bem como, não espere para dar prazer oral somente na hora do sexo, pegue-a de surpresa no banheiro, na cozinha, assistindo tv, isso poderá contribuir para um sexo mais saudável e com maior cumplicidade, dando a ambos um maior significado e projetando maior satisfação.

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Evangélica Sedenta

por H. Thiesen 

No meio da noite ela acordou desesperada, seu corpo queimava e um desejo incontido tomava-lhe o ser.
Nos seus trinta e dois anos de vida, era a primeira vez que passava por uma situação daquelas. Ela suava, o coração quase saltava pela boca, entre as suas pernas algo escorria e os pensamentos não lhe obedeciam, por mais que tentasse desviá-los, a tentação era muito maior e eles voltavam ao mesmo ponto: Sexo, sexo, sexo!
Não fora criada daquela forma, cresceu numa família casta, com fé fervorosa e recatada. Para ela o sexo era pecado e um ato impuro. Casou virgem  e a sua primeira experiência sexual havia sido frustante. Sentiu vergonha dela mesma, por deitar-se de pernas abertas e deixar um...

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Chupar pica é uma arte!

por H. Thiesen 

Chupar um pau é algo natural, ou mais do que isto, é um reflexo, um instinto adormecido do ser humano, tanto que qualquer um de nós, depois que nascemos, a primeira coisa que aprendemos a fazer é chupar. Chupamos seios, dedos e chupetas ou qualquer outra coisa que nos colocam na boca. Porém... Chupar um pau pode se tornar uma arte. Principalmente se bem chupado, por que uma chupadinha básica, qualquer um sabe dar.
A arte de chupar um pau não é para incompetentes, é preciso ser uma exímia boqueteira e claro, um exímio boqueteiro, por que há marmanjos, sim marmanjos, que gostam de chupar um pau, se alguns não assumem a condição, isso é um outro problema. Se você é um ou uma expert, parabéns!
Para mim, fazer sexo é a melhor coisa do mundo e um boquete é a segunda melhor. Não há comparação possível, ter um pau na boca é delicioso. Aquela cabeça vermelha e quente tocando o fundo da garganta, tocando com suavidade os lábios é uma delícia. Fica bem melhor, quando o pau está bem babado, liso e escorregadio e a língua passa de cima a baixo, querendo medir milímetro por milímetro, ou ainda, os lábios mordiscando levemente da cabeça ao saco. E por falar em saco, não é delicioso encher a boca com os ovinhos e ficar brincando, lá dentro, com eles, acariciando-os com a língua.
Não há homem que resista a uma chupada eficiente. Duvida? Então vejamos...
Primeiro segure-o nas mãos, acaricie-o com o rosto, distribua beijinhos em toda a sua extensão. Entre-abra um poucos os lábios, roce na glande e lamba docemente o freio e o furinho na ponta.
Deixe ele entrar devagar em sua boca, sem ultrapassar a glande, circule-a levemente com a língua, aperte a cabeça, sem tocá-lo com os dentes e sugue-o com força.
Aproveite e deixe ele ir fundo, até senti-lo no fundo da garganta, se for possível, de um lambida na parte que inicia o saco.
Retire-o devagar da boca, arrastando a língua bem mole, pela parte debaixo.
Demore-se novamente na cabeça, esfregue-a nos lábios entre-aberto, circule-a varias vezes com a língua e sugue-a demoradamente.
Deite-o sobre a barriga dele e vá mordiscando e lambendo, da cabeça ao saco.
Beije e lamba os ovinhos, sugue de leve o escroto, sem colocá-lo para dentro da boca.
Lamba um ovo de cima para baixo, comece por um e desça apertando mais forte a língua, entre eles, depois faça o mesmo no outro. Notou? Dá para fazer várias vezes o número oito.
Despercebidamente, sugue um dos ovos para dentro da boca. Alguns homens reclamam da dor, mas vá em frente, todos eles gostam, dói um pouco, mas é delicioso. Aproveite-se e faça no outro. Se der, sua boca não é muito pequena ou ele não é muito sacudo, sugue os dois ovos para dentro da boca e massageie-os com a língua, comece de leve e aumente a força, mas não exagere.
A esta altura ele estará bem louco, suba lambendo até a cabeça.
Com os lábios bem moles, deixe entrar, até o fundo.
Faça movimentos de leve, para frente e para trás, cuidando para não tocar com os dentes. Aos poucos aumente o ritmo, não precisa ser rápido, mas deve ser constante.
Pare e de atenção a cabeça e novamente retorne ao vai-e-vem.
Tenha em mente que ele irá gozar, antes de começar decida o que fará.
Se você gosta, engula.
Se não sente segurança para engolir, brinque com o gozo, espalhe-o, lambuze-se e deixe-o de lado, logo depois, disfarçadamente.
Se não gosta de nenhuma das alternativas anteriores, seja franca(o) e antes de começar, avise ele e peça-lhe para não gozar na sua boca.
Não seja ridícula(o), deixar ele gozar e depois sair correndo para cuspir a porra no vaso sanitário, ou pior ainda vomitar. Desse jeito, não há tesão que resista!  

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Assim eu viro do avesso!

por H. Thiesen 
Sinto o fluido do teu desejo na minha pele, na mistura de suor em um abraço sedentos e abrangente. São delírios, calafrios e desejos, que aos poucos nos incendeiam. Entre os teus braços, apertada aos teus seios, eu sussurro carícias ao teu ouvido. Quando estou assim arrebatada ao teu corpo, eu me transformo em uma fada adormecida por teus encantos.
Trazes contigo uma magia enebriante, que me transforma em sedutora em seduzida.
A sedução que em ti transborda é cristalina e faz de ti uma ninfa provocante.
Eu desfaleço, fico ávida e louca, quando a tua boca quente me procura. Entorpecida por carinhos me entrego, sou dominada por um um prazer alucinante. Morro em tua língua e transbordo loucamente, te dando a prova do prazer que de mim emana. O sabor da minha pele tem o gosto do sal que tempera nossa paixão e no gosto do meu sexo podes provar todo o desejo que eu guardo para ti.
Os meus gemidos testemunham esta loucura, denunciando meus pedidos e o meu tesão escaldante, de uma fêmea se entregando, uma gata excitada em pleno cio ou uma flor totalmente aberta de forma insana.
Quando tua boca me envolve e me consome, o prazer se transforma no meu fim. Quando a tua língua voraz me dá carícias e atravessa o meu portal de amor, sinto o meu ser esvair-se do meu corpo e a sensação deliciosa me parte ao meio.
Fico entregue totalmente aos teus caprichos, gozo como louca e se for preciso para te satisfazer, eu viro do avesso!

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Tua Puta

por H. Thiesen

As vezes quero sair da rotina, fazer diferente e sair da linha , tem dias que a loucura torna-se excitante.
Há momentos que eu sinto vontades estranhas, tenho desejos insanos e quero ser uma vadia, ser chamada de puta, cadela, cachorra e até de "sua vaca". São fantasias que me excitam e não me ofendem, pelo contrário, nessas horas sinto-me lisonjeada.
Que mulher não gosta de sexo safado, com pegada bem forte e se esquecer dos pudores? Eu gosto, ou melhor... Eu adoro!
Tem horas que o desejo exige que eu me torne uma puta, uma cadela cheia de instintos, uma safada que não quer amor, quer apenas sexo,  sexo por prazer, somente instintos, animal, intenso e voraz.
Minhas fantasias torno-as realidade e mergulho dentro de uma mini-saia onçinha, da meia de nylon, da blusa curtinha e decotada, subo numa bota de salto bem alto, um batom bem vermelho e os olhos bem carregados. Não esqueço o molho de chave e nem a bolsinha, para dar uma rodada. Viro uma puta à rigor! Bem caracterizada!
Eu adoro ouvir:
- Vem cá ordinária! Sua vagabunda!
E, eu vou! Rebolando, caminhando dissimulada e sensual, insinuando que sou a melhor, que não existe outra igual. Só para ouvir?
- Safada... Desce e chupa o meu pau!
- Primeiro o dim-dim!
- Quanto?
- Duzentos reais!
Ele me dá, eu dobro e coloco nos seios. Então me abaixo e caio de boca!
Eu chupo, lambo e engulo inteiro. Eu deliro com as mãos segurando-me a cabeça, puxando os cabelos e empurrando bem fundo. Faço o melhor boquete e pinto o pau com batom!
Esqueço o pudor, abro-mão da vergonha e deixo fluir as safadezas, as palavras mais obscenas e me entrego ao sexo, sem nenhum limite, às posições mais ousadas e os jeitos mais safados para o prazer.
Adoro quando ele me pega pela cintura e me coloca de quatro, me come com força e puxa os cabelos, como se estivesse domando uma égua.
Perco a razão e a noção, falo tudo quanto é baixaria. Me abro à putaria, gemo e grito:
- Mete! Come essa buceta!
O tapa na bunda, vem forte e eu me transformo numa cadela no cio.
- Vai... Caralho, não para! Rasga a tua puta!
Quando estou assim, gosto da violência, do pau que entra sem pena e de macho que aguenta o tranco. Tudo me acende, me deixa molhada e me faz tremer de tesão. Lanço mão do que eu sei e da imaginação para que a foda fique gostosa.
Ele tenta comer o meu cu e eu cedo, mas vai ter que recompensar. Pela porta dos fundos é mais caro!
- Safada, vai me cobrar?
- É claro, não foi combinado!
- E o que vai custar?
- Mais cem!
- Porra, o cu é de ouro?
- Não... Mas é bem gostoso!
- Tem certeza? Como é que sabe?
- Tenho, você já me disse várias vezes!
Ele joga a nota de cem e eu viro de novo!
A cuspida e o pau entra rasgando as minhas carnes e começa o vai-e-vem!
Eu adoro tomar no cu e coloca a mão no meu grelo. Enquanto ele entra e sai, eu siririco com os dedos.
Fico louca, o tesão é imenso e eu gozo, e gozo demais.
Depois eu penso só nele, que continua me comendo por trás e tudo o que eu quero e espero é vê-lo gozar.
Eu sinto o gozo dele chegando, ele urra como um animal e saindo de dentro de mim, jorra o gozo em meu corpo, lambuzando-me de porra a bunda e as costas!
Deitamos na cama esgotados e o beijo bem demorado, olho em seus olhos e vejo a sua felicidade:
- Gostou da tua putinha?
- Eu adoro quando esta puta resolve aparecer! Quando ela vai voltar?
- Um dia desses! Quem sabe!
- Hum! Agora devolve?
- Devolve o quê?
- O dinheiro!
- Que dinheiro?
- Que eu te dei!
- Pra mim não, você deu para a puta!
- E a puta não é você?
- Não... A tua puta já foi embora!

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Gosto de chupar buceta!


por H. Thiesen 

Gosto de chupar buceta
de todo tipo e tamanho
desde que seja gostosa
chupo, lambo e me assanho

Gosto de chupar buceta
Xana, xoxota ou xereca
Pouco importa qual o nome
Desde que pingue um néctar

Gosto de chupar buceta
capô de fusca ou beiçuda
não me interessa o tamanho
com grelinho ou bem greluda

Gosto de chupar buceta
me lambuzo na entranha
não importa qual o bicho
sapa, perereca e aranha

Gosto de chupar buceta
fico louca e tesuda
tanto faz o penteado
carequinha ou cabeluda

Gosto de chupar buceta
meladinha e molhada
deixo tudo bem limpinho
chupando e dando linguada

Gosto de chupar buceta
lamber, beijar e sugar
meter a língua no fundo
e num grelinho brincar

Gosto de chupar buceta
que escorre mel gostoso
chupo de cabo à rabo
até derramar o gozo

Gosto de chupar buceta
e gosto de ser chupada
sentido o calor de boca
e uma língua safada

Gosto de chupar buceta
e também ser sugada
sentir a boca no grelo
e ficar toda melada

Gosto de chupar uma buceta
enquanto outra igual eu chupo
para ela gozar na minha boca
e beber do meu gozo o suco

Gosto de chupar buceta
buceta eu quero demais
buceta é como um vício
quem já provou pede mais!

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Putarias de uma descasada

por H. Thiesen

- Amiga... Lembra do Paulinho?
- O Paulinho... Ora, é claro que eu lembro! Grande pau!
- Sua safada!
- Safadíssima, ele foi o meu melhor pau amigo!
- Pau amigo? Fiquei curiosa, me conta?
- Então senta, é uma longa história!
- Sou toda ouvidos!
- Conheci-o logo depois que me divorciei, numa festa na casa de uma amiga, com músicas estourando os tímpanos, na época eu andava matando cachorros à gritos e com um atraso monumental, já tinha até criado um calo na ponta do dedo. Ele me disse que a namorada estava indisposta, mas na verdade eles tinham brigado e ele deu um desdobre para ir à festa.
- Normal, todos os homens são iguais!
- Lógico! Mas, o importante é que ele queria apenas me comer e  que, com aquela minha enorme seca, eu queria a mesma coisa, comê-lo inteirinho!
- Ehehe! Quem não conhece, que te compre!
- Pois é! Fingi derrubar uma taça de vinho tinto na calça dele, como uma boa amiga ajudei-o  a resolver o problema que criamos de caso pensado e procuramos por um quarto ou um banheiro vazio e quem sabe, até o quarto da empregada serviria também. Somente por saber que em alguns minutos eu estaria com um pau na boca, já fiquei excitada. Subimos uma escada e achamos um quarto, que estava escuro, apenas com a televisão ligada. Claro, nem eu e nem ele precisávamos de luzes acesas, no máximo, eu queria ouvir uns gemidos, uma respiração ofegante e talvez... Algumas palavras mais quentes.
- Ui! Só de pensar amiga, to ficando molhada!
- Espera, deixa eu te contar!
- Conta, eu quero detalhes!
- Ele abriu minha blusa, pegou nos meus seios e os espremeu.  Começou a chupá-los e a lambuza-los com saliva, de uma forma que eu me lambuzei embaixo também. Abri o zíper, baixei a calça dele, tirei o pau para fora e soquei a melhor punheta que já soquei para alguém, fui tão competente que ele me pediu para parar e teve que segurar o gozo, tanto que eu sentia o pau latejando na minha mão.
- Latejando? Adoooooooooooro!
- Calma! Ele me jogou contra uma parede e voou para cima de mim. Arrancou a minha mini-saia, e  a minha calcinha, me pegou no colo, tapou minha boca e meteu com a força de um leão. Foi tanto tesão que tive vontade de  gritar e muito. Queria gemer feito uma gata no cio, mas a mão dele não deixava. Ele mexia muito rápido e eu ficava louca e ofegante. Enquanto ele me comia, também bolinava meu cuzinho com o dedo da mão direita., Eu achava que ia morrer de prazer.
- Caralho, que pegada!
- Então ele largou minha boca e bem nessa hora eu gozei, dei um grito esganiçado! Ele me chamou de louca e me lembrou de onde estávamos. Recompomos as roupas rapidamente e logo alguém apareceu no quarto perguntando o que havia acontecido. Nem lembro qual desculpa inventamos, mas com certeza não acreditaram, por que a minha cara deveria estampar toda a satisfação que eu senti naquele orgasmo estrondoso.
- Imagino a tua cara disfarçada, ahahahaha!
- Bem, descemos para o piso e fomos ao jardim tomar um ar, a namorada dele ligou pedindo desculpas pela briga e ele resolveu ir embora.
- E ficou assim? Só nessa foda?
- Que nada! No outro dia mandei uma mensagem pelo celular: Foi a melhor foda da minha vida! Quero mais!
- Amor de pica é o que fica!
- Claro, depois disso nos encontramos outras vezes e gozei muito naquele pau!
- E você não quis voltar para o ex-marido?
- Depois que me separei, descobri que existem paus bem melhores, nunca mais!
- Essa história me deixou excitada!
- E como você acha que fiquei, lembrando dessa foda deliciosa! Queria um pau agora!
- Amiga, quem não tem pau...
- Fode com xana!
- Então... Vem!

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Me come gostoso!

por H. Thiesen 

Adoro ser encoxada, incitada e transgredida pelas tuas mãos e pelo teu corpo. Até não mais aguentar, ficar com o corpo em brasa e pedir para você me comer. Seja como for, hoje eu quero te dar, na cama ou em cima da mesa, deitada ou de quatro ou quem sabe, em pé, com as pernas nos teus braços e as costas na parede. Não importa... Hoje eu quero te dar!
Me prenda ao teu corpo com teus abraços loucos e teus beijos molhados, vagueia em mim tuas mãos e me deixa louca, insana, querendo somente sexo.
Mas me coma... Me coma bem gostoso, com força e toda vontade.
Preciso sentir teu pau nas minhas entranhas, da forma mais direta e sem enrolação. Dispenso as preliminares, nem quero te chupar e nem mesmo ser chupada. Arranca a minha roupa, puxa os meus cabelos, morda a minha boca, arranha as minhas costas e me come... me beijando na boca e chupando meus seios. Me faça sentir teu pau duro entrando e saindo. 
Me coma de todos os jeitos. De bruços, do jeito que mais gosto. De quatro, para entrar bem fundo.  Por cima, para eu sentir teu peso. Em pé, para eu me agarrar ao teu pescoço, te enlaçar com as pernas e te puxar para dentro de mim, te arranhando as costas, mordendo o teu ombro, gemendo no teu ouvido. Subindo e descendo como uma verdadeira louca!
Mete teu pau na minha buceta, me come, me fode e me dá todo o prazer, me faça gozar, quantas vezes der e quantas eu aguentar.
Depois, deitada na cama, me coma até gozar ou, se você quiser, põe na minha boca, enterra até a garganta, goza lá dentro e enche a minha boca com todo o teu tesão!

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Come meu cu, rasga... Enterra!


por H. Thiesen

Ela levantou da cama gritando e xingando:
- Pô cara, tá pensando o que?
- E.. eu...
- Não, não fala nada!
- Acha que é assim...
- Vai se enfiando, como quem entra numa porta escancarada?
- Mas...
- Não, fica quietinho, agora quem fala sou eu!
- Tá... Fala então!
- Porra meu, senti meu cu ir de encontro à garganta.
- Tem que ser com carinho...
- Quietinho, não fala, já disse quem fala agora sou eu!
- Você tem que aprender a usar esse pinto!
- Não é assim que se come um cuzinho.
- Não, não quero saber, cala boca!
- Tem que ter jeito...
- Esse negócio de violência não é comigo.
- Porra, você sabe a dor que eu senti?
- Caralho, minha bunda tá doendo até agora.
- Não adianta ficar olhando desse jeito pra mim.
- Tá surpreso?
- Comigo é assim...
- Escreveu, não leu, o pau não comeu!
- Tem que fazer a lição de casa.
- Já disse, fica quieto, agora aguenta eu falar.
- Tá pensando o que...
- Só porque sou safada, tem que ser de qualquer jeito?
- Eu não to cobrando, tô dando porque gosto.
- Isso lá é jeito de comer um cu?
- Não, não não, quietinho, não fala...
- Pô meu, meu esfincter não é borracha!
- Tá achando que sou uma puta acostumada a dar a bundo e tô fazendo cu doce! Né?
- Tá certo, já perdi as contas e não sei quantas vezes dei o rabo, mas tem que ser no carinho.
- Tá vem de novo...
- Puta que pariu cara! Você broxou!
- Deixa comigo...
- Tá bom né, meu boquete é delícia.
- Ó! Lá no fundo da garganta!
- Agora linguinha na pontinha...
- Os ovinhos!
- Ah! Já tá reanimado!
- Vem, vem, come o meu cuzinho!
- Isso, assim, devagarinho!
- Caraca, que caralho grosso.
- Vai, enfia tudinho! Com calma!
- Assim, assim, deixa o brioco acostumar.
- Cara, você tem um pau de cavalo!
- Vai, mexe...
- Devagar, assim...
- Isso, vai apressando, vai...
- Vai cara, não sabe foder um cu...
- Vai, mais rápido, mais rápido!
- Mexe no meu grelo.
- Caralho, mete esta vara...
- Vai cara, mete com força...
- Fode, fode este cu!
- Mete, vai mete!
- Com força, isso...
- Tira... Enfia... Tira... Enfia tudo!
- Agora mete tudo...
- Tudo de uma só vez...
- Mete com força, vai...
- Arregaça esse cu!
- Bate na minha bunda!
- Me chama de puta.
- Vai cara, mete com força. Come o meu cu!
- Arromba este cuzinho. Rasga... Enterra!
- Ah! Mexe no grelo, to quase gozando!
- Come... Come o meu cuzinho!
- Mexe, no grelo, mais, mais mais...
- Gozeiiiii!!!
- Vem agora, na minha boca!
- Ah delicia!
- Isso enche a minha boca de porra, me lambuza, meleca os meus peitos!
- Porra cara! Já te falaram que você sabe comer um cuzinho bem gostoso?
- ??? Ãh?

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Que tesão danado!


por H. Thiesen 

Sempre que penso em você,
fico muito excitada!
Coisa normal e natural,
para quem está apaixonada,
Mas... O meu grande problema,
é que penso em você o tempo todo!
Portanto...
Eu vivo excitada
e preciso de qualquer maneira
na minha solidão
aliviar os meus desejos!
- Que tesão danado!


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No teu colo!


por H. Thiesen 

Enlaço-te com meus braços e no teu pescoço transformo-me num colar lascivo. Com as pernas envolvendo a tua cintura te prendo ao meu corpo. Sinto o desejo levantar-me pouco a pouco e vejo-me suspensa apoiada por tuas mãos.
Lentamente a tua carne tesa invade as minhas entranhas, servindo-me de de guia e amparo.
Com as unhas rasgo as tuas costas segurando-me para não cair e recebo a força do teu urro numa potente estucada.
Tuas mãos seguram-me as nádegas abrindo-me totalmente e ajudando-me a não esmorecer nos impudicos movimentos.
Teu falo é o eixo a guiar-me para cima e para baixo e a volúpia do momento mistura-se aos gemidos, estalos e ruídos,  sons, que juntando-se ao suor que escorre de nossos corpos, montam a cena desse nosso momento de luxúria.
Enfim... é um prazer imenso ser possuída no teu colo e meu corpo enlaçado ao teu, sobe e desce numa busca incansável pelo orgasmo!

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Uma foda alucinada

por H. Thiesen 

Foi apenas instintos, rolou tudo! Sexo alucinado e a noite inteira de muitas trepadas
O beijo molhado, a língua na língua, o licor de saliva, os lábios mordidos e ardidos.
Os seios espremidos, mordidos e lambidos, mamilos chupados, sugados, encharcados de saliva.
Uma siririca pra cá, uma punheta pra lá, os dedos melados, o grelo inchado e sensível, a pica bem dura.
A boca na pica, a cabeça vermelha bem fundo engasgando e fazendo salivar. A xoxota na boca, melando e escorrendo de tanto tesão e o mel do prazer espalhado na cara..
Lambidas e chupadas, gemidos e gritos, o grelo e a pica na ponta da língua. A boca envolve e a língua invade. Um engole e o outro bebe.
O prazer o tesão e os dois não aguentam, é hora do vamos ver. Deitados na cama, sentados na beira, de frente e de costa, na frente e atrás! A xoxota e a bunda, devassadas por uma pica competente.
Gritos inusitados, tapas ardendo na bunda, as vezes mais carregados, outras vezes mais delicados, a pele numa febre total e  os corpos estremecidos.
Dois anjos endiabrados, carinho, dor, prazer e castigo. Vai e vem, entra e sai, aqui e ali, movimentos ritmados, momentos sem nenhuma censura, pudor deixado de lado, prazer sem nenhuma frescura.
Em cada grito, o ar que falta, e a malícia picante, frases desconexas e as palavras sem compostura.
Come e dá, mexe e remexe, rebola na pica, maltrata a xoxota, pra frente e pra trás, entra e sai.
O jorro é inevitável e o gozo maravilhoso.
A xoxota toda melada e a pica desfalecida.
Não falta mais nada, já está confirmado. Você me comeu direitinho e eu te dei bem gostoso!
Foi boa nossa gozada!



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No Banheiro do Metrô!

por H. Thiesen 

Em 1996, eu estava cursando relações públicas, em uma universidade bem conceituada na Região Metropolitana de Porto Alegre, todos os dias usava o metrô para me deslocar, um meio rápido e barato, além de proporcionar oportunidades para conhecer muitas pessoas e para uma paquera, se houvesse possibilidade.
Numa manhã, eu embarquei na estação de costume e de cara vi uma morena deliciosa. Ela era da minha altura, baixinha como eu, morena-clara, cabelos lisos e caídos nos ombros, seios volumosos, os quais se deixavam mostrar exuberantemente pelo decote da blusa preta, a bunda era deliciosa, quadris largos e cintura fina, pernas grossas e que marcavam a silhueta na saia branca. A pele bronzeada, unhas bem feitas e discretas.Seu rosto demonstrava uma mulher decidida, sobrancelhas bem feitas, boca bem desenhada, nariz afilado e os olhos amendoados.
- Uma deusa - eu pensei!
Ela estava com a cabeça abaixada, enterrada em meio aos livros, lendo e as vezes fazia algumas anotação. Comecei a procurar um jeito para me aproximar, não podia deixar escapar a chance. Afinal, uma mulher deste porte, não é qualquer dia que encontramos. Já me via com a boca naqueles seios, sentia a maciez da sua pele nas minhas mãos, queria sentir o seu calor, descobrir os seus segredos de fêmea.
O trem estava um pouco lotado e eu estava em pé, como ela embarcou antes de mim, estava sentada. Me aproximei e parei perto, quase de frente para ela. Queria ter uma ideia para poder falr alguma coisa, iniciar uma conversa. Levantei meus livros, abri o estojo, peguei uma caneta e fiz que lia algo, estava esperando uma oportunidade. Quando em uma curva o trem deu um solavanco, fingi que a caneta caiu da minha mão e disfarçando, joguei-a sobre os seus livros. Ela juntou a caneta, me olhou e com um sorriso maravilhoso, a alcançou para mim. Eu estendi a mão agradeci, pedi desculpas e devolvi o sorriso.
A esta altura a lotação do vagão diminuiu e sobro uma vaga de frente para ela, sentei e continuei a admirar aquele monumento feminino. Ela levantou a cabeça, me olhou e eu deu uma piscada, ela sorriu.
- Meu Deus! Ela retribuiu!
Estava lançada a cantada, era apenas uma questão de tempo, para saber se ela seria capaz de notar as minhas intenções e eu faria de tudo para que ela soubesse.
A estação da universidade era a próxima e eu só pensava naquele corpão. Levantei do banco e deixei cair alguns livros.
- Puta que pariu! - Exclamei alto.
Ela levantou-se, me ajudou a juntar os livros, pegou-os, me entregou e disse:
- Você é bem atrapalhadinha, não?
Juro que tive vontade de pular pela janela do trem. Mas, para o meu alívio, ela continuou puxando conversa:
- Você estuda o que?
- Relações Públicas, e você?
- Eu medicina, pra falar a verdade, estou me especializando em pediatria.
- Legal, trabalhar com crianças é ótimo. Sou a Helena e você?
- Ah! Prazer, meu nome é Aline.
- Vai desembarcar?
- Sim, acho que estudamos no mesmo lugar.
- É parece!
- Faz tempo que você cursa?
- Estou quase terminando o curso, no meio do ano que vem eu me formo.
- Eu termino este ano.
O trem parou, abriu as portas e desembarcamos. Caminhamos pela plataforma e subimos a escada rolante.
- Vem sempre neste horário? Perguntei.
- Nem sempre, hoje eu me adiantei um pouco.
- Ah! Por isso que não havia te visto ainda.
- Vou ter que pegar o ônibus integração, você também.
- Sim, vou para lá, mas acho que não é o mesmo.
- É verdade, os cursos são bem afastados.
- Olha fica com meu telefone.
- Tá certo, eu te ligo, acho que nós duas queremos isso. Tchau!
- Tchau, me liga mesmo!
Sinceramente, eu fiquei surpresa! Não esperava ouvir algo assim. Eu já estava a costumada a paquerar mulheres e sempre as coisas eram bem difíceis, as vezes a paquera durava dias e não rendia nada ou se as minhas intenções fossem notadas elas se afastavam. Sei lá, o preconceito tem disso: "Que pena, é bonitinha mas é sapatão!"
Bem, não importa. O que importa é que ela ligou e combinamos um encontro na manhã seguinte, na Estação do Metrô, quem chegasse primeiro esperava a outra.
A noite eu não consegui dormir, imaginando aquele corpão nos meus braços. Só em pensar fiquei excitada e como não poderia deixar de ser, a siririca rolou solta a noite inteira.
Na manhã seguinte, acordei cedo, estava ansiosa, tomei um banho demorado, abusei do Anaïs Anaïs, tomei um café, fiz o make up com todo o cuidado, coloquei a minha melhor roupa, uma daquelas que eu me sentia muito mais sexy, uma blusa frente-única de seda bordo, que por trás deixava parte dos seios a mostra e os mamilos eriçados, uma calça leg branca, quase transparente, calcinha fio dental, também branca e minúscula, um sapato de salto branco. Para falar a verdade, eu fiquei uma legítima vagabunda, como a vizinhança, melhor as fofoqueiras da rua onde moro, me apelidaram naquela época (hehehehe!!!)... Eu sempre cuido para ser bem qualificada por onde passo! Bom, pelo menos, acho que os vizinhos não possuem a mesma opinião que as esposas! Eu tenho uma opinião, se dizem que sou, então sou PUTA mas, isso já faz parte do passado, dei a volta por cima, hoje as mal-amadas quando me veem, ficam com inveja:
- Lá vai a aeromoça, tá sentada na grana! (Coitadas! Oh inveja! Dizem que Deus não mata, mas achata!)
Voltando ao assunto, naquele dia resolvi ir de carro à faculdade e esperá-la na estação, se fosse o caso, teríamos como nos deslocarmos (uma mulher prevenida... né?), ou indo direto, nos deslocarmos para o motel mais próximo.
Cheguei na estação, estacionei o carro, subi para o primeiro andar e fiquei esperando ela chegar, próxima as escadas rolantes.
O trem parou, abriu as portas, corri o olhar para a plataforma de desembarque, achei Aline dentro de um pretinho básico, que não deixava escoar a sensualidade dela. Peguei o celular e liguei para ela, dizendo que estava a aguardando no primeiro andar. Ela olhou para o alto e eu abanei, logo fui identificada por ela. Ela subiu, não poderia faltar os beijinhos no rosto (três precisamente, um de cada lado do rosto, coisa de gaúchas!) e ela me disse, com os olhos brilhando:
- Nossa, não parece nem um pouco com a menina desastrada!
Eu respondi:
- Ah! Aquela menina é a Helena quando está vislumbrada!
Ela me sorriu e entendeu o que eu queria dizer, naquele momento eu soube que ela tinha a certeza de que eu a queria. Eu já não me aguentava mais de tesão!
Para quebrar um pouco o clima e deixar as coisas acontecerem mais naturalmente, disse-lhe que precisava ir ao banheiro, ela me acompanhou, entramos. Estávamos somente nós duas, ainda era cedo e o movimento era pouco. Abri a bolsa, peguei o batom e comecei a maquiar os lábios. Senti a sua mão acariciar as minhas costas, fechei os olhos e respirei fundo:
- Você é linda e doce Helena!
- Eu...
Ela me fez um sinal, colocando o dedo indicador sobre sua boca e me pedindo silêncio, sua mão escorreu por baixo da minha blusa e alcançou um dos meus seios, com a outra mão segurou o meu rosto e o virou, me oferecendo sua boca para um beijo. Eu me virei e a beijei com volúpia, nossas línguas se encontraram, nossas salivas se misturavam, nossas respirações se tornaram ofegantes, denunciando o momento de intenso tesão. Entramos para um dos cubículos de vaso sanitários, fechamos a porta e nos entregamos uma a outra. Ela abriu os laços que prendiam minha blusa, escorregou pelo meu pescoço, beijou os meus ombros e chegou aos seios, beijou-os, mordeu-os e sugou os meus mamilos deliciosamente. Eu segurava a sua cabeça e mordia meus lábios para não deixar escapar gemidos mais altos. Ela ergueu-se, enfiou sua língua em meu ouvido, meu corpo estremeceu e um calafrio o percorreu. Nos beijamos novamente, enquanto isso eu levantei seu vestido e com uma das mãos acariciei sua buceta. A umidade na calcinha denunciava a sua excitação. Ajeitei a mão, baixei a calcinha e senti os pelos bem aparados, escorreguei meus dedos ao encontro do seu grelo, minha mão entro no meio das suas pernas e segurei sua buceta deliciosa, quente e úmida. Ela me abraçou com força, gemeu e respirou fundo, despiu-se, deixando-me ver os seios fabulosos, eram grande e firmes, as auréolas redondas e escuras e os mamilos pediam uma boca quente, saboreei aqueles biquinhos, lambi-os, mordisquei-os e finalmente os suguei. Desci pela sua barriga e sem cerimônia coloquei minha boca sobre a sua buceta, sugando aquele suco delicioso e doce. Ela se abria para mim, deixando-me explorar aquela doce intimidade. Eu sugava seu grelo e sentia na língua o sabor daquela mulher sedenta. Sem demora ela gozou e suas pernas se contraíram, parecia que suas forças faltavam, agarrou-se a mim e suas unhas cravaram em minhas costa. Foi um orgasmo delirante e silencioso, abafado pelos dentes a morder a sua própria boca. Virei-me, deixei que sentasse no vaso sanitário, levantei uma perna e ofereci a minha boceta para que ela chupasse, sem nenhum pudor ela abocanhou a minha xana, sugou-a, lambeu-a e mordeu-lhe os lábios vaginais, com tanta volúpia e vontade que eu não aguentei muito tempo e gozei em sua boca. Minhas pernas amoleceram e deixei-me encostar na porta. Ficamos assim, as duas extenuadas por alguns minutos. Ouvimos barulho, alguém havia entrado no banheiro, aguardamos quietas que saísse. Nos beijamos, colocamos as roupas, saímos do cubículo. Nos lavamos e nos maquiamos novamente.
Uma mulher que cuidava da limpeza entrou:
- Vocês? Ué, eu não vi ninguém entrar, a pouco eu entrei, o banheiro estava vazio...
- Oh tia, não viu entramos pela porta! Disse-lhe Aline.
Saímos as duas rindo muito. Fomos para o meu carro, e depois para a faculdade.
Houveram outras vezes e quem sabe... Eu conte para vocês!

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