Pingando de Prazer

por H. Thiesen 

Abro as pernas
e toco-me muitas vezes.
Meus dedos satisfazem
todos os desejos e anseios.
Exploro, mexo e remexo,
cada dobra e pétalas da flor.
Tão escondida e úmida
De maneira insistente
Ardente e intenso
Meu tesão não sei contê-lo
Posso gemer bem alto
Libertar os meus gritos
Nada me importa
Nem paredes com ouvidos
Sinto cada toque
Despetalo a flor
Me invado e lambuzo
Escorro de prazer
O meu corpo languido
Minhas pernas abertas
Os dedos invasivos
Em abusivo ardor
Estremeço meu corpo
O coração vem à boca
No meio das pernas
Um calor, uma dor
Me derramo em gozo
Supro os meus desejos
Se não todos eles
Pelo menos os urgentes!

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Chupa que é vulva!




por H. Thiesen 

Se me perguntares assim
pelo que me dá mais prazer,
e nos teus olhos houver um brilho,
como quem espera pronta resposta,
Não espere de mim delicadeza
nem mesmo te farei proposta
Não te darei tempo para réplica
e logo responderei tua questão
Talvez sejam palavras ou gestos
quem sabe aponto na direção
Curta e concisa será a resposta:
- Chupa... Que eu gozo!




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Anatomia de uma foda!

por H. Thiesen

Hoje, tenho você aqui, a minha disposição, para matar-me as vontades e todo o meu tesão.
Eu te beijo a testa, os olhos e o rosto, desço beijando o pescoço e não esqueço teus ombros. Te viro logo de bruços e numa ânsia louca, distribuo meus beijos pelas tuas costas e continuo descendo pela tua espinha, lambendo com a minha língua molhada cada uma das vértebras.
Com a boca sedenta chego na tua bunda, mordo uma das nádegas e repito a mordida na outra. Sem saciar a fome que eu tenho de ti e que também eu tenho por sexo, abro as tuas pernas e entro entre elas, para morder o interior das tuas coxas.
Sem parar de beijar vou às pontas dos pés, chupo os teus dedos um à um e te lambo na sola dos pés. Se acaso você pensar que o meu passeio findou, eu te viro de costas na cama e subo devagarinho, passando a língua em tua pele, sentindo teus pelos roçarem na minha boca e no meu rosto
Para o meu destino, vou indo bem devagar, te arrancando os gemidos em todos os beijos que dou e se for possível, faço você urrar. Subo pelas tuas pernas, cheirando e beijando, deliciando as tuas coxas de novo. Subo bem lentamente, sem pressa nenhuma, até encontrar o teu sexo rígido, saliente e quente.
Antes de qualquer outra coisa, primeiro eu sinto o cheiro  e depois dou-lhe um beijo. Quero te ver suspirar sentindo a minha ponta a língua a passear no teu membro, antes de te chupar. E então, só depois eu o lambo com intensidade e o envolvo com os lábios, deixo entrar bem fundo, até a garganta. Sugo, lambo e mordo e brinco com ele na boca.
O que eu acho mais lindo e que demais me excita, são os teus gemidos, enquanto estou te chupando. Assim também eu me molho encharco meu sexo e lambuzo, sinto que já estou pronta, com o sexo ensopado e latejante.
Tiro você da minha boca, ando por cima do teu corpo, deixando um rastro de mel, sobre teu ventre e teu peito. Coloca a tua cabeça  entre as minhas pernas e na tua cara eu sento. Te dou a vulva e o clitóris para você lamber e chupar e derramo na tua boca um delicioso manjar.
Porém eu quero mais, vou de encontro a tua boca onde encontro o meu gosto e que me leva à loucura.Por isso eu subo em teu corpo e o monto. Misturo os nossos gestos, o nosso mexe e remexe e faço um jogo de sexos. Você vai entrando, eu vou te envolvendo, até atingir meu fundo e ficarmo mexendo.
Tomo o domínio do ato, te cavalgo com jeito, eu subo e desço com as mãos no teu peito. O encaixe é perfeito, há sincronia e ritmo, do vai-e-vem vagaroso aos movimento mais céleres. O corpo reage aos estímulos, à sensualidade presente e não mais podendo conter o nosso prazer nessa anatomia de sexo, nos entregamos ao deleite e a um gozo é intenso.

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Anal, divino anal!


por H. Thiesen 

Sexo anal é divino
e ao mesmo tempo demoníaco,
causa pânico em algumas,
curiosidade em outras
e enlouquece certas mulheres. 
Ter as entranhas preenchidas
por uma vara de carne quente e dura,
leva-as a transcendência
das suas circunstâncias de fêmeas.
Transformam-se em duas essências,
a mulher e a fera,
simultaneamente enlouquecidas
fogosas e formosas,
mas resplandecendo no ato
uma lascividade de deusas!


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Meu Grelo

por H. Thiesen 

No meu universo de fantasias, meu grelo é o centro do cosmo!
Um pedacinho de carne arbitrário e volúvel, que não tolera a força bruta.
Ele requer movimentos suaves, significativos e cuidadosos.
Adora de ser provocado.
Gosta de sentir um suave deslizar ao seu redor, com precisão cirúrgica.
Meu grelo estremece por antecipação, quando a atenção volta-se aos seus arredores.
Ele adora uma carícia e uma delicada pressão da ponta de um dedo.
É surpreendente, mas ele gosta de gelo também ou de um leve calor, que lhe altere a circulação e o deixe repleto de sangue!
Ah sim, meu grelo, também chamado de clitóris, se entumece e fica durinho, ruborizado e sensível, quando lhe sobrevém os efeitos do tesão.
Ao meu clitóris, vulgarmente conhecido por grelo, não lhe importa tamanhos, diâmetros e lhe é irrelevante um cacete, esse ele dispensa, deixa-o a disposição da minha vagina!
Do que ele precisa e do que ele gosta?
Ah... Uma boca molhada e gostosa e de uma língua muito safada!
No meu universo de fantasias, meu grelo é o centro do cosmo! A partícula primordial com a energia capaz de me resultar um Big Bang!

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Namorada de Aluguel

por H. Thiesen 

O dia foi calmo, as coisas foram normais, devagar e a tarde foi morosa. Não existe algo pior para uma garota de programa. As horas não passam, o telefone não toca, a tv fica chata, até a internet é um saco. Saí do apartamento que aluguei, do mesmo jeito que cheguei pela manhã, de bolsa vazia. Hoje só ligaram nudistas, pelados querendo abatimento. Um deles mandei a "M", ora... Vai pechinchar na feira da esquina, eu vendo outra tipo fruta e não dou desconto. Sinceramente, achei que à noite nada mudaria. Felizmente, minha previsão estava errada.
Eu já chegara em casa e o meu celular tocou, para a minha surpresa era ele, em plena terça-feira.
Atendi, o tom irônico dele é irresistível. Ele tem uma conversa gostosa e repleta de malícia, cercada por uma voz forte, mas ao mesmo tempo suave aos ouvidos. Extremamente sedutor, gosta de testar os meus limites e me por à prova. Eu diria que se fossemos mais à fundo, a nossa relação seria perigosa. Mas eu sei como isso acontece e tenho a estratégia perfeita, para desatar os laços, quando os vínculos vão mais além do que sexo. Ele me disse que tinha pouco tempo, mas estava com saudade e que eu me apressasse, para podermos aproveitar todos os minutos possíveis. Sem problemas, se ele tinha pouco tempo, eu tinha todo o tempo do mundo! Cliente antigo e dos bons! Para falar a verdade, com ele eu transo de graça, é só ele querer! 
É assim, eu vivo intensamente o que sinto quando estou com ele e o pelo jeito, ele vive com a mesma intensidade também. Não fosse assim, ele não me procuraria e já teria tomado outro rumo. O importante é que nos damos bem no que é bom, no sexo! Falando em sexo, não há nada melhor, para fazer relaxar depois de um dia chato e morno.
Tomei um banho rápido, vestis jeans e camiseta, um tênis e um batom na boca, amarrei os cabelos no alto, deixando o pescoço à mostra e dispensei o sutiã, ele gosta de me ver assim, simples. Diz ele que fico bem sensual. Imagino! Quando me excito os bicos quase furam o tecido! É uma tentação, para qualquer homem!
Cheguei no motel e ele já estava no banho. Fui direto ao banheiro, adoro vê-lo sem roupa, principalmente molhado e com espuma no corpo e gosto do seu jeito de macho, tudo isso me excita. Não sou mulher que gosta de homem "perfeitinho", carinha de anjo e barriga tanquinho. Para mim, homem tem que ter cara de homem, com personalidade, que mostre imponência e que perto dele eu me sinta frágil, uma fêmea apenas. Isso me incendeia e me deixa com um tesão enorme.
A muito tempo que as nossas transas são maravilhosas, mas hoje foi especial. Me apaixonei! Fiquei totalmente envolvida, totalmente embriagada por ele, mas tratei de avisar que foi momentâneo, apenas o tempo da transa. Não sei o que me acontece, mas quando ele está dentro de mim, o meu sangue ferve.
Fazer sexo com ele é maravilhoso, começando pelo beijo molhado e com uma língua fantástica, que depois percorre o meu corpo, descobrindo em cada uma das minhas partes, os segredos que elas guardam. Não foi uma e nem duas vezes, mas várias vezes, que tive sensações diferentes e que não sabia que tinha. Fico entorpecida, principalmente quando a barba dele está por fazer. Aquela boca sabe fazer o melhor sexo oral que eu já recebi e já me fez gozar muitas vezes. A língua é exploradora e consegue dar o toque sutíl que uma mulher necessita, vai do delicado ao selvagem com mínima precisão. É impossível mostrar-se impassível diante das suas carícias, ou se preferem, diante das deliciosas lambidas. Os lábios são envolventes, deslizam pelo meu sexo, como se estivessem saboreando lentamente um fruta suculenta ou deliciando-se com um sorvete, sim como um sorvete, que derrete e escorre lambuzando a boca e os dedos.
O pau dele é incomparável e posso afirmar, exatamente do tamanho que eu gosto e preciso. Na minha boca é uma especiaria cheirosa e saborosa. A pele é macia apesar de extremamente duro, é lindo, retinho e quente. No meu sexo é um guia seguro para o prazer. Combina e se encaixa com precisão no meu corpo. Tanto é, que sinto todos os movimentos, com a intensidade e habilidade exata, levando-me a um deleite inquestionável.  Eu realmente enlouqueço com ele e para ele. Molho-me de uma maneira fora do normal, o que faz o nosso sexo ser muito mais gostoso.
Combinamos em todos os sentidos, não posso dizer que simplesmente transamos, mas namoramos e nos amamos quando fazemos sexo. Com ele eu esqueço que sou garota de programa e me torno uma namorada de aluguel, por que vamos muito mais além do que um programa por dinheiro e o que nos damos um ao outro, nenhum dinheiro pode comprar. Quando gozamos é um verdadeiro fascínio, nos entregamos completamente e eu gozo com um desespero total, coisa que somente ele sabe me dar. Quando ele goza eu vou à loucura e por diversas ocasiões eu gozei uma segunda vez, somente por vê-lo gozar.
Na verdade, eu nunca amei ninguém, não tenho certeza mas creio que eu estou amando. Já pensei em aceitar as suas propostas, mas também penso que ficar junto pode estragar tudo e me contento em ser a sua namorada de aluguel!
Depois do nosso banho, ficamos namorando. Quando estou com ele não me preocupo com marcação de tempo, o tempo passa correndo e gosto de ficar ouvindo as suas histórias e como uma gata, me esfregando nele. Abraço-o pelas costas e passo o rosto em seus cabelos e acaricio seu peito com meus dedos. Grudo-me ao seu corpo e aperto-o contra os seios e minhas pernas enlaçam as suas. Gosto de ficar assim, seguidamente adormeci e acordei somente pela manhã.
Quando nos despedimos, beijo-o ardentemente, para me tornar uma doce lembrança inesquecível. Assim que nos despedimos, eu já sinto saudades, com tesão e ansiosa pela próxima vez.
Dele, eu nunca cobro nada, mas sei que um envelope branco, sempre me aguarda ao lado da cama, sob a minha bolsa.

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Só para foder!

por H. Thiesen 

Não há foda
que eu não foda
quando é para foder
Se a foda é fodida
Só botando pra foder
Fode aqui
Fode por lá
Fode assim
Fode assado
Fode embaixo
Fode em cima
Fode atrás
Fode de lado
Se o negócio é foder
Que a foda seja boa
Não há nada mais fodido
Do que foda mal dada
Fode o pau
Fode a boceta
Fode duro
Fode melado
Fode o cu
Fode apertado
Fode seco
Fode molhado
E depois de tanta foda
Só fodendo por prazer...
Vem.. Me foder!
O que?
Broxou?
Putz... Fodeu!


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Fogo de Menina

por H. Thiesen 

Vai menina,
vai com calma
seja paciente
para ser mulher
há tempo pra tudo
não seja fugaz
Ame a carne
com a tua alma
não faça do amor
um despudor
Vai menina
vai com calma
De a tua carne
todo o valor
use e abuse
da sedução
faz do teu corpo
teu templo de amor
Não desmereça teu cio
com quem não tem preço
Vai menina
vai com calma
se teu desejo é urgente
faz dele virtude
não ceda por capricho
teu melhor segredo
tenha paciência
com os teu clamores
Vai menina
Vai com calma
e abranda este fogo
na tua alma!



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Fode meu rabo!

por H. Thiesen 

Depois do beijo ardente, das bolinadas e lambidas nos seios, ele agachou-se solenemente à frente dela e como criança que não nega-se a um doce, lambuzou-se na sua buceta. Virando-a de costa, mordeu-lhe as nádegas e afastando-a com os dedos, imprimiu entre elas, um beijo grego. Depois levantou-se, abaixou suas calças e mostrou a ela sua bagagem. Um membro enorme, bem duro e quente, entre as pernas pendia-lhe em riste, sobre um saco enrugado e cheio de leite.
Ele segurou-lhe os ombros e empurrou-a abaixo, deixando-a ao balanço do membro vibrante, Ela tomou o falo pulsante entre seus dedos, levou-o à boca e o chupou-o avidamente. Ele sem se conter, de tanto prazer, deixou escapar em espasmos ritmados, que faziam-lhe piscar o cu, jatos viscosos e quentes. Ela se lambuzou e sorveu o leite até a última gota.
Apesar da desavergonhada esporrada, ele mostrou-se valente e manteve-se em estado turgente. Escorou-a na mesa à sua frente e fodeu-a, de quatro, segurando-a pelos cabelos.
Ela gemeu e gritou, falava bem alto que iria morrer. Mas é claro, morrer de tesão, derretendo-se de prazer, à começar pela buceta escorrendo, de ser tão bem fodida.
E ela continuava a gemer e gritar, pedia mais e mais, melava-se ao extremo e perdendo o controle peidou-se suntuosamente, de encontro ao púbis do seu altivo fodedor.
- Ah, assim eu morro de tesão! - gritava ela.
Ele duro como rocha e quente como um ferro em brasa, continuava a sair e entra de dentro dela e a proximidade da hora derradeira, fazia-lhe imprimir pressa e velocidade nas suas idas e vindas espancando as nádegas co maior violência, as nádegas da moça com as suas virilhas, enquanto suas mãos a seguravam pelos seios redondos e volumosos.
Os dois ardiam, suavam e bufavam pela falta de ar e o cansaço. Ela não aguentando mais, gozou segurando-se à mesa e mordendo a toalha de renda.
Ainda insatisfeito e com o membro tal qual uma lança invasora, ele retirou-o da buceta e meteu-o entre as nádegas dela, adentrando de uma só vez, o rabo delicioso e apertado, deixando-a totalmente sem ação e não podendo reclamar da invasão surpreendente, que rasgava as suas entranhas, mesmo por que, ela não reclamaria e teria lhe cedido, pois não era a primeira vez que tinham-lhe fodido o fiofó.
- Safado, fode meu cu! Come esse rabo! - disse ela.
Tomado pela surpresa de tão fácil concordância, ele armou-se com uma fúria dantesca, finalmente estava realizando um dos seus maiores sonhos e fodeu o cu da moça com tamanha vontade, que bastaram duas ou três estocadas mais fortes, para jorrar novamente.

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Ah! Gozei na tua boca!

por H. Thiesen 

Você confunde os meus sentimento, me deixa úmida e incendiando.
Você me deixa fraca e ao mesmo tempo atrevida, sem poder resistir às tentações que envolvem a tua boca.
Você me faz te querer e me faz querer, na tua boca, saciar meus desejos.
Como eu fico excitada, com você ao meu lado, apenas olhando para a tua boca!
Essa boca beijando a minha boca, passeando em meus seios e lambendo meus bicos.
Essa boca que me enlouquece e que me provoca viajando em meu corpo.
Essa boca que me dá sua língua, que desce maliciosa pela minha pele, roçando meus poros, até mergulhar entre as minhas pernas e descobrir os segredos do meu desfiladeiro, do meu ânus ao clitóris.
Essa boca malvada que os dentes me marcam a bunda, primeiro uma nádega e depois a outra.
Dentes que não se contém e deixam suas coroas nas minhas coxas.
Essa boca que me devora, as vezes apressada e outras vezes com mora.
Essa boca que me é impossível deter e que me satisfaz de enorme prazer.
Essa boca faminta que come meu sexo e bebe meu mel, me levando ao céu.
Essa boca que prova o meu gosto de fêmea rendida, totalmente encharcada e no cio.
Essa boca à qual eu me rendo e também me rendo aos caprichos, por ela eu tenho verdadeiro cambicho.
Essa boca que me leva a loucura, que quando no meio das minhas pernas, faz mil diabruras.
Essa boca que acolho entre as coxas e que me faz não pensar em mais nada.
Essa boca que me beija, me lambe e me chupa e que depois de tudo com sua língua me invade.
Essa boca sedenta, que como um beija-flor colhe meu néctar.
Essa boca que me dá prazer e que se deleita com ele, para ela eu me entrego por inteira.
Essa boca que nela eu me torço, me retorço e contorço em meio à delírios.
Essa boca que consome meu clitóris e minha vulva e me deixa bem doida e, para ela eu oferto todo o meu gozo!
Essa boca que me faz delirar e que...
- Ah! Gozei na tua boca!


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A Primeira vez de Nahara

por H. Thiesen

Sentada na cama eu olhei para ela e ela sorriu. Juntou o lenço ao peito querendo proteger-se, tal como uma amazona, cobrindo o peito com seu escudo, em tempos de caça. Para que isso? Somos mulheres! Diante de mim, ela  tão linda, feminina, talvez ainda não era minha cúmplice, por isso o pudor. Eu sabia, ela não era virgem, mas quem sabe? Era a sua primeira vez, com outra mulher, ela sentia-se virgem ao amor entre duas iguais.
Dizia-me ela, alguns dias atrás:
- Não sei, sou careta! Sexo para mim, é entre um homem e uma mulher. Tenho medo, mas sinto muita vontade, eu morro de curiosidade!
- Nahara, eu só queria que soubesses que eu sou louca por você, mas nunca me atreverei a passar os limites, eles são seus e nunca os ultrapassarei!
- Mas eu sonho com isso! Eu preciso... E só em você eu posso confiar!
- Fico lisonjeada, mas como? Tudo o que eu faço é com a máxima segurança, não me atrevo a magoar alguém, principalmente por breves momentos de prazer, que pouco importância tem, diante do restante.
- Eu sei e é por isso que confio em você. Já fiz muitas coisas, mas isso é um tabu para mim.
Ela tinha experiência, já havia conhecido muitos homens e por mais experimentada que parecesse, amar uma outra igual, lhe era completamente diferente de tudo o que ela estava acostumada. Ela já havia fantasiado, mas fantasias guardamos somente para nós, são nossos segredos ocultos durante anos.
Eu a desejava e a observava  a muito tempo. Ela tinha um sorriso encantador, um olhar encantador e jeito enormemente meigo.Agora, ela estava ali,  na minha frente e ao meu alcance, mas mesmo assim eu estava travada, algo que nunca havia me acontecido antes.
Na tarde anterior junto com alguns amigos e amigas, combinamos um happy hour depois do trabalho, fomo  a um barzinho, as mesas na calçada, tomamos algumas cervejas, fritas, frios e jogamos conversa fora. Eu e ela trocamos olhares, enquanto ríamos e nos divertíamos entre piadas e conversas. Um a um eles foram embora e ficamos nós duas.
- Olha, a nossa conversa, do outro dia, ainda está ecoando. Não quero forçar nada entre nós, mas tenho que confessar, sinto muita atração por você!
- Lena, posso ir para a tua casa? Hoje eu estou sozinha, não quero voltar para minha. Detesto solidão.
- Tem certeza disso?
- Tenho... aliás... eu quero, só seja paciente comigo!
- Você é minha amiga, Nahara... eu nunca vou magoá-la!
Ela estava sentada na cama, a minha frente, linda e cheirosa depois de um banho demorado, um sorriso nos lábios e secando a pela com uma toalha. Eu podia ver o seu corpo, suas pernas torneadas e com pelos dourados, o seus mamilos pontiagudos e seus seios pequenos e firmes.
Um calor de dentro para fora tomava conta de mim. Senti um tesão como nunca havia sentido. Confesso, senti um desejo enorme de ser a primeira mulher na vida daquela menina de vinte e poucos anos.
- Por que está me olhando? - ela perguntou.
- Por que você é linda!
- Assim eu fico sem graça!
- Sem graça por que?
- Precisa dizer? Você me olhando assim!
- Assim como, só estou te achando linda!
E quando eu disse isso ela se aproximou. Acariciou o meu rosto, fechou os olhos e deixou a boca entre-aberta. pedindo-me uma reciprocidade, que não havia acontecido ainda entre nós.
Acariciei seus cabelos molhados e aproximei meus lábios da sua boca e apenas rocei-os levemente, fui ao seu ouvido:
- Tem certeza?
- Sim, tem que ser hoje!
Beijei sua orelha e desci pelo seu pescoço, sua pele arrepiou, me detive nos ombros, pelo caminho senti os seus pelinhos eriçados. Nos aproximamos um pouco, trocamos um toque de pele e em meus seios senti seus mamilos rijos, ferindo a minha pele. Nos abraçamos.
- Esquece a toalha!
Eu suava de nervosa, não queria decepcioná-la na sua primeira vez, mas eu transpirava de desejo por um corpo tão lindo. Seios pequenos e mamilos rosados, a pele morena, um jeito de menina, magra mas bela, o púbis aparado e as virilhas depiladas,
Por um instante eu a senti exitar,  um pouco de vergonha a fez recuar e cobrir o corpo com a toalha novamente.
- O que foi?
- Não sei! Nunca senti isso, é tão diferente!
Eu sabia com um homem ela seria normal, afinal havia uma grande diferença naquela noite, Eu, uma mulher!
Ela fechou os olhos, respirou fundo, largou a toalha molhada e deixou-a cair sobre as suas pernas..
- Seios lindos!
Nahara abriu os olhos e vi neles o seu desejo, me aproximei e beijei sua boca ternamente e sem pressa, querendo dizer para que ela se acalmasse e que tínhamos a noite toda. Roçamos os lábios de leve e suavemente invadi sua boca com a língua. Nossos seios se tocaram novamente, para mim, o toque mais sensual e perfeito que eu já havia sentido, de um jeito tão natural e capaz de mostrar, porque somente uma mulher, é capaz de entender outra mulher.
Deitamos na cama e vagarosamente comecei a explorar seu corpo. Sem apressar, beijei os seus olhos, a sua boca, seu pescoço e seus ombros e me detive por algum tempo beijando seu colo. Chegando aos seios, beijei-os delicadamente, circulando-os com os lábios e finalmente suguei-lhe um mamilo, antes de procurar pelo outro, tracei um caminho com a língua ao redor do seu seio e com meus dedos dediquei-me ao outro.
Senti ela incendiar, uma chama ardente rompeu dentro dela. um fogo ardendo dentro dela, como se milhões de carícias açoitassem seu corpo. Finalmente ela estava descobrindo um jeito feminino de amor, nunca antes havia sido tocada daquela forma, a não ser por si mesma e sentiu em instantes o que muitos homens não capazes de proporcionar em horas de sexo.
Em cada um dos meus beijos ela estremecia e cada vez mais ficava sensível, fui descendo pela barriga, contornando o umbigo, atalhei pelas suas virilhas e finalmente entrei pelo meio das suas pernas, afastei seus lábios com meus dedos e beijei com todo o meu desejo a sua intimidade molhada.
Mais do que nunca, naquela noite eu queria ser perfeita e dar a ela toda a minha intensidade e desejo, eu queria ser milimetricamente natural e que tudo fosse maravilhoso, de um jeito único e retribuí-la por ser a primeira, a única até então provar o gosto do seu prazer.
A sensibilidade de Nahara era incomparável, dediquei a ela meus melhores caprichos e todo o meu carinho possível. Não demorou muito e ela se retorceu num orgasmo e quase desfaleceu. Com a minha boca repleta de seu gozo, subi pelo seu corpo e levei aos seus lábios o seu próprio gosto, impregnado nos meus.
Deitei-me ao seu lado, nada falamos, não havia o que dizer. Acariciei o seu rosto, ela me olhou e a olhei no fundo dos olhos, querendo dizer-lhe:
- É assim, agora você sabe, como é receber amor de uma  outra mulher!
Permanecemos alguns tempo nos olhando e então ela me beijou novamente, o que antes era uma grande curiosidade, já havia deixado de ser e foi a vez dela começar a explorar o meu corpo e me retribuiu tudo o que ela havia sentido. Mas, isso é uma outra história!

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Devassa


por H. Thiesen 

Olhe-me de alto a baixo,
Deixe as tuas fantasias fluírem
Não reprima os teus desejos
Deixe-se excitar
Sinta o teu coração no peito
Bater forte e descompassar
Toque-me com ousadia
Sinta a minha pele macia
Junte os dedos ao teu olhos
E percorra o meu corpo
Beije-me na boca
Envolva-se com volúpia
Ouse sentir as minhas delícias
Renda-se as minhas carícias
Entregue-se a mim, agora
Arranhe a minha pele
Segure os meus seios
Idolatre o meu corpo
Explore a minha gruta
Inebrie-se no meu néctar
Sorva-me a seiva
Leve-me à loucura
Dando-me o teu prazer
Deleitando-te em meu corpo
Saboreando-me sem juízo
Faça-me devassa
Faça-me gozar
E goze comigo!

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