terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Amor de pica, é o que fica!

Sedenta! É como eu me sinto, quando penso em sexo e naquele antigo amigo de cama, que um dia foi o personagem dos meus pensamentos e protagonista das minhas fantasias.  É dele que eu lembro, quando sozinha, me esqueço do resto e em recolhimento no meu quarto, me diverto no meio das minhas pernas. Lembro-me das várias vezes que fizemos sexo e que ele me penetrou das vezes com um tesão fantástico e extremamente enrijecido, mas também fantasio com cenas que nunca protagonizamos e que ficou somente na vontade. Por quê? Eu não sei, não deu tempo para fazer ou em meio à empolgação esqueci. Claro, ele era tão dedicado e safado, que realizava qualquer coisa que eu pedisse. Imaginem então o que nós dois aprontamos! Vontade é o que nunca faltou entre nós. Para falar a verdade, sempre que eu ficava tesuda e isso não é muito difícil de acontecer, eu o chamava e não lhe dava folga.
Entre todos os paus que eu conheci, o dele é o que mais me satisfez e tornou-se o meu favorito. Digamos, o pau da minha vida. Faz tempo que não o vejo, tampouco o pego na mão, mas o que ele me fez sentir, está aqui, vivo dentro de mim, como se o sentisse agora, entrando e saindo, rasgando a minha carne.
Bem, creio que depois que me rasguei de elogios à ele, vocês querem saber o por quê? Ele é grosso, não é muito comprido, uns vinte centímetros talvez, portanto não é algo descomunal e exagerado, mas conseguia dar a sensação de preenchimento exato, nem mais e nem menos do que isso, tamanho perfeito para mim. Dizem que tamanho não importa, eu discordo, pau pequeno demais, o cara tem que ser muito bom em outros quesitos e grande demais pode ficar a meia-boca, uma coisa nem mole e nem dura, alguns precisam segurar e apertar a base para fazer o serviço, fica sem graça, não natural, sinceramente: broxante! Não, de maneira nenhuma, não quero dizer que esse ou aquele tamanho é bom ou ruim, mas depende de muitos fatores e da adaptação.
Voltemos ao pau do meu amigo, além das proporções, ela lindo, repleto de veias, a cabeça rosada e cabe o melhor de tudo, retinho. Sim, retinho como uma lança.  O principal é que essa delícia exótica e rara, é acompanhada por um desempenho de fazer inveja a qualquer ator pornô e sabe que a regra mais importante: não finalizar antes que nós, mulheres, tenhamos gozado. 
O diferencial, é que o meu amigo permitia que quebrássemos regras e padrões e conseguia ficar com o pau duro mesmo depois de gozar. Meninas, imaginem: Ele gozava e eu podia continuar me divertindo, sem me preocupar com broxadas e esperar pela sua segunda gozada. Quando passávamos a noite juntos, muitas vezes o peguei dormindo de pau duro, era só cair de boca, desfrutar um boquete gostoso e ganhar leitinho na boca ou, pular para cima e cavalgar, sem nenhum esforço. 
As vezes, quando me masturbo, imagino ele no meu cuzinho e como era delicioso. Segundo ele mesmo, eu fui corajosa e uma das poucas que liberaram a área vip para ele. Cá entre nós, liberei por que eu adoro. Mas, vocês lembram, que eu disse logo acima, que quebrávamos regras e padrões? Portanto, não foi um presente, mas troca de experiências, pois ele também liberou a porta dos fundos para mim. Claro, custou um pouquinho para convencê-lo, mas matei a curiosidade de ver como um homem age quando está sendo possuído, de início foi um fio-terra, depois um brinquedinho. Experimentem, a sensação de poder é deliciosa.
É por tudo isso que eu não o esqueço e, confesso... Preciso dar o braço à torcer e concordar:
- Amor de pica, é o que fica!

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Um comentário:

  1. Excitantes lembranças em forma de conto erótico, sensual e tesudo!
    Beijinhos!

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