sábado, 10 de fevereiro de 2018

Na frente do espelho!

A mão fina e macia
Timida toca os  lábios
A lingua lambe os dedos
Que depois vagueiam molhados
No pescoço arrepiado
Descendo e arranhando
Rastreando de saliva
Os seios ganham carícias
Envolventes e apertadas
Depois é vez dos mamilos
Entre os dedos, entumescidos
As mãos prosseguem o caminho
Lentas deslizam o ventre
Passeiam pela cintura
Atalham pelas virilhas
Buscam o prazer imerso
Numa umidade escondida
Entre coxas lisas e macias
Infiltram-se e invadem, os dedos
O botão ganha suave toque
Já encontra-se umidecido
Rompido é o silêncio
Os lábios cantam gemidos
A respiração profunda
Cansada e ofegante
Os olhos vêem o reflexo
Da cena linda no espelho
O corpo arde em desejo
O tesão é  flamejante
É como uma ferida
Que dói mas sem doer
É um contentamento
Incapaz e não contenta
Uma dor lacerante
Que arde sem sangrar
Uma ânsia de querer mais
Impossível de aguentar


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