quinta-feira, 19 de abril de 2018

Me fode agora!

Tuas mãos ágeis tomaram o caminho do meu maxilar, senti a firmeza dos teus dedos e meus lábios ganharam um beijo ligeiro, mas ardente. No instante seguinte, aproximei meus lábios ao teu ouvido e para ele onde murmurei frase obscena:
- Quero tua boca na minha buceta... Me devora!
Desejo, malícia e fantasias. 
Deslizou tua mão pelos meus cabelos longos e ainda molhados, envolveu algumas mechas com os dedos longilíneos, puxando-as e fazendo-me inclinar a cabeça para trás. Teus lábios maliciosos e quentes desceram pelo meu pescoço e roçando a minha pele, rumaram para o meu corpo nu. O desejo ficou mais intenso e a lascívia se fez presente. Notei meu corpo arrepiar por inteiro e um breve calor ruborizou meu rosto. A tua outra mão encontrou-se com meus seios e acariciava-os sofregamente, primeiro um e depois o outro. Como golpe final, que me custou a entrega, apertou meu mamilo entre os dedos. Percebendo-me, desceu por meu ventre e pousou em meu sexo, explorando-me as dobras e bolinando meu clitóris. Eu estremeci e quase desabei.
Já sem controle dos meus pensamentos, os quais haviam se inundado de luxúria e desejos. E, até mesmo meus atos, eu não possuía mais domínio sobre eles. Eu desejava e precisava sentir. 
De sobressalto me vi empurrada e tombada na cama, mas você permaneceu sobre os pés e inclinou a cabeça para baixo observando meu corpo estirado à tua frente. Depois abaixou-se, prostrando-se de joelhos ao pé da cama. Tuas mãos pousaram em meus pés, depois de breves carícias, subiram minhas pernas e agarrando-as por trás dos joelhos e me puxaram para ti, deixando-o entre as minhas pernas. Novamente tuas mãos entraram em ação e deslizando as minhas coxas chegaram e flanquearam meu sexo.
Teus cantos de lábios curvaram-se exibindo-me um sorriso malicioso, teus olhos procuraram os meus e como se quisessem desvendar meus desejos através do olhar, neles permaneceram enquanto você arqueava o tronco e somente fecharam-se, quando senti o calor da tua boca em meu sexo. Tua língua brincou no meu clitóris e nesse encontro do sexual com o oral, ecoou pelo quarto os estalos da mistura de umidade e saliva. Senti-me escorrer na tua boca, a qual se mostrava sedenta e faminta. Enquanto você me prendia em tua boca, eu acariciava meus seios e espremia meus mamilos. Minha boca secava, o ar me faltava, minha excitação aumentava e cada vez mais eu molhava. Desesperada, eu mexia a cabeça de um lado para o outro. Da minha boca brotava gemidos, que logo se transformaram em gritos e mais um pouco em súplica veemente:
- Me fode agora... com força!
Meu pedido soou aos teus ouvidos como uma ordem e sem saber como, senti-me invadida e a tua carne afastou as minhas. Transformei-me em instintos, meus pensamentos voltaram-se somente para o meu sexo e às sensações que você me trazia, quando entrava e saía. Meu corpo resumia-se entre as minhas pernas, até que uma descarga, começando ali, espalhou-se e deu-me conta do restante do corpo, fazendo-me tremer dos pés à cabeça e pedi novamente:
- Mete com força! Fode essa buceta!
Eu gozei e foi de um prazer inexplicável. O qual nunca poderei esquecer e permanecerá nos seus pensamentos, para sempre!
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